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Banhistas devem ficar atentos à balnabilidade da praia escolhida (Foto: Adgley Delgado/Secom-PB)
Quatro trechos de praias do litoral da Paraíba devem ser evitados pelos
banhistas neste fim de semana, de acordo com relatório de
balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente
(Sudema). Outras 52 praias estão apropriadas para o banho.
No município de Cabedelo, deve ser evitada a área localizada na margem direita do Estuário do Rio Paraíba. No município de João Pessoa,
deve ser evitada a área localizada entre a Praia do Sol e a Praia de
Jacarapé. Em Pitimbu a recomendação para os banhistas é respeitar a área
de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do
Engenho Velho.
O monitoramento é feito mensalmente, exceto nas praias urbanas de João Pessoa, Lucena e Pitimbu, onde a análise é feita semanalmente.
Praias em João Pessoa, Cabedelo e Pitimbu estão impróprias para banho.
Alerta começa neste sábado e vai até o próximo final de semana.
Do G1 PB
Praia do Jacaré é uma das que devem ser evitadas (Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)
Quatro praias do litoral paraibano devem ser evitadas pelos banhistas a
partir de sábado (15). Segundo relatório de balneabilidade da
Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), divulgado
semanalmente, trechos das Praias do Jacaré, em Cabedelo, na Grande João Pessoa; Arraial, na capital paraibana, e de Maceió e Acaú/Pontinha, em Pitimbu, no Litoral Sul, devem ser evitadas.
No Município de Cabedelo, deve ser evitada a área localizada na margem
direita do Estuário do Rio Paraíba. No Município de João Pessoa, deve
ser evitada a área localizada entre a Praia do Sol e a Praia de
Jacarapé. Em Pitimbu
a recomendação para os banhistas é respeitar a área de 100 metros à
direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
As outras 52 praias do litoral da Paraíba estão próprias para banho,
com a qualidade da água variando entre excelente, muito boa e
satisfatória. A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema
divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56
praias, por meio de coleta de material para análise nos municípios
costeiros.
Em João Pessoa, Lucena
e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande
fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do
litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.
Cinquenta
e duas praias do litoral paraibano estão apropriadas para o banho, de
acordo com classificação da Superintendência de Administração do Meio
Ambiente (Sudema). A qualidade da água varia entre excelente, muito boa e
satisfatória.
Segundo o relatório semanal de
balneabilidade das praias, apenas trechos das praias do Jacaré, em
Cabedelo (na margem direita do estuário do Rio Paraíba); de Manaíra, em
João Pessoa (num trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria
de águas pluviais frontal ao Bahamas); do Jacarapé, em João Pessoa (num
trecho de 100 metros à direita e à esquerda do Rio Jacarapé) e de
Maceió, em Pitimbu (100 metros à direita e à esquerda da desembocadura
do Riacho do Engenho Velho) devem ser evitadas pelos banhistas.
A
equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma
vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de
coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado.
Em
João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros
urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos
demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada
mensalmente.
A
Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Social
da Capital recebeu da Superintendência de Administração do Meio
Ambiente (Sudema) o projeto de sinalização vertical e de divulgação na
internet sobre as condições de balneabilidade das 12 praias de João
Pessoa. O prazo definido em audiência com o Ministério Público para a
instalação das placas indicativas se encerra no dia 8 de julho.
Segundo
o promotor de Justiça João Geraldo Barbosa, o objetivo da promotoria é
garantir ao cidadão paraibano e aos turistas o direito ao acesso à
informação sobre a qualidade das águas das praias, através da
classificação "próprias" ou "impróprias" para o banho e atividades
esportivas aquáticas.
Atualmente, a divulgação das condições de
balneabilidade das praias do litoral paraibano é realizada através de
relatório semanal produzido pela Coordenadoria de Medições Ambientais da
Sudema a partir de coletas realizadas em 56 praias do estado.
O
projeto apresentado pela Sudema pretende reformular a divulgação e
ampliar o acesso à informação divulgada a partir do relatório semanal
com a instalação da sinalização vertical na orla da capital para
facilitar o acesso a esses dados.
As placas indicativas deverão ser
instaladas até o dia 8 de julho nas praias Bessa 1 e 2, Manaíra, Tambaú,
Cabo Branco, Seixas, Penha, Jacarapé, Arraial, Sol, Camurupim e Barra
de Gramame. As placas com o slogan "Se liga na balneabilidade" informará
o nome da praia e a indicação "própria" ou "imprópria".
O projeto na
íntegra encaminhado pela Sudema está à disposição para consulta na
promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Capital para os promotores de
Justiça que atuam em municípios do litoral e que queiram estender a
iniciativa às demais praias paraibanas.
Moradores reclamam da forma como o Petcoke e armazenado e transportado se espalhando pelas ruas do bairro Renascer.
Jaine AlvesAlberi PontesPara tentar
amenizar a poeira preta que invade as casas, empresa contratou um
caminhão-pipa para regar o trajeto por onde passam os caminhões
Moradores do município de Cabedelo, região metropolitana de João Pessoa,
continuam sofrendo os prejuízos causados pelo coque de petróleo
(Petcoke), mesmo depois de oito anos da aplicação do Termo de
Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo Ministério Público Federal
(MPF), Superintendência de Administração do Meio Ambiente da Paraíba
(Sudema-PB) e Companhia Docas da Paraíba. Preocupados com os problemas
de saúde, principalmente respiratórios, alguns moradores já colocaram
anuncio de venda nos imóveis. O MPF afirma que fiscalizações estão sendo
feitas.
O TAC foi assinado entre as instituições visando contribuir para
viabilizar a gestão ambientalmente adequada do produto residual da
refinação do petróleo, coque de petróleo – Petcoke, no Porto de Cabedelo
e adjacências.
O Petcoke é um produto derivado da refinação do petróleo e, por
assemelhar-se a uma poeira preta, quando transportada inadequadamente,
se espalha com facilidade pelas ruas do bairro Renascer, com destaque à
rua que dá acesso ao Terminal de Combustíveis da Paraíba (Tecop),
situado na Praia do Jacaré. A população se questiona se o TAC está sendo
cumprido por parte da empresa, pois a situação continua preocupante,
como relatou o funcionário público Luciano Teixeira, 36 anos, que resina
na via de transporte do produto.
“Sabemos que o petcoke gera economia para o município, mas pela forma
que é armazenado e transportado (em caminhões) acaba gerando doenças
respiratórias, além disso, acreditamos que ele é uma substância
cancerígena”, declarou o morador ao afirmar que a esposa teve alergia
respiratória por seis meses, logo que foram morar no local. Luciano
também mostrou-se preocupado com a poluição ambiental.
Para tentar amenizar a poeira preta que invade as casas, a empresa
Tecop contratou um caminhão-pipa para regar duas vezes por dia o trajeto
feito pelos caminhões que transportam o Petcoke, mas a população
reclama. “Isso não adianta nada”, afirmou uma moradora que preferiu não
se identificar.
Através da assessoria de comunicação, o procurador da República
Werton Magalhães Costa responsável pelo caso, disse que o MPF tem feito,
sim, a fiscalização do TAC, apesar das dificuldades de realizá-lo. No
entanto, ressaltou que só poderia dar mais informações na próxima
segunda-feira, pois está trabalhando em procedimentos com prazos que
precisam ser cumpridos.
Elas vão responder em liberdade e pagar uma multa de até R$ 10 mil. Em 20 dias, foram destruídos dois hectares de floresta nativa, diz polícia.
Do G1 PB
Uma fiscalização de rotina do Batalhão Ambiental flagrou oito famílias
desmatando uma área de Mata Atlântica na praia de Jacarepé, em João Pessoa,
neste domingo (16). A invasão ao terreno que, de acordo com o chefe de
fiscalização do Batalhão Ambiental, Handerson da Silva, já vinha
acontecendo há cerca de 20 dias, já tinha destruído cerca de dois
hectares de floresta nativa, protegida por lei.
Em torno da mata, já havia uns cem barracos, feitos com madeira das
próprias árvores derrubadas, segundo Handerson da Silva. "Essas pessoas
foram autuadas por destruir e danificar vegetação nativa, pena que vai
chega a três anos de prisão. Por isso, irão responder em liberdade na
esfera penal e na esfera administrativa. Esta última prevê uma multa que
varia entre R$ 5 mil e R$ 10 mil”, informou.
Handerson explicou ainda que sete pessoas foram levadas para a
delegacia especializada do meio ambiente, na Central de Polícia,
localizada no Centro de João Pessoa. "Com as famílias que já montaram as
casas nós não podemos mexer. Com relação a estas, a Justiça vai lavrar
um termo de reintegração de posse para que a Polícia Militar e a Sudema
[Superintendência do Meio-Ambiente] tirem essas famílias de lá”,
acrescentou.
Durante a autuação, foram apreendidos alguns pertences, como facão,
foice e carros-de-mão. “Não há dúvidas de que são carentes, mas existem
algumas pessoas que já possuem casas encabeçando esse movimento de
invasão. É isso que vamos apurar”, afirmou Handerson.