Mostrando postagens com marcador Praia de Jacarapé. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Praia de Jacarapé. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de dezembro de 2014

Paraíba tem quatro praias impróprias para banho neste fim de semana

06/12/2014 06h30 - Atualizado em 06/12/2014 06h30 

Outras 52 praias estão apropriadas para o banho.
Confira os trechos desaconselhados pela Sudema.
 
Do G1 PB

Prais do Litoral paraibano são opções para o fim de semana; máxima será de 30º C (Foto: Adgley Delgado/Secom-PB)
Banhistas devem ficar atentos à balnabilidade
da praia escolhida (Foto: Adgley Delgado/Secom-PB)
Quatro trechos de praias do litoral da Paraíba devem ser evitados pelos banhistas neste fim de semana, de acordo com relatório de balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Outras 52 praias estão apropriadas para o banho.
 
No município de Cabedelo, deve ser evitada a área localizada na margem direita do Estuário do Rio Paraíba. No município de João Pessoa, deve ser evitada a área localizada entre a Praia do Sol e a Praia de Jacarapé. Em Pitimbu a recomendação para os banhistas é respeitar a área de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
 
O monitoramento é feito mensalmente, exceto nas praias urbanas de João Pessoa, Lucena e Pitimbu, onde a análise é feita semanalmente.

Fonte


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Quatro praias paraibanas devem ser evitadas por banhistas, diz Sudema

14/11/2014 11h59 - Atualizado em 14/11/2014 11h59 

Praias em João Pessoa, Cabedelo e Pitimbu estão impróprias para banho.
Alerta começa neste sábado e vai até o próximo final de semana. 

Do G1 PB


Praia do Jacaré, na Paraíba (Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)
Praia do Jacaré é uma das que devem ser evitadas
(Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)
Quatro praias do litoral paraibano devem ser evitadas pelos banhistas a partir de sábado (15). Segundo relatório de balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), divulgado semanalmente, trechos das Praias do Jacaré, em Cabedelo, na Grande João Pessoa; Arraial, na capital paraibana, e de Maceió e Acaú/Pontinha, em Pitimbu, no Litoral Sul, devem ser evitadas.
 
No Município de Cabedelo, deve ser evitada a área localizada na margem direita do Estuário do Rio Paraíba. No Município de João Pessoa, deve ser evitada a área localizada entre a Praia do Sol e a Praia de Jacarapé. Em Pitimbu a recomendação para os banhistas é respeitar a área de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
 
As outras 52 praias do litoral da Paraíba estão próprias para banho, com a qualidade da água variando entre excelente, muito boa e satisfatória. A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de coleta de material para análise nos municípios costeiros.

Em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.
 
Fonte
 
 

sábado, 14 de junho de 2014

Banhistas podem aproveitar 52 praias do litoral paraibano

 

 
Secom-PB
Banhistas podem aproveitar 52 praias do litoral paraibanoFoto: Walla Santos

Cinquenta e duas praias do litoral paraibano estão apropriadas para o banho, de acordo com classificação da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). A qualidade da água varia entre excelente, muito boa e satisfatória.

Segundo o relatório semanal de balneabilidade das praias, apenas trechos das praias do Jacaré, em Cabedelo (na margem direita do estuário do Rio Paraíba); de Manaíra, em João Pessoa (num trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas pluviais frontal ao Bahamas); do Jacarapé, em João Pessoa (num trecho de 100 metros à direita e à esquerda do Rio Jacarapé) e de Maceió, em Pitimbu (100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho) devem ser evitadas pelos banhistas.

A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado.

Em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Praias de JP terão sinalização vertical sobre balneabilidade

 

Assessoria
 
Praias de JP terão sinalização vertical sobre balneabilidadeImagem ( Da Internet)
A Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Social da Capital recebeu da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) o projeto de sinalização vertical e de divulgação na internet sobre as condições de balneabilidade das 12 praias de João Pessoa. O prazo definido em audiência com o Ministério Público para a instalação das placas indicativas se encerra no dia 8 de julho.
 
Segundo o promotor de Justiça João Geraldo Barbosa, o objetivo da promotoria é garantir ao cidadão paraibano e aos turistas o direito ao acesso à informação sobre a qualidade das águas das praias, através da classificação "próprias" ou "impróprias" para o banho e atividades esportivas aquáticas.
 
Atualmente, a divulgação das condições de balneabilidade das praias do litoral paraibano é realizada através de relatório semanal produzido pela Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema a partir de coletas realizadas em 56 praias do estado.
 
O projeto apresentado pela Sudema pretende reformular a divulgação e ampliar o acesso à informação divulgada a partir do relatório semanal com a instalação da sinalização vertical na orla da capital para facilitar o acesso a esses dados.
 
As placas indicativas deverão ser instaladas até o dia 8 de julho nas praias Bessa 1 e 2, Manaíra, Tambaú, Cabo Branco, Seixas, Penha, Jacarapé, Arraial, Sol, Camurupim e Barra de Gramame. As placas com o slogan "Se liga na balneabilidade" informará o nome da praia e a indicação "própria" ou "imprópria".
 
O projeto na íntegra encaminhado pela Sudema está à disposição para consulta na promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Capital para os promotores de Justiça que atuam em municípios do litoral e que queiram estender a iniciativa às demais praias paraibanas.



sábado, 15 de dezembro de 2012

População reclama do 'coque'

Moradores reclamam da forma como o Petcoke e armazenado e transportado se espalhando pelas ruas do bairro Renascer.
 


 
 
Alberi Pontes
Para tentar amenizar a poeira preta que invade as casas, empresa contratou um caminhão-pipa para regar o trajeto por onde passam os caminhões

Moradores do município de Cabedelo, região metropolitana de João Pessoa, continuam sofrendo os prejuízos causados pelo coque de petróleo (Petcoke), mesmo depois de oito anos da aplicação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo Ministério Público Federal (MPF), Superintendência de Administração do Meio Ambiente da Paraíba (Sudema-PB) e Companhia Docas da Paraíba. Preocupados com os problemas de saúde, principalmente respiratórios, alguns moradores já colocaram anuncio de venda nos imóveis. O MPF afirma que fiscalizações estão sendo feitas.
O TAC foi assinado entre as instituições visando contribuir para viabilizar a gestão ambientalmente adequada do produto residual da refinação do petróleo, coque de petróleo – Petcoke, no Porto de Cabedelo e adjacências.
O Petcoke é um produto derivado da refinação do petróleo e, por assemelhar-se a uma poeira preta, quando transportada inadequadamente, se espalha com facilidade pelas ruas do bairro Renascer, com destaque à rua que dá acesso ao Terminal de Combustíveis da Paraíba (Tecop), situado na Praia do Jacaré. A população se questiona se o TAC está sendo cumprido por parte da empresa, pois a situação continua preocupante, como relatou o funcionário público Luciano Teixeira, 36 anos, que resina na via de transporte do produto.
“Sabemos que o petcoke gera economia para o município, mas pela forma que é armazenado e transportado (em caminhões) acaba gerando doenças respiratórias, além disso, acreditamos que ele é uma substância cancerígena”, declarou o morador ao afirmar que a esposa teve alergia respiratória por seis meses, logo que foram morar no local. Luciano também mostrou-se preocupado com a poluição ambiental.
Para tentar amenizar a poeira preta que invade as casas, a empresa Tecop contratou um caminhão-pipa para regar duas vezes por dia o trajeto feito pelos caminhões que transportam o Petcoke, mas a população reclama. “Isso não adianta nada”, afirmou uma moradora que preferiu não se identificar.
Através da assessoria de comunicação, o procurador da República Werton Magalhães Costa responsável pelo caso, disse que o MPF tem feito, sim, a fiscalização do TAC, apesar das dificuldades de realizá-lo. No entanto, ressaltou que só poderia dar mais informações na próxima segunda-feira, pois está trabalhando em procedimentos com prazos que precisam ser cumpridos.


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Sete pessoas são autuadas por destruir floresta nativa na Paraíba

17/09/2012 16h02 - Atualizado em 17/09/2012 18h52

Elas vão responder em liberdade e pagar uma multa de até R$ 10 mil.
Em 20 dias, foram destruídos dois hectares de floresta nativa, diz polícia.
 
Do G1 PB
 
Uma fiscalização de rotina do Batalhão Ambiental flagrou oito famílias desmatando uma área de Mata Atlântica na praia de Jacarepé, em João Pessoa, neste domingo (16). A invasão ao terreno que, de acordo com o chefe de fiscalização do Batalhão Ambiental, Handerson da Silva, já vinha acontecendo há cerca de 20 dias, já tinha destruído cerca de dois hectares de floresta nativa, protegida por lei.
 
Em torno da mata, já havia uns cem barracos, feitos com madeira das próprias árvores derrubadas, segundo Handerson da Silva. "Essas pessoas foram autuadas por destruir e danificar vegetação nativa, pena que vai chega a três anos de prisão. Por isso, irão responder em liberdade na esfera penal e na esfera administrativa. Esta última prevê uma multa que varia entre R$ 5 mil e  R$ 10 mil”, informou.

Handerson explicou ainda que sete pessoas foram levadas para a delegacia especializada do meio ambiente, na Central de Polícia, localizada no Centro de João Pessoa. "Com as famílias que já montaram as casas nós não podemos mexer. Com relação a estas, a Justiça vai lavrar um termo de reintegração de posse para que a Polícia Militar e a Sudema [Superintendência do Meio-Ambiente] tirem essas famílias de lá”, acrescentou.
Durante a autuação, foram apreendidos alguns pertences, como facão, foice e carros-de-mão. “Não há dúvidas de que são carentes, mas existem algumas pessoas que já possuem casas encabeçando esse movimento de invasão. É isso que vamos apurar”, afirmou Handerson.