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domingo, 5 de abril de 2015

PRF apreende pássaros que estavam em cativeiro no Sertão da Paraíba

05/04/2015 01h00 - Atualizado em 05/04/2015 10h44 

Entre os pássaros, havia espécies ameaçadas de extinção.
Animais foram levados para unidade do Ibama




 
Do G1 PB
 
Cem pássaros de diversas espécies, inclusive ameaçadas de extinção, a exemplo do galo de campina, foram apreendidas por uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no final da tarde deste sábado (4), em cinco residências no município de Santa Luzia, Sertão paraibano.

De acordo com informações da PRF, as aves eram mantidas em cativeiro e foram localizadas pelos policiais através de denúncias anônimas. Ao chegar aos locais indicados pelos denunciantes, próximo a um trecho da BR-230 que passa pelo município, os policiais encontraram diversas espécies, como galo de campina, concrizes, canários da terra e sabiás.

Os animais foram levados para uma unidade do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) localizada na cidade de Sousa, também no Sertão, onde devem receber cuidados para depois serem devolvidas à natureza.

Já as pessoas detidas em flagrante responsáveis pelo crime ambiental, estão sujeitas a multas no valor de R$ 500 por ave apreendida e podem ainda ser condenadas com penas que variam de seis meses até um ano de detenção.


domingo, 8 de fevereiro de 2015

Onze açudes da PB estão secos e outros 24 em estado crítico, diz Aesa

07/02/2015 09h00 - Atualizado em 07/02/2015 09h00 

Relatório apontou que 74 de 121 açudes estão com menos 20% do volume.
Gerente da Aesa explica que não existe possibilidade de fazer análise geral.
 
Do G1 PB
 
Nem os maiores açudes, como o da Gamela, têm resistido à seca deste ano (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Mais da metade dos açudes monitorados estão
em situação crítica (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Onze açudes paraibanos estão secos e outros 24 estão abaixo de 5% da sua capacidade. Conforme relatório de monitoramento da Agência Executiva de Gestão de Águas da Paraíba (Aesa), atualizado na quinta-feira (5), um total de 35 reservatórios paraibanos estão em estado crítico e outros 39 estão em sob observação, totalizando 74 reservatórios com menos de 20% da capacidade.
 
O gerente de monitoramento dos reservatórios da Aesa, Alexandre Magno, comentou que a situação não pode ser analisada sob uma perspectiva geral, mas caso a caso. “Alguns reservatórios são construídos com prazo de validade, para durarem cerca de um ano, dois anos. Outros de fato podem estar em uma situação crítica por conta da falta de recarga. Por isso não podemos afirmar que a Paraíba passa por um problema com seus reservatórios”, comentou.

A maior parte dos açudes que secaram fica na Região da Borborema da Paraíba. Ao todo, sete reservatórios que entraram em colapso estão na região. Outros três ficam no Sertão da Paraíba e um no Agreste. O levantamento mostra que as chuvas caídas entre a quarta-feira e quinta-feira em 54 cidades da Paraíba não foram suficientes para recarregar os reservatórios. Segundo os dados divulgados pela agência de meteorologia, os maiores índices foram registrados em São José dos Cordeiros, no Cariri paraibano, onde choveu 156,1 mm; e no distrito de São Gonçalo, onde fica o açude localizado no município de Sousa, no Sertão. A área recebeu chuva de 108,9 mm.
 
Os açudes que chegaram a 0% do volume por ordem alfabética são: Algodão, na cidade de Algodão de Jandaíra, no Agreste; Bichinho, em Barra de São Miguel, na Borborema; Bom Jesus, em Carrapateira, no Sertão; Caraibeiras, em Picuí, na Borborema; Lagoa do Meio, em Taperoá, na Região da Borborema; Paraíso, na Cidade de São Francisco, no Sertão; Santa Luzia, na Cidade de Santa Luzia, na Borborema; Serrote, em Monteiro, também na região da Borborema; São José IV, em São José do Sabugi, na Borborema; Taperoá II, em Taperoá, na Borborema Paraibana; e por fim, o açude Novo II, na Cidade de Tavares, no Sertão.

Ainda de acordo com Alexandre Magno, a maior parte dos açudes com volume abaixo de 20% não recebe uma recarga considerável há pelo menos dois anos. “Estamos entrando no nosso período chuvoso agora, em fevereiro. Então é normal que alguns deles estejam abaixo, até porque a demanda aumenta gradativamente com o tempo. Vamos aguardar o período chuvoso e então avaliar a situação”, concluiu o gerente da Aesa.

 Fonte


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Paraíba vai produzir mais 90 MW de energia eólica até 2017

05 de fevereiro de 2015 • Atualizado às 10h24 
O investimento total nos projetos chega a R$ 300 milhões.
O investimento total nos projetos chega a R$ 300 milhões.

O Estado da Paraíba se prepara para receber três novos parques eólicos. Conforme resultado do último leilão nacional de energia, três municípios paraibanos serão contemplados com investimentos em usinas eólicas, com potencial total para geral 90 MW de energia.

Os empreendimentos serão construídos pelo grupo Força Eólica do Brasil, formado pelas empresas Neoenergia e Iberdrola, nos Municípios de São José do Sabugi, Santa Luzia e Junco do Seridó. O investimento total nos projetos é de R$ 300 milhões, para que eles estejam funcionando até o final de 2017.

Além da construção das usinas, o estado deve passar por outras melhorias, que viabilizem e facilitem a estruturação para que seja possível produzir energia limpa com qualidade. Para isso, o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, garantiu que o estado investirá em infraestrutura, licenciamentos e na formação de mão-de-obra qualificada.

O potencial dos novos parques eólicos é grande. De acordo com a diretora de Operações da Força Eólica do Brasil, Laura Porto, apenas a usina instalada na região do Vale do Sabugi será capaz de fornecer energia limpa para 150 mil pessoas.

O grupo, responsável pelos projetos paraibanos, já possui 16 projetos de energia eólica apenas no Nordeste brasileiro. A capacidade combinada já alcança 462 MW, suficientes para abastecer 873 mil casas. 

Com informações da Secretaria de Comunicação da Paraíba

Redação CicloVivo

sábado, 6 de dezembro de 2014

Paraíba deve ganhar três novos parques eólicos até 2019

05/12/2014 14h47 - Atualizado em 05/12/2014 14h47 

São José do Sabugi, Santa Luzia e Junco do Seridó vão receber os parques.
Novo conjunto de parques vai ter 90 megawatts de potência.
 
Do G1 PB
 
A Paraíba deve ganhar três parques eólicos, com potência de 30 megawatts cada, até 2019. Os parques Lagoa I e II e Canoas vão funcionar nas cidades de São José do Sabugi, Santa Luzia e Junco do Seridó.

A vencedora do Leilão A-5 foi a Força Eólica do Brasil, empreendimento conjunto formado pelo grupos Neoenergia e Iberdrola. Ainda não há previsão para o início das obras, mas, de acordo com a Neoenergia, os parques devem começar a operar em 2019.

As empresas vão investir 150 milhões de euros (US$ 186 milhões) no projeto, disse a Iberdrola em comunicado. Segundo a Neoenergia, com estes novos empreendimentos, a Força Eólica totalizará 16 parques de geração de energia a partir dos ventos no Nordeste, alcançando uma capacidade combinada de 462 megawatts, o equivalente ao consumo de 873 mil lares.
 
Fonte
 
 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ciclistas desbravam as belezas da Serra do Talhado, em Santa Luzia



Assessoria
Ciclistas desbravam as belezas da Serra do Talhado, em Santa Luzia


Conhecida mundialmente por servir de cenário para o curta-metragem "Aruanda" (1960) - documentário de Linduarte Noronha -, a serra que abriga a comunidade quilombola "Talhado", localizada na zona rural do município de Santa Luzia, será palco do "2º Eco Pedal Talhado", no próximo dia 10 de março. O evento já se consolida como um dos mais importantes para os praticantes do ciclismo, no Sertão paraibano.

Este ano, são esperados em torno de 250 participantes. Ciclistas de várias regiões da Paraíba, além dos Estados do Rio Grande do Norte e de Pernambuco já confirmaram presenças. A primeira edição do evento, em 2012, registrou pouco mais de 200 participações.

De acordo com um dos organizadores do "EcoPedal Talhado", o advogado Petrônio Nóbrega, o evento tem o objetivo de se tornar uma grande confraternização entre os praticantes do esporte, que cresce a cada dia em todo o Estado. "Além da pratica sadia do ciclismo, o evento tem esse cunho de promover um grande encontro entre os adeptos do pedal", salienta.

Percurso
O "Eco Pedal Talhado" dispõe de dois percursos parecidos, porém, o que muda é à distância e o nível de dificuldade. O primeiro possui 55 quilômetros e é indicado pela organização aos ciclistas de nível técnico elevado, que curtem uma boa trilha de montain bike com dificuldade moderada. Já o outro é de 42 km, indicado para os praticantes de nível intermediário.

Além disso, o aspecto visual do local chama a atenção dos participantes. A trilha é composta de serras, além de vegetação seca, forte presença de arbustos com galhos retorcidos e com raízes profundas, proveniente da caatinga que assola a região do semiárido nordestino.

"O que seria então uma trilha de percurso técnico e dificuldade moderada? O percurso é um mix de tudo isso e foi à solução encontrada pela organização do evento, juntar algumas trilhas e assim fazer um caminho só pela enigmática Serra do Talhado, com trechos suaves, algumas subidas e muitos períodos técnicos em suas ladeiras, para que todos que se inscrevam no evento, consigam fazer o trajeto de forma tranquila, porém, com algumas dificuldades para apimentar um pouco o evento", diz Petrônio Nóbrega.

Inscrições

As inscrições para o "2º Eco Pedal Talhado" estão abertas. O valor é de R$ 50 por ciclista. Todos os inscritos receberão camisetas personalizadas do evento. Além disso, os participantes contarão com um café da manhã reforçado, e com o apoio de ambulâncias e uma equipe de socorristas, pontos de hidratação e carros para o transporte dos ciclistas que não conseguirem concluir o percurso.

 Os interessados podem se inscrever individualmente ou por equipes.  Já confirmaram participação grupos dos municípios de João Pessoa, Campina Grande, Juripiranga, Bananeiras, Sôlanea, Guarabira, Alagoinha, Sapé, Patos, Sousa, Cajazeiras, Picuí e São Mamede, todos da Paraíba; além de Recife e Timbaúba, em Pernambuco; e de cidades como Natal, Parelhas, Currais Novos, Jaçanã e Tangará, no Rio Grande do Norte.

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domingo, 17 de fevereiro de 2013

MPF investiga despejo de lixo em comunidade quilombola da Paraíba


17/02/2013 07h02 - Atualizado em 17/02/2013 07h02 

Ministério Público Federal abriu inquérito para apurar suposta irregularidade.
Lixo estaria causando problemas de saúde à população quilombola.
 
Do G1 PB
 
 
O Ministério Público Federal na Paraíba instaurou um inquérito civil público para apurar supostas irregularidades no despejo de lixo nas proximidades de uma comunidade quilombola localizada na cidade de Várzea, região da Borborema. O problema estaria sendo causado pela prefeitura de Santa Luzia, município vizinho. A abertura do inquérito ocorreu por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial da União na quarta-feira (13).

O inquérito civil público foi instaurado pelo procurador Marcos Alexandre Bezerra Wanderley de Queiroga, da Procuradoria da República de Campina Grande. Ele afirma na portaria que o despejo do lixo próximo ao Quilombo da Pitombeira estaria “causando  graves problemas à saúde da população local”.
 
De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária na Paraíba (Incra-PB), 203 famílias vivem no Quilombo da Pitombeira. A área atualmente está  em fase de estudo antropológico, etapa que antecede o reconhecimento oficial da União como remanescente de quilombo. Segundo Regina Lúcia Marques, que faz parte do setor de Serviço de Regularização de Territórios Quilombolas do Incra, o problema em Várzea já ocorre há alguns anos. “Fizemos inclusive algumas notificações, mas nada foi resolvido até agora”, disse.
 
Regina afirmou que já esteve algumas vezes no Quilombo da Pitombeira e ouviu relatos dos moradores do local sobre o problema do lixo. “A comunidade toda sofre. A maioria das vezes que eu estive lá ouvi várias lamentações dos moradores”, ressaltou a funcionária do Incra-PB.

A prefeitura de Santa Luzia admitiu que realmente coloca lixo nas proximidades do Quilombo da Pitombeira, mas disse que não está cometendo nenhuma irregularidade. Segundo o chefe de gabinete Maécio Medeiros, os resíduos são colocados em um terreno pertencente a administração municipal, recebendo o tratamento adequado. “Eles são colocadas dentro de valas e depois cobertos”, afirmou
Ainda de acordo com Maécio, na mesma área que está sendo usada como lixão a prefeitura de Santa Luzia vai implantar um aterro sanitário, que está com as obras em andamento e deve estar pronto para funcionar até agosto deste ano, que conta com a permissão da Sudema. O chefe de gabinete disse também que a prefeitura está tranquila com o inquérito do MPF. “Toda denúncia deve ser apurada, o papel do Ministério Público é investigar”, pontuou.

O inquérito do MPF para apurar o problema no Quilombo da Pitombeira se originou em um procedimento administrativo aberto em 2012. De acordo com o procurador Marcos Alexandre, foram solicitadas informações ao Incra e ao Ministério do Desenvolvimento Agrário. Também foi pedido que a Sudema e o Ibama realizem fiscalização no local.

O caso começou a ser apurada após uma denúncia de um antropólogo professor da Universidade Federal de Campina Grande. A investigação pode ser concluída em até um ano.

Na semana passada o Incra reconheceu mais de 300 hectares de terra como áreas de comunidade quilombola na Paraíba. Os territórios estão localizados nas cidades de Riachão do Bacamarte, Quilombo Grilo; e Mogeiro, Quilombo Matão. Segundo o setor de Serviço de Regularização de Territórios Quilombolas do Incra-PB, 28 processos de reconhecimento tramitam no órgão.


 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Sertão, Cariri e Curimataú registra bancadas de chuva na noite desta quinta

30/11/2012 - 00:20 - Atualizado em 30/11/12 - 08:29

Internautas comemoram início das chuvas nas redes sociais


Pancadas de chuva registrada no início da noite desta quinta-feira (29) animaram moradores das regiões do Sertão, Cariri e Curimataú paraibano. O fato foi bastante comemorado por internautas destas regiões, que postaram inúmeras fotos nas redes sociais.

Além do início das chuvas, que neste período são chamadas de trovoadas no Sertão e Cariri, os internautas também comemoraram a mudança do clima, uma vez que as temperaturas começaram a cair.

Entre as cidades citadas pelos internautas estão Patos, Santa Luzia, Triunfo, São Bento, Monteiro, Sumé, Poço de José de Moura, São José dos Cordeiros e Soledade.

“Nas cidades de Patos e Santa Luzia está chovendo”, comemorou o twitteiro Dan Barbosa.

“Que cheiro bom é o cheiro da chuva”, disse Toni Lúcio.


Da Redação
Foto: Facebook/ Flaviano Bezerra
 
Fonte

 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Lançado em Santa Luzia o livro Trilhas da Mineração no Seridó de Aderaldo de Medeiros

Sáb, 23 de junho de 2012 10:10 | Escrito por Ronaldo Magella

Trilhas da Mineração no Seridó é o nome do livro que o pesquisador e geólogo José Aderaldo de Medeiros Ferreira lançou ontem, às 17 horas, na Cidade de Santa Luzia, no sertão paraibano. A publicação explora uma realidade econômica e social dos moradores da região, mas ainda desconhecida pelo resto do país.
 
“É assim o Seridó: seco, sofrido, árido, onde a sobrevivência é difícil. Mas o território é querido e amado por todos os que lá nasceram e até pelos descendentes das famílias que desbravaram suas terras. Eles souberam conviver com secas e dificuldades, geraram mentes fortes de uma cultura pujante e extremamente arraigada aos seus costumes”, destaca Aderaldo.
 
O livro tem o apoio do Sebrae na Paraíba, que trabalha um Arranjo Produtivo Local (APL) de Minerais no local. “A partir da exploração mineral em pleno Seridó brasileiro, uma rica e sofrida região, a história se desenvolve. As riquezas encontradas no subsolo do local são o meio de sobrevivência de muitos moradores. Por isso, o Sebrae achou importante apoiar esta obra”, ressaltou o gestor do APL, Marcos Magalhães.
 
Mais do que trazer informações técnicas e científicas, Aderaldo também aproveita a obra para contar histórias. “No livro, personagens famosas e pessoas anônimas se envolvem com os mineradores. Tem também a história de um ninho de cobra preta, conhecida como mussarana”, comentou Marcos.
 
Trilhas da Mineração no Seridó também conta episódios extravagantes de exploradores de jazidas, os chamados noveau riche, e "causos" de malandragens que vitimaram pessoas menos experientes. Aderaldo conta, por exemplo, o caso de Joãozinho, que comprou pedras próprias para bijuterias pensando que eram valiosas.

Fonte


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

MP baixa portaria proibindo uso indevido de som em cidade do Vale do Sabugi, Paraíba

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012


Foto ilustrativa .
A Promotoria do Meio Ambiente de Santa Luzia baixou uma portaria proibindo o uso indevido de aparelhos sonoros ou sinais acústicos fora dos padrões legais, que estejam perturbando o sossego ou a tranquilidade das pessoas em toda a cidade de Santa Luzia. De acordo com a promotora Carmem Eleonora Perazzo, a portaria foi baixada porque o abuso de instrumentos sonoros na praça principal de Santa Luzia, nos fins de semana, está causando prejuízo aos cidadãos, e inúmeras reclamações chegaram à Promotoria.

A portaria determina ainda a proibição do uso de todo e qualquer tipo de som que possa ser ouvidos à distância de 5 metros, e em qualquer horário, seja de dia ou de noite, de segunda à segunda-feira, na praça principal de Santa Luzia, em virtude dos transtornos ocasionados aos moradores da cidade e visitantes. Os policiais militares devem recolher os instrumentos sonoros que estejam desrespeitando tais normas e os enviando à delegacia de polícia local para as providências.
Outra determinação da portaria é a condução coercitiva do infrator à delegacia de polícia com a consequente lavratura do TCO (termo circunstanciado da ocorrência) e a tomada de seu compromisso de comparecer a audiência preliminar dos juizados especiais, bem como a apreensão do veículo perturbador ou instrumento utilizado para tal e o seu recolhimento nas dependências da delegacia de polícia do município.
De acordo com a portaria, o veículo só poderá ser liberado pela autoridade policial ou pelo Juiz da comarca, desde que a documentação esteja em ordem e não pairem dúvida sobre a legalidade. Caso o veículo não esteja com a documentação em dia, o referido veículo deverá ser encaminhado ao Detran para as devidas providências administrativas.
A Polícia Militar deverá realizar, durante dois meses seguidos, a partir do próximo final de semana, abordagens nos carros que veiculam som abusivo na cidade, com o envio da comunicação das apreensões dos referidos sons e pessoas ao Ministério Público para acompanhamento.
Assessoria MPPB com HoraExata