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sábado, 25 de março de 2017

Seis praias estão impróprias para banho no fim de semana na Paraíba

25/03/2017 07h27 - Atualizado em 25/03/2017 07h27
 
Praias de Manaíra, Bessa e trechos do Cabo Branco estão impróprias.
Em Cabedelo, são as praias do Jacaré e Ponta do Mato a ser evitadas.

Do G1 PB



Praia de Tambaú é uma das preferidas dos banhistas de João Pessoa (Foto: Daniel Peixoto/G1)
Seis praias na Paraíba devem ser evitadas neste fim de semana
(Foto: Daniel Peixoto/G1/Arquivo)
Neste fim de semana, seis praias da Paraíba estão impróprias para banho, de acordo com o relatório semanal da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). As praias de Manaíra, Bessa e Cabo Branco têm trechos a serem evitados em João Pessoa. Em Cabedelo, as praias do Jacaré e Ponta do Mato estão impróprias. A praia do Maceió, em Pitimbu, também deve ser evitada por banhistas.
 
A praia de Manaíra, em João Pessoa, deve ser evitada em toda sua extensão e a praia do Bessa I, no trecho cem metros à direita e cem metros à esquerda do maceió. A praia do Cabo Branco tem dois trechos impróprios: cem metros à direita e cem metros à esquerda do mar que fica no final da rua Gregório Pessoa de Oliveira e cem metros à direita e cem metros à esquerda da parte próxima à rotatória do final da avenida Cabo Branco.

Cabedelo tem duas praias impróprias para banho. A praia do Jacaré, na margem direita do estuário do rio Paraíba, e toda a extensão da praia de Ponta de Mato. A praia do Maceió, em Pitimbu, novamente está imprópria para banho. O trecho cem metros à direita e cem metros à esquerda da desembocadura do riacho Engenho Velho deve ser evitado.

A Sudema ainda indica que os banhistas evitem praias próximas a desembocaduras de galerias pluviais que houveram escoamento recentemente.


 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Bares serão retirados da orla de Cabedelo

Mais de 30 estabelecimentos, que ocupam irregularmente uma faixa de areia, serão retiradas da orla a partir do dia 10 de março.





Rizemberg Felipe
Áreas onde a ocupação irregular é mais acentuada são as praias do Poço e Ponta do Mato
Mais de 30 estabelecimentos comerciais instalados irregularmente em toda a orla do município de Cabedelo, Região Metropolitana de João Pessoa, serão retirados a partir do dia 10 de março, por uma força-tarefa que contará com fiscais do Ministério Público da Paraíba, Prefeitura de Cabedelo e Patrimônio da União na Paraíba.

Apesar de já confirmado que o total de bares e trailers que ocupam irregularmente a faixa de areia ultrapassa o número de 30, fiscais da Secretaria de Meio Ambiente e da Vigilância Sanitária de Cabedelo darão início a partir da manhã do dia 3 de fevereiro a um levantamento oficial, através de ações de conscientização e solicitação de retirada desses comerciantes dos locais.

“Até o final do Carnaval, ou seja, até 10 de março, iremos realizar no local os trabalhos de conscientização para que a desocupação ocorra de maneira pacífica, sem a necessidade da persecução criminal. Isso porque sabemos que nenhum desses estabelecimentos possui as licenças necessárias para atuação em área da União e de preservação ambiental”, explicou o secretário de Meio Ambiente de Cabedelo, Walber Farias.

Já o promotor de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Urbanismo de Cabedelo, Valério Bronzeado, afirma que o que acontece na cidade é um processo de 'favelização' da orla por isso a necessidade imediata de identificação dos proprietários dos estabelecimentos e a retirada deles.

“Após o trabalho educacional desenvolvido pela prefeitura, o Ministério Público da Paraíba entrará em ação com a proposta de ações de execução junto à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) para autuação, apreensão, aplicação de multas que superam o valor individual de R$ 10 mil, e prisão em flagrante por conta não apenas da ocupação irregular, mas pelos crimes ambientais por eles cometidos, uma vez que poluem de forma acentuada as praias e maceiós e pela desobediência à ordem de retirada”, afirmou.

Ainda de acordo com Valério Bronzeado, as áreas onde a ocupação irregular é mais acentuada são as praias do Poço e Ponta do Mato, próximo à Fortaleza de Santa Catarina. Além disso, dois estabelecimentos comerciais já possuem sentença transitada e julgada determinando a demolição no dia 25 de março, sem que para isso tenham sido construídas as novas instalações, prometidas pela prefeitura aos comerciantes.

“Ações como essa têm o objetivo primordial de cumprir sua missão institucional, garantindo que as áreas públicas se destinem ao aproveitamento coletivo. Deste modo, o Ministério Público da Paraíba também assegura que as praias se tornem efetivamente um local de acesso livre, franco e igualitário”, concluiu o promotor.

POPULAÇÃO CONTRA A DEMOLIÇÃO
A decisão de demolição dos estabelecimentos comerciais da orla de Cabedelo foi tomada após reunião entre os órgãos, na última segunda-feira, e causou revolta de comerciantes, turistas e moradores dos locais onde bares e trailers estão instalados.

A aposentada Maria das Dores dos Santos, esposa do proprietário de um dos bares que serão retirados da orla, contou que está instalada como ponto de apoio a barqueiros e turistas que visitam Areia Vermelha há 32 anos e que o IPTU é pago anualmente. Ainda assim, a decisão judicial estabeleceu a derrubada do local, sem data para início das obras do novo local onde serão instalados.

“Existe algo de muito errado nesta área que ocupo, porque a Prefeitura de Cabedelo me cobra IPTU todo ano, informando que a área é minha e que se eu estou usando, tenho que pagar.

Aí vem o Patrimônio da União alegando que a área é dela e que não posso comercializar aqui até que esteja pronto o Projeto Orla, que ninguém nunca nem viu. Com isso, teremos nosso bar, que emprega mais de 30 pessoas derrubado no dia 25 de março, sem ter o que fazer ou para onde ir. Acho que o Ministério Público deveria intervir para que pudéssemos ficar aqui até que fosse construído o novo local”, afirmou Maria das Dores.

A mesma queixa é de Antônio José Santos Cardoso, 41 anos, que em 2011 viu seu bar ser derrubado pela prefeitura e que, para garantir o sustento de sua família comprou um trailer e trabalha em uma travessa no Poço, mas que também será proibido de comercializar no local a partir de 10 de março.

“Isso é um absurdo. Quando derrubaram meu bar não me indenizaram, e não levaram à frente o projeto de reordenamento da orla, com a definição dos locais e de como deveria ser a estrutura dos quiosques. Com isso, improvisei e continuei trabalhando aqui, oferecendo serviço de qualidade aos turistas e garantindo o sustento da minha família. Nos tirar definitivamente daqui sem nos dar uma opção é condenar os comerciantes e seus funcionários, que geram renda e mantém a cidade funcionando”, disse o comerciante.

O funcionário público Marcos Costa, 56 anos, reside em Campina Grande, mas anualmente passa o verão em Cabedelo e se mostrou preocupado. “Acho isso uma irresponsabilidade. Vão fazer com Cabedelo o mesmo que fizeram com o Bessa, ou seja, torná-la uma praia deserta, sem estrutura, sem termos onde comer ou uma sombra para descansar e aproveitar o mar”, disse.

O economiário Ivan Augusto dos Santos Reis, 51 anos, que reside com a família no Poço, na rua onde está o trailer de Antônio Cardoso, afirmou ser contra a decisão de derrubada do local. “Essas pessoas trabalham aqui há muitos anos e possuem funcionários. Sou favorável à elaboração de um projeto de adequação da orla, com a fixação deles em quiosques padronizados e antes de retirá-los”, afirmou.
 

sábado, 10 de março de 2012

Sudema classifica 4 praias paraibanas como impróprias para banho

10/03/2012 06h30 - Atualizado em 10/03/2012 06h30

Praias impróprias estão em João Pessoa, Cabedelo e Pitimbu.
Relatório é semanal e vale até a sexta-feira (16).

Do G1 PB
 
Praia de Manaíra, em João Pessoa (PB) (Foto: Krystine Carneiro/G1 PB)
Praia de Manaíra está há várias semanas na lista de
impróprias (Foto: Krystine Carneiro/G1 PB)
Quatro praias da Paraíba foram classificadas como impróprias para o banho esta semana pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Outras 52 praias do litoral paraibano estão próprias para o banho, variando entre excelente, muito boa e satisfatória. As impróprias são as praias do Bessa I e Manaíra, em João Pessoa; Ponta do Mato, em Cabedelo; e Maceió, em Pitimbu, devem ser evitadas pelos banhistas.
 
De acordo com o relatório, em João Pessoa, a praia do Bessa I não deve ser frequentada pelos banhistas no trecho de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura do maceió do Bessa; em Manaíra, o trecho impróprio para o banho fica 100 metros à esquerda e à direita da galeria pluvial.

Em Cabedelo, foi classificada como imprópria para banho a praia de Ponta de Mato. Já no município de Pitimbu, o banhista deve evitar a praia do Maceió. Essa classificação é válida até a emissão do próximo relatório, no dia 16 deste mês.

A situação de balneabilidade das praias paraibanas é divulgada uma vez por semana pela equipe de Controle Ambiental da Sudema, que efetua a coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado.

O monitoramento é semanal em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, já que as praias estão localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas. Nos demais municípios do litoral paraibano, essa análise é realizada mensalmente.