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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Deslizamento de terra em encosta atinge dois prédios em João Pessoa

11/08/2015 09h45 - Atualizado em 11/08/2015 20h47
  
Terra invadiu garagens de edifícios no bairro de Tambauzinho. 
Vazamento de água pode ter causado o desmoronamento.




 
Do G1 PB



Terra cedeu na R. Manoel Cândido Leite e atingiu garagens dos prédios da Av. Min. José Américo de Almeida (Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba)
Terra cedeu na R. Manoel Cândido Leite e atingiu garagens dos prédios da
Av. Min. José Américo de Almeida (Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba)


Uma encosta desabou e a terra invadiu as garagens de dois prédios no bairro de Tambauzinho, em João Pessoa, na madrugada desta terça-feira (11). De acordo com as informações da Defesa Civil, um vazamento de água, que segundo os moradores, acontece desde o sábado (8), pode ter sido a causa do desmoronamento.
 
O G1 entrou em contato com a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) que, por volta das 11h30, informou que técnicos estão no local do deslizamento para a remoção do vazamento e a consequente reposição de parte da barreira que cedeu.

Em nota enviada à imprensa, a Cagepa explica que o conserto do vazamento estava previsto para a manhã desta terça, uma vez que o primeiro registro de atendimento no sistema do órgão data do domingo (9) à tarde. O órgão explica ainda que acredita que o vazamento pode ter contribuído para o deslizamento, mas que, em reunião com a Defesa Civil, ficou constatado a falta de segurança no local, que não dispõe de barreira de proteção, visto que o condomínio se encontra em local íngreme e em risco potencial.
 
O deslizamento aconteceu por volta de 1h, na Rua Manoel Cândido Leite. De acordo com Noé Estrela, coordenador da Defesa Civil de João Pessoa, o ácumulo de água fez com que a terra cedesse e parte da encosta, junto com um muro de proteção, caiu na garagem de dois prédios que ficam na Avenida Ministro José Américo de Almeida.
 
Ainda segundo Noé, equipes da Defesa Civil estão no local e a rua está interditada até a remoção da terra e a reconstrução do muro. Ainda não há previsão de conclusão das obras. O fornecimento de energia elétrica foi desligado na região para evitar acidentes. Segundo o coordenador, apesar do desabamento, ninguém ficou ferido.


 

sábado, 18 de julho de 2015

Pelo menos oito quedas de árvores são registradas em João Pessoa

17/07/2015 09h22 - Atualizado em 17/07/2015 09h25
 
Quedas ocorreram entre quinta-feira (16) e sexta-feira (17).
Chuvas fortes e raízes cobertas por pavimentos influenciam nas quedas.
 
Do G1 PB
  

O G1 flagrou a queda desta árvore no Centro de João Pessoa, na manhã desta sexta-feira  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
O G1 flagrou a queda desta árvore no Centro de João Pessoa, na manhã desta sexta-feira (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Pelo menos oito árvores caíram em diferentes bairros da cidade João Pessoa desde a quinta-feira (16) até a manhã desta sexta-feira (17),  durante as chuvas que atingiram a cidade no período. A informação é do chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento (Divar) da Semam, Anderson Fontes, que também ressaltou as razões destas quedas. Segundo ele, chuvas, ventos fortes, copas grandes e raízes cobertas por pavimento prejudicam a manutenção das árvores.
O chefe da Divar relatou que as quedas ocorreram nos bairros do Castelo Branco, Jaguaribe, Cristo, Centro e nas Avenidas Beira Rio, Pedro II. As espécies foram: Jambeiro, Leucena, Nim, uma nativa da Mata Atlântica ainda sem identificação e dois Figos.

Outro flagrante foi registrado no bairro do Varadouro (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Outro flagrante foi registrado no bairro do Varadouro (Foto: Walter Paparazzo/G1)
O G1 também flagrou uma queda de árvore na Rua Desembargador José Peregrino, no Centro. Outro flagrante foi feito na frente da Central de Polícia, no bairro do Varadouro. A Semam informou às 8h30 que uma equipe estaria indo para o local verificar a ocorrência.
 
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) indica que a população informe estas ocorrências através do telefone (83) 98645-8315. O telefone funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.



quinta-feira, 25 de junho de 2015

Árvores caem durante chuva em três pontos de João Pessoa, diz Semam

25/06/2015 16h26 - Atualizado em 25/06/2015 16h27

Elas caíram no Bancários, Manaíra e Costa e Silva.
Apesar das quedas, não houve danos materiais nem feridos, diz prefeitura.
 
Do G1 PB



Uma das árvores que cairam em Jão Pessoa, nesta quinta-feira (25) (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Uma das árvores que cairam em João Pessoa, nesta quinta-feira (25) (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Três árvores tombaram em diferentes pontos da cidade de João Pessoa, nesta quarta-feira (25), durante as chuvas que atingiram a cidade. De acordo com o chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento (Divar) da Semam, Anderson Fontes, as árvores caíram em Manaíra, Bancários e Costa e Silva. Apesar das quedas, segundo Anderson Fontes, não houve danos materiais nem registro de feridos
 
O pedido de participação da população  na distribuição de informações foi ressalto pelo chefe da Divar. “Estamos realizando um trabalho para fiscalizar o tombamento dessas árvores, mas solicitamos que a população nos avise quando uma situação dessa acontecer”, frisou Anderson. Para contribuir com informações é só ligar para o 3218-9208.

Alagamentos
O G1 flagrou nesta quinta-feira (25), um alagamento no bairro do Bancários, na capital paraibana. Após uma manhã de chuvas intensas, a cidade chegou o nível de alerta moderado, com um volume de chuvas que ultrapassou os 95 milímetros. Segundo o coordenador da Defesa Civil da capital, Noé Estrela, com o alerta todas as secretarias municipais ficam de plantão para atenderem às ocorrências que forem direcionadas ao órgão. A partir de 100 milímetros o nível passa a ser considerado crítico.


Alagamento no bancários durante as chuvas desta quinta-feira (25) (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Alagamento no bancários durante as chuvas desta quinta-feira (25) (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Qualquer ocorrência em decorrência de chuvas ou da situação precária de moradias pode ser informada à Coordenadoria de Defesa Civil, por meio da Linha Direta 0800 285 9020, que funciona em regime de plantão durante as 24 horas do dia.

Em nota, a Prefeitura informou que Equipes da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) estão trabalhando na limpeza da rede de drenagem de galerias de águas pluviais em diversos pontos da cidade por conta das chuvas e fez um alerta à população para que não jogue lixo nas ruas. Essa atitude, além de danificar a rede de drenagem, causa o entupimento de bueiros, contribuindo para os alagamentos durante os períodos chuvosos.

O serviço de limpeza de galeria pode ser solicitado ao ligar para o número 0800.031.1530. O pedido também pode ser feito pelo e-meil seinfra@joaopessoa.pb.gov.br.
Fonte

terça-feira, 24 de junho de 2014

Caminhão derrama óleo em BR e PRF interdita faixa em trecho na Paraíba

24/06/2014 09h03 - Atualizado em 24/06/2014 09h32 

Trecho com faixa interditada está entre Riachão e Campina Grande.
PRF pede atenção redobrada dos motoristas por conta da chuva.
 
Do G1 PB
 
A faixa da direita do trecho da BR-230 entre as cidades de Riachão e Campina Grande, na Paraíba, está interditado pela Polícia Rodoviária Federal na manhã desta terça-feira (24). Segundo informações da PRF, a interdição foi necessária porque um caminhão derramou óleo na pista, o que já ocasiou pelo menos quatro acidentes sem feridos.
 
Segundo o inspetor da PRF Anderson Poddis, além da pista molhada pela chuva que cai no litoral da Paraíba há mais de 24 horas, os motoristas devem ficar atentos a este episódio do óleo derramado. “Não foi uma grande quantidade, mas como a pista já está mais escorregadia por conta da água da chuva, é necessário que os motoristas dobrem a atenção durante a viagem”, orienta. Equipes da PRF estão no local orientando os motoristas.
 
Fonte
 
 
 

terça-feira, 27 de maio de 2014

Chuva alaga o Parque Sólon de Lucena em João Pessoa

27/05/2014 18h58 - Atualizado em 27/05/2014 18h58 

Bueiros jorravam água ao invés de escoá-la.
Local tem comércio e é parada de várias linhas de ônibus.
 
Do G1 PB
 
As chuvas registradas na terça-feira (27), causaram vários pontos de alagamento no anel externo do Parque Solon de Lucena, no centro de João Pessoa. Motoristas e pedestres enfentram dificuldades para se locomover.  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
As chuvas registradas na terça-feira (27), causaram vários
pontos de alagamento no Parque Solon de Lucena, no Centro de
João Pessoa. Motoristas e pedestres enfrentram dificuldades para
se locomover no local. (Foto: Wagner Lima/G1)

 
 
G1 (Foto: Wagner Lima/G1)
Além de calçadas alagadas, pelo menos três bueiros estavam
jorrando água ao invés de escoá-la num local onde há várias
paradas de ônibus. (Foto: Wagner Lima/G1)

 
Fonte
 
 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Chuvas causam alagamentos e água invade casas em Campina Grande

14/05/2014 10h56 - Atualizado em 14/05/2014 10h56 

Defesa Civil registrou 12 pontos de alagamento na cidade.
Aesa diz que já choveu cerca de 80% do esperado para o mês de maio.
 
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba
 
 

As chuvas registradas na terça-feira (13) causaram alagamentos e a água chegou a invadir residências em alguns bairros de Campina Grande. Segundo a Defesa Civil do município, na chuva de ontem foram registrados 12 pontos de alagamento na cidade, mas o órgão informou que nenhuma família precisou ser realocada de maneira urgente.

De acordo com os dados da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), entre a tarde da terça e a manhã desta quarta-feira (14), choveu 23,6 milímetros na cidade. O órgão aponta que desde o início do mês, já choveu cerca de 80% do esperado para o mês de maio e a previsão dos meteorologistas é de que pode voltar a chover nos próximos dias.
  
Segundo a dona de casa Edilza Alves Barros, moradora do bairro das Malvinas, a água invadiu as casas e parte da rua ficou interditada por conta do alagamento e da lama. Em entrevista à TV Paraíba, ela conta que o Corpo de Bombeiros foi chamado para resgatar as pessoas. “Estava tirando água da minha casa e ouvi a gritaria no quintal. Os bombeiros amarraram uma corda no poste e estavam tirando o pessoal com ela”, disse Edilza.

O eletricista Edmilson Alves Barros contou que o problema é recorrente e fez uma barreira na frente da casa para evitar maiores prejuízos. “Ano passado tive perda total. Perdi meus móveis, máquina de lavar. A geladeira conseguimos consertar, mas o resto foi perdido”, explicou.


 

Cidades do Cariri recebem o maior volume de chuvas na PB em maio

14/05/2014 09h30 - Atualizado em 14/05/2014 09h35 

Em Serra Branca já choveu três vezes o volume esperado para o mês.
Parari também teve destaque, mas Aesa diz que chuva é irregular na região.




 
Jocélio Oliveira  

Do G1 PB

As cidades de Serra Branca e Parari, ambas situadas na região do Cariri paraibano, foram as duas onde mais choveu nos primeiros 12 dias do mês de maio, segundo informações da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa). Ao todo foram registrados 127,7 milímetros de chuva em Parari e 126,3 mm em Serra Branca. Na região, a previsão para esta quarta-feira (14) é de nebulosidade variável com possibilidade de chuvas em áreas localizadas.
 
Segundo a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, a média para o mês de maio em Serra Branca é de 38,4 milímetros de chuva. O volume registrado até agora já é mais de três vezes superior à média. Contudo, Marle faz o alerta de que esse mês a chuva foi pontual na região e não implica numa mudança de perfil climático da cidade.
"O mês de maio é geralmente chuvoso no Cariri. No semi-árido paraibano como um todo é comum que haja pancadas de chuvas fortes e localizadas”, explicou Marle Bandeira. Mas, ainda de acordo com a meteorologista, as precipitações naquela região são irregulares. 
Uma demonstração desse comportamento irregular pode ser verificado com as chuvas do mês de maio. De acordo com as informações da Aesa, em Parari choveu quatro vezes nos doze primeiros dias do mês. Em apenas uma dessas chuvas caiu um volume de 89,8 milímetros no domingo (11). Já em Serra Branca, foram seis precipitações, sendo que a maior aconteceu também no dia 11, com um volume de 106,5 milímetros, que por si só ultrapassou em cerca de 64% a média mensal na cidade.

A agência ainda não tem dados sobre o comportamento das chuvas no município de Parari. Segundo Marle, para meteorologia "é preciso uma série histórica de 30 anos para que se possa estabelecer o perfil climatológico de uma região", disse. A meteorologista comentou ainda que esse quadro já havia sido previsto pela Aesa no mês de dezembro, durante um encontro nordestino de meteorologia.

Sem chuvas em Várzea
No outro extremo, as cidade de Várzea (0,0mm) e Sousa (1,5 mm), no sertão paraibano, foram as localidades que menos receberam água da chuva durante o mês de maio. Segundo a Aesa, a previsão é chuvas localizadas na região. As duas cidades estão na lista de municípios onde foi decretado estado de emergência por conta da estiagem.
Fonte

terça-feira, 13 de maio de 2014

Chuvas vão atingir Litoral, Brejo e Agreste da PB nas próximas 24 horas

13/05/2014 16h02 - Atualizado em 13/05/2014 17h00 

Intensidade das chuvas deve variar de moderada a forte, diz Aesa.
Temperaturas devem variar entre 20 ºC e 34 ºC em todo o estado.
 
Do G1 PB
 
 
Água se acumulou na Rua Walfredo Macedo Brandão, conhecida como Principal dos Bancários em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Água se acumulou na Rua Walfredo Macedo Brandão, conhecida como
Principal dos Bancários em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

As regiões do Litoral, Brejo e Agreste da Paraíba devem continuar sendo atingidas por chuvas que podem variar entre moderada e forte pelo menos nas próximas 24 horas. A previsão do setor de metereologia da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) foi divulgada na manhã desta terça-feira (13).
 
Para o Cariri, Curimataú, Sertão e Alto Sertão também há previsão de chuva, mas com menor intensidade, segundo a meteorologista Marle Bandeira. 
 
“A atuação e a proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) no Nordeste favorecem o aumento da nebulosidade em grande parte da Paraíba, principalmente no setor centro-leste. No decorrer do dia, o tempo deverá ficar instável e propício à ocorrência de chuvas tanto nas regiões do Litoral, Brejo e Agreste quanto em áreas das regiões localizadas do oeste do Estado”, relatou

Em todo o Estado, as temperaturas devem variar entre a mínima de 20 °C (no Brejo) e a máxima de 34 °C (no Sertão). No Litoral, as temperaturas devem variar entre 23 °C e 29 ºC.

 
Chuva também alagou Avenida João Machado, em Jaguaribe, na capital paraibana (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Chuva também alagou Avenida João Machado, em Jaguaribe,
na capital paraibana (Foto: Walter Paparazzo/G1)

 
Fonte
 
 
 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Árvore cai e moradores de três bairros ficam sem luz na Paraíba

09/05/2014 13h06 - Atualizado em 09/05/2014 14h20

Árvore ficava próxima ao Centro Administrativo do Estado, em João Pessoa.
Ilha do Bispo, Jaguaribe e Cruz das Armas foram afetados.
 
Do G1 PB


Árvore caiu próximo ao Centro Administrativo do Estado (Foto: paraíba)
Árvore caiu próximo ao Centro Administrativo do Estado
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma árvore caiu por cima de um poste de energia na manhã desta sexta-feira (9) no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa, afetando o abastecimento de energia na região. Segundo a assessoria de imprensa da Energisa, foram afetados os bairros da Ilha do Bispo, Cruz das Armas e Jaguaribe. A árvore ficava próxima ao Centro Administrativo do Estado.
O poste não caiu, mas ficou bastante danificado, de acordo com a Energisa. A região chegou a ficar sem luz por cerca de 50 minutos, mas os técnicos da concessionária de energia fizeram uma manobra para retomar o abastecimento.

As unidades consumidoras abastecidas pelo poste danificado ainda permanecem sem luz porque o poste terá que ser substituído. A previsão é que o abastecimento seja normalizado por volta das 15h, conforme explicou a Energisa. Não há informações sobre o motivo da queda da árvore.

 
Árvore caiu próximo ao Centro Administrativo do Estado (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Poste foi danificado e teve que ser substituído
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
 
Fonte
 
 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Aesa prevê chuvas em todas as regiões da Paraíba nesta segunda


05/05/2014 11h35 - Atualizado em 05/05/2014 11h35

No Sertão, temperatura pode chegar até 35º C, com chuvas isoladas.
Maioria das regiões apresenta nebulosidade variável.
 
Do G1 PB
 
Até as 8h30 desta terça (19), a Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob) havia registrado dois pontos de alagamento em João Pessoa  (Foto: André Resende/G1)
Temperatura aumenta nas regiões do interior do
estado (Foto: André Resende/G1)
A previsão do tempo para esta segunda-feira (5), feita pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) aponta que pode chover em todas as regiões do estado. De acordo com o boletim divulgado pelo órgão, até as 9h da terça-feira (6), chuvas isoladas podem ocorrer em várias cidades. A maioria das regiões apresenta nebulosidade variável e no Sertão, a temperatura máxima pode chegar até 35º C.

Segundo Marle Bandeira, meteorologista da Aesa, as imagens de satélite indicam que nas regiões Agreste, Brejo e Litoral, a chuva pode ser registrada durante todo o dia, enquanto que nas outras regiões, podem ocorrer pancadas de chuvas isoladas. Segundo Marle, isto se deve a um deslocamento de umidade vinda do Oceano Atlântico em direção à costa leste do Nordeste.
No Litoral, a temperatura mínima é de 24º C e a máxima de 30º C, com nebulosidade variável e possibilidade de chuvas no decorrer do dia. Já no Brejo, as temperaturas variam entre 20º C e 29º C.

A região Agreste apresenta uma temperatura variando entre 21º C e 31º C e, segundo o boletim meteorológico da Aesa, a temperatura aumenta conforme o distanciamento das regiões em relação ao Litoral, chegando a variar de 22º C e 33º C no Cariri e no Sertão, onde podem ocorrer chuvas isoladas com sol entre nuvens, a previsão é de temperatura mínima de 23º C e máxima de 35º C.
 
 
Fonte
 
 

sábado, 3 de maio de 2014

Chove 15% do esperado para o mês e 15 árvores caem em João Pessoa

03/05/2014 15h27 - Atualizado em 04/05/2014 15h06 

Bombeiros alertam para necessidade de poda preventiva.
Secretaria de Meio Ambiente atende casos em que há queda de árvores.
 
Do G1 PB
 
Corpo de Bombeiros recebeu 15 chamados por causa da chuva da madrugada deste sábado (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Corpo de Bombeiros recebeu 15 chamados por causa da chuva da
madrugada deste sábado (Foto: Walter Paparazzo/G1)


Foram registradas 15 ocorrências de queda de árvore, após a chuva e o vento forte que atingiram a cidade de João Pessoa na madrugada desse sábado (3). Segundo informações Centro Integrado de Operações (Ciop) do Corpo de Bombeiros.

Segundo informações da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba, a Aesa, durante 20 horas choveu cerca de 15% do volume esperado para todo o mês de maio, cerca de 40 milímetros.

“Durante a chegada das chuvas, a queda de árvores vem se tornando algo normal pela falta da poda preventiva. Não basta apenas plantar árvores é preciso cuidar delas”, alertou o tenente Francélio Martins do Corpo de Bombeiros.

No bairro da Torre, um árvore interditou o tráfego de veículos na avenida Santa Júlia. Problema parecido foi registado numa faixa da PB-008, próximo a Praia da Penha. Outro problema foi o empossamento da água, que prejudicou o trânsito de quem passou pelo bairro dos Bancários, por exemplo.

Chuva também causou prejuízos a paraibanos no interior do Estado (veja vídeo a lado).

A secretaria de Meio Ambiente da prefeitura de João Pessoa recebe chamados para atender casos de queda de árvores. De segunda a sexta-feira o contato deve ser feito pelo telefone 3218-9203. O número para plantão no fim de semana é 3218-9208.

A previsão do tempo para capital neste sábado é de sol entre nuvens, com temperatura variando entre 23ºC e 31ºC.




quinta-feira, 20 de março de 2014

Aesa emite estado de alerta para Sertão e Cariri/Curimataú da Paraíba


20/03/2014 18h09 - Atualizado em 20/03/2014 18h09 

São previstas chuvas de intensidade moderada e forte na região.
Chuvas deixaram 140 famílias desabrigadas em Patos, no Sertão.
 
Do G1 PB
 
A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) emitiu, nesta quinta-feira (20), um alerta de estado de atenção para o Sertão e o Cariri/Curimataú da Paraíba devido à previsão de chuvas de intensidade moderada e forte na região.

No município de Patos, no Sertão do estado, a chuva registrada desde a noite da terça-feira (18) deixou 140 famílias desabrigadas, de acordo com a Defesa Civil. Em algumas casas o nível da água chegou até 1,5m de altura.

De acordo com o boletim da Aesa, existem áreas de instabilidade associadas à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que é o principal gerador de chuvas no Nordeste do país nesta época do ano. Por isso, existe a expectativa de ocorrências das chuvas de intensidade moderada e forte. Não estão descartadas chuvas em pontos isolados das demais áreas.

Chuva destruiu canal
Só na noite da terça, a Aesa registrou 149mm de chuva em menos de três horas em Patos. A água invadiu residências e destruiu parte de um canal que havia sido inaugurado em agosto do ano passado. De acordo com a secretária de Infraestrutura do município, Assunção Trindade, o volume da água superou o esperado no projeto da obra.

Assunção explicou em entrevista à TV Paraíba que o canal foi criado com o objetivo de controlar cheias e evitar inundações. “Durante a chuva, a água desafoga por aquela área e, passada a chuva, o canal volta para a sua normalidade”, disse a secretária.

Com a chuva, paredes de concreto cederam e estruturas de ferro, árvores e calçamento que ficam ao redor do canal foram arrancadas. A obra de reparo do canal será feita por uma empresa contratada para executar o serviço.



quarta-feira, 19 de março de 2014

Chuva forte provoca alagamentos na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba

19/03/2014 11h00 - Atualizado em 19/03/2014 11h00 

Árvores caíram e o muro de uma casa desabou, segundo os Bombeiros.
Previsão para esta quarta-feira (19) é de chuvas isoladas, diz Aesa.




 
Do G1 PB
 



Uma chuva intensa atingiu a cidade de Patos, no Sertão paraibano, na noite da terça-feira (18), e provocou alagamentos em diversos bairros do município. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a chuva também causou a queda de diversas árvores e o desabamento do muro de uma residência. De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), o volume de chuva na cidade somou 149 milímetros entre as 19h e 23h de ontem.

O Corpo de Bombeiros explicou que pelo menos 11 bairros registraram pontos de alagamento. O local mais crítico foi na Rua Dom Bosco, no bairro Belo Horizonte, próximo ao Canal do Frango, onde cerca de 40 casas ficaram alagadas.

“Com a chuva, o canal transbordou e em algumas residências a água chegou até 1,5m”, disse o comandante do 4º Batalhão de Bombeiros Militar, major Saulo Laurentino. No bairro Bivar Olínto, o muro de uma residência chegou a cair e a casa foi condenada pelo Corpo de Bombeiros. No Centro, diversas árvores caíram e deixaram o trânsito lento. O comandante explicou que, apesar dos estragos causados pela chuva, os danos foram apenas materiais e ninguém ficou ferido.

Saulo explicou que a Defesa Civil da cidade está fazendo um levantamento de quantas famílias ficaram desabrigadas por conta dos alagamentos, além de uma análise nas regiões mais afetadas, para saber se existe a necessidade de interdição de alguma casa. A previsão da Aesa para esta quarta-feira (19) é de que chuvas isoladas possam cair na região, mas em uma intensidade menor que a de terça-feira.


 

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Chuva causa queda de árvore em João Pessoa

Além da queda de uma árvore, que interditou a principal via de acesso do bairros do Bancários, foram identificados pontos de alagamento.
Kleide Teixeira
Segundo a Semam, árvore ficou com a copa pesada por conta das chuvas e caiu
As chuvas causaram transtornos a moradores de João Pessoa ontem. Houve pontos de alagamentos, queda de uma árvore e congestionamento. Segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), uma umidade vinda do Oceano Atlântico apressou a ocorrência de chuvas que estavam previstas para abril. Até as 18h de ontem, choveu 33,8 milímetros na capital, segundo a meteorologista da Aesa, Marlei Bandeira.
 
Apesar de considerar a quantidade pequena, Marlei Bandeira informou que as chuvas causaram problemas porque foram intensas e caíram, de uma só vez, em um curto espaço de tempo.

“Não houve chuvas durante esse período todo. Houve momentos de sol e de chuva intensa. São chuvas rápidas e intensas, não dá tempo da água escoar e, por isso, ocorrem problemas urbanos. São chuvas por ocasião. Isso ocorreu por conta de uma umidade muito forte que está vindo do Oceano Atlântico em direção à costa oeste (do Brasil)”, explicou.

Ainda de acordo com a especialista, a previsão é que o tempo não seja alterado nos próximos dias na Paraíba. Ela explicou que as regiões do Litoral e do Brejo, como estão sendo mais atingidas pela umidade do oceano, deverão registrar altos índices pluviométricos ainda hoje. Já no Cariri, Curimataú e Sertão também deverá chover, mas em menor intensidade.

Em João Pessoa, enquanto chovia ontem, uma árvore da espécie “leucena”, com cerca de 15 metros de altura, desabou sobre a rua, no começo da tarde. O caso ocorreu no bairro dos Bancários, próximo a um girador que dá acesso ao campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Segundo o chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento da Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa, Anderson Fontes, a árvore que caiu não estava infectada por cupins. No entanto, ela veio abaixo porque a copa ficou pesada com a força das águas. Por precaução, outras duas árvores da mesma espécie e que estavam na mesma área também foram removidas pelas equipes da prefeitura.

“Vamos podar outras árvores daquela região, a partir de segunda-feira. Os estragos não foram maiores por conta dos serviços preventivos que foram realizados ao longo de 2013.

Fizemos um trabalho de podas e de tratamento de cupins em árvores da cidade, para evitar quedas durante as chuvas. Tratamos 1.250 árvores. Em 2014, serão 1.500” disse Fontes.

ÁREAS DE RISCO
Por conta das chuvas, técnicos da Defesa Civil de João Pessoa vistoriaram algumas das 31 áreas de risco que existem na cidade. Mas, não houve nenhum chamado urgente. As inspeções foram preventivas, como explicou o coordenador do serviço, Francisco Noé Estrela.

“O nosso cuidado é permanente. A Aesa nos aciona quando há previsão de chuva forte e deixamos nossas equipes em alerta, principalmente com as comunidades do São José (em Manaíra) e do Tito Silva (Castelo Branco). Mas como as chuvas foram rápidas, não houve ocorrências”.

Já no trânsito, houve congestionamentos. Trechos da BR 230, da avenida Pedro II, por exemplo, precisaram se transitados com cautela. “Eu gasto em média 15 minutos para chegar ao trabalho. Hoje, foram 30 minutos, porque os carros estavam parados na rodovia. Era muita água”, disse o barman Martinho Barbosa.


 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Chuva preocupa quem mora em área de risco

Tempo nublado e início das chuvas causam preocupação em moradores do Timbó e do Bairro São José, áreas consideradas de risco. 


  

Francisco França
Moradores enfrentam a água suja e os insetos que invadem as casas durante o período chuvoso
É só o céu ficar nublado para a dona de casa Rosa de Lourdes de Oliveira ficar com medo de que a casa onde mora, na comunidade do Timbó, em João Pessoa, volte a ser invadida pela água do rio que passa pelo local. A preocupação da moradora é a mesma de outras pessoas que vivem nas áreas consideradas de risco, na capital, já que desde a última sexta-feira, a ocorrência de chuvas tem sido frequente no Litoral paraibano e a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que as precipitações continuem ao longo desta semana na região.
 

Para hoje, a previsão do Inmet é de ocorrência de chuvas isoladas durante todo o dia na capital. No Timbó, 136 famílias foram beneficiadas com moradias em condomínio popular. Mas, outras dezenas têm a esperança de conseguir um imóvel em um local seguro.
 
A casa de Rosa de Lourdes está localizada bem próxima ao rio Timbó. Ela conta que além da água suja, ratos e insetos invadem a residência constantemente e bastou as poucas chuvas dos últimos dias para que o piso ficasse encharcado pelas infiltrações.

“Na minha casa a água entra por baixo do chão. Moro aqui com duas crianças e vejo a hora as paredes caírem por cima da gente. No ano passado, o pessoal da prefeitura me cadastrou, mas até hoje não recebi nada e estou na mesma situação”, lamentou a dona de casa.
 
A mesma situação de risco é a da família da catadora Ângela Lorentino. Além da proximidade com o rio Timbó, a casa onde ela mora fica em frente a uma galeria, que está sem cobertura, oferecendo risco principalmente às crianças que passam pelo local. Parte da galeria não foi coberta pelas placas e o esgoto correndo a céu aberto atrai insetos para as residências. “O pessoal da prefeitura começou a tapar a galeria, mas não terminaram. Faz mais de um mês que está assim, tudo aberto.
 
De lá para cá, crianças, idosos e outras pessoas que passavam por aqui caíram nesse esgoto”, denunciou.
 
No bairro São José o clima de tensão entre os moradores que ainda estão nas residências às margens do rio Jaguaribe não é diferente. Os moradores contam que a limpeza do rio é feita com regularidade, mas muitos que foram cadastrados para deixar as casas e ir para o auxílio aluguel ainda não foram contemplados com o benefício.
 
A aposentada Maria Lúcia Matias, moradora do bairro há mais de 30 anos, desde o ano passado não consegue deixar a casa arrumada. Temendo uma nova inundação na casa onde mora, ela deixa os móveis suspensos, roupas e objetos menores empacotados. Quando começam as chuvas, ela não consegue ficar tranquila em casa.
 
“Nas chuvas do ano passado, a água do rio entrou na minha casa e entrou cobra, sapo, rato. Foi uma imundície. Também perdi móveis e um microondas”, lembra Maria Lúcia. A moradora relata ainda que foi cadastrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) para receber o auxílio aluguel e gostaria de deixar a casa na área de risco, mas o benefício ainda não foi concedido.
 
MORADORES RECLAMAM DE APARTAMENTOS
Outros moradores da comunidade do Timbó, nos Bancários, reclamam que alguns apartamentos do condomínio popular foram entregues com a obra inacabada, como falta de encanação para esgotamento sanitário e instalação de portas, além do calçamento das ruas, que não foi concluído.
 
A dona de casa Ana Maria da Silva conta foi contemplada com um dos apartamentos há três meses. Ela conta que há cerca de um mês, as telhas já apresentaram problemas de rachaduras e com as últimas chuvas, a água infiltrou as paredes e parte da laje. Outro problema apontado por ela é a falta de calçamento na maior parte das ruas do condomínio e um outro trecho para escoamento da água que oferece risco de acidentes para as crianças. “Esse buraco aqui é um perigo grande para as crianças, porque não tem nenhuma proteção. Semana passada mesmo, um menino caiu aqui e quebrou o braço. Quando começar o inverno mesmo vai ficar mais perigoso”, disse a moradora.

A sogra de Betânia da Silva também recebeu um apartamento, porém o banheiro da residência não estava com o sistema de encanação completo e os quartos estão sem portas. “O pessoal da prefeitura que estava trabalhando aqui disse que não vão colocar as portas e que os moradores é quem tem que consertar o que estiver faltando”, lamentou.
 
Por meio da assessoria de imprensa da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), o secretário Ronaldo Guerra explicou sobre o calçamento. Segundo o órgão, projeto está no momento passando por retificação para que seja dada continuidade à obra.
 
Enquanto isso, a secretária de Habitação do município, Socorro Gadelha, garantiu que o condomínio do Timbó foi entregue aos moradores em bom estado. “Entregamos com todos os ajustes.
 
Fizemos inclusive a vistoria com os moradores que assinaram reforçando que estava tudo certo”, lembrou. “O muro de contenção também está pronto. Estamos apenas terminando uma pequena parte da pavimentação, que devemos concluir em até 20 dias e não afeta em nada a segurança do condomínio”, completou.
 
Ainda de acordo com Socorro Gadelha, há outros projetos estão em andamento e o foco das ações da secretaria são as áreas de risco. “Estamos construindo o muro de contenção da Saturnino de Brito. Depois, construiremos as 400 unidades (habitacionais)”, disse.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

João Pessoa inicia monitoramento de áreas de risco por conta de chuvas


20/01/2014 15h59 - Atualizado em 20/01/2014 16h13 

Ao todo, mais de 30 áreas serão visitadas e monitoradas até abril.
Em 2013, nenhuma morte em razão das chuvas foi registrada na cidade.
 
Do G1 PB
 
Durante as visitas às áreas de risco, as equipes da Prefeitura de João Pessoa fazem a limpeza do lixo das comunidades e rios (Foto: Dayse Euzebio/Secom-JP)
Durante as visitas às áreas de risco, as equipes da Prefeitura de
João Pessoa fazem a limpeza do lixo das comunidades e rios
(Foto: Dayse Euzebio/Secom-JP)


Quatro comunidades que ficam em áreas de risco de acidentes por conta das chuvas receberam a visita da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec) na manhã desta segunda-feira (20). A visita deu início ao calendário de vistoria previsto Plano de Ações Preventivas e de Preparação Anti-Desastres 2014 da prefeitura de João Pessoa. A meta é repetir o resultado do ano passado, quando nenhuma morte por acidentes envolvendo chuva foi registrada na cidade.
 
Nesta segunda as áreas visitadas foram o Bairro São José e as comunidades do Chatuba I, II e III, mas pelo ao todo mais de 30 áreas serão visitadas, de acordo com o calendário que segue até abril. Segundo o coordenador da Compdec, Noé Estrela, o calendário será desenvolvido em conjunto com outras Secretarias para realizar ações preventivas e emergenciais. “Precisamos nos preparar antecipadamente”, destacou. 
 
A dona de casa Elvira Alves da Silva ficou satisfeita com a visita. “Chuva tem todo ano, mas uma atitude como a da Prefeitura evita que a gente sofra tanto quanto sofre toda vez que começa o período de alagamentos”, desabafou.

As equipes da Defesa Civil de João Pessoa seguem com as visitas às áreas de risco até abril (Foto: Dayse Euzebio/Secom-JP)
As equipes da Defesa Civil de João Pessoa seguem com as visitas às
áreas de risco até abril (Foto: Dayse Euzebio/Secom-JP)

Entre os serviços a serem desenvolvidos estão identificação, quantificação e retiradas de famílias de locais de risco, poda de árvores, limpeza e retirada de lixo das comunidades, margens e leitos de rios, desobstrução de galerias, conscientização ambiental, entre outros. “Vamos intensificar os trabalhos naqueles lugares que tiveram mais necessidades de intervenção durante o período de chuvas em 2013, a exemplo da comunidade São Rafael, Padre Hildon Bandeira e Tito Silva”, afirmou o coordenador Noé Estrela.

A Defesa Civil tem uma equipe de plantão para atender a população. Para informações e/ou chamados de emergência, a Compdec disponibiliza o telefone 0800-285-9020. A ligação é gratuita e o atendimento é 24 horas.
 
Cronograma de Atividades

Data: 20 a 30/01/2014
Bairros: João Agripino, São José e Manaíra
Comunidades: São José, Chatuba I, II e III

Data: 03 a 14/02/2014
Bairros: Miramar, Castelo Branco e Torre
Comunidades: Tito Silva, Iaiá de Amorim, Santa Clara, São Rafael, Padre Hildon Bandeira

Data: 17 a 21/02/2014
Bairros: Cristo, Funcionários e Cruz das Armas
Comunidades: Boa Esperança, Novo Horizonte, Jardim Guaíba

Data: 24/02 a 07/03/2014
Bairros: Alto do Mateus
Comunidades: 05 de junho, São Judas Tadeu, Beira da Linha, Ari Barroso

Data: 10/03 a 14/03
Bairros: Trincheiras e Distrito Mecânico
Comunidades: Saturnino de Brito, Renascer e Santa Emília de Rodat

Data: 17/03 a 21/03
Bairro: Cruz das Armas
Comunidade: Lagoa Antônio Lins

Data: 24 a 28/03/2014
Bairro: Bancários
Comunidade: Timbó

Data: 31/03 a 04/04
Bairros: Padre Zé, Roger
Comunidades: Esperança, Riachinho e Asa Branca

Data: 07/04 a 11/04/2014
Bairros: Varadouro e Baixo Róger
Comunidades: Porto do Capim e Comunidade do S

Data: 14 a 18/04/2014
Bairro: Funcionários
Comunidade: Maria de Nazaré

Data: 21 a 25/04/2014
Bairro: Cabo Branco

Data: 28/04 a 02/05/2014
Bairro: Valentina Figueiredo
Comunidades: Santa Bárbara, Cuiá, Nossa Senhora das Neves


 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Aesa registra chuva em mais de 70 cidades da Paraíba


19/12/2013 13h48 - Atualizado em 19/12/2013 13h48 

Maiores índices pluviométricos foram em cidades do Sertão e Cariri.
Chuvas foram registradas nas últimas 24 horas e devem continuar.
 
Do G1 PB
  
A Agência Executiva de Gestão das Águas do estado da Paraíba (Aesa) consolidou, na manhã desta quinta-feira (19), os dados sobre os íncides das chuvas registradas nas últimas 24 horas em mais de 70 cidades do estado. Os maiores índices pluviométricos foram registrados nas regiões do Cariri e Sertão, com destaque para as cidades de Sousa (159,8 milímetros), São José de Caiana (152 mm), Santa Inês (127,1 mm), Boa Ventura (113, mm) e Diamante (112 mm). Na início da manhã desta quinta, a Aesa havia divulgado um índice parcial das chuvas desta quarta-feira (18).
 
De acordo Marle Bandeira, meteorologista do órgão, as chuvas são provocadas por vórtices ciclônicos que atuaram na maior parte da região Nordeste. “Esta condição meteorológica é normal para esta época do ano”, destacou Marle. De acordo com o boletim da análise de previsão meteorológica da Aesa, pode voltar a chover nestas cidades ainda hoje à tarde e pelo menos até as próximas 24 horas.
 
O presidente da Aesa, João Vicente Machado Sobrinho, explica que o órgão está otimista com relação à previsão de chuvas para o próximo semestre e que ainda nesta quinta deve analisar e divulgar o impacto deste fenômeno no volume de água dos reservatórios estaduais. “Iremos verificar os dados para saber quais açudes foram recarregados e esperar o anúncio dos meteorologistas”, comentou o presidente.  
Previsão
Durante esta quinta-feira (19), a Aesa está realizando a II Reunião de Análise e Previsão Climática para o setor norte da Região Nordeste. Meteorologistas de todo a região e um convidado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em São Paulo, estão na sede do órgão, em Campina Grande, com o objetivo de discutir a previsão de chuvas para o primeiro trimestre de 2014. Os dados devem ser divulgados na tarde de hoje, a partir das 17h (horário local), em uma entrevista coletiva que será realizada no auditório do Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG.)
 
Fonte
 
 

Chuvas isoladas são registradas em várias regiões da Paraíba, diz Aesa


19/12/2013 10h50 - Atualizado em 19/12/2013 10h50 

Maior índice foi registrado na cidade de Sousa, com 63 milímetros de água.
Chuvas devem continuar nas próximas 24 horas.
 
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba
 
 

A Agência Executiva de Gestão das Águas do estado da Paraíba (Aesa) registrou entre a noite desta quarta-feira (18) e a manhã desta quinta-feira (19), chuvas isoladas em várias regiões do estado. De acordo com os meteorologistas do órgão, os maiores índices foram registrados no Sertão e no Cariri paraibano. A Aesa registrou pricipitação significativa nas cidades de Sousa (63 milímetros), Monteiro (31,6 mm), Cabaceiras (21 mm) e Patos (16,6 mm).

Segundo Marle Bandeira, meteorologista da Aesa, as chuvas são decorrentes de um sistema meteorológico que está atuando na região e a previsão do órgão é de que continue a chover nas próximas 24 horas. “Não existe relação entre estas chuvas de dezembro com as do período chuvoso no Sertão e Cariri, chuvas isoladas são comuns de acontecer nesta época do ano e essa condição deve começar a reduzir no fim de semana”, explicou Marle.
 
A meteorologista explica que, apesar dos índices registrados, ainda é cedo para avaliar se estas chuvas irão impactar no volume de água dos reservatórios estaduais. No estado, dos 121 mananciais monitorados pela Aesa, 28 estão em situação crítica, com menos de 5% do volume total. Em Taperoá, o açude que abastece o município está com apenas 1% da capacidade.
 
Durante esta quinta-feira (19), a Aesa está realizando a II Reunião de Análise e Previsão Climática para o setor norte da Região Nordeste. Meteorologistas de todo a região e um convidado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em São Paulo, estão na sede do órgão, em Campina Grande, com o objetivo de discutir a previsão de chuvas para 2014.
 
Segundo Marle Bandeira, haverá uma reunião para a análise climática, bem como uma avaliação dos campos atmosféricos e oceânicos de grande escala e uma videoconferência com os centros de meteorologia do Brasil, com o intuito de analisar uma previsão para o país. Hoje à tarde, a partir das 17h (horário local), será realizada uma coletiva de imprensa para divulgar as previsões para o ano que vem.


 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Internauta flagra queda de árvore após chuvas em João Pessoa

30/08/2013 15h43 - Atualizado em 30/08/2013 15h43

Acidente derrubou um fio de energia elétrica.
Sedurb já fez retirada da árvore e limpeza do local.
 
Leandro Matias de Araújo Internauta, João Pessoa, PB
 
 
Árvore caiu após fortes chuvas na manhã desta sexta-feira (30) (Foto: Leandro Matias de Araújo)
Árvore caiu após fortes chuvas na manhã desta sexta-feira (30)
(Foto: Leandro Matias de Araújo)


O internauta Leandro Matias de Araújo enviou ao quadro de jornalismo colaborativo VC no G1 o flagra de uma árvore que não resistiu e caiu após as fortes chuvas na manhã desta sexta-feira (30) na Rua Celina da Costa Machado Chaves, no bairro do Altiplano, em João Pessoa. Apesar de ser uma árvore de grande porte, apenas um fio de uma residência foi derrubado. O acidente não deixou feridos.
 
“Estava no escritório onde trabalho quando escutei o barulho. A árvore estava caída na frente da casa vizinha, que está desocupada, e derrubou apenas um fio. Normalmente as pessoas estacionam embaixo da árvore por causa da sombra, mas no momento nenhum veículo estava estacionado lá”, contou.
 
Leandro informou ainda que a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) foi até o local e recolheu a árvore, fazendo também a limpeza da rua.
 
Nota da Redação: a Sedurb confirmou que o serviço foi feito ainda pela manhã, e disse que caso outro caso parecido aconteça, as pessoas devem procurar o setor de paisagismo da secretaria, através do telefone 3218-9183. A assessoria de imprensa da Energisa explicou que nenhuma reclamação por falta de energia foi feita no bairro do Altiplano, provavelmente porque a casa afetada está desocupada.
 
Fonte