quarta-feira, 24 de maio de 2017

Banhistas devem evitar dez trechos do litoral da Paraíba neste fim de semana

Trechos impróprios para banho estão nas cidades de Cabedelo, João Pessoa e Pitimbu.
 
Por G1 Paraíba
 
Praia de Manaíra, em João Pessoa, está imprópria para banho (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Praia de Manaíra, em João Pessoa, está imprópria para banho
(Foto: Krystine Carneiro/G1)
 
Dez praias devem ser evitadas pelos banhistas neste fim de semana de São João na Paraíba, segundo relatório da Sudema divulgado na quinta-feira (22). As praias com balneabilidade reprovada ficam nas cidades de Cabedelo, João Pessoa e Pitimbu. 
 
Outras 46 praias do litoral paraibano estão totalmente liberadas para o banho.

Devem ser evitados os seguintes trechos: 

Em Cabedelo
  • Jacaré, à esquerda do estuário do rio Paraíba
  • Miramar, trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas pluviais
Em João Pessoa
  • Bessa I, 100 metros à direita e 100 metros à esquerda do maceió da praia do Bessa
  • Bessa II, 100 metros à direita e 100 metros à esquerda do maceió da praia do Bessa
  • Manaíra, toda sua extensão
  • Tambaú, 100 metros a esquerda e a direita da desembocadura da galeria pluvial
  • Cabo Branco, Final da Rua Gregório Pessoa de Oliveira (100 m à direita e 100 m à esquerda), Final da Rua Áurea (100 m à direita e 100 m à esquerda) e na rotatória da final da Av. Cabo Branco (100 m à direita e 100 m à esquerda)
  • Penha, nas proximidades da desembocadura do rio do Cabelo
Em Pitimbu
  • Maceió, 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho Engenho Velho
  • Acaú/Pontinha, evitar banho no Rio Goiana
Fonte

 

domingo, 14 de maio de 2017

Donos de imóveis privatizam e cercam praias na Paraíba

14 maio, 2017 - 16:00 
 
 

Sejam bem-vindos à Praia do Poço, no litoral paraibano, mas não fiquem muito à vontade, não, porque a área já foi ‘loteada’.


Proprietários de imóveis localizados na orla marítima de Cabedelo ‘privatizam’ a área pública, colocando cercas e outros obstáculos. Na maré alta, não se consegue andar na faixa de areia, porque ela foi ocupada por pedras, restos de construções e outros entulhos.

O superintendente do Patrimônio da União (SPU), José Clidevaldo Sampaio Alves, explicou que a ocupação da faixa marítima de Cabedelo é alvo de um inquérito civil do Ministério Público Federal, que já resultou em algumas intervenções.

“Muitos proprietários já foram notificados por irregularidades, como avanço de área. Alguns já recuaram, outros recorreram da decisão. É um processo demorado”, admitiu.


Alves explicou que esse processo para regularização de áreas da União já dura mais de seis anos. No momento da entrevista, ele não soube informar se todas as praias do municípios estavam contempladas no inquérito, mas garantiu que, independente dessa condição, a SPU recebe denúncias de todas as áreas e age dentro das suas possibilidades.

“Temos seis fiscais, que são também engenheiros, e têm outras atribuições. É muito pouco para a demanda”, disse. Ele explicou que a SPU acolhe denúncias na sua sede, na Capital, mas é preciso que o denunciante apresente fotos impressas do local denunciado e formalize a denúncia. O telefone da SPU é 3216-4540.

Mutirão de limpeza
Sobre o problema dos entulhos e lixo nas praias, a secretária de Infraestrutura de Cabedelo, Erika Gusmão, disse que será iniciado agora em junho um ‘mutirão da limpeza’. Ela adiantou, também, que a Prefeitura está estudando colocar lixeiras em locais estratégicos, mas destacou a importância da educação para preservar o meio ambiente.

“Vamos entrar em todos os bairros com o apoio de outras secretarias e tentar não só limpar, como também fazer um trabalho educativo com as pessoas. As pessoas insistem em jogar todo tipo de lixo no chão. Fazemos limpeza nas galerias de água pluviais que deságuam no mar e, em Camboinha, até colchão já tiramos de dentro”, contou.

Andréa Batista, jornalista, produtora de conteúdo freelancer 

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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Crea pede intervenção do MPPB e MPT em obras de triplicação da BR-230

Paraíba / 12.05.2017 - 12:39:15



Uma representação feita pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-PB), nesta sexta-feira (12), ao Ministério Público do Estado da Paraíba solicitou a intervenção da instituição para garantir a segurança da população que mora em João Pessoa e Cabedelo e de quem trafega pela BR-230, no trecho que vai passar por obras de triplicação.
 
De acordo com o assessor institucional do Crea-PB, Corjesu Paiva dos Santos, as obras iniciadas no trecho da rodovia federal que vai de Cabedelo às Três Lagoas, em João Pessoa, apresentam vários problemas de segurança.
Segundo ele, equipamentos e máquinas estão trabalhando muito próximo à linha de alta tensão. Além disso, obras de escavações também estão comprometendo a estabilidade dos postes, que podem cair na rodovia. “A situação é de risco iminente de acidentes que podem causar grandes transtornos à população e inclusive mortes”, alertou.
A representação foi comunicada ao 2° subprocurador-geral de Justiça, Valberto Lira, e será encaminhada à Promotoria de Justiça de Cabedelo e também ao Ministério Público do Trabalho (MPT) na Paraíba ainda hoje. O objetivo é que MP estadual e federal marquem uma reunião conjunta com o Dnit, com a empresa construtora responsável pela execução das obras e com a Energisa para tratar do assunto.
O engenheiro também informou que o Crea-PB vai solicitar ao MPT que seja adotada medida para interditar as obras até que estejam asseguradas as condições  de segurança para os trabalhadores e para quem trafega pela região e mora na área.