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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Polícia detém 36 pessoas e apreende mais de 200 animais em rinha na PB

18/05/2015 09h58 - Atualizado em 18/05/2015 09h58
   
Os suspeitos foram detidos em um espaço usado para briga de animais.
Ação policial aconteceu em Mari.  
 
Do G1 PB

Local tinha estrutura para arenas e espectadores (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)
Local tinha estrutura para arenas e espectadores (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)


A polícia deteve 36 pessoas e apreendeu 205 aves silvestres e três galos em uma rinha de canários no Sítio Várzea Grande, em Mari, Zona da Mata paraibana, neste domingo (17). De acordo com a Polícia Ambiental, a ação aconteceu após uma denúncia anônima.

Os detidos foram autuados por maus tratos e ainda oito deles também foram autuados por manter em cativeiro, sem autorização, animais de fauna silvestres. Entre as aves apreendidas, estão 199 eram canários que eram usados nas rinhas. No local ainda havia um caboclinho, um tiziu e um curió.
 
Conforme informações da polícia, o espaço onde houve a apreensão tinha estrutura para acomodar espectadores e realizar as brigas entre os animais. “Quem é encontrado nas rinhas apenas assistindo, também incorre nas mesmas penas de maus tratos e é imediatamente conduzido até a delegacia para se submeter às sanções administrativas [multa] e penais”, explicou o comandante do Batalhão Ambiental, major Tibério Leite.

Todos os detidos foram levados para a delegacia de Sapé. Os que foram autuados só por maus tratos, podem ser condenados a três meses a um ano de prisão e multa de R$ a R$ 3.000. As oito pessoas que também foram autuados por manter em cativeiro, sem autorização, animais de fauna silvestres correm o risco de serem condenados a seis meses ou até um ano de detenção, além de multa de R$ 500.


Na propriedade animais ficavam em cativeiro (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)
Na propriedade animais ficavam em cativeiro (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)

 

sexta-feira, 21 de março de 2014

Após chuvas, açudes da Paraíba recebem recarga de água, diz Aesa

21/03/2014 12h03 - Atualizado em 21/03/2014 12h03

Complexo Coremas-Mãe D'água recebeu 25 milhões de m³ de água.
Dois açudes estão sangrando e previsão é de que outros possam encher.




 
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba

As chuvas registradas este mês já foram suficientes para recuperar o volume de água em alguns reservatórios da Paraíba. De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), nesta sexta-feira (21) dois açudes estão sangrando e a previsão é de que outros açudes possam encher nos próximos dias.

Na quinta-feira (20), a Aesa divulgou os dados sobre os principais açudes que receberam água com a chuva registrada nesta semana. O complexo Coremas-Mãe D’água, no Sertão do estado, recebeu 25 milhões de metros cúbicos de água.

Além dele, os açudes de Farinha e Jatobá, na cidade de Patos, receberam dois milhões e três milhões de metros cúbicos, respectivamente. Já os mananciais de Araçagi (na cidade de mesmo nome) e Olho D’água, no município de Mari, estão sangrando desde a quinta-feira (13).

De acordo com o diretor de Acompanhamento e Controle da Aesa, Porfírio Loureiro, a previsão é de que outros açudes recebam água com as chuvas previstas para os próximos dias. Entre eles, o açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, que abastece a cidade de Campina Grande e outros municípios do Cariri e Agreste. “O Rio Taperoá recebeu muita água com as chuvas recentes e ele é uma das principais fontes que abastecem o manancial”, explicou.

Apesar destes dados, o boletim da Aesa também mostra que 34 dos 121 açudes monitorados pelo órgão estão em situação crítica, com menos de 5% do volume total. Outros 28 mananciais estão em estado de observação, com menos de 20% da capacidade.


quarta-feira, 12 de março de 2014

Canal de Acauã-Araçagi emprego e renda para a Paraíba

Construção do canal Acauã-Araçagi gerou 1,5 mil empregos diretos e outras centenas de indiretos na região do Vale do Mamanguape.

Publicado em 12/03/2014 às 06h00

Fotos: Kleide Teixeira/ Amanda Araújo
Os dez primeiros quilômetros do canal devem ser entregues até o final do primeiro semestre deste ano
Aos 54 anos de idade, João Batista de Lima, casado e pai de dois filhos, já passou por maus bocados em casa, quando, por falta de trabalho, tinha dificuldades para fazer a feira e garantir o sustento da família. Ele, que aprendeu o ofício de carpinteiro ainda na adolescência, agora comemora o emprego de carteira assinada e todos os direitos trabalhistas garantidos. Seu João Batista, há cinco meses, trabalha na construção das obras do canal Acauã-Araçagi e não consegue esconder a felicidade.
 
Seu João chega cedo ao canteiro de obras do lote 1 do canal, localizado na zona rural do município de Itatuba. Por ser morador de outra cidade, Gurinhém, ele dorme em alojamento montado para os trabalhadores da obra e vai para casa aos finais de semana. Esse emprego, para o carpinteiro, é uma oportunidade de contribuir positivamente com o futuro dos filhos. “Um homem desempregado não é ninguém. Graças a Deus, depois que arranjei esse emprego aqui nas obras do canal nunca mais me faltou dinheiro para fazer a feira. Já passei por momentos difíceis, só Deus sabe”, afirmou.
 
Nesse mesmo dia, a reportagem encontrou Edmilson de Lima, que aos 55 anos mostra, com orgulho, as mãos calejadas de uma vida inteira de trabalho. Seu Edmilson, natural de Itabaiana, pai de família, passou anos desempregado.

Dependia exclusivamente de trabalhos informais e esporádicos, os chamados 'bicos'. “É muito ruim quando você não tem um emprego. Quando eu fiquei sabendo que a obra tinha vaga, vim correndo e fui contratado”, declarou.

Em sua simplicidade, seu Edmilson olha para o canal Acauã-Araçagi e segura o choro. Ele sabe que através desse canal, a maior obra hídrica do governo do Estado, chegarão as águas do rio São Francisco, pelo eixo leste do projeto do governo federal.

O canal representa um marco para seu Edmilson: há anos ele não conseguia um emprego de carteira assinada. “Isso foi um presente para mim e para minha família. Nosso salário é pago direitinho todo mês, temos refeição, não falta nada”, declarou.

O ajudante de produção Antônio Lúcio da Silva, 47 anos, também estava desempregado até que iniciaram as obras do canal Acauã-Araçagi. Antes, ele já havia pensado, inclusive, em tentar a sorte em São Paulo ou no Rio de Janeiro, onde há promessas de emprego para nordestinos. Para isso, deixaria para trás a pequena casa que lutou para construir, em Itabaiana, e o mais importante: a mulher e o filho.

Há 11 meses, Antônio Lúcio trabalha na construção do canal. O canteiro de obras, em alguns momentos, mais parece um recanto de lazer, não porque eles não trabalham, mas sim porque é notória a satisfação dos trabalhadores. “Aqui a gente trabalha feliz, cantando, assobiando, é uma festa só, porque quem tem um emprego tem motivos de sobra para comemorar”, afirmou.

OBRAS GERAM EMPREGOS NO VALE DO MAMANGUAPE
A construção do canal Acauã-Araçagi possibilitou a criação de 1,5 mil empregos diretos e outras centenas de indiretos na região do Vale do Mamanguape. A maioria dos trabalhadores é de Itatuba, Mogeiro, Itabaiana, Salgado de São Félix e outras cidades próximas. Quando as vagas foram criadas, as prefeituras anunciaram as oportunidades e logo apareceram os interessados. Um deles foi José Soares da Silva, 41, que havia nove meses amargava o peso do desemprego.

Ele contou que sua vida financeira mudou bastante, desde que começou a trabalhar na construção do canal como carpinteiro. A pouca escolaridade dele sempre foi um problema a mais para conseguir um emprego. “Nem meu currículo as empresas aceitavam, mas aqui nas obras do canal nos deram uma grande oportunidade de trabalhar e ganhar nosso dinheiro com honestidade”, frisou José Soares.

Para Leonardo Oliveira da Silva, 28, trabalhar nas obras do canal Acauã-Araçagi tem uma representatividade ainda maior.

“Eu nasci e cresci nessa região, já sofri com a seca, vi meus pais chorarem pela falta de água. Agora tenho orgulho de ajudar na construção do canal, sei que nunca mais nossas vidas serão as mesmas. Quero dizer aos meus netos, futuramente, que o avô deles trabalhou diretamente nessa obra”, declarou Leonardo, que há um ano ocupa a função de armador na construção.

Também chamado de Canal das Vertentes Litorâneas, a obra trouxe oportunidades de empregabilidade para operários (entre armadores, carpinteiros, motoristas, auxiliar de serviços gerais, etc) e profissionais de nível superior, sendo a maioria engenheiros das áreas civil e de produção. O lote 1 do canal tem 40,85 km de extensão. Quando os três lotes estiverem em execução, o número de empregos diretos deve saltar para três mil e transformar as vidas de trabalhadores, a exemplo das histórias que foram contadas nessa reportagem.

COMÉRCIO FICA AQUECIDO
A geração de emprego está atrelada ao aquecimento da renda na região do Vale do Mamanguape. Os 1,5 mil operários consomem, diariamente, cerca de 80 quilos de feijão, 60 quilos de macarrão, 25 quilos de arroz e 200 quilos de carne. Boa parte desses alimentos é adquirida pelo consórcio da obra no comércio do município de Mogeiro, mudando a realidade também de comerciantes locais, que antes viam os produtos se estragarem nas prateleiras pela falta de clientela.

Os dez primeiros quilômetros do canal devem ser entregues até o final do primeiro semestre deste ano, enquanto a obra deve ser concluída em 2015. A previsão inicial era de que a conclusão se desse em 2016. A obra do canal Acauã-Araçagi está dividida em três lotes: o 1 (em Itatuba); o lote 2 (que passa por Sapé, Mari, Sobrado e Riachão do Poço); e o lote 3 (que inclui Cuité de Mamanguape, Araçagi, Itapororoca e Curral de Cima). A obra cortará fisicamente 12 cidades, mas vai beneficiar 35. Serão quase 600 mil paraibanos beneficiados com a chegada da água, que sairá da barragem de Acauã e percorrerá por gravidade 112,5 km de extensão.

Em março do ano passado a presidente Dilma Rousseff autorizou o início das obras da segunda etapa do empreendimento que está sob responsabilidade do Ministério da Integração Nacional em parceria com o governo do Estado da Paraíba. O canal faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) e tem investimento aproximado de R$1 bilhão.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Canal Acauã-Araçagi levará água a 600 mil paraibanos

Acauã-Araçagi é a segunda maior obra hídrica do Nordeste e receberá transposição.


 


Fotos: Amanda Araújo
Canal tem 112,4 km de extensão e corta 12 cidades e vai garantir a segurança hídrica na região
As máquinas não param no canteiro de obras do lote 1 do canal Acauã-Araçagi, no município de Mogeiro. É nessa obra que a população de 35 municípios da Paraíba deposita a esperança de dias melhores. É através do canal Acauã-Araçagi, a segunda maior obra hídrica do Nordeste, que passarão as águas da transposição do rio São Francisco. Mais de 600 mil paraibanos serão beneficiados. Os dias de sofrimento pela falta de água ficarão apenas na lembrança.

O canal tem 112,4 km de extensão e corta 12 cidades. O secretário dos Recursos Hídricos, João Azevêdo, disse que a obra vai garantir a segurança hídrica na região. “Através desse canal será possível implantar programas de irrigação de até 16 mil hectares. O canal Acauã-Araçagi faz parte das obras complementares da transposição e está em plena execução. As máquinas não param e isso todo mundo pode comprovar”, declarou.
 
Além de garantir água para centenas de famílias que já enfrentaram anos difíceis de estiagem, o canal Acauã-Araçagi está mudando o cenário econômico da região. As cidades estão mudando, o desenvolvimento não para. Em Mogeiro, por exemplo, a construção de novos imóveis ganhou novo fôlego, os aluguéis dispararam, novos restaurantes abriram.
 
Com a conclusão da obra, o desenvolvimento será ainda mais evidente. “O canal vai trazer uma nova realidade para os municípios, pois há muitas terras férteis onde é possível viver da agricultura e agropecuária, só faltava mesmo a água, que chegará através do canal Acauã-Araçagi”, explicou o secretário.
 
A ideia do governo do Estado é apoiar e orientar a população desses 35 municípios para que sejam implantados sistemas de irrigação.
 
Os investimentos no canal ultrapassam R$ 1 bilhão, contando com convênios feitos com o Ministério da Integração. Segundo João Azevêdo, a obra foi incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Por anos, a obra só existia no papel, e foi destravada após empenho do governador Ricardo Coutinho junto ao governo federal. A participação do Estado é de aproximadamente 10% do total investido, conforme explicou o secretário, que acompanha semanalmente o andamento da obra.
 
Em pouco mais de um ano de execução foram investidos cerca de R$ 210 milhões. Graças ao trabalho intenso, a previsão é que até o final do primeiro semestre deste ano seja entregue o primeiro trecho (que compreende 10 km de obra, do total de 112,4 km).
 
Dentre os municípios por onde o canal passa, estão Itatuba, Mogeiro, São José dos Ramos, Sapé, Mari e Curral de Cima. “É importante lembrar que a garantia hídrica se estende aos municípios que estão na zona de influência, que chega a 35”, frisou Azevêdo.
 
Depois que o canal Acauã-Araçagi estiver concluído, e a transposição do rio São Francisco se tornar realidade, as famílias paraibanas terão água todos os dias, o dia todo. A situação será bem diferente da já vivida pela aposentada Maria Glória de Souza, que por muitos anos teve de percorrer quilômetros a pé, para pegar água em açude e garantir a preparação de alimentos. “Esse canal é um sonho para nós que moramos no interior. Deus ouviu nossas preces”, afirmou dona Glória, que mora na zona rural do município de Itatuba.
 
Quando não tem muitos afazeres domésticos, a aposentada faz questão de chegar perto do canteiro de obras só para ter o gosto de ver os trabalhadores e as máquinas. “É uma felicidade só”, disse, esperançosa. Dona Glória está certa em suas colocações. O canal Acauã-Araçagi vem para mudar definitivamente a realidade no Vale do Mamanguape e Brejo paraibano. A escassez de água está perto de acabar.

RUMO AO DESENVOLVIMENTO
Antes mesmo de ser concluído, o canal Acauã-Araçagi já possibilita o desenvolvimento econômico nos municípios beneficiados. A arrecadação de Imposto Sobre Serviços (ISS) pelas prefeituras de Itatuba e Mogeiro, por exemplo, aumentou consideravelmente. Segundo o secretário João Azevêdo, foram transferidos mais de R$ 1,5 milhão de ISS para cada uma dessas cidades. Sem a obra, esse repasse seria utopia. O recebimento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é de R$ 400 mil. Como uma espécie de efeito dominó, todos acabam se beneficiando com a obra. Novos estabelecimentos comerciais são abertos (como restaurantes e lanchonetes) para atender os trabalhadores; proprietários de imóveis que lucram com o aluguel da casa, etc. Até mesmo o comércio informal aumenta o lucro, tendo em vista que a cidade acaba recebendo mais visitantes.
 
Na obra em si, estão empregados diretamente cerca de 1,5 mil trabalhadores, entre ferreiros, armadores, carpinteiros, mestres de obras, entre outras funções. Um deles é Edvaldo José da Cruz, que há dez meses estava desempregado e enfrentando situação difícil com a família. Quando soube que estavam precisando de trabalhadores para a obra, não perdeu tempo e foi contratado. “Já estou aqui há dez meses. Trabalhar na construção do canal é um orgulho para mim, pois sei que muitas famílias serão beneficiadas”, contou Edvaldo, que é casado e tem três filhos.
 
A obra também trouxe um emprego para Luiz Carlos Chagas, que mora em Mamanguape e ficou sabendo da oportunidade através de um conhecido, que trabalha no local. Chagas estava desempregado há três anos, vivia de 'bicos'. Desde que começou a trabalhar nas obras do canal, em novembro de 2013, consegue mandar dinheiro para a família e exibe com orgulho a carteira de trabalho assinada formalmente pela primeira vez.
 
ESTADO QUER ANTECIPAR CONCLUSÃO
A obra do canal Acauã-Araçagi está dividida em três lotes. Os dois primeiros estão em execução. O governo do Estado aguarda autorização do Ministério da Integração para início do lote 3. “Nossa expectativa é que a autorização aconteça ainda no mês de fevereiro”, declarou o secretário João Azevêdo. A conclusão do canal está prevista para abril de 2016, mas a intenção do governo é antecipar esse prazo para 2015. “O ritmo das obras é crescente, nunca houve um problema sequer de intervenção, então estamos otimistas”, disse.
 
O trabalho é feito através de um consórcio com três empresas (Queiroz Galvão, Via Engenharia e Marquise). No canteiro de obras foi montada uma estrutura na qual ficam os engenheiros e demais profissionais envolvidos no processo, como arqueólogos (que fazem a escavação da área em busca de possíveis achados arqueológicos); biólogos (que catalogam as espécies de fauna e flora existentes na extensão da obra); e técnicos da segurança do trabalho (que inspecionam diariamente se os trabalhadores estão com os equipamentos de segurança).
 
O canal Acauã-Araçagi terá trechos com largura de 120 metros em aberto que receberão revestimento impermeável; em outros trechos com 80 metros de largura, passarão três tubos de 1,9 metro de diâmetro. A água seguirá os 112,4 km por gravidade média de três centímetros a cada quilômetro, conforme dados técnicos dos engenheiros. No lote 1 estão sendo construídas duas pontes sobre os Rios Surrão e Ingá, além de um aqueduto.
 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Municípios da PB ainda não regulamentaram Plano de Resíduos

18/01/2014 20h59 - Atualizado em 18/01/2014 21h41 

Lei Federal determina criação de Planos de Resíduos Sólidos.
Apenas 19 cidades já regulamentaram o plano, segundo o MP-PB.
 
Do G1 PB
 
 

Dados levantados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), mostram que 204 dos 223 municípios paraibanos continuam sem regulamentar seus Planos Municipais de Resíduos Sólidos.

O prazo para que todas as cidades fechem seus lixões e comecem a destinar o lixo para aterros sanitários acaba em agosto deste ano, mas apesar disso 91,4% dos gestores públicos ainda não têm os planos prontos.  As duas maiores cidades do Estado, João Pessoa e Campina Grande ainda não conseguiram regulamentar a lei, entre as cidades paraibanas que têm o plano estão Pocinhos, Soledade, Mari, Queimadas e Cuité.

Segundo informações do MPPB apenas 19 cidades do Estado já conseguiram regulamentar o plano através de lei municipal, outras 22 cidades estão elaborando o documento. A estimativa do Ministério Público é de que apenas 40 cidades consigam regulamentar os planos municipais até agosto deste ano.
 
"Hoje o plano de gestão de resíduos sólidos é uma exigência da Política Nacional de Resíduos Solídos, toda cidade hoje tem seu plano de gestão e isso Campina Grande está fazendo e com certeza entregaremos este plano pronto até o mês de maio. Nós convocamos todos os representantes de bairros, das sociedades de amigos de bairros, de associações e líderes comunitários para que a gente possa fazer um plano de gestão em consonância com as necessidades deles", informou Geraldo Nobre, secretário de Serviços Urbanos e Meio Ambiente da Prefeitura de Campina Grande. 

O prazo para extinção dos lixões foi estipulado pela lei federal 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos. A lei entrou em vigor em 2 de agosto de 2010 e fixou um prazo de dois anos, a partir de sua publicação, para que estados e municípios elaborem seus respectivos planos. A lei federal exige que as cidades adotem a coleta seletiva do lixo e façam reciclagem, além de autorizar a contratação de associações de catadores, sem licitação.

Fonte

 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Apesar das chuvas, Paraíba ainda tem açudes com reservas abaixo da média


05/07/2013 13h05 - Atualizado em 05/07/2013 13h05 

Açudes que abastecem João Pessoa, Mari e região do Brejo estão cheios.
Vaca Brava e Canafístula estão abaixo dos 20% da capacidade.
 
Do G1 PB
 
 
As chuvas que caíram recentemente na Paraíba foram concentradas nas regiões do litoral, agreste e brejo, como informou a Agência Executiva de Gestão de Águas do Estado (AESA) nesta sexta-feira (5). Os reservatórios de água das cidades de Conde, Araçagi e Mari sangraram, mas a previsão é de que a realidade do sertão, que ainda enfrenta problemas, não mude muito.
  
Os açudes estão com as reservas abaixo da metade e devem permanecer assim até o ano que vem, quando começa o novo período de chuvas. De acordo com Isnaldo Cândido, gerente de bacias hidrográficas da AESA, a situação dos principais açudes, como Coremas e Mãe d'Água é preocupante, pois ainda não ultrapassaram os 40% da capacidade. O açude Epitácio Pessoa, no Cariri, está com 48,1% de de abastecimento.
 
Isnaldo também informou que as chuvas no litoral, brejo e agreste recarregaram os açudes de Gramame e Mamuaba, que abastecem João Pessoa; o de Araçagi, que abastece a região do Brejo e  o Olho d'Água, que fornece água para Mari, atingiram a cota. Mas os açudes de Vaca Brava e Canafístula estão abaixo dos 20% de capacidade.
 
Ainda de acordo com o gerente de bacias hidrográficas, a meteorologia continuar a prever chuvas para o mês de julho e a expectativa é que a recarga seja suficiente para os próximos meses nos reservatórios que estão abaixo da média. As cidades que mais tiveram precipitações nas últimas 24 horas foram Conde, com 58 milímetros, Lagoa Seca, com 52,3, Areia, com 34,4, Salgado de São Félix, com 39,1, Campina Grande, com 24,8 e João Pessoa, com 4,6 milímetros.


 

terça-feira, 19 de março de 2013

Polícia Ambiental apreende 44 aves silvestres em zona rural da Paraíba

19/03/2013 14h02 - Atualizado em 19/03/2013 14h02

Segundo a polícia, gaiolas não estavam dentro de nenhuma área privada.
Aves serão levadas para o Cetas e depois devolvidas ao habitat natural.
 
Do G1 PB
 

Um papagaio estava entre as aves apreendidas (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Um papagaio estava entre as aves apreendidas
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
A Polícia Ambiental apreendeu 44 aves no início da tarde desta terça-feira (19), no Município de Mari, na região da Zona da Mata paraibana. De acordo com o Batalhão Ambiental, os pássaros estavam na zona rural da cidade, dentro de gaiolas, mas não estavam dentro dos limites de nenhuma propriedade.

O major Oscar Beuttenmuller explicou que como as aves não estavam em nenhuma residência, não foi efetuado o flagrante, impossibilitando que seja aplicada multa a um possível responsável por elas. “Estavam todas na zona rural. Algumas gaiolas estavam penduradas em árvores no meio da mata”, disse o policial.

As aves serão levadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Cabedelo, na Grande João Pessoa. “Após um período, os animais serão devolvidos ao seu habitat natural”, finalizou Oscar Beuttenmuller.

 
Aves estavam em gaiolas na zona rural do município de Mari (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Aves estavam em gaiolas na zona rural do Município de Mari
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Vazamentos causam falta d'água na Paraíba

15/02/2013 - 13:07

Em João Pessoa, dez bairros foram atingidos 


Para os moradores de dez bairros de João Pessoa e de sete municípios paraibanos, a sexta-feita, 15, está sendo sem água nas torneiras. De acordo com a Cagepa, através da sua página do Twitter, o serviço poderá ser normalizado no período da tarde ou noite, dependendo da localidade.

Na Capital paraibana, a falta d’água no Bairro dos Estados e Pedro Gondim ocorreu por causa de um vazamento na rua Alfredo Coitinho Lira, e a normalização está prevista para 18h. No caso dos Funcionários II, III e IV, Esplanada, Grotão, João Paulo II, Costa e Silva e Ernani Sátiro, o abastecimento foi suspenso para o conserto de um vazamento na rua Anacleto de Souza. O serviço deve retornar às 15h.

Para as cidades de Sapé, Mari, Sobrado, Mulungu, Gurinhém, Caldas Brandão e Cajá, o a água deve voltar para as torneiras às 19h, e a falta d’água foi motivada por um vazamento.

da Redação
WSCOM Online


 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Queimadas provocam falta de luz na Paraíba


Energisa orienta para que não sejam realizadas queimadas próximo à rede elétrica.


Mais um desligamento devido a queimadas de canaviais ocorreu na tarde desta terça-feira, 30, das 13h06 às 13h09. Desta vez, a queimada provocou o desligamento de toda a subestação Sapé, que supre uma população de aproximadamente 100 mil pessoas dos municípios de Sapé, Mari, Cruz do Espírito Santo, Sobrado, Riachão do Poço, Cuité de Mamanguape e Capim. 
“O número de desligamentos, em 2012, causados pelas queimadas próximas as redes de distribuição tem nos surpreendIdo. A Polícia Ambiental foi acionada e nossa equipe está aguardando para fazer os devidos registros e autuações.”, afirmou o gerente de Manutenção da Transmissão da Energisa, Tércius Cassius Melo de Morais 
As queimadas nos canaviais foram as causas das sucessivas suspensões no fornecimento de energia para cerca de 87 mil pessoas no último sábado, 27. As ocorrências foram registradas pela manhã e afetaram a distribuição de energia para municípios do litoral sul e norte. As cidades atingidas foram Mataraca, Jacaraú, Lagoa de Dentro, Curral de Cima, Pedro Regis, ao norte, e Caaporã, Pitimbí, Acaú e Condado ao sul. 
Em todas as ocorrências, houve desrespeito à faixa de segurança determinada pela lei que proíbe o uso de fogo em áreas próximas à rede elétrica. “Para as linhas de transmissão, a faixa de segurança é de, no mínimo, 20 metros, e para a distribuição, 15 m. O problema é que, quando os limites não são respeitados, o calor afeta a composição do ar, provocando curtos-circuitos entre os condutores e até mesmo entre os condutores e os postes”, explica o gerente de Manutenção da Transmissão da Energisa, Tércius Cassius Melo de Morais.
A Energisa lamenta o desconforto e reforça a orientação para que não sejam realizadas queimadas próximo à rede elétrica.
Em setembro, a Energisa lançou, em parceria com a Sudema, a campanha “Evite queimadas” cujo principal objetivo é alertar a população dos perigos e prejuízos que as queimadas podem causar ao meio ambiente e à economia do Estado. Estavam presentes na reunião de lançamento da campanha representantes de prefeituras, dos usineiros, da Associação dos Plantadores de Cana-de-açucar, da Polícia Ambiental, do Ibama, entre outros. 
Segundo Tércius Cassius, do Departamento de Manutenção da Transmissão da Energisa, cerca de 430 mil pessoas estão sujeitas a sofrer com a interrupção do fornecimento de energia elétrica decorrente das queimadas. Desde 2010, ocorreram cerca de 25 interrupções no fornecimento de energia elétrica por ano.
O problema não atinge apenas os clientes residenciais, mas também indústrias de grande porte, chegando a média de quatro ocorrências por ano. Os números apontam que três usinas eólicas deixaram de gerar cerca de 60 megawatt de energia elétrica em conseqüência das queimadas. 
Entre outros impactos, estão as sobretensões que podem causar a queima de equipamentos e  o aumento de acidentes nas áreas atingidas, devido ao risco de rompimento de condutores.
A campanha “Evite as queimadas” está sendo veiculada diariamente nas rádios, além do trabalho educativo nas comunidades e usinas, por meio da distribuição de uma cartilha alertando sobre os perigos das queimadas. A Energisa vem realizando o monitoramento das queimadas por GPS e repassa as informações a Sudema, responsável por tomar as providências legais para punir os descumpridores da legislação.
Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

880,7 mil paraibanos não têm água tratada

Sem aceso à água tratada, 23,38% da população paraibana, precisa recorrer a poços e outros tipos de fontes para garantir abastecimento.


 
Rizemberg Felipe
De acordo com dados do IBGE, a Paraíba possui 57.089 domicílios sem água encanada
Por outro lado, a pesquisa apontou que 829.018 domicílios são atendidos pela rede pública de fornecimento de água. Ao todo, são 2.901.563 paraibanos que dispõem desse serviço, já que o IBGE calcula que cada moradia possui, em média, 3,5 habitantes.

Das pessoas que não têm água encanada em casa, a maior parte recorre a poços ou nascentes naturais, existentes dentro da propriedade. São 57.089 domicílios nessa situação, o que corresponde a 199.811 pessoas, segundo estimativa do IBGE. A maior quantidade de casas, nestas condições, está localizada nas cidades de Jericó (6.795), Pedras de Fogo (2.494), São Sebastião de Umbuzeiro (2.366), Santa Rita (2.113), Mamanguape (1.699), Mari (1.468), São José do Rio do Peixe (1.191), Areia (1.097) e Baía da Traição (963).

Outras 50.988 moradias também são atendidas por poços ou nascentes naturais, no entanto, localizadas longe das propriedades, o que obriga que 178.458 habitantes precisem se deslocar, por alguma distância, para fazer o transporte de latas e baldes cheios com a água. Ainda de acordo com IBGE, a maioria dessas pessoas que não têm acesso à água encanada vive na zona rural.

Entre essas pessoas está a dona de casa Maria das Mercês da Silva, 59 anos. Ela mora numa comunidade conhecida como “Ilha dos Pescadores”, localizada às margens da PB 008, na divisa de João Pessoa e Conde. No local, só há apenas três casas, que não são atendidas por tratamento de água. Os moradores precisam recorrer a lago e a um poço artesiano, construído na área.

“Todos os dias, eu pego meu balde, coloco na cabeça e vou atrás da água. Preciso caminhar uma meia hora para ir e voltar. É um sofrimento grande, mas não tem jeito. Faz 23 anos que vivo assim”, lamenta.

Na precária casa, feita de taipa, Maria das Mercês vive com dois adultos e duas crianças, que já apresentaram na saúde as consequências da falta do tratamento de água. “Minha neta vive com dores de barriga. Acho que é por causa dessa água mesmo, que é muito barrenta. Meu sonho é que um dia a água encanada chegasse aqui, mas isso é muito difícil”, diz a dona de casa.

Perto dali, outra área também sofre a falta da água de qualidade, apesar de estar localizada em zona urbana. Mesmo atendida pela rede da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), a Comunidade de Paratibe, localizada ao lado do bairro do Valentina Figueiredo, precisa recorrer a poços artesianos.

Segundo a moradora Jorlane Nascimento Pereira, 23 anos, o motivo disso são as constantes faltas de água que ocorrem na região. “Aqui, falta água umas três vezes por semana. Às vezes, ficamos o dia todo sem uma gota de água na torneira. Por isso, tiramos água no poço”, diz.

O poço ao qual Jorlane se refere fica no quintal da casa e possui 25 metros de profundidade. Apesar da estrutura ficar perto de uma fossa, a água retirada é usada sem tratamento doméstico prévio. “A gente tira a água para beber, tomar banho, limpar a casa e fazer comida. Não colocamos água sanitária e nem fervemos, não", explica a dona de casa.


 

domingo, 2 de setembro de 2012

Juíza restringe propaganda sonora em Sapé, Mari, Sobrado e Riachão

Para coibir o excesso de carros de som, juíza da 4ª Zona Eleitoral proíbe o uso de veículos adaptados durante campanha.

 
 
A juíza titular da 4ª Zona Eleitoral, Israela Cláudia Asêvedo, baixou uma portaria proibindo a circulação de veículos de passeio adaptados como carros de som durante a campanha eleitoral nas cidades de Sapé, Mari, Sobrado e Riachão do Poço. A decisão já está em vigor e foi tomada em função do excesso dos carros de som na região.

Com a portaria, só poderão circular nos quatro municípios os carros de som profissionais, que são aqueles que mesmo fora do período eleitoral são utilizados para propaganda. Mas, mesmo assim, eles terão de passar por um recadastramento, que já teve início, no Cartório Eleitoral da 4ª Zona Eleitoral.

Está proibida, por exemplo, a circulação de carros do tipo caminhonete que colocaram caixas sonoras no compartimento de cargas e também os chamados 'paredões de som', que são equipamentos rebocados por veículos. Segundo a decisão da juíza Israela Cláudia, mesmo que esses veículos tenham autorização da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) eles não poderão fazer propaganda eleitoral nas cidades.

Maurício Sobreira, funcionário do cartório eleitoral, explicou que a proibição determinada por Israela Cláudia ocorreu após uma série de reclamações dos moradores de quatro cidades. Ele disse ainda que os veículos que circularem de forma irregular serão apreendidos e que isso vem sendo fiscalizado pela Justiça Eleitoral em conjunto com a Polícia Militar.

Uma ação na cidade de Mari na quinta-feira terminou com a apreensão de dois veículos que estavam circulando de maneira irregular.

Fonte

 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

14 açudes da Paraíba têm menos de 20% de água

Cidades | Em 30/07/12 às 06h57, atualizado em 30/07/12 às 06h58 | Por Daniel Mota, Jornal Correio da PB
 
Aesa: chuvas ocasionais não são suficientes para aumentar a capacidade de mananciais e outros podem entrar em colapso


Catorze açudes estão com menos de 20% da capacidade de armazenamento na Paraíba. Destes, três deles estão com volume inferior a 5%, o que torna a situação crítica. Dos doze açudes, nove ficam no Sertão, quatro no Cariri e um no Curimataú do Estado. Além disso, até ontem a Agência Estadual de Gestão das águas (Aesa) tinha registrado oito reservatórios sangrando, e um totalmente seco, localizado em São José de Sabugi, no Sertão. Outros quatro reservatórios estão próximos de chegar aos 20% de volume armazenado. Em São Gonçalo, perímetro irrigado de Sousa, o Ministério Público determinou racionamento de água.

De acordo com o gerente regional de Bacia da hidrográfica da Aesa, Isnaldo Candido da Costa, as chuvas ocasionais que vem caindo nos últimos dias não serão o suficiente para aumentar a capacidade dos açudes.

“Ainda temos quase sete meses de seca e de lá pra cá não acredito que possa aumentar a capacidade desses açudes. A tendência é que outros que já estão chegando à capacidade mínima entrem em estado crítico. Por outro lado, temos que levar em consideração que os maiores mananciais, como Coremas, Boqueirão e Engenheiro Ávidos, estão com capacidade acima da metade e não oferece muita preocupação”, explicou.

Os açudes que estão com capacidade abaixo dos 20% são ‘Bichinho’, em Barra de São Miguel, com 15,9%, ’Serrote’, em Monteiro, com 5,4% e ‘Ouro Velho’, em Ouro Velho, no Cariri, com 2,9% e ‘Prata II”, em Prata, com18,3%.

Já no Sertão, o açude ‘Carneiro’, em Jericó está com apenas 16,6% da capacidade total, ‘Saco’, em Nova Olinda com 7,1%, ‘Chupadouro I’, em São João do Rio do Peixe, com 9,6%, ‘São Mamede’, em São Mamede, com 18,2, “Farinha’ em Patos, com 18,7%, Novo II’, em Tavares, com 17,6% ‘Bastiana’, em Teixeira, com 5,6%, além dos reservatórios de ‘Sabonete’ e ‘São Francisco II’ também com 9,5% e 2,8%, respectivamente.

No Curimataú paraibano, reservatório de Caraibeiras, em Picuí, está com apenas 13,8% de sua capacidade, que é de mais de 2,7 milhões de m³.

Sangrando


Dos oito açudes que estão sangrando, seis ficam na Zona da Mata e dois no Agreste da Paraíba.

Os reservatórios de ‘Aracagi’, em Aracagi, ‘Brejinho’, em Juarez Távora, ‘Chã das Pereiras’ em Ingá, ‘São Salvador’, em Sapé, ‘Tauá’, em Cuitegi, ‘Gramame/Mamuaba’, no Conde, ‘Jangada’, em Mamanguape e ‘Olho d’água’, em Mari.


domingo, 22 de julho de 2012

Açudes da PB ainda apresenta baixo volume de água

Cidades | Em 21/07/12 às 14h52, atualizado em 21/07/12 às 14h59 | Por Jornal Correio da Paraíba 
 
A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa) informou que, dos 121 reservatórios de águas monitorados em toda a Paraíba

A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa) informou que, dos 121 reservatórios de águas monitorados em toda a Paraíba, oito estão sangrando e três estão em situação crítica, ou seja, com volume menor que 5% da sua capacidade. O último açude a sangrar foi o Chã dos Pereiras, em Ingá. Os outros sete são em Araçagi (Araçagi), Conde (Gramame/Mamuaba), Cuitegi (Tauá), Juarez Távora (Brejinho), Mamanguape (Jangada), Mari (Olho D’Água) e em Sapé (São Salvador). Já os três em estado crítico estão localizados nos municípios de São José do Sabugi (São José IV), Teixeira (São Francisco II) e em Ouro Velho (Ouro Velho).
 
Ainda segundo a Aesa, mais um reservatório entrou em observação por apresentar volume menor que 20% da capacidade, o Novo II, no Município de Tavares. Ao todo são 11 nesta situação. Os outros 98 reservatórios estão com capacidade armazenada superior a 20% do volume total. 

Confirma a situação dos açudes monitorados pela AESA 

08 Açudes Sangrando
Araçagi, em Araçagi
Gramame/Mamuaba, no Conde
Tauá, em Cuitegi
Brejinho, em Juarez Távora
Jangada, em Mamanguape
Olho D’Água, em Mari
São Salvador, em Sapé
Chã dos Pereiras, em Ingá

11 Reservatórios em Observação (Menor que 20% do seu volume total)
Bichinho, em Barra de São Miguel
Carneiro, em Jericó
Serrote, em Monteiro
Saco, em Nova Olinda
Caraibeiras, em Picuí
Prata II, em Prata
Chupadouro I, em São João do Rio do Peixe
São Mamede, em São Mamede
Bastiana, em Teixeira
Sabonete, em Teixeira
Novo II, em Tavares

03 Reservatórios em Situação Crítica (Menor que 5% do seu volume total
São José IV, em São José do Sabugi
São Francisco II, em Teixeira
Ouro Velho, em Ouro Velho

Fonte


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Mais 4 cidades não vão ter carreatas nas eleições

Para evitar acidentes ou confrontos entre militantes, juíza da 4ª Zona Eleitoral proíbe carreatas em Sapé, Mari, Sobrado e Riachão do Poço.


Francisco França
Proibição também se estende à utilização de carrinhos de som para propaganda eleitoral

Em mais quatro municípios paraibanos está proibida a realização de carreatas: Sapé, Mari, Sobrado e Riachão do Poço. A decisão foi tomada ontem pela juíza da 4ª Zona Eleitoral, Israella Cláudia da Silva Pontes, em reunião com representantes das coligações partidárias das quatro cidades. A medida tem como objetivo evitar acidentes e confrontos entre militantes de coligações e partidos adversários.
A proibição também se estende à utilização de carrinhos de som para propaganda eleitoral.
Ainda no encontro, a magistrada comunicou que os carros de som, trios elétricos e paredões que forem atuar na campanha terão que apresentar autorização da Sudema e órgãos de fiscalização da área a que compete.
Em relação ao município de Mari, as duas coligações que disputam as eleições farão campanha em dias alternados. A Força do Povo, liderada pelo PSB, vai realizar seus eventos nos dias pares, enquanto a coligação "Avança Mari", encabeçada pelo PSDB, terá os dias ímpares. A portaria da juíza entra em vigor hoje.
Na última segunda-feira, a juíza Ana Carmen Pereira Jordão, da 67ª Zona Eleitoral, decidiu proibir as carreatas e passeatas no município de Remígio, permitindo apenas eventos como comícios, visitas a eleitores e panfletagem. O motivo da proibição foi o confronto ocorrido logo no primeiro evento de campanha realizado no município, no último domingo, quando militantes das duas coligações que disputam o pleito municipal se enfrentaram durante a carreata da candidata Wanessa Pontes (PSL), e o caso foi parar na delegacia.
TROPAS FEDERAIS
Os juízes eleitorais que assinaram o ofício solicitando o envio de tropas federais para reforçar a segurança das eleições em Campina também querem a presença do Exército nos municípios de Boa Vista e Massaranduba, segundo o diretor do Fórum Eleitoral e titular da 16ª Zona, Cláudio Antônio de Carvalho Xavier.
Embora reconheça o clima tranquilo da campanha, em Campina e nas demais cidades, o juiz Cláudio Xavier explicou que o histórico de acirramento político nas eleições locais aponta a necessidade de convocação preventiva das tropas. Ele lembrou que o Exército foi convocado em 2004 e 2008 para atuar nos locais de votação dos municípios. Além de Cláudio Xavier, subscreveram o pedido para o envio de tropas federais os juízes Ruy Jander Teixeira (17ª) e Ely Jorge Trindade (72ª Zona).

Caso seja aprovado o pedido pelo TRE e, posteriormente, pelo TSE, as tropas devem começar a atuar no dia 27 de setembro, dez dias antes do primeiro turno, marcado para 7 de outubro.

Já Lagoa Seca, que pertence à 71ª Zona, sediada em Campina, por enquanto está de fora do pedido encaminhado ao TRE, solicitando a atuação do Exército.
O juiz Giovanni Magalhães Porto, titular da Zona, não assinou o ofício endereçado ao Tribunal, alegando que no momento o clima da campanha, em Campina e Lagoa Seca, está tranquilo, e entende ainda estar cedo para pedir as tropas.
Os juízes apontam como locais de votação em Campina que precisam de reforço o Colégio Estadual da Prata; Embrapa, Caic das Malvinas; Escola Murilo Braga, na Liberdade; Colégio Estadual da Palmeira; Escola Estadual Assis Chateaubriand, em Santo Antônio; Colégio Nenzinha Cunha Lima e Vila Olímpica Plínio Lemos, em José Pinheiro; Escola Polivalente, no Catolé; Senai, na Prata; Faculdade de Comunicação, no São José; e Escola Major Veneziano, na Catingueira.



terça-feira, 19 de junho de 2012

Mesmo com chuvas, maioria dos açudes não sangra na PB, diz Aesa

19/06/2012 10h41 - Atualizado em 19/06/2012 11h19
Dois açudes que estão sangrando são muito pequenos.
'Não há mais como recuperar esses açudes', diz gerente. 

Do G1 PB

Chuva causa transtornos no Centro de João Pessoa (Foto: André Resende/G1)
Choveu 51.6 mm na capital paraibana
(Foto: André Resende/G1)
Mesmo com as chuvas desta semana na Paraíba, apenas dois açudes em todo o estado atingiram seu volume máximo segundo dados desta terça-feira (19) do Monitoramento de Açudes a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). O manacial Olho d'Água, em Mari, e Jangada, em Mamanguape, estão sangrando, porém, os açudes são considerados muito pequenos pela Aesa, com menos de 900 mil m³ de capacidade máxima.

De acordo com o gerente de Bacias Hidográficas da Aesa, Isnaldo Cândido, a Paraíba está vivenciando uma situação atípica para o mês. “Normalmente, em março, abril, maio e junho os mananciais atingem as cotas máximas, mas neste ano, eles não tiveram recargas suficientes”, explicou.
 
Um dos principais açudes da Paraíba, o Epitácio Pessoa, também conhecido como Boqueirão, está com apenas 77% da capacidade atingida. Entre outras cidades, o manancial abastece a cidade de Campina Grande. “Isso preocupa principalmente porque sabemos que em agosto, setembro e outubro as chuvas diminuem ainda mais”, revelou Isnaldo.

Ainda de acordo com o gerente, algumas barragens menores têm situações ainda mais críticas, como o açude de Caraibeiras, em Picuí, que só preencheu 14,4% de sua capacidade. Outros pequenos mananciais com o do Serrote, em Monteiro, e o de Ouro Velho, tabém tem índices muito baixos, com 5,4% e 5,8% respectivamente. “Não há mais como recuperar esses açudes este ano. Só de Deus fizer um milagre e mudar a previsão de chuvas”, lamentou Isnaldo.

Fonte