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terça-feira, 18 de junho de 2013

Venda de lenha para fogueira é fiscalizada em JP e interior

A fim de evitar o comércio ilegal de espécies nativas, órgãos ambientais fiscalizam a venda de lenha para fogueiras.



Ilustração
Vendedores de lenha deverão fazer cadastro junto à Sudema
Faltando uma semana para os festejos de São João, em João Pessoa já é possível encontrar vários pontos de comercialização de lenhas para a montagem de fogueiras. Em virtude disto, órgãos ambientais já fiscalizam, deste o início do mês, a comercialização de lenha, a fim de evitar que espécies nativas sejam vendidas, o que é ilegal. Aquele que tiver interesse em ofertar o produto à população terá que se cadastrar na Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), pois caso seja flagrado sem a autorização do órgão, o vendedor poderá ser punido até penalmente.
 
De acordo com o chefe de Fiscalização do Batalhão de Polícia Ambiental e da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), major Luiz Tibério, existem 15 fiscais da Sudema realizando as fiscalizações em várias regiões do Estado, como na capital, no interior e Alto Sertão, que acontecem o apoio do Batalhão de Polícia Ambiental.
 
Major Luiz Tibério ressaltou que as pessoas que desejam trabalhar com a venda de lenha devem procurar a Sudema e oficializar a atividade. “Essas pessoas devem se deslocar até o órgão solicitando a autorização e aí, uma equipe técnica da Divisão de Floresta vai verificar se a espécie da lenha, a qual será comercializada, é legal para a atividade. Só então essas pessoas recebem a autorização para comercializar o produto”, explicou.
 
No entanto, quem descumprir a orientação será punido, conforme disse o major Luiz Tibério. “O vendedor que não for cadastrado na Sudema e for flagrado comercializando a lenha ilegalmente, pode ter o material apreendido, terá que pagar uma multa de R$ 300 por unidade ou fração, além da punição penal, que é de seis meses a um ano de detenção”, afirmou.
 
O vendedor José dos Santos tomou conhecimento que em anos anteriores alguns colegas que tentaram comercializar lenha, sem ter a autorização da Sudema, foram punidos, e, por esse motivo, buscou o órgão antes de começar a atividade. “Eu já sabia que não podia vender sem o órgão autorizar, então providenciei logo para não perder tempo e nem me prejudicar depois. Eu acho bom que tenha essas fiscalizações, porque a gente faz de tudo para trabalhar certo, não é? E por outro lado tem uns que querem se dar bem às custas dos outros”, declarou.
 
Além das fiscalizações do comércio de lenha, os fiscais da Sudema e do Batalhão de Polícia Ambiental também orientam a população sobre os locais que as fogueiras são proibidas de serem acesas.
 
“As fogueiras não devem ser acesas próximo de vegetações e árvores, abaixo de fiações elétricas e próximo de unidades hospitalares”, recomendou major Luiz Tibério. “Em Campina Grande, ainda existe outra ressalva, pois o Código Ambiental Municipal proíbe que fogueiras sejam acesas no asfalto, a menos 200 metros de estabelecimentos públicos ou particulares de uso coletivo, como igrejas, bares, restaurantes, creches e escolas, e ainda dos locais citados anteriormente, que são válidos para qualquer região do Estado”, completou.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Sudema fiscaliza venda de lenha na PB e orienta quem acende fogueiras


12/06/2013 18h25 - Atualizado em 12/06/2013 18h25 

Fogueiras não podem ser acesas embaixo de árvores ou fios elétricos.
Comércio de madeira de espécies nativas é proibido.
 
Do G1 PB com TV Cabo Branco


 
 
A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) está fiscalizando a venda de lenha na Paraíba neste período junino. Segundo o chefe do setor de Fiscalização do órgão, o major Luiz Tibério, quem quiser vender madeira tem que procurar a Sudema e solicitar a autorização.

Podem ser comercializadas espécies exóticas, a exemplo do eucalipto, e árvores frutíferas. As espécies proibidas são as nativas, como a massaranduba e o ipê, conforme explicou o major Tibério. Quem for flagrado fazendo esse comércio ilegal terá que pagar uma multa de R$ 300 por unidade ou fração e pode ser preso por um período de seis meses a um ano.

As fiscalizações já se iniciaram tanto em João Pessoa quanto no interior da Paraíba, inclusive em Campina Grande. Participam da fiscalização 15 fiscais da Sudema com apoio do Batalhão de Polícia Ambiental em todo o estado.

Para esta véspera de Santo Antônio, o major Tibério orienta que quem for festejar não acenda fogueiras embaixo de árvores, de fios elétricos ou perto de unidades hospitalares e de vegetação. O Código Ambiental de Campina Grande proíbe que fogueiras sejam acesas no asfalto, a 200 metros de estabelecimentos públicos ou particulares de uso coletivo e embaixo de árvore e fiação elétrica.



 

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sudema em CG alerta vendedores

Fiscais do órgão realizaram uma fiscalização nos locais, na tentativa de encontrar espécies sendo comercializadas de forma irregular. 

Publicado em 14/06/2012 às 08h00 

As tradicionais fogueiras de São João fazem parte do calendário e da cultura popular, mas elas também deixam um saldo negativo para a natureza. Estimativas da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) revelam que os 11 pontos autorizados de venda de lenha nesse período do ano em Campina Grande comercializam cerca de 165 toneladas de madeira, que são retiradas e jamais retornam ao Meio Ambiente.

Ontem, fiscais do órgão realizaram uma fiscalização nos locais, na tentativa de encontrar espécies sendo comercializadas de forma irregular. Pontos de venda em bairros como Malvinas, Cruzeiro, Bodocongó, Alto Branco e Centenário foram vistoriados. Cada um dos locais, segundo a Sudema, chega a vender durante o ano aproximadamente 15 toneladas de madeira.

Segundo o coordenador da Sudema na cidade, Roberto Almeida, nenhuma anormalidade foi registrada. “Devido a um trabalho de alerta, os comerciantes estão um pouco mais conscientes do que podem vender”, assinalou,

“Há dez anos havia cerca de 50 pontos de venda e hoje o número foi reduzido para 11 locais. A Sudema não tem a intenção de proibir a formação das fogueiras, porque isso faz parte da cultura.

O que queremos é conscientizar a população sobre os riscos que o grande número dessas fogueiras causam, tanto à saúde, quanto ao meio ambiente, provocando o desmatamento”, reiterou. Ele lembrou que as fiscalizações deverão continuar até o fim das festas juninas. E se encontradas irregularidades, os proprietários serão notificados e poderão responder criminalmente.



Em período junino, Sudema fiscaliza venda ilegal de lenha na Paraíba

14/06/2012 08h05 - Atualizado em 14/06/2012 08h05
 
Ações acontecem diariamente em pontos estratégicos do estado. 
Vender lenha sem licença é crime e pena vai de seis meses a um ano.
 
Do G1 PB
 
No período junino, cresce a venda ilegal de lenha para fogueiras. Com isso, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) está usando equipes para reforçar a fiscalização. As ações estão sendo feitas diariamente em pontos considerados estratégicos para a venda de lenha em João Pessoa e no interior do estado.

A Sudema informou que duas checagens são feitas. A primeira é se o comerciante tem autorização da própria Sudema para a venda da lenha. A segunda é uma análise da espécie da lenha, se ela foi extraída de árvores frutíferas, exóticas ou nativas. Caso a lenha seja de árvore nativa, o comerciante é autuado em flagrante e a lenha é apreendida.
  A lenha permitida para a venda é a originária de qualquer árvore frutífera e das árvores exóticas como, algaroba e eucalipto. Já a lenha retirada de árvores da espécie jurema e marmeleiro é considerada ilegal e tem sua venda proibida, por significar desmatamento de áreas de florestas brasileiras.

Vender produtor de origem vegeta, sem licença, é crime e está enquadrado em duas leis, de crimes administrativos, com multa de R$ 300 por unidade ou metro cúbico, e de crimes ambientais, em que a pena prevê detenção de seis meses a um ano, além da multa no mesmo valor da aplicada por crime administrativo.

A Sudema indica ao consumidor que solicite ao vendedor a autorização de venda, e orienta que as fogueiras não sejam feitas sobre asfalto, embaixo de árvores e da rede elétrica, como também deve ser respeitada a distância mínima de 200 metros de escolas, hospitais e parques.

Qualquer denúncia de venda ilegal de lenha pode ser realizada através dos telefones: 3218-5591/8839-1909 (Sudema), 3218-7222 ou 3218-7246 (Batalhão Ambiental) e 0800-61-8080 (Linha Verde/Ibama).

Fonte



Sudema fiscaliza locais que vendem lenha para fogueira na Paraíba

14/06/2012 10h08 - Atualizado em 14/06/2012 12h26

Onze pontos que vendem madeira foram inspecionados em Campina.
Estabelecimentos podem ser multados em até R$ 50 mil por irregularidades.
 
Do G1 PB com TV Paraíba
 

A tradição das fogueiras na época das festas juninas faz parte da cultura nordestina, mas os órgãos ambientais estão preocupados com o saldo negativo para a natureza dessa prática. Por isso, uma fiscalização foi realizada na tarde da quarta-feira (13) em pontos que comercializam lenha na cidade de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, onde é realizada uma grande festa de São João.

Agentes da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e da Associação de Proteção Ambiental (Apam), com o apoio da Força Florestal e da Polícia Ambiental, vistoriaram os onze locais em que a madeira é comercializada em buscas de irregularidades.
 
Pontos em bairros como Malvinas, Cruzeiro, Bodocongó, Alto Branco e Centenário foram fiscalizados, mas segundo a Sudema nenhuma anormalidade foi encontrada nos estabelecimentos que vendem a lenha. Os comerciantes receberam folhetos que devem ser entregues aos consumidores no momento da compra. São informações sobre a forma correta e segura de queimar a fogueira.

Para exercer a atividade comercial, é preciso fazer um cadastro na Sudema e para isso é necessário receber antes uma guia no Ibama. Além disso, deverão ser apresentados documentos como o RG e CPF, assim como informar a superintendência onde será o local de venda. Só é permitido vender madeira de algaroba. O comércio de espécies nativas e sem cadastro é crime ambiental.

A Sudema estima que jeam comercializadas 165 toneladas de lenha neste mês em CG (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Devem ser comercializadas 165 toneladas de lenha
neste mês em CG (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
A estimativa da Sudema é de que sejam comercializadas 165 toneladas de madeira na cidade durante o período, e este total não retorna para o meio ambiente porque não há uma política de sustentabilidade nesses negócios. "O que queremos é conscientizar a população sobre os riscos que o grande número dessas fogueiras causam, tanto à saúde quanto ao meio ambiente, provocando o desmatamento", disse o técnico ambiental da Sudema, Roberto Almeida.
 
O trabalho começou no início do mês de junho, quando foi feito um alerta aos comerciantes. Nesta quarta, começaram as fiscalizações, que devem seguir até o fim do mês. Se encontradas irregularidades, os proprietários serão notificados e poderão responder criminalmente, além de pagar multa, que pode variar entre R$ 5 mil e R$ 50 mil, e ter a madeira apreendida. As fiscalizações foram iniciadas depois de uma solicitação do Ministério Público.

Fogueiras também são vistoriadas

Polícia Ambiental vai participar de fiscalizações das fogueiras juninas (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Polícia Ambiental vai participar de fiscalizações
das fogueiras juninas (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Mas não é somente a venda da lenha que será vigiada, pois as fogueiras estão sendo inspecionadas pelos órgãos e terão suas restrições, principalmente com relação ao local onde serão acesas. “É tradição acender fogueiras, mesmo a Paraíba estando em primeiro lugar no Brasil, em processo de desertificação, mas não queremos coibir esta prática cultural. A intenção é apenas alertar para os riscos e fazer com que seja festejada da forma correta”, disse Roberto. As fogueiras não podem ser acesas debaixo de árvores ou postes; a menos de 200 metros de logradouros públicos, como hospitais e escolas; além de manter distância do asfalto.



Fonte

 

domingo, 10 de junho de 2012

Caminhoneiro é preso com lenha

Caminhoneiro José Edjane Barbosa foi flagrado transportando nove metros cúbicos de lenha de mata atlântica, nas imediações do município de Alhandra, na região metropolitana de João Pessoa. 

Publicado em 09/06/2012 às 08h00
 

Na noite da última terça-feira, o caminhoneiro José Edjane Barbosa foi flagrado transportando nove metros cúbicos de lenha de mata atlântica, nas imediações do município de Alhandra, na região metropolitana de João Pessoa. De acordo com Luís Tibério, capitão do Batalhão da Polícia Ambiental, o flagra aconteceu próximo ao batalhão. “Ao ver o caminhão se aproximar, uma viatura fez a abordagem para saber a origem da lenha.

Como o proprietário do caminhão não apresentou autorização, foi autuado e teve o caminhão apreendido”, explicou o capitão.

O caminhão segue apreendido no Batalhão Ambiental. O caso foi encaminhado para a Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sudema). O acusado tem 20 dias para apresentar defesa e justificativa, que vão ser consideradas pelo setor jurídico da secretaria e, se favorável ao caminhoneiro, poderá liberar o caminhão. Mas, independente disso, José Edjane vai ter que pagar uma multa de R$ 2.700 pelo crime ambiental.

 
A infração também vai ser encaminhada para o Ministério Público, que levará a investigação para a Polícia Civil, responsável em apurar a parte criminal.