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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ação nas praias da Paraíba quer ajudar na preservação do peixe-boi

05/06/2014 11h26 - Atualizado em 05/06/2014 11h26 

Campanha que está abordando banhistas já passou por 28 praias.
Abordagem ensina como proceder ao encontrar animal encalhado.
 
Do G1 PB
 
Projeto 'Viva o Peixe-Boi Marinho' realiza ação em Barra de Mamanguape (Foto: Divulgação/Luciano Candisani)
Ação promove educação sobre como preservar o
peixe-boi marinho (Foto: Divulgação/Luciano Candisani)

A campanha educativa itinerante do Projeto Viva o Peixe-Boi Marinho está sendo intensificada nas praias da Paraíba nesta semana em celebração ao Dia do Meio Ambiente, nesta quinta-feira (5). Desde fevereiro, a equipe já percorreu 28 praias do litoral abordando os banhistas e falando sobre como ajudar a preservar o peixe-boi marinho. Este mês a campanha chega às praias Carapibus, Coqueirinho do Sul, Praia do Amor (no Conde) e volta a Cabo Branco e Tambaú (em João Pessoa).
 
De acordo com a educadora ambiental do Projeto, Gisela Sertório, um dos principais motivos para que o peixe-boi marinho ocupe o status de criticamente ameaçado de extinção no país são os impactos ambientais provocados pelo homem.
Lixo, esgoto e substâncias tóxicas lançadas nos mares e nos rios, circulação intensa de embarcações motorizadas nos locais de ocorrência da espécie, degradação dos manguezais, destruição da mata ciliar, construções desordenadas em praias e estuários, perda de habitat (estuários e áreas costeiras), captura acidental em redes de pesca. Todos estes fatores colocam em risco o ambiente, a saúde e a vida da espécie, segundo a educadora.

“Acredito que este movimento está sendo muito válido. Nas nossas visitas, percebemos que muitas pessoas não têm informações suficientes sobre o peixe-boi marinho. Dizem que ele é dócil, aproxima-se com facilidade, mas acham que podem tocar, alimentar. Elas não têm a consciência de que isso traz problemas ao animal e nem que ele está ameaçado de extinção”, diz Gisela.

A campanha também está orientando sobre o que fazer em casos de encalhe. A orientação para quem encontrar qualquer animal marinho vivo ou morto na praia é de comunicar primeiramente ao órgão ambiental atuante na região ou entrar em contato com a própria Fundação pelos telefones: (83) 9961-1338/ (83) 9961-1352/ (81) 3304-1443. Se o animal estiver vivo, deve-se protegê-lo do sol, não alimentar nem devolver à água e evitar aglomeração em torno do animal.
 
 
Fonte
 
 
 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

SPU denuncia pouso de helicópteros no cânion

Uso irregular pode acelerar a degradação da área que é considerada vulnerável.


 


Fotos: Francisco França
Denúncia chegou a SPU através de moradores e ambientalistas, que teriam visualizado pousos
 
A Superintendência do Patrimônio da União na Paraíba (SPU-PB) recebeu denúncias de que helicópteros estão pousando no cânion de Coqueirinho, localizado no Conde, Litoral Sul da Paraíba. O uso irregular pode acelerar a degradação da área que é considerada vulnerável e já sofre com o desgaste natural causado pela erosão. Segundo a superintende da SPU, Daniella Bandeira, o caso foi denunciado para a Aeronáutica que deverá fiscalizar o tráfego aéreo na região.
 

A denúncia chegou a SPU através de moradores e ambientalistas, que teriam visualizado o pouso de aeronaves nos finais de semana. A superintendente pediu a população que, em caso de novas ocorrências, as denúncias sejam feitas diretamente para a Aeronáutica.
 
Localizado na praia de Coqueirinho, a formação geológica do cânion se destaca pela exuberância, e chama atenção de turistas que se encantam durante as visitações que se intensificam durante o verão. Apesar de belo, a área sofre com a ação natural da erosão. Segundo o secretário de Meio Ambiente do Conde, a Prefeitura ainda não dispõe de projeto para preservação do cânion.

Nos próximos dias, equipes da SPU vão fiscalizar a ocupação na região do cânion de Coqueirinho. O objetivo da ação é identificar se barracas, bares e restaurantes retirados da área da União ano passado e que podem acelerar o processo de degradação ambiental voltaram a ocupar irregularmente a área do cânion. Contudo, Daniella esclarece que a superintendência só atua no combate a ocupação de área da União quando recebe denúncias de órgãos ambientais.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente do Conde, Alexandre Cunha, a área onde o cânion está localizado pertence a lotes privados. “A verdade é que o que existe é que quando vamos discutir esse tema e buscar medidas que minimizarmos os impactos naturais e garantir a preservação, nos deparamos com o problema de identificar os proprietários e entrar em acordo com ambientalistas”, declarou o secretário.
Segundo ele, a erosão que atinge mais fortemente o cânion é provocada pela ação das chuvas e do vento, e que, portanto, as ações de contenção devem ser feitas de cima para baixo.
 
“Aquele é um terreno bem extenso e inclinado, mas que fica distante cerca de um quilômetro do mar, não sofrendo tanto com o impacto das ondas. No entanto, no período chuvoso, as águas vão abrindo as voçorocas e é possível observar claramente as grande valas que se formam e que deterioram progressivamente e irredutivelmente a formação rochosa”, explicou o secretário de Meio Ambiente do Conde.
 
Contudo, o secretário Alexandre Cunha explica que o plano de preservação do cânion é um projeto a longo prazo principalmente porque a Cidade do Conde tem carências que dificultam a preservação do atrativo turístico. “Apenas através do saneamento básico, calçamento e drenagem é que é possível minimizar os impactos no local. Sem contar que não podemos entrar em terreno privado e impor a contenção”, frisou o secretário.
 
Existem obras para melhorar a infraestrutura da área que envolvem acesso e saneamento além da preservação do meio ambiente, entre elas a pavimentação da PB-008 até a descida de Coqueirinho. A obra diminuirá o volume de água que desce para o cânion e contempla a criação de córregos que canalizam parte das águas da chuva para um córrego, que deságua em um rio e consequentemente no mar. (Colaborou Luzia Santos)

Sudema inseriu área no Plano de Manejo de Tambaba . O problema da erosão do cânion de Coqueirinho já chegou ao conhecimento da Secretaria de Administração do Meio Ambiente (Sudema). O órgão inseriu a área no Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) de Tambaba, que ficará pronto no primeiro semestre deste ano, conforme informações do coordenador de estudos ambientais da Sudema, Thiago Cesar Farias da Silva.

Atualmente, o Plano de Manejo está na fase de levantamento de documentação. Com ele, a Sudema  buscará normatizar as ações em toda a área do Litoral Sul da Paraíba, desde a construção de um novo equipamento, passando pelo levantamento dos pontos críticos de ameaça do cânion, desde seu início em Tabatinga, até Praia Bela, onde se encerra.

“Nossos técnicos estão elaborando ideias de ação para a recuperação das encostas do cânion, com o objetivo de reduzir os avanços das voçorocas, com previsão de apresentação ainda neste primeiro semestre de 2014. Estamos elaborando o cronograma para então decidir sobre algo mais concreto, delinear o problema e planejar o orçamento e as ações, que deverão ser de suavização do talude (parte inclinada do terreno), mas é tudo ainda muito empírico, talvez sejam necessárias medidas mais enérgicas, mas ainda não sabemos quais”, afirmou Thiago César Farias da Silva, coordenador de estudos ambientais da Sudema.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Ambulantes e quiosques irregulares serão retirados da praia de Coqueirinho

Segundo a Sudema, no local está sendo desenvolvido um trabalho de reordenamento urbano.
O órgão ambiental informou que a retirada dos quiosques externos do Restaurante Canyon foi uma decisão da Justiça Federal
Cidades | Em 21/02/2013 às 15h40, atualizado em 21/02/2013 às 15h55 | Por Luciana Rodrigues, com Ascom da Sudema

Quiosques e vendedores ambulantes serão retirados
da Orla de Coqueirinho

Os quiosques externos do restaurante Canyon e os vendedores ambulantes que comercializam irregularmente na praia de Coqueirinho, no município do Conde, no Litoral Sul do Estado, serão retirados da área da orla.

Segundo a Sudema, no local está sendo desenvolvido um trabalho de reordenamento urbano.O órgão ambiental informou que a retirada dos quiosques externos do Restaurante Canyon foi uma decisão da Justiça Federal. No total são 12 quiosques que terão que ser retirados num prazo de 15 dias, a contar desta quarta-feira (20).

A coordenadora de Controle Ambiental da Sudema, Larissa Maria Ramos, informou que a Sudema tem na ação de reordenamento urbano, uma medida conjunta que está sendo discutida no comitê gestor do Projeto Orla, porém, para este estabelecimento específico, houve uma medida judicial.

A Sudema informou que a retirada será feita pelo próprio restaurante, após um acordo entre as partes.“Um outro ponto a destacar é que essa medida obriga que a Sudema faça a retirada, mas o próprio empreendimento se dispôs a retirar os quiosques”, esclareceu.
A medida judicial não atinge o restaurante, que existe há muitos anos, apenas o anexo construído na beira da praia, que compreende os quiosques externos.

Quanto aos ambulantes e o comércio irregular, Larissa informou que ações de fiscalização estão sendo feitos nos finais de semana, através de abordagem e notificação dos ambulantes e demais comerciantes irregulares que ainda atuam no local.



Dona do Canyon renega cidadania da PB por ter restaurante derrubado pela Sudema

20/02/2013 - 18:33 - Atualizado em 21/02/13 - 10:52

Derrubada de parte do restaurante em Coqueirinho deixou proprietária indignada

 

A empresaria pernambuca Ana Luiza Mendonça (foto), proprietária do restaurante Canyon, na praia de Coqueirinho, no município do Conde (PB), revelou em entrevista ao Portal WSCOM  que está renegando o Titulo de Cidadã Paraibana recebido por propositura da deputada Iraê Lucena, em protesto contra a decisão da Sudema de mandar derrubar parte de seu estabelecimento na beira-mar  do Litoral Sul.

- Sinto dizer que estou me despedindo de minha cidadania conquistada por trazer desenvolvimento turistico para este estado, mas não posso aceitar que sejamos expulsos de nosso trabalho pela insensibilidade da Sudema e do Governo, que não querem contribuir para o turismo – afirmou ela, por telefone.

Ana Luiza explicou que atendeu às exigencias da Sudema recuando parte do restaurante da beira-mar, mas mesmo assim não foi suficiente para sensibilizar o órgão a compatibilizar os interesses.

- Não posso me calar diante de tamanha agressão e insensibilidade, depois de investir anos e anos começando pelo Bargaço até chegar aqui. Entretanto, somente a decisão de ir embora pode testemunhar o quanto o Governo não respeita os investimentos suados de quem adotou a Paraiba como berço – declarou.

Da Redação
WSCOM Online


 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Sudema remove comerciantes

Comerciantes que ocupam irregularmente a Falésia de Coqueirinho serão removidos até a próxima semana. 


 
 


A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), em parceria com o Batalhão de Polícia Militar Ambiental, vai realizar mais uma ação de retirada de ocupantes irregulares da Falésia de Coqueirinho - complexo natural inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) de Tambaba, município do Conde, no Litoral Sul. A previsão é que a retirada aconteça até a próxima semana.
 
De acordo com o coordenador de estudos ambientais da Sudema, Thiago César Silva, os proprietários de estabelecimentos já foram notificados, e quem ainda não deixou o local deverá ser removido. Após a saída, a área será cercada para evitar novas construções. O coordenador mantém a expectativa de ser desnecessário utilizar da força policial para a retirada dos comerciantes irregulares. “Os ocupantes tiveram até o dia 2 deste mês para permanecer no local sem correr o risco de terem suas mercadorias apreendidas”, explicou.
 
De acordo com a Sudema, em junho do ano passado ocorreu a primeira etapa das ações, com a retirada dos barraqueiros da Praia de Coqueirinho e a demolição das barracas de alvenaria. No entanto, novos comerciantes invadiram a localidade. A segunda etapa começou em 21 de dezembro último, quando foi realizado um levantamento dos comerciantes instalados no local e eles foram alertados sobre a ilegalidade da ocupação da área de preservação ambiental.
 
“A atividade comercial praticada por eles gera poluição ambiental, devido o barramento de um riacho para lavagem de utensílios, além da degradação do ambiente de mangue associado ao riacho”, argumentou o coordenador de estudos ambientais da Sudema. Ele destacou, ainda, que o número de ocupantes passou de oito para 28, o que agravou a situação.
 
Para o coordenador de estudos ambientais da Sudema, a necessidade de restrição do uso da área está relacionada à urgência na preservação ambiental. “Vamos interditar a faixa da APA para que haja, neste espaço, a recuperação natural da vegetação, e as águas do rio voltem a desembocar no mangue”, disse o coordenador afirmando que a área de preamar destinada aos turistas não sofrerá nenhuma interrupção.
 
Ainda de acordo com Thiago César, a terceira etapa do trabalho de organização turística de Coqueirinho já teve início, para que haja a estruturação do espaço e se proíba a ocupação dos comerciantes em locais indevidos, como nas proximidades das falésias e mangue.
 
De acordo com o coordenador, a proteção desses ambientes é fundamental, pois os terrenos são extremamente frágeis e susceptíveis à erosão. Além disso, nessas áreas está inserida a vegetação de mata de tabuleiro, tipo florestal (fitofisionomia) exclusiva do Bioma Mata Atlântica, que é protegida pela Lei 11.428/2006.
 
A remoção dos comerciantes da Falésia de Coqueirinho foi pedida pelo Ministério Público Federal através da ação civil pública número 0010032-24.2003.4.05.8200 (2003.82.00.010032-7).
 
COMPLEXO TURÍSTICO
Inaugurado no dia 15 de dezembro pelo governador Ricardo Coutinho, o Complexo Turístico de Lazer, na praia de Coqueirinho foi criado para tirar os comerciantes da clandestinidade e capacitá-los para atender apropriadamente aos turistas. O equipamento foi financiado com recursos do Programa Empreender PB.
 
Com uma área construída de 170 m², projetado num terreno de 3.518 m² com inteira acessibilidade aos portadores de necessidades especiais, o Centro tem capacidade para receber 2.400 pessoas. Além disso, o espaço disponibiliza, aos turistas, bares, praça de eventos, quiosque para informações, chuveiros e banheiros.


domingo, 6 de janeiro de 2013

Sudema continua trabalho de desocupação da área de falésia de Coqueirinho

06/01/2013 - 10:24 - Atualizado em 06/01/13 - 10:40

Complexo natural de rara beleza está inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) de Tambaba 


A Coordenadoria de Estudos Ambientais (CEA) da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) em parceria com o Batalhão de Polícia Militar Ambiental e a Coordenadoria de Gerenciamento de Crise estão realizando mais uma ação de retirada de ocupantes irregulares da Falésia de Coqueirinho. Esse complexo natural de rara beleza está inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) de Tambaba, município do Conde, no litoral sul.

A ação é motivada pela Ação Civil Pública do Ministério Público Federal (MPF), que determina a desocupação da área conhecida como “Falésia da Praia de Coqueirinho”, e por uma deliberação do Copam (nº 3446/2012) que ordena os usos na faixa de praia de Coqueirinho. A ação do MPF está sob o número 0010032-24.2003.4.05.8200(2003.82.00.010032-7).

Etapas da ação - Em junho de 2012 ocorreu a primeira etapa das ações com a retirada dos Barraqueiros da Praia de Coqueirinho e a demolição das barracas de alvenaria. No entanto, novos comerciantes invadiram a localidade.

A segunda etapa começou no dia 21 de dezembro passado, quando foi realizado um levantamento dos comerciantes instalados no local e estes foram alertados sobre a ilegalidade da ocupação da área de preservação ambiental.

“A atividade comercial praticada por eles gera poluição ambiental, devido o barramento de um riacho para lavagem de utensílios, além da degradação do ambiente de mangue associado ao riacho”, explicou o coordenador de estudos ambientais da Sudema, Thiago César Silva.

Ele destacou ainda que o número de ocupantes passou de oito para 28, o que agravou a situação: “Hoje a necessidade de restrição é devido à urgência na recuperação da falésia e do mangue, que está morrendo. Vamos interditar faixa da Área de Proteção Ambiental para que haja neste espaço essa recuperação natural e as águas do rio voltem a desembocar no mangue”, disse o coordenador afirmando que a área de preamar destinada aos turistas não sofrerá nenhuma interrupção.
 
Ainda de acordo com Thiago César, a terceira etapa do trabalho de organização turística de Coqueirinho já teve início para que haja a estruturação do espaço e se proíba a ocupação dos comerciantes em locais indevidos como nas proximidades das falésias e mangue.

Proteção ao turismo – “Além da preservação ambiental queremos inibir o loteamento da praia pelos ocupantes e, assim, evitar que os turistas tenham que pagar pelo espaço público. Esperamos não ter que utilizar da força policial, pois todos eles já foram comunicados previamente”, lembrou o coordenador ao afirmar que os ocupantes tiveram até o dia 2 deste mês para permanecer no local sem correr o risco de terem suas mercadorias apreendidas.

De acordo com o coordenador, a proteção desses ambientes é fundamental, pois os terrenos são extremamente frágeis e susceptíveis à erosão. Além disso, nessas áreas está inserida a vegetação de mata de tabuleiro, tipo florestal (fitofisionomia) exclusiva do Bioma Mata Atlântica, que é protegida pela Lei nº 11.428/2006. “A ação dos ocupantes ilegalmente geram poluição ambiental e sanitária e a aglomeração de pessoas em locais indevidos”, esclareceu.

O trabalho de retirada está sendo possível devido à parceria com a Secretaria de Turismo do Estado, Ibama, SPU, Polícia Militar (BPAmb), Coordenadoria de Gerenciamento de Riscos, CEATur, Companhia de Alhandra, BPTran e Prefeitura Municipal do Conde.

Falésias da Praia de Coqueirinho - A área de proteção ambiental é considerada de interesse ecológico pela Constituição Estadual de 1989. Os visitantes podem desfrutar de uma beleza cênica onde as falésias exibem tonalidades coloridas e alturas variáveis.

As falésias são escarpas verticais que apresentam angulações diversas que se estendem próximo ao mar, tendo uma divisão entre falésia ativa (que recebem os ataques das ondas do mar) e falésia inativa (são aquelas cuja deposição sedimentar já não permite mais o alcance das ondas marinhas).

Complexo Turístico de Coqueirinho - Inaugurado no dia 15 de dezembro pelo governador Ricardo Coutinho, o Complexo Turístico de Lazer, na praia de Coqueirinho foi criado para tirar os comerciantes da clandestinidade e capacitá-los para atender apropriadamente aos turistas. O equipamento foi financiado com recursos do Programa Empreender PB e integra o conjunto de ações do Governo do Estado para fortalecer a infraestrutura turística do litoral.

Com uma área construída de 170 m², projetado num terreno de 3.518 m² com inteira acessibilidade aos portadores de necessidades especiais, o Centro tem capacidade para receber 2.400 pessoas. Além disso, o espaço disponibiliza aos turistas bares, praça de eventos, quiosque para informações, chuveiros e banheiros. Também haverá ambulantes cadastrados e identificados com crachá para a venda de produtos avulsos.

Da Redação com Assessoria



sábado, 29 de dezembro de 2012

Juiz suspende por 90 dias derrubada de barracas do Canyon de Coqueirinho

28/12/2012 10h23 - postado por Luís Tôrres


Quem já teve o privilégio de, ao menos uma vez, se deliciar com um aprazível almoço no restaurante Canyon de Coqueirinho, no litoral sul paraibano, saiba que poderá nunca mais voltar por lá. É que a Sudema notificou o estabelecimento determinando a imediata derrubada do restaurante alegando que o local onde ele foi construído é de preservação ambiental e não tem autorização para lá funcionar.
 
Assustados com a notificação, os donos do local procuraram a justiça e conseguiram as vésperas das festas de Natal uma liminar assinada pelo juiz Aluízio Bezerra, da 6ª Vara da Fazenda, suspendendo a derrubada imediata e dando 90 dias a partir da notificação para que as barracas sejam retiradas.
 
Atualizada às 13h30: A assessoria da Sudema entra em contato com o blog pra esclarecer que a determinação para derrubada não é do restaurante do Canyon, que fica numa parte superior do estabelecimento, mas sim das barracas que se localizam na beira da praia. E que a ação é de autoria da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), do governo federal, visto que se trata de área exclusiva da União. O restaurante será preservado. Peçamos um prato, então.
 
Atualizada às 23h: Em contato com o blog, a superintendente do Patrimônio da União na Paraíba, Daniela Bandeira, desmentiu a informação da Sudema e declarou que não procedimento algum por parte do órgão contra o Canyon de Coqueirinho.
 
Luís Tôrres



quarta-feira, 28 de março de 2012

Parceria entre órgãos públicos e sociedade civil viabiliza Centro Turístico de Coqueirinho

27/03/12 - 18:41 
 
Centro Turístico de Coqueirinho terá uma área de 3.580 metros quadrados

Os moradores do Conde, litoral sul da Paraíba, deram os primeiros passos para o processo de modernização e urbanização de uma de suas mais belas praias: Coqueirinho. Trata-se da preparação para a construção do Centro Turístico de Coqueirinho cujas obras podem ter início a partir da retirada de nove barracas que desordenadamente ocupavam uma área da praia.

As barracas foram retiradas nesta terça-feira por ordem Ministério Público Federal e por meio de uma ação pacífica realizada por agentes da Polícia Federal, Superintendência do Patrimônio da União e O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) - com a colaboração da Prefeitura Municipal de Conde.

A partir de agora os moradores, turistas e comerciantes da praia de Coqueirinho já aguardam o dia de inauguração do Centro Turístico que terá barracas padronizadas, praça de eventos, loja de artesanato e área de estacionamento.

O Centro Turístico de Coqueirinho terá uma área de 3.580 metros quadrados, vai contar com a instalação de câmeras de segurança nas áreas próxima às barracas e no estacionamento. O Centro está orçado em R$ 465,7 mil e os investimentos são provenientes do programa Empreender Paraíba, do Governo do Estado.
O prefeito do Conde, Aluísio Regis, informou que o Centro faz parte do projeto Orla e que se trata de uma grande parceria firmada entra a Prefeitura Municipal do Conde, Associação de Donos de Barraca da Costa do Conde, a Superintendência do Patrimônio da União na Paraíba (SPU-PB), Ibama, Sudema e a sociedade civil organizada. “Estamos dando apoio logístico e suporte técnico para viabilizar esse projeto tão esperado pela nossa comunidade de Coqueirinho”, completou. 

Da Redação (com Assessoria)
WSCOM Online


Fonte

 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Passeio por sete praias do Litoral Sul da PB tem naturismo e gastronomia

25/01/2012 07h15 - Atualizado em 25/01/2012 08h25

Roteiro começa por Barra de Gramame e termina em praia naturista.
Carapibus, Coqueirinho e Tambaba são outros destaques do roteiro.

Inaê Teles  
Do G1 PB
 
Praia de Coqueirinho na Paraíba (Foto: Inaê Teles/G1)
Banhistas aproveitam o sol na Praia de Coqueirinho (Foto: Inaê Teles/G1)
 
As praias do Litoral Sul da Paraíba aguardam turistas interessados em belas paisagens e uma certa dose de aventura. A mais tradicional maneira de curtir o roteiro, de preferência sempre com emoção, é fazer o passeio de buggy. No trajeto, que dura aproximadamente quatro horas, o visitante conhece as praias do Amor, Carapibus, Coqueirinho, Jacumã, Tabatinga, Tambaba e ainda Barra de Gramame. Os mais animados podem, inclusive, conhecer uma praia dedicada ao naturismo.

Programação Turismo Paraíba (Foto: Arte/G1)


O roteiro normalmente começa por Barra de Gramame, onde há o encontro do rio com o mar. Quem optar pelo banho, precisa ficar atento com a correnteza e não se afastar muito da margem. O prato típico do local é galinha de capoeira.

No Bar do Zezinho, que fica à beira da barra, a grande atração é um goiamum, um caranguejo que foi "treinado" para tirar fotos com turistas e é chamado de "Robocop V". O seu antecessor," Robocop IV", morreu ao ser derrubado por um turista quando era fotografado.

Saindo de Gramame, a próxima parada no passeio de buggy é a Praia do Amor, que tem este nome devido a uma pedra furada com formato semelhante ao de um coração. Em seguida, vem a Praia de Jacumã, com ondas um pouco mais fortes e um maceió com água doce. Na beira-mar, bares servem petiscos e bebidas.

Já em Carapibus, é possível tomar banho em piscinas naturais que se formam nos corais quando a maré está baixa. Em determinadas épocas do ano, a água fica cristalina e peixes coloridos podem ser vistos . Polvos e moreias também costumam aparecer entre os corais. Para mergulhos, é necessário levar máscara e snorkel.
A próxima praia é Tabatinga, com mar mais agitado e dois maceiós. No período da tarde é possível ver tartarugas no momento que elas levantam a cabeça para respirar. Não é sempre que elas aparecem, mas com um pouco de paciência vale a pena se sentar nas falésias e ficar olhando para o mar na espera das tartarugas.

O trajeto entre a Praia do Amor e a Praia de Carapibus é possível fazer caminhando pela areia. Já para seguir ao Coqueirinho é necessário pegar o asfalto e seguir por uma estrada de barro. Nesta praia há o maior número de bares à beira-mar, além de áreas distintas para surfistas e banhistas.


Praia de Tambaba na Paraíba (Foto: Inaê Teles/G1)
Entrada da Praia de Tambaba (Foto: Inaê Teles/G1)
 
A última praia do percurso é Tambaba, que tem uma área para prática do naturismo. Os visitantes que não quiserem ficar nus podem ficar na parte reservada para pessoas vestidas.  O passeio também pode ser feito de carro, a pé ou de bicicleta.

GastronomiaAo longo das praias é possível se deliciar com a culinária local. Os frutos do mar estão presente em praticamente todos os restaurantes e bares.

Pratos típicos na Paraíba (Foto: Canyon/Divulgação)
Frutos do mar ganham espaço nos restaurantes
(Foto: Canyon/Divulgação)

Na Praia de Tambaba, na área naturista, o Camarão à Tambaba, que reúne quatro tipos de camarão (ao alho e óleo, milanesa, ao molho de tomate e à francesa), é servido em uma pousada com restaurante na beira-mar. Arroz e purê acompanham o prato. 

Outra opção em Tambaba é a Arca do Bilu, cujo proprietário é um surfista com muitas histórias para contar. É bom ir com tempo para ouvir os contos de Bilu. Uma em especial é a que explica o prato Lenda de Tambaba.

Em uma única refeição o turista se delicia com marisco, carne de siri, peixe, camarão e lagosta. O prato acompanha arroz, pirão e farofa com dendê.

Já em Coqueirinho, o restaurante Canyon oferece pratos como a Sinfonia Marítima (com peixe, camarão, lagosta, siri mole, lula, ostra e sururu) e também aperitivos, como pastéis de camarão que ficam ainda mais gostosos com as caipifrutas, caipirinhas feitas com frutas locais.

Fonte