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sexta-feira, 10 de março de 2017

TVs Cabo Branco e Paraíba dão início ao projeto ambiental de 30 anos das emissoras

Iniciativa prevê plantio de 60 mil mudas em João Pessoa e Campina Grande

 
Projeto ambiental é em comemoração aos 30 anos das afiliadas Globo na Paraíba (Foto: Divulgação)
Projeto ambiental é em comemoração aos 30 anos das afiliadas
Globo na Paraíba (Foto: Divulgação)
 
As TVs Cabo Branco e Paraíba vão dar o pontapé em um importante projeto ambiental no estado. Em comemoração às suas três décadas de fundação, as afiliadas Globo lançam essa iniciativa que mudará a paisagem de João Pessoa e Campina Grande com 30 mil novas árvores em cada uma das cidades.
 
Na capital, o lançamento da campanha será no dia 12 de março. A partir das 8h30, representantes da Rede Paraíba de Comunicação e da Prefeitura Municipal de João Pessoa estarão reunidos, na Praia do Cabo Branco, para o plantio simbólico de coqueiros. Ao todo, só dessa espécie serão mais de 1.200 mudas que irão embelezar ainda mais toda a orla pessoense, do Gramame ao Bessa. A população está convidada a fazer parte do projeto adquirindo mudas diversas que serão distribuídas gratuitamente no local.
Uma semana depois, o projeto chega à Rainha da Borborema. No dia 19 de março, também às 8h30, o Açude Velho receberá a primeira etapa da ação. Por lá, diretores e apresentadores da Rede Paraíba junto aos representantes da Prefeitura Municipal de Campina Grande farão parte do plantio de jacarandás-mimosos, que formarão um bosque às margens do principal cartão-postal do município.
 
Termo de intenções foi assinado em janeiro deste ano, em uma parceria da Rede Paraíba com a Prefeitura de João Pessoa.
  
Idealizado pela Rede Paraíba de Comunicação, o projeto conta com o apoio das prefeituras de João Pessoa e de Campina Grande, este por meio do projeto Minha Árvore. Nos próximos meses, as gestões municipais vão seguir um calendário de plantio que foi definido entre os parceiros.
Na capital, serão 25 mil plantas para a recuperação de áreas degradadas, como Parque Cabo Branco e as nascentes do Rio Cabelo e Rio Jaguaribe; além de 5 mil para ambientes urbanos, como o Parque da Lagoa, a Praça da Independência e o Retão de Manaíra. Já em Campina Grande, as mudas serão plantadas nos principais pontos da cidade, como o Canal do Prado, o Parque da Liberdade e o Complexo Aluízio Campos.
Durante este período, as TVs Cabo Branco e Paraíba farão a cobertura das ações, além da exibição de reportagens especiais para conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental.

Fonte


 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Os espigões vão decolar’

27/12/2013 às 08:00 h
 
Rubens Nóbrega
 
Após a Justiça Federal decidir, no último dia 19, que a Prefeitura de João Pessoa pode desapropriar a área do Bessa onde funciona o Aeroclube de João Pessoa, o Professor Menezes está convencido de que lá, onde hoje pousam e decolam pequenas aeronaves, em futuro próximo deve pousar de vez a ganância imobiliária para fazer daquilo a pista de decolagem dos espigões que serão erguidos naquele terreno.
 
“Sim, Professor, mas tem o parque, o Parque Parahyba que a Prefeitura projetou e pretende instalar no local”, ponderei. Mas ele, radical como nunca antes em sua história, voltou à carga com novos argumentos demolidores dos bons propósitos aparentes. “Não seja tolo, meu jovem. Toda aquela operação de há quase dois anos sempre teve inspiração imobiliária. O ambiental é acessório, embora muito importante para os investidores”, disse.
 
“Importante como, Professor?”, provoquei. “Ora, meu caro, importante porque é óbvio que o parque municipal vai valorizar e muito a floresta de espigões que brotará na área nobilíssima do Bessa. Quem não quer morar vizinho de um parque? Além do mais, a obra pública vai dar um tremendo charme ecológico ao empreendimento privado”, vaticinou.
 
Quanto à operação de quase dois anos atrás a que se referiu meu qualificado interlocutor, cumpre-me esclarecer. Trata-se da destruição da pista do Aeroclube consumada em 19 de janeiro de 2011 por ordem do então prefeito Luciano Agra, uma ação truculenta baseada em decisão judicial provisória (liminar) que autorizava apenas a desocupação do local.
 
Destruição estratégica
Segundo o Professor Menezes, a apressada destruição da pista foi, na verdade, pensada e ordenada para forçar dirigentes e sócios do Aeroclube a aceitarem ligeirinho a desapropriação que inviabilizaria a venda daquele patrimônio a um grupo empresarial cearense supostamente interessado em construir monumental shopping center no Bessa. Sendo verdade, a ação teria como objetivo favorecer os shoppings já existentes ali perto, em Manaíra, presumindo-se que esses seriam fortemente abalados pela concorrência.

“Interesses paralelos”
De qualquer sorte, emenda o Professor, “devemos considerar os muitos interesses paralelos que se beneficiarão com a retirada do Aeroclube daquela área, o mais forte dos quais se representa pelo fim das restrições de altura ali existente, em função do chamado polígono de voo, restrições essas que retiradas vão permitir o desenvolvimento e a implantação de projetos arquitetônicos como os espigões, hoje impossíveis, dada a limitação ainda existente”. 
 
Ele menciona ainda, entre os tais ‘interesses paralelos’, campanhas eleitorais “sempre bafejadas pelos sistemas que presumivelmente se beneficiarão do levantamento dessas restrições”. E aponta o resultado mais do que previsível da remoção do Aeroclube: a supervalorização dos lotes que serão ocupados pelos novos ‘benefícios’ oferecidos à cidade, “que verá mais uma de suas áreas submetida a um adensamento populacional cujas consequências só ousamos imaginar”.

A mudança se impõe
Arrisco dizer que as impressões, observações e desconfianças do Professor Menezes são comuns a milhares de cidadãos residentes em João Pessoa, entre os quais o colunista se inclui. Penso, contudo, que a mudança de local do Aeroclube há muito se impõe pelos riscos de acidente, ampliados com a proximidade de prédios residenciais ou comerciais em volta da pista. Mas essa mudança deverá ser discutida e construída mediante consenso entre as partes. Para nossa felicidade, o Prefeito Luciano Cartaxo é pessoa afeita ao diálogo e já disse publicamente que está disposto a encontrar com o pessoal do Aeroclube a melhor saída para todos os lados envolvidos na questão.

[...]

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Praias de JP terão sinalização vertical sobre balneabilidade

 

Assessoria
 
Praias de JP terão sinalização vertical sobre balneabilidadeImagem ( Da Internet)
A Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Social da Capital recebeu da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) o projeto de sinalização vertical e de divulgação na internet sobre as condições de balneabilidade das 12 praias de João Pessoa. O prazo definido em audiência com o Ministério Público para a instalação das placas indicativas se encerra no dia 8 de julho.
 
Segundo o promotor de Justiça João Geraldo Barbosa, o objetivo da promotoria é garantir ao cidadão paraibano e aos turistas o direito ao acesso à informação sobre a qualidade das águas das praias, através da classificação "próprias" ou "impróprias" para o banho e atividades esportivas aquáticas.
 
Atualmente, a divulgação das condições de balneabilidade das praias do litoral paraibano é realizada através de relatório semanal produzido pela Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema a partir de coletas realizadas em 56 praias do estado.
 
O projeto apresentado pela Sudema pretende reformular a divulgação e ampliar o acesso à informação divulgada a partir do relatório semanal com a instalação da sinalização vertical na orla da capital para facilitar o acesso a esses dados.
 
As placas indicativas deverão ser instaladas até o dia 8 de julho nas praias Bessa 1 e 2, Manaíra, Tambaú, Cabo Branco, Seixas, Penha, Jacarapé, Arraial, Sol, Camurupim e Barra de Gramame. As placas com o slogan "Se liga na balneabilidade" informará o nome da praia e a indicação "própria" ou "imprópria".
 
O projeto na íntegra encaminhado pela Sudema está à disposição para consulta na promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Capital para os promotores de Justiça que atuam em municípios do litoral e que queiram estender a iniciativa às demais praias paraibanas.



terça-feira, 21 de maio de 2013

Empresário acha rede abandonada com duas tartarugas mortas na PB


20/05/2013 19h18 - Atualizado em 20/05/2013 19h18 

David Montenegro estava em um caiaque e aproveitou para tirar uma foto.
ONG afirma que mais de 80 tartarugas já foram encontradas mortas em 2013.
 
Do G1 PB
 

Duas tartarugas são encontradas mortas em rede de pesca na praia do Bessa  (Foto: David Montenegro)
Empresário fotografou uma das tartarugas mortas em rede de pesca
na praia do Bessa (Foto: David Montenegro/arquivo pessoal)


Na tarde do domingo (19) duas tartarugas marinhas foram encontradas mortas em uma rede de pesca aparentemente abandonada na praia do Bessa, em João Pessoa. Os animais foram encontrados por uma dupla que fazia um passeio turístico com caiaque pelo local e aproveitaram a situação para tirar uma foto e divulgar o caso pelas redes sociais.
 
O empresário David Montenegro estava no caiaque e explicou que estava passeando com um turista quando achou a rede. "Fomos até o local e quando puxei a rede achei duas tartarugas mortas. Uma já estava em estado bem avançado de decomposição e a outra é a da foto”.
 
“Na nossa empresa fazemos passeios ecológicos pela orla de João Pessoa e temos um acervo bem grande com fotos de várias tartarugas mortas que foram encontradas”, disse David.
 
Rita Mascarenhas, fundadora da ONG Guajiru, que tem a tarefa de proteger as tartarugas marinhas que visitam e desovam na orla da Paraíba, informou que nesses primeiros cinco meses de 2013 a organização já documentou pelo menos 85 tartarugas marinhas encontradas mortas.

Tartaruga marinha encontrada na praia do Bessa tinha 50 anos de idade e mais de um metro de casco (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Mais de 80 tartarugas já foram encontradas mortas
na Paraíba em 2013 (Foto: Walter Paparazzo/G1)
“Só neste domingo (19) encontramos três mortas em praias da orla. Com essas encontradas dentro do mar, presas em uma rede, o número sobe para cinco", explicou a bióloga.
 
Rita contou que a poluição das águas marinhas e a pesca estão elevando o número de tartarugas mortas na orla paraibana, já que nos últimos anos a média era de 100 tartarugas, e em menos da metade de 2013 esse número quase já foi alcançado. Segundo Rita, a maioria dos animais que aparecem mortos têm marca de rede de pesca no corpo ou plástico dentro do estômago.
 
Fonte
 
 
 

terça-feira, 7 de maio de 2013

Tartaruga de mais de um metro é encontrada morta em João Pessoa

06/05/2013 13h09 - Atualizado em 06/05/2013 13h09

Animal de mais de um metro teria se enroscado em rede de pesca.
ONG chamou prefeitura para que a tartaruga fosse enterrada.




 
Do G1 PB
Uma tartaruga marinha de aproximadamente 50 anos foi encontrada morta na praia do Bessa, em João Pessoa, no fim da tarde do domingo (5), de acordo com a bióloga Rita Marcarenhas, da ONG Guajiru. Segundo ela, o animal era um macho com um metro e quinze centímetros de casco, que morreu, provavelmente, por ter se enroscado em uma rede de pesca.
 
Tartaruga marinha encontrada na praia do Bessa tinha 50 anos de idade e mais de um metro de casco (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Tartaruga marinha encontrada na praia do Bessa
tinha 50 anos de idade e mais de um metro de casco
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
A equipe da Guajiru esteve no local, fez a medição e fotografou o animal, mas não pôde enterrá-lo. “Como estamos com pouco pessoal, não deu para enterrar, é uma atividade bastante trabalhosa. Mas já contatamos a Prefeitura para que o enterro seja feito”, afirmou Rita.
 
Ela ainda informa que não há problemas na permanência do corpo da tartaruga na areia enquanto a remoção não é feita. Ela alerta apenas para que as pessoas evitem entrar em contato direto com o corpo do animal, para evitar bactérias. “Infelizmente não pudemos fazer uma necrópsia porque ela já estava em decomposição, mas as marcas nas nadadeiras indicam que uma rede de pesca foi a culpada mais provável pela morte do bicho”, finaliza.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Justiça Federal na Paraíba divulga sentença sobre projeto de urbanização da orla do Bessa

03/12/2012 - 17:01 - Atualizado em 03/12/12 - 17:11

Urbanização prejudicaria tartarugas marinhas


Em sentença proferida na última sexta-feira (30), a 3ª Vara da Justiça Federal na Paraíba julgou procedente ação popular promovida por morador do Bessa, contra o projeto de urbanização da Prefeitura de João Pessoa, no trecho da orla compreendido entre o final da Avenida João Maurício e o Iate Clube da Paraíba. Na decisão, a Justiça Federal alegou que, de acordo com a legislação ambiental vigente, o local conta com trecho de vegetação de restinga, portanto Área de Preservação Ambiental (APP).

“Em conseqüência, na área em questão, a União fica impedida de autorizar a ocupação da área pública (terreno de marinha) para fins de urbanização e o Município de João Pessoa fica impedido de executar projeto urbanístico”, diz a decisão.

No julgamento do mérito da Ação Civil de nº 0008699-27.2009.4.05.8200, que pretende impedir projeto de urbanização no Loteamento Jardim Oceania, a sentença destaca que as provas coletadas mostram que a urbanização do trecho “é degradadora para a vegetação nativa local e para a desova das tartarugas marinhas, indo a passo contrário à legislação protetora do meio ambiente e ao peculiar ecossistema da orla”.

Com base em depoimentos de testemunhas arroladas durante a tramitação do processo, a Justiça Federal concluiu que a urbanização seria responsável pelo incremento da intervenção humana no lugar e “causará risco ao processo reprodutivo das tartarugas marinhas que vêm ao local postar seus ovos (a tartaruga de pente - Eretmochelys imbricata), animal seriamente ameaçado de extinção”.

Segundo a sentença, “a característica reprodutiva que considero mais peculiar e relevante é a fidelidade da tartaruga ao seu local de nascimento; dito de outra forma, quando adulta, a tartaruga marinha retorna à praia em que nasceu para colocar seus ovos, o que destaca a relevância de se manter determinada área, por menor que seja, em condições de recebê-las”.

“Em suma, o processo de nidificação das tartarugas marinhas – que consiste na desova, incubação e eclosão dos filhotes – seria colocado em risco com a urbanização desse trecho da Praia do Bessa, Jardim Oceania, nesta Capital. A utilização da praia do Bessa pelas tartarugas, e a conseqüente manutenção da orla na forma mais natural possível, dentro de uma Capital, devem ser considerados um privilégio – não dos donos das casas e apartamentos à beira-mar, cujos interesses privados são divergentes e irrelevantes para o deslinde da ação – mas sim de toda a humanidade”.

A sentença continua: “Em acato ao princípio da precaução – basilar do direito ambiental – quando houver dúvidas sobre o impacto lesivo de determinada ação sobre o meio ambiente, deve ser escolhida a opção mais conservadora. No caso, se impõe impedir a execução de qualquer projeto do Município de João Pessoa com finalidade de urbanizar o trecho em questão, já que tudo indica que o aumento da urbanização colocará em perigo a reprodução das tartarugas”.

Da decisão, cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região, com sede em Recife (PE). A íntegra da sentença pode ser lida na página www.jfpb.jus.br. Para isso, basta colocar o número da ação (0008699-27.2009.4.05.8200) e clicar em “Pesquisar”.

Da Redação
WSCOM Online


terça-feira, 27 de março de 2012

No Bessa: Emlur começa a mapear terrenos

Cidades,
terça-feira, 27/03/2012

Lucilene Meireles
  
A Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) iniciou, ontem, um levantamento que deverá apontar o número e a localização de todos terrenos baldios existentes em João Pessoa. A iniciativa tem como objetivo notificar os proprietários para que eles limpem e cerquem estes terrenos, evitando que se tornem depósitos de lixo e pontos de encontro para usuários de drogas. O trabalho foi iniciado pelo bairro do Bessa - incuindo o Jardim Oceania e Aeroclube - onde 15 fiscais farão o mapeamento num prazo de 30 a 40 dias. Em 120 dias, estará disponível o resultado parcial da cidade. Conforme estimativa da Emlur, a Capital tem cerca de 20 mil terrenos baldios. Em 2011, foram feitas entre 500 e 700 autuações. Bairros como Altiplano Cabo Branco, Planalto da Boa Esperança – no Valentina de Figueiredo – e Parque do Sol, estão entre os que apresentam mais problemas. “Vamos localizar os proprietários de cada terreno”, avisou o diretor de Fiscalização, Marcos Artur Fernandes.

Fonte


Meio Ambiente

Conhecida pelo trabalho de proteção às tartarugas marinhas, a Associação Guajiru também luta para que o meio ambiente seja preservado. As palestras de conscientização, que fazem parte dessa iniciativa, acontecem na areia, reunindo banhistas locais, turistas, moradores do bairro do Bessa, gente de todas as idades. O pensamento é um só: garantir um ambiente puro não só para as gerações futuras, mas para os que hoje querem ter a garantia de praias limpas e natureza conservada.

Rita Mascarenhas, que lidera a iniciativa, acredita que a parte mais importante é desenvolver ações para conservação, para que as pessoas tenham um ambiente adequado para viver bem. “Nas palestras na praia, ensinamos e tentamos levar as informações ao maior número possível de pessoas”, diz. Os resultados dessa ação estão sendo comemorados. “Hoje vemos que muita gente não só caminha na areia, mas recolhe o lixo, avisa aos membros da Guajiru quando há lixo acumulado, tartarugas mortas ou qualquer sinal de dano ao meio ambiente. Constatamos que há uma consciência maior”, acrescenta.

A Associação Guajiru participa como parceria de outras entidades não governamentais e órgãos públicos em diversas atividades voltadas para a comunidade, as escolas, turistas e público em geral. Palestras, mutirões de limpeza, eventos de confraternização, exposições, participação em conselhos de gestão ambiental são algumas atividades voltadas para contribuir com a formação de uma nova consciência ambiental.

sábado, 10 de março de 2012

Sudema classifica 4 praias paraibanas como impróprias para banho

10/03/2012 06h30 - Atualizado em 10/03/2012 06h30

Praias impróprias estão em João Pessoa, Cabedelo e Pitimbu.
Relatório é semanal e vale até a sexta-feira (16).

Do G1 PB
 
Praia de Manaíra, em João Pessoa (PB) (Foto: Krystine Carneiro/G1 PB)
Praia de Manaíra está há várias semanas na lista de
impróprias (Foto: Krystine Carneiro/G1 PB)
Quatro praias da Paraíba foram classificadas como impróprias para o banho esta semana pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Outras 52 praias do litoral paraibano estão próprias para o banho, variando entre excelente, muito boa e satisfatória. As impróprias são as praias do Bessa I e Manaíra, em João Pessoa; Ponta do Mato, em Cabedelo; e Maceió, em Pitimbu, devem ser evitadas pelos banhistas.
 
De acordo com o relatório, em João Pessoa, a praia do Bessa I não deve ser frequentada pelos banhistas no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura do maceió do Bessa; em Manaíra, o trecho impróprio para o banho fica 100 metros à esquerda e à direita da galeria pluvial.

Em Cabedelo, foi classificada como imprópria para banho a praia de Ponta de Mato. Já no município de Pitimbu, o banhista deve evitar a praia do Maceió. Essa classificação é válida até a emissão do próximo relatório, no dia 16 deste mês.

A situação de balneabilidade das praias paraibanas é divulgada uma vez por semana pela equipe de Controle Ambiental da Sudema, que efetua a coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado.

O monitoramento é semanal em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, já que as praias estão localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas. Nos demais municípios do litoral paraibano, essa análise é realizada mensalmente.


 

sábado, 3 de março de 2012

Relatório de balneabilidade da Sudema classifica cinco praias como impróprias para banho

 
 
Secom-PB

Cinco praias do litoral paraibano estão impróprias para o banho nesta semana, segundo relatório de balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). As outras 51 praias, analisadas semanalmente pela Sudema, foram classificadas como próprias, variando entre excelente, muito boa e satisfatória.

De acordo com o relatório, em João Pessoa, devem ser evitadas as praias do Bessa I, no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura do maceió do Bessa, e Manaíra, no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da galeria pluvial. Em Cabedelo, foi classificada como imprópria para banho a praia do Jacaré, na margem direita do estuário do Rio Paraíba. Já no município de Pitimbu, o banhista deve evitar as praias do Maceió e de Pitimbu. Essa classificação é válida até a emissão do próximo relatório, no dia 9 deste mês.

A situação de balneabilidade das praias paraibanas é divulgada uma vez por semana pela equipe de Controle Ambiental da Sudema, que efetua a coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado. O monitoramento é semanal em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, já que as praias estão localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas. Nos demais municípios do litoral paraibano, essa análise é realizada mensalmente.

A Sudema recomenda que a população evite as praias localizadas em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
 
 

 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Manaíra e Cabo Branco são ilhas de calor

Cidades,
Domingo, 26/02/2012

Álisson Arruda

A temperatura entre os bairros de João Pessoa varia até 5,32º C e os níveis mais altos de ‘ilhas de calor’ e desconforto térmico estão concentrados em Manaíra e Cabo Branco. Segundo pesquisa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), as altas temperaturas são resultado do aumento da área edificada e pavimentada, e a consequente redução de áreas verdes. A projeção feita pelo estudo é que, daqui a 50 anos, as ilhas de calor estarão espalhadas por toda cidade e os bairros atingirão o nível mais alto na classificação de desconforto térmico.



Segundo o geógrafo do Departamento de Engenharia e Meio Ambiente do Campus IV da UFPB, Joel Santos, autor da pesquisa “Campo térmico urbano e sua relação com o uso e cobertura do solo em João Pessoa”, os bairros próximos à orla da Capital apresentaram as maiores diferenças de temperatura em relação à Mata do Buraquinho, considerada como ponto de referência nas condições térmicas para a população, por ser um local que se assemelha ao ambiente rural. “Quem mora na orla subentende-se que mora bem, mas as áreas mais nobres têm os piores parâmetros”, frisou.

Após Manaíra, seguem na lista dos bairros mais incômodos para os moradores em relação à temperatura os de Cabo Branco, Bancários, Centro e Mangabeira. Segundo o pesquisador, os dados são preocupantes, pois afetam diretamente a qualidade de vida da população.

A pesquisa monitorou 10 pontos e aplicou um questionário aos moradores para conferir o nível de incômodo em diferentes temperaturas. “Para calcular o índice de desconforto térmico, utilizamos os dados de temperatura e umidade do ar de cada local. Em Manaíra, a ilha de calor foi de 5,32º C a mais que a Mata do Buraquinho”, esclareceu Joel Santos.

“Isso ocorre em função dos tipos de materiais empregados para pavimentação e cobertura do solo associado ao aumento da área edificada nesses bairros e sua urbanização, que compromete a cobertura vegetal desses ambientes”, afirmou, acrescentando que no período seco a intensidade da ilha de calor é ainda maior em relação ao período chuvoso. Já o ponto que mais se aproximou no local de referência foi o bairro dos Expedicionários. De lá até a Mata do Buraquinho a diferença é de 3,52ºC. A justificativa está no fato de o bairro ser residencial com áreas verdes ainda preservadas e pouca verticalização.

Sensação térmica é parcialmente desconfortável
A sensação térmica dos habitantes de João Pessoa, de maneira geral, está classificada como parcialmente confortável ou desconfortável no período seco e de confortável a parcialmente confortável nos meses de chuva. No entanto, daqui a 50 anos, se forem mantidas as médias de crescimento da temperatura e de redução da umidade do ar, não haverá mais áreas consideradas confortáveis e todo o território será classificado na escala mais alta do Índice de Desconforto Térmico (IDT).

A pesquisa realizada na UFPB fez um levantamento do crescimento da temperatura desde 1963 e constatou que há um aumento de 0,034ºC a cada ano e uma diminuição de 0,049 na umidade relativa do ar. “A temperatura do ar e o nível de conforto térmico têm tendência crescente e a umidade relativa tendência decrescente. Esses dados são baseados nos testes estatísticos para série temporal de temperatura e umidade relativa do ar referente há 48 anos de medições realizada pelo Estação Meteorológica do  INMET localizada na Br – 230”, esclareceu o professor Joel Santos.

De acordo com os dados da pesquisa, os cenários dos níveis térmicos indicam condições de forte desconforto ambiental para os anos de 2050 e 2060, durante o período seco, e desconfortável para o período chuvoso no ano de 2060 em toda área de estudo. Para os anos de 2020, 2030 e 2040 são previstos níveis de conforto térmico desconfortáveis para o período seco e parcialmente confortável para o período chuvoso. “O bairro de Manaíra é mais preocupante porque será o primeiro a entrar numa situação alarmante”, destacou. 

Intensidade máxima do calor ocorre à noite
A intensidade máxima da ilha de calor urbano em João Pessoa varia entre 3,33 °C e 5,32 °C e é um fenômeno que geralmente ocorre durante o período noturno. O pesquisador Joel Santos esclareceu que isso ocorre porque a intensidade máxima de temperatura e umidade relativa do ar são essencialmente diurnos e, com isso, a pavimentação absorve a energia e calor solar durante o dia e  libera à noite.

Ele afirmou que a pavimentação de asfalto é a mais prejudicial porque tem o poder de absorver ainda mais calor do que refletir. Os dados coletados na pesquisa comprovaram aquilo que as pessoas já sentem nas ruas, que são temperaturas mais elevadas sempre entre às 11 h e 14 h, e as mínimas nas primeiras horas da manhã. “Mesmo que o pico da ilha de calor seja registrado mais à noite, o desconforto é maior durante o dia por causa da maior taxa de insolação”, destacou.

Pesquisa da UFPB calcula aquecimento causado pela urbanização
A pesquisa da UFPB é pioneira na Paraíba no sentido em que conseguiu fazer uma amostragem para investigar todo o perímetro urbano e calcular o aumento do desconforto térmico como resultado do processo de urbanização da cidade. “Os trabalhos produzidos nessa área do conhecimento para João Pessoa eram mais pontuais, se tratando de praças, bairros e ruas, e agora, temos um referencial para toda cidade”, destacou o professor Joel Santos, acrescentando que os dados obtidos podem servir de subsídio para o planejamento e a gestão ambiental do município.

A pesquisa foi resultado de um trabalho de conclusão de doutorado em Recursos Naturais e faz parte de financiamento de um projeto aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os trabalhos foram feitos por dois anos e nove meses, incluindo o período de medição das variáveis de temperatura e umidade relativa do ar durante três meses no período chuvoso e seco.

Foram instalados equipamentos chamados termo-higrômetro em postes de telefonia para coletar dados de temperatura e umidade, e o entorno de cada ponto foi mapeado para verificar o uso do solo e material empregado. Ele disse que, apesar de a pesquisa ter feito a comparação entre 10 pontos, é preciso considerar que as condições térmicas de determinado local podem se estender a outros bairros próximos ou variar dentro no mesmo bairro. Com isso, os moradores da comunidade São Rafael, no Castelo Branco, por exemplo, são diretamente beneficiados com as condições térmicas da Mata.

“A ideia era verificar como esses materiais de recobrimento interferem nas condições do campo térmico (desconforto térmico, formação de ilhas de calor, etc) do clima urbano da cidade”, explicou o pesquisador. Após essa etapa, foi feita a análise dos dados para se conhecer as condições de conforto e desconforto térmico da população, com a aplicação de 300 questionários em horários distintos.

Verticalização precisa seguir parâmetros ambientais
A verticalização nas construções em João Pessoa está crescendo a cada ano, mas precisam ser planejadas para garantir qualidade de vida dos moradores. “Se antes se tinha o crescimento das áreas urbanizadas, hoje nós verificamos o aumento da verticalização. Não condeno isso, mas deve ser planejada. A cidade está crescendo levando em conta a questão da especulação imobiliária, mas precisa de parâmetros ambientais”, afirmou.

Ele defende que o uso e ordenamento territorial da cidade devem levar em consideração critérios que não sejam meramente econômicos, mas que também envolvam critérios que garantam conforto para os cidadãos. Além disso, ele afirmou que os resultados da pesquisa reforçam a importância na legislação que proíbe a construção dos espigões próximos à orla.

Segundo o professor Joel Santos, por causa de um crescimento despreocupado com o meio ambiente, a gestão pública hoje está tentando corrigir, por exemplo, o erro de ocupação em áreas de risco nas margens de rio. Para ele, a saída é continuar retirando as pessoas dos locais inadequados e investir na ocupação comprometida com a questão ambiental, valorizando a cobertura vegetal, mantendo as áreas que ainda têm e repondo ou implantando novas áreas verdes.

Para ele, áreas verdes são fundamentais para manter a qualidade de vida da população e devem estar bem distribuídas no perímetro urbano. Isso porque, áreas verdes criadas ou preservadas distantes das áreas de maior crescimento urbano não conseguem resolver o desconforto térmico dos moradores. “Tem certa influência na cidade como um todo, mas é restrito para locais com ilhas de calor mais intensas”, alertou.

Estudo teve parceria de professores da UFCG
A pesquisa foi realizada com orientação do professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Vicente de Paulo Rodrigues da Silva,  e do professor Eduardo Rodrigues Viana de Lima, da UFPB. Também colaboraram com os trabalhos os professores Angelina Dias Leão Costa e Lincoln Eloi de Araújo, ambos da UFPB. Alunos do curso de graduação e pós-graduação de geografia, ecologia e arquitetura também participaram do estudo.

De acordo com o professor Joel Santos, os resultados da pesquisa em João Pessoa não diferem muito do que foi verificado em outras capitais do Nordeste. No entanto, ele diz que é preciso estar atento ao porte da cidade que não é tão grande como Recife e Fortaleza, por exemplo. Segundo ele, o objetivo agora é estudar a variação gradual das condições de temperatura e umidade do ar ao se afastar dos pontos analisados. Isso poderá revelar, por exemplo, até onde vai a influência da Mata do Buraquinho nos bairros vizinhos.

Manaíra é bairro mais quente da Capital
Para suportar o calor no bairro de Manaíra, considerado o mais quente segundo a pesquisa da UFPB, os moradores precisam colocar ventiladores e ar condicionados em vários cômodos da casa. É o caso da artista plástica Edclée Carvalho. Para ela, “nem ar condicionado consegue vencer o calor e é preciso até levar um ventilador portátil dentro de casa”.

Ela relatou que há mais de dez anos mora no bairro e acredita que a sensação de calor só aumenta. “Sinto muito calor aqui e a impressão que dá é que a cada ano a temperatura só aumenta. Não tem como dormir sem ar condicionado e para trabalhar eu tenho que ligar o ar condicionado e o ventilador no ateliê. Todos os cômodos da minha casa têm ventilador no teto. Só na sala coloquei dois porque senão ninguém aguenta”, disse.

De acordo com a artista plástica, mesmo no inverno, são poucos os dias que ela se sente confortável apenas com as janelas do apartamento abertas. Ela disse que, ao longo dos anos, verifica a construção de prédios e redução das áreas verdes. “As praças do bairro são pouco arborizadas. Era para ser tudo verde para ver se melhorava essa temperatura. Nem nos canteiros das ruas têm árvores”, defendeu.

Manaíra será um dos bairros atendidos pelo projeto de arborização da Prefeitura da Capital. A meta  é arborizar 285 ruas em oito bairros, em zonas residenciais. Pelo menos10 mudas serão plantadas por rua, totalizando 2.850 mudas. Em Manaíra, serão arborizadas as avenidas João Câncio da Silva, Monteiro da França, Esperança, João Franca e Ingá.

Semam se baseia em pesquisa para plantar árvores
Os técnicos da Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam) já tomaram conhecimento da pesquisa através de um evento acadêmico, mas como o trabalho foi apresentado só em dezembro do ano passado, ainda não foi possível utilizar os resultados como referência para os projetos da Prefeitura de João Pessoa. No entanto, de acordo com a assessoria de imprensa da Semam, o setor já possui um levantamento que consta no projeto “João Pessoa verde para o mundo” e no Planejamento da Arborização Urbana para 2012. Nesse levantamento a Semam priorizou áreas que apresentam menor cobertura vegetal e maior índice de urbanização, que são fatores que provocam a formação de ilhas de calor.

Por esses motivos, os bairros da orla foram contemplados, segundo a secretária de Meio Ambiente da Capital, Lígia Tavares.  “A Constituição Estadual sobre a limitação dos gabaritos na orla é clara no que diz respeito à construção de prédios no litoral paraibano. Entendemos que a Constituição deve ser respeitada. A zona costeira, em todo território da Paraíba, é patrimônio ambiental, cultural, paisagístico, histórico e ecológico”, afirmou.

Por isso, ela disse que é preciso estar atento à lei, que limita a construção de prédios acima de 35 metros de altura nos 500 metros de largura a partir da preamar de sizígia, que é a maior maré registrada no litoral. “Já na primeira quadra da praia,  deve ser respeitado o limite de 150 metros da maior maré, só podendo ser construídos prédios de até 12 metros e 90 centímetros”, complementou Lígia Tavares.

PMJP elaborou projeto de arborização
A prefeitura de João Pessoa elaborou um planejamento de arborização urbana para este ano. As áreas foram sugeridas pelos técnicos da Semam, considerando a demanda da população e a necessidade de alguns locais específicos. Foram observados critérios como áreas públicas, parques, praças e zonas comerciais e residenciais com baixo índice de arborização, além de novos loteamentos.

Segundo o planejamento, serão arborizadas 133 escolas e CREIs, e 127 unidades de saúde; zonas residenciais em Cidade Verde, Bairro das Indústrias, Cidade Verde Mangabeira, Bairro dos Estados, Manaíra, Tambaú, Cabo Branco, Mangabeira VII e José Américo; zonas comerciais, como a Avenida Epitácio Pessoa e Centro; corredores ecológicos, como o Engenho Triunfo, em Mumbaba; além de plantio em áreas de preservação permanente ou degradadas, como o Parque Natural Municipal do Cuiá, girador da UFPB, Parque Temático Augusto dos Anjos, Bosque das Águas, Parque Parayba e áreas de mata ciliar e nascente do Rio Cabelo. 

João Pessoa foi primeira a ter Plano da Mata Atlântica
Segundo a Semam, a gestão municipal está preocupada com as questões ambientais e, por isso, João Pessoa foi a primeira cidade brasileira a elaborar o Plano da Mata Atlântica. Lançado em novembro de 2010, o Plano foi elaborado pelos técnicos da Divisão de Estudos e Pesquisas (DIEP) da Semam, em parceria com Fundação SOS Mata Atlântica. Em junho passado, a Câmara de Vereadores aprovou o Sistema Municipal de Áreas Protegidas (SMAP), que define e estabelece critérios e normas para criação, implantação e gestão das Unidades de Conservação (UCs) da natureza e parques administrados pela prefeitura.

Segundo a Semam, com o sistema a cidade efetivou uma política de conservação e recuperação do meio ambiente, por meio da criação e gestão de áreas protegidas no município. O SMAP estabeleceu os parques de requalificação ambiental, visando ampliar a qualidade ambiental para as áreas de moradia popular.

Além disso, o Viveiro Municipal de Plantas Nativas da Prefeitura de João Pessoa foi contemplado com projeto do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF), gerido pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), que vai beneficiar cerca de 100 coletores de sementes e viveiristas na Mata Atlântica e mais 300 famílias de extrativistas na Amazônia.  A ação fortalece a produção de sementes e mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, para restauração florestal no Nordeste. O Viveiro produz mudas recomposição de áreas degradadas. Em 2011, produziu 38.766 mudas de árvores nativas e distribuídas outras oito mil mudas.
 


Esgoto à beira-mar: Estação elevatória de esgoto rompe no Bessa poluindo rio e mar com lixo e fezes

 
 
Clilson Júnior
Esgoto à beira-mar: Estação elevatória de esgoto rompe no Bessa poluindo rio e mar com lixo e fezes
Foto Ilustrativa
Uma estação elevatória de esgoto situada entre os bairros do Bessa e Intermares rompeu neste final da tarde e está causando um dos maiores desastres ecológicos da história da Paraíba. A obra também faz parte do projeto de esgotamento sanitário daquela região, está depositando toda rede de esgotos para uma maceió e consequentemente na praia de Intermares, próximo ao Bar do Surfista.


O síndico de um prédio próximo ao local, disse que a fedentina é insuportável e acha que o local é inadequado, primeiro porque representa uma ameaça ao meio ambiente, como neste caso que houve rompimento e a estação fica, praticamente, na orla marítima.

Um surfista ouvido pela reportagem do ClickPB também achou “um absurdo” o rompimento de esgoto naquela região “onde é, inclusive, ponto de desova de tartarugas marinhas”, objeto de preservação pelo projeto local.

A situação mais preocupante é com relação ao trecho entre o maceió do Bessa ao Bar do Surfista, que está sofrendo bastante com a poluição por causa de coliformes fecais. Segundo os moradores, o problemas de saneamento no Bessa e em Intermares também contribuem para a poluição das praias.

Esgoto no mar


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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Três praias do litoral da Paraíba estão impróprias para o banho, diz Sudema


24/02/2012 16h53 - Atualizado em 24/02/2012 16h53

Trechos de praias de João Pessoa, Cabedelo, e Pitimbu, estão poluídos.
Outras 53 praias foram analisadas e estão próprias para o banho.

Do G1 PB

Três praias do litoral paraibano foram consideradas impróprias para o banho neste fim de semana, de acordo relatório divulgado nesta sexta-feira (24) pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Trechos das praias do Bessa, em João Pessoa, do Jacaré, em Cabedelo, e Acaú/Pontinha, em Pitimbu, estão poluídos.

As pessoas que forem às praias do Bessa I, no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura do maceió, no Jacaré, na região metropolitana de João Pessoa, ou Acaú/Potinha, no Litoral Sul, devem evitar o banho.

As outras 53 praias, que também são analisadas semanalmente pela Sudema, foram classificadas como próprias para o banho, variando entre excelente, muito boa e satisfatória em sua avaliação. A situação de balneabilidade das praias paraibanas é divulgada uma vez por semana pela equipe de Controle Ambiental do órgão, que efetua a coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado.

A recomendação da Sudema é de que a população evite as praias localizadas em áreas frontais à desembocadura de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente. A atual classificação é válida até a emissão do próximo relatório, no dia 2 de março.

Fonte

 

Monitoramento da Sudema aponta três praias da Paraíba como impróprias ao banho

SecomPB

A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) classificou três praias do litoral paraibano como impróprias para o banho nesta semana. As outras 53 praias, que também são analisadas semanalmente pela Sudema, foram classificadas como próprias, variando entre excelente, muito boa e satisfatória.

De acordo com o relatório de balneabilidade, em João Pessoa devem ser evitadas as praias do Bessa I (no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura do maceió). Em Cabedelo, está imprópria para banho a praia do Jacaré, na margem direita do estuário do Rio Paraíba. Já no município de Pitimbu, deve ser evitada a praia de Acaú/Pontinha.

A situação de balneabilidade das praias paraibanas é divulgada uma vez por semana pela equipe de Controle Ambiental da Sudema, que efetua a coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado. O monitoramento é semanal em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, praias que estão em centros urbanos com grande fluxo de banhistas. Nos demais municípios do litoral, essa análise é realizada mensalmente.

A Sudema recomenda que a população evite as praias localizadas em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

A atual classificação é válida até a emissão do próximo relatório, no dia 2 de março.


Fonte


sábado, 18 de fevereiro de 2012

Paraíba tem quatro praias impróprias para o banho neste carnaval

17/02/2012 21h11 - Atualizado em 17/02/2012 21h11

Cabedelo e Pitimbu também devem ser evitadas.
Duas praias de João Pessoa estão impróprias.

Do G1 PB
 
A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) classificou quatro praias do litoral paraibano como impróprias para banho esta semana. Outras 52, que também são analisadas semanalmente pelo órgão, foram classificadas como próprias, variando entre excelente, muito boa e satisfatória.

De acordo com o relatório de balneabilidade da Sudema, em João Pessoa devem ser evitadas as praias de Manaíra (no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da galeria pluvial) e Bessa I (no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura do maceió do Bessa).

Em Cabedelo, está imprópria para banho a Praia do Jacaré, na margem direita do Estuário do Rio Paraíba. Já no Município de Pitimbu, os banhistas devem evitar a Praia da Guarita.

A situação de balneabilidade das praias paraibanas é divulgada uma vez por semana pela equipe de Controle Ambiental da Sudema, que efetua a coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado.

O monitoramento é semanal em João Pessoa, Lucena e Pitimbu porque as praias estão em centros urbanos, com grande fluxo de banhistas. Nos demais municípios do litoral paraibano, essa análise é realizada mensalmente.

A Sudema recomenda que a população evite as praias localizadas em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.


 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Seis praias da PB estão impróprias para banho neste fim de semana


10/02/2012 18h55 - Atualizado em 10/02/2012 18h55

Três são em João Pessoa e região metropolitana e as outras em Pitimbu.
Monitoramento é feito semanalmente pela Sudema.


Seis praias do litoral da Paraíba estão impróprias para banho neste final de semana, segundo informações da Superitendência de Administração do Meio Ambiente do estado (Sudema). Três delas estão localizadas em João Pessoa e região metropolitana.

Não estão indicadas para o banho as praias de Manaíra, no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da galeria pluvial, do Bessa I, no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura do maceió do Bessa, e do Jacaré, na margem direita do Estuário do Rio Paraíba. As outras três estão na cidade de Pitimbu, no Litoral Sul paraibano. Azul de Santa Rita, da Guarita e de Acaú/Pontinha são as praias que devem ser evitadas pelos banhistas em Pitimbu.

As outras 50 praias, que também são analisadas semanalmente pela Sudema, foram classificadas como próprias, variando entre excelente, muito boa e satisfatória. O monitoramento é semanal em João Pessoa, Lucena, região metropolitana da capital paraibana, e Pitimbu por se tratarem de cidades que possuem praias em centros urbanos com grande fluxo de banhistas. Nos demais municípios do litoral paraibano, essa análise é realizada mensalmente.

A recomendação da Sudema é de que a população evite as praias localizadas em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

Fonte 

sábado, 28 de janeiro de 2012

Chuvas deixam seis praias paraibanas impróprias para o banho

27/01/12 - 19:36


A Sudema monitora 56 praias do litoral paraibano

 
Devido às chuvas dos últimos dias, os rios desaguaram grande quantidade de efluentes no mar, interferindo na balneabilidade das praias do litoral paraibano. No mais recente relatório, realizado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), foram classificadas como impróprias para banho três praias no município de Pitimbu, além de Manaíra e Bessa I, em João Pessoa, e Jacaré, no município de Cabedelo. As demais praias foram classificadas como próprias, variando entre excelente, muito boa e satisfatória.

A Sudema monitora 56 praias do litoral paraibano; dessas, apenas seis foram consideradas impróprias ao banho: em Pitimbu, são as praias da Guarita, Azul de Santa Rita e Acaú/Pontinha; em João Pessoa, Manaíra, no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da galeria pluvial, e Bessa I, no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura do maceió do Bessa I; por fim, em Cabedelo, a Praia do Jacaré, na margem direita do estuário do Rio Paraíba.

A situação de balneabilidade das praias paraibanas é divulgada semanalmente pela equipe de Controle Ambiental da Sudema, que efetua a coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado. O monitoramento é semanal em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, porque as praias estão em centros urbanos com grande fluxo de banhistas. Nos demais municípios do litoral paraibano, essa análise é realizada mensalmente.

A Sudema recomenda que a população evite as praias localizadas em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

Essa classificação é válida até a emissão do próximo relatório, no dia 3 de fevereiro.


Fonte