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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Trio é preso em caminhão carregado de madeira ilegal em João Pessoa

Polícia Ambiental suspeita que madeiras seriam vendidas para fogueiras juninas.
 
Madeiras já estavam em caminhão para serem transportadas em João Pessoa (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Madeiras já estavam em caminhão para serem transportadas
em João Pessoa (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
 
Três pessoas foram presas em flagrante por cortar madeira de maneira ilegal na cidade de João Pessoa. O flagrante aconteceu nesta quarta-feira (14), no bairro Vieira Diniz e os homens foram presos pelo pelotão de Polícia Ambiental. 
 
Segundo a Polícia Militar, eles foram presos por extrair madeira de forma ilegal em uma área privada da cidade e sem autorização do órgão competente. Quando os policiais chegaram ao local, as madeiras já estavam em cima de um caminhão. 

Os suspeitos assumiram que as madeiras estavam sendo extraídas para fins comerciais e a Polícia Militar acredita que elas seriam vendidas para uso em fogueiras juninas. Os três homens vão responder por crime ambiental. 


Três pessoas são presas por extração ilegal de madeira em João Pessoa
Três pessoas são presas por extração ilegal de madeira em João Pessoa
 
 
 
 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Vendedores de madeira para fogueira devem pedir licença à Sudema

O cadastro deve ser feito na sede do órgão, onde o comerciante deve solicitar a licença.
Por G1 Paraíba
 
Madeira deve ser de reflorestamento autorizado (Foto: Vital Florêncio)
Madeira deve ser de reflorestamento autorizado (Foto: Vital Florêncio)

Vendedores de madeira para fogueiras na Paraíba estão sendo cadastrados pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). O cadastro deve ser feito na sede do órgão, onde o comerciante deve apresentar RG, CPF, comprovante de residência e declaração de origem da lenha para solicitar a licença.
Quem for flagrado vendendo madeira sem a licença é notificado, pode responder criminalmente e pagar multa que varia entre R$ 5 mil e R$ 50 mil. A madeira também é apreendida.

A Sudema orienta que os consumidores peçam para ver os documentos antes de fazer a compra, garantindo que estão comprando madeira de origem legal. O órgão ambiental aconselha que a madeira para a fogueira deva ter origem de reflorestamento autorizado como eucalipto, pinheiro e sabiá e galhos provenientes de poda de árvores.

Fonte

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Famílias de Campina Grande mantêm tradições de véspera de São João

23/06/2014 22h46 - Atualizado em 23/06/2014 22h48 

Ritual de acender fogueiras e fazer comidas típicas permanecem na cidade.
Tradição de montar fogueiras é mantida por moradora há cerca de 45 anos.
 
Rafael Melo  
Do G1 PB 

Moradora de Campina Grande monta fogueira na frente de casa há 45 anos (Foto: Rafael Melo/G1)
Moradora de Campina Grande monta fogueira
na frente de casa há 45 anos (Foto: Rafael Melo/G1)
A tradição religiosa de fazer fogueiras na noite de véspera de São João Batista continua acesa em Campina Grande . Na cidade onde se comemora o "Maior São João do Mundo" são as famílias que mantêm a prática montando as fogueiras nas calçadas de casa. É momento de reunir os familiares, de brincar com fogos de artifício e consumir as comidas típicas preparadas para celebração da véspera de São João.

Em uma rua do bairro Catolé as crianças deram um jeito de espantar o frio que fez na noite desta segunda-feira (23) se enrolando em lençóis para assistir à queima da madeira. “Nem a fogueira está conseguindo esquentar”, disse o garoto João Victor Diniz. Com a temperatura de 20º C, muitos moradores da cidade fizeram fogueira, mas nem todos conseguiram ficar do lado de fora da casa.
  
Dona Neuma Pinto tem 67 anos e se agasalhou toda para ficar mais próximo ao fogo. “Há 45 anos eu monto porque gosto e acho bonito, além de ser típico da nossa região”, disse. No dia 28, véspera de São Pedro e São Paulo, novamente é dia de acender fogueiras. Na BR-230, moradores da área montararam uma fogueira de quase seis metros de comprimento e três de altura.

Os órgãos do meio ambiente recomendam a não instalação em ruas de calçamento e embaixo de árvores com distância de 10 metros dos postes, além de exigirem distância de pelo menos 200 metros de estabelecimentos públicos ou privados.

Família prepara pamonha que será consumida na véspera de São João na Paraíba (Foto: Rafael Melo/G1)
Família prepara pamonha que será
consumida na véspera de São João
(Foto: Rafael Melo/G1)
Em São José da Mata, distrito de Campina Grande, as várias gerações da família Agostinho se juntaram como fazem tradicionalmente todos os anos antes da noite em um mutirão para o preparo da pamonha e da canjica. Enquanto os bisnetos tiram a palha e limpam o milho, os netos moem os grãos e as filhas de Dona Honorina a ajudam no cozimento. “São mais de 60 anos fazendo isto com a família junta todo São João. O melhor é a fofoca”, afirmou.

O local é uma cozinha no quintal de casa de apenas 4 m², onde ficam até 15 pessoas trabalhando de uma só vez. Os pratos foram à mesa na hora do jantar, antes teve quem rapasse o tacho. “Eu só gosto de comer assim na panela”, disse Neto Agostinho.
 
Fonte
 
 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Hospital lança campanha para evitar queimaduras em Campina Grande

16/06/2014 07h20 - Atualizado em 16/06/2014 07h20 

Ação visa a reduzir vítimas deste tipo de ferimento no período junino.
Trauma recebeu 97 queimados em junho de 2013.
 
Do G1 PB

Começa nesta segunda-feira (16) a 11ª Campanha de Prevenção de Queimaduras do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. De acordo com a unidade hospitalar, a ação tem o objetivo de reduzir o número de pessoas queimadas no período junino, além de sensibilizar a população sobre os cuidados para evitar acidentes. Em junho de 2013, o hospital atendeu 97 pacientes vítimas de queimaduras.
A campanha acontece até o dia 22 e será feita através da distribuição de material educativo em pontos estratégicos do município. O material terá um conteúdo que visa alertar as pessoas sobre o perigo de manusear fogos de artifício de forma inadequada. Dos 97 pacientes atendidos em junho do ano passado vítimas de queimaduras, 31 sofreram ferimentos causados por fogos e fogueiras, sendo 22 crianças e nove adultos.

Segundo a coordenação da campanha, a orientação é de que, em caso de queimaduras, os pais devem evitar utilizar medicamentos sem consulta médica, mas procurar um hospital imediatamente. Além disso, a unidade explica que produtos como creme dental, açúcar, vinagre e outros similares devem ser evitados, uma vez que podem agravar os ferimentos.
 
Fonte
 
 
 

terça-feira, 18 de junho de 2013

Venda de lenha para fogueira é fiscalizada em JP e interior

A fim de evitar o comércio ilegal de espécies nativas, órgãos ambientais fiscalizam a venda de lenha para fogueiras.



Ilustração
Vendedores de lenha deverão fazer cadastro junto à Sudema
Faltando uma semana para os festejos de São João, em João Pessoa já é possível encontrar vários pontos de comercialização de lenhas para a montagem de fogueiras. Em virtude disto, órgãos ambientais já fiscalizam, deste o início do mês, a comercialização de lenha, a fim de evitar que espécies nativas sejam vendidas, o que é ilegal. Aquele que tiver interesse em ofertar o produto à população terá que se cadastrar na Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), pois caso seja flagrado sem a autorização do órgão, o vendedor poderá ser punido até penalmente.
 
De acordo com o chefe de Fiscalização do Batalhão de Polícia Ambiental e da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), major Luiz Tibério, existem 15 fiscais da Sudema realizando as fiscalizações em várias regiões do Estado, como na capital, no interior e Alto Sertão, que acontecem o apoio do Batalhão de Polícia Ambiental.
 
Major Luiz Tibério ressaltou que as pessoas que desejam trabalhar com a venda de lenha devem procurar a Sudema e oficializar a atividade. “Essas pessoas devem se deslocar até o órgão solicitando a autorização e aí, uma equipe técnica da Divisão de Floresta vai verificar se a espécie da lenha, a qual será comercializada, é legal para a atividade. Só então essas pessoas recebem a autorização para comercializar o produto”, explicou.
 
No entanto, quem descumprir a orientação será punido, conforme disse o major Luiz Tibério. “O vendedor que não for cadastrado na Sudema e for flagrado comercializando a lenha ilegalmente, pode ter o material apreendido, terá que pagar uma multa de R$ 300 por unidade ou fração, além da punição penal, que é de seis meses a um ano de detenção”, afirmou.
 
O vendedor José dos Santos tomou conhecimento que em anos anteriores alguns colegas que tentaram comercializar lenha, sem ter a autorização da Sudema, foram punidos, e, por esse motivo, buscou o órgão antes de começar a atividade. “Eu já sabia que não podia vender sem o órgão autorizar, então providenciei logo para não perder tempo e nem me prejudicar depois. Eu acho bom que tenha essas fiscalizações, porque a gente faz de tudo para trabalhar certo, não é? E por outro lado tem uns que querem se dar bem às custas dos outros”, declarou.
 
Além das fiscalizações do comércio de lenha, os fiscais da Sudema e do Batalhão de Polícia Ambiental também orientam a população sobre os locais que as fogueiras são proibidas de serem acesas.
 
“As fogueiras não devem ser acesas próximo de vegetações e árvores, abaixo de fiações elétricas e próximo de unidades hospitalares”, recomendou major Luiz Tibério. “Em Campina Grande, ainda existe outra ressalva, pois o Código Ambiental Municipal proíbe que fogueiras sejam acesas no asfalto, a menos 200 metros de estabelecimentos públicos ou particulares de uso coletivo, como igrejas, bares, restaurantes, creches e escolas, e ainda dos locais citados anteriormente, que são válidos para qualquer região do Estado”, completou.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Sudema fiscaliza venda de lenha na PB e orienta quem acende fogueiras


12/06/2013 18h25 - Atualizado em 12/06/2013 18h25 

Fogueiras não podem ser acesas embaixo de árvores ou fios elétricos.
Comércio de madeira de espécies nativas é proibido.
 
Do G1 PB com TV Cabo Branco


 
 
A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) está fiscalizando a venda de lenha na Paraíba neste período junino. Segundo o chefe do setor de Fiscalização do órgão, o major Luiz Tibério, quem quiser vender madeira tem que procurar a Sudema e solicitar a autorização.

Podem ser comercializadas espécies exóticas, a exemplo do eucalipto, e árvores frutíferas. As espécies proibidas são as nativas, como a massaranduba e o ipê, conforme explicou o major Tibério. Quem for flagrado fazendo esse comércio ilegal terá que pagar uma multa de R$ 300 por unidade ou fração e pode ser preso por um período de seis meses a um ano.

As fiscalizações já se iniciaram tanto em João Pessoa quanto no interior da Paraíba, inclusive em Campina Grande. Participam da fiscalização 15 fiscais da Sudema com apoio do Batalhão de Polícia Ambiental em todo o estado.

Para esta véspera de Santo Antônio, o major Tibério orienta que quem for festejar não acenda fogueiras embaixo de árvores, de fios elétricos ou perto de unidades hospitalares e de vegetação. O Código Ambiental de Campina Grande proíbe que fogueiras sejam acesas no asfalto, a 200 metros de estabelecimentos públicos ou particulares de uso coletivo e embaixo de árvore e fiação elétrica.



 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Campanha alerta para os riscos de queimaduras

Panfletagem é feita até a véspera de São Pedro e estima-se que a iniciativa atingirá mais de mil pessoas.

 
A equipe da Unidade de Terapia de Queimados (UTQ), do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, está realizando panfletagem nos pontos de comercialização de fogos de artifícios, no bairro do Cristo Redentor. A ação faz parte da 10ª Campanha de Prevenção de Queimaduras 'Marcas que Ficam para Sempre' e tem como objetivo conscientizar vendedores e consumidores sobre os riscos das queimaduras.

“Este tipo de trabalho é muito importante, pois além de nos orientar sobre os riscos das queimaduras, nos ensina os procedimentos corretos em caso de acidentes com fogos”, comentou o comerciante de fogos Rone Celso.

Segundo a coordenadora da UTQ, Andrea Borges, a prevenção é sempre a melhor forma de combater os números de entradas na unidade, além da diminuição progressiva dos casos ao longo dos anos. “Por meio da informação, plantamos a semente da conscientização", afirma. "Acreditamos que quando trabalhamos de forma preventiva, as pessoas começam a ter mais cuidado no manuseio de fogos e materiais inflamáveis, diminuindo o número de vítimas".

A panfletagem continuará até a véspera de São Pedro e estima-se que a iniciativa atingirá mais de mil pessoas.

O Hospital de Trauma de João Pessoa é referência a vítimas de queimaduras, com uma Unidade de Terapia de Queimados que presta atendimento ambulatorial e hospitalar 24 horas. Mais informações pelo telefone 83-3216.5700.

Fonte


Hospitais atendem 50 casos de queimados durante São João na PB

25/06/2012 12h13 - Atualizado em 25/06/2012 12h13

Dados são dos Hospitais de Trauma de João Pessoa e Campina Grande.
Na capital, 17 atendimentos foram por acidentes com fogos de artifício. 


Do G1 PB
Fogueiras fazem parte das tradições juninas (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)
Fogueiras fazem parte das tradições juninas
(Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)
Entre os dias 22 e 25 de junho, período das festas juninas, o Hospital de Emergência e Trauma em João Pessoa atendeu 32 pessoas vítimas de queimaduras. Já no Hospital de Trauma de Campina Grande, no Agreste paraibano, nos dias 23 e 24 de junho 18 pessoas deram entrada com queimaduras. De 1º de junho até esta segunda-feira (25), o Trauma de Campina Grande registrou 35 ocorrências. Já no mesmo período de 2011, foram 34 casos de queimados.

Em João Pessoa, 17 atendimentos foram de pessoas que se queimaram quando manuseavam fogos de artifício. Sendo 14 crianças e três adultos. Já em Campina Grande, dos 18 casos de queimados registrados, 15 são se crianças e 3 adultos.  Fazendo um comparativo com os casos registrados entre os dias 22 e 25 de junho em João Pessoa, de pessoas queimadas por fogos de artifício, houve um aumento de 325%. Em 2011, quatro pessoas foram atendidas no hospital de João Pessoa vítimas de queimaduras por fogos.

O médico Saulo Montenegro, da Unidade de Terapia de Queimados (UTQ) do Hospital de Emergência e Trauma da capital, disse que ainda é cedo para apontar as causas dos acidentes, principalmente com as crianças, e por isso as equipes estão analisando cada caso para identificar as possíveis causas dos acidentes. A previsão é que os dados serão divulgados a partir das 10h da terça-feira (26).
 
Passada a festa de São João as pessoas já se preparam para os festejos de São Pedro, comemorado no dia 29 de junho, e por isso é bom ficar atento as dicas de como prevenir acidentes e também o que deve ser feito em caso de queimadura.
 
Como prevenir
O Major Marcelo Lins, do Corpo de Bombeiros da Paraíba, deu um lista de dicas ao G1 para que as pessoas que forem acender fogueiras ou usar fogos de artifício possam evitar possíveis acidentes. "Acidentes durante as festas juninas acontecem porque na maioria das vezes as pessoas que os causam não têm consciência do perigo que algumas atitudes pode impor", ressaltou. Seguem abaixo a dicas do Major Lins para evitar acidentes com fogo neste São João.
 
Dicas para se acender fogueira
- Escolher locais limpos, sem vegetação ou plantas, no momento de armar a fogueira.
- Não acender próximo a copa de árvores e fiações elétricas.
- Nunca jogar líquidos inflamáveis após ter acendido a fogueira.
- Não soltar fogos de artifício de qualquer que seja o tipo dentro da fogueira.
- Controlar a altura da fogueira. Evitar pilhas de madeira muito altas.

Fogos são vendidos durante o São João em João Pessoa (Foto: Inaê Teles/G1)
Fogos são vendidos durante o São João em João
Pessoa (Foto: Inaê Teles/G1)
Dicas para soltar fogos de artifício
- Não permitir crianças com menos de 10 anos soltar bombas. Limitar a brincadeira a fogos luminosos e aos estalinhos conhecidos como "traque".
- Quanto maior o potencial de explosão, maior a responsabilidade.
- Não deixar crianças maiores de 10 ano soltar bombas de alto poder de explosão.
- Ao comprar, procurar informações do manuseio com o barraqueiro que comercializou.
- Ler as instruções nas caixas dos fogos antes de soltá-los.
- Não soltar rojões próximo a copa de árvores e fiações elétricas.
- Não colocar nenhum tipo de objeto (garrafas, latas, etc) em cima da bomba.
- Nunca usar a própria caixa de fósforo para acender quaisquer que sejam os fogos de artifício. 
- Usar sempre uma fonte segura de calor, como um isqueiro ou uma brasa.
 
Em caso de acidentes
As crianças são principais vítimas de queimaduras no São João. Neste período no ano passado, 70% dos pacientes que deram entrada da Unidade de Terapia de Queimados de Campina Grande vítimas de queimaduras por fogos de artifício eram crianças de até seis anos. Em caso de queimaduras, o coordenador da UTQ explica que os pais não devem utilizar medicamentos sem consulta médica e, constatado o problema, o mais ideal é procurar imediatamente o Hospital de Trauma. A dica também vale para adolescentes e adultos.
 
Ainda de acordo com o médico Saulo Montenegro, não se pode usar creme dental, café, açúcar, vinagre ou outro produto similar, pois isso prejudica ainda mais o ferimento. Logo que a pessoa for queimada deve-se colocar a área atingida embaixo d’água. No setor especializado, o Hospital de Trauma conta com uma equipe de oito cirurgiões plásticos, nove enfermeiros, 13 técnicos de enfermagem, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e fisioterapeutas.

Fonte

sábado, 23 de junho de 2012

Bombeiros dão dicas para evitar acidentes com fogueira e fogos na PB

21/06/2012 17h36 - Atualizado em 22/06/2012 19h34

Número de queimados aumenta muito no São João, diz hospital.
Trauma de João Pessoa atendeu 120 queimados no período junino de 2011. 
 
Do G1 PB

festa junina fogueira (Foto: Reprodução/TV Globo)
Tradição de fazer fogueira e soltar fogos no São
João aumenta o número de queimados na Paraíba
(Foto: Reprodução/TV Globo)
No período junino, em meio a fogos de artifício e fogueiras, as pessoas ficam naturalmente mais suscetíveis a queimaduras. Segundo estatísticas do Hospital de Trauma de João Pessoa, o número de pessoas que buscam o hospital aumentam no período junino. Somente no mês de junho do ano passado, a Unidade de Terapia de Queimados (UTQ) do Trauma de João Pessoa, atendeu a 120 pacientes vítimas de queimaduras, enquanto que em Campina Grande foram 97. Na Paraíba, dois hospitais realizam o atendimento especializado de vítimas de queimaduras, os Hospitais de Emergência e Trauma de João Pessoa e de Campina Grande.
Para diminuir o número de queimados durante este período, foi lançada uma campanha, "Marcas que Ficam para Sempre”, no Hospital de Trauma para conscientizar a população no manuseio de fogos de artifício e na montagem de fogueiras. De acordo com um dos coordenadores da UTQ do Trauma de João Pessoa, o médico Saulo Montenegro, a campanha, que acontece há 10 anos, tem ajudado a contribuir com a queda na quantidade de casos de queimados durante os festejos de São João.
 
“Ao longo desses 10 anos de campanha já conseguimos reduzir os números de entrada de queimados no Hospital durante o período junino, contudo ainda é algo que precisa ganhar mais força”, explica o médico Saulo Montenegro. De acordo com dados registrados no Trauma de João Pessoa o número de pessoas que deram entrada com queimaduras durante as festas juninas caiu 33% de 2010 para 2011, passando de 179 pacientes para 120.
Como prevenir
O Major Marcelo Lins, do Corpo de Bombeiros da Paraíba, deu um lista de dicas ao G1 para que as pessoas que forem acender fogueiras ou usar fogos de artifício possam evitar possíveis acidentes. “Acidentes durante as festas juninas acontecem porque na maioria das vezes as pessoas que os causam não têm consciência do perigo que algumas atitudes pode impor”, ressaltou. Seguem abaixo a dicas do Major Lins para evitar acidentes com fogo neste São João.
Dicas para se acender fogueira
- Escolher locais limpos, sem vegetação ou plantas, no momento de armar a fogueira.
- Não acender próximo a copa de árvores e fiações elétricas.
- Nunca jogar líquidos inflamáveis após ter acendido a fogueira.
- Não soltar fogos de artifício de qualquer que seja o tipo dentro da fogueira.
- Controlar a altura da fogueira. Evitar pilhas de madeira muito altas.
 
Dicas para soltar fogos de artifício
- Não permitir crianças com menos de 10 anos soltar bombas. Limitar a brincadeira a fogos luminosos e aos estalinhos conhecidos como “traque”.
- Quanto maior o potencial de explosão, maior a responsabilidade.
- Não deixar crianças maiores de 10 ano soltar bombas de alto poder de explosão.
- Ao comprar, procurar informações do manuseio com o barraqueiro que comercializou.
- Ler as instruções nas caixas dos fogos antes de soltá-los.
- Não soltar rojões próximo a copa de árvores e fiações elétricas.
- Não colocar nenhum tipo de objeto (garrafas, latas, etc) em cima da bomba.
- Nunca usar a própria caixa de fósforo para acender quaisquer que sejam os fogos de artifício. - Usar sempre uma fonte segura de calor, como um isqueiro ou uma brasa.
Em caso de acidentes
As crianças são principais vítimas de queimaduras no São João. Neste período no ano passado, 70% dos pacientes que deram entrada da Unidade de Terapia de Queimados de Campina Grande vítimas de queimaduras por fogos de artifício eram crianças de até seis anos. Em caso de queimaduras, o coordenador da UTQ explica que os pais não devem utilizar medicamentos sem consulta médica e, constatado o problema, o mais ideal é procurar imediatamente o Hospital de Trauma. A dica também vale para adolescentes e adultos.
Ainda de acordo com o médico Saulo Montenegro, não se pode usar creme dental, café, açúcar, vinagre ou outro produto similar, pois isso prejudica ainda mais o ferimento. Logo que a pessoa for queimada deve-se colocar a área atingida embaixo d’água. No setor especializado, o Hospital de Trauma conta com uma equipe de oito cirurgiões plásticos, nove enfermeiros, 13 técnicos de enfermagem, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e fisioterapeutas.

Fogueiras fazem parte das tradições juninas; veja restrições na Paraíba

22/06/2012 08h55 - Atualizado em 22/06/2012 08h55

Secretarias de Meio Ambiente proíbem que elas sejam feitas em asfalto.
Bombeiros recomendam limpeza no local antes de acender fogueira.

Krystine Carneiro  

Do G1 PB

Fogueiras fazem parte das tradições juninas (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)
Fogueiras fazem parte das tradições juninas
(Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba
Comidas de milho, fogos, forró, quadrilhas e bombas. Todos esses elementos são típicos dos festejos do período junino, mas um dos mais tradicionais é a fogueira. O costume de acender fogueiras vem desde o nascimento de São João Batista, precursor da vinda de Jesus Cristo, mas, nos dias de hoje, essa prática vem sendo limitada por órgão ambientais da Paraíba para dar mais segurança à população.

Segundo o folclorista Osvaldo Meira Trigueiro, a tradição de acender fogueiras representa dois aspectos. Um é a simbologia cristã, que representa o nascimento de São João Batista, filho de Isabel e Zacarias, que anunciou a chegada do messias. As chamas serviam para avisar à Virgem Maria, prima de Isabel, que estava tudo bem e que o menino já havia chegado ao mundo.
Por outro lado, de acordo com o folclorista, as fogueiras sempre fizeram parte das festas da humanidade, inclusive as pagãs, e foram, ao longo do tempo, incorporadas ao contexto das festas juninas. “Com isso, ela funciona para proporcionar sociabilidade. As pessoas fazem adivinhações, brincadeiras e executam crendices em torno da fogueira. É uma incorporação das festas pagãs no catolicismo popular”, explicou Osvaldo, que é membro da Comissão Paraibana de Folclore.

Apesar da tradição mantida pela população, as principais cidades da Paraíba têm regras bem específicas para o uso de fogueiras. Os órgãos ambientais de João Pessoa e Campina Grande fiscalizam a população em parceria com a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Os infratores serão advertidos e multados em caso de reincidência.

A Secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa (Semam) limita a altura das fogueiras feitas na capital paraibana a um metro. Elas também não podem ser feitas em cima de asfalto, para não danificar o pavimento, e não podem ficar embaixo de árvores ou fiação elétrica.

O gerente de fiscalização da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente de Campina Grande, José Cosme Neto, também explicou que na cidade que recebe o Maior São João do Mundo também há restrições. “É proibido fazer fogueiras a menos de 200m de locais onde há aglomeração de público, como igrejas, escolas e festas. Elas também não podem ser altas, para evitar que a fogueira caia em cima das pessoas”, disse. Na cidade, também há a probição de fazer fogueiras embaixo de árvore e fiação elétrica e em cima de asfalto.

Fonte

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sudema em CG alerta vendedores

Fiscais do órgão realizaram uma fiscalização nos locais, na tentativa de encontrar espécies sendo comercializadas de forma irregular. 

Publicado em 14/06/2012 às 08h00 

As tradicionais fogueiras de São João fazem parte do calendário e da cultura popular, mas elas também deixam um saldo negativo para a natureza. Estimativas da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) revelam que os 11 pontos autorizados de venda de lenha nesse período do ano em Campina Grande comercializam cerca de 165 toneladas de madeira, que são retiradas e jamais retornam ao Meio Ambiente.

Ontem, fiscais do órgão realizaram uma fiscalização nos locais, na tentativa de encontrar espécies sendo comercializadas de forma irregular. Pontos de venda em bairros como Malvinas, Cruzeiro, Bodocongó, Alto Branco e Centenário foram vistoriados. Cada um dos locais, segundo a Sudema, chega a vender durante o ano aproximadamente 15 toneladas de madeira.

Segundo o coordenador da Sudema na cidade, Roberto Almeida, nenhuma anormalidade foi registrada. “Devido a um trabalho de alerta, os comerciantes estão um pouco mais conscientes do que podem vender”, assinalou,

“Há dez anos havia cerca de 50 pontos de venda e hoje o número foi reduzido para 11 locais. A Sudema não tem a intenção de proibir a formação das fogueiras, porque isso faz parte da cultura.

O que queremos é conscientizar a população sobre os riscos que o grande número dessas fogueiras causam, tanto à saúde, quanto ao meio ambiente, provocando o desmatamento”, reiterou. Ele lembrou que as fiscalizações deverão continuar até o fim das festas juninas. E se encontradas irregularidades, os proprietários serão notificados e poderão responder criminalmente.



Em período junino, Sudema fiscaliza venda ilegal de lenha na Paraíba

14/06/2012 08h05 - Atualizado em 14/06/2012 08h05
 
Ações acontecem diariamente em pontos estratégicos do estado. 
Vender lenha sem licença é crime e pena vai de seis meses a um ano.
 
Do G1 PB
 
No período junino, cresce a venda ilegal de lenha para fogueiras. Com isso, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) está usando equipes para reforçar a fiscalização. As ações estão sendo feitas diariamente em pontos considerados estratégicos para a venda de lenha em João Pessoa e no interior do estado.

A Sudema informou que duas checagens são feitas. A primeira é se o comerciante tem autorização da própria Sudema para a venda da lenha. A segunda é uma análise da espécie da lenha, se ela foi extraída de árvores frutíferas, exóticas ou nativas. Caso a lenha seja de árvore nativa, o comerciante é autuado em flagrante e a lenha é apreendida.
  A lenha permitida para a venda é a originária de qualquer árvore frutífera e das árvores exóticas como, algaroba e eucalipto. Já a lenha retirada de árvores da espécie jurema e marmeleiro é considerada ilegal e tem sua venda proibida, por significar desmatamento de áreas de florestas brasileiras.

Vender produtor de origem vegeta, sem licença, é crime e está enquadrado em duas leis, de crimes administrativos, com multa de R$ 300 por unidade ou metro cúbico, e de crimes ambientais, em que a pena prevê detenção de seis meses a um ano, além da multa no mesmo valor da aplicada por crime administrativo.

A Sudema indica ao consumidor que solicite ao vendedor a autorização de venda, e orienta que as fogueiras não sejam feitas sobre asfalto, embaixo de árvores e da rede elétrica, como também deve ser respeitada a distância mínima de 200 metros de escolas, hospitais e parques.

Qualquer denúncia de venda ilegal de lenha pode ser realizada através dos telefones: 3218-5591/8839-1909 (Sudema), 3218-7222 ou 3218-7246 (Batalhão Ambiental) e 0800-61-8080 (Linha Verde/Ibama).

Fonte



Sudema fiscaliza locais que vendem lenha para fogueira na Paraíba

14/06/2012 10h08 - Atualizado em 14/06/2012 12h26

Onze pontos que vendem madeira foram inspecionados em Campina.
Estabelecimentos podem ser multados em até R$ 50 mil por irregularidades.
 
Do G1 PB com TV Paraíba
 

A tradição das fogueiras na época das festas juninas faz parte da cultura nordestina, mas os órgãos ambientais estão preocupados com o saldo negativo para a natureza dessa prática. Por isso, uma fiscalização foi realizada na tarde da quarta-feira (13) em pontos que comercializam lenha na cidade de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, onde é realizada uma grande festa de São João.

Agentes da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e da Associação de Proteção Ambiental (Apam), com o apoio da Força Florestal e da Polícia Ambiental, vistoriaram os onze locais em que a madeira é comercializada em buscas de irregularidades.
 
Pontos em bairros como Malvinas, Cruzeiro, Bodocongó, Alto Branco e Centenário foram fiscalizados, mas segundo a Sudema nenhuma anormalidade foi encontrada nos estabelecimentos que vendem a lenha. Os comerciantes receberam folhetos que devem ser entregues aos consumidores no momento da compra. São informações sobre a forma correta e segura de queimar a fogueira.

Para exercer a atividade comercial, é preciso fazer um cadastro na Sudema e para isso é necessário receber antes uma guia no Ibama. Além disso, deverão ser apresentados documentos como o RG e CPF, assim como informar a superintendência onde será o local de venda. Só é permitido vender madeira de algaroba. O comércio de espécies nativas e sem cadastro é crime ambiental.

A Sudema estima que jeam comercializadas 165 toneladas de lenha neste mês em CG (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Devem ser comercializadas 165 toneladas de lenha
neste mês em CG (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
A estimativa da Sudema é de que sejam comercializadas 165 toneladas de madeira na cidade durante o período, e este total não retorna para o meio ambiente porque não há uma política de sustentabilidade nesses negócios. "O que queremos é conscientizar a população sobre os riscos que o grande número dessas fogueiras causam, tanto à saúde quanto ao meio ambiente, provocando o desmatamento", disse o técnico ambiental da Sudema, Roberto Almeida.
 
O trabalho começou no início do mês de junho, quando foi feito um alerta aos comerciantes. Nesta quarta, começaram as fiscalizações, que devem seguir até o fim do mês. Se encontradas irregularidades, os proprietários serão notificados e poderão responder criminalmente, além de pagar multa, que pode variar entre R$ 5 mil e R$ 50 mil, e ter a madeira apreendida. As fiscalizações foram iniciadas depois de uma solicitação do Ministério Público.

Fogueiras também são vistoriadas

Polícia Ambiental vai participar de fiscalizações das fogueiras juninas (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Polícia Ambiental vai participar de fiscalizações
das fogueiras juninas (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Mas não é somente a venda da lenha que será vigiada, pois as fogueiras estão sendo inspecionadas pelos órgãos e terão suas restrições, principalmente com relação ao local onde serão acesas. “É tradição acender fogueiras, mesmo a Paraíba estando em primeiro lugar no Brasil, em processo de desertificação, mas não queremos coibir esta prática cultural. A intenção é apenas alertar para os riscos e fazer com que seja festejada da forma correta”, disse Roberto. As fogueiras não podem ser acesas debaixo de árvores ou postes; a menos de 200 metros de logradouros públicos, como hospitais e escolas; além de manter distância do asfalto.



Fonte

 

terça-feira, 5 de junho de 2012

Sudema fiscaliza venda de lenha

Vigilância foi iniciada e quem estiver vendendo lenha irregularmente deverá pagar uma multa e responder por crime ambiental.

  
O Ministério Público em Campina Grande solicitou fiscalizações à Superintendência do Meio Ambiente (Sudema), sobre a lenha que será vendida, além das fogueiras que possuem restrições para serem acesas. De acordo com a Sudema, a vigilância já foi iniciada e qualquer pessoa que esteja vendendo lenha irregularmente deverá pagar uma multa, além de responder a um processo na Justiça, por crime ambiental.

Segundo o superintendente da Sudema, Roberto Almeida, desde a última sexta-feira, quando foi iniciada a fiscalização, quem estiver vendendo lenha irregularmente deverá pagar uma multa, que pode variar entre R$ 5 mil e R$ 50 mil, ter a madeira apreendida e ser acionado pela Justiça. Mas não é somente a venda da lenha que será vigiada, as fogueiras também terão suas restrições, principalmente com relação ao local onde serão acesas. “É tradição acender fogueiras, mesmo a Paraíba estando em primeiro lugar no Brasil, em processo de desertificação”, contou.

Ele explicou que, antes de iniciar a venda, as pessoas interessadas devem se cadastrar na Sudema. Para isso é necessário receber antes uma guia no Ibama. Além disso, deverão ser apresentados documentos como o RG e CPF, assim como informar a superintendência onde será o local de venda.

“Só assim os vendedores estarão liberados para receber o certificado da Sudema”, contou. Ele também explicou que as fogueiras não podem ser acesas debaixo de árvores; a menos de 200 metros de logradouros públicos, como hospitais e escolas; além de manter distância do asfalto. “As pessoas devem aprender a usar o material adequado e entender que não é qualquer lugar onde isso pode acontecer”, disse.

O superintendente informou que a Sudema estará em campanha, juntamente com a Associação de Proteção Ambiental (Apam), Ministério Público e Ibama, realizando trabalho de orientação. As fiscalizações já foram iniciadas e acontecem quase que diariamente. “Ano passado apreendemos lenha irregular, mas infelizmente as pessoas fugiram do local. Já estamos fiscalizando a lenha e a partir do dia 11, vamos percorrer a cidade vistoriando as fogueiras", disse.