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quarta-feira, 27 de maio de 2015

ANA proíbe irrigação e pesca no Açude de Coremas, no Sertão da PB

26/05/2015 13h50 - Atualizado em 26/05/2015 13h50
 
Ao todo, 102 municípios vão ser afetados com a medida.
Secretário de agricultura de Coremas diz que decisão vai gerar prejuízo.
 
Do G1 PB
 
A irrigação e a pesca estão proibidas na região do Açude de Coremas/Mãe D’Água, no Sertão da Paraíba, que compreende 102 municípios. As medidas foram anunciadas na segunda-feira (25) pela Agência Nacional das Águas (ANA), durante reunião do Comitê da Bacia Hidrográfica Piranhas-Açu, naC idade de Coremas, tendo em vista o baixo volume dos reservatórios pertencentes à bacia. Aproximadamente 115 mil pessoas serão afetadas pela medida.
  
Segundo o secretário de agricultura da cidade de Coremas, Antônio Forte, a medida da ANA vai trazer um grande prejuízo ao município e também às cidades vizinhas, como Cajazeirinhas, Pombal, Paulista, São Bento, dentre outras. “Não se resolve um problema criando outro. Somente em Coremas, mais de 1.500 famílias serão prejudicadas com essa proibição. Isso sem contar os municípios vizinhos, não são menos de 115 mil pessoas que dependem dessas atividades para viver”, afirmou.
 
Ainda conforme o secretário, a medida foi considerada impopular porque não proibiu a irrigação das várzeas de Sousa. “Como é que proíbem a irrigação na cidade de Coremas e em outros municípios que estão na bacia e permitem que a água vá para as várzeas de Sousa?”, indagou. Segundo ele, haverá uma reunião no dia 6 de junho para avaliar estratégias para esses produtores.
 
Conforme a ANA, a série de reuniões na bacia do açude de Coremas acontece até a próxima sexta e têm a finalidade de apresentar e discutir o balanço hídrico na região e das ações necessárias para o enfrentamento da seca. Nas sessões estão presentes representantes da ANA, órgãos gestores de recursos hídricos dos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte, usuários do sistema, representantes dos municípios, produtores rurais, além de outras instituições.
 
Segundo a assessoria de imprensa do órgão, as ações definidas podem variar desde a redução da vazão defluente dos reservatórios até mesmo a suspensão dos usos considerados como não prioritários pela legislação, já que em situações de escassez hídrica, é priorizado o abastecimento humano e animal.

Fonte



sexta-feira, 21 de março de 2014

Após chuvas, açudes da Paraíba recebem recarga de água, diz Aesa

21/03/2014 12h03 - Atualizado em 21/03/2014 12h03

Complexo Coremas-Mãe D'água recebeu 25 milhões de m³ de água.
Dois açudes estão sangrando e previsão é de que outros possam encher.




 
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba

As chuvas registradas este mês já foram suficientes para recuperar o volume de água em alguns reservatórios da Paraíba. De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), nesta sexta-feira (21) dois açudes estão sangrando e a previsão é de que outros açudes possam encher nos próximos dias.

Na quinta-feira (20), a Aesa divulgou os dados sobre os principais açudes que receberam água com a chuva registrada nesta semana. O complexo Coremas-Mãe D’água, no Sertão do estado, recebeu 25 milhões de metros cúbicos de água.

Além dele, os açudes de Farinha e Jatobá, na cidade de Patos, receberam dois milhões e três milhões de metros cúbicos, respectivamente. Já os mananciais de Araçagi (na cidade de mesmo nome) e Olho D’água, no município de Mari, estão sangrando desde a quinta-feira (13).

De acordo com o diretor de Acompanhamento e Controle da Aesa, Porfírio Loureiro, a previsão é de que outros açudes recebam água com as chuvas previstas para os próximos dias. Entre eles, o açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, que abastece a cidade de Campina Grande e outros municípios do Cariri e Agreste. “O Rio Taperoá recebeu muita água com as chuvas recentes e ele é uma das principais fontes que abastecem o manancial”, explicou.

Apesar destes dados, o boletim da Aesa também mostra que 34 dos 121 açudes monitorados pelo órgão estão em situação crítica, com menos de 5% do volume total. Outros 28 mananciais estão em estado de observação, com menos de 20% da capacidade.


Alternativas de uso e captação da água são apresentadas em CG

Evento em alusão ao Dia Mundial da Água está sendo realizado na sede do Instituto Nacional do Semiárido em Campina Grande.





Metodologias alternativas de captação, uso e reutilização da água foram apresentadas ontem em Campina Grande, na sede do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), durante o seminário “Água e Energia”, realizado em parceria com a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

O evento, organizado em alusão ao Dia Mundial da Água, termina hoje com relatos de técnicos e dos próprios agricultores sobre as técnicas diferenciadas de uso da água e manejo da terra. Amanhã, ativistas plantarão 1.000 árvores no entorno do açude de Boqueirão.

Entre as experiências bem sucedidas estão as barragens subterrâneas. De acordo com o técnico José Afonso Bezerra, do Coletivo Regional do Cariri, são pelo menos 60 barragens construídas em 11 municípios do Cariri paraibano que funcionam como alternativa de captação de água para os produtores da região.

“Temos conseguido através de parcerias com vários órgãos os recursos para construir estas barragens, que têm custo relativamente baixo, em torno de R$ 4 mil a R$ 6 mil. A gente tem utilizado retroescavadeira para fazer a escavação do riacho, depois é colocada uma lona para fechar a passagem da água subterrânea. A experiência foi bem sucedida onde foi aplicada, para abastecimento humano, de animais e também para plantações”, explicou.

Outra alternativa de produção sustentável e de baixo custo apresentada é o “quintal produtivo”, que tem contribuído para aumentar a renda de pequenos agricultores no interior do Estado, como relatou a agricultora Sara Maria Constância, do assentamento São Domingos, no município de Cubati.

“Eu planto vários tipos de ervas e uso a água do poço que temos no sítio para esta pequena plantação. Teve mês que eu já tirei até R$ 2 mil com o que eu planto no meu quintal. É um investimento muito baixo, com R$ 80 é possível começar”, contou.

O diretor do Insa, Ignácio Salcedo, ressaltou a importância do o uso racional. “A água é um bem fundamental para a vida, sobretudo no Semiárido, então é preciso que se aplique o racionamento".

O Dia Mundial da Água é comemorado em 22 de março pela Organização das Nações Unidas (ONU). Durante os dois dias de seminário, serão realizadas palestras, mesas redondas e visitas técnicas de caráter educativo. O público-alvo são professores, agricultores, experimentadores, técnicos, estudantes, pesquisadores e representantes de organizações não governamentais.

O secretário de Estado de Recursos Hídricos e Meio Ambiente, João Azevedo, lembrou as obras do governo. “São mais de 730 quilômetros de adutoras que estão sendo construídas e 11 cidades que estão recebendo saneamento, entre elas Brejo do Cruz, Coremas, São José de Piranhas, Coxixola. Obras estruturantes e fundamentais para o povo paraibano”, frisou.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Ibama apreende redes de pesca na PB e aplica R$ 110 mil em multas

28/02/2014 16h47 - Atualizado em 28/02/2014 16h47 

Agentes apreenderam 14 km de redes no Sertão em período proibido.
Foram encontrados ainda 41kg de pescado e 170 aves em cativeiro.
 
Do G1 PB

Açude de Coremas é o maior reservatório hídrico da Paraíba (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Açude de Coremas foi um dos fiscalizados
(Foto: Taiguara Rangel/G1)
Mais de 14,2 km de redes foram apreendidas durante um período ilegal para pesca, em açudes no Sertão paraibano, divulgou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) nesta sexta-feira (28). As fiscalizações durante o 'defeso da piracema' também apreenderam 41 kg de pescado, uma espingarda de mergulho, uma embarcação e um motor de rabeta. Ainda foram encontradas 170 aves em cativeiros ilegais. Foram aplicados mais de R$ 110 mil em multas.
 
O período de proteção objetiva manter a ocorrência de peixes nos açudes, lagos e cursos d´água da região. Foram realizadas buscas na área dos açudes de São Gonçalo, em Sousa, Engenheiro Ávidos, em São José de Piranhas, Lagoa do Arroz, em Cajazeiras, Estevam Marinho e Mãe d'Água, em Coremas, Engenheiro Arcoverde, em Condado, e Açude dos Cegos, em Catingueira.

Os pescados apreendidos foram doados a instituições filantrópicas nos respectivos municípios. As aves foram encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama na Paraíba. As redes de pesca foram destruídas pelos agentes ambientais federais.
Foram aplicados três autos de infração, somando R$ 2.380 reais em multas. Os agentes também aplicaram nove autos de infração por ilícitos contra a fauna, totalizando R$ 98 mil em multas aos infratores. Também foi flagrado e embargado um desmatamento ilegal de 12,3 hectares de caatinga, resultando em multa de R$ 13 mil ao responsável.

As equipes do Ibama realizaram patrulhamento nos açudes, retirando as redes de pesca encontradas, entre os dias 12 e 21 de fevereiro. O defeso da piracema na Paraíba é definido pelas Instruções Normativas 210/2008 e 3/2005, proibindo a pesca anualmente, de 1º de dezembro a 28 de fevereiro. A operação teve apoio do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs).

As espécies protegidas são Curimatã (Prochilodus spp.), Piau (Schizodon sp), Sardinha (Triportheus angulatus) e Branquinha (Curimatidae). Além da pesca, também são proibidos no período o transporte, industrialização, armazenamento e comercialização das espécies e de suas ovas.

As pessoas autuadas por cometerem crimes ambientais, além de receber as sanções administrativas de multa e de apreensão, entre outras aplicadas pelo Ibama e outros integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), ainda respondem criminalmente no judiciário.
 
Fonte
 
 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Luciano Agra critica política hídrica do governo e chama Ricardo de déspota

01/02/2014 - 16:56 - Atualizado em 01/02/2014 - 17:26

O custo "astronômico" de algumas obras também foi alvo de críticas


Foto postada por Agra no Twiiter: Desertificação,
rios mortos, açudes com água estagnada,
política ambiental =0, postou
(Crédito: Reprodução Facebook)
O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PEN), voltou a usar as redes sociais para fazer política e fazer oposição ao governo do Estado e ao governador Ricardo Coutinho. Pelo Twitter, Agra criticou a política hídrica do governo do estado, o atraso e o abandono de obras e ainda o custo elevado de alguns projetos do governo estadual. Luciano ainda pregou união para derrotar Ricardo Coutinho nas próximas eleições e chamou o governador de déspota.

"Como cidadão exijo transparência e gostaria de respostas objetivas quanto às questões levantadas sobre a sofrível gestão estadual. Ainda vou criticar, depois vou apresentar idéias para equilibrar o Estado da Paraíba", postou Agra após fazer diversas críticas a obras, principalmente no tocante a questão da água.

O ex-prefeito, que durante os dois mandatos de Ricardo a frente da Prefeitura de João Pessoa foi o responsável pelo planejamento das obras, lamentou a situação das Várzeas de Souza e cobrou a interligação das represas São Gonçalo, Engenheiro Ávidos e Coremas/ Mãe D'água. Ele criticou ainda o "estado de abandono na represa de Acauã".

"Desertificação, rios mortos, açudes com água estagnada, política ambiental? Por que Patos ainda não tem autonomia hídrica, será por que é governada pela oposição?", indagou o ex-prefeito da Capital.

O custo "astronômico" de algumas obras também foi alvo de críticas. "Vocês acreditam que a passagem em desnível do Geisel vai custar 30 milhões? e o Centro de Convenções?"

Outra crítica de Agra ao governo, foi com relação ao aumento anunciado pelo governo. "E o reajuste aviltante dos funcionários estaduais? revolta geral. Vamos derrubar o déspota".


Da redação
WSCOM Online 


 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

ANA anuncia redução na vazão de dois açudes do Sertão da Paraíba

29/01/2014 17h46 - Atualizado em 29/01/2014 17h46 

Açudes Coremas e Mãe d’água vão sofrer a redução.
Motivo é o prolongamento da estiagem na região.
 
Do G1 PB

Os açudes Coremas e Mãe d’Água, no Sertão da Paraíba, vão sofrer nova redução na vazão devido ao prolongamento da estiagem na região. O anúncio foi feito, nesta quarta-feira (29), pela Agência Nacional das Águas (ANA) em reunião realizada em João Pessoa com representantes de vários órgãos do Governo da Paraíba.

Os dois mananciais estã entre os 60 com capacidade armazenada superior a 20% do seu volume total na Paraíba, segundo informações desta quarta-feira (29) da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Outros 28 reservatórios estão em observação por estarem com a capacidade menor que 20% e 35 açudes estão em situação crítica, ou seja, com capacidade menor que 5% do volume total. Nenhum está sangrando.
 
O secretário de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Ciência e Tecnologia, João Azevedo, solicitou que a diminuição no abastecimento fosse impostas aos grandes irrigantes. “Temos uma preocupação especial com 178 pequenos irrigantes que trabalham duro nas Várzeas de Sousa. Muitas famílias dependem da comercialização das culturas permanentes que são feitas lá”, alertou o secretário.

De acordo com o presidente da ANA, Vicente Andreu, as restrições afetarão principalmente os irrigantes. “Estamos dando continuidade ao processo que vem sendo adotado desde junho de 2013. São medidas que visam um controle maior do processo de irrigação. É possível que em função do agravamento da seca, a irrigação tenha que ser suspensa”, explicou o chefe do órgão responsável pelas águas de domínio federal.

O presidente da Aesa, João Vicente Machado Sobrinho, destacou a importância do reforço na fiscalização para combater o desvio da água e do acompanhamento diários do volume repassado ao Rio Grande do Norte. “Temos que respeitar o Marco Regulatório que determina a vazão com a qual a água deve chegar no estado vizinho, mas também precisamos defender os interesses da Paraíba. É nossa obrigação colocar propostas que garantam a segurança hídrica dos paraibanos”, destacou.
 
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Pôr do sol do Açude de Coremas lidera concurso do Fantástico

27/01/2014 - 15:04 - Atualizado em 27/01/2014 - 16:39

Resultado será divulgado no programa do próximo domingo, 2 de fevereiro 


A Cidade de Coremas foi destaque no Fantástico, da Globo, nesse domingo, 26, em um quadro lançado pelo programa para escolher o pôr do sol mais bonito do Brasil. É que uma foto do sol poente sobre as águas do Açude Coremense Estevam Marinho, enviada ao programa por um telespectador, está sendo a mais votada entre mais de 150 imagens selecionadas para a escolha pública.

O resultado será divulgado no programa do próximo domingo, 2 de fevereiro. A votação do pôr do sol mais bonito do Brasil ocorre pelo site http://pordosol.g1.globo.com/fantastico/batalha/.

Ao acessá-lo, o internauta encontra duas fotos na página e deve votar em apenas uma, clicando em cima da imagem que considerar mais bonita. A cada votação, mais duas fotos são colocadas para ser escolhida apenas uma. Abaixo da foto se encontra a posição parcial dela no momento.

Desde o final do programa de ontem na liderança, a foto do Açude Estevam Marinho, o maior da Paraíba, tem tudo para ser a vencedora. Os internautas do país inteiro têm se encantado com a forte luminosidade do pôr do sol coremense, o que poderá render bons frutos para o turismo do município, já que, após a divulgação na televisão, muita gente vai requer ver de perto essa maravilha da Natureza.

Da Redação (com Folha do Vali) 



segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Metade dos açudes da PB está com volume abaixo de 20%, aponta Aesa

20/01/2014 16h52 - Atualizado em 20/01/2014 16h52 

Segundo o órgão, são 64 reservatórios com menos de 20% do volume.
Aesa afirma ainda que 34 estão em situação crítica.
 
Do G1 PB
 
Apesar das chuvas que caíram na Paraíba durante o fim de semana, 64 açudes no estado (52% do total) estão com volume abaixo de 20% da capacidade máxima. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (20) pela Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). São 123 reservatórios monitorados pela instituição, estando 30 atualmente sob observação e 34 em situação considerada crítica, com volume abaixo de 5%.
 
Foram registradas neste fim de semana (dias 18 e 19) precipitações pluviométricas em 56 dos 223 municípios da Paraíba. Os maiores índices foram na região do Sertão. O complexo Coremas-Mãe d'Água recebeu uma recarga de 2,6 milhões de metros cúbicos.
 
Durante o fim de semana, as maiores chuvas aconteceram nas cidades de Aguiar (63mm), São José da Lagoa Tapada (70mm), Cajazeirinhas (75mm), Piancó (92mm) e Coremas (120,5mm). "Tivemos um aumento de 12 centímetros na linha da água do açude de Coremas e 22 centímetros em Mãe d'Água", informou o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Lucílio Vieira. 

Porém, as chuvas continuam a não gerar recargas significativas para os reservatórios. "Eventos como os deste final de semana são animadores, pois se tivermos outras chuvas, ainda que de menor intensidade, a recarga pode ser maior. Isso porque o leito do rio está saturado e vamos ter um melhor escoamento desta água", acrescentou.

Previsão
O boletim de análise meteorológica divulgado na manhã desta segunda-feira (20) pela Aesa prevê ainda uma variação térmica de até 16°C, com a máxima chegando aos 36°C no Sertão e a mínima de 20°C no Brejo. "A previsão para hoje é de sol entre nuvens em praticamente todas as regiões do Estado. Poderão ocorrer chuvas isoladas no Sertão paraibano. Nas demais regiões, chuvas ocasionais", informou o meteorologista Emerson Rodrigues.
 
Fonte
 
 

domingo, 12 de janeiro de 2014

PF investiga fraude que beneficia o superintendente da pesca e deputado estadual

João Pessoa, 11/01/2014 - 11h00

Esquema foi denunciado por pescadores que revelam benefícios a aliados de Juntahy


 A Polícia Federal iniciou investigações sobre graves denúncias de uso político e de desvio de verbas envolvendo a Superintendência do Ministério da Pesca e Aquicultura na Paraíba (MPA/PB). Fruto das denúncias, o Ministério suspendeu, desde o último dia de 2013, a emissão de novas carteiras profissionais de pescador em todo o Brasil. O teria sido montado para beneficiar aliados do deputado estadual Juntahy Menezes (PRB) que indicou o superintendente Samuel Lemos.

Representantes da Federação dos Pescadores e Aquicultores da Paraíba (Fepesca-PB) e de diversas Colônias de Pescadores denunciaram o esquema fraudulento neste final de semana. Segundo eles, o MPA/PB estaria cadastrando falsos pescadores, entregando-lhes carteiras profissionais, Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAPs), cestas básicas e parcelas do Seguro Defeso (que somam mais de R$ 2 mil), todos benefícios de programas do Governo Federal. Para isso, no entanto, funcionários do Ministério cobrariam valores que variam de R$ 300 a R$ 1.000.

“No Ministério da Pesca existe hoje um tratamento diferenciado, dito em alto e bom som: se o pescador estiver do lado deles, tem tudo, sem estiver do outro lado, não tem nada. E o lado deles é o lado do deputado estadual Jutahy Menezes e do superintendente Samuel Lemos”, afirmou o presidente da Fepesca, Zélio Silva. Segundo ele, as carteiras dos pescadores filiados a Colônias que se posicionam do lado do MPA são emitidas em cerca de 30 dias, enquanto existem carteiras de Colônias não-alinhadas “mofando” há mais de um ano.

A presidente da Colônia de Pescadores de Patos, Ivanilda Souza, denunciou que no município foram desviadas mais de 200 cestas básicas, de 300 enviadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social via MPA. “Além das cestas básicas que nunca apareceram, as que chegaram foram entregues a aliados políticos dos dirigentes do Ministério, quando deveriam ser repassadas à diretoria da Colônia, e, mesmo assim, ainda contemplaram pessoas que nem pescadores são”, revelou Ivanilda. Representantes das Colônias de Aroeiras e Rio Tinto também denunciaram o favorecimento e a perseguição política por parte de funcionários do MPA/PB.

Para Janderley Batista, da Colônia de Pescadores de Coremas, existe uma quadrilha agindo na Paraíba. A organização criminosa seria formada por cerca de dez pessoas, incluindo funcionários do MPA/PB e outros agentes contratados. Todos os nomes já foram informados à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal. “A imoralidade, a corrupção no Ministério é imensa. São registros feitos com data retroativa de pessoas que pagam por isso ou são do grupo político do superintendente Samuel Coelho de Lemos, aliado do deputado pastor Jutahy”, garantiu.

A Fepesca e as Colônias representativas dos pescadores esperam agora que as autoridades competentes tomem as devidas providências para eliminar do Ministério da Pesca na Paraíba qualquer vestígio de mau uso da máquina pública e de ação criminosa.

MaisPB

com Assessoria de Anísio Maia



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

PB só pode retirar água de açude três vezes por semana, diz ANA

08/10/2013 12h47 - Atualizado em 08/10/2013 12h47 

Decisão se refere ao Rio Piranhas-Açu e ao Açude Coremas e Mãe d'Água.
Medida atinge Coremas, Pombal, Cajazeirinhas, Paulista e São Bento.
 
Do G1 PB
 
 
Cinco cidades da Paraíba só podem retirar água do Rio Piranhas-Açu e do Açude Coremas e Mãe D'Água três vezes por semana, durante o período da seca. Foi o que determinou a Agência Nacional das Águas (ANA), que definiu um calendário com restrições para a retirada de água desses locais. Segundo o relatório, o rio Piranhas-Açu está com 34,4% da capacidade de armazenamento e o açude com 33,2%.
 
As cidades atingidas pela determinação são Coremas, Pombal, Cajazeirinhas, Paulista e São Bento. Nessas cidades a população só pode retirar água para praticar qualquer atividade produtiva, como irrigação e piscicultura, às segundas, quartas e sextas, no horário da tarifa verde. 

 Segundo a ANA, é importante que os irrigantes observem os horários mais adequados e não irriguem entre 11h e 17h, pois nesse período muita água é perdida por evaporação. Outro alerta é para que nenhum outro tipo de cultura seja iniciada no período da seca, sob pena de não haver água suficiente.

Além da Paraíba, no Rio Grande do Norte a medida vale para Jardim de Piranhas e Jucurutu, onde será permitida a retirada de água às terças, quintas e sábados. A restrição para a retirada de água teve início na segunda-feira (7) e deve continuar enquanto durar a seca que castiga o semiárido nordestino. A ANA informou que vem monitorando a situação do rio e dos açudes e poderá alterar as regras, caso considere necessário.


 

domingo, 25 de agosto de 2013

Sanitaristas do Exército vão avaliar situação da água para abastecimento humano em Coremas



Redação, com assessoria
  
O Exército Brasileiro vai designar uma comissão de especialistas sanitaristas para fazer uma inspeção nas águas do Complexo Coremas Mãe D'água, responsável pelo abastecimento de água da Cidade de Coremas e de mais de 20 cidades da região. O objetivo é verificar a qualidade da água que está sendo oferecida para o abastecimento.
 
O prefeito de Coremas, Antônio Lopes (PSDB) e o vice-prefeito, Lucrenato Júnior (PMDB), preocupados com a situação do abastecimento de Coremas e região, depois de um relatório da Fundação Nacional da Saúde na Paraíba - Funasa-PB ter atestado que a água de Coremas não reúne as mínimas condições para o abastecimento humano, foram à Brasília vbuscar ajuda.
 
De acordo com o relatório da Funasa, o complexo Coremas Mãe d'Água recebe todo o esgoto de Coremas e de mais de 20 cidades e, com a redução do nível dos açudes, a qualidade da água caiu a patamares inaceitáveis para o consumo humano.
 
O Exército vai destinar uma equipe de especialistas sanitaristas que atua na cidade de São Bento do Una (PE) para Coremas. Estes profissionais estão atuando na Estação Móvel de Tratamento de Água existente em São Bento do Uma e decidir pela transferência da estação, em caráter emergencial, para resolver a situação de Coremas enquanto uma solução definitiva não é viabilizada.


 

domingo, 4 de agosto de 2013

Secretaria encontra solução para praga de piranhas em açude da Paraíba; todos os alevinos estão sendo devorados

João Pessoa, 04/08/2013 - 12h49
 
Instalação de equipemanto fará problema se tornar uma solução, garante secretário 
 
Uma praga de piranhas tomou o Açude de Coremas e vem preocupando muito a secretaria de Pesca do Estado. Diante do problema – que não só prejudica a criação pesqueira, como deixa a vida dos banhistas em perigo – o secretário estadual de Pesca, Sales Dantas (PRB), foi a Brasília e manteve audiência com o Conselho Nacional de Pesca, de onde garante ter voltado com a solução para o caso.

Ao relatar o desequilíbrio que assola a bacia – que impede a colocação de novos alevinos, já que são logo devorados – Sales tratou com os conselheiros da necessidade de uma saída urgente, contudo que essa não fosse simplesmente extrair deliberadamente as piranhas do local.

“Expliquei que não acho interessante para o meio-ambiente do meu Estado concluir que a solução seja o extermínio de uma espécie. Para mim, é acabar com um problema e começar outro – talvez pior. Relembrei aos conselheiros que na Austrália, após muitas mortes por ataques de tubarão, resolveram abrir a caça deliberada. Com o fim dos tubarões, outro problema foi criado: aumentou descontroladamente o número de águas-vivas, que eram comidas por eles. As praias australianas passaram a ser mais perigosas que antes”, explicou Dantas.

Em meio ao debate, o secretário teria questionado se não havia alguma forma de fazer da ‘problemática’ piranha um benefício à população. Segundo Sales, um dos conselheiros se manifestou, dizendo ter em mãos um projeto eficaz de beneficiamento do peixe.

“De imediato vi que essa era a saída. Uma fábrica de beneficiamento da piranha trará inúmeros benefícios à região: fim da praga da piranha; reequilíbrio ambiental; manutenção da existência da espécie; abertura de postos de trabalho; injeção de um novo produto no mercado nordestino, com valor nutritivo inquestionável”, destacou Dantas.

Empolgado com a ideia, Sales explicou como se dará, na prática.

“Vamos financiar a construção da fábrica em Coremas, contudo quem irá mantê-la serão os pescadores da região. O processo é simples: extraída a piranha, ela é posta em um equipamento específico, onde as partes nutricionais importantes do peixe são transformadas em uma pasta consistente, que pode ser utilizada em 42 tipos de pratos diferentes, até na fabricação de hambúrgueres”, explicou. 

Redação
com assessoria

sábado, 13 de abril de 2013

TRF5 mantém suspensa demolições no Complexo Coremas/Mãe d'Água

DNOCS pretendia a imediata desocupação das áreas ocupadas.

 


O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 negou um recurso do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), que pedia a desocupação imediata das áreas das Barragens Estevam Marinho (Açude Coremas) e Egberto Carneiro da Cunha (Açude Mãe d’Água), supostamente ocupadas de forma irregular por mais de 120 moradores.

Uma liminar concedida pelo Juízo da 8ª Vara Federal (PB), dterminou a permanência dos moradores até a publicação da sentença. O DNOCS pretendia a demolição imediata das construções ditas irregulares ali existentes.

A Segunda Turma do TRF5 entendeu que não estavam demonstrados os requisitos necessários para atender o pedido do DNOCS. “A difícil reversibilidade da medida pleiteada (demolição), aliada ao tempo transcorrido entre as edificações irregulares e o ajuizamento da ação, indicam ser mais prudente aguardar-se a efetivação do direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa, sem prejuízo da eficácia imediata da sentença que vier a ser proferida”, afirmou o relator, desembargador federal convocado José Eduardo de Melo Vilar Filho.

Entenda o caso
O DNOCS ajuizou ação civil pública, em 2011, com a finalidade de obter determinação judicial para desocupar as áreas das Barragens Estevam Marinho (Açude Curema) e Egberto Carneiro da Cunha (Açude Mãe d’Água), supostamente ocupadas de forma irregular por mais de 120 moradores.

Segundo o DNOCS, o Sistema Hídrico Corema/Mãe d´Água, construído em 1942 pelo Governo Federal, em razão das secas de 1931/1932, é de fundamental importância para a sobrevivência dos povos e o equilíbrio ambiental daquela região. Daí a preocupação com sua preservação. A Autarquia reclama, ainda, que não há sistema de tratamento adequado dos líquidos e sólidos despejados nas barragens pelos moradores.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis já havia autuado os moradores ribeirinhos e aplicado a cada um deles multa no valor de R$ 1 mil, sob a justificativa de que aquela localidade seria Área de Preservação Permanente (APP), e, por isso, teria regras de ocupação específicas e rigorosas, nos termos da Resolução nº 302/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Aesa contesta estudo do Inmet

Meteorologistas da Aesa afirmam que estudo do Inmet não retrata a realidade paraibana, e que o estado deve registrar chuvas acima da média.





Apesar de um estudo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indicar que as chuvas na região do semiárido nordestino devem ficar abaixo da média histórica este ano, meteorologistas da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) afirmam que o estudo não retrata a realidade paraibana e que o estado deve registrar chuvas acima da média, especialmente a partir de março, com a regularidade da ocorrência de chuvas em todas as regiões.

De acordo com o meteorologista Alexandre Magno, o estudo realizado pelo Inmet faz uma previsão geral, colocando nas mesmas condições Estados com períodos chuvosos diferenciados, o que leva a um equívoco sobre a previsão de chuvas em cada unidade da federação. “Cada Estado possui regiões com períodos chuvosos diferentes, então, a previsão falha porque coloca uma realidade para todos os estados como se fosse uma coisa só, mas não é”, disse.

Ele explicou que todos os estudos feitos pela Aesa mostram que a Paraíba vai ter melhoria na ocorrência de chuvas. “A perspectiva continua sendo de que, a partir de março, deve aumentar a regularidade das precipitações chuvosas e todas as regiões do estado vão ter seus totais chuvosos oscilando dentro da média histórica”, afirmou Alexandre Magno, acrescentando que, este ano, os índices de registro de chuvas em pontos estratégicos de cada região paraibana, mesmo com as chuvas ainda sendo irregulares, se mantém dentro da média.

Como exemplos, o meteorologista mencionou alguns dos índices alcançados do início do ano até agora nos principais pontos de verificação de cada região. “No Alto Sertão, tivemos 236,5 milímetros (mm) em Riacho dos Cavalos. Em Coremas, 148 mm; Alhandra, 194,1 mm; No Brejo, Bananeiras teve 122,2 mm; Matinhas, 118,9; Monteiro, 102,3 mm. Tudo dentro da média, e ressaltando que estamos apenas no primeiro mês do período chuvoso das regiões do Semiárido, Cariri e Sertão, e, no Litoral, o período chuvoso se inicia somente em abril”, salientou.

A meteorologista Marle Bandeira, que participou da divulgação do estudo do Inmetpor meio de vídeo-conferência, explicou que os resultados dos estudos são divulgados em forma de probabilidades. “As chances das chuvas ficarem abaixo do normal são de 40%. Já a perspectiva das precipitações permanecerem dentro do padrão normal, que é de 35%. Há ainda 25% de probabilidade de chover acima da média histórica”, informou.

O relatório foi elaborado para o setor Norte da região Nordeste que, no caso da Paraíba, abrange o Sertão, Cariri e Curimataú. “É importante destacar que não estamos falando da previsão para todo o nosso Estado. De modo geral, as outras regiões devem ter chuva dentro da média histórica, apenas no semiárido é que temos essa possibilidade de chover abaixo do normal”, destacou Marle Bandeira.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Aesa registra chuva em 78 cidades no Litoral, Agreste e Sertão da PB

18/02/2013 12h23 - Atualizado em 18/02/2013 12h25 

Maior precipitação aconteceu em Alhandra, no litoral sul, com 109,3mm.
Açude de Coremas, maior do estado, aumentou lâmina em 20 centímetros.
 
Do G1 PB
 
Defesa Civi disse que até as 8h não havia sido registrado nenhum chamado de emergência em João Pessoa por conta da chuva (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Trecho da Av. Pedro II ficou alagado nesta segunda
na capital (Foto: Walter Paparazzo/G1)
As chuvas que atingiram a Paraíba durante o domingo (17) nesta segunda-feira (18) chegaram a 78 municípios no Litoral, Agreste e Sertão do estado. De acordo com registro pluviométrico da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), a maior precipitação aconteceu em Alhandra, no Litoral Sul, que recebeu 109,3 milímetros de chuva. A Paraíba tem 223 municípios.
 
A região mais atingida foi o Sertão paraibano, onde 23 municípios registraram chuvas. De acordo com o gerente de bacias e açudes da Aesa, Lucílio Vieira, em relação ao aumento nos volumes dos recursos hídricos dos 121 reservatórios do estado, a alteração mais significativa foi registrada em Coremas, maior manancial da Paraíba. O açude de Coremas voltou a atingir 40,8% de sua capacidade.
 
"O mais atingido no estado foi o açude de Coremas, no Sertão. O manancial aumentou 20 centímetros de sua lâmina de água", afirmou Lucílio Vieira. Segundo a Aesa, 27 reservatórios continuam sob observação, abaixo de 20% de sua capacidade, e 11 açudes estão em situação crítica com volume abaixo de 5% do total.

Vários estragos também foram registrados com a força das águas e a ação dos ventos. Em Catolé do Rocha, no Sertão paraibano, uma residência desabou. Na capital João Pessoa e no Município de Sousa, no Sertão, várias ruas ficaram alagadas, provocando caos no trânsito e outros transtornos.

A segunda e terceira maiores precipitações foram registradas no Agreste paraibano, no Município de Arara, com 65,6 milímetros de água, e em São Sebastião de Lagoa de Roça, que recebeu 54,3 milímetros de chuva.


 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Ibama fiscaliza piracema em açudes federais e apreende mais 11 km de redes

 
Assessoria
 
 Ibama fiscaliza piracema em açudes federais e apreende mais 11 km de redesFoto - Jaime Pereira
O Ibama apreendeu durante fisclização nos açudes federais Jatobá 1, em Patos; Presidente Epitácio Pessoa, em Boqueirão, e o complexo Coremas/Mãe d'Àgua, resultando na apreensão de apetrechos de pesca proibidos durante o período de defeso da piracema: uma espingarda de mergulho, uma tarrafa e 11500 metros de redes caçoeiras.

Os agentes ambientais federais percorreram os reservatórios recolhendo  material proibido encontrados em uso. As redes apreendidas foram incineradas. Também foram percorridos pontos de comércio de pescados nos municípios próximos aos açudes, para verificar se espécies protegidas (Piau, Curimatã, Sardinha e Branquinha)  estavam sendo comercializadas.  O defeso da piracema na Paraíba é regido pela Instrução Normativa nº 210/08, e vigora anualmente de 1º de dezembro a 28 de fevereiro.

A pesca predatória é crime, e além das multas administrativas e apreensão de equipamentos, a pena prevista na Lei de Crimes Ambientais varia de um a três anos de detenção?, alerta o coordenador da operação, o analista ambiental Jaime Pereira.



domingo, 27 de janeiro de 2013

Cacimba de Areia e Desterro lideram ranking das chuvas na Paraíba, diz Aesa

26/01/2013 - 14:49

Cidades registraram precipitações acima da média para o mês de janeiro 


O município de Cacimba de Areia, no sertão paraibano, registrou o maior índice pluviométrico do Estado este ano. A cidade, que fica localizada a 300 quilômetros de João Pessoa, recebeu 179.4 milímetros e lidera o ranking das chuvas contabilizado pela Agencia Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa).

De acordo com o setor de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, também foram registradas chuvas significativas em Desterro (149,9 mm), Livramento (140,4 mm), Lastro (125 mm), Coremas (104,8 mm) e São Francisco (102,4 mm). “Os números estão um pouco acima da normalidade, uma vez que algumas cidades já ultrapassaram a média histórica para o mês de janeiro, que é de 100 mm”, observou a meteorologista Carmem Becker.

Apesar dos altos índices pluviométricos registrados nas duas últimas semanas, a expectativa dos meteorologistas do Governo do Estado é de que haja uma diminuição das precipitações nos próximos três dias. “Daqui até o inicio da próxima semana não deveremos ter grandes chuvas no Sertão. No Litoral, Brejo e Agreste podem ocorrer chuvas esparsas. Lembrando que o período mais chuvoso destas três últimas regiões só começa em abril”, ressaltou Becker.

Diariamente, a Aesa disponibiliza na internet a previsão do tempo para todas as regiões do Estado, sendo possível, inclusive, acompanhar as mudanças climáticas de algumas cidades em tempo real. As informações estão disponíveis no site www.aesa.pb.gov.br.

Da Redação com Assessoria
WSCOM Online


 

sábado, 26 de janeiro de 2013

Chuvas de janeiro começam a encher reservatórios no Sertão

Alguns açudes, como os de Farinha e Jatobá, localizados próximo ao município de Patos, Sertão, voltaram a acumular água e aumentaram seu volume.



 


O volume das chuvas ainda não animam os meteorologistas paraibanos, mas as primeiras precipitações deste mês de janeiro já serviram para aumentar a esperança de pequenos agricultores e começar a encher alguns reservatórios do Sertão do Estado. Isso porque os açudes de Farinha e Jatobá, localizados próximo ao município de Patos, Sertão, voltaram a acumular água e aumentaram seu volume. Além disso, os reservatórios de Coremas e Livramento, Sertão, estão mantendo seu volume devido a junção entre diminuição de evaporação, presença da chuva e recebimento de água dos rios.

Como explicou o especialista em açudes da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), Lucíolo Vieira, este período de pré-estação chuvosa para o Sertão do Estado tem dado esperança aos agricultores, mas ainda é uma intervenção climática pequena, uma vez que a fase de maiores precipitações é esperada a partir do mês de março. Segundo ele, em alguns açudes, como é o caso do de Farinha que estava seco, o volume armazenado ainda é baixo.

“Até agora nós só tivemos o registro de chuvas isoladas. Nada que fosse apontar para o aumento do volume em vários açudes. O caso do reservatório Farinha é bem emblemático porque ele estava seco, e com essas chuvas desse mês ele subiu um metro em seu volume de água, mas é algo que corresponde a apenas 5% da capacidade uma vez que ele comporta 25 milhões de metros cúbicos e só recebeu cerca de um milhão”, explicou Lucíolo Vieira.

O especialista ainda apontou que por este momento o solo apresentar um estado bem seco, a água não acumula com facilidade o que dificulta que os reservatórios tenham mais facilidade para aumentar seus volumes. Ele ainda afirmou que o açude Jatobá atingiu 21% de sua capacidade, já que ele cresceu de 3,7 milhões para 17 milhões de metros cúbicos. “Este foi o único que teve um aumento de volume mais considerável, mas ainda está longe de ser o que a região precisa porque o nível ainda está baixo”, disse Vieira.

Monitoramento da Aesa
De acordo com os dados fornecidos pela equipe de monitamento da Aesa, 87 reservatórios estão com capacidade armazenada superior a 20% do seu volume total, 24 reservatórios estão em Observação, já que apontam índice menor que 20%, enquanto que 11 reservatórios em situação crítica, menor que 5% do seu volume.


 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Chove em 17% dos municípios paraibanos

Dados da Aesa mostram que choveu em pelo menos 17% das cidades paraibanas; maior índice pluviométrico foi registrado na Cidade de Livramento. 



Leonardo Silva
De acordo com a meteorologista Carmem Becker, alto índice de chuvas isoladas é comum no mês de janeiro
A chegada da chuva foi motivo de alegria para os moradores de 38 municípios da Paraíba na última segunda-feira e trouxe esperança para milhares de pessoas que sofrem com a estiagem que castiga o Estado. Segundo dados da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), choveu em pelo menos 17% das cidades paraibanas. O maior índice pluviométrico foi registrado na cidade de Livramento, no Cariri paraibano, que registrou uma chuva de 137,4 milímetros (mm).
De acordo com dados da Aesa, a maioria das chuvas ocorreu em cidades das regiões do Cariri e do Sertão do Estado, áreas mais afetadas pela seca e onde já falta água para consumo humano. As cinco cidades onde foram registrados os maiores índices pluviométricos foram Livramento ( 137,4mm); Santa Cruz (93,33mm); São Domingos de Pombal (81,0mm); Coremas (61,8mm) e Lastro (61,2mm).
Segundo a meteorologista da Aesa, Carmem Becker, no mês de janeiro é comum que sejam registrados altos índices de chuvas isoladas no Estado da Paraíba. “Essas chuvas que estão atingindo a Paraíba são comuns no mês de janeiro. São chuvas de verão, que ocorrem de formas isoladas em várias cidades.
Para se ter uma ideia, na cidade de Livramento foi registrada o maior índice com 137,4mm, entretanto não caiu uma gota de água na cidade de Taperoá, onde o açude local está quase seco”, explicou a meteorologista.
De acordo com Carmem Becker, há previsão de chuvas isoladas em toda a Paraíba nos próximos dias. “Tudo indica que essas chuvas se concentrarão até o final do mês de janeiro, porém sempre de forma isolada”, explicou a meteorologista.


 

sábado, 12 de janeiro de 2013

Açudes estão com 36% do volume e 10 estão em colapso na Paraíba

12/01/2013 12h13 - Atualizado em 12/01/2013 12h13

Segundo Aesa, 10 reservatórios estão impedidos de abastecer população.
Volume baixo é comparado aos índices registrados na seca de 1998.
 
Do G1 PB
 
 
Açude de Coremas é o maior reservatório hídrico da Paraíba (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Açude de Coremas, maior reservatório da PB, está com 43,7%
da capacidade (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Os 122 reservatórios hídricos da Paraíba estão com 36,42% de sua capacidade, que é de 3,9 bilhões de metros cúbicos de água. Dez açudes da Paraíba estão em colapso, apresentando volume abaixo de 5%, considerado crítico pela gerência de bacias hidrográficas da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). A situação dos reservatórios é comparada pelo órgão à seca enfrentada em 1998.
 
O racionamento no abastecimento de água atinge 13 cidades (Riachão, Monte Horebe, Alagoa Grande, Pilões, Nova Palmeira, Dona Inês, Campo de Santana, Araruna, Esperança, Remígio, Bananeiras, Solânea e Cacimba de Dentro) e 10 distritos paraibanos, segundo a assessoria de comunicação da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), nas regiões do Agreste e Semi-Árido do estado.
 
De acordo com o gerente de bacias Lucílio dos Santos Vieira, o atual volume dos mananciais na Paraíba é semelhante à seca registrada na Paraíba em 1998. "Os açudes em situação crítica estão em colapso, pois não atendem mais à população e estão com volume insuficiente", afirmou.
 
Os últimos índices pluviométricos registrados no estado não devem possibilitar nenhuma recuperação destes reservatórios hídricos, segundo a Aesa. "As últimas chuvas foram insuficientes para refletir nos açudes, pois são concentradas e de baixa intensidade. Isso porque a água tem primeiro que chegar no leito do rio, que já está muito seco, depois é que chega ao açude. Somente quando houver intensidade de chuvas é que deve se refletir nos volumes dos reservatórios. A gente compara este volume à seca de 1998", explicou Lucílio dos Santos Vieira.

Meteorologista Marle Bandeira aponta estudo climático da Aesa (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Meteorologista Marle Bandeira aponta estudo
climático da Aesa (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Segundo o relatório da reunião de previsão climática da Aesa, realizada em dezembro do ano passado, a seca deve continuar assolando a Paraíba neste início de ano. O orgão acredita que haverá escassez de chuvas até fevereiro e a partir do início de março deverá voltar a ser registrado um índice pluviométrico regular. Os meteorologistas acreditam ainda que o ano terá condições climáticas um pouco melhores que 2012 e preveem o início das chuvas a partir de março.

Em situação crítica
Teixeira - Açude Bastiana 3,0%
Barra de São Miguel - Açude Bichinho 4,2%
Cachoeira dos Índios - Açude Cachoeira da Vaca 2,5%
São João do Rio do Peixe - Açude Chupadouro 1,8%
Ouro Velho - Açude Ouro Velho 1,7%
Prata - Açude Prata II 4,3%
Teixeira - Açude Sabonete 2,8%
Monteiro - Açude Serrote 1,6%
Teixeira - Açude São Francisco II 0,6%
São José do Sabugi - Açude São José IV 0,0%

  
Mesmo com a água se tornando lama, sertanejo ainda tenta a sorte em pescaria (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Açude da Gamela, que abastece o Município de Triunfo,
está em colapso. (Foto: Taiguara Rangel/G1)



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