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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Hotéis investem em iniciativas sustentáveis

Segundo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Paraíba (ABIH-PB), 30% dos hotéis de João Pessoa utilizam energia solar para o aquecimento da água.


Fotos: Rizemberg Felipe

Mais do que reduzir custos, os empresários paraibanos donos de hotéis estão cada vez mais preocupados em adotar medidas sustentáveis para agregar valor aos seus empreendimentos.
 
Ações simples como a implantação de coleta seletiva, o uso de lâmpadas econômicas e o reaproveitamento de água da chuva vem sendo cada vez mais comuns e fazem toda a diferença na hora de escolher o hotel onde o turista deve ficar.
 
Segundo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Paraíba (ABIH-PB) e dono do Ambassador Flat Hotel, José Inácio Júnior, 30% dos hotéis de João Pessoa utilizam energia solar para o aquecimento da água. “Na Europa, esta prática é bem mais comum, mas vem crescendo aqui no Brasil e os turistas também passaram a cobrar isso da rede hoteleira”, afirmou o presidente.
 
Outras medidas também fazem parte dessa postura ecologicamente correta. O Ambassador Flat Hotel, localizado na praia do Cabo Branco, na Capital paraibana, adotou um sistema de descarga econômica e ecológica que evita o desperdício de água. Além disso, a administração do hotel resolveu trocar a iluminação por lâmpadas de LED que consome apenas 10% da energia utilizada pelas lâmpadas comuns. A economia foi notável já nos primeiros meses. “As contas de energia e de água reduziram consideravelmente, além de estarmos contribuindo para a preservação do meio ambiente, o que é muito importante”, revelou o empresário José Inácio.
 
Aliada a economia financeira, a conscientização também faz parte deste novo formato. Para ajudar a preservar espécies marinhas, o Ambassador Hotel desenvolveu uma parceria com o projeto Peixe-Boi onde é proposto aos hóspedes uma visita até Barra de Mamanguape onde é possível mergulhar junto aos animais e conhecer um pouco do projeto ecológico. Por meio desse projeto, os moradores da região mudaram suas atitudes e deixaram de caçar o animal para protegê-lo da extinção. “Os turistas estão mais conscientes, eles se interessam por passeios ecológicos e os hotéis só tem a ganhar ao oferecer estas opções de lazer aos hóspedes”, destacou o empresário.
 
O VerdeGreen Hotel é outro exemplo de empreendimento sustentável na Paraíba. Em frente a praia de Manaíra, o hotel é referência de hospedagem na capital. Além das iniciativas comuns aos demais hotéis, como o uso de energia solar para aquecimento de água e o sistema de coleta seletiva, o VerdeGreen também disponibiliza aos hóspedes bicicletas para passeio e carregadores que utilizam energia solar. O aparelho funciona para celulares (iphone e smartphone) e tablets, possuindo entrada USB. É possível conectar três modelos por vez. A medida tem como objetivo incentivar o uso de fontes alternativas e ampliar as ações para reduzir o consumo de energia.
 
Neste ano, a unidade deu início ao projeto de gestão de energia, com objetivo de reduzir em 5% as despesas anuais. Além do sistema de aquecimento de água que utiliza luz solar, o local estimula os hóspedes a economizarem com atitudes corriqueiras, como trocar o elevador pela escada, apagar a luz ao deixar os ambientes, programar o timer do ar condicionado, entre outras.
 
Atitudes como estas mostram a preocupação ambiental e ajudam a construir um mundo mais sustentável.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Educadores do Litoral Norte da PB fazem oficina sobre meio ambiente


04/10/2013 09h29 - Atualizado em 04/10/2013 09h48 

Ao todo são 35 professores da rede pública de Rio Tinto.
Ação quer sensibilizar comunidades da Barro do Rio Mamanguape.
 
Do G1 PB
 
 
Educadores são sensibilizados para a importância de preservar a região. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Educadores são sensibilizados para a importância de preservar
a região. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Um grupo de 35 professores do ensino fundamental da rede pública de Rio Tinto, no Litoral Norte da Paraíba, está participando de oficinas de sensibilização em Educação Ambiental. A capacitação acontece até a sexta-feira (11) e é promovida pelo Projeto Viva o Peixe-Boi Marinho, que está sendo executado pela Fundação Mamíferos Aquáticos no litoral paraibano para evitar a extinção do peixe-boi marinho no Nordeste do Brasil.
 
O objetivo das oficinas é sensibilizar as comunidades que integram a Barra do Rio Mamanguape, considerada Área de Proteção Ambiental Federal, sobre a importância da conservação da biodiversidade e proteção ao habitat do peixe-boi marinho. Na oportunidade, os professores estão tendo acesso a informações sobre meio ambiente, desenvolvimento sustentável, educação ambiental e aspectos ecológicos dos peixes-bois marinhos.

Além disso, os participantes também estão se inteirando sobre a importância da APA da Barra do Rio Mamanguape para a população e para a manutenção da biodiversidade e aprender algumas técnicas de arte-educação ambiental e atividades criativas que poderão ser desenvolvidas com seus alunos.

Oficina ensina técnicas lúdicas para serem usadas em sala de aula. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Oficina ensina técnicas lúdicas para serem usadas em
sala de aula. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Numa parceria com a Secretaria de Educação de Rio Tinto, os encontros acontecem sempre às sextas-feiras, na escolinha da Barra de Mamanguape, das 8h às 16h. Os professores contemplados são das comunidades da Barra de Mamanguape, Praia de Campina, Lagoa de Praia, Tanques, Tavares, Cravaçu, Aritingui, Pacaré e Peba.

Entre julho e setembro, o Projeto Viva o Peixe-Boi Marinho também promoveu, na Barra de Mamanguape, a Oficina de Agentes Ambientais, que capacitou 21 jovens das comunidades locais. Ao final da oficina, os alunos desenvolveram pequenos projetos ambientais para conservação do meio ambiente e melhoria da qualidade de vida da localidade. O Projeto Viva o Peixe-Boi Marinho vem atuando no litoral paraibano, desde fevereiro deste ano, com ações inovadoras que incluem desenvolvimento de pesquisa e tecnologia, educação ambiental, sustentabilidade, promoção da cidadania e inclusão social.
 
Fonte
 
 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Projeto de defesa do peixe-boi se instala em praia da Paraíba


16/07/2013 06h00 - Atualizado em 16/07/2013 06h00 

ONG apresenta projeto à comunidade nesta terça-feira (16).
Ação envolve pesquisa e defesa da espécie e educação ambiental.
 
Do G1 PB
 
Projeto 'Viva o Peixe-Boi Marinho' realiza ação em Barra de Mamanguape (Foto: Divulgação/Luciano Candisani)
Projeto 'Viva o Peixe-Boi Marinho' realiza ação em
Barra de Mamanguape (Foto: Divulgação/Luciano Candisani)

Os moradores da Barra de Mamanguape conhecem na manhã desta terça-feira (16) um projeto de preservação do peixe-boi marinho que vai oferecer oficinas de educação ambiental e atividades de pesquisa sobre a espécie, que habita a região. A ação faz parte do projeto 'Viva o Peixe-Boi Marinho' e é realizada pela Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA). Barra de Mamanguape, que é considerada Área de Proteção Ambiental (APA), é a primeira região contemplada para abrigar o projeto no Brasil. A atividade desta terça acontece na Colônia de Pescadores.

Equipe faz estudo e avaliação dos contaminantes (Foto: Divulgação/Viva o Peixe-boi Marinho)
Equipe faz estudo e avaliação dos contaminantes
(Foto: Divulgação/FMA)
Segundo o coordenador executivo do projeto e diretor-presidente da FMA, João Carlos Gomes Borges, a Barra de Mamanguape tem uma grande presença de peixes-boi marinhos por manter atributos ecológicos que asseguram a ocorrência desta espécie. “No entanto, percebemos que a região vem passando por mudanças, alterações, influências ligadas a questões antrópicas. Este projeto foi muito discutido, bastante pensado e tem referenciais de estratégia internacional e nacional para a conservação dos sirênios”, diz.
  
As atividades de educação ambiental estão programadas para começar dia 23 e serão desenvolvidas  pela equipe do projeto, que inclui uma coordenação científica, uma médica veterinária e uma educadora ambiental, além da equipe de pesquisadores para análise, estudo e avaliação dos contaminantes e das áreas de forrageio do local. O projeto ainda inclui o trabalho de engenheiros que vão desenvolver uma tecnologia de localização e rastreamento do peixe-boi marinho para melhoria dos estudos com efeitos voltados para conservação da espécie.
 
O trabalho também vai envolver atividades de inclusão social, com capacitação sobre gestão empresarial na Eco Oficina Peixe-Boi & Cia.“A nossa equipe já está instalada na Barra de Mamanguape desde maio. Estamos montando escritório, fazendo articulações no local e alguns estudos prévios”, explica o coordenador.
 
Fonte
 
 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Morre mais um peixe-boi e causa segue indefinida na Paraíba

20/07/2012 10h37 - Atualizado em 20/07/2012 10h44
 
Sudema informou que água não causou as mortes.
Só resta um animal no Projeto Peixe-boi Marinho, que também está doente.

Do G1 PB
 
Outro peixe-boi morre na Paraíba (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Outro peixe-boi morre na Paraíba
(Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Morreu no sábado mais um peixe-boi do Projeto de Barra do Rio Mamanguape, no Litoral Norte paraibano. A causa da morte de 'Miriri', como era apelidado o animal, e dos outros dois peixes-boi que morreram no mesmo local no dia 7 de julho, ainda não foi descoberta. A reserva informou nesta sexta-feira (20) que só resta 'Tita', um peixe-boi fêmea, que também está muito doente, mas não vai ser transferida porque corre risco de morrer no caminho.

As visitas ao Projeto Peixe-boi Marinho estão suspensas até que sejam entregues os laudos com as causas da morte dos animais. A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) informou na terça-feira (17) que fez uma análise da água coletada na área de proteção ambiental de Barra de Mamanguape, no município de Rio Tinto e que não há indício de contaminação que justifique a morte de dois peixes-boi.

A água foi coletada em pontos de influência direta ao local onde viviam os animais. A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema realizou análises físico-química, bacteriológica e de metais nas amostras coletadas no Rio do Saco, no Rio Gamboa e no mar localizados no Município de Rio Tinto e que alimentam o viveiro do Projeto Peixe Boi.

Também passaram pelo mesmo processo analítico as amostras coletadas no viveiro dos animais e do poço, de onde é retirada a água para a hidratação dos peixes-boi.


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Dois peixes-bois morrem em área de preservação

Animais podem ter morrido por contaminação na água ou alimentos; corpos foram necropsiados e amostras coletadas para determinar a causa da morte.

Rizemberg Felipe
ONG que administra a área de preservação ambiental aguarda resultados de exames para saber causa das mortes

A contaminação da água é uma das principais suspeitas da morte dos dois peixes-bois marinhos, que foi registrada último sábado, na área de preservação ambiental que funciona na Barra de Mamanguape, na cidade de Rio Tinto, a 64 quilômetros de João Pessoa. O local é administrado por uma Organização Não Governamental (ONG), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente.

Os corpos dos animais foram removidos para um instituto de pesquisas que funciona em Itamaracá, em Pernambuco, e necropsiados no domingo. Além da necropsia, os especialistas coletaram amostras da água do rio Mamanguape, de alimentos e de água doce que era fornecido aos animais. O material está sendo examinado, mas ainda não há previsão para a divulgação dos resultados. Já a água está sendo examinada pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e o resultado pode demorar de um até cinco dias.

Segundo o chefe da Área de Preservação Ambiental da Barra de Mamanguape, sediada no Rio Tinto, Sandro Roberto da Silva Pereira, os animais começaram a morrer no início da noite de sábado. “O primeiro que foi a óbito foi 'Cacau', um peixe-boi menor, com cerca de 200 quilos, fêmea. Ele teve uma morte rápida. Duas horas depois, quem morreu foi 'Guape' (macho), um peixe-boi que tem 400 quilos e era o principal atrativo da visitação”, disse

Eles estavam em um cativeiro, com aproximadamente 100 metros de comprimento, que fica às margens do rio Mamanguape. No mesmo local, havia outros dois animais (um casal). Um deles apresentou os mesmos sinais de debilitação. “Ele ficou sem querer comer, sem beber água e fazendo movimentos giratórios, comportamento semelhante aos que morreram. Mas, imediatamente, os veterinários foram mobilizados para salvar os dois que sobraram. Aquele que estava debilitado recebeu medicação que combate toxinas e, agora, os dois estão bem, se alimentando e bebendo água”, contou Sandro Roberto.

De acordo com o pesquisador, essas foram as únicas mortes registradas em cativeiro ao longo de 30 anos de existência do Projeto Peixe-Boi. Ele acrescenta que há várias hipóteses para a causa da mortandade.
“Ainda é precipitado, de nossa parte, fazer qualquer comentário sobre as causas da morte, porque estamos fazendo análises e investigações sobre isso. Mas, pela característica da morte, por ter sido muito rápida, há a possibilidade disso ter sido causado por doença, vírus ou presença de toxinas ou nos alimentos fornecidos aos animais ou na água, a deixando contaminada. Só o resultado dos exames é que esclarecerá isso”, declarou.

PREOCUPAÇÃO
Até 2010, a Área de Preservação Ambiental da Barra de Mamanguape era administrada pela ONG Fundação Mamíferos Aquáticos, presidida atualmente pelo médico veterinário João Carlos Borges. O trabalho era feito em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), ligado ao Ministério do Meio Ambiente. Em 2010, porém, o governo federal resolveu substituir os serviços da ONG e contratou o Centro de Mamíferos Aquáticos, outra Organização Não Governamental, que é a atual responsável pelas atividades de preservação na Barra de Gramame.

Com as duas mortes registradas, aumentou a preocupação com a extinção do peixe-boi. O veterinário João Carlos Borges disse que, em recente levantamento feito pelos especialistas na área, ficou constatado que existem apenas cerca de 460 animais dessa espécie na área que compreendem os Estados de Alagoas a Piauí. Na Paraíba, não há dados precisos sobre o número desses indivíduos, mas a suspeita é que eles não passem de 30.

“Esses animais são costeiros e vivem principalmente em áreas próximas a praias e ao rio de Mamanguape. Já fazem parte da lista de animais ameaçados de extinção. Esses dois óbitos, repentinos e precoces, precisam ser bem investigados e esclarecidos à sociedade”, comentou João Carlos.


Área precisa de melhorias

Pesquisadores pedem que além da investigação sobre as mortes dos peixes-bois, sejam realizadas melhorias no cativeiro.




Rizemberg Felipe
Coordenador da Área de Preservação Ambiental diz que mortes não estão relacionadas com falta de estrutura
Para a pesquisadora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Thaís Garcia, além de realizar uma investigação minuciosa sobre a mortandade no cativeiro dos peixes-bois, as autoridades responsáveis também precisam melhorar as instalações da Área de Preservação Ambiental. Ela é coordenadora de um projeto de extensão que beneficia pescadores do Rio Tinto e conta que o local onde é feita a assistência aos peixes-bois é deficitário.

“Não há equipamentos, laboratórios e nem a presença permanente de veterinários e biólogos. Tudo que acontece aqui é preciso acionar as equipes que ficam em Itamaracá. Os exames também são feitos em Pernambuco. Nas instalações da Área de Preservação Ambiental existe apenas uma casa que funciona mais como ponto de apoio dos funcionários e nada mais”, lamenta.

Já o chefe da Área de Preservação Ambiental, Sandro Roberto da Silva Pereira, rebate as críticas. Ele explicou que o Projeto Peixe-Boi funciona em diferentes linhas de trabalho. Uma equipe é especializada por fazer o resgate de animais que ficaram encalhados e correndo risco de morte. Eles são levados para um centro de tratamento que fica em Itamaracá e ficam no local até serem totalmente recuperados. A próxima fase é entregar o animal ao mar ou rio, para eles seguirem a vida normal. No entanto, antes disso, os peixes-bois são enviados para um cativeiro natural, onde são monitorados, alimentados e readaptados a viver no mar.

“A base da Paraíba funciona para isso. É um cativeiro de readaptação de animais por mais de seis meses e, depois, são devolvidos ao mar. Não é necessário ter uma base de laboratório ali. Os veterinários vêm de Pernambuco, regularmente, para fazer visitas. Em 2011, foram devolvidos quatro animais ao oceano”, disse Sandro Roberto.

Em 2011 houve óbito de peixe-boi na Barra de Mamanguape, mas a morte ocorreu quando o animal foi solto no mar. A suspeita é que o animal tenha consumido plástico. “Depois de soltar, ainda monitoramos os peixes-bois por dois anos, graças a rádio que prendemos ao corpo dele. É claro que nossa estrutura poderia melhorar, mas as duas mortes registradas no sábado não foram causadas por qualquer falta de estrutura”, destacou Sandro Roberto.

Fonte


Técnicos investigam morte de peixes bois em área de preservação de Rio Tinto

Ciência e Tecnologia | Em 11/07/12 às 18h30, atualizado em 11/07/12 às 18h33 | Por Secom-PB

Na terça-feira (10), uma equipe da Sudema esteve no local e realizou uma inspeção técnica
 
Equipes da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (Icmbio) e da Área de Proteção Ambiental (Apa) estão investigando as causas das mortes de dois peixes bois, no último dia 7, na Área de Proteção Ambiental da Barra de Mamanguape, no município de Rio Tinto.
Na terça-feira (10), uma equipe da Sudema esteve no local e realizou uma inspeção técnica, além da coleta de água em seis pontos que poderiam indicar se houve ou não contaminação da área.
As análises do material, coletado pela Sudema, estão sendo realizadas no Laboratório da Coordenadoria de Medições Ambientais, na sede da Sudema em João Pessoa, e devem ser concluídas até o fim da semana.


terça-feira, 10 de julho de 2012

Após morte de animais na PB, visitas ao Projeto Peixe-boi são suspensas

10/07/2012 16h38 - Atualizado em 10/07/2012 16h38

Peixes-boi morreram no fim de semana na Barra do Rio Mamanguape.
Visitas estão suspensas até entrega de laudos com as causas das mortes.

Do G1 PB
 

Estão suspensas as visitas ao Projeto Peixe-Boi Marinho da Barra do Rio Mamanguape, no Litoral Norte paraibano. A medida foi tomada após a morte de dois animais no último fim de semana na unidade.  "Foram mortes muito rápidas e inesperadas, pois os animais estavam bem até então",  o diretor da Área de Proteção Ambiental (APA) da Barra do Rio Mamanguape, Sandro Roberto.

Segundo Sandro, as visitas estão suspensas até que sejam entregues os laudos com as causas das mortes dos animais. Outros dois peixes-boi que sobreviveram estão sob cuidados e provavelmente serão encaminhados para o Centro de Mamíferos Aquáticos em Pernambuco.

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