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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Árvores caem durante chuva em três pontos de João Pessoa, diz Semam

25/06/2015 16h26 - Atualizado em 25/06/2015 16h27

Elas caíram no Bancários, Manaíra e Costa e Silva.
Apesar das quedas, não houve danos materiais nem feridos, diz prefeitura.
 
Do G1 PB



Uma das árvores que cairam em Jão Pessoa, nesta quinta-feira (25) (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Uma das árvores que cairam em João Pessoa, nesta quinta-feira (25) (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Três árvores tombaram em diferentes pontos da cidade de João Pessoa, nesta quarta-feira (25), durante as chuvas que atingiram a cidade. De acordo com o chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento (Divar) da Semam, Anderson Fontes, as árvores caíram em Manaíra, Bancários e Costa e Silva. Apesar das quedas, segundo Anderson Fontes, não houve danos materiais nem registro de feridos
 
O pedido de participação da população  na distribuição de informações foi ressalto pelo chefe da Divar. “Estamos realizando um trabalho para fiscalizar o tombamento dessas árvores, mas solicitamos que a população nos avise quando uma situação dessa acontecer”, frisou Anderson. Para contribuir com informações é só ligar para o 3218-9208.

Alagamentos
O G1 flagrou nesta quinta-feira (25), um alagamento no bairro do Bancários, na capital paraibana. Após uma manhã de chuvas intensas, a cidade chegou o nível de alerta moderado, com um volume de chuvas que ultrapassou os 95 milímetros. Segundo o coordenador da Defesa Civil da capital, Noé Estrela, com o alerta todas as secretarias municipais ficam de plantão para atenderem às ocorrências que forem direcionadas ao órgão. A partir de 100 milímetros o nível passa a ser considerado crítico.


Alagamento no bancários durante as chuvas desta quinta-feira (25) (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Alagamento no bancários durante as chuvas desta quinta-feira (25) (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Qualquer ocorrência em decorrência de chuvas ou da situação precária de moradias pode ser informada à Coordenadoria de Defesa Civil, por meio da Linha Direta 0800 285 9020, que funciona em regime de plantão durante as 24 horas do dia.

Em nota, a Prefeitura informou que Equipes da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) estão trabalhando na limpeza da rede de drenagem de galerias de águas pluviais em diversos pontos da cidade por conta das chuvas e fez um alerta à população para que não jogue lixo nas ruas. Essa atitude, além de danificar a rede de drenagem, causa o entupimento de bueiros, contribuindo para os alagamentos durante os períodos chuvosos.

O serviço de limpeza de galeria pode ser solicitado ao ligar para o número 0800.031.1530. O pedido também pode ser feito pelo e-meil seinfra@joaopessoa.pb.gov.br.
Fonte

quarta-feira, 12 de março de 2014

PMJP já multou Cagepa e estabelecimentos comerciais

12 mar 14

A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) e Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), tem realizado ações de mapeamento e fiscalização para coibir esgotos clandestinos, despejados nas galerias pluviais das praias de João Pessoa.
 
A Semam e Seinfra trabalham observando a legislação vigente, como Código de Posturas do Município, Código de Meio Ambiente e ainda a legislação federal. As secretarias coíbem as infrações ambientais, como poluição sonora e despejo de esgotos de forma inadequada, atendendo às denúncias feitas pela população e também quando há demanda solicitada por órgãos públicos.

As galerias pluviais que deságuam nas orlas de Tambaú e Manaíra deveriam conter somente águas advindas das chuvas e da drenagem urbana naquela região, contudo, outros fatores contribuem  para que poluentes provenientes da rede de esgoto sejam irregularmente lançados nas galerias pluviais.

A Semam constatou que as principais causas de lançamentos de esgotos sem tratamento nas galerias pluviais advêm de ligações clandestinas do esgoto individual de imóveis na área, bem como por falhas no sistema de estações elevatórias de esgotos da Cagepa, os quais, em condições de supressão do fornecimento de energia elétrica ou por falhas mecânicas, podem ocasionar alterações de fluxo com consequentes lançamentos indevidos de efluentes sem tratamento nas galerias pluviais.

A identificação das ligações clandestinas, por não estarem visíveis, por necessitar de informações e plantas do sistema de esgotamento sanitário e por requerer intervenções de infra-estrutura, é tarefa que obriga a colaboração conjunta de todos os órgãos públicos envolvidos em prol do meio ambiente saudável, incluindo Cagepa e Sudema, já tendo sido requeridas reuniões com os órgãos envolvidos nesse sentido.

Continuamente estabelecimentos comerciais, entre hotéis, padarias, restaurantes e até mesmo a própria Cagepa foram notificados e multados pela Semam por lançamentos de efluentes sem tratamento nos sistemas de galerias pluviais. No ano passado a Prefeitura notificou 113 estabelecimentos e aplicou 19 multas. Este ano foram emitidas nove notificações e três multas por lançamento de esgoto clandestino.



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Prefeitura de João Pessoa apresenta projeto de reurbanização de praias

19/02/2014 19h07 - Atualizado em 19/02/2014 19h07 

Calçadas da orla serão padronizadas.
Projeto visa melhorar a mobilidade urbana.
 
Do G1 PB
  
Projeto foi apresentado ao Ministério Público (Foto: Ernane Gomes/MPPB)
Projeto foi apresentado ao Ministério Público
(Foto: Ernane Gomes/MPPB)
Um projeto de reurbanização das praias de Tambaú e Cabo Branco foi apresentado ao Ministério Público por representantes da Prefeitura de João Pessoa nesta quarta-feira (19), durante audiência pública realizada pela 2ª Promotoria do Meio Ambiente e Patrimônio Social da capital. O projeto visa à padronização das calçadas e melhoria da mobilidade urbana.

Segundo o procurador do município, Leon Delácio Silva, o projeto de reurbanização tem o objetivo de garantir o acesso democrático tanto da calçada da praia quanto do passeio público localizado em frente às residência e busca cumprir o Código de Posturas. Ele ainda garantiu que as residências que cumprem a legislação não serão prejudicadas.

A prefeitura deve antes de efetivar o início das obras do projeto, realizar uma audiência pública, providenciar a licença ambiental e verificar a necessidade de alteração da legislação municipal quanto à execução de custeios da obra, como também informar à 2ª Promotoria do Meio Ambiente e Patrimônio Social a data e horário da audiência pública para apresentação do projeto à sociedade como garantia de transparência e cumprimento dos princípios de controle social.
 
“Quero deixar claro que o Ministério Público não é gestor público nem pode e nem se deve confundir diante da sociedade como tal, lembrando que ao município é devido o direito e o dever de planejar e efetivar a suas políticas públicas e administrativas desde que consolidadas nos ditames legais, cabendo à Promotoria orientar, fiscalizar e tomar as medidas administrativas e judiciais cabíveis, em caso de afronta a qualquer dispositivo legal e em vigência”, explicou o promotor de Justiça João Geraldo Barbosa.

Participaram da audiência o secretário de Planejamento, Rômulo Polari, o secretário de Infraestrutura, Ronaldo Guerra, o representante da Secretaria de Turismo, Roberto Lucena, e a representante da Seplan, Susana Acioli.
 
Fonte
 
 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Chuva preocupa quem mora em área de risco

Tempo nublado e início das chuvas causam preocupação em moradores do Timbó e do Bairro São José, áreas consideradas de risco. 


  

Francisco França
Moradores enfrentam a água suja e os insetos que invadem as casas durante o período chuvoso
É só o céu ficar nublado para a dona de casa Rosa de Lourdes de Oliveira ficar com medo de que a casa onde mora, na comunidade do Timbó, em João Pessoa, volte a ser invadida pela água do rio que passa pelo local. A preocupação da moradora é a mesma de outras pessoas que vivem nas áreas consideradas de risco, na capital, já que desde a última sexta-feira, a ocorrência de chuvas tem sido frequente no Litoral paraibano e a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que as precipitações continuem ao longo desta semana na região.
 

Para hoje, a previsão do Inmet é de ocorrência de chuvas isoladas durante todo o dia na capital. No Timbó, 136 famílias foram beneficiadas com moradias em condomínio popular. Mas, outras dezenas têm a esperança de conseguir um imóvel em um local seguro.
 
A casa de Rosa de Lourdes está localizada bem próxima ao rio Timbó. Ela conta que além da água suja, ratos e insetos invadem a residência constantemente e bastou as poucas chuvas dos últimos dias para que o piso ficasse encharcado pelas infiltrações.

“Na minha casa a água entra por baixo do chão. Moro aqui com duas crianças e vejo a hora as paredes caírem por cima da gente. No ano passado, o pessoal da prefeitura me cadastrou, mas até hoje não recebi nada e estou na mesma situação”, lamentou a dona de casa.
 
A mesma situação de risco é a da família da catadora Ângela Lorentino. Além da proximidade com o rio Timbó, a casa onde ela mora fica em frente a uma galeria, que está sem cobertura, oferecendo risco principalmente às crianças que passam pelo local. Parte da galeria não foi coberta pelas placas e o esgoto correndo a céu aberto atrai insetos para as residências. “O pessoal da prefeitura começou a tapar a galeria, mas não terminaram. Faz mais de um mês que está assim, tudo aberto.
 
De lá para cá, crianças, idosos e outras pessoas que passavam por aqui caíram nesse esgoto”, denunciou.
 
No bairro São José o clima de tensão entre os moradores que ainda estão nas residências às margens do rio Jaguaribe não é diferente. Os moradores contam que a limpeza do rio é feita com regularidade, mas muitos que foram cadastrados para deixar as casas e ir para o auxílio aluguel ainda não foram contemplados com o benefício.
 
A aposentada Maria Lúcia Matias, moradora do bairro há mais de 30 anos, desde o ano passado não consegue deixar a casa arrumada. Temendo uma nova inundação na casa onde mora, ela deixa os móveis suspensos, roupas e objetos menores empacotados. Quando começam as chuvas, ela não consegue ficar tranquila em casa.
 
“Nas chuvas do ano passado, a água do rio entrou na minha casa e entrou cobra, sapo, rato. Foi uma imundície. Também perdi móveis e um microondas”, lembra Maria Lúcia. A moradora relata ainda que foi cadastrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) para receber o auxílio aluguel e gostaria de deixar a casa na área de risco, mas o benefício ainda não foi concedido.
 
MORADORES RECLAMAM DE APARTAMENTOS
Outros moradores da comunidade do Timbó, nos Bancários, reclamam que alguns apartamentos do condomínio popular foram entregues com a obra inacabada, como falta de encanação para esgotamento sanitário e instalação de portas, além do calçamento das ruas, que não foi concluído.
 
A dona de casa Ana Maria da Silva conta foi contemplada com um dos apartamentos há três meses. Ela conta que há cerca de um mês, as telhas já apresentaram problemas de rachaduras e com as últimas chuvas, a água infiltrou as paredes e parte da laje. Outro problema apontado por ela é a falta de calçamento na maior parte das ruas do condomínio e um outro trecho para escoamento da água que oferece risco de acidentes para as crianças. “Esse buraco aqui é um perigo grande para as crianças, porque não tem nenhuma proteção. Semana passada mesmo, um menino caiu aqui e quebrou o braço. Quando começar o inverno mesmo vai ficar mais perigoso”, disse a moradora.

A sogra de Betânia da Silva também recebeu um apartamento, porém o banheiro da residência não estava com o sistema de encanação completo e os quartos estão sem portas. “O pessoal da prefeitura que estava trabalhando aqui disse que não vão colocar as portas e que os moradores é quem tem que consertar o que estiver faltando”, lamentou.
 
Por meio da assessoria de imprensa da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), o secretário Ronaldo Guerra explicou sobre o calçamento. Segundo o órgão, projeto está no momento passando por retificação para que seja dada continuidade à obra.
 
Enquanto isso, a secretária de Habitação do município, Socorro Gadelha, garantiu que o condomínio do Timbó foi entregue aos moradores em bom estado. “Entregamos com todos os ajustes.
 
Fizemos inclusive a vistoria com os moradores que assinaram reforçando que estava tudo certo”, lembrou. “O muro de contenção também está pronto. Estamos apenas terminando uma pequena parte da pavimentação, que devemos concluir em até 20 dias e não afeta em nada a segurança do condomínio”, completou.
 
Ainda de acordo com Socorro Gadelha, há outros projetos estão em andamento e o foco das ações da secretaria são as áreas de risco. “Estamos construindo o muro de contenção da Saturnino de Brito. Depois, construiremos as 400 unidades (habitacionais)”, disse.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Comerciantes do Mercado Público do Rangel reclamam de descaso e cobram soluções para os problemas com o lixo e esgoto no local.


 

Lixo exposto e coberto por uma nuvem de moscas. Esgoto estourado que causa mau cheiro e espanta clientes. Essas são situações encontradas no Mercado Público do Rangel, em João Pessoa. Comerciantes reclamam do descaso e afirmam que os problemas são reincidentes e também cobram um coletor para o local. De acordo com a Autarquia Municipal Especial de Limpeza Urbana (Emlur), a caixa estacionária para depósito de lixo já esta disponível para instalação.
 
Em um passeio realizado pela reportagem do JORNAL DA PARAÍBA dentro do Mercado Público do Rangel foi verificado que a sujeira está sob controle. No entanto, logo em frente a situação é outra. O mau cheiro de esgoto logo denuncia uma tubulação estourada que permite que a água suja corra a céu aberto. Conforme informações repassadas pelos feirantes, o problema está sem solução há cerca de um mês. “Esse esgoto incomoda a todos nós e aos clientes. Quem gosta de conviver com a sujeira?”, indagou o vendedor de aves, Lindinaldo Silva de Lima, que trabalha no local há quatro anos.
 
Já o pintor Ivo Benício, 65 anos, que mora próximo ao mercado público, afirmou que há algum tempo não tem realizado suas compras em um mercadinho devido ao esgoto. “Eu não consigo mais fazer compras aqui, não arrisco. Prefiro pagar um pouco mais caro e comprar no mercadinho onde vejo tudo limpinho”, disse.
 
De acordo com a assessoria de comunicação da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), o problema não é de responsabilidade do órgão, pois trata-se de uma galeria pluvial e não de uma rede de esgoto, de modo que a competência é da prefeitura de João Pessoa. Mesmo assim, a assessoria informou que, após uma consulta com o setor técnico, uma equipe será encaminhada ao local para verificar a denúncia e, se for rede de esgoto, será feita a desobstrução.
 
Por sua vez, também conforme a assessoria, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) informou que, se há vazamento de água suja, é porque existe uma ligação clandestina de esgoto, mas que a ocorrência foi registrada e que, dentro da programação do órgão – em um prazo máximo de uma semana –, uma equipe será enviada ao local para verificar a veracidade do problema e possíveis soluções, caso realmente seja uma galeria pluvial.
 
Emlur faz contrato emergencial
Outro problema recorrente pelo mesmo período, segundo a população local, é a inexistência de um coletor de lixo para os resíduos sólidos oriundos da comercialização de hortifruti, carnes e aves. Segundo os comerciantes, desde que o contrato com a empresa LimpFort foi encerrado, há cerca de 30 dias, o lixo está sendo jogado e acumulado na rua até que a coleta diária recolha.
 
A cabeleireira Missilene Pereira, que há um ano possui um salão de beleza ao lado do mercado está insatisfeita com o descaso, pois o lixo é descartado praticamente na porta de seus estabelecimento. “A cena é terrível. Ao final da tarde, principalmente nos sábados e domingos, fica tudo exposto aí, ossos, peles, fruta e verduras estragadas. Tudo isso causa grande mau cheiro, incomoda os clientes, incomoda durante as refeições, enfim. Todos nós estamos revoltados e insatisfeitos”, declarou.
 
O diretor Operacional da Autarquia Municipal Especial de Limpeza Urbana (Emlur), através da assessoria de comunicação, confirmou que o problema é decorrente do término do contrato com a empresa LimpFort, mas que um contrato emergencial, com validade de 180 dias, já foi firmado com a empresa Revita, e que a mesma estava realizando durante todo o dia de ontem a instalação de 16 caixas estacionárias, sendo uma delas para o Mercado Público do Rangel.
 
A assessoria disse ainda que, enquanto o contrato emergencial transcorre, será realizada uma licitação para a contratação de um empresa que prestará o serviço terceirizado por maior período.


sábado, 23 de fevereiro de 2013

Árvores são derrubadas para alargar via em JP

Árvores quer ficavam na avenida João Cirilo Costa, no Altiplano, foram derrubadas para início de obras de alargamento da via.





Árvores derrubadas em favor da mobilidade urbana. Esse é o retrato na avenida João Cirilo Costa, popularmente conhecida por avenida Panorâmica, no bairro Altiplano, em João Pessoa, onde já foram derrubadas 14 árvores para ampliação da via. De acordo com a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), as mudanças estruturais na avenida fazem parte do programa 'Caminho Livre'. A previsão é que até o mês de setembro todo o trabalho seja concluído no local.

O corte das árvores foi iniciado no último dia 14 e foi concluído na última quinta-feira, já a intervenção na via foi iniciada no mês de julho do ano passado.

Na manhã de ontem, funcionários recolhiam o que havia restado das espécies. Conforme a Seinfra, todas as árvores foram cortadas com autorização da Secretaria de Meio Ambiente (Semam).

Como medida compensatória pela retirada das 14 árvores, arbustos e vegetação nativa do local, serão plantadas 192 mudas de árvores nativas, como sibipiruna, ipês, pau brasil, entre outras espécies, ao longo de dois quilômetros da avenida Panorâmica.

O chefe da Divisão de Arborização da Semam assegurou que as mudas serão plantadas a cada 10 metros.
Para ampliação da via, estão sendo empregados recursos na ordem de R$ 2,655 milhões, em um parceria entre a Prefeitura Municipal de João Pessoa, Caixa Econômica Federal e Ministério do Turismo. A terraplanagem da avenida será concluída na próxima semana, ainda será feita a drenagem, pavimentação, sinalização e iluminação da avenida Panorâmica.

Conforme a Seinfra, as equipes estão trabalhando do lado direito (sentido norte/sul), do início da via, onde já esta duplicada, até o acesso a avenida Antonio Mariz. No início do novo trecho, estão sendo feitas escavações para a colocação de tubos da drenagem.

Em alguns trechos, as intervenções foram paralisadas em virtude de intervenções de empresas privadas que possuem tubulações subterrâneas.

Ainda é preciso fazer o remanejamento de duas redes de água da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), uma rede de fibra óptica, além da fiação elétrica da Energisa, que existe no canteiro central da avenida. Também serão retirados do local vários outdoors. A assessoria de imprensa da Seinfra informou que com a obra de alargamento vai trazer melhorias imediatas no fluxo de veículos entre os bairros do Altiplano e adjacentes, como Mangabeira e Bancários.

PRIMEIRA ETAPA
A primeira etapa da obra corresponde à duplicação do trecho da via que dá acesso ao bairro do Altiplano, que começa pelo girador no final da avenida Beira Rio.

Este trecho compreende cerca de 500 metros. A mudança terminou com alterações no sentido do trânsito, o que facilitou o acesso dos moradores ao bairro. Esse trecho irá receber ainda um novo recapeamento.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Começam obras de alargamento na Epitácio Pessoa

Trecho entre a ponte do Rio Jaguaribe e a Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, sentido Centro/Praia,  vai receber as melhorias.



 

As obras de alargamento da Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa, começaram ontem, sob a coordenação da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) do município. O trecho entre a ponte do Rio Jaguaribe e a Avenida Nossa Senhora dos Navegantes (sentido Centro/Praia) vai receber as melhorias. De acordo a Secretaria de Comunicação de João Pessoa (Secom-JP), a previsão é que a obra termine em 45 dias.
Ainda segundo a secon-JP, a ação pretende diminuir os congestionamentos na região. O alargamento da pista será feito com modificações no canteiro central da avenida. Com as obras, a pista deve ganhar mais dois metros.
Ontem foram inciados os trabalhos de medição da área que vai receber as modificações. Intervenção semelhante será executada em trechos das ruas Professora Maria Sales e Avenida Monteiro Lobato, no bairro de Tambaú.



sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Trecho da Av. Epitácio Pessoa, em João Pessoa, receberá nova faixa

15/02/2013 08h54 - Atualizado em 15/02/2013 08h54 

Obras vão da ponte Rio Jaguaribe até Av. Nossa Senhora dos Navegantes.
Obras começaram nesta quinta-feira (14).
 
Do G1 PB
 
As obras na Avenida Epitácio Pessoa começaram na quinta-feira (14) para a adição de uma nova faixa de rolamento no trecho que vai da ponte do Rio Jaguaribe até o cruzamento com a Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, paralela à orla marítima, no sentido Centro/praia. O alargamento vai ser possível por meio de alterações no canteiro central da avenida.
 
O trabalho realizado foi o de estudo da área onde será feito a mudança, com várias medições sendo feitas. Foi informado pela Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) que uma tubulação de gás passa no local, e que cuidados tem que ser tomados. A secretaria acredita que a obra vai durar 45 dias, e o trânsito no local não precisará ser interditado.
 
A ação tem objetivo de reduzir os congestionamentos no trecho, que concentra o maior volume de tráfego de veículos em horários de pico, segundo a Seinfra.

A Seinfra informou que com as obras, o trecho ganhará mais dois metros de largura, o que deve solucionar os congestionamentos na área. O setor sofre com o volume de veículos em horários de pico. A mesma intervenção será executada em trechos das ruas Professora Maria Sales e Avenida Monteiro Lobato, Bairro de Tambaú.


Cartaxo apresenta 'Projeto Orla' da capital na próxima semana

Comitê Gestor do 'Projeto Orla' ainda não foi formado, prazo termina nesta sexta-feira (15); prefeito deve apresentar o projeto na próxima semana.  


 


Passados 45 dias do início da gestão do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), o Comitê Gestor do 'Projeto Orla' 2013 ainda não foi formado na capital. O prazo para as entidades civis representantes de usuários e moradores da Orla de João Pessoa, bem como de ONGs ambientalistas e da economia formal e informal se cadastrarem a fim de se habilitarem a integrar o comitê termina amanhã.

O secretário adjunto de Planejamento de João Pessoa, Alessandro Diniz, disse que a expectativa é de que no início da próxima semana o prefeito Luciano Cartaxo faça uma apresentação do projeto.

“Estamos tomando conhecimento do projeto. A reunião foi desmarcada e estamos aguardando a apresentação oficial pelo prefeito”, afirmou.

A reunião também foi confirmada pelo secretário de Infraestrutura, Ronaldo Guerra, que adiantou que ações imediatas já estão sendo realizadas para adiantar o projeto, como a recuperação do asfalto da orla que liga do Cabo Branco ao Bessa e a padronização de iluminação e refletores das praias, já estão em andamento e fazem parte de um projeto turístico para a capital.

“O prefeito convidou para uma reunião para o pós-carnaval, que deve acontecer só para a próxima semana, e conhecer as secretarias envolvidas no projeto de revitalização total da praia, mas já estamos fazendo o asfalto e a sinalização horizontal e vertical em 8,5 km de extensão, além de trocar todas a lâmpadas de sódio do trecho por lâmpadas metálicas, bem como todos os refletores que vão para o lado do mar para iluminar melhor a praia e restaurar a ciclovia que não constava antes no Projeto Orla. Acredito que mais adiante vamos estender além da subida do Cabo Branco até pouco após da Estação Ciência”, explicou Guerra.

A ampliação do Projeto Orla foi promessa de campanha de Cartaxo. O Comitê deve ter caráter deliberativo e autoridade necessária para encaminhar, acompanhar e fiscalizar a implementação e execução do Projeto Orla. Os requerimentos das entidades para o cadastramento, deverão ser apresentados na Secretaria de Meio Ambiente, mediante apresentação dos documentos do estatuto social, ata da assembleia de eleição, ata da eleição da atual Diretoria; CNPJ e comprovante de endereço.

Havendo consenso na indicação das entidades que passarão a compor o Comitê Gestor Orla, a votação se dará por aclamação do plenário. No caso de apresentação de mais de uma entidade candidata e habilitada à composição do COMAM, proceder-se-á a votação por maioria simples. Só será considerada eleita como membro do Comitê Gestor Orla, a entidade que obtiver maioria absoluta dos votos dos conselheiros natos do Comitê.

Conforme o edital de convocação, publicado no semanário pelo presidente do Comitê Gestor Orla, Rômulo Soares Polari, a posse dos representantes e suplentes das entidades escolhidas para compor o Comitê Gestor Orla, será comunicada oportunamente, por ocasião da publicação do resultado da eleição.

O Comitê Gestor Municipal deve articular-se com Conselhos ou Comitês Gestores das Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS), caso o Plano de Gestão Integrada inclua programas, ações, estratégias e instrumentos de regularização fundiária para assentamentos informais de baixa renda.


 

sábado, 17 de novembro de 2012

João Pessoa terá 16 árvores de Natal construídas com garrafas pet

Sábado, 17 de novembro de 2012 às 22:36


Está prevista para 1º de dezembro a inauguração da iluminação natalina de João Pessoa. A Prefeitura Municipal (PMJP) iniciou a instalação da decoração no final do mês passado e está em fase de finalização da montagem. Neste ano, a Capital terá 16 árvores de natal instaladas pela cidade, e os ornamentos contem lâmpadas de LED, além de 26 mil garrafas PET.

Segundo o diretor de Iluminação Pública da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), José Erivaldo Rodrigues, os enfeites utilizados na decoração natalina são recicláveis, feitos de garrafas PET, adquiridas de uma cooperativa que reaproveita o material. A proposta dos criadores foi utilizar elementos decorativos com formas geométricas básicas, como esferas e cilindros, compondo estrelas, guirlandas, cometas, e árvores. A decoração contempla o parque Solon de Lucena, a Lagoa, a Praça Rio Branco e o Ponto de Cem Réis, no Centro, e as Avenidas Rui Carneiro, Beira Rio, Epitácio Pessoa e Getúlio Vargas. Haverão árvores de natal no Busto de Tamandaré (Tambaú); Valentina; Bairros dos Ipês; Torre, Cruz das Armas; Alto do Mateus; Bancários (Praça da Paz); Mangabeira; Valentina; Geisel, Colinas do Sul; Cidade Verde; Avenida Airton Senna; Alto do Mateus; Funcionários; Penha; Torre e Jaguaribe.
Haryson Alves



domingo, 4 de novembro de 2012

Ambientalistas criticam decoração natalina na capital

De acordo com as entidades, diversas espécies de animais estariam sendo prejudicados por conta do excesso de iluminação e ocupação dos materiais nas árvores e postes da cidade.

 

 

Institutos paraibanos que cuidam do meio ambiente estão insatisfeitos com a decoração natalina do Centro de João Pessoa, iniciada na última terça-feira. De acordo com as entidades, diversas espécies de animais estariam sendo prejudicados por conta do excesso de iluminação e ocupação dos materiais nas árvores e postes da cidade.

A Associação Paraibana dos Amigos da Natureza (Apan) é uma das entidades que combate a forma como a decoração é realizada. “Não somos contra, mas defendemos que essa ornamentação seja feita de outra forma. Apesar de deixar a cidade mais bonita, há muitos malefícios para a fauna e flora da região. Essa decoração prejudica diversas espécies, que têm seus ciclos alterados”, afirmou Socorro Fernandes, membro da diretoria da Apan.

Corujas, morcegos e diversos pássaros e espécies de plantas, segundo Socorro Tavares, são prejudicados por conta da ornamentação. “Existem muitos animais de hábitos noturnos que vivem na região. Eles serão prejudicados, pois muitos deles dependem desse espaço para o descanso, habitação, alimentação e até reprodução. Até a fauna é afetada, pois a iluminação excessiva afeta o ciclo natural das plantas”, explicou.

Uma das soluções, segundo a diretora da Apan, seria o investimento em meios alternativos de ornamentação. “Não somos contra a decoração, muito pelo contrário. Só defendemos que essa decoração seja feita de outra forma, como acontece em diversas outras cidades, que fazem a ornamentação nos passeios públicos, não prejudicando as árvores”, apontou Socorro Tavares.

A coordenação do Instituto Soma Brasil, sociedade civil que desenvolve projetos de cidadania, declarou em nota que, ao instalar a decoração, a Prefeitura de João Pessoa contraria o Código Municipal de Meio Ambiente, pois a iluminação dos refletores virados para as copas das árvores expulsam os pássaros do seu habitat natural. A entidade disse ainda que está organizando uma comissão para pressionar os órgãos públicos.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam) não soube informar se foram realizados estudos prévios sobre os possíveis impactos ambientais gerados pela decoração. A Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), responsável pela ornamentação natalina, também não soube esclarecer se foram realizados estudos na região, mas comprometeu-se em analisar as queixas dos ambientalistas e promover as mudanças cabíveis.

Fonte

 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

JP ganha mais de 400 novas árvores

Ação desenvolvida pela Semam visa a tornar João Pessoa uma das cidades mais verdes do mundo.



João Pessoa vai ganhar mais de 400 mudas e árvores. A ação, intitulada “João Pessoa mais verde, 427 mudas plantadas” e desenvolvida pela Secretaria de Meio Ambiente (Semam) da Prefeitura Municipal, começou com o plantio de 17 palmeiras imperiais no anel interno do Parque Solon de Lucena (Lagoa), durante essa semana. Até o fim de agosto, as principais vias, canteiros e praças, em 14 áreas diferentes de sete bairros e duas comunidades da capital, receberão árvores e mudas.

Segundo a secretária adjunta da Semam, Welintânia Freitas, em algumas áreas, a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) está preparando calçadas e canteiros para receber as mudas. No entorno da escola Alice Carneiro, em Manaíra, serão plantadas 34 árvores. “A ação também pretende orientar sobre a importância da preservação ambiental”, disse.

 A meta, de acordo com ela, é tornar João Pessoa uma das cidades mais verdes do mundo e seguir as diretrizes do Plano da Mata Atlântica. “Temos esse potencial, pois é comum a preservação de árvores nas residências de João Pessoa.

Precisamos dar continuidade a um trabalho que já existe, estimulando ainda mais a população”, destacou.

Serão plantadas mudas nos bairros de Mandacaru, Padre Zé, Roger, Manaíra, Bessa, Alto do Mateus e Jardim Veneza, como também nas comunidades Colinas do Sul e Cidade Verde, perto de Mangabeira. No Alto do Mateus, por exemplo, serão plantadas mudas no Centro de Referência de Educação Infantil Maria de Lourdes, no campo de futebol Jabiracão e, ainda, na Praça 5 de Junho.

O projeto é feito em parceria com a Seinfra, Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) e com a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

terça-feira, 24 de julho de 2012

PMJP não tem projetos para área das 'Três Lagoas'

Assessorias não souberam dizer se há projeto.

 

As secretarias de Planejamento e de Infraestrutura de João Pessoa – Seplan e Seinfra – não possuem projetos para recuperação da área do Parque das Três Lagoas. A informação foi repassada pelas assessorias de imprensa dos dois órgãos, que não puderam informar mais detalhes sobre o projeto de revitalização feito anteriormente no local.

Com relação ao problema de falta de iluminação, apontado pelos moradores, a Seinfra afirmou que iria encaminhar a demanda para a Diretoria de Iluminação para que fosse feita uma vistoria na área.

A reportagem do JORNAL DA PARAÍBA também entrou em contato com o Superintendente de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan), Ricardo Barbosa, que disse que as Três Lagoas não eram responsabilidade da pasta. A assessoria de imprensa da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep) também foi procurada, mas até o fechamento desta edição informou que a área técnica ainda estava “investigando” se existia algum projeto já executado ou para ser feito no local.


 

terça-feira, 17 de julho de 2012

Árvores do Centro Histórico são podadas durante ação emergencial


17 julho de 2012 às 16h55


Fotos: José Lins
Fotos: José LinsQuem passa pelo Centro Histórico de João Pessoa, em especial pelas ruas Duque de Caxias, João Suassuna e Trincheiras, se depara com edificações que necessitam de reparos e serviços como podas, emparedamentos, fechamentos com tapumes, escoramentos e descupinização. Na manhã desta quarta-feira (18), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep) e a Coordenadoria do Patrimônio dos Bens Culturais de João Pessoa (Copac) darão início a uma série de serviços emergenciais nos móveis que estão classificados como “situação de risco”. 

A partir das 7h, equipes da Secretaria do Meio Ambiente (Semam) e da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) de João Pessoa instalarão as máquinas e realizarão a poda das árvores, que crescem nas fachadas, em três dos imóveis históricos que se encontram abandonados pelos proprietários e estão em “estado ruinoso”. As edificações estão localizadas na Praça Dom Adauto, esquina com a Rua Vigário Sarlem, e na Rua Duque de Caxias.

“As árvores provocam rachaduras nas paredes e colocam em risco a integridade dos imóveis e do público que transita pelas calçadas”, explica o diretor executivo do Iphaep, Marco Antonio Coutinho. Segundo ele, a ação tem caráter exemplar e marca o início de uma série de atividades que serão realizadas, até o final do ano, nos 86 imóveis em “situação de risco” do Centro Histórico da Capital paraibana. 

Inicialmente, os órgãos patrimoniais vão realizar serviços emergenciais, inclusive, em imóveis de particulares. Mas, numa etapa posterior, será intensificado o trabalho junto ao Ministério Público (Federal e Estadual), para que os proprietários sejam obrigados a realizar os serviços emergenciais. “A legislação diz que, após o tombamento, o direito de propriedade permanece inalterado, cabendo ao dono, e não ao poder público, a responsabilidade pela manutenção e integridade do imóvel”, diz Marco Coutinho.  

Centro Histórico – A poligonal de tombamento da capital paraibana está protegida por Decretos do Iphan e do Iphaep. A área compreende um perímetro que se inicia no Varadouro, na Cidade Baixa, e chega até a Praça da Independência, contemplando, ainda, as ruas do Centro – Duque de Caxias, João Suassuna, Trincheiras e Jaguaribe – e os bairros de Tambiá e Roger. Com o tombamento nacional e estadual, estão protegidos, para as futuras gerações, centenas de imóveis que possuem valor histórico, artístico e arquitetônico e que foram edificados nos últimos quatro séculos. 

Na década de 1990, o Iphaep e a Comissão do Centro Histórico de João Pessoa realizaram um levantamento nos imóveis do Centro Histórico. Segundo o documento (que está sendo atualizado pelos técnicos do patrimônio estadual), existem na área 86 imóveis em estado ruinoso. Nesse universo, mais de 90 por cento das edificações são de proprietários particulares, sendo que os 10 por cento restantes pertencem ao poder público federal, estadual e municipal. 

A poda das árvores das fachadas, que acontece nesta quarta-feira pela manhã, resulta de uma parceria que envolve o Iphan, o Iphaep e a Copac. Também estão integrados à ação: a Defesa Civil – do Estado e do Município –, o Corpo de Bombeiros e as secretarias do município de João Pessoa – Semam, Sedurb, Semob e Seinfra. 

“Esta é uma ação emergencial e tem caráter apenas exemplar, mas é muito importante: os órgãos do patrimônio, nas três esferas, estão unidos, para chamar atenção para a necessidade, urgente, da preservação do Centro Histórico de João Pessoa”, conclui Marco Coutinho.

Texto de Thamara Duarte, assessora do IPHAEP
 
 
 
 

domingo, 15 de julho de 2012

No inverno é comum a Lagoa transbordar

Veículos ficam impedidos de circular pelo anel interno e o fluxo de pessoas se concentra na parte do anel externo.




Toda vez que chove, uma cena se repete bem no coração da cidade. Algumas horas de chuva e a Lagoa transborda, causando sérios transtornos à população. O local fica praticamente intransitável. Os veículos ficam impedidos de circular pelo anel interno e o fluxo de pessoas se concentra na parte do anel externo. Uma situação que já não causa surpresa, mas que não tem previsão de conserto.
De acordo com o secretário Marcelo Cavalcanti, da Seinfra, a causa do problema está em um canal feito pelo engenheiro Saturnino de Brito (o qual fez grandes obras de drenagem em João Pessoa). “Em determinado ponto da drenagem, nas imediações do viaduto Damásio Franca com a rua General Osório, houve um afundamento da galeria, o que provoca o estrangulamento da rede”, destacou.
Conforme o secretário, foi elaborado um projeto para tentar solucionar o transbordamento da Lagoa, mas que está sendo repensado. “A execução dele é bem difícil por conta do percurso.
Estamos estudando outra possível solução menos traumática”, afirmou Cavalcanti.
Em relação às calçadas esburacadas, o secretário disse que a conservação é feita a todo tempo, sem interrupções, mas que os projetos de urbanização são de responsabilidade da Seplan.
Entretanto, o secretário responsável por essa pasta, Aldo Prestes, até o fechamento desta edição, não atendeu às ligações para dar sua versão sobre o assunto.


Projetos para Lagoa não são executados

Lagoa sofre com os mesmos problemas de décadas passadas; muitas obras já foram anunciadas, mas poucas saíram do papel.


Rizemberg Felipe

Um cartão postal abandonado. É essa a impressão de quem passa pela Lagoa do Parque Sólon de Lucena, no Centro de João Pessoa. A estrutura precária, o trânsito desordenado e a violência mostram que o local ainda sofre com os mesmos problemas de décadas passadas. Muitas obras já foram anunciadas, como a passagem exclusiva para ônibus no anel interno e a reurbanização do local, mas na prática, pouca coisa saiu do papel.
Pela demora na execução dos projetos de melhoria, a população parece desacreditada quando o assunto em questão é a Lagoa.
As secretarias de Planejamento (Seplan), Desenvolvimento Urbano (Sedurb) e Infraestrutura (Seinfra) da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) não têm previsão de projetos a curto ou médio prazo para o Parque Sólon de Lucena e, algumas vezes, chegam a divergir sobre o que é melhor para o local.
Um dos grandes projetos anunciados para a Lagoa foi anunciado no ano passado, pelo prefeito Luciano Agra. O 'Caminho Livre' prevê a diminuição do fluxo de veículos que convergem para a Lagoa, além da remoção do tráfego no anel interno, que seria destinado apenas para ônibus. Os demais veículos passariam pelo anel externo. Um ano após o anúncio, nada foi feito e o trânsito na Lagoa, principalmente na hora do rush continua caótico, com vias congestionadas e motoristas estressados.
Conforme explicou o superintendente Nilton Pereira, da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), a parte de estudos já foi concluída, e que a execução é de responsabilidade da Seinfra.
“O que cabia à nossa pasta já foi feito, agora é com a Seinfra, que precisa licitar e executar a obra”, declarou. Por sua vez, o secretário Marcelo Cavalcanti, da Seinfra, disse que recebeu o projeto, mas que ainda não há previsão para concretizá-lo.
O trânsito é apenas um dos pontos a serem resolvidos na Lagoa. A estrutura precária, com calçadas esburacadas e grades quebradas é outro motivo de reclamação entre comerciantes e a população em geral. “Acho que deveriam fazer uma obra aqui na Lagoa, porque a gente percebe um local abandonado, sem cuidado nenhum”, disse o comerciante André Pereira, que há dez anos vende óculos de sol na Lagoa.
A manicure Jaqueline Santiago, que trabalha em um salão de beleza nas proximidades, também lamenta as condições estruturais do local. “Parece que a Lagoa é um problema sem solução. Muito se discute, mas nada é feito, nem acredito mais que um dia isso vai mudar”, declarou. As calçadas quebradas acabam sendo um problema ainda maior para quem tem alguma dificuldade de locomoção.
O presidente da Associação dos Comerciantes e Ambulantes da Lagoa, Juarez Pereira, reclamou da precariedade da estrutura.
Disse ainda que a associação tenta, junto à prefeitura, uma solução, mas que por enquanto nada foi realizado. “A associação fez alguns reparos nas calçadas, mas foi apenas um paliativo”, frisou.



sábado, 23 de junho de 2012

Defesa Civil interdita barreira do Cabo Branco

Área interditada corresponde ao trecho entre a Ponta do Seixas e a Praça de Iemanjá; bloqueio é uma forma de prevenir deslizamentos.




Kleide Teixeira
Segundo a Defesa Civil, o trecho ficará interditado até o início das obras de intervenção na barreira


A Coordenadoria Municipal da Defesa Civil (Comdec) e a Secretaria de Infraestrutura de João Pessoa (Seinfra) interditam na manhã de hoje a barreira do Cabo Branco, entre a Ponta do Seixas e a Praça de Iemanjá. O local foi vistoriado ontem pelas equipes dos dois órgãos e o bloqueio acontece hoje de forma preventiva, para evitar deslizamentos.

Segundo a Comdec, o trecho ficará interditado até o início das obras de intervenção na barreira, que estão dentro do planejamento municipal, mas ainda não há data para serem executadas. O coordenador da Defesa Civil, Noé Estrela, alertou que a população deve evitar trafegar no pé da barreira – sobretudo neste período chuvoso.

Além da barreira do Cabo Branco, as equipes do Comdec e da Seinfra visitaram ontem comunidades no bairro dos Novais, São José, Tito Silva (no Miramar), entre outras – a fim de verificar a situação dos moradores em meio às chuvas.


OBRAS DE CONTENÇÃO
No fim do mês de maio a Prefeitura de João Pessoa conseguiu a licença ambiental que permite a instalação do projeto de contenção da erosão na barreira do Cabo Branco. A autorização foi concedida durante reunião ordinária do Conselho de Proteção Ambiental (Copam), órgão vinculado ao Governo do Estado. Com a licença ambiental, o governo municipal poderá apresentar o projeto à Caixa Econômica Federal (CEF) e solicitar os recursos de R$ 6 milhões para dar início às obras. A previsão da Secretaria de Planejamento de João Pessoa é iniciar os trabalhos em 2013.



quinta-feira, 21 de junho de 2012

Defesa Civil permanece monitorando áreas de risco mesmo após as chuvas em JP

20/06/12 - 18:12 

Desde a madrugada de ontem, PMJP monitora comunidades ribeirinhas e pontos de alagamento que podem oferecer riscos a população

As chuvas cessaram e a Coordenadoria da Defesa Civil divulgou boletim na tarde desta quarta-feira (20) informando que as ações emergenciais já foram controladas, mas que o órgão continua monitorando as áreas de risco na cidade de João Pessoa. As águas do Rio Jaguaribe ainda estão com o nível acima do normal, mas devem diminuir nas próximas horas. A previsão da Agência Executiva de Gestão de Águas do Estado da Paraíba (Aesa) é que não ocorram mais chuvas até o fim do dia.

Desde a madrugada de terça-feira (19), a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) monitora comunidades ribeirinhas e pontos de alagamento que podem oferecer riscos a população. Foram vistoriadas áreas no Timbó (Bancários), São Rafael (Castelo Branco), Comunidade do ‘S’, no Baixo Roger, Saturnino de Brito (Varadouro), São José, entre outras.

Segundo o coordenador da Defesa Civil, Noé Estrela, os estragos poderiam ter sido maiores se não fosse o Plano de Contingência realizado pela prefeitura previamente. “Nós realizamos um trabalho preventivo muito forte nas comunidades de João Pessoa que evitou o maior prejuízo para a população”, disse.

Famílias  - Até a noite dessa terça-feira (19), 160 pessoas das comunidades São José, Timbó e Saturnino de Brito foram removidas de suas moradias para abrigos provisórios nas escolas municipais Nazinha Barbosa (Manaíra), Alice Carneiro (Manaíra), Damásio Franca (Saturnino de Brito), igreja Menino Jesus de Praga (Bancários) e Centro de Referência da Cidadania (Bancários).

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Município (Sedes) está realizando o trabalho de assistência oferecendo os cuidados básicos como o local para repousarem, cesta básica, assistência médica, colchões e cobertores.

Previsão – De acordo com Carmen Decker, metereologista da Aesa, não há previsão de chuvas para esta quarta-feira, mas podem ocorrer chuvas eventuais nos próximos dois dias. “Existe uma tendência de retorno das chuvas nestas quinta e sexta-feira, de forma moderada”, afirmou. Ela acrescentou que até hoje já choveu mais do que o esperado para todo o mês de junho. “Estávamos esperando uma precipitação de 301 mm e já choveu o equivalente a 378,5 mm”, detalhou.

24 horas - Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil através do número 0800-285-9020, disponível 24 horas todos os dias da semana. A chamada é gratuita. Além da Defesa Civil, estão participando das operações a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e Superintendência de Mobilidade Urbana (Semob).

Da Redação (com Assessoria)
WSCOM Online

 Fonte

Prefeitura intensifica ações para minimizar estragos das chuvas, na PB

20/06/2012 17h11 - Atualizado em 20/06/2012 17h11

Seinfra mobilizou equipes para desobstruir galerias em vários bairros.
Emlur realiza limpeza em áreas ribeirinhas. 

Do G1 PB
 
Máquina ajudou na limpeza do Rio Jaguaribe (Foto: Divulgação/Emlur)
Máquina ajudou na limpeza do Rio Jaguaribe
(Foto: Divulgação/Emlur)
Nesta quarta-feira (20) começou oficialmente o inverno no Brasil e após as fortes chuvas dos últimos dias, a prefeitura de João Pessoa mobilizou equipes da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) e da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) para tomar precauções para que o lixo deixado nas ruas da cidade não cause mais transtornos aos moradores e intensificar a manutenção dos locais mais afetados pelas chuvas desta última terça-feira (19).
Além do trabalho nos bairros, a Emlur está mantendo equipes no Parque Sólon de Lucena, no Centro, após o transbordamento na última terça-feira (19). Do mesmo modo, ações estão sendo feitas nas áreas ribeirinhas da cidade, como na avenida Tito Silva, em Miramar, onde os funcionários estão utilizando uma máquina para limpar as marges do Rio Jaguaribe.
“Estamos trabalhando de forma preventiva para que o rio possa fluir normalmente, até porque temos a previsão de mais chuvas para o litoral paraibano”, destacou o diretor de Operações da Emlur, Francisco Lucas.
O bairro São José, que está com uma de suas vias interrompidas após as chuvas, entrou no foco da Emlur, que pela manhã enviou uma equipe para trabalhar na limpeza da “ponte do meio”, também para permitir a passagem das águas do rio.

Seinfra procurou desobstruir galerias da cidade (Foto: Divulgação/Seinfra)
Seinfra procurou desobstruir galerias da cidade
(Foto: Divulgação/Seinfra)
Já a Seinfra prontificou equipes nos bairros Funcionários I, Jardim Guaíba, João Paulo II, Manaíra, Miramar, Castelo Branco, Jardim Cidade Universitária, Bairro dos Novais, Colinas do Sul II e Cidade Verde.
Além do apoio na limpeza do Rio Jaguaribe, a prioridade da Seinfra é na desobstrução de galerias e bocas de lobo em vários pontos da cidade, usando até bombas de sucção para a retirada do excesso de água em locais alagados.

Emergências
Para entrar em contato com a Emlur, o órgão disponibiliza o Serviço de Atendimento ao Cidadão, no telefone 0800 083 2425, sendo possível solicitar informações, emitir sugestões ou reclamações.
  
Fonte