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terça-feira, 4 de julho de 2017

Catadores recolhem 25% mais lixo no São João de Campina Grande do que em 2016

Foram mais de 150 toneladas de lixo reciclável ou não, coletados durante os 31 dias de festa, segundo prefeitura. 
 
Por G1 Paraíba
 
Lixo foi coletado no Parque do Povo, mas também nos distritos de Campina Grande, onde a festa também acontece. (Foto: Demétrio Costa e Emanuel Tadeu/Top Midia Comunicação)
Lixo foi coletado no Parque do Povo, mas também nos distritos de
Campina Grande, onde a festa também acontece.
(Foto: Demétrio Costa e Emanuel Tadeu/Top Midia Comunicação)

Mais de 150 toneladas de lixo foram recolhidas durante o São João 2017 de Campina Grande, que se encerrou no domingo (2 ), de acordo com dados divulgados pela Secretaria de Serviços Urbanos nesta terça-feira (4). O número é 25% superior ao recolhido no mesmo período do ano passado, quando o órgão coletou 120 toneladas de lixo. 
 
Cerca de 200 pessoas trabalharam na limpeza do Parque do Povo durante os 31 dias de festejos juninos da cidade. “Estamos no quinto ano seguido do evento e este ano superou a nossa expectativa com um aumento considerável de retirada de lixo reciclável ou não do Parque do Povo”, afirmou o Secretário da pasta, Geraldo Nobre. 
 
Para cuidar da limpeza urbana da cidade durante o período junino, a Prefeitura de Campina Grande, por orientação do Tribunal de Contas do Estado (TCE), realizou um processo seletivo para contratação de 190 prestadores de serviços, entre homens e mulheres. Esse efetivo foi distribuído em até três turnos para atender toda demanda, tanto dentro do Parque do Povo como nas ruas da região. Os funcionários também atuaram nos distritos de Galante e São José da Mata. 


 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Mais de 52 mil toneladas de resíduos foram retirados da Lagoa

Esta semana foi iniciado o trabalho de desassoreamento, dentro do projeto de reforma do parque.
 

Rizemberg Felipe
Enquanto prossegue o trabalho de desassoreamento, paralelamente será feita a construção do muro que impedirá o despejo de esgotos
Mais de 52 mil toneladas de resíduos foram retirados da Lagoa do Parque Solon de Lucena desde que foram iniciadas as obras de reforma do local.  Isso representa cerca de 30% do volume que deverá ser recolhido até o fim da obra, que elevará para 3,5 metros a profundidade da Lagoa. Nesta fase, uma balsa está sendo utilizada para que uma draga recolha os resíduos nas áreas mais centrais da Lagoa. Esta semana foi iniciado o trabalho de desassoreamento.

O projeto de revitalização da Lagoa do Parque Solon de Lucena é dividido em várias etapas, muitas delas simultâneas. Enquanto prossegue o trabalho de desassoreamento, paralelamente será feita a construção do muro que impedirá o despejo de esgotos na Lagoa (o anel sanitário) e a perfuração do túnel para o escoamento das águas com destino ao Rio Sanhauá. A estrutura vai dar mais eficiência ao transporte das águas excedentes.

A construção do anel sanitário e do túnel começa no dia 18 deste mês. Segundo o secretário de infraestrutura de João Pessoa, Cássio Andrade, para a construção do túnel, a Prefeitura de João Pessoa vai usar um “método não destrutivo”.

“Na segunda etapa será desenvolvido o plano de urbanização, onde a Lagoa será transformada em um parque com opções de esporte, lazer, cultura e artes. O objetivo é transformar o espaço em uma opção de entretenimento para melhorar a qualidade de vida da população. Tudo isso, com iluminação e segurança de alto padrão”, destacou Cássio Andrade.

O Projeto
O Parque Solon de Lucena (Lagoa) está passando pela primeira grande revitalização em quase 100 anos. O último projeto desse porte elaborado para o local foi em 1924, feito pelo engenheiro Saturnino de Brito, que só foi executado na década de 30.

De acordo com o projeto de revitalização, no local será construído um píer às margens da lagoa, um mirante para exercício e contemplação da natureza, área para apresentações artísticas, teatro de arena e área infantil. Após essa fase terá a construção de uma área para o comércio de artesanato e quiosques de alimentação.

Além disso, o projeto terá ainda a construção de uma área com quadra poliesportiva, vôlei de praia, pista de cooper, pista de skate, ciclovia, local para aluguel de bicicletas e esporte náuticos, como pedalinho, caiaques, canoagem e ainda o reflorestamento do Parque. Tudo isso com iluminação e segurança de alto padrão. O investimento total é de R$ 40 milhões.

O secretário de Planejamento, Rômulo Polari, explicou que a segunda etapa corresponde ao plano de urbanização. “João Pessoa voltará a ter um dos mais belos cartões-postais. A população ganhará mais que um espaço público, mas uma opção de lazer, descanso e contemplação da natureza. Pretendemos ainda implantar memoriais dos grandes vultos da cultura paraibana”, contou. As obras desta etapa serão iniciadas ainda neste semestre.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

MPPB vai processar prefeitos sobre lei do aterro sanitário

MPPB vai promover ações contra prefeitos que não cumprem a lei de Resíduos Sólidos.


 


Os prefeitos paraibanos que não estiverem cumprindo a Lei 12.305, de 2010, que criou a 'Política Nacional dos Resíduos Sólidos', acabando com os chamados “lixões a céu aberto”, vão ser processados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), podendo responder por crimes contra o meio ambiente, de responsabilidade fiscal e improbidade administrativa, por meio de ações cíveis, administrativas, criminais e fiscais. Outra consequência pelo descumprimento da lei, em caso de condenação, esses gestores poderão ficar inelegíveis (“lei da ficha suja”).

Na próxima semana, o procurador-geral de Justiça do MPPB, Bertrand de Araújo Asfora, em conjunto com o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Caop do Meio Ambiente), que tem à frente a promotora de Justiça Andréa Bezerra Pequeno Alustau, fará uma recomendação a todos os promotores de Justiça com atuação na área do meio ambiente do estado para que instaurem inquérito civil público com o objetivo de identificar a real situação de cada município paraibano no que diz respeito ao cumprimento da Lei 12.305, cujo prazo de implantação do plano terminou no último sábado (2).

“Cada caso terá a sua peculiaridade. Dependendo da situação, no que diz respeito às diretrizes da lei, os prefeitos serão responsabilizados e o Ministério Público adotará medidas cabíveis nas áreas cíveis, administrativas, penais e fiscais”, avisa a promotora Andréa Pequeno. Na área criminal, os inquéritos serão encaminhados à Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade Administrativa (Ccrimp) do MPPB.

As medidas para cobrar o cumprimento da lei foram definidas no final da tarde da última quinta-feira (7) numa reunião do procurador-geral de Justiça, Bertrand Asfora, com a coordenadora do Caop do Meio Ambiente, Andréa Pequeno, e os promotores de Justiça integrantes da Ccrimp: José Raldeck de Oliveira (coordenador), Gardênia Cirne de Almeida Galdino e João Benjamim Delgado Neto.

O que é a lei?
A Lei 12.305/2010, que criou a 'Política Nacional dos Resíduos Sólidos', tem o objetivo de tratar todos os resíduos e apresenta diretrizes para reduzir o volume de material depositado no meio ambiente em aproximadamente 70%. O plano prevê a inserção social dos atuais catadores, a proposição de incentivos tributários para as atividades voltadas para a reciclagem, a implementação de políticas ambientalmente adequadas e, obriga fornecedores a criarem políticas de destinação ambiental correta para eletroeletrônicos descartados, entre outras metas.

Com a lei, os lixões a céu aberto e aterros controlados ficam proibidos, determinando que todas as administrações públicas municipais, indistintamente do seu porte e localização, devem construir aterros sanitários e encerrarem as atividades dos lixões e aterros controlados. As prefeituras tiveram um prazo de quatro anos para cumprirem a legislação.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Emlur estima 50t de lixo nas ruas

Estimativa da Autarquia de Limpeza Urbana é que a quantidade seja deixada por dia durante as Festas das Neves.




Passava das nove horas da manhã de ontem e o lixo produzido no domingo pelos frequentadores da Festa das Neves ainda estava empilhado pelas ruas do Centro Histórico da capital. Em meio a inúmeras latinhas de bebidas, garrafas pets e papelão, restos de comida apodreciam ao sol, após terem sido revirados pelo catadores de materiais recicláveis. A estimativa da Autarquia de Limpeza Urbana (Emlur) é que estejam sendo deixadas 50 toneladas de lixo por dia de festa.
 
Insatisfeito com a poluição deixada pela festa profana da padroeira de João Pessoa, o arcebispo da Paraíba, dom Aldo Pagotto, afirmou que pretende se unir a comerciantes e moradores das adjacências da Praça Dom Adauto, um dos principais pontos de onde está ocorrendo os festejos, para cobrar providências do Ministério Público Estadual.
 
“É um absurdo a quantidade de sujeira e poluição que são produzidas. Não é possível que os órgãos responsáveis estejam fazendo vista grossa para a forma como os alimentos estão sendo comercializados, em meio a tanta sujeira, nem cuidando para que a cidade seja preservada. Eu vi maçãs do amor sendo preparadas junto com lixo acumulado e esgoto passando”, reclamou.
 
O diretor de planejamento da Emlur, Aldo Araújo, entretanto, negou que o lixo esteja se acumulando pelas ruas históricas da cidade, já que tem sido recolhido logo após a festa, conforme cronograma de limpeza elaborado para os dias do evento, que se encerra hoje.
 
No caso do lixo produzido no domingo, na Festa das Neves, Aldo Araújo justificou que o atraso se deu por um imprevisto provocado pela realização da Meia Maratona João Pessoa, no domingo, na praia de Cabo Branco. “Tivemos que dividir nossa equipe de coleta entre os dois eventos", argumentou. (Angélica Nunes)

ARCEBISPO CRITICA MODELO
Para dom Aldo Pagotto, não só o lixo incomoda, mas também a poluição sonora e visual produzida pela parte profana da festa da padroeira de João Pessoa. “Pretendo propor uma representação da Arquidiocese, juntamente com escritórios e moradores das adjacências no sentido de pensar para redesenhar o tipo de festa”, revelou.
 
Segundo dom Aldo, são inúmeros os inconvenientes de se realizar o evento no modelo atual - com a instalação de parques, barracas de bebidas alcoólicas e shows – nas ruas estreitas do Centro Histórico da capital. "Não sou contra a festa, mas o modo como estão realizando isto”, disse. Ele propõe a transferência para uma área descampada da BR-230.
 
Sobre as declarações do arcebispo a respeito da mudança de local da festa, a assessoria de comunicação da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) informou que o órgão não recebeu uma notificação formal sobre a reclamação e adiantou que só se pronunciará após esse procedimento.
 
A respeito da poluição sonora, o chefe da Divisão de Fiscalização da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam), Waldir Diniz, informou que é realizado o monitoramento do limite de som durante os shows. “Na praça Dom Adauto a poluição sonora é por conta dos brinquedos.
 
Como é uma coisa temporária, nós fazemos a medição do volume de som somente durante os shows”, disse.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Lixões devem acabar até sábado

Prazo para municípios se adequarem à Lei Federal que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos termina neste sábado (2).


 


Francisco França
Maioria das cidades não vai conseguiu obedecer o prazo por falta de recursos financeiros, diz Famup
 
Os municípios de todo o país tem até o próximo sábado para se adequarem à Lei Federal 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e estabeleceu o fim definitivo dos antigos lixões. Na Paraíba, a grande maioria das cidades não vai conseguiu obedecer o prazo por falta de recursos financeiros, segundo a Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup). João Pessoa já se adequou com a implantação da Unidade de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos Urbanos, conhecidos como aterro sanitário, mas ainda é comum ver material descartado em terrenos.

A PNSS tem como objetivo garantir o destino correto ao lixo produzido pelas cidades, promovendo um meio ambiente sustentável, equilibrado e saudável a todas as gerações. Mas essa prática parece não ser tão simples de ser cumprida, pois mesmo nos locais onde já há o descarte adequado de resíduos sólidos, a exemplo João Pessoa, é comum ver lixo jogado em terrenos baldios, como no Jardim Esther, no bairro de Mancadaru.
 
O técnico em restauração João ferreira, 45 anos, que mora no local, sofre corriqueiramente com o acúmulo de lixo em frente à casa onde reside. “O carro do lixo passa sem falta três vezes por semana, mas a falta de educação das pessoas é grande e faz com que descartem o lixo na rua. E isso tem gerado grande constrangimento para mim e minha família, pois todos sabemos que onde há lixo, há pragas urbanas, como baratas e ratos.
 
Infelizmente, a população precisa fazer sua parte e colocar o lixo para fora de casa nos dias de coleta”, declarou.
 
O fim dos lixões e a implantação de aterro sanitário é o primeiro e mais discutido ponto da PNRS, mas a lei também prevê o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS), cuja data limite de apresentação por parte das prefeituras se venceu desde 2012. Em matéria publicada no JORNAL DA PARAÍBA no dia 4 de agosto do ano passado, o promotor do Meio Ambiente, José Farias de Souza, disse que dos 223 municípios paraibanos, apenas 24 deles estavam fazendo o PGIRS. Os demais não podiam mais ter acesso aos recursos disponibilizados pelo governo federal para investir na área, onde os gestores omissos podem responder por responsabilização civil de improbidade administrativa e ainda por crimes de responsabilidade.
 
O presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), José Antônio Vasconcelos da Costa (Tota Guedes), não soube informar quantas cidades do Estado ainda não se adequaram à PNRS, mas apontou a falta de recursos como o principal motivo para descumprir a lei no prazo estabelecido. “O governo federal cria as leis, mas não procura saber se os municípios têm recurso para cumpri-las. Para muitos municípios, não apenas paraibanos, falta dinheiro para implantar a PNRS”, afirmou.
 
Tota Guedes disse que há cerca de 45 dias participou de uma reunião em Brasília com os ministros da Casa Civil, da Economia, Fazenda e Planejamento, e de Relações Políticas onde foi sinalizada uma prorrogação do prazo de adequação. “Os municípios estão tentando se adequar, mas está difícil. E essa é uma realidade em todo o país, por isso, os ministros tiveram a consciência de que muitas cidades não conseguiram implementar o que estabelece a lei, e indicaram que haverá uma prorrogação do prazo, que apesar de ainda não ter data definida, será no final de 2015”, adiantou.
 
O QUE DIZ A APAM 
Para o vice-presidente da Associação Paraibana do Meio Ambiente (Apam), Antônio Augusto de Almeida, as prefeituras, na grande maioria, estão despreparadas para enfrentar situações de adequações em prol do meio ambiente, a exemplo da PNRS. “Sem o preparo, acabam cometendo danos ambientais, fazendo o descarte do lixo de forma incorreta.
 
Só as maiores cidades, com mais 30 mil habitantes, possuem algum quadro técnico com qualificação para atuar nessas áreas e com isso as demais deixam a desejar. Para se ter uma ideia, apenas João Pessoa possui uma secretaria de Meio Ambiente, Campina Grande apenas uma coordenadoria, as demais cidades estão totalmente alheias à questão ambiental e isso é lamentável”, declarou Antônio Augusto de Almeida.

Emlur quer melhorar limpeza

Órgão está fazendo um diagnóstico nas operações técnicas com o objetivo de promover melhorias na limpeza urbana em toda a cidade. 


 
Quanto ao sistema de coleta de resíduos da capital, através da assessoria de comunicação, o superintendente da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) de João Pessoa, Lucius Fabiani, explicou que o órgão está fazendo um diagnóstico nas operações técnicas com o objetivo de promover melhorias na limpeza urbana em toda a cidade. “A nossa expectativa é que essas mudanças sejam adotadas ainda no mês de agosto, com alterações na coleta domiciliar que antes era dia a dia, passou a ser alternada e agora voltará a ser dia a dia, a exemplo dos bairros dos Estados, Mandacaru, Bessa e Torre”, frisou Lucius Fabiani, superintendente do órgão.
SEM CONTATO
A reportagem procurou o promotor do Meio Ambiente, José Farias de Souza, para comentar as possíveis penalidades que as gestões sofrerão em casos de descumprimento e relatar a atual situação dos municípios da Paraíba, mas o mesmo informou que não poderia dar entrevista, pois estava em reunião.
O 2º promotor, João Geraldo, também foi contatado. Ele disse que não poderia responder aos questionamentos da reportagem por serem de competência do promotor titular, José Farias de Souza. O mesmo foi dito pela coordenadora das Promotorias Estaduais do Meio Ambiente, Andréa Pequeno. Segundo ela, o titular da capital é o responsável pelo acompanhamento dos projetos nos municípios. (Colaborou Katiana Ramos)


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Emlur no Meu Bairro leva serviços de limpeza à Nova Mangabeira

João Pessoa, 21/01/2014 - 16h43

Alô Limpinho, 0800 083 2425, atende as reivindicações da população 


 A Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) realizou na manhã terça-feira (21), no bairro Nova Mangabeira, Zona Sul da Capital, mais uma edição do Projeto “Emlur no Meu Bairro”. Pelo menos 30 agentes de limpeza participaram da ação com serviços de capinação, roçagem, varrição, pintura de meio fio e coleta de resíduos despejados de forma irregular nas vias públicas.

De acordo com a programação divulgada pelo Departamento de Varrição e Coleta (Devar), além do bairro Nova Mangabeira, a Emlur também está, nesta terça-feira (21), com atividades de capinação, varrição, limpeza de canais e pintura de meio fio nos bairros de Tambauzinho, Mangabeira (Mercado Público), Treze de Maio e São José.

O superintendente da Autarquia, Anselmo Castilho, ressaltou que as ações estão sendo intensificadas no bairro São José, sob orientação da Defesa Civil, mediante o Plano de Ações Preventivas e de Preparação Anti-Desastres 2014. “Estamos trabalhando no entorno do Rio Jaguaribe para evitarmos alagamentos nos períodos de chuvas”, destacou.

“Alô Limpinho” - A Emlur lembra ao cidadão que caso constate irregularidades relacionadas na limpeza pública, como atraso na coleta ou despejo irregular de entulhos em terrenos e áreas públicas, entrar em contato por meio do “Alô Limpinho” - 0800 083 2425, ou ainda, encaminhando fotografia pelo aplicativo “Olha isso, Limpinho”.

Interatividade - Nas redes sociais, a Emlur está disponível para interação com o cidadão, por meio dos perfis no Twitter @pmjpEMLUR e @limpinhodasilva. Já pelo Facebook, a Emlur pode ser localizada pela Fanpage – Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana.

Assessoria