terça-feira, 8 de outubro de 2013

Projeto de R$ 1,5 milhão trata 500m³ de esgoto em Campina Grande


08/10/2013 06h00 - Atualizado em 10/10/2013 13h29 

Projeto foi financiado pela Agência Nacional das Águas (ANA).
Tratamento deve começar a funcionar no início de 2014.
 
Ligia Coeli Do G1 PB
 
 
Projeto da ANA será realiado em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande. (Foto: Ligia Coeli)
Projeto da ANA será realiado em parceria com a Universidade
Federal de Campina Grande. (Foto: Ligia Coeli)
 
A cidade de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, foi escolhida para sediar o Centro de Desenvolvimento e Tecnologia em Reuso de Água. O projeto recebeu R$ 1,5 milhão em investimentos da Agência Nacional das Águas (ANA) e deverá entrar em funcionamento no início de 2014, em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Essa iniciativa ilustra como as ações com enfoque na sustentabilidade estão ganhando força no município.
 
O centro terá a capacidade de tratar 500m³ de esgoto por dia, o total recuperado equivale a 3% de todo o esgoto produzido na cidade. “A estação produzirá água para indústria e para irrigação, mas essa distribuição será feita via Cagepa, que é uma instituição concessionária de água e esgoto na cidade”, explicou Herbert Cardoso.
 
Um dos gestores do centro de estudos para o reuso de água, o pesquisador Herbert Cardoso, explica que o fato da cidade abrigar duas das principais universidades do Estado facilitou a instalação do projeto. “A cidade ainda é reconhecida como um centro de referência nessas áreas de pesquisa, desenvolvimento e tecnologia. É um local propício para esse tipo de pesquisa, de fácil logística”, explica.
 
A estação do Centro de Desenvolvimento e tecnologia em Reuso de Água fica localizada no bairro da Catingueira, em Campina Grande. A área é composta por um prédio onde funcionarão laboratórios e salas de pesquisa e por uma 'bateria' de tanques e reatores que irão armazenar e fazer a limpeza da água contaminada.

O projeto tambem prevê a realização de iniciativas voltadas à agricultura, pois o local conta com um sistema de utilização do lixo urbano como adubo. “Vários motivos nos levaram a escolher Campina. Primeiro porque na época de elaboração do projeto, em 2001, a cidade era um centro de referência em tratamento de esgoto e segundo que a cidade enfrentava problemas com a seca e as indústrias estavam com dificuldade de se manter, por questões logísticas”, informa o pesquisador.
 
 
Fonte
 
 

sábado, 5 de outubro de 2013

Banhistas devem evitar quatro praias da PB, alerta Sudema

05/10/2013 06h00 - Atualizado em 05/10/2013 06h00 

Classificação é válida até a emissão do próximo relatório, na quinta (11).
Praias de Manaíra e Jacaré estão entre as impróprias para banho.
 
Do G1 PB
 

Galeria pluvial desemboca na praia de Manaíra, na capital (Foto: Cadu Vieira/Globoesporte.com)
Galeria pluvial desemboca na praia de Manaíra, na capital
(Foto: Cadu Vieira/Globoesporte.com)
Quatro praias do litoral paraibano estão impróprias para banho, segundo o relatório semanal de balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), divulgado nesta sexta-feira (4). As outras 52 praias monitoradas pelo órgão podem ser aproveitadas pelos banhistas esta semana.

A Sudema alerta que os banhistas devem evitar a Praia do Jacaré, localizada no município de Cabedelo, na margem direita do estuário do Rio Paraíba; a praia de Manaíra, em João Pessoa, 100 metros à direita e à esquerda do Hotel Costa do Atlântico; a Praia de Maceió, no município de Pitimbu, no trecho 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho; e ainda a Praia de Acaú/Pontinha, na desembocadura do Riacho do Arame.
 
Conforme o relatório, as demais praias do estado são consideradas adequadas para o banho e classificadas nas categorias excelente, muito boa e satisfatória. Apesar de classificadas como próprias à balneabilidade, a Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente. O relatório de balneabilidade tem validade até a próxima quinta-feira (11).
 
Fonte
 
 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Educadores do Litoral Norte da PB fazem oficina sobre meio ambiente


04/10/2013 09h29 - Atualizado em 04/10/2013 09h48 

Ao todo são 35 professores da rede pública de Rio Tinto.
Ação quer sensibilizar comunidades da Barro do Rio Mamanguape.
 
Do G1 PB
 
 
Educadores são sensibilizados para a importância de preservar a região. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Educadores são sensibilizados para a importância de preservar
a região. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Um grupo de 35 professores do ensino fundamental da rede pública de Rio Tinto, no Litoral Norte da Paraíba, está participando de oficinas de sensibilização em Educação Ambiental. A capacitação acontece até a sexta-feira (11) e é promovida pelo Projeto Viva o Peixe-Boi Marinho, que está sendo executado pela Fundação Mamíferos Aquáticos no litoral paraibano para evitar a extinção do peixe-boi marinho no Nordeste do Brasil.
 
O objetivo das oficinas é sensibilizar as comunidades que integram a Barra do Rio Mamanguape, considerada Área de Proteção Ambiental Federal, sobre a importância da conservação da biodiversidade e proteção ao habitat do peixe-boi marinho. Na oportunidade, os professores estão tendo acesso a informações sobre meio ambiente, desenvolvimento sustentável, educação ambiental e aspectos ecológicos dos peixes-bois marinhos.

Além disso, os participantes também estão se inteirando sobre a importância da APA da Barra do Rio Mamanguape para a população e para a manutenção da biodiversidade e aprender algumas técnicas de arte-educação ambiental e atividades criativas que poderão ser desenvolvidas com seus alunos.

Oficina ensina técnicas lúdicas para serem usadas em sala de aula. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Oficina ensina técnicas lúdicas para serem usadas em
sala de aula. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Numa parceria com a Secretaria de Educação de Rio Tinto, os encontros acontecem sempre às sextas-feiras, na escolinha da Barra de Mamanguape, das 8h às 16h. Os professores contemplados são das comunidades da Barra de Mamanguape, Praia de Campina, Lagoa de Praia, Tanques, Tavares, Cravaçu, Aritingui, Pacaré e Peba.

Entre julho e setembro, o Projeto Viva o Peixe-Boi Marinho também promoveu, na Barra de Mamanguape, a Oficina de Agentes Ambientais, que capacitou 21 jovens das comunidades locais. Ao final da oficina, os alunos desenvolveram pequenos projetos ambientais para conservação do meio ambiente e melhoria da qualidade de vida da localidade. O Projeto Viva o Peixe-Boi Marinho vem atuando no litoral paraibano, desde fevereiro deste ano, com ações inovadoras que incluem desenvolvimento de pesquisa e tecnologia, educação ambiental, sustentabilidade, promoção da cidadania e inclusão social.
 
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