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quinta-feira, 4 de abril de 2013

PM descobre plantação com 60 mil pés de maconha no Sertão da Paraíba


03/04/2013 16h48 - Atualizado em 03/04/2013 20h17 

Quatro pessoas foram presas na ação da polícia.
Plantação tinha cerca de três hectares.
 
Do G1 PB
 


A Polícia Militar anunciou ter encontrado, no início da tarde desta quarta-feira (3), uma plantação com aproximadamente 60 mil pés de maconha em uma fazenda do município de Riacho dos Cavalos, no Sertão paraibano, às margens do Rio Piranhas. Segundo o tenente coronel Francisco Campos, a área tinha cerca de três hectares.

O local foi descoberto através do monitoramento aéreo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que localizou a plantação ilegal e acionou a polícia, confome informou o tenente coronel Campos. Três pessoas foram presas na ação. O dono da propriedade, de 50 anos, foi detido em Catolé do Rocha.
 
“Como a produção era em Riacho dos Cavalos, é possível que a droga fosse comercializada pela região de Catolé do Rocha ou até Campina Grande”, disse o tenente coronel.

Todos serão autuados em flagrante por plantio de entorpecente, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Durante a ação policial também foram apreendidos três quilos de maconha pronta para o tráfico e ainda um revólver calibre 38. “No procedimento pediremos, inclusive, a expropriação da terra por ter sido destinada a esse tipo de plantação”, explicou o delegado regional de Catolé do Rocha, Sílvio Rabelo.

Parte da maconha vai ser encaminhada para perícia e outra parte vai ser incinerada. Os suspeitos vão ser levados para a Superintendência de Polícia Civil na cidade de Catolé do Rocha, onde as investigações vão acontecer.

Fonte

 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Aesa contesta estudo do Inmet

Meteorologistas da Aesa afirmam que estudo do Inmet não retrata a realidade paraibana, e que o estado deve registrar chuvas acima da média.





Apesar de um estudo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indicar que as chuvas na região do semiárido nordestino devem ficar abaixo da média histórica este ano, meteorologistas da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) afirmam que o estudo não retrata a realidade paraibana e que o estado deve registrar chuvas acima da média, especialmente a partir de março, com a regularidade da ocorrência de chuvas em todas as regiões.

De acordo com o meteorologista Alexandre Magno, o estudo realizado pelo Inmet faz uma previsão geral, colocando nas mesmas condições Estados com períodos chuvosos diferenciados, o que leva a um equívoco sobre a previsão de chuvas em cada unidade da federação. “Cada Estado possui regiões com períodos chuvosos diferentes, então, a previsão falha porque coloca uma realidade para todos os estados como se fosse uma coisa só, mas não é”, disse.

Ele explicou que todos os estudos feitos pela Aesa mostram que a Paraíba vai ter melhoria na ocorrência de chuvas. “A perspectiva continua sendo de que, a partir de março, deve aumentar a regularidade das precipitações chuvosas e todas as regiões do estado vão ter seus totais chuvosos oscilando dentro da média histórica”, afirmou Alexandre Magno, acrescentando que, este ano, os índices de registro de chuvas em pontos estratégicos de cada região paraibana, mesmo com as chuvas ainda sendo irregulares, se mantém dentro da média.

Como exemplos, o meteorologista mencionou alguns dos índices alcançados do início do ano até agora nos principais pontos de verificação de cada região. “No Alto Sertão, tivemos 236,5 milímetros (mm) em Riacho dos Cavalos. Em Coremas, 148 mm; Alhandra, 194,1 mm; No Brejo, Bananeiras teve 122,2 mm; Matinhas, 118,9; Monteiro, 102,3 mm. Tudo dentro da média, e ressaltando que estamos apenas no primeiro mês do período chuvoso das regiões do Semiárido, Cariri e Sertão, e, no Litoral, o período chuvoso se inicia somente em abril”, salientou.

A meteorologista Marle Bandeira, que participou da divulgação do estudo do Inmetpor meio de vídeo-conferência, explicou que os resultados dos estudos são divulgados em forma de probabilidades. “As chances das chuvas ficarem abaixo do normal são de 40%. Já a perspectiva das precipitações permanecerem dentro do padrão normal, que é de 35%. Há ainda 25% de probabilidade de chover acima da média histórica”, informou.

O relatório foi elaborado para o setor Norte da região Nordeste que, no caso da Paraíba, abrange o Sertão, Cariri e Curimataú. “É importante destacar que não estamos falando da previsão para todo o nosso Estado. De modo geral, as outras regiões devem ter chuva dentro da média histórica, apenas no semiárido é que temos essa possibilidade de chover abaixo do normal”, destacou Marle Bandeira.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Aesa prevê continuidade das chuvas nas próximas 24 horas

18/02/2013 - 19:56 - Atualizado em 18/02/2013 - 19:58 

Na capital paraibana, foram registrados 24,5 mm em apenas quatro horas

Nesta terça-feira (19), a previsão é de variação de nuvens e possibilidade de pancadas de chuva nas regiões da Paraíba. Isto se deve ao deslocamento de nebulosidade proveniente da Zona de Convergência Intertropical. O Município de Alhandra, localizado a 48 quilômetros de João Pessoa, foi a cidade onde mais choveu nas últimas 24 horas. De acordo com as estações meteorológicas da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), o índice pluviométrico registrado foi 109,3 mm.

Na capital paraibana, foram registrados 24,5 mm em apenas quatro horas. “Este foi resultado do monitoramento entre as 6h e 10h desta manhã, que foi um período mais intenso. Mas os números estão dentro da normalidade. Até o momento não há motivo para preocupação”, explicou a meteorologista Carmem Becker.

Durante o final de semana, o líder no ranking das chuvas foi o município Riacho  dos Cavalos, com 105 mm de chuvas. Catolé do Rocha também esteve entre as cidades mais chuvosas, contabilizando 78,5 mm do sábado para o domingo.

“As condições meteorológicas continuam favoráveis à ocorrência de chuvas em virtude do deslocamento de nebulosidade proveniente da Zona de Convergência Intertropical. Poderão ser registradas chuvas de intensidade moderada a forte tanto no semiárido paraibano quanto em áreas do Agreste, Brejo e Litoral no decorrer das próximas 24 horas”, concluiu a meteorologista.

Da Redação (com Assessoria)

Fonte

 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

14 barragens na PB serão recuperadas

Além de garantir o abastecimento, também será incentivado o desenvolvimento de piscicultura e de irrigação das plantações nas regiões. 


 


Até o final deste ano a Paraíba terá 14 barragens recuperadas distribuídas entre os municípios do Litoral, Cariri, Curimataú e Sertão. Com uma média de 15 milhões de metros cúbicos de água em cada reservatório, as obras vão beneficiar mais de 200 mil pessoas localizadas tanto na zona urbana quanto na rural.

Além de garantir o abastecimento nas residências, também será incentivado o desenvolvimento de piscicultura e de irrigação das plantações nas regiões.

De acordo com a Secretaria de Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, estão em fase de licitação três lotes que serão submetidos aos serviços de recuperação de erosão do solo, profundidade e drenagem. Quem apontou esse cenário foi Francisco Leonam, gerente executivo de Infraestrutura Hídrica do Estado, que afirmou que assim que as obras forem iniciadas, elas terão um prazo de execução de no máximo quatro meses e um investimento de R$ 2 milhões.

“Acreditamos que ainda este ano poderemos entregar essas barragens, já que estamos em fase de licitação e o tempo de obra é considerado baixo. Beneficiaremos moradores de municípios como Riacho dos Cavalos, Mamanguape, Curral Velho, Rio Tinto, e outras 10 cidades, além dos municípios vizinhos e áreas rurais que vão ser assistidas através de projetos de irrigação e piscicultura”, destacou o gerente executivo.

A justificativa dada pela urgência da obra foi o tempo da construção das barragens cuja maioria tem mais de 30 anos de existência. “Nós só temos dois desses reservatórios que foram construídos há pouco mais de 10 anos. Os demais têm quase 30 anos” declarou Leonam. Ele acrescentou que as ações fazem parte do Programa de Recuperação de Barragens desenvolvido pelo governo do Estado e que inclui também as obras da barragem de Capivara, que abastece o Alto Sertão; Acauã e São José, que abastecem Campina Grande e região; Sistema Adutor do Congo e a barragem de Jandaia, em Bananeiras, já estão em pleno funcionamento, segundo o gestor.