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domingo, 7 de agosto de 2016

Tragédia! Incêndio na Serra do Teixeira está fora de controle!

07 de agosto de 2016, 18:14


Incêndio na Serra do Teixeira



O 4º Batalhão do Bombeiro Militar (4º BBM) está em total alerta devido a um grande incêndio que teve início há dois dias na Serra do Teixeira. O fogo e a fumaça podem ser vistos de diversas localidades do município de Patos, bem como de outras cidades do sertão.

Nesse domingo, dia 7, as chamas se alastraram mais ainda em direção aos municípios de Mãe d’Água, Matureia e grande parte da zona rural está em risco, pois as chamas avançam na vegetação seca trazendo danos irreparáveis a natureza e aos moradores dos sítios circunvizinhos.

Os bombeiros informaram que a área é de difícil acesso e esse fator dificulta ainda mais o combate ao incêndio que destrói tudo pela frente. Pequenos animais e a mata estão sendo destruída devido às chamas.

Ainda não se sabe como o incêndio teve início, no entanto, se analisa se este foi criminoso ou se ocorreu devido à vegetação seca com a alta temperatura.  

A falta de equipamentos para a contenção de incêndio em florestas e o pouco contingente de homens além da forte estiagem de chuvas e a vegetação seca está tornando o incêndio sem controle.


domingo, 2 de fevereiro de 2014

Luciano Agra critica política hídrica do governo e chama Ricardo de déspota

01/02/2014 - 16:56 - Atualizado em 01/02/2014 - 17:26

O custo "astronômico" de algumas obras também foi alvo de críticas


Foto postada por Agra no Twiiter: Desertificação,
rios mortos, açudes com água estagnada,
política ambiental =0, postou
(Crédito: Reprodução Facebook)
O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PEN), voltou a usar as redes sociais para fazer política e fazer oposição ao governo do Estado e ao governador Ricardo Coutinho. Pelo Twitter, Agra criticou a política hídrica do governo do estado, o atraso e o abandono de obras e ainda o custo elevado de alguns projetos do governo estadual. Luciano ainda pregou união para derrotar Ricardo Coutinho nas próximas eleições e chamou o governador de déspota.

"Como cidadão exijo transparência e gostaria de respostas objetivas quanto às questões levantadas sobre a sofrível gestão estadual. Ainda vou criticar, depois vou apresentar idéias para equilibrar o Estado da Paraíba", postou Agra após fazer diversas críticas a obras, principalmente no tocante a questão da água.

O ex-prefeito, que durante os dois mandatos de Ricardo a frente da Prefeitura de João Pessoa foi o responsável pelo planejamento das obras, lamentou a situação das Várzeas de Souza e cobrou a interligação das represas São Gonçalo, Engenheiro Ávidos e Coremas/ Mãe D'água. Ele criticou ainda o "estado de abandono na represa de Acauã".

"Desertificação, rios mortos, açudes com água estagnada, política ambiental? Por que Patos ainda não tem autonomia hídrica, será por que é governada pela oposição?", indagou o ex-prefeito da Capital.

O custo "astronômico" de algumas obras também foi alvo de críticas. "Vocês acreditam que a passagem em desnível do Geisel vai custar 30 milhões? e o Centro de Convenções?"

Outra crítica de Agra ao governo, foi com relação ao aumento anunciado pelo governo. "E o reajuste aviltante dos funcionários estaduais? revolta geral. Vamos derrubar o déspota".


Da redação
WSCOM Online 


 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

ANA anuncia redução na vazão de dois açudes do Sertão da Paraíba

29/01/2014 17h46 - Atualizado em 29/01/2014 17h46 

Açudes Coremas e Mãe d’água vão sofrer a redução.
Motivo é o prolongamento da estiagem na região.
 
Do G1 PB

Os açudes Coremas e Mãe d’Água, no Sertão da Paraíba, vão sofrer nova redução na vazão devido ao prolongamento da estiagem na região. O anúncio foi feito, nesta quarta-feira (29), pela Agência Nacional das Águas (ANA) em reunião realizada em João Pessoa com representantes de vários órgãos do Governo da Paraíba.

Os dois mananciais estã entre os 60 com capacidade armazenada superior a 20% do seu volume total na Paraíba, segundo informações desta quarta-feira (29) da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Outros 28 reservatórios estão em observação por estarem com a capacidade menor que 20% e 35 açudes estão em situação crítica, ou seja, com capacidade menor que 5% do volume total. Nenhum está sangrando.
 
O secretário de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Ciência e Tecnologia, João Azevedo, solicitou que a diminuição no abastecimento fosse impostas aos grandes irrigantes. “Temos uma preocupação especial com 178 pequenos irrigantes que trabalham duro nas Várzeas de Sousa. Muitas famílias dependem da comercialização das culturas permanentes que são feitas lá”, alertou o secretário.

De acordo com o presidente da ANA, Vicente Andreu, as restrições afetarão principalmente os irrigantes. “Estamos dando continuidade ao processo que vem sendo adotado desde junho de 2013. São medidas que visam um controle maior do processo de irrigação. É possível que em função do agravamento da seca, a irrigação tenha que ser suspensa”, explicou o chefe do órgão responsável pelas águas de domínio federal.

O presidente da Aesa, João Vicente Machado Sobrinho, destacou a importância do reforço na fiscalização para combater o desvio da água e do acompanhamento diários do volume repassado ao Rio Grande do Norte. “Temos que respeitar o Marco Regulatório que determina a vazão com a qual a água deve chegar no estado vizinho, mas também precisamos defender os interesses da Paraíba. É nossa obrigação colocar propostas que garantam a segurança hídrica dos paraibanos”, destacou.
 
Fonte
 
 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Metade dos açudes da PB está com volume abaixo de 20%, aponta Aesa

20/01/2014 16h52 - Atualizado em 20/01/2014 16h52 

Segundo o órgão, são 64 reservatórios com menos de 20% do volume.
Aesa afirma ainda que 34 estão em situação crítica.
 
Do G1 PB
 
Apesar das chuvas que caíram na Paraíba durante o fim de semana, 64 açudes no estado (52% do total) estão com volume abaixo de 20% da capacidade máxima. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (20) pela Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). São 123 reservatórios monitorados pela instituição, estando 30 atualmente sob observação e 34 em situação considerada crítica, com volume abaixo de 5%.
 
Foram registradas neste fim de semana (dias 18 e 19) precipitações pluviométricas em 56 dos 223 municípios da Paraíba. Os maiores índices foram na região do Sertão. O complexo Coremas-Mãe d'Água recebeu uma recarga de 2,6 milhões de metros cúbicos.
 
Durante o fim de semana, as maiores chuvas aconteceram nas cidades de Aguiar (63mm), São José da Lagoa Tapada (70mm), Cajazeirinhas (75mm), Piancó (92mm) e Coremas (120,5mm). "Tivemos um aumento de 12 centímetros na linha da água do açude de Coremas e 22 centímetros em Mãe d'Água", informou o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Lucílio Vieira. 

Porém, as chuvas continuam a não gerar recargas significativas para os reservatórios. "Eventos como os deste final de semana são animadores, pois se tivermos outras chuvas, ainda que de menor intensidade, a recarga pode ser maior. Isso porque o leito do rio está saturado e vamos ter um melhor escoamento desta água", acrescentou.

Previsão
O boletim de análise meteorológica divulgado na manhã desta segunda-feira (20) pela Aesa prevê ainda uma variação térmica de até 16°C, com a máxima chegando aos 36°C no Sertão e a mínima de 20°C no Brejo. "A previsão para hoje é de sol entre nuvens em praticamente todas as regiões do Estado. Poderão ocorrer chuvas isoladas no Sertão paraibano. Nas demais regiões, chuvas ocasionais", informou o meteorologista Emerson Rodrigues.
 
Fonte
 
 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Ibama apreende 163 animais em operação no Sertão da Paraíba

07/08/2013 11h36 - Atualizado em 07/08/2013 11h36

Operação Orion combateu caça predatória e tráfico de animais silvestres.
Multas aplicadas durante a ação somaram R$ 95 mil.
 
Do G1 PB

Aves apreendidas durante operação no Sertão da Paraíba (Foto: Divulgação/Ibama )
Aves apreendidas durante operação no Sertão
da Paraíba (Foto: Divulgação/Ibama)
O Ibama divulgou nesta quarta-feira (7) que apreendeu 163 animais durante uma ação de combate à caça predatória e o tráfico de animais silvestres no Sertão da Paraíba. A Operação Orion aconteceu durante a semana passada. Os agentes ambientais federais percorreram feiras  livres, apurando denúncias de caça e cativeiro de animais. As multas aplicadas somaram R$ 95 mil.  
 
As feiras livres dos municípios de Catolé do Rocha e Belém do Brejo do Cruz foram fiscalizadas, resultando na apreensão de quase uma centena de aves que eram comercializadas ilegalmente nos locais, bem como de alguns animais silvestres abatidos. Nos municípios de Patos, São José de Espinharas, Belém do Brejo do Cruz e Mãe d'Água, foram monitoradas áreas de postura de ovos de arribaçãs e apuradas denúncias de caça.
 
Animais ameaçados, como dois primatas, um jabuti e diversos periquitos, em especial os da caatinga, estão entre os animais que foram apreendidos pela operação. Dez dos animais que foram avaliados aptos, com características selvagens e em bom estado de saúde, foram soltos em áreas de Caatinga na região.
 
Segundo o coordenador da operação, o analista ambiental Emmanuel Souza, “a avaliação das ações é positiva, as apreensões e autuações são importantes, mas mais importante é a presença constante do Ibama no sertão da Paraíba, pois a atuação do instituto tem efeito de dissuadir os infratores de cometerem crimes ambientais na região e consequentemente contribui para a conservação do meio ambiente”.
Fonte

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Seca contribui com evasão escolar e compromete aquisição de produtos da agricultura familiar para merenda

Considerada a maior seca dos últimos 40 anos, a falta de chuvas nos últimos dois anos em cidades do Sertão Nordestino (2011/2012) tem desencadeado uma série de problemas, que vão desde a queda total na produção agrícola, perdas de rebanhos, falta de água pra beber, e ainda a evasão escolar.

O problema foi identificado este ano pelo secretário de educação do município de Mãe d’Água-PB, Adalberto Lima, com o início do ano letivo 2013, aberto no último dia 18 de fevereiro. De acordo com Lima, no ano passado a rede municipal matriculou 697 alunos nas 11 escolas do município e este ano, apesar de todo esforço da administração, foram matriculados 667. Ou seja, uma redução de 30 alunos, quando todos esperavam que esse número aumentasse. “Está havendo um êxodo rural muito grande por conta da seca. Várias famílias estão procurando outras regiões menos afetadas pela estiagem para fixar nova residência.” Explica Lima. “No ano passado muitas famílias deixaram suas casas no campo, mas vieram morar aqui em na cidade, por isso não sentimos tanta diferença. Como Mãe d’Água também está sofrendo com a falta de água, essas famílias agora estão procurando outras cidades, principalmente no Sul do país, onde os ciclos chuvosos são mais regulares.”

 

Adalberto informou que essa evasão escolar vem preocupando sobremaneira a prefeita do município, Margarida Fragoso (Margarida Tota) que continua centrando esforços na tentativa de firmar parcerias com os governos Estaduais e Federais, no sentido de atrair obras, como a construção de açudes, que possam resolver esse problema que aflige a população de seu município. “Na semana do retorno às aulas, somente na escola José Luiz de Oliveira, nós perdemos 16 alunos, cujos pais foram embora a procura de sobrevivência em outras regiões.” Lamentou Lima.

 

Outro problema que a Secretaria de Educação de Mãe d’Água enfrenta por conta da seca, é com relação à compra direta de produtos agrícolas feita aos produtores rurais da chamada Agricultura Familiar. “A lei diz que nós temos que comprar 30% da merenda a esses produtores, mas como vamos fazer isso se eles não conseguiram produzir absolutamente nada?” Indaga o secretário. De acordo com ele, no ano de 2011 alguns agricultores que se enquadram no programa do Governo Federal, ainda conseguiram produzir alguns produtos através da irrigação de poços. “Mas os poços secaram totalmente e eles não conseguem água sequer para beber. Não fosse os carros pipa contratados pela prefeitura que vem fazendo esse abastecimento, a situação era prá lá de caótica” Enfatiza. “Através de contatos em Brasília-DF, nós estamos buscando orientação junto ao FNDE – Fundo Nacional de Educação Básica – para saber o que fazer nesse caso.” Completou.

 


TRANSPORTE ESCOLAR
Durante essa entrevista o secretário Adalberto revelou ainda que na próxima terça feira - 26.02, estará em João Pessoa-PB, capital do Estado, para participar de uma audiência promovida pelo MPPB – Ministério Público da Paraíba, que deve recomendar a todos os municípios o fim do transporte de estudantes que não seja em ônibus devidamente vistoriados pelos órgãos competentes.  O evento será promovido através do Centro de Apoio Operacional às Promotorias da Educação (Caop da Educação), e ocorrerá no auditório do Unipê, na capital, com a presença do procurador geral de justiça do MPPB, Osvaldo Trigueiro do Vale Filho. “Essa é outra questão que pode contribuir ainda mais para a evasão escolar em Mãe d’água. Nós temos ônibus específicos para esse fim adquiridos pela administração anterior e também pela a atual, mas por conta do relevo do nosso município, composto especialmente por serras e montes, apenas as caminhonetas D-20 conseguem chegar a algumas residências, especialmente se o início do período chuvoso previsto agora para março se confirmar. Caso nós tenhamos que assinar o termo de cooperação entre o Ministério Público, Departamento de Trânsito da Paraíba (Detran-PB), Departamento de Estradas e Rodagem (DER-PB) e Comando da Polícia Militar do Estado para fiscalização do transporte escolar, que impede que os alunos sejam conduzidos em outros veículos que não sejam os ônibus, não teremos como pegar esses alunos nesses locais de serra.” Explica Lima, preocupado.



Célio Martinez


 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Ibama fiscaliza piracema em açudes federais e apreende mais 11 km de redes

 
Assessoria
 
 Ibama fiscaliza piracema em açudes federais e apreende mais 11 km de redesFoto - Jaime Pereira
O Ibama apreendeu durante fisclização nos açudes federais Jatobá 1, em Patos; Presidente Epitácio Pessoa, em Boqueirão, e o complexo Coremas/Mãe d'Àgua, resultando na apreensão de apetrechos de pesca proibidos durante o período de defeso da piracema: uma espingarda de mergulho, uma tarrafa e 11500 metros de redes caçoeiras.

Os agentes ambientais federais percorreram os reservatórios recolhendo  material proibido encontrados em uso. As redes apreendidas foram incineradas. Também foram percorridos pontos de comércio de pescados nos municípios próximos aos açudes, para verificar se espécies protegidas (Piau, Curimatã, Sardinha e Branquinha)  estavam sendo comercializadas.  O defeso da piracema na Paraíba é regido pela Instrução Normativa nº 210/08, e vigora anualmente de 1º de dezembro a 28 de fevereiro.

A pesca predatória é crime, e além das multas administrativas e apreensão de equipamentos, a pena prevista na Lei de Crimes Ambientais varia de um a três anos de detenção?, alerta o coordenador da operação, o analista ambiental Jaime Pereira.



quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Chuvas em alguns municípios castigados pela seca trazem esperanças, mas inverno ainda não chegou

As chuvas que caíram em alguns municípios nas regiões castigadas pela seca no Estado trouxeram esperanças de que o período de estiagem que já dura mais de seis meses tivesse chegado ao fim.

De acordo com o serviço de Meteorologia da Agência de Gestão das Águas (Aesa), as chuvas que têm caído, apesar de intensas, têm sido muito rápidas, não dando para acumular água no solo ou nos açudes.

De acordo com a meteorologista da Aesa, Carmem Becker, essas chuvas ainda não representam o fim da seca e o início do inverno. "As precipitações são pequenas e não dão para acumular água nos açudes", explicou. Ela informou que a previsão para o início do período de chuvas nas regiões que estão sendo castigadas pela seca é para os meses de fevereiro e março.

A meteorologista acrescentou que somente nos próximos meses é que as precipitações serão mais significantes a ponto de acumular água e melhorar os níveis de armazenamento nos reservatórios do Estado.

As chuvas que estão caindo, no entanto, estão servindo para que o agricultor acumule água nos reservatórios domésticos para amenizar os efeitos da estiagem que tanto tem penalizado, principalmente as regiões do Sertão, Cariri e Agreste.

Os municípios que registraram maiores índices pluviométricos neste fim de semana foram Mãe d'Água, no Sertão do Estado, com 26,2 milímetros; Campina Grande, no Agreste, com 23,3 milímetros; Boa Vista, também no Agreste, com 19,6 milímetros; Cajazeirinhas, no Sertão do Estado, com 18 milímetros; e são Sebastião do Umbuzeiro, no Sertão, com 10,6 milímetros.

Desde o início do ano, as cidades que tiveram os maiores índices pluviométricos registrados pela Aesa foram Jericó, no Sertão, com 28 milímetros; Mãe d'Água, com 26,2 milímetros; Juripiranga, na Zona da Mata, com 23,5 milímetros; Campina Grande, com 23,3 milímetros; e Sumé, no Cariri, com 21 milímetros.

De acordo com o serviço de meteorologia da Aesa, o sol vai predominar em todo o Estado nas próximas horas, mas há previsão e chuvas isoladas que devem ocorrer entre a tarde e a noite, principalmente nas regiões mais castigadas pela seca, a exemplo do Cariri, Sertão e Agreste.

Luciana Rodrigues
 
 
 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Chove em CG e mais sete municípios

Em Campina Grande foi registrada uma chuva de 23,2 milímetros (mm) em intervalo de apenas uma hora, no último sábado (5).



 

O último fim de semana foi de registros de mais chuvas em Campina Grande e em mais sete cidades da região. De acordo com os dados da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), a cidade de Mãe d'Água teve o maior índice pluviométrico: 26,2 milímetros. Em Campina Grande foi registrada uma chuva de 23,2 milímetros (mm) em intervalo de apenas uma hora, no último sábado, o suficiente para que alguns bairros já enfrentassem problemas pelo acúmulo de lixo.

Na Vila dos Teimosos, no bairro de Bodocongó, o nível da água subiu e invadiu algumas residências. A chuva também arrastou o lixo nas ruas e deixou bueiros abertos. Com os ventos fortes, a cobertura de um posto de combustíveis, no bairro de Bodocongó, foi derrubada, o que causou um estrago no local. De acordo com a meteorologista da Aesa, Carmem Becker, essas precipitações foram isoladas e deverão ser irregulares, mas que deve já deixar os moradores de algumas áreas em alerta.

“Devido à alta umidade do ar, é normal que essas chuvas irregulares apareçam. Mas elas serão pontuais, uma vez que, neste final de semana passado, nós só registramos chuvas em oito cidades. Pelos nossos registros, 40 municípios já registraram chuvas, mas a maioria deles sem muita intensidade.

A cidade que teve o maior índice no último final de semana foi Mãe d'Água, onde choveu 26,2 mm”, explicou a especialista.

De 1º de janeiro até ontem, no acumulado, as cidades que apresentaram maior índice de precipitação foram Jericó e São Miguel de Taipu.