As notícias reproduzidas pelo blog Meio Ambiente da Paraíba têm o objetivo de oferecer um panorama do que é publicado diariamente sobre o meio ambiente da Paraíba e não representam o posicionamento dos compiladores. Organizações e pessoas citadas nessas matérias que considerem seu conteúdo prejudicial podem enviar notas de correção ou contra-argumentação para serem publicadas em espaço similar e com o mesmo destaque das notícias anteriormente veiculadas.
Gastos com a
compra de água para abastecimento chega até R$ 100 mil mensais em 39
municípios paraibanos, conforme pesquisa da CNM.
Luzia Santos Francisco FrançaLevantamento da CNM foi feito com base em informaçoes das companhias estaduais de saneamento e prefeituras
Na Paraíba, nove cidades estão em racionamento de água, 22 em colapso
total, sendo abastecidas por carros-pipa, e 131 municípios afetados pela
seca têm gastos mensais com compra de água. As informações integram a
pesquisa nacional sobre a seca divulgada ontem pela Confederação
Nacional dos Municípios (CNM).
De acordo com a CNM, o Nordeste brasileiro enfrenta em 2013 a maior
seca dos últimos 50 anos, com mais de 1.400 municípios afetados. A seca
deste ano já é pior do que a do ano passado, que também foi recorde.
Para mostrar essa realidade, a partir de amanhã o JORNAL DA PARAÍBA inicia uma série de reportagens sobre a seca no Estado.
O levantamento da CNM, com base em dados repassados pelas companhias
de abastecimento e saneamento estaduais e as prefeituras municipais, foi
realizado no período de 8 de abril a 2 de maio deste ano. Na Paraíba, a
Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) informou que os
mananciais que abastecem João Pessoa e cidades litorâneas não enfrentam
risco de falta de água, mas no interior do Estado, os reservatórios
ainda estão com nível de água baixo.
O presidente da Cagepa, Deusdete Queiroga, informou que na região do
Brejo, as chuvas que caíram desde o final de abril elevaram o nível de
água acumulado nos reservatórios, mas ainda não foi suficiente para
normalizar o abastecimento de água.
Em relação à decretação de situação de calamidade pública e de estado
de emergência, o estudo da CNM aponta que, nos últimos 10 anos, foram
reconhecidas 7.756 situações de emergência relacionadas à seca na
região Nordeste, sendo que a Bahia, com 1.306 portarias, Ceará, 1.386 e a
Paraíba, 1.235, são os Estados que mais se destacam em números de
portarias.
“Esses dados demonstram que desde 2003 os estados do Nordeste vêm
sofrendo cada vez mais com os danos causados pela seca prolongada e que
as soluções não chegam à mesma proporção dos estragos provocados”,
argumentou o presidente do CNM, Paulo Ziulkoski.
Dos 223 municípios paraibanos, a CNM conseguiu levantar dados de 163
cidades. Das localidades pesquisadas, 131 têm gastos mensais com compra
de água, sendo que 87 despendem até R$ 50 mil, 39 de R$ 50 mil a R$ 100
mil, 5 gastam acima de R$ 100 mil mensais. Outros 17 declararam não
comprar água. Entre os municípios que compram água, segundo o
levantamento da CNM, estão Borborema, Emas, Areia, Livramento, Sobrado,
Curral Velho, Malta e Jacaraú.
Sobre a distribuição de água, 93 dos entrevistados mostraram que são
realizadas pelo Exército Brasileiro, outros 69 responderam que a
distribuição é feita por serviço terceirizado e 52 indicaram outra forma
de distribuição.
Chama muito a atenção que, em 82 municípios pesquisados, a água
distribuída é exclusivamente para o consumo humano; em outros 50, 75% da
água é para o consumo humano e 25% para o consumo de animais. Por sua
vez, em 20 cidades, metade da água distribuída é para consumo humano e a
outra metade para os animais.
Para o presidente do CNM, Paulo Ziulkoski, o consenso é que a maneira
de conviver e enfrentar o fenômeno climático inevitável da seca só será
possível através de obras hídricas estruturadoras: barragens,
interligação de bacias a partir do São Francisco, infraestrutura para a
agricultura irrigada e gestão permanente da água.
O presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba
(Famup), Rubens (Buba) Germano, afirma que a seca aflige dezenas de
municípios paraibanos, matando animais e ameaçando a sobrevivência de
milhares de famílias. Além de provocar perdas nas lavouras e causar
prejuízo aos agricultores, compromete os reservatórios de água
resultando em sede, fome e na perda de rebanho, bem como em problemas de
risco à vida humana.
O presidente da Famup informou ainda que na próxima segunda-feira
será realizada uma sessão especial na Assembleia Legislativa do Estado
para discutir os problemas da seca. Na ocasião, os prefeitos farão um
ato em protesto à política adotada pelo governo federal em relação à
seca.
“Estamos cobrando uma maior atenção do governo federal sobre a
questão da seca, que deixou um rastro de destruição sem comparação na
história do Nordeste”, disse.
1.200 pescadores de 17 cidades se unem para fornecer pescado.
Água baixa está facilitando a captura dos peixes e a pescaria artesanal.
Do G1 PB
Pescadores do Cariri paraibano estão unindo forças durante o período de
estiagem. A Cooperativa de Agronegócios do Cariri, em Monteiro, vendeu
oito toneladas de tilápias, traíras e curimatãs, durante a Semana Santa.
A água baixa está facilitando a captura dos peixes e a pescaria
artesanal acelerou muito. “Somente em Sumé
chegamos a pescar quatro toneladas”, comemorou o presidente da
Cooperativa, José de Deus Barbosa. Na cooperativa, existem pescadores de
várias associações, somando 1.200 trabalhadores.
Dezessete cidades do Cariri produzem pescados e vendem grande parte da
sua produção para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Até
o final do ano, deverá ser inaugurada a Usina de Beneficiamento de
Pescado, na cidade de Camalaú, o que poderá aumentar ainda mais as vendas.
De acordo com a presidência da Cooperativa, os pescadores querem vender
seus produtos no Estado todo. “Por enquanto estamos vendendo em
Monteiro, Camalaú e Sumé. Três açudes, de Camalaú, Sumé e Congo, estão
ainda com boas produções de pescados, fora alguns açudes menores, que
não deixam de ter peixes, como de Livramento, São Sebastião do Umbuzeiro e Coxixola”, afirma.
Cidades registraram precipitações acima da média para o mês de janeiro
O município de Cacimba de Areia, no sertão paraibano, registrou o maior índice pluviométrico do Estado este ano. A cidade,
que fica localizada a 300 quilômetros de João Pessoa, recebeu 179.4
milímetros e lidera o ranking das chuvas contabilizado pela Agencia
Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa).
De acordo com o setor de Monitoramento e Hidrometria da Aesa,
também foram registradas chuvas significativas em Desterro (149,9 mm),
Livramento (140,4 mm), Lastro (125 mm), Coremas (104,8 mm) e São
Francisco (102,4 mm). “Os números estão um pouco acima da normalidade,
uma vez que algumas cidades já ultrapassaram a média histórica para o mês de janeiro, que é de 100 mm”, observou a meteorologista Carmem Becker.
Apesar dos altos índices pluviométricos registrados nas duas últimas
semanas, a expectativa dos meteorologistas do Governo do Estado é de que
haja uma diminuição das precipitações nos próximos três dias. “Daqui
até o inicio da próxima semana não deveremos ter grandes chuvas no
Sertão. No Litoral, Brejo e Agreste podem ocorrer chuvas esparsas.
Lembrando que o período mais chuvoso destas três últimas regiões só
começa em abril”, ressaltou Becker.
Diariamente, a Aesa disponibiliza na internet a previsão do
tempo para todas as regiões do Estado, sendo possível, inclusive,
acompanhar as mudanças climáticas de algumas cidades em tempo real. As informações estão disponíveis no site www.aesa.pb.gov.br.
Alguns açudes,
como os de Farinha e Jatobá, localizados próximo ao município de Patos,
Sertão, voltaram a acumular água e aumentaram seu volume.
Givaldo Cavalcanti
O
volume das chuvas ainda não animam os meteorologistas paraibanos, mas
as primeiras precipitações deste mês de janeiro já serviram para
aumentar a esperança de pequenos agricultores e começar a encher alguns
reservatórios do Sertão do Estado. Isso porque os açudes de Farinha e
Jatobá, localizados próximo ao município de Patos, Sertão, voltaram a
acumular água e aumentaram seu volume. Além disso, os reservatórios de
Coremas e Livramento, Sertão, estão mantendo seu volume devido a junção
entre diminuição de evaporação, presença da chuva e recebimento de água
dos rios.
Como explicou o especialista em açudes da Agência Executiva de Gestão
das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), Lucíolo Vieira, este período de
pré-estação chuvosa para o Sertão do Estado tem dado esperança aos
agricultores, mas ainda é uma intervenção climática pequena, uma vez que
a fase de maiores precipitações é esperada a partir do mês de março.
Segundo ele, em alguns açudes, como é o caso do de Farinha que estava
seco, o volume armazenado ainda é baixo.
“Até agora nós só tivemos o registro de chuvas isoladas. Nada que fosse
apontar para o aumento do volume em vários açudes. O caso do
reservatório Farinha é bem emblemático porque ele estava seco, e com
essas chuvas desse mês ele subiu um metro em seu volume de água, mas é
algo que corresponde a apenas 5% da capacidade uma vez que ele comporta
25 milhões de metros cúbicos e só recebeu cerca de um milhão”, explicou
Lucíolo Vieira.
O especialista ainda apontou que por este momento o solo apresentar um
estado bem seco, a água não acumula com facilidade o que dificulta que
os reservatórios tenham mais facilidade para aumentar seus volumes. Ele
ainda afirmou que o açude Jatobá atingiu 21% de sua capacidade, já que
ele cresceu de 3,7 milhões para 17 milhões de metros cúbicos. “Este foi o
único que teve um aumento de volume mais considerável, mas ainda está
longe de ser o que a região precisa porque o nível ainda está baixo”,
disse Vieira.
Monitoramento da Aesa
De acordo com os dados fornecidos pela equipe de monitamento da Aesa, 87
reservatórios estão com capacidade armazenada superior a 20% do seu
volume total, 24 reservatórios estão em Observação, já que apontam
índice menor que 20%, enquanto que 11 reservatórios em situação crítica,
menor que 5% do seu volume.
Dados da Aesa
mostram que choveu em pelo menos 17% das cidades paraibanas; maior
índice pluviométrico foi registrado na Cidade de Livramento.
Leonardo SilvaDe acordo com a meteorologista Carmem Becker, alto índice de chuvas isoladas é comum no mês de janeiro
A chegada da chuva foi
motivo de alegria para os moradores de 38 municípios da Paraíba na
última segunda-feira e trouxe esperança para milhares de pessoas que
sofrem com a estiagem que castiga o Estado. Segundo dados da Agência
Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), choveu em
pelo menos 17% das cidades paraibanas. O maior índice pluviométrico foi
registrado na cidade de Livramento, no Cariri paraibano, que registrou
uma chuva de 137,4 milímetros (mm).
De acordo com dados da Aesa, a maioria das chuvas ocorreu em cidades
das regiões do Cariri e do Sertão do Estado, áreas mais afetadas pela
seca e onde já falta água para consumo humano. As cinco cidades onde
foram registrados os maiores índices pluviométricos foram Livramento (
137,4mm); Santa Cruz (93,33mm); São Domingos de Pombal (81,0mm); Coremas
(61,8mm) e Lastro (61,2mm).
Segundo a meteorologista da Aesa, Carmem Becker, no mês de janeiro é
comum que sejam registrados altos índices de chuvas isoladas no Estado
da Paraíba. “Essas chuvas que estão atingindo a Paraíba são comuns no
mês de janeiro. São chuvas de verão, que ocorrem de formas isoladas em
várias cidades.
Para se ter uma ideia, na cidade de Livramento foi registrada o maior
índice com 137,4mm, entretanto não caiu uma gota de água na cidade de
Taperoá, onde o açude local está quase seco”, explicou a meteorologista.
De acordo com Carmem Becker, há previsão de chuvas isoladas em toda a
Paraíba nos próximos dias. “Tudo indica que essas chuvas se
concentrarão até o final do mês de janeiro, porém sempre de forma
isolada”, explicou a meteorologista.
Os municípios paraibanos que vão receber as águas do Rio São Francisco
devem estar 100% saneados e com esgotamento sanitário até 2015, quando
as obras da transposição devem ser concluídas. No entanto, apenas 18
cidades das 51 que integram diretamente as bacias dos Rios Piranhas e
Paraíba, por onde correrão as águas após a transposição, possuem
recursos para execução das obras, o que corresponde a 35% do total.
O Estado calcula que para executar os serviços em todos os 51
municípios seja necessário um investimento de meio bilhão de reais. Se
até 2015 os municípios não tiverem concluído as obras, ficarão sem o
abastecimento das águas do “Velho Chico”, conforme exigências do
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
(Ibama).
Dos 51 municípios, apenas 11 conseguiram recursos na ordem de R$ 84
milhões pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que serão
executados pelo Governo do Estado por meio da Fundação Nacional da Saúde
(Funasa) e da Companhia de Água e Esgoto do Estado da Paraíba (Cagepa).
Estes municípios esperam a conclusão de processos licitatórios para
começarem as atividades. Os sete restantes conseguiram os recursos
diretamente com o Governo Federal, um total de mais de R$ 37 milhões. A
reportagem apurou que as cidades de Brejo do Cruz, Itaporanga e Pombal
iniciaram os trabalhos.
De acordo com o secretário de obras do PAC da Paraíba, Ricardo Barbosa,
o Estado não tem condições de garantir os recursos necessários para
execução das obras em todos os municípios. Ele explicou que para que os
trabalhos sejam realizados é necessário a participação dos municípios,
do Estado e do Governo Federal. “São investimentos muito altos e que
necessitam da participação de todos os setores. O Governo da Paraíba tem
buscado adquirir recursos para execução das obras, para que nenhuma
cidade fique sem receber as águas da transposição”, explicou.
Segundo Ricardo Barbosa, o Governo do Estado aprovou ano passado
projeto para saneamento básico e esgotamento sanitário das cidades de
Belém de Brejo do Cruz, São Bento, Coremas e São José de Piranhas, no
Sertão, que estão inseridos na Bacia do Rio Piranhas, contemplados pelo
Eixo Norte da transposição. Pelo eixo Leste, o Estado adquiriu recursos
para Cabaceiras, Coxixola, Livramento, São José dos Cordeiros, Caraúbas,
Serra Branca e Taperoá, no Cariri.
Obras não começaram
Apesar da garantia dos recursos, em nenhuma dessas cidades as obras
ainda foram iniciadas. “Estão em fase final de processo licitatório e as
obras devem começar em breve. A expectativa é de que as obras possam
ser concluídas antes que a transposição aconteça. A legislação do Ibama
exige que as cidades integrantes das Bacias do Rio São Francisco devem
estar totalmente saneadas e com rede de esgoto completa e agora a luta é
buscar mais recursos que possam garantir os serviços em todas essas
cidades”, frisou.
Em São José de Piranhas existem dois lotes das obras da transposição,
sendo que um está parado e outra em andamento. Mas o Rio Piranhas, que
corre a região sertaneja e será usado para o transporte das águas que
serão transpostas até os açudes de Engenheiro Ávidos e Coremas, recebe
esgotos da cidade e de outros municípios da localidade. A cidade não
conta com esgotamento sanitário.
“São José de Piranhas conseguiu recursos via Governo do Estado e Funasa
na ordem de R$ 8,3 milhões para o esgotamento sanitário, porque a
cidade não conta com o serviço. As obras ainda não foram iniciadas
porque está em processo de licitação, mas as informações que temos é de
que sejam iniciadas nos próximos meses”, contou o secretario de
administração, Caio Lacerda.
Esgoto é despejado no Piranhas
As obras serão divididas em etapas em São José de Piranhas, conforme o
secretário de Administração, Caio Lacerda, e para que a primeira
aconteça, já foram liberados R$ 2,4 milhões. “A situação em São José de
Piranhas é precária, porque a cidade é a primeira da Paraíba com acesso
ao Rio Piranhas, que é por onde correrão parte das águas da transposição
para o açude de Engenheiro Ávido, que abastece as cidades da região.
Atualmente o esgoto cai nesse rio e, por isso, a cidade precisa logo que
seja feito o esgotamento sanitário para não poluir mais”, disse.
Com a falta de esgotamento sanitário, cerca de 30 municípios, entre
eles Livramento, Taperóa, Caraúbas, Camalaú, Serra Branca e Cabaceiras,
depositam esgoto no Rio Taperoá, afluente do Rio Paraíba, que deságua no
açude Epitácio Pessoa, o Boqueirão, que abastece Campina Grande e parte
do Agreste e Cariri. Os dois rios estão poluídos e assoreados e o açude
está poluído por conta da grande quantidade de esgotos que recebe.
O secretario de administração de Livramento, José Anastácio, contou que
a cidade foi contemplada com um total de recursos de R$ 6,2 milhões,
para obras do esgotamento sanitário. Ele revelou que na última semana,
técnicos da Cagepa estiveram na cidade realizando inspeções para que as
obras possam ser iniciadas, logo que o processo licitatório seja
concluído. “As obras têm que começar logo porque a transposição deve ser
concluída em 2015 e precisamos estar com a cidade saneada e com o
esgotamento sanitário em dia, para não mais necessitar jogar no rio, que
levará as águas para o açude de Boqueirão”, destacou ele.
Taperoá
Já em Taperoá, serão investidos R$ 8,5 milhões dos recursos do PAC II,
para as obras de esgotamento sanitário. No entanto, o prefeito do
município, Deoclecio Moura, aponta que para toda a obra é necessário um
total de R$ 15 milhões. Um milhão e quinhentos mil reais referentes à
primeira parcela do recurso, já foi liberado e, assim como nos outros
municípios, a obra ainda não foi iniciada por conta da licitação. “Essa
obra tem que ser concluída dentro de dois a três anos, porque são muitas
obras”, destacou o prefeito, adiantando que outros municípios que
integram a bacia hidrográfica do Taperoá estão com projetos sendo
analisados para contemplação de recursos.
Pombal
Em Pombal, a prefeita Pollyana Feitosa conseguiu através do Ministério
da Saude, um total de R$ 25 milhões para execução de 100% das obras de
saneamento básico e esgotamento sanitário da cidade. A primeira etapa da
obra, que custou R$ 5 milhões, já está em fase de conclusão e o recurso
de R$ 8 milhões para segunda etapa, já foi licitado e a obra deverá ter
início no mês de maio, quando a primeira etapa será concluída.
Segundo o gerente de convênios do município, José Tavares, para
garantir a obra na primeira fase, a prefeitura também entrou com uma
contrapartida de mais de R$ 254 mil. A expectativa é de que em três anos
Pombal esteja totalmente pronta para receber as águas do Rio São
Francisco.
“A rede de esgoto está toda sendo feita no Centro da cidade e depois
será feita nos bairros. Todo o esgoto da cidade é depositado no rio
Piranhas, mas isso não pode acontecer mais. Estamos acelerando os
serviços para garantir que em 2015 quando a água chegar, Pombal esteja
100% saneada e com esgotamento sanitário”, frisou ele.Tavares.