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terça-feira, 18 de março de 2014

Justiça Federal tem 30 ações por ocupação irregular do litoral da PB

18/03/2014 10h12 - Atualizado em 18/03/2014 12h37 

Maior concentração de casos está em João Pessoa, Cabedelo e Conde.
Cinco barracas da Praia do Poço estão sendo derrubadas nesta terça-feira.
 
Wagner Lima  

Do G1 PB
  
Ao todo, cinco barracas estão sendo derrubadas nesta segunda-feira (18) na praia do Poço, em Cabedelo, por ordem judicial (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Ao todo, cinco barracas estão sendo derrubadas
nesta segunda-feira (18) na praia do Poço,
em Cabedelo (Foto: Walter Paparazzo/G1)
A ocupação irregular de casas e estabelecimentos comerciais no litoral da Paraíba resultou em 30 ações que estão tramitando na Justiça Federal, segundo a superintendente do Patrimônio da União, Daniella Bandeira. A maior concentração de ocupações irregulares está em João Pessoa, Cabedelo e Conde. Na manhã desta terça-feira (18), o órgão juntamente com as polícias Civil, Federal, além da Guarda Municipal e equipe de apoio da Prefeitura de Cabedelo iniciaram a demolição de cinco barracas na Praia do Poço.
Daniella Bandeira destacou que a Superintendência do Patrimônio da União está realizando o mapeamento do litoral de João Pessoa, Cabedelo e Conde para, em seguida, planejar as remoções.

“No Bessa, nós identificamos novas ocupações de estabelecimentos e a Sedurb está fazendo o levantamento. Não vamos esperar uma decisão judicial porque são ocupações recentes”, disse. No Conde, os principais alvos de fiscalização e monitoramento têm sido as praias de Jacumã, Tabatinga e Coqueirinho, segundo a Superintendência do Patrimônio da União (SPU).

Superintendente do Patrimônio da União na Paraíba, Daniella Bandeira (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Superintendente do Patrimônio da União,
Daniella Bandeira, diz que órgão está fazendo
levantamento (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Diferente das ocupações irregulares do Bessa, as praias do Cabo Branco e Tambaú tiveram a sessão de uso aprovada para as duas áreas pela SPU. Após a formalização, segundo Daniella Bandeira, será iniciado o processo licitatório que será realizado pela Prefeitura de João Pessoa para escolher quem ocupará essas áreas de quiosques de forma totalmente legalizada.

Residências
Em 2010, a Superintendência do Patrimônio da União determinou o recuo de várias residências que haviam invadido a área de Marinha, na praia do Bessa. Atualmente, segundo a superintendente do órgão, Daniella Bandeira, existem seis residências consideradas irregulares que resultaram em ações na Justiça para resolver o impasse.
 
Fonte
 
 

Barracas de praia são derrubadas por ordem judicial em Cabedelo, na PB

18/03/2014 08h47 - Atualizado em 18/03/2014 12h40

Trabalho começou às 6h desta terça-feira, na praia do Poço.
Previsão é de derrubar cinco barracas.
Wagner Lima 
 
Do G1 PB
 
Ao todo, cinco barracas estão sendo derrubadas nesta segunda-feira (18) na praia do Poço, em Cabedelo, por ordem judicial (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Ao todo, cinco barracas estão sendo derrubadas
nesta segunda-feira (18) na praia do Poço, em Cabedelo,
por ordem judicial (Foto: Walter Paparazzo/G1)
 
Funcionários da Prefeitura de Cabedelo começaram às 6h desta terça-feira (18) a demolição de barracas instaladas irregularmente na Praia do Poço, em Cabedelo, em área pertencente à União. A informação foi confirmada pelo chefe da Divisão de Patrimônio da Superintendência do Patrimônio da União, Eduardo Brindeiro. Até o final da tarde desta terça-feira cinco barracas serão retiradas por conta de decisão judicial.
 
Eduardo Brindeiro reforçou que a remoção dos estabelecimentos foi motivada por decisão judicial devido às ações impetradas pelo Ministério Público Federal. “Esse é o primeiro momento de cumprimento dessa decisão. Até o final do dia vamos concluir a retirada das cinco barracas, conforme determinação da Justiça Federal", explicou.
 
Comerciantes tiveram que desocupar barracas que estavam irregulares na praia do Poço, em Cabedelo, Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Comerciantes tiveram que desocupar barracas
que estavam irregulares em praia de Cabedelo
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Segundo ele, existem outras barracas para serem retiradas no litoral, no entanto, estão em grau de recurso e a Divisão está aguardando a decisão final. "Essas construções foram erguidas de forma irregular em áreas da União e não possuem nenhuma licença para funcionar”, reforçou.

Para cumprir a decisão, os servidores da Prefeitura de Cabedelo contaram com o acompanhamento da equipe da Superintendência do Patrimônio da União e o apoio das polícias Civil, Federal e Guarda Municipal de Cabedelo. Ação similar já havia sido realizada na praia do Bessa, em João Pessoa, envolvendo oito bares que foram demolidos, após anos de disputa na justiça.
 
Fonte
 
 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Bares serão retirados da orla de Cabedelo

Mais de 30 estabelecimentos, que ocupam irregularmente uma faixa de areia, serão retiradas da orla a partir do dia 10 de março.





Rizemberg Felipe
Áreas onde a ocupação irregular é mais acentuada são as praias do Poço e Ponta do Mato
Mais de 30 estabelecimentos comerciais instalados irregularmente em toda a orla do município de Cabedelo, Região Metropolitana de João Pessoa, serão retirados a partir do dia 10 de março, por uma força-tarefa que contará com fiscais do Ministério Público da Paraíba, Prefeitura de Cabedelo e Patrimônio da União na Paraíba.

Apesar de já confirmado que o total de bares e trailers que ocupam irregularmente a faixa de areia ultrapassa o número de 30, fiscais da Secretaria de Meio Ambiente e da Vigilância Sanitária de Cabedelo darão início a partir da manhã do dia 3 de fevereiro a um levantamento oficial, através de ações de conscientização e solicitação de retirada desses comerciantes dos locais.

“Até o final do Carnaval, ou seja, até 10 de março, iremos realizar no local os trabalhos de conscientização para que a desocupação ocorra de maneira pacífica, sem a necessidade da persecução criminal. Isso porque sabemos que nenhum desses estabelecimentos possui as licenças necessárias para atuação em área da União e de preservação ambiental”, explicou o secretário de Meio Ambiente de Cabedelo, Walber Farias.

Já o promotor de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Urbanismo de Cabedelo, Valério Bronzeado, afirma que o que acontece na cidade é um processo de 'favelização' da orla por isso a necessidade imediata de identificação dos proprietários dos estabelecimentos e a retirada deles.

“Após o trabalho educacional desenvolvido pela prefeitura, o Ministério Público da Paraíba entrará em ação com a proposta de ações de execução junto à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) para autuação, apreensão, aplicação de multas que superam o valor individual de R$ 10 mil, e prisão em flagrante por conta não apenas da ocupação irregular, mas pelos crimes ambientais por eles cometidos, uma vez que poluem de forma acentuada as praias e maceiós e pela desobediência à ordem de retirada”, afirmou.

Ainda de acordo com Valério Bronzeado, as áreas onde a ocupação irregular é mais acentuada são as praias do Poço e Ponta do Mato, próximo à Fortaleza de Santa Catarina. Além disso, dois estabelecimentos comerciais já possuem sentença transitada e julgada determinando a demolição no dia 25 de março, sem que para isso tenham sido construídas as novas instalações, prometidas pela prefeitura aos comerciantes.

“Ações como essa têm o objetivo primordial de cumprir sua missão institucional, garantindo que as áreas públicas se destinem ao aproveitamento coletivo. Deste modo, o Ministério Público da Paraíba também assegura que as praias se tornem efetivamente um local de acesso livre, franco e igualitário”, concluiu o promotor.

POPULAÇÃO CONTRA A DEMOLIÇÃO
A decisão de demolição dos estabelecimentos comerciais da orla de Cabedelo foi tomada após reunião entre os órgãos, na última segunda-feira, e causou revolta de comerciantes, turistas e moradores dos locais onde bares e trailers estão instalados.

A aposentada Maria das Dores dos Santos, esposa do proprietário de um dos bares que serão retirados da orla, contou que está instalada como ponto de apoio a barqueiros e turistas que visitam Areia Vermelha há 32 anos e que o IPTU é pago anualmente. Ainda assim, a decisão judicial estabeleceu a derrubada do local, sem data para início das obras do novo local onde serão instalados.

“Existe algo de muito errado nesta área que ocupo, porque a Prefeitura de Cabedelo me cobra IPTU todo ano, informando que a área é minha e que se eu estou usando, tenho que pagar.

Aí vem o Patrimônio da União alegando que a área é dela e que não posso comercializar aqui até que esteja pronto o Projeto Orla, que ninguém nunca nem viu. Com isso, teremos nosso bar, que emprega mais de 30 pessoas derrubado no dia 25 de março, sem ter o que fazer ou para onde ir. Acho que o Ministério Público deveria intervir para que pudéssemos ficar aqui até que fosse construído o novo local”, afirmou Maria das Dores.

A mesma queixa é de Antônio José Santos Cardoso, 41 anos, que em 2011 viu seu bar ser derrubado pela prefeitura e que, para garantir o sustento de sua família comprou um trailer e trabalha em uma travessa no Poço, mas que também será proibido de comercializar no local a partir de 10 de março.

“Isso é um absurdo. Quando derrubaram meu bar não me indenizaram, e não levaram à frente o projeto de reordenamento da orla, com a definição dos locais e de como deveria ser a estrutura dos quiosques. Com isso, improvisei e continuei trabalhando aqui, oferecendo serviço de qualidade aos turistas e garantindo o sustento da minha família. Nos tirar definitivamente daqui sem nos dar uma opção é condenar os comerciantes e seus funcionários, que geram renda e mantém a cidade funcionando”, disse o comerciante.

O funcionário público Marcos Costa, 56 anos, reside em Campina Grande, mas anualmente passa o verão em Cabedelo e se mostrou preocupado. “Acho isso uma irresponsabilidade. Vão fazer com Cabedelo o mesmo que fizeram com o Bessa, ou seja, torná-la uma praia deserta, sem estrutura, sem termos onde comer ou uma sombra para descansar e aproveitar o mar”, disse.

O economiário Ivan Augusto dos Santos Reis, 51 anos, que reside com a família no Poço, na rua onde está o trailer de Antônio Cardoso, afirmou ser contra a decisão de derrubada do local. “Essas pessoas trabalham aqui há muitos anos e possuem funcionários. Sou favorável à elaboração de um projeto de adequação da orla, com a fixação deles em quiosques padronizados e antes de retirá-los”, afirmou.
 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Desleixo faz lixo se acumular na Praia do Poço; moradores prometem ocupar Prefeitura



Fernando Rodrigues

Moradores e turistas que visitam a Praia do Poço estão revoltados com o desleixo da Prefeitura Municipal de Cabedelo. Segundo denúncia, há mais uma semana que os caminhões da Prefeitura não coleta o lixo que já se espalha por toda a orla do bairro.  
 
 Para chamar a atenção das autoridades da falta de higiene que toma conta do bairro e da praia, um internauta gravou um vídeo e postou nas redes sociais.
Segundo Informações, a área é um do IPTUs mais caro da Paraíba,  e os moradores prometem revidar o descaso da administração de Leto Viana. Eles  ameaçam se mobilizar e ocupar a sede da Prefeitura 'armados' com sacolas de lixo.
 
Ainda de acordo com a denúncia, o lixo vem se acumulando desde antes do Natal.


 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Duas tartarugas são encontradas presas em rede de pesca na Paraíba

14/12/2013 15h19 - Atualizado em 14/12/2013 16h00 

Animas estavam enroscados em coral na praia do Bessa, em João Pessoa.
Banhistas ajudaram no resgate das tartarugas.
 
Do G1 PB
 
 
Animais foram resgatado com auxílio de prancha, na praia do Bessa, em João Pessoa  (Foto: Arquivo Pessoal/David Montenegro)
Animais foram resgatados com auxílio de prancha, na praia do Bessa,
em João Pessoa (Foto: Arquivo Pessoal/David Montenegro)

Duas tartarugas foram encontradas presas em uma rede de pesca na manhã deste sábado (14) na praia do Bessa, em João Pessoa. Segundo David Montenegro, um dos banhistas que ajudou no resgate, os animais estavam enroscados na rede que estava presa em uma barreira de corais em uma área conhecida como Caribessa, no litoral da capital paraibana. Uma das tartarugas estava morta e em estado de decomposição, segundo David Montenegro. A outra foi liberada da rede e reintegrada ao habitat natural.
 
Segundo David Montenegro, os animais foram encontrados pelo atleta Gustavo Tadeu, quando ele praticava Stand Up Paddle, modalidade de surfe que se pratica em pé com um remo. “Gustavo encontrou e foi me avisar, porque eu estou sempre na área porque trabalho com passeios ecoturísticos de caiaque na praia. Por conta disso, sou praticamente um voluntário do Ibama na proteção da vida no local. Já colaborei muitas vezes com resgates e flagrei muitos crimes ambientais na área”, explicou.
 
Ele conta que aciona os órgãos competentes quando presencia algum tipo de crime de degradação ambiental, mas nem sempre vê ação por parte de quem deveria fiscalizar o local. “Algumas vezes ouvimos deles que falta equipamento para fiscalização, em outros casos falta pessoal. No mês passado vi um homem roubando parte do coral, liguei para Polícia Ambiental e felizmente conseguiram detê-lo. É um trabalho de fiscalização diário”, comentou.
 
A intenção das pessoas que frequentam o trecho da praia do Bessa é transformar a barreira de corais em Área de Preservação Permanente (APP), como é o caso da faixa de terra de Areia Vermelha na praia do Poço, em Cabedelo na Grande João Pessoa, e os corais de Picãozinho, na praia de Tambaú, na capital.
 
O G1 entrou em contato com a Superintendência do Ibama na Paraíba, mas as ligações não foram atendidas.

A tartaruga que foi encontrada viva na praia do Bessa foi devolvido ao mar (Foto: Arquivo Pessoal/David Montenegro)
A tartaruga que foi encontrada viva na praia do Bessa foi
devolvida ao mar (Foto: Arquivo Pessoal/David Montenegro)

 
Fonte
 
 

sábado, 26 de outubro de 2013

Tartaruga com placa de identificação é encontrada morta em praia da PB


25/10/2013 11h35 - Atualizado em 25/10/2013 11h35

A identificação sugere que ela era monitorada.
Em duas semanas, 14 tartarugas foram encontradas mortas na região.
 
Do G1 PB
 
 
Ao todo, 14 tartarugas foram encontradas em duas semanas entre as praias do Bessa e Intermares, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1-PB)
Ao todo, 14 tartarugas foram encontradas em duas semanas entre as praias
do Bessa e Intermares, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1-PB)

Uma tartaruga marinha foi encontrada morta na manhã desta sexta-feira (25), na Praia do Poço, no município de Cabedelo. O animal estava com uma placa de identificação, o que sugere que era monitorado por equipes de preservação do Meio Ambiente.
 
Tartagura encontrada em João Pessoa estava com placa de identificação (Foto: Walter Paparazzo/G1-PB)
Tartagura encontrada estava com placa de
identificação (Foto: Walter Paparazzo/G1-PB)
A tartaruga foi encontrada pelo banhista Reginaldo Inocêncio, que estava caminhando na praia e ligou para comunicar o fato.
 
A bióloga Rita Mascarenhas disse que nas duas últimas semanas foram encontradas 14 tartarugas mortas na divisa das praias do Bessa e Intermares.
 
Sobre a de hoje, ela informou que a tartaruga estava em estado de decomposição muito avançado e que por esse motivo não há como precisar a causa da morte. “Ainda não vi a tartaruga, mas à tarde vou analisar a situação”, declarou.

Fonte