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sábado, 7 de outubro de 2017

PB tem cinco praias impróprias para banho e ondas vão de 0,1 m a 2,6 m

João Pessoa, Cabedelo, Baía da Traição e Pitimbu têm praias impróprias, diz Sudema. 
Por G1 PB
Praia da Penha, João Pessoa (Foto: Gabriel Costa/G1/Arquivo)
Praia da Penha, João Pessoa (Foto: Gabriel Costa/G1/Arquivo)
Marés
Às 11h08 deste sábado (7) a maré deve chegar a 0,1 m, segundo o Banco Nacional de Dados Oceanográficos (BNDO), o que se repete às 23h30. As marés altas vão ser às 5h04 e às 17h24, chegando a 2,6 m e 2,5 m respectivamente. No domingo (8), a maré mais baixa é às 11h51 com 0,2 m. As mais altas do dia são às 5h47 e 18h06, ambas com 2,5 m.

Praias próprias para o banho

Mataraca
  • todas
Baía da Traição
  • Camaratuba
  • Cardosas
  • Giz Branco
  • Baía da Traição
  • Trincheira
Rio Tinto
  • todas
Lucena
  • todas
Cabedelo
  • Miramar
  • Mato
  • Formosa
  • Areia Dourada
  • Camboinha
  • Poço
  • Ponta de Campina
  • Intermares
João Pessoa
  • Bessa I e II
  • Caribessa
  • Tambaú
  • Cabo Branco
  • Seixas
  • Jacarapé
  • Arraial
  • Camurupim
  • Barra de Gramame
Conde
  • Jacumã
  • Carapibus
  • Tabatinga
  • Coqueirinho
  • Tambaba
  • Barra do Graú
Pitimbu
  • Bela
  • Barra do Abiaí
  • Pitimbu
  • Guarita
  • Azul
  • Coqueiros
  • Acaú/Pontinha
Praias impróprias para o banho
Cabedelo
  • Jacaré - à esquerda do estuário do rio Paraíba;
João Pessoa
  • Manaíra - em toda sua extensão - e Penha;
Conde
  • Amor - nas proximidades da desembocadura do Rio Gurugi
Baía da Traição
  • Praia do Forte
Pitimbu
  • Praia do Maceió - às margens da desembocadura do Rio Engenho Velho

Fonte

sábado, 30 de setembro de 2017

PB tem cinco praias impróprias e 44 excelentes para banho neste fim de semana, diz Sudema

Maré vai chegar a 1,8m às 12h49, céu deve ficar parcialmente nublado e radiação solar deve chegar ao extremo. 
Por G1 Paraíba

Praia do Bessa é uma das consideradas excelentes; céu deve ficar parcialmente dublado neste sábado (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Praia do Bessa é uma das consideradas excelentes; céu deve ficar parcialmente dublado
neste sábado (Foto: Krystine Carneiro/G1)

Cinco praias estão impróprias para banho neste fim de semana na Paraíba, mas outras 44 foram consideradas com excelente condição de balneabilidade pela Sudema, de acordo com o relatório publicado na sexta-feira (29). As outras sete praias do litoral foram consideradas em condição muito boa ou satisfatória. 

A maré mais baixa deste sábado (30) vai ser registrada às 6h32 e às 18h51, ambos os horários com 0,8m, segundo dados da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). Às 12h49, a maré deve chegar ao seu máximo no dia, com 1,8m. O céu deve ficar entre parcialmente nublado a claro em todo o litoral paraibano e a temperatura deve variar entre 22°C e 29°C. E o Índice de Radiação Ultravioleta (IUV) nas cidades do litoral deve chegar 12, considerado extremo, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Praias consideradas excelentes para o banho
  • Mataraca - todas
  • Baía da Traição - todas
  • Rio Tinto - todas
  • Lucena - todas
  • Cabedelo - Miramar, Formosa, Camboinha, Ponta de Campina e Intermares
  • João Pessoa - Bessa II, Tambaú, Busto de Tamandaré, Penha, Jacarapé, Arraial, Camurupim, Barra de Gramame
  • Conde - Jacumã, Carapibus, Tabatinga, Coqueirinho, Tambaba, Barra do Graú
  • Pitimbu - Bela, Abiaí, Guarita, Azul, Coqueiros, Acaú/Pontinha
Praias impróprias para o banho
  • Cabedelo
  • Jacaré - à esquerda do estuário do rio Paraíb
  • João Pessoa
  • Manaíra - em toda sua extensão
  • Conde
  • Amor - nas proximidades da desembocadura do Rio Gurugi
  • Jacumã - 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Maceió de Jacumã
  • Pitimbu
  • Maceió - 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho Engenho Velho
Tábua de marés
  • 0h - 1,8m
  • 6h32 - 0,8m
  • 12h49 - 1,8m
  • 18h51 - 0,8m




sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

São João do Tigre está entre municípios que mais conservam a Mata Atlântica







De acordo com os dados, a cidade com maior desmatamento foi Matacara, que fica no Litoral Norte paraibano, a 105 km de João Pessoa, onde foram desmatados 49 hectares de restinga. Os municípios de Baía da Traição, Mataraca, Jacaraú e Itabaiana são os que mais desmataram áreas de Mata Atlântica entre os anos de 2014 e 2015 na Paraíba. Os dados fazem parte do Atlas dos Municípios da Mata Atlântica, um estudo elaborado pela Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE). Os dados mostram que juntos, esses municípios foram responsáveis pela perda de 60 hectares de Mata Atlântica, área equivalente a 64 campos de futebol. 
 
De acordo com os dados, a cidade com maior desmatamento foi Mataraca, que fica no Litoral Norte paraibano, a 85 km de João Pessoa, onde foram desmatados 49 hectares de restinga. Em Baía da Traição, também no Litoral Norte, a 90 km de João Pessoa, desmatamento de sete hectares de mata.
Em Jacaraú, também no Litoral Norte, a 97 km de João Pessoa, a diminuição da Mata Atlântica foi em três hectares de mata. Já em Itabaiana, no Agreste paraibano, a 92 km de João Pessoa, o desmatamento foi de 1 hectare de mata.

Ainda segundo os dados, os municípios de São Sebastião do Umbuzeiro, Cabedelo, São João do Tigre e Bayeux são os quatro que mais conservam as áreas de Mata Atlântica, com, respectivamente, 67%, 32,8%, 32,2% e 28% das suas áreas naturais preservadas.

Questionada pelo Portal Correio sobre os dados do estudo, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente na Paraíba (Sudema) afirmou que as áreas de Mata Atlântica em Baía da Traição e Mataraca são reservas indígenas, por isso são de responsabilidade do governo federal.

“A Sudema esclarece que as áreas de Mata Atlântica, localizadas nos municípios de Mataraca e Baía da Traição são reservas indígenas, sendo de competência dos órgãos ambientais federais a sua fiscalização. Dentro de João Pessoa, contamos com quatro Unidades de Conservação (UC) e em outras áreas do Estado, temos mais seis UC, isso representa cerca de 20.304,60 hectares protegidos, locais que sequer foram citados no relatório. Com isso, a Sudema pede à população que denuncie qualquer crime ambiental, que por ventura seja presenciado”, declarou a Sudema.

Procurado pelo Portal Correio, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão federal responsável pela fiscalização e combate ao desmatamento, afirmou que conta com 20 agentes ambientais para fiscalizações em toda a Paraíba, e considera o número como “suficiente”.

Ainda segundo o Ibama, a Paraíba é considerada estado com nível de desmatamento ‘zero’, que é quando o desflorestamento é de menos do que 100 hectares por ano.

“O Ibama acompanha os dados referente ao desmatamento do Bioma Mata Atlântica. São realizadas ações fiscalizatórias periódicas e constantes, bem como o monitoramento através de imagem de satélite e acompanhamento do número de focos de calor, que indicam o uso de fogo na área”, afirmou o Ibama.

Questionado sobre a fiscalização nas áreas desmatadas, o órgão afirmou que grande parte desse desmatamento está situado nos municípios abrangidos pela Terra Indígena Potiguara, assim o Ibama tem intensificado a fiscalização nesses municípios, buscando coibir a exploração do carvão e o avanço do cultivo da cana-de-açúcar.

Fonte

sábado, 11 de abril de 2015

Projeto Orla desenvolve ações em Pitimbu, no Litoral Sul da Paraíba

11/04/2015 16h06 - Atualizado em 11/04/2015 16h06 

Oficinas para construção do Plano de Gestão aconteceram em janeiro.
Ações sobre ocupações irregulares já foram realizadas.
 
Do G1 PB
  
Praia de Pitimbu (Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba)
Município de Pitimbu aderiu ao Projeto Orla em 2014 (Foto: Francisco
França/Jornal da Paraíba)
Completando 11 anos de atuação, o Projeto Orla continua em andamento e neste início de 2015 está atuando no município de Pitimbu, Litoral Sul da Paraíba. A cidade já recebeu as oficinas com representantes do projeto e agora planeja as mudanças que vão ser feitas nas próximas etapas.

O projeto nacional de ordenamento dos espaços litorâneos sob domínio da União “permite a discussão, planejamento e execução de ações que visem a solução de conflitos de interesses quanto ao uso, forma e destinação dessas áreas de forma participativa e transparente”, como explica a gerente Sandra de Freitas Figueiredo, da Gerência Regional do Patrimônio da União na Paraíba (SPU-PB).

Em Pitimbu, que aderiu ao projeto no início de 2014, as atividades começaram no dia 19 de janeiro deste ano. Na ocasião, foi realizada uma oficina técnica de construção do Plano de Gestão, realizando os primeiros levantamentos sobre os problemas sociais e de infraestrutura existentes na orla da cidade. Esse trabalho de percepção deve ser concluído em abril.
 
De início, já foram desencadeadas algumas ações da agenda paralela em parceria com a Sudema e a Prefeitura Municipal, sobre ocupações irregulares em Praia Bela, problemática dos resíduos sólidos ao longo de toda a orla e em especial em Pontinha. Ao término da produção do Plano de Gestão, diversos projetos de reordenamento serão debatidos e aprovados em um comitê criado com os representantes da sociedade civil e dos setores públicos do município de Pitimbu, além dos integrantes da SPU. Só então, as ações e obras serão iniciadas.
 
Praia de Pitimbu recebe ações do Projeto Orla (Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba)
Praia de Pitimbu recebe ações do Projeto Orla (Foto: Francisco França/
Jornal da Paraíba)
 
Sandra relata que a crescente demanda de ocupação das áreas costeiras pelo mercado imobiliário e de exploração de seus recursos para a expansão do turismo, e de outras atividades econômicas, representa risco ao ordenamento desses espaços do ponto de vista da sua sustentabilidade socioambiental.
 
A gestora esplica que o planejamento integrado e participativo das zonas costeiras torna-se foco de instrumentos institucionais voltados para a construção de ambientes de interação e parceria entre os diferentes setores da sociedade e, para a negociação dos diversos interesses incidentes. "Com esse objetivo foi criado o 'Projeto Orla', que se constitui em uma importante política de gestão participativa dos espaços litorâneos brasileiros, conduzida em torno do planejamento e da mediação de conflitos”, explica a gerente da SPU-PB.
 
No Paraíba, desde 2004, já aderiram sete dos nove municípios situados no litoral: João Pessoa, Cabedelo, Conde, Lucena, Mataraca e Baía da Traição, estando esse último em fase de conclusão. O Município de Pitimbu está iniciando os trabalhos, enquanto que Rio Tinto e Marcação ainda não se inscreveram no projeto.
 
Segundo o superintendente do Ideme, Otávio Mendonça, em João Pessoa e na praia de Coqueirinho, no município do Conde, “é possível visualizar as mudanças positivas no processo de reurbanização da orla marítima, que foram concebidas sob a ótica do Plano de Gestão Integrada, produzido pelo Projeto Orla”.

Como aderir ao projeto orla?
Os municípios interessados em aderir ao projeto podem obter a ficha de adesão pela internet, ou solicitá-la diretamente à Coordenação de Gerenciamento Costeiro no respectivo órgão ambiental estadual ou na Gerência Regional do Patrimônio da União. Uma vez preenchida, deve ser encaminhada, pela prefeitura, à Coordenação Estadual do Projeto, para análise e definição de uma agenda de trabalho.


 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

No CaririI: São José da Batalha é o berço da turmalina azul

Pedra chega a custar US$ 50 mil por grama

Localizado no Cariri paraibano, o Distrito de São José da Batalha é o berço da uma das pedras mais belas e cobiçadas do mundo – a Turmalina Paraíba. De um azul intenso, a pedra registra cotação superior a dos diamantes por sua raridade, chegando a custar US$ 50 mil por grama.

Grifes como Dior, Tiffany e H.Stern chegaram a vender jóias de até R$ 3,07 milhões com apenas uma turmalina. Embora a pedra seja tida como escassa em São José da Batalha, a possibilidade de encontrar novas jazidas alimenta o sonho de muitos garimpeiros na região e é confirmada pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).

A Turmalina Paraíba, também chamada de turmalina azul, foi encontrada pela primeira vez há cerca de 25 anos. Seu descobridor, o mineiro Heitor Barbosa, é um dos detentores da lavra de São José da Batalha, juntamente com familiares do deputado João Henrique. Após a descoberta, a intensidade do azul apresentado pelas Turmalina Paraíba conquistou o mercado internacional, virando modismo principalmente na Europa. A raridade, cor e brilho da pedra são os principais responsáveis por sua alta cotação, de acordo com a Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais da Paraíba (CRDM).

“A coloração incandescente e única deve-se a uma combinação de traços de cobre e manganês na estrutura cristalina deste mineral, tornando-se de um tipo de azul único encontrado por aqui”, afirma o diretor-presidente da CDRM, Geraldo Nobre. Hoje, no entanto, a mina de São José da Batalha está em fase de exaustão e a exploração está praticamente paralisada, conforme CRDM. Mas para o superintendente substituto do DNPM, José Toledo, há chances de haver jazidas inexploradas por conta da existência irregular de pegmatitos – rocha que é fonte da turmalina –, na região.

“A ocorrência de gemas preciosas em rochas pegmatíticas é errática e teoricamente não há como afirmar em ‘reservas esgotadas’. Se os pegmatitos existem, e ocupam uma grande região entre a Paraíba e o Rio Grande do Norte, existe sempre a possibilidade de se encontrar gemas preciosas. Esta é a eterna esperança que move o garimpeiro”, afirma José Toledo.

Enquanto as novas jazidas não são descobertas, os mineradores buscam alternativas na Paraíba. Segundo a CDRM, a exploração dos pegmatitos da meso região do Seridó paraibano, está voltada atualmente para a extração de quartzo, feldspato e mica (minérios industriais). “A extração de metais e de gemas (principalmente nióbio, tântalo, estanho, águas marinhas e turmalinas), fica como uma atividade secundária”, explica o diretor-presidente da Companhia.

Outras gemas preciosas, incluindo variedades de turmalinas são também encontradas na Paraíba como água marinha, ametista e quartzo róseo.

Das dunas de Mataraca, no litoral paraibano, sai a maior produção de rutilo e ilmenita – minerais aplicados na fabricação de tintas – do país. A multinacional Millennium Mineração Ltda é responsável pela extração do minério do grupo Cristal Global no Brasil. A mina, cuja produção de ilmenita foi iniciada em 1983, é explorada sem causar danos à natureza, segundo o diretor de operações da CRDM, José João Correia de Oliveira.

“Antes da descoberta desta mina, o Brasil importava este produto da Austrália. Agora, a multinacional manda estes minérios para a Bahia onde é processado junto às fábricas de tinta, abastecendo o mercado brasileiro”, informou o diretor de operações. Oliveira destaca ainda a produção de cimento paraibana, que é uma das maiores do Nordeste e está concentrada em João Pessoa, Bayeux e Caaporã. “Também produzimos a bentonita, que é utilizada na perfuração de poços de Petróleo, tendo a Petrobras como principal compradora”, destaca.

O diretor lembra que a existência de ouro em Princesa Isabel, onde uma tonelada e meia foi medida há 30 anos, ainda desperta interesses fora da Paraíba. “Este ouro era superficial, os garimpeiros foram tirando e chegaram a uma profundidade tal, que agora só é possível explorar através de sondagens. E existem várias empresas interessadas na área, uma delas é da Bahia”, revelou.

Outra grande variedade de minérios é destacada pelo superintendente substituto do DNPM, José Toledo. “A Paraíba produz argilas para a indústria cerâmica, bem como vermiculita e rochas ornamentais exóticas de grande aceitação no mercado. Além disso, pesquisas de minério de ferro vem sendo realizadas em diversos municípios paraibanos. Nos últimos cinco anos, com o aumento desta commodity no mercado internacional, o numero de áreas requeridas vem aumentado significativamente”, afirmou.

Diante de tantas potencialidades, Toledo lamenta a insuficiência de estudos que poderiam contribuir com o desenvolvimento do setor. “A economia mineral da Paraíba carece de maiores estudos para que possa apresentar dados atualizados, e acabar com a clandestinidade, bem como com as lavras ilegais o que somente beneficia os grandes consumidores, prejudicando o trabalhador”, afirma.
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terça-feira, 27 de março de 2012

Programa orienta alunos em Mataraca

terça-feira, 27/03/2012
 
Lucilene Meireles

Na quarta matéria da série Sustentabilidade, vamos mostrar que órgãos públicos, Organizações Não Governamentais e a iniciativa privada caminham de mãos dadas na busca de um mundo melhor para todos. Seja através de ações práticas, trabalho educativo ou chamando a atenção da comunidade, eles tornaram-se parceiros num objetivo que é de interesse universal: conservar o ambiente em que vivemos.

Integrantes do Programa de Educação Ambiental realizado na Base de Pesquisas Ambientais da Millenium Inorganic Chemical Mineração Ltda. (Mina) - responsável pela extração do minério de titânio do Grupo Cristal Global no Brasil, no município paraibano de Mataraca, promovem encontros entre estudantes até o 6º ano do ensino fundamental, professores e moradores de comunidades próximas para falar sobre preservação. Eles aprendem ainda sobre gerenciamento de resíduos sólidos e a fazer o uso consciente da água. Além da discussão sobre o tema, eles recebem informações sobre a fauna e a flora local durante as trilhas ecológicas. A área de proteção ambiental da Mina já contou com a visita de mais de 6.797 estudantes e 597 professores. O programa foi iniciado em 1996. As cidades de Rio Tinto e Mamanguape também participam do projeto.

O chefe de Meio Ambienta e Laboratório da Mina, Virgílio Gadelha Pinto, diz que a empresa trabalha com a gestão ambiental e cultura organizacional. “Seguimos uma política de que todos os integrantes do grupo têm que ter essa cultura. Um dos pontos de destaque é que a comunidade de influência direta da operação tem demonstrado que este trabalho tem sido muito válido. As pessoas têm se tornado divulgadoras do que aprendem conosco. Temos a comunidade como parceira”, completa.

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