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João Pessoa, Cabedelo, Baía da Traição e Pitimbu têm praias impróprias, diz Sudema.
Por G1 PB
Praia da Penha, João Pessoa (Foto: Gabriel Costa/G1/Arquivo)
Marés
Às 11h08 deste sábado (7) a maré deve chegar a 0,1 m, segundo o Banco Nacional de Dados Oceanográficos (BNDO),
o que se repete às 23h30. As marés altas vão ser às 5h04 e às 17h24,
chegando a 2,6 m e 2,5 m respectivamente. No domingo (8), a maré mais
baixa é às 11h51 com 0,2 m. As mais altas do dia são às 5h47 e 18h06,
ambas com 2,5 m.
Praias próprias para o banho
Mataraca
todas
Baía da Traição
Camaratuba
Cardosas
Giz Branco
Baía da Traição
Trincheira
Rio Tinto
todas
Lucena
todas
Cabedelo
Miramar
Mato
Formosa
Areia Dourada
Camboinha
Poço
Ponta de Campina
Intermares
João Pessoa
Bessa I e II
Caribessa
Tambaú
Cabo Branco
Seixas
Jacarapé
Arraial
Camurupim
Barra de Gramame
Conde
Jacumã
Carapibus
Tabatinga
Coqueirinho
Tambaba
Barra do Graú
Pitimbu
Bela
Barra do Abiaí
Pitimbu
Guarita
Azul
Coqueiros
Acaú/Pontinha
Praias impróprias para o banho
Cabedelo
Jacaré - à esquerda do estuário do rio Paraíba;
João Pessoa
Manaíra - em toda sua extensão - e Penha;
Conde
Amor - nas proximidades da desembocadura do Rio Gurugi
Baía da Traição
Praia do Forte
Pitimbu
Praia do Maceió - às margens da desembocadura do Rio Engenho Velho
Maré vai chegar a 1,8m às 12h49, céu deve ficar parcialmente nublado e radiação solar deve chegar ao extremo.
Por G1 Paraíba
Praia do Bessa é uma das consideradas excelentes; céu deve ficar
parcialmente dublado neste sábado (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Cinco praias estão impróprias para banho neste fim de semana na
Paraíba, mas outras 44 foram consideradas com excelente condição de
balneabilidade pela Sudema, de acordo com o relatório publicado na
sexta-feira (29). As outras sete praias do litoral foram consideradas em
condição muito boa ou satisfatória.
A maré mais baixa deste sábado (30) vai ser registrada às 6h32 e às
18h51, ambos os horários com 0,8m, segundo dados da Agência Executiva de
Gestão das Águas (Aesa). Às 12h49, a maré deve chegar ao seu máximo no
dia, com 1,8m. O céu deve ficar entre parcialmente nublado a claro em
todo o litoral paraibano e a temperatura deve variar entre 22°C e 29°C. E
o Índice de Radiação Ultravioleta (IUV) nas cidades do litoral deve
chegar 12, considerado extremo, segundo o Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais (Inpe).
Praias consideradas excelentes para o banho
Mataraca - todas
Baía da Traição - todas
Rio Tinto - todas
Lucena - todas
Cabedelo - Miramar, Formosa, Camboinha, Ponta de Campina e Intermares
João Pessoa - Bessa II, Tambaú, Busto de Tamandaré, Penha, Jacarapé, Arraial, Camurupim, Barra de Gramame
Conde - Jacumã, Carapibus, Tabatinga, Coqueirinho, Tambaba, Barra do Graú
Os
banhistas devem evitar a praias de Manaíra em toda extensão. Na praia da
Penha, é bom evitar o banho nas proximidades da desembocadura do Rio do
Cabelo
Já na praia do Cabo Branco, a Sudema recomenda evitar banho nas proximidades da rotatória
(Foto: Walla Santos)
De acordo com o relatório semanal, em João Pessoa, os
banhistas devem evitar a praias de Manaíra em toda extensão. Na praia da
Penha, é bom evitar o banho nas proximidades da desembocadura do rio do
Cabelo. Já na praia do Cabo Branco, a Sudema recomenda evitar banho nas
proximidades da rotatória, da final da Av. Cabo Branco (100 metros à
direita e 100 metros à esquerda).
No município de Cabedelo, é bom evitar a praia do Jacaré, no trecho
que fica à esquerda do estuário do rio Paraíba. Enquanto no Município de
Pitimbu, deve-se evitar a Praia do Maceió, no trecho que fica 100
metros à direita e à esquerda da desembocadura do riacho Engenho Velho.
Na Praia do Pitimbu, evitar banho nas proximidades do final da Rua da
Paz. Na praia do Guarita, recomenda-se evitar o trecho100 metros à
direita e à esquerda da desembocadura da lagoa. Na Praia de
Acaú/Pontinha, evitar o banho no Rio Goiana.
A autarquia ainda recomenda aos banhistas que evitem os trechos de
praias localizados em áreas frontais às desembocaduras de galerias de
águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
Das
56 praia localizadas no litoral da Paraíba, 48 foram classificadas como
apropriadas ao banho pela Superintendência de Administração do Meio
Ambiente (Sudema). A qualidade da água varia entre excelente, muito boa e
satisfatória.
A equipe da Coordenadoria de Medições
Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de
balneabilidade das 56 praias, por meio de coleta de material para
análise nos municípios costeiros do Estado. Em João Pessoa, Lucena e
Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo
de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do
litoral paraibano, a análise é realizada mensalmente.
Seis praias estão localizadas em João Pessoa e cinco estão em Pitimbu, segundo relatório.
Por G1 PB
Praia de Manaíra, em João Pessoa, está imprópria para banho (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Onze praias do litoral paraibano estão impróprias para o banho, sendo
seis delas somente em João Pessoa, conforme relatório de balneabilidade
divulgado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente
(Sudema). As praias impróprias para os banhistas, conforme relatório
divulgado na quinta-feira (20), referente a este final de semana, se
concentram apenas na capital paraibana e em Pitimbu, no Litoral Sul.
De acordo com o relatório semanal, em João Pessoa, os banhistas devem
evitar a praia de Manaíra, no trecho que fica 100 metros à direita e 100
metros à esquerda da galeria pluvial no final da Avenida Ruy Carneiro.
Na praia do Bessa I, é bom não se banhar nas águas do trecho que fica
100 metros à direita e 100 metros à esquerda do maceió.
Na praia do Seixas, a Sudema recomenda não tomar banho 100 metros à
esquerda da desembocadura do Rio do Cabelo, enquanto a Praia da Penha
está imprópria para o banho em toda a sua extensão. Na praia do Arraial,
não está apropriado para o banho o trecho que fica 100 metros à direita
e à esquerda da desembocadura do Cuiá. E na praia do Jacarapé, os
banhistas devem evitar as proximidades da desembocadura do Rio Jacarapé.
No município de Pitimbu, a praia do Maceió está classificada como
imprópria no trecho que fica 100 metros à direita e à esquerda da
desembocadura do Riacho do Engenho Velho. Já na praia do Pitimbu, é bom
evitar o trecho que fica nas proximidades do final da Rua da Paz. Na
praia do Azul/Santa Rita e na praia Ponta de Coqueiros, estão impróprios
os trechos nas proximidades das desembocaduras das galerias de águas
pluviais. Já na praia de Acaú/Pontinha, é bom evitar banho no Rio
Goiana.
A Sudema ainda recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias
localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas
pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma
vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de
coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado. Em
João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros
urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos
demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada
mensalmente.
Relatório inclui praias na Grande João Pessoa, em Lucena e em Pitimbu. Sudema monitora 56 praias no Litoral paraibano.
Do G1 PB
Praia do Bessa I, em João Pessoa, deve ser evitada neste fim de semana diz Sudema (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Onze
praias do litoral paraibano estão impróprias para banho neste fim de
semana, segundo relatório de balneabilidade divulgado pela
Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema).
Conforme o relatório, em João Pessoa,
os banhistas devem evitar a praia de Manaíra, em toda sua extensão. Na
praia do Bessa I, evitar banho 100 metros à direita e 100 metros à
esquerda do maceió.
Na praia da Penha é bom evitar o trecho que fica
100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do riacho do Cabelo.
Na praia do Arraial, evitar o banho 100 metros à direita e à esquerda
da desembocadura do Cuiá. Na praia do Sol, evitar o trecho que fica 100
metros à direita e à esquerda da desembocadura do riacho Camurupim.
No município de Cabedelo,
evitar a Praia do Jacaré, na margem direita do estuário do Rio Paraíba.
Em Lucena, a praia de Costinha deve ser evitada nas proximidades do
pontal de Lucena. Já no município de Pitimbu,
deve-se evitar a praia do Maceió, no trecho que fica 100 metros à
direita e à esquerda da desembocadura do Riacho Engenho Velho. Na praia
do Guarita, evitar o banho 100 metros à direita e à esquerda da
desembocadura da lagoa.
Na praia Azul/Santa Rita
o trecho que fica 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura de
riachos temporários que existem no local devem ser evitados. Enquanto
na praia Ponta de Coqueiros ser evitada em toda sua extensão.
A Sudema ainda recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias
localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas
pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma
vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de
coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado.
Em João Pessoa, Lucena
e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande
fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do
litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.
Praia do Bessa I e Manaíra em João Pessoa devem ser evitadas.
Em Pitimbu, a praia do Maceió está imprópria para banho.
Do G1 PB
Praia de Manaíra, em João Pessoa, está imprópria para banho (Foto: Krystine Carneiro/G1)
A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), informou que 53 de 56 praias da Paraíba
estão próprias para banho neste final de semana. As três praias que
devem ser evitadas são a do Bessa I e Manaíra em João Pessoa, e a praia
do Maceió em Pitimbu, divisa com Pernambuco. Trechos de praia próximos a desembocaduras de galerias pluviais devem ser evitados.
A praia de Manaíra em João Pessoa
deve ser evitada em toda a sua extensão. A do Bessa I deve ser evitada
no trecho que fica cem metros à direita e cem metros à esquerda do
maceió. Em Pitimbu, a praia do Maceió deve ser evitada na parte que fica
cem metros à esquerda e cem metros à direita da desembocadura do Riacho
Engenho Velho, segundo a Sudema.
A Sudema realiza as pesquisas da qualidade das águas das praias de Lucena, João Pessoa e Pitimbu semanalmente por estarem em trechos urbanos. Nas outras praias do Estado a pesquisa é feita mensalmente.
Equipamentos foram apreendidos pela Polícia Militar.
Donos dos 'paredões' foram detidos e vão pagar multa de R$ 5 mil.
Do G1 PB
'Paredão de som' foi apreendido em Lucena, no Litoral Norte da Paraíba (Foto: Comunicação Social do BPAmb)
Sete
pessoas foram detidas e tiveram seus “paredões de som” apreendidos
durante o Carnaval 2017, no litoral da Paraíba. No fim da manhã desta
terça-feira (28), três pessoas foram presas e autuadas por poluição
sonora em Lucena, no Litoral Norte do estado. Todos foram multados em R$
5 mil e tiveram o equipamento apreendido.
O
número se soma a outra prisão feita na segunda-feira (27), em Baía da
Traição, também no Litoral Norte, e mais três realizadas em Jacumã, no
Litoral Sul, no domingo (26). O balanço é do comandante do Batalhão de
Polícia Ambiental (BPAmb), major Cristóvão Lucas.
O batalhão realizou ações para combater a perturbação do sossego
durante o feriadão. Para diminuir o número de ocorrências, o BPAmb
apostou na conscientização dos foliões e tem feito várias blitzen
educativas nas cidades que realizam eventos de carnaval, com a
distribuição de panfletos orientando as pessoas.
O crime de poluição sonora tem pena prevista de 1 a 4 anos de prisão e o
infrator ainda tem que pagar uma multa que pode variar de R$ 5 mil a R$
50 milhões, conforme prevê o artigo 61 do Decreto 6.514/2008.
Três pessoas foram detidas e levadas para delegacia por poluição sonora.
Presos foram autuados e pagaram fiança de um salário mínimo.
Do G1 PB
'Paredão'
foi apreendido por poluição sonora em Jacumça, no Conde, no domingo
(26) (Foto: Major Lucas/Polícia Militar da Paraíba)
Três
“paredões” de som foram apreendidos no domingo (26) na praia de Jacumã,
na cidade do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, pela prática de poluição
sonora. De acordo com o Batalhão de Polícia Militar Ambiental, três
homens foram presos em flagrante como proprietários dos equipamentos.
Ainda de acordo com a polícia, o primeiro foi preso em flagrante, com
"equipamento de som com volume bastante elevado, equipamento conhecido
como paredão", segundo o Major Lucas, comandante da PMAmb.
O homem foi autuado pelo crime de poluição sonora, que tem pena
prevista de 1 a 4 anos de prisão, recebeu multa de R$ 5 mil e teve o
equipamento apreendido. Ele foi liberado após pagamento de fiança no
valor de R$ 937 (um salário mínimo), além de aceitar a condição de
passar por um curso de boas práticas ambientais.
Outros dois homens também foram autuados por poluição sonora na mesma
região, ambos pagaram fianças de um salário mínimo para serem soltos. Os
equipamentos de som deles também foram apreendidos e ambos sofreram
multas pela prática delituosa.
Todos foram autuados na Delegacia de Jacumã, que, segundo Major Lucas,
está ativa excepcionalmente durante este período de Carnaval para
atender os chamados da região. As ações da Polícia Militar Ambiental
(PMAmb) acontece nos principais locais de carnaval, com foco em Baía da
Traição, Lucena e Jacumã, e só terminam após o carnaval nas regiões.
Balanço parcial
A
Polícia Militar recebeu 614 chamados para atender ocorrências de
perturbação do sossego das 18h da última sexta-feira (24) até as 7h30
desta segunda-feira (27), sendo 521 casos somente na Região
Metropolitana e nos Litorais Norte e Sul do estado.
Para diminuir o número de ocorrências, o Batalhão de Polícia Ambiental
(BPAmb) vem apostando na conscientização dos foliões e tem feito várias
blitzen educativas nas cidades que realizam eventos de carnaval, com a
distribuição de panfletos orientando as pessoas.
No ano passado, em todo o carnaval (5 a 9/2) foram recebidos 1.015
chamados, número que superava em mais de 5% os do carnaval de 2015 (13 a
17/2), quando foram registradas 958 solicitações para este tipo de
ocorrência.
A poluição sonora é combatida com multa que começa com R$ 5 mil e pode
chegar até a R$ 50 milhões, conforme prevê o artigo 61 do Decreto
6.514/2008.
Relatório divulgado na sexta (10) aponta trechos em João Pessoa e Pitimbu.
Água de outras 50 praias varia entre excelente, muito boa e satisfatória.
Do G1 PB
Praia do Seixas, em João Pessoa (Foto: Aline Oliveira/G1 PB)
Seis praias do litoral da Paraíba estão impróprias para banho neste fim
de semana. Segundo o relatório semanal da Superintendência de
Administração do Meio Ambiente (Sudema), divulgado na sexta-feira (10),
as praias que devem ser evitadas estão em João Pessoa e Pitimbu, no
Litoral Sul do estado.
Dos seis trechos classificados como impróprios, cinco estão em João
Pessoa: toda a extensão da Praia de Manaíra; na Praia do Seixas, o que
fica à 100 metros à direita e 100 metros à esquerda do Cabelo; 100
metros à direita e 100 metros à esquerda da desembocadura do riacho do
Cabelo, na Praia da Penha; a Praia de Jacarapé; e 100 metros à direita e
100 metros à esqueda da desembocadura do Cuiá.
Já em Pitimbu, é aconselhável que os banhistas não entrem no mar no
trecho que vai de 100 metros à direita a 100 metros à esquerda da
desembocadura do Riacho Engenho Velho, na Praia do Maceió.
As outras 50 praias da Paraíba monitoradas pela Sudema estão
classificadas como próprias para banho. A qualidade da água varia entre
excelente, muito boa e satisfatória.
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma
vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de
coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado. Em
João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros
urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos
demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada
mensalmente.
Obra grandiosa deve ser iniciada no final de julho deste ano. Investimento é de quase R$ 3 bilhões
Por Turismo em Foco
Cidade de Cabedelo
(Foto: Turismo em Foco)
O Município de Lucena, no litoral Norte da Paraíba,
entrará no mapa mundial do mercado marítimo. A empresa norte-americana
McQuilling Services recebeu a Licença Prévia para dar prosseguimento ao
projeto de construção do primeiro estaleiro de reparos de navios de
médio e grande porte do Atlântico Sul. O investimento gira em torno de
R$ 2,8 bilhões e irá criar cerca de 6,5 mil vagas de trabalho diretos e
indiretos, além de provocar uma verdadeira revolução na economia da
região.
A previsão de início das obras é no final de julho deste ano, com a
conclusão do projeto em quatro anos. De acordo com o consultor Roberto
Braga, da RB Consultores e Associados Limitada, o estaleiro de reparos
terá um prazo de quatro anos para estar em pleno funcionamento, mas nos
primeiros dois anos já terá condições de começar a operar com hidrolift
(sistema de docagem de navios), em julho de 2019, e todo o conjunto
estará funcionamento em julho de 2021.
O projeto de construção do estaleiro de reparos em Lucena começou a
ser desenvolvido em 2010, quando a empresa norte-americana decidiu por
realizar o investimento no Brasil. “Em todo o Atlântico Sul não existe
nenhum estaleiro de reparos para médios e grandes navios. Existe para
navios menores no Uruguai e um para pequenos no Rio de Janeiro”, apontou
Roberto Braga.
De acordo com o consultor paraibano, atualmente o transporte
transatlântico de mercadorias tem crescido muito, sobretudo, fazendo com
que os grandes navios apareçam para transportarem cargas enormes, de 4,
5, 6 mil contêineres. “São navios de 500 a 600 metros de comprimento e
que precisam passar por um estaleiro de reparos porque são como aviões: a
cada tantas mil horas o avião tem que ir para um estaleiro também para
fazer manutenção”.
“Os navios, por lei internacional, não podem trafegar sem ter seguro,
e a companhia de seguros, para se proteger, só faz o seguro da empresa
se ela periodicamente parar num estaleiro de reparos de navios”, apontou
Roberto Braga. Seguindo a lei internacional, em média, para navios
novos, o reparo é feito a cada cinco anos. Após os cinco anos, tem que
ir a cada três anos e meio.
Roberto Braga enfatizou, que um estaleiro de reparos é completamente
diferente de um estaleiro de construção naval, que tem muitos no Brasil,
“mas todos falidos, porque o estaleiro de reparos é para a vida
inteira”, pontuou.
A construção do estaleiro em Lucena representará uma revolução nesse
mercado, porque irá alterar de forma significativa a logística que as
empresas de navios fazem para providenciar os procedimentos de reparos.
“As empresas saem com os seus navios daqui e, quando estão perto de
vencer o prazo, vão para Singapura, China ou Portugal. Há nos Estados
Unidos também, mas dedicado a navios de turismo, que são diferentes,
pelo acabamento”, disse Braga.
Permanecendo no Atlântico Sul para os reparos, quando estiverem
vazios, tem que viajar em busca de cargas e Singapura e a China ficam
fora do eixo do grande foco dos transatlânticos. “Isso custa em torno de
US$ 450 mil a US$ 500 de despesa ser for levado a Singapura e China”,
revelou o consultor.
Agora, por que Lucena?
A opção pelo investimento do estaleiro de reparos de navios surgiu
inicialmente pelo desinteresse do Governo de Pernambuco quando foi
procurado pela diretoria da empresa McQuilling Services, revelou Roberto
Braga, consultor da RB Consultores e Associados Limitada. Na Paraíba,
em menos de duas horas, durante um encontro dos diretores da empresa com
o governador Ricardo Coutinho (PSB), foi batido o martelo para o início
dos estudos de implantação do projeto.
Uma semana após esse encontro, contou o consultor, uma equipe da
empresa norte-americana estava desembarcando na Paraíba para escolher o
local onde o estaleiro seria construído. A McQuilling Services já havia
se associado à Promom Engenharia Ltda., de Portugal, que já havia feito
um trabalho em Santa Rita para a instalação de um sistema de energia
termelétrica e conhecia a área.
“Quando falamos da área da pesca da baleia, lembraram que navios já
paravam ali. Aí falaram que era área espetacular, primeiro, porque uma
pergunta que sempre se faz quando se fala no investimento desse
estaleiro, é como um navio de maior porte, como uma plataforma submersa
dessas de petróleo, entra num canal desses, que só tem 11 metros de
profundidade? Vazio ele fica com no máximo sete metros”, enfatizou
Braga.
Sem contrapartida
O investimento de R$ 2,8 bilhões na construção do estaleiro de
reparos em Lucena, pela empresa McQuilling Services, não irá acarretar
em nenhuma contrapartida financeira por parte do Governo do Estado, nem
da prefeitura de Lucena.
“Não existe nenhuma contrapartida do governo, a não ser o que ele é
obrigado a fazer, como estradas de acesso para que os caminhões cheguem
com as mercadorias, água - apesar de que não vai ter e teremos de fazer
poços, tratamento de esgoto também faremos -, garantir a energia na
potência que se precisa. Tudo isso o governo tem que entrar, que é a
infraestrutura mínima para captar investimentos”, disse.
Por outro lado, enfatizou Roberto Braga, o governo precisa conclamar
urbanistas, arquitetos, com responsabilidade de fazer um trabalho para
que o estaleiro, ao chegar, e ainda tem seis meses para obra começar,
para que tivesse um novo desenho do uso do solo.
“Lucena precisa de um novo plano diretor. Aqui serão construídas
casas para moradia. As empresas que virão estarão numa área misturada
com residências, com hotéis, então, muita gente se prepara. Quando
atravesso a barca, todo mundo fica procurando casa para alugar, para
vender, hotel, mas o grande trabalho que a Paraíba precisa se dar de
presente é planejar bem a chegada desse estaleiro”.
“O estaleiro chegou, mas Lucena e toda a área norte do estado saberão
como aproveitar. Não é só Lucena não, isso vai tomar muito daquela área
ali, em Santa Rita, Cabedelo...”.
Para se ter uma ideia da revolução econômica que a instalação do
estaleiro de reparos de navios irá provocar na economia de Lucena e
região, Roberto Braga revelou que a prefeitura arrecadou no ano passado
cerca de R$ 1,4 milhão de ISS (Imposto Sobre Serviços). Com a atividade
do estaleiro, essa quantia irá decuplicar para R$ 14 milhões. “85% do
seu faturamento internacional (da empresa) e os outros 15% locais, tudo
isso faturamento em dólar”.
Empregos
Para atender a demanda de empregos - serão criados cerca de 6,5 mil
em uma cidade que conta com uma população de pouco mais de 11 mil
pessoas -, já houve um contato com o presidente da Federação das
Indústrias da Paraíba (Fiep), Francisco Buega Gadelha, e com o
superintendente do Sebrae da Paraíba, Walter Aguiar, que já acenaram
para a possibilidade de capacitar os profissionais para a maioria das
atividades que as empresas precisarão contratar. “Eles estão dispostos a
ajudar de forma total no treinamento dessas pessoas. 85% da mão de obra
são fácil termos aqui na região e não vai ter tudo em Lucena”, disse o
consultor Roberto Braga.
De acordo com consultor, a Promom Engenharia (de Portugal) vai se
instalar na Paraíba por um período de um ano para iniciar o processo de
treinamento dos brasileiros, se possível, todos de Lucena, “porque o
americano quer que tudo aconteça dentro da cidade onde está instalado o
empreendimento”. “Então, eles vão treinar esse pessoal durante um ano e
certamente vão deixar a mão de obra brasileira tomando conta de tudo o
que acontece”.
Roberto Braga afirmou que já existem pequenos investidores que se
agregaram a empresa americana, como uma italiana, que tem sede em Nova
York, que tem 160 navios próprios. “A Transpetro quando era grande tinha
60 navios e essa tem 160 e já é sócia do estaleiro”.
O estaleiro será instalado em área de 83 mil metros quadrados de
galpões e oficina. Já há expectativa da vinda de, pelo menos, 16
empresas satélites que darão suporte de peças e acessórios para a
McQuilling Services. De acordo com Roberto Braga, haverá vagas de
trabalho para uma série de atividades, entre seguranças, eletricistas,
engenheiros.
São tantas as atividades que demandarão de mão de obra que é difícil
enumerá-las, apontou o consultor paraibano. “São seguranças do estaleiro
e da área, seguranças patrimonial, funcionários para restaurantes para
alimentar todas essas pessoas, comércio, área de treinamento, centro
médico, que inclusive vai ser aberto para a própria população, andaimes,
por exemplo”, apontou.
Recursos libertados e homenagem
O nome do estaleiro é DPI. Eles homenagearam a Pedra do Ingá. A
empresa já tem sede na Paraíba, em Lucena, num escritório com endereço e
o nome é Empresa de Drocagem Pedra do Ingá, ou seja, DPI.
No último dia 12 de dezembro do ano passado, o Conselho Diretor do
Fundo de Marinha Mercante aprovou para a construção do estaleiro
recursos na ordem de R$ 2,15 bilhões. Todo mundo que trafega, paga frete
quando importa e exporta, ou seja, se paga uma taxa à marinha mercante.
“Esse dinheiro para o fundo de marinha mercante é um fundo bom, barato e
que hoje tem tido arrepios por conta dos estaleiros de construção naval
que tem financiado e não tem dado certo”, disse Roberto Braga.
Segundo o consultor paraibano, o fundo de marinha mercante estava
ávido para financiar um estaleiro que dê certo e é esse. “Foi aprovado
por unanimidade, publicado no Diário Oficial da União, ou seja, o
investidor que chegar agora para assumir tudo isso já tem o dinheiro
garantido para fazer. É um fundo dirigido a construção de portos,
navios, estaleiros obtidos dos impostos sobre fretes marítimos que
constituem fundo para que área se desenvolva no país. No mundo inteiro é
assim”, disse.
Secretaria do Patrimônio da União iniciou em outubro remoções e aplicação de multas
Google Earth
A Secretaria do Patrimônio da União (SPU) acatou recomendação
do Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB) e estipulou
cronograma para remoção das construções irregulares existentes em área
de propriedade da União na beira-mar das Praias de Camboinha, Areia
Dourada, Ponta de Campina e Formosa, todas no município de Cabedelo
(PB).
A SPU iniciou em outubro as remoções paulatinas e aplicação de
multas. O cronograma será efetivamente cumprido ao longo de 2017,
segundo garantiu o órgão, podendo ser antecipado conforme maior
agilidade que puder ser conferida aos trabalhos.
As ocupações consistem em muros, cercas, quiosques, piscinas e jardins, em casas de médio e alto padrão.
Além
da demolição e da aplicação de multas, a legislação prevê, ainda,
cobrança dos demais valores devidos à União em razão do período de
ocupação irregular. O MPF avalia ainda outras providências cabíveis de
caráter ambiental e criminal.
A recomendação do MPF/PB baseia-se
na Constituição da República, que prevê que "todos têm direito ao meio
ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e
essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à
coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e
futuras gerações”; bem como na lei 7661/88, que estabelece "que as
praias marítimas são bens de uso comum do povo, sendo assegurado,
sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e
sentido, ressalvados os trechos considerados de interesse de segurança
nacional ou incluídos em áreas protegidas por legislação específica";
entre outros dispositivos.
Além de todas as construções alvos da
recomendação estarem em áreas de praia de propriedade da União e de uso
comum do povo, os imóveis situados na beira-mar de Camboinha e Areia
Dourada prejudicam a vegetação de restinga, considerada área de
preservação permanente, impedindo sua regeneração natural.
Bessa e Seixas –
O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB) também requisitou à
SPU informações sobre a retomada das autuações que haviam sido iniciadas
em 2010 na praia do Bessa. O MPF orientou que os trechos restantes
contendo ocupações irregulares sejam incluídos no cronograma de remoção
elaborado pela Secretaria do Patrimônio da União para 2017. Diversos
ocupantes irregulares alvos da recomendação já respondem inclusive a
ações penais e inquéritos criminais, em algumas das quais houve acordos
para pagamento de multas e remoção de construções.
Também a
pedido do MPF, já houve autuações dos responsáveis pelos bares da praia
do Seixas, sendo que se aguarda a análise de recursos interpostos pelos
comerciantes do local junto a SPU.
Outras remoções -
No dia 12 de agosto de 2015, a SPU iniciou a remoção dos quatro bares
irregulares que funcionavam em área da União na praia do Jacaré, também
em Cabedelo. A retirada foi feita em parceria com o MPF, Polícia
Federal, Exército, Marinha, Superintendência de Administração do Meio
Ambiente (Sudema), Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Prefeitura
Municipal de Cabedelo.
Já em 5 de novembro de 2015, aconteceu a
remoção de 23 comércios irregulares nas praias de Costinha e Lucena, no
Litoral Norte da Paraíba. Os estabelecimentos também ocupavam
irregularmente áreas da União e não respeitavam a legislação ambiental. A
retirada foi feita em parceria com o MPF, Polícia Federal, Sudema,
Exército, Ibama, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Cagepa e
Prefeitura de Lucena.
Também a partir de iniciativas do MPF/PB,
as praias do Poço, Intermares e Formosa, em Cabedelo, já foram alvos de
remoções de construções irregulares, que afetavam a vegetação de
preservação permanente, o patrimônio da União, bem como a paisagem
natural e ordenação urbana, no litoral paraibano.
O sonho da população do Litoral Norte da Paraíba de ter um estaleiro
que gere empregos e movimente a economia da região está perto de se
concretizar. O projeto ‘Pedra do Ingá’ está prestes a sair do papel e as
obras devem começar no ano que vem, após o conselho diretor do Fundo da
Marinha Mercante (FMM) aprovar, na última quinta-feira (8), prioridade
no valor de R$ 2,15 bilhões para a construção do estaleiro em Lucena.
O estaleiro será destinado para reparos de embarcações de médio e
grande porte. A informação foi divulgada pelos investidores do projeto, a
Brasil Basin Drydock. Com o aval para obter financiamento de até 90% do
valor das obras, aguardam apenas a licença de instalação que deve sair
ainda neste mês para que o início do estaleiro aconteça em 2017.
A expectativa é que o empreendimento gere 6 mil empregos diretos e indiretos.
Sobre o FMM
O Fundo da Marinha Mercante é um fundo de natureza contábil destinado a
prover recursos para o desenvolvimento da Marinha Mercante e da
indústria de construção e reparação naval brasileiras, conforme descrito
no artigo 22, da Lei nº 10.893, de 10 de julho de 2004.
O FMM é administrado pelo Ministério dos Transportes, por intermédio do
Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), tendo como
agentes financeiros o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) e os demais bancos oficiais brasileiros.
Praias do Bessa, Manaíra, Cabo Branco e Seixas devem ser evitadas.
Outras 52 praias podem ser frequentadas pelos banhistas.
Do G1 PB
Praia de Manaíra, em João Pessoa, está imprópria para banho (Foto: Krystine Carneiro/G1)
A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema)
classificou quatro praias do litoral paraibano como impróprias para o
banho, de acordo com o relatório divulgado semanalmente pela equipe da
Coordenadoria de Medições Ambientais. As praias que devem ser evitadas
estão no município de João Pessoa.
Segundo o relatório, a Praia do Bessa I está imprópria para o banho no
trecho que fica 100 metros à direita e 100 metros à esquerda do maceió
da Praia do Bessa.
A Praia de Manaíra também deve ser evitada pelos banhistas em toda a
sua extensão. Já a Praia do Cabo Branco fica imprópria nos trechos de
100 metros à direita e à esquerda da desembocadura da galeria no final
da praia. E a Praia do Seixas também está no relatório da Sudema como
imprópria para o banho, na área que fica 100 metros à esquerda e 100
metros à direita da desembocadura do Rio do Cabelo.
A autarquia ainda recomenda aos banhistas que evitem os trechos de
praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de
águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
As outras 52 praias do litoral paraibano estão próprias para o banho e a
qualidade da água varia entre excelente, muito boa e satisfatória.
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma
vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de
coleta de material para análise nos municípios costeiros. Em João
Pessoa, Lucena e Pitimbu,
que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de
banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral
paraibano a análise é realizada mensalmente.
O litoral paraibano está com 13 praias consideradas impróprias para
banho neste final de semana, segundo o relatório da Superintendência de
Administração do Meio Ambiente (Sudema) divulgado nesta quinta-feira
(2). Entretanto, o mesmo relatório aponta que outras 43 foram
consideradas com a qualidade da água entre excelente, muito boa e
satisfatória.
De acordo com a Sudema, nas praias da Penha e de Manaíra os banhistas
devem evitar toda a sua extensão. Na praia de Jacarapé, deve-se evitar
banho nas proximidades da desembocadura do rio jacarapé. Já na praia do
Arraial, é bom evitar banho nas proximidades de desembocadura do riacho.
E Cabo Branco, os banhistas devem evitar o banho próximo a
desembocadura de galerias pluviais. Já na praia de Bessa I deve ser
evitada a área que fica 100 metros à direita e 100 metros à esquerda do
maceió da praia do Bessa.
No município de Cabedelo, na praia do Jacaré, a área que deve ser
evitada fica à esquerda do estuário do rio Paraíba. Na praia do Poço,
localizada no mesmo município, é bom evitar o banho próximo a
desembocadura de galerias pluviais. E no município de Pitimbu, deve-se
evitar nas praias de Pitimbu e Maceió a área que fica 100 metros à
direita e 100 metros à esquerda da desembocadura do riacho engenho
velho. Na praia de Acaú Pontinha deve ser evitada a área localizada nas
proximidades do riacho arame. As praias de Ponta de Coqueiros e Coqueiros também devem ser evitadas.
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma
vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de
coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado.
Em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros
urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos
demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada
mensalmente.
Trechos ruins estão em Lucena, Cabedelo, Pitimbu e João Pessoa.
Outras 48 praias estão liberadas para banho, diz Sudema.
Do G1 PB
Trecho do Cabo Branco deve ser evitado (Foto: Herbert Clemente/Jornal da Paraíba)
Oito
praias do litoral da Paraíba estão impróprias para banho neste fim de
semana, de acordo com relatório da Superintendência de Desenvolvimento
de Meio Ambiente (Sudema) divulgado na sexta-feira (27). As praias estão
localizadas nas cidades de Lucena, Cabedelo, Pitimbu e João Pessoa,
sendo que três delas estão na capital.
Em João Pessoa,
os trechos que devem ser evitados pelos banhistas são: 100 metros à
direita e 100 metros à esquerda do maceió da praia do Bessa; toda a
extensão da praia de Manaíra; 100 metros à direita e à esquerda da
desembocadura da galeria no final da praia do Cabo Branco.
Em
Pitimbu, as praias a serem evitadas são as do Maceió e Pitimbu. Já em
Lucena, os banhistas devem evitar 100 metros à direita e 100 metros à
esquerda do maceió de Lucena., na praia da Gameleira.
Ainda há trechos a serem evitados em Cabedelo:
o trecho à esquerda do estuário do rio Paraíba, na praia do Jacaré, e a
área próximo à desembocadura de galerias pluviais na praia do Poço.
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma
vez por semana, a situação de balneabilidade das 48 praias, por meio de
coleta de material para análise nos municípios costeiros. Em João
Pessoa, Lucena e Pitimbu,
que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de
banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral
paraibano, a análise é realizada mensalmente.
04/11/2015 - 21:03 - Atualizado em 05/11/2015 - 08:43
Governador esteve reunido com empresários americanos da Mckilling Services Company.
Empresários já conseguiram a licença da Sudema para construir o empreendimento (Crédito: Secom-PB)
Um grupo de investidores americanos da empresa
Mckilling Services Company, com sede em Nova Iorque, esteve reunidos
com o governador Ricardo Coutinho (PSB), nesta quarta-feira (4), na
Granja Santana, para iniciar entendimentos sobre a instalação de um
estaleiro de reparos no município de Lucena, Litoral Norte. O
empreendimento estipulado em R$ 2 bilhões, deverá gerar 1.500 empregos
diretos e cerca de 4.500 empregos indiretos no Estado, e trata-se do
primeiro grande estaleiro a ser instalado no Atlântico Sul.
Bastante receptivo ao empreendimento,
o governador Ricardo Coutinho afirmou que o Estado tem interesse nesse
projeto, que com certeza vai mudar todo o perfil da região. “O que
almejamos é que a Paraíba desponte no cenário importante da economia
mundial no trabalho de reparo de grandes embarcações feito por grandes
empresas”, disse o governador, antecipando que o Estado fará sua parte
de infraestrutura em tempo hábil.
Durante a visita, os investidores da Mckilling Services Company,
David Saginaw e James Doyle, mostraram a licença ambiental expedida pela
Sudema, confirmando que o investimento já deu o primeiro passo para ser
instalado na Paraíba.
A empresa ao ser instalada, segundo o representante do grupo na
Paraíba, consultor Roberto Braga, vai desenvolver parcerias com diversas
outras empresas ligadas à navegação, atraindo assim milhares de
empregos indiretos. Braga revelou que apenas 7% do tráfego do Atlântico
Sul, ou seja, dos grandes navios da marinha mercante internacional,
seria suficiente para encher o estaleiro. “Navios de até 500 metros de
comprimento vão poder fazer suas revisões aqui no estaleiro que será
instalado onde acontecia a pesca da baleia, em Lucena”, adiantou.
A obra da construção do estaleiro será iniciada no final do ano de 2016 no município de Lucena e vai atrair para a área empresas
de transportes, da indústria hoteleira e restaurantes. O objetivo dos
investidores é fazer com que a empresa comece a operar no ano de 2018.
Desde dezembro de 2013, o grupo assinou um protocolo de intenções
para montar no município de Lucena o maior estaleiro de reparos. Roberto
Braga explicou que a cada cinco anos um navio para ter o seguro para
poder navegar precisa parar num estaleiro para fazer revisão geral,
segundo as leis internacionais de navegação, e agora, a partir da
instalação do estaleiro da Mckilling Services Company, esse trabalho vai
poder ser feito no litoral paraibano.
O secretário da Infreaestrura, Meio Ambiente, Recursos Hídricos,
Ciência e Tecnologia, João Azevedo, disse que a expectativa por parte do
Governo do Estado com esse empreendimento para o Estado é grande, uma
vez que, além da geração de receita, vai gerar emprego e renda para os
moradores da região.
Por sua vez, a presidente da Companhia de Desenvolvimento Industrial
da Paraíba (Cinep), Tatiana Domiciano, afirmou que o estaleiro de
reparos de navegações de grande e médio porte é um projeto que vai
revolucionar a região, tendo em vista que vai atender a embarcações que
trafegam para a Europa, África e América do Norte e atrair diversas
outras empresas. “Estamos seguindo orientações do governador, a fim de
fazer o zoneamento da área de acordo com o Plano Diretor do Município”,
disse.
Também presente à reunião, o prefeito de Lucena, Marcelo Monteiro,
disse que esse empreendimento vai ser a redenção do município de Lucena e
vai fazer com que os moradores ampliem os horizontes. “Afinal serão
cerca de 1.500 empregos diretos e mais de 4 mil indiretos valorizando a
mão de obra da cidade”, observou.
Praias que devem ser evitadas estão em João Pessoa, Cabedelo e Pitimbu.
Veja trechos classificados como impróprios para banho.
Do G1 PB
Praia de Manaíra, em João Pessoa (Foto: Alberi Pontes/Secom-PB)
Três trechos de praias do litoral paraibano foram classificadas como
impróprios para o banho pela Superintendência de Administração do Meio
Ambiente (Sudema). O relatório semanal de balneabilidade, divulgado na
sexta-feira (22), aponta que trechos das Praias do Jacaré, em Cabedelo; Bessa I, em João Pessoa; e a Praia de Maceió, em Pitimbu, devem ser evitados pelos banhistas.
No Município de Cabedelo, deve ser evitada a área localizada na margem direita do Estuário do Rio Paraíba. Já em João Pessoa, deve ser evitada a Praia do Bessa I (100 metros à direita e à esquerda do Maceió do Bessa.
No Município de Pitimbu,
a recomendação da Sudema para os banhistas é evitar a Praia de Maceió,
100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho
Velho.
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma
vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de
coleta de material para análise nos municípios costeiros. Em João
Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos
com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais
municípios do litoral paraibano, a análise é realizada mensalmente.
03/05/2015 07H00 Ambos ainda estão no papel, mas trazem perspectiva de incremento na geração de emprego e renda para Cabedelo e Lucena; juntos devem gerar 6 mil empregos.
Alexsandra Tavares
Projeto do Seaport, que será o primeiro porto privado do Brasil,
espera a liberação da licença ambiental para começar a ser construído.
(Foto: Kleide Teixeira)
Os dois grandes projetos estruturantes previstos para aportarem no Litoral Norte da Paraíba em cerca de dois anos somam juntos mais de R$ 25,5 bilhões em investimentos privados e já impactam positivamente na valorização de imóveis na região. O Seaport, em Cabedelo, é apresentado pelo empresário Ivan Miranda como o primeiro porto privado do Brasil, capaz de receber os maiores navios cargueiros em operação no mundo. Já o estaleiro Pedra do Ingá, em Costinha/Lucena é anunciado pelo executivo Celso Souza como uma unidade sem concorrente no hemisfério Sul do planeta.
Ambos os projetos ainda estão no papel, contudo, já trazem perspectiva de incremento na geração de emprego e renda para os dois municípios paraibanos, porque somente de forma direta devem empregar mais de 6 mil pessoas. “Não tenho dúvida de que estes projetos serão de grande importância para alavancar a economia da Paraíba e são viáveis. Além de serem de grande porte, reúnem uma gama de outros investidores”, afirmou o vice-presidente da Federação das Indústrias da Paraíba (Fiep), Magno Rossi.
Obras do estaleiro Pedra do Ingá, em Lucena devem ser iniciadas no último trimestre de 2016 (Foto: Rizemberg Felipe)
Há mais de 40 anos atuando no Porto de Cabedelo, o empresário Ivan Miranda é o idealizador do Seaport. Segundo ele, o projeto está aguardando desde 2013 a liberação da Licença Ambiental que será dado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), mas a expectativa é de que as obras iniciem em novembro deste ano. “Após o início, os serviços devem ser concluídos em dois anos”, afirmou Ivan Miranda.
O projeto mostra que o porto privado de transbordo internacional será implantado no estuário do Rio Paraíba, em Cabedelo, e contará com plataforma para recepção, emissão e transbordo de cargas unitizadas (contêineres, bags, etc), além de granéis sólidos. O empreendimento ainda terá docagem de embarcações para manutenção e reparos. Os investimentos são de € 7 bilhões de euros (R$ 23,6 bilhões) e conta com investidores franceses que, segundo Miranda, estão aguardando o término da parte burocrática para liberar os recursos.
A capacidade de armazenamento do Seaport chega a 30 milhões de toneladas e poderá receber navios carregados com 19 mil contêineres. Para viabilizar o complexo será construída uma bacia de evolução e canal de acesso marítimo, dragados para 22 metros de calado por 200 metros de largura. “Um navio de 360 mil toneladas de carga será descarregado com 15 horas de operação no Seaport. Enquanto, por aí, passam cinco dias para descarregar esta mesma quantidade de mercadoria. Isso baixa em cerca de 30% o custo do frete”, ressaltou Miranda.
Já o estaleiro Empresa de Docagens Pedra do Ingá (EDPI), será implantado no Município de Lucena, Distrito de Costinha, na foz do Rio Paraíba e vai abranger 83 hectares de faixa de terra mais 15 hectares adentrando o rio. O investimento é de R$ 1,9 bilhão e conta também com capital estrangeiro, mais precisamente da empresa americana McQuilling Project Manager, com sede em Nova Iorque.
De acordo com o gerente da empresa, responsável pelo projeto no Brasil, Celso Souza, as obras devem começar no último trimestre de 2016. Com isso, estima-se que a partir de 2018 o estaleiro esteja operando parcialmente. A operacionalização total está prevista para 2019. Porém, apenas algumas etapas como a realização de estudos topográficos e diálogos com a Sudema foram realizadas até agora.
Celso Souza explicou que a empresa está levantando recursos para a realização do estudo de impacto ambiental para, posteriormente, obter a licença junto à Sudema. Mas a área destinada ao empreendimento não foi comprada oficialmente. “Existe interesse tanto dos donos da área quanto da empresa e por enquanto temos um contrato de opção de compra”, contou.
De acordo com ele, o estaleiro será exclusivamente para docagem e reparo e terá capacidade média de realizar 120 docagens ao ano. A estimativa é de que o complexo empregue 1.500 empregos quando estiver operando, além dos 4.000 postos de trabalhos durante a construção. “O estaleiro poderá atender qualquer navio da frota mercante mundial e não há concorrente no hemisfério Sul”, destacou Celso Souza.
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