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quarta-feira, 27 de maio de 2015

ANA proíbe irrigação e pesca no Açude de Coremas, no Sertão da PB

26/05/2015 13h50 - Atualizado em 26/05/2015 13h50
 
Ao todo, 102 municípios vão ser afetados com a medida.
Secretário de agricultura de Coremas diz que decisão vai gerar prejuízo.
 
Do G1 PB
 
A irrigação e a pesca estão proibidas na região do Açude de Coremas/Mãe D’Água, no Sertão da Paraíba, que compreende 102 municípios. As medidas foram anunciadas na segunda-feira (25) pela Agência Nacional das Águas (ANA), durante reunião do Comitê da Bacia Hidrográfica Piranhas-Açu, naC idade de Coremas, tendo em vista o baixo volume dos reservatórios pertencentes à bacia. Aproximadamente 115 mil pessoas serão afetadas pela medida.
  
Segundo o secretário de agricultura da cidade de Coremas, Antônio Forte, a medida da ANA vai trazer um grande prejuízo ao município e também às cidades vizinhas, como Cajazeirinhas, Pombal, Paulista, São Bento, dentre outras. “Não se resolve um problema criando outro. Somente em Coremas, mais de 1.500 famílias serão prejudicadas com essa proibição. Isso sem contar os municípios vizinhos, não são menos de 115 mil pessoas que dependem dessas atividades para viver”, afirmou.
 
Ainda conforme o secretário, a medida foi considerada impopular porque não proibiu a irrigação das várzeas de Sousa. “Como é que proíbem a irrigação na cidade de Coremas e em outros municípios que estão na bacia e permitem que a água vá para as várzeas de Sousa?”, indagou. Segundo ele, haverá uma reunião no dia 6 de junho para avaliar estratégias para esses produtores.
 
Conforme a ANA, a série de reuniões na bacia do açude de Coremas acontece até a próxima sexta e têm a finalidade de apresentar e discutir o balanço hídrico na região e das ações necessárias para o enfrentamento da seca. Nas sessões estão presentes representantes da ANA, órgãos gestores de recursos hídricos dos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte, usuários do sistema, representantes dos municípios, produtores rurais, além de outras instituições.
 
Segundo a assessoria de imprensa do órgão, as ações definidas podem variar desde a redução da vazão defluente dos reservatórios até mesmo a suspensão dos usos considerados como não prioritários pela legislação, já que em situações de escassez hídrica, é priorizado o abastecimento humano e animal.

Fonte



sábado, 29 de março de 2014

Nordeste registra pior seca em 50 anos

Com a produção reduzida a 55.256 toneladas e o rebanho bovino mais afetado do Brasil, Paraíba soma os prejuízos da estiagem. 
 

  

Francisco França
Açudes Coremas Mãe D'Água e Boqueirão estão com mais ou menos 30% de sua capacidade, diz Fetag
Apesar das chuvas das últimas semanas, o Nordeste enfrenta a pior seca dos últimos 50 anos. Segundo o relatório da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), os prejuízos chegam a US$ 8 bilhões de dólares (R$ 18,5 bilhões). 

A situação caótica fez o Brasil entrar no mapa mundial de eventos climáticos extremos de 2013. Parte destas perdas são refletidas na Paraíba, que produziu apenas 55.256 toneladas de grãos em 2013, quando a safra normal seria de 300 mil toneladas.
 
O rebanho paraibano apresentou a maior baixa do país no efetivo bovino (28,6%) entre os anos de 2012 e 2011, passando de 1,354 milhão de cabeças para 967,067 mil. No mesmo período, a Paraíba também obteve redução na produção de caprinos (-18,6%) e ovinos (-16,30%). O Nordeste também registrou a maior queda (-4,5%) entre as regiões brasileiras.
 
Para se ter ideia do valor, o prejuízo na região Nordeste equivale a mais de duas vezes o orçamento total do Estado de Alagoas para o ano de 2014, que foi fixado em R$ 8,3 bilhões.
 
O presidente da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Estado da Paraíba (Fetag), Liberalino Ferreira, afirmou que a situação no semiárido é preocupante, e as perdas do rebanho bovino atualmente chegam a 60%.
 
Os animais que restam estão abaixo do peso de abate. “Há 15 dias estava levando cana-de-açúcar e a casca do abacaxi para passar na forrageira e alimentar os animais. Quem não pode fazer isso perde o pouco que tem. Vivemos, em 2012 e 2013 as piores secas que eu presenciei”, destacou Liberalino Ferreira.
 
O presidente da Fetag contou que visitou este ano 180 municípios paraibanos e o que viu foi os maiores mananciais do Estado secos.
 
“Os açudes Coremas Mãe D'Água e Boqueirão estão com mais ou menos 30% de sua capacidade. As chuvas que caíram este mês, chamadas de veranico, estimularam os agricultores a plantar, mas há oito dias que não chove e se continuar assim eles podem perder suas lavouras”, destacou.
 
Segundo Liberalino Ferreira, os grãos que o governo federal prometeu aos nordestinos ainda não chegaram à Paraíba. Mas o Ministério da Agricultura e Pecuária informou que várias ações estão sendo implementadas para minimizar a situação do sertanejo.
 
Entre elas estão a Venda Balcão de milho disponibilizada aos produtores situados na região amparada pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) até 30 de junho. Ao todo, serão disponibilizados pelo programa até 490 mil toneladas de milho, com limite de aquisição por beneficiário de até 3 toneladas ao mês e preço de venda de R$ 18,12 por saca de 60 kg.
 
ESTIAGEM É A PIOR OCORRÊNCIA DO BRASIL
O mapa virtual elaborado com as piores ocorrências no planeta, aponta que a seca é o único evento extremo no Brasil. Por conta da estiagem, mais de 1.400 municípios decretaram emergência pela falta de água e precisaram ser abastecidas por carros-pipa.
 
Segundo a pesquisa "Produção da Pecuária Municipal", do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), a região perdeu 4 milhões de animais em 2012. As chuvas de verão, porém, amenizaram a situação da seca este ano.
 
"Pelo segundo ano consecutivo, a região Nordeste do Brasil experimentou seca severa. A seca deste ano é considerada a pior dos últimos 50 anos. O Planalto brasileiro, região central da América do Sul, experimentou seu maior déficit de chuvas desde que os registros começaram, em 1979", diz o estudo.
 
A OMM cita que o governo precisou intervir com a distribuição de água e comida a sertanejos afetados. "O governo forneceu ajuda alimentar à população afetada em cinco dos nove Estados do Nordeste. Fontes de energia hidrelétrica foram ameaçadas, como barragens no Nordeste que encerraram dezembro de 2012 com apenas 32% da capacidade, abaixo dos 34% considerado suficiente para garantir o abastecimento de energia elétrica", aponta o relatório.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Após chuvas, açudes da Paraíba recebem recarga de água, diz Aesa

21/03/2014 12h03 - Atualizado em 21/03/2014 12h03

Complexo Coremas-Mãe D'água recebeu 25 milhões de m³ de água.
Dois açudes estão sangrando e previsão é de que outros possam encher.




 
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba

As chuvas registradas este mês já foram suficientes para recuperar o volume de água em alguns reservatórios da Paraíba. De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), nesta sexta-feira (21) dois açudes estão sangrando e a previsão é de que outros açudes possam encher nos próximos dias.

Na quinta-feira (20), a Aesa divulgou os dados sobre os principais açudes que receberam água com a chuva registrada nesta semana. O complexo Coremas-Mãe D’água, no Sertão do estado, recebeu 25 milhões de metros cúbicos de água.

Além dele, os açudes de Farinha e Jatobá, na cidade de Patos, receberam dois milhões e três milhões de metros cúbicos, respectivamente. Já os mananciais de Araçagi (na cidade de mesmo nome) e Olho D’água, no município de Mari, estão sangrando desde a quinta-feira (13).

De acordo com o diretor de Acompanhamento e Controle da Aesa, Porfírio Loureiro, a previsão é de que outros açudes recebam água com as chuvas previstas para os próximos dias. Entre eles, o açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, que abastece a cidade de Campina Grande e outros municípios do Cariri e Agreste. “O Rio Taperoá recebeu muita água com as chuvas recentes e ele é uma das principais fontes que abastecem o manancial”, explicou.

Apesar destes dados, o boletim da Aesa também mostra que 34 dos 121 açudes monitorados pelo órgão estão em situação crítica, com menos de 5% do volume total. Outros 28 mananciais estão em estado de observação, com menos de 20% da capacidade.


domingo, 16 de março de 2014

Newton adverte classe Política para incorporar Coremas à Transposição

3/16/14 - 11:27 AM - Atualizado em 3/16/14 - 11:35 AM

Especialista lembra que projeto foi aprovado por vários Estados

O engenheiro agrônomo, Newton Marinho, estudioso em projetos hídricos no Estado e outras matérias envolvendo efeitos da estiagem continuada no Semi-árido, advertiu a classe política paraibana para que lutem visando incorporar recursos com objetivo de concretizar o projeto em execução pela Secretaria estadual de Recursos Hídricos incorporando o Complexo Coremas-Mãe d'Água ao Projeto da Transposição, via PAC.

Eis, na integra, a exposição com dados do experiente especialista no assunto:

“Súmula sobre a distribuição geográfica das águas da transposição no sertão da Paraíba.

O projeto da transposição, na sua fundamentação básica, foi concebido em primeiríssimo lugar para “garantir a segurança hídrica às populações e aos animais, assegurando ainda à região, uma oferta de água capaz de promover o seu progresso, através da indústria e outras atividades, independente dos efeitos negativos das estiagens”.

A irrigação ficaria condicionada aos estoques de água disponíveis nos reservatórios existentes na região, viabilizando a estes a possibilidade de recarga e caso de grandes estiagens, aproveitando a época de maior oferta no Rio São Francisco. Para isso os canais e demais equipamentos atualmente em execução, foram planejados dentro dessa possibilidade.

Comentário sobre a transposição no sertão da Paraíba:
As águas da transposição (eixo norte),chegarão ao semiárido da Paraíba pela região do Sertão de Cajazeiras, em seguida seguirão pela região de Sousa rumo ao Rio Grande do Norte via Rio Piranhas, unindo-se ao Rio Piancó no Município de Pombal, abaixo do seu perímetro urbano, banhando as sedes dos municípios de Paulista e São Bento, e, tangenciado toda a micro-região de Catolé do Rocha. Dessa forma, conclui-se que a região ao norte do sertão, terá vários pontos estratégicos para um efetivo atendimento hídrico, beneficiando mais de 8.500 km² das micro-regiões acima.

Por outro lado, a parte sul do sertão que compreende as regiões do Vale do Piancó, Vale do Espinharas, Vale do Sabugy e a parte urbana do município de Pombal, ficaram fora do projeto da transposição, ou seja: continuarão na dependência das inconstantes precipitações pluviométricas para o abastecimento humano e apoio ao progresso. A área das micro-regiões desassistidas é de aproximadamente 16.000km², compreendendo 39 municípios, portanto duas vezes mais extensa que a parte norte do sertão.

A população total chega a 380.000 habitantes,com destaque para as cidades de Conceição com 19.000 habitantes, Itaporanga com 24.000, Piancó com 16.000, Santa Luzia com 15.000, Pombal com 33.000 e Patos com 102.000 habitantes. Reafirmando o que já foi anteriormente dito, a oferta hídrica a esse contingente humano,fica condicionada as inconstâncias climáticas, na única dependência do complexo Coremas/Mãe D’água que além de não ir receber as águas do São Francisco, tem a obrigação legal de liberar uma vazão constante de 4m³/seg para o Rio Grande do Norte através do Rio Piranhas.

Com a não inclusão do complexo Coremas/Mãe D’água como receptor das águas da transposição, toda essa imensa região ficará fora dos objetivos básicos do programa acima descritos como (foi concebido em primeiríssimo lugar para garantir a segurança hídrica às populações e aos animais, assegurando ainda à região, uma oferta de água capaz de promover o seu progresso, através da indústria e outras atividades, independente dos efeitos negativos das estiagens).

Para superação desse inconveniente, a solução seria a defesa por parte da classe política do estado de uma entrada de água (tecnicamente viável) proveniente do eixo norte do projeto, à altura do município de Conceição, integrando o 4º maior reservatório do nordeste com seus 1,4 bilhão de m³ ao projeto da transposição.

Sua exclusão foi um erro gravíssimo de planejamento e um descuido inexplicável da classe política local.
Como ações objetivas visando a correção desse equívoco, já houve uma aprovação da nova entrada de água por parte do comitê gestor da obra, que é formado pelos quatro estados componentes e mais os ministérios afins como o da Integração, Meio Ambiente e outros.

O Estado da Paraíba através da Secretaria de Recursos Hídricos contratou o projeto que já se encontra em fase final, segundo informações do próprio secretario Dr. João Azevedo.

Entretanto os representantes políticos locais não vêm dando a devida importância ao problema. Levando-se em consideração por hipótese, que se não existissem outras cidades a serem beneficiadas pelo projeto, pela importância para o desenvolvimento do estado, bastaria apenas a cidade de Patos com seus 102.000 habitantes para justificar a ação.

Recomendações:
1- Pedir urgência ao estado na finalização e aprovação do projeto, para se ter uma idéia dos custos da obra;
2- Formalizar o pedido oficial de inclusão da obra no PAC;
3- Garantir os recursos orçamentários e,
4- Iniciar os tramites burocráticos, visando a licitação.

newton.coelho@bol.com.br 83 88641138
 
Da Redação
WSCOM Online


 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Luciano Agra critica política hídrica do governo e chama Ricardo de déspota

01/02/2014 - 16:56 - Atualizado em 01/02/2014 - 17:26

O custo "astronômico" de algumas obras também foi alvo de críticas


Foto postada por Agra no Twiiter: Desertificação,
rios mortos, açudes com água estagnada,
política ambiental =0, postou
(Crédito: Reprodução Facebook)
O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PEN), voltou a usar as redes sociais para fazer política e fazer oposição ao governo do Estado e ao governador Ricardo Coutinho. Pelo Twitter, Agra criticou a política hídrica do governo do estado, o atraso e o abandono de obras e ainda o custo elevado de alguns projetos do governo estadual. Luciano ainda pregou união para derrotar Ricardo Coutinho nas próximas eleições e chamou o governador de déspota.

"Como cidadão exijo transparência e gostaria de respostas objetivas quanto às questões levantadas sobre a sofrível gestão estadual. Ainda vou criticar, depois vou apresentar idéias para equilibrar o Estado da Paraíba", postou Agra após fazer diversas críticas a obras, principalmente no tocante a questão da água.

O ex-prefeito, que durante os dois mandatos de Ricardo a frente da Prefeitura de João Pessoa foi o responsável pelo planejamento das obras, lamentou a situação das Várzeas de Souza e cobrou a interligação das represas São Gonçalo, Engenheiro Ávidos e Coremas/ Mãe D'água. Ele criticou ainda o "estado de abandono na represa de Acauã".

"Desertificação, rios mortos, açudes com água estagnada, política ambiental? Por que Patos ainda não tem autonomia hídrica, será por que é governada pela oposição?", indagou o ex-prefeito da Capital.

O custo "astronômico" de algumas obras também foi alvo de críticas. "Vocês acreditam que a passagem em desnível do Geisel vai custar 30 milhões? e o Centro de Convenções?"

Outra crítica de Agra ao governo, foi com relação ao aumento anunciado pelo governo. "E o reajuste aviltante dos funcionários estaduais? revolta geral. Vamos derrubar o déspota".


Da redação
WSCOM Online 


 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

ANA anuncia redução na vazão de dois açudes do Sertão da Paraíba

29/01/2014 17h46 - Atualizado em 29/01/2014 17h46 

Açudes Coremas e Mãe d’água vão sofrer a redução.
Motivo é o prolongamento da estiagem na região.
 
Do G1 PB

Os açudes Coremas e Mãe d’Água, no Sertão da Paraíba, vão sofrer nova redução na vazão devido ao prolongamento da estiagem na região. O anúncio foi feito, nesta quarta-feira (29), pela Agência Nacional das Águas (ANA) em reunião realizada em João Pessoa com representantes de vários órgãos do Governo da Paraíba.

Os dois mananciais estã entre os 60 com capacidade armazenada superior a 20% do seu volume total na Paraíba, segundo informações desta quarta-feira (29) da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Outros 28 reservatórios estão em observação por estarem com a capacidade menor que 20% e 35 açudes estão em situação crítica, ou seja, com capacidade menor que 5% do volume total. Nenhum está sangrando.
 
O secretário de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Ciência e Tecnologia, João Azevedo, solicitou que a diminuição no abastecimento fosse impostas aos grandes irrigantes. “Temos uma preocupação especial com 178 pequenos irrigantes que trabalham duro nas Várzeas de Sousa. Muitas famílias dependem da comercialização das culturas permanentes que são feitas lá”, alertou o secretário.

De acordo com o presidente da ANA, Vicente Andreu, as restrições afetarão principalmente os irrigantes. “Estamos dando continuidade ao processo que vem sendo adotado desde junho de 2013. São medidas que visam um controle maior do processo de irrigação. É possível que em função do agravamento da seca, a irrigação tenha que ser suspensa”, explicou o chefe do órgão responsável pelas águas de domínio federal.

O presidente da Aesa, João Vicente Machado Sobrinho, destacou a importância do reforço na fiscalização para combater o desvio da água e do acompanhamento diários do volume repassado ao Rio Grande do Norte. “Temos que respeitar o Marco Regulatório que determina a vazão com a qual a água deve chegar no estado vizinho, mas também precisamos defender os interesses da Paraíba. É nossa obrigação colocar propostas que garantam a segurança hídrica dos paraibanos”, destacou.
 
Fonte
 
 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Pôr do sol do Açude de Coremas lidera concurso do Fantástico

27/01/2014 - 15:04 - Atualizado em 27/01/2014 - 16:39

Resultado será divulgado no programa do próximo domingo, 2 de fevereiro 


A Cidade de Coremas foi destaque no Fantástico, da Globo, nesse domingo, 26, em um quadro lançado pelo programa para escolher o pôr do sol mais bonito do Brasil. É que uma foto do sol poente sobre as águas do Açude Coremense Estevam Marinho, enviada ao programa por um telespectador, está sendo a mais votada entre mais de 150 imagens selecionadas para a escolha pública.

O resultado será divulgado no programa do próximo domingo, 2 de fevereiro. A votação do pôr do sol mais bonito do Brasil ocorre pelo site http://pordosol.g1.globo.com/fantastico/batalha/.

Ao acessá-lo, o internauta encontra duas fotos na página e deve votar em apenas uma, clicando em cima da imagem que considerar mais bonita. A cada votação, mais duas fotos são colocadas para ser escolhida apenas uma. Abaixo da foto se encontra a posição parcial dela no momento.

Desde o final do programa de ontem na liderança, a foto do Açude Estevam Marinho, o maior da Paraíba, tem tudo para ser a vencedora. Os internautas do país inteiro têm se encantado com a forte luminosidade do pôr do sol coremense, o que poderá render bons frutos para o turismo do município, já que, após a divulgação na televisão, muita gente vai requer ver de perto essa maravilha da Natureza.

Da Redação (com Folha do Vali) 



segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Metade dos açudes da PB está com volume abaixo de 20%, aponta Aesa

20/01/2014 16h52 - Atualizado em 20/01/2014 16h52 

Segundo o órgão, são 64 reservatórios com menos de 20% do volume.
Aesa afirma ainda que 34 estão em situação crítica.
 
Do G1 PB
 
Apesar das chuvas que caíram na Paraíba durante o fim de semana, 64 açudes no estado (52% do total) estão com volume abaixo de 20% da capacidade máxima. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (20) pela Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). São 123 reservatórios monitorados pela instituição, estando 30 atualmente sob observação e 34 em situação considerada crítica, com volume abaixo de 5%.
 
Foram registradas neste fim de semana (dias 18 e 19) precipitações pluviométricas em 56 dos 223 municípios da Paraíba. Os maiores índices foram na região do Sertão. O complexo Coremas-Mãe d'Água recebeu uma recarga de 2,6 milhões de metros cúbicos.
 
Durante o fim de semana, as maiores chuvas aconteceram nas cidades de Aguiar (63mm), São José da Lagoa Tapada (70mm), Cajazeirinhas (75mm), Piancó (92mm) e Coremas (120,5mm). "Tivemos um aumento de 12 centímetros na linha da água do açude de Coremas e 22 centímetros em Mãe d'Água", informou o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Lucílio Vieira. 

Porém, as chuvas continuam a não gerar recargas significativas para os reservatórios. "Eventos como os deste final de semana são animadores, pois se tivermos outras chuvas, ainda que de menor intensidade, a recarga pode ser maior. Isso porque o leito do rio está saturado e vamos ter um melhor escoamento desta água", acrescentou.

Previsão
O boletim de análise meteorológica divulgado na manhã desta segunda-feira (20) pela Aesa prevê ainda uma variação térmica de até 16°C, com a máxima chegando aos 36°C no Sertão e a mínima de 20°C no Brejo. "A previsão para hoje é de sol entre nuvens em praticamente todas as regiões do Estado. Poderão ocorrer chuvas isoladas no Sertão paraibano. Nas demais regiões, chuvas ocasionais", informou o meteorologista Emerson Rodrigues.
 
Fonte
 
 

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

PB só pode retirar água de açude três vezes por semana, diz ANA

08/10/2013 12h47 - Atualizado em 08/10/2013 12h47 

Decisão se refere ao Rio Piranhas-Açu e ao Açude Coremas e Mãe d'Água.
Medida atinge Coremas, Pombal, Cajazeirinhas, Paulista e São Bento.
 
Do G1 PB
 
 
Cinco cidades da Paraíba só podem retirar água do Rio Piranhas-Açu e do Açude Coremas e Mãe D'Água três vezes por semana, durante o período da seca. Foi o que determinou a Agência Nacional das Águas (ANA), que definiu um calendário com restrições para a retirada de água desses locais. Segundo o relatório, o rio Piranhas-Açu está com 34,4% da capacidade de armazenamento e o açude com 33,2%.
 
As cidades atingidas pela determinação são Coremas, Pombal, Cajazeirinhas, Paulista e São Bento. Nessas cidades a população só pode retirar água para praticar qualquer atividade produtiva, como irrigação e piscicultura, às segundas, quartas e sextas, no horário da tarifa verde. 

 Segundo a ANA, é importante que os irrigantes observem os horários mais adequados e não irriguem entre 11h e 17h, pois nesse período muita água é perdida por evaporação. Outro alerta é para que nenhum outro tipo de cultura seja iniciada no período da seca, sob pena de não haver água suficiente.

Além da Paraíba, no Rio Grande do Norte a medida vale para Jardim de Piranhas e Jucurutu, onde será permitida a retirada de água às terças, quintas e sábados. A restrição para a retirada de água teve início na segunda-feira (7) e deve continuar enquanto durar a seca que castiga o semiárido nordestino. A ANA informou que vem monitorando a situação do rio e dos açudes e poderá alterar as regras, caso considere necessário.


 

domingo, 25 de agosto de 2013

Sanitaristas do Exército vão avaliar situação da água para abastecimento humano em Coremas



Redação, com assessoria
  
O Exército Brasileiro vai designar uma comissão de especialistas sanitaristas para fazer uma inspeção nas águas do Complexo Coremas Mãe D'água, responsável pelo abastecimento de água da Cidade de Coremas e de mais de 20 cidades da região. O objetivo é verificar a qualidade da água que está sendo oferecida para o abastecimento.
 
O prefeito de Coremas, Antônio Lopes (PSDB) e o vice-prefeito, Lucrenato Júnior (PMDB), preocupados com a situação do abastecimento de Coremas e região, depois de um relatório da Fundação Nacional da Saúde na Paraíba - Funasa-PB ter atestado que a água de Coremas não reúne as mínimas condições para o abastecimento humano, foram à Brasília vbuscar ajuda.
 
De acordo com o relatório da Funasa, o complexo Coremas Mãe d'Água recebe todo o esgoto de Coremas e de mais de 20 cidades e, com a redução do nível dos açudes, a qualidade da água caiu a patamares inaceitáveis para o consumo humano.
 
O Exército vai destinar uma equipe de especialistas sanitaristas que atua na cidade de São Bento do Una (PE) para Coremas. Estes profissionais estão atuando na Estação Móvel de Tratamento de Água existente em São Bento do Uma e decidir pela transferência da estação, em caráter emergencial, para resolver a situação de Coremas enquanto uma solução definitiva não é viabilizada.


 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

FUNASA encontra coliformes no maior açude da PB e veta consumo de Coremas

07/08/2013 - 09:35 - Atualizado em 07/08/2013 - 15:19

23 municipios vizinhos despejam os esgotos com dejetos no Açude

 

Funasa
“Todas as amostras coletadas apresentaram positividade significativa para Coliformes totais (100%), que são bactérias indicadoras de contaminação com material fecal de animais e presença de outros organismos” – diz um dos trechos de relatório técnico produzido recentemente pela FUNASA no Açude de Coremas, maior reservatório de água do Estado da Paraiba, há algum tempo impróprio para consumo humano. Há, ainda, a constatação por outros estudos de alta incidência de câncer em habitantes da cidade. O prefeito da cidade, Antonio Lopes, tem buscado apoio do governo do Estado, através da Cagepa, da FUNASA e da bancada federal por intermédio do deputado federal Ruy Carneiro. Ele e o vice, Lucrenato Júnior, estiveram em Brasília, com os senadores Cássio Cunha Lima e Cicero Lucena buscando meios de enfrentar o problema.

De acordo com o Relatório, ao qual o Portal WSCOM  obteve com Exclusividade, “a presença desse indicador sugere a presença de outros patógenos que podem provocar morbidade ou mortalidade, a exemplo do vírus (ex hepatite, encefalite), bactérias (ex:meningite, cólera) e protozoários (amebíase, giardíase, crptosporidiose) que são transmitidas pela água sendo mais grave para os grupos considerados de riscos, como os imunocomprometidos, crianças e idosos”.

A FUNASA diz ainda no documento que “as análises físico-químicas realizadas nas amostrar dos pontos de consumo e do manancial evidenciaram resultados físicos acima do permitido pela legislação vigente”.

A incidência dos problemas advindos da água de Coremas, conforme o relatório, aponta para a possibilidade de casos de câncer. “Somando-se ao problema, a colocação de cloro diretamente numa água de manancial superficial proporciona a formação de trialometanos que são compostos cancerígenos”.

O QUE FAZER – Segundo o prefeito Antonio Lopes, chegou a hora de uma grande mobilização no Estado para resolver de vez “este grave problema afetando não só a cidade de Coremas como toda a região”. Ele está buscando apoios da Bancada Federal, através do deputado federal Ruy Carneiro e dos senadores Cicero Lucena e Cássio Cunha Lima, bem como os demais parlamentares.

Ele explicou que tem procurado a FUNASA e Cagepa para estabelecer novas estratégias de tratamento e de educação ambiental e de saúde para as cidades vizinhas e as populações ribeirinhas. 

“Não podemos mais continuar com 26 municipios despejando dejetos de toda a natureza, inclusive esgotos sanitários contaminando a água e, por conseguinte, gerando doenças e mortes afora a inapropriedade de consumo pela população”.



Açude de Coremas



Walter Santos
WSCOM Online


Fonte

domingo, 4 de agosto de 2013

Secretaria encontra solução para praga de piranhas em açude da Paraíba; todos os alevinos estão sendo devorados

João Pessoa, 04/08/2013 - 12h49
 
Instalação de equipemanto fará problema se tornar uma solução, garante secretário 
 
Uma praga de piranhas tomou o Açude de Coremas e vem preocupando muito a secretaria de Pesca do Estado. Diante do problema – que não só prejudica a criação pesqueira, como deixa a vida dos banhistas em perigo – o secretário estadual de Pesca, Sales Dantas (PRB), foi a Brasília e manteve audiência com o Conselho Nacional de Pesca, de onde garante ter voltado com a solução para o caso.

Ao relatar o desequilíbrio que assola a bacia – que impede a colocação de novos alevinos, já que são logo devorados – Sales tratou com os conselheiros da necessidade de uma saída urgente, contudo que essa não fosse simplesmente extrair deliberadamente as piranhas do local.

“Expliquei que não acho interessante para o meio-ambiente do meu Estado concluir que a solução seja o extermínio de uma espécie. Para mim, é acabar com um problema e começar outro – talvez pior. Relembrei aos conselheiros que na Austrália, após muitas mortes por ataques de tubarão, resolveram abrir a caça deliberada. Com o fim dos tubarões, outro problema foi criado: aumentou descontroladamente o número de águas-vivas, que eram comidas por eles. As praias australianas passaram a ser mais perigosas que antes”, explicou Dantas.

Em meio ao debate, o secretário teria questionado se não havia alguma forma de fazer da ‘problemática’ piranha um benefício à população. Segundo Sales, um dos conselheiros se manifestou, dizendo ter em mãos um projeto eficaz de beneficiamento do peixe.

“De imediato vi que essa era a saída. Uma fábrica de beneficiamento da piranha trará inúmeros benefícios à região: fim da praga da piranha; reequilíbrio ambiental; manutenção da existência da espécie; abertura de postos de trabalho; injeção de um novo produto no mercado nordestino, com valor nutritivo inquestionável”, destacou Dantas.

Empolgado com a ideia, Sales explicou como se dará, na prática.

“Vamos financiar a construção da fábrica em Coremas, contudo quem irá mantê-la serão os pescadores da região. O processo é simples: extraída a piranha, ela é posta em um equipamento específico, onde as partes nutricionais importantes do peixe são transformadas em uma pasta consistente, que pode ser utilizada em 42 tipos de pratos diferentes, até na fabricação de hambúrgueres”, explicou. 

Redação
com assessoria

sábado, 1 de junho de 2013

Sete açudes da Paraíba serão revitalizados

01/06/2013 - 16:17

Obra está dentro do Projeto da Transposição do Rio São Francisco


De acordo com informações do Ministério da Integração Nacional, sete açudes paraibanos passarão por um processo de revitalização. A intervenção faz parte do Projeto da Transposição do Rio São Francisco (PISF), e também irá revitalizar outros 14 açudes localizados nos estados por onde passarão as águas do Rio São Francisco. No total serão gastos R$ 23,5 milhões.
 
Entre os estados, a Paraíba é o que possui mais açudes beneficiados. São eles: Acauã, Boqueirão, Coremas, Lagoa do Arroz, Mãe D´água, Poções e São Gonçalo.

As águas da Transposição do Rio São Francisco poderão chegar à Paraíba ainda no final do segundo semestre do próximo ano, conforme o ministro. A previsão é de que toda obra seja concluída em 2015.
 
O Ministério da Integração reconhece que existem obras paradas e que as interrupções atrasaram a transposição, mas garantiu que os esforços estão concentrados no sentido de evitar atrasos e cumprir com os prazos estabelecidos.
 
da Redação
WSCOM Online



sábado, 13 de abril de 2013

TRF5 mantém suspensa demolições no Complexo Coremas/Mãe d'Água

DNOCS pretendia a imediata desocupação das áreas ocupadas.

 


O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 negou um recurso do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), que pedia a desocupação imediata das áreas das Barragens Estevam Marinho (Açude Coremas) e Egberto Carneiro da Cunha (Açude Mãe d’Água), supostamente ocupadas de forma irregular por mais de 120 moradores.

Uma liminar concedida pelo Juízo da 8ª Vara Federal (PB), dterminou a permanência dos moradores até a publicação da sentença. O DNOCS pretendia a demolição imediata das construções ditas irregulares ali existentes.

A Segunda Turma do TRF5 entendeu que não estavam demonstrados os requisitos necessários para atender o pedido do DNOCS. “A difícil reversibilidade da medida pleiteada (demolição), aliada ao tempo transcorrido entre as edificações irregulares e o ajuizamento da ação, indicam ser mais prudente aguardar-se a efetivação do direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa, sem prejuízo da eficácia imediata da sentença que vier a ser proferida”, afirmou o relator, desembargador federal convocado José Eduardo de Melo Vilar Filho.

Entenda o caso
O DNOCS ajuizou ação civil pública, em 2011, com a finalidade de obter determinação judicial para desocupar as áreas das Barragens Estevam Marinho (Açude Curema) e Egberto Carneiro da Cunha (Açude Mãe d’Água), supostamente ocupadas de forma irregular por mais de 120 moradores.

Segundo o DNOCS, o Sistema Hídrico Corema/Mãe d´Água, construído em 1942 pelo Governo Federal, em razão das secas de 1931/1932, é de fundamental importância para a sobrevivência dos povos e o equilíbrio ambiental daquela região. Daí a preocupação com sua preservação. A Autarquia reclama, ainda, que não há sistema de tratamento adequado dos líquidos e sólidos despejados nas barragens pelos moradores.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis já havia autuado os moradores ribeirinhos e aplicado a cada um deles multa no valor de R$ 1 mil, sob a justificativa de que aquela localidade seria Área de Preservação Permanente (APP), e, por isso, teria regras de ocupação específicas e rigorosas, nos termos da Resolução nº 302/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).