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sexta-feira, 31 de março de 2017

Semam dá continuidade e amplia o debate sobre as questões ambientais

Por Jô Vital - em

Ampliar o debate e contribuir com as discussões sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável, buscando soluções e compartilhando experiências de sucesso. Com este objetivo a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), vai receber os representantes dos municípios da região metropolitana, no dia 11 de abril deste ano, durante o I Fórum de Gestão Ambiental da Região Metropolitana de João Pessoa. O Fórum será realizado das 9h às 13h, no auditório da Estação Ciência, as inscrições são gratuitas e podem ser feitas acessando o link   https://goo.gl/1ZMWUE .

O I Fórum de Gestão Ambiental da Região Metropolitana de João Pessoa dá continuidade à série de debates, iniciada em novembro do ano passado, promovida pela Semam em João Pessoa. Ao ampliar a área de abrangência, incluindo representantes das cidades da Região Metropolitana, a PMJP espera contribuir com a troca de conhecimentos e experiências entre os municípios, estabelecendo parcerias.

O secretário de Meio Ambiente, Abelardo Jurema Neto, ressaltou que o I Fórum Metropolitano tem como foco ampliar e estabelecer o debate entre os municípios. “Abrir canais de diálogo, estabelecer parcerias, trocar conhecimento e entender como as cidades da região metropolitana estão enfrentando os problemas relativos às questões ambientais é o caminho para afinarmos nossas ações. As questões sobre desenvolvimento sustentável e meio ambiente de João Pessoa e das demais cidades repercutem sobre todos os moradores da região metropolitana. Por isso é tão importante que tenhamos esse espaço de discussão e troca de conhecimento”, concluiu.

Programação - A programação foi elaborada para que todos os representantes dos municípios possam ter espaço para falar sobre os diversos modelos de gestão ambiental. Estão previstas as participações de representantes das cidades de Cabedelo, Pitimbu, Caaporã, Pedras de Fogo, Conde e Bayeux.

9h - Abertura
9h15 - “Gestão Ambiental no Município de João Pessoa”
Abelardo Jurema Neto
Secretário de Meio Ambiente de João Pessoa
9h30 - “Mudanças Climáticas: qual o papel das cidades?”
Andreia Banhe
Gerente do Programa CDP Cities América Latina
9h50 - “Plano de Governo de  Caaporã 2017-2020: um modelo de gestão sustentável”
Antonio Loureiro Cavalcante
Secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Econômico de Caaporã
10h10 - “Estudos Parciais das Nascentes dos Rios Gramame, Mamuaba, Papocas e Mumbaba”
Pedro José Cesar Lima
Diretor de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Pedras de Fogo
10h30 - “Diagnóstico Preliminar da Atual Situação do Município de Pitimbu frente à Política Nacional de Resíduos Sólidos”
Cleiton Silva
Diretor de Meio Ambiente da Secretaria de Turismo e Meio Ambiente de Pitimbu
10h50 - “Licenciamento Ambiental Municipal: a experiência de Cabedelo”
Walber Farias Marques
Secretário de Meio Ambiente, Pesca e Aquicultura de Cabedelo
11h10 - “As potencialidades ambientais do Conde e os desafios da Semam”
Aurora Maria Figueiredo Coelho Costa
Secretária de Meio Ambiente do Conde
11h30 - “Urbanização de assentamentos precários nas comunidades de Bayeux”
Fabiana Lisboa
Secretária de Meio Ambiente de Bayeux
11h50 - Encerramento



 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Cuidado com a pele: Aesa alerta sobre índice de radiação solar na Paraíba


Publicado em 08/01/2015 11h22

O índice de raios ultravioleta deve ficar entre 13 e 14, na escala que varia de 1 a 16

Por Assessoria


A Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) prevê para esta quinta-feira (8) sol entre poucas nuvens em toda a Paraíba. No Litoral, a previsão é de ocorrência de chuvas passageiras ao longo do dia, com maior possibilidade de chover à noite. A previsão é que a mínima seja de 25 ºC e a máxima chegue aos 31 ºC. Não há indicação de chuvas para as demais regiões do Estado. Por conta da existência de poucas nuvens, a população deve redobrar a atenção para a maior incidência de raios ultravioleta.

De acordo com a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, o índice de raios ultravioleta deve ficar entre 13 e 14, na escala que varia de 1 a 16. “É um índice que requer muita atenção, sobretudo para quem está no Litoral, onde a incidência geralmente é bem maior do que em outras regiões do estado”, pontuou.

Ainda de acordo com a previsão, a temperatura mínima no Brejo deve ficar em torno dos 21 ºC, enquanto a máxima deve chegar aos 29 ºC.

Já no Agreste a mínima deve ser de 22 ºC e a máxima, de 30 ºC. A temperatura para a região do Curimataú e Cariri deve ser de 22 ºC a mínima e de 34 ºC a máxima.

No Alto Sertão, a temperatura mínima deve ser de 22 ºC e a máxima de 35 ºC. No Sertão paraibano, a previsão é de que os sertanejos tenham 23 ºC de temperatura mínima e 36 ºC de temperatura máxima durante esta quinta-feira.

Fonte: Secom/PB foto divulgação
 Fonte
 
 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Queimadas em canaviais deixam mais de 15 mil sem luz na Paraíba

17/11/2014 17h11 - Atualizado em 17/11/2014 17h11 

Suspensão na transmissão aconteceu na tarde do sábado (15).
Essa foi a 6ª ocorrência registrada desde o início da colheita, em agosto. 

Do G1 PB
 
As queimadas em canaviais deixaram mais de 15 mil pessoas sem energia por cerca de meia hora na tarde do sábado (15) em três localidades do Litoral Sul da Paraíba, segundo informou a assessoria da Energisa. O fogo danificou a linha de transmissão da subestação Goianinha/Caaporã e suspendeu o abastecimento em Caaporã, Acaú, Pitimbu e zona rural.

De acordo com a Energisa, essa foi a 6ª ocorrência registrada desde o início da colheita, em agosto. A concessionária de energia informou que, com a colheita em curso, o número de casos de danos na rede elétrica causados pelas chamas aumenta. A média de desligamentos nos últimos quatro anos chega a 20 vezes anuais. O número é considerado alto pelo gerente do Departamento de Manutenção da Transmissão da Energisa, Tércius Cassius Melo de Morais.
 
O maior problema, conforme explica a Energisa, é o descumprimento do decreto que proíbe o uso de fogo em áreas próximas à rede elétrica, numa faixa de segurança de 15 metros do sistema. “Para as linhas de transmissão, a faixa de segurança é de, no mínimo, 6 metros que, somados aos 15 metros do Decreto Estadual, totalizam 21 metros para ambos os lados do eixo da linha de transmissão. Quando esses limites não são respeitados, o calor afeta a composição do ar, provocando curtos circuitos entre os condutores e até mesmo entre os condutores e os postes”, explica Tércius.

Além do desconforto causado pela falta de energia em residências, escolas, lojas comerciais, hospitais e bancos, a falta de luz também afeta a linha de produção das indústrias de grande porte e podem causar queima de equipamentos. As linhas de transmissão e distribuição também são afetadas com a redução da vida útil dos componentes.

A Energisa mapeou toda plantação de cana de açúcar sob as linhas de transmissão que impõe risco de interrupção no fornecimento de energia elétrica e calcula que 450 mil pessoas estão sujeitas à suspensão no abastecimento por causa das queimadas nos canaviais.
 
Fonte
 
 

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Mais de 120 hectares de Mata Atlântica serão destruídas para construção de barragem na PB

Da Redação
Mais de 120 hectares de Mata Atlântica serão destruídas para construção de barragem na PBO Conselho de Proteção Ambiental - COPAM do Estado da Paraíba, aprovou na 88ª Reunião Extraordinária, com voto favorável do conselheiro da Associação Paraibana dos Amigos da Natureza - APAN, a renovação da Licença Prévia nº 2478/2012 - para Construção de uma Barragem de Acumulação, dita Barra Cupissura, localizada no Município de Caaporã-PB.

A Barragem de Cupissura é mais uma obra hídrica do Estado da Paraíba, com capacidade de acumulação de água de 9,56 milhões de metros cúbicos, que faz parte do complexo da Adutora Translitorânea, que garantirá água tratada até o ano de 2030 para os moradores dos Municípios de João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo, Conde, Alhandra e Caaporã.

Para a construção da Barragem de Cupissura, serão desmatados cerca de 125,3 hectares de Mata Atlântica, localizados no limites da Paraíba com Pernambuco. No levantamento florístico realizado para o Estudo de Impacto Ambiental e Respectivo Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), foi encontrado um novo registro de Bromeliaceae para o Estado da Paraíba, a Canistrum aurantiacum. Essa espécie é rara e com poucos dados na literatura, com citação apenas em Alagoas e Pernambuco, e agora na Paraíba. Além dessa espécie, foi encontrada o jacarandá (Swartzia pickelii), que de acordo com a Instrução Normativa MMA nº 6/2008, referente à lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção, essa espécie é considera ameaçada de extinção.


 

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

APAN aprova o licenciamento da Barragem de Cupissura com desmatamento de mais de 120 ha de Mata Atlântica

A Barragem de Cupissura é mais uma obra hídrica do Estado da Paraíba

Na 88ª Reunião Extraordinária do Conselho de Proteção Ambiental - COPAM do Estado da Paraíba, realizada no último dia 2 de outubro de 2014, foi aprovada, com voto favorável do conselheiro da Associação Paraibana dos Amigos da Natureza - APAN, a renovação da Licença Prévia nº 2478/2012 - para Construção de uma Barragem de Acumulação, dita Barra Cupissura, localizada no Município de Caaporã-PB.
 
A Barragem de Cupissura é mais uma obra hídrica do Estado da Paraíba, com capacidade de acumulação de água de 9,56 milhões de metros cúbicos, que faz parte do complexo da Adutora Translitorânea, que garantirá água tratada até o ano de 2030 para os moradores dos Municípios de João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo, Conde, Alhandra e Caaporã.

Para a construção da Barragem de Cupissura, serão desmatados cerca de 125,3 hectares de Mata Atlântica, localizados no limites da Paraíba com Pernambuco. No levantamento florístico realizado para o Estudo de Impacto Ambiental e Respectivo Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), foram encontrado um novo registro de Bromeliaceae para o Estado da Paraíba, a Canistrum aurantiacum.

Essa espécie é rara e com poucos dados na literatura, com citação apenas em Alagoas e Pernambuco, e agora na Paraíba. Além dessa espécie, foi encontrada o jacarandá (Swartzia pickelii), que de acordo com a Instrução Normativa MMA nº 6/2008, referente à lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção, essa espécie é considera ameaçada de extinção.

Fonte

terça-feira, 11 de março de 2014

Região será polo cimenteiro

Além de Caaporã, indústrias de cimento serão instaladas em Alhandra, Pitimbu e Conde, alavancando economia do Litoral Sul.

Publicado em 11/03/2014 às 06:00

Com o subsolo rico em calcário, um dos principais componentes para a produção de cimento, o Litoral Sul da Paraíba é considerada como futuro polo cimenteiro do Estado.

O Município de Caaporã, por exemplo, terá ainda este ano a ampliação da indústria de cimentos Lafarge, além de projeto para a instalação de uma indústria de vidros planos.

Além de Caaporã, outras três indústrias de cimento serão instaladas em Alhandra, Pitimbu e no Conde. A expectativa do setor de mineração é que essa ampliação industrial eleve em até 300% a produção atual de cimento. A produção deverá chegar a 10 milhões de toneladas por ano, quando as cimenteiras entrarem em operação, segundo informações da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep). Já neste ano, o Estado deverá disputar a liderança na produção de cimento no Nordeste com Sergipe, líder do segmento na Região, segundo informações do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (Snic).

Uma das empresas que se destacam no polo cimenteiro paraibano é a Lafarge, que opera no Estado desde 2010 e investiu mais de R$100 milhões nos últimos três anos. Segundo informações da assessoria de comunicação da empresa, “a unidade de Caaporã produz hoje mais de 1,5 milhão de toneladas de cimento e gera 255 empregos diretos, o que corresponde a 14% do número de empregados da empresa em todo o país. Devido à proximidade com grandes centros consumidores, Caaporã favorece a distribuição e venda não apenas de cimento, mas também dos concretos Lafarge em toda a região”.

Além de abastecer o mercado da Paraíba, a empresa atende ainda à demanda dos Estados de Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte e pequenos volumes são direcionados ao Ceará. A ampliação da unidade da Lafarge em Caaporã deverá ser concluída até o final do ano, conforme a assessoria.

A perspectiva é que o crescimento industrial no Litoral Sul paraibano atraia outros empreendimentos no futuro. Além da produção cimenteira, a região conta ainda com destilarias, além da implantação da fábrica da Fiat, no município de Goiana (PE), divisa com a Paraíba.

“São dezenas de empresas que chegarão àquela região e em vários setores. No Litoral Sul, são cerca de 600 caminhões circulando por dia na rede integrada de desenvolvimento. Com certeza, um grande polo econômico para o nosso Estado”, destacou o presidente da Fiep, Buega Gadelha.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Cidade de Caaporã realiza a 1ª conferência do Meio Ambiente

Sonivagno Sousa - Secretário do Meio
Ambiente de Caaporã.

A Prefeitura Municipal de Caaporã através da Secretária de Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca, realiza a 1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente. Que acontece no próximo dia 30 de julho, no auditório da Secretaria de Educação do Município, a partir das 09h. A frente da coordenação do evento, está o secretario Sonivagno Sousa que após passar por uma cirurgia, volta ao trabalho com força total e voltando suas atenções exclusivamente para o trabalho e conscientização em preservar o meio ambiente. 

Com enfoque local, razão pela qual convoca a sociedade – governos, empresários e sociedade civil – para debater problemas e soluções, diretrizes, ações e políticas públicas para o município de Caaporã.

É o fórum adequado para expor preocupações, dividir responsabilidades e apresentar reivindicações e sugestões que aprimorem a política ambiental do município.
Participe, a sua cidade é você quem faz.

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Portal do Litoral PB com Assessoria

terça-feira, 14 de maio de 2013

Indústria de cimento vai ampliar produção

Indústria de cimentos Lafarge, instalada em Caaporã, pretende expandir em 13% a produção do principal insumo da indústria de construção.



Divulgação
Grupo Lafarge Brasil possui nove fábricas e estações de moagem no país, disse o diretor de comércio do grupo

Com a demanda de cimento das obras de transposição do São Francisco e de prospecção com a chegada da montadora da Fiat, em Goiana, a indústria de cimentos Lafarge, instalada em Caaporã, pretende expandir em 13% a produção do principal insumo da indústria de construção: o cimento. A Lafarge pretende subir de 1,5 milhão de toneladas do insumo, em 2012, para 1,7 milhão este ano.

No ano passado, a Lafarge produziu 65% do cimento do Estado (2,3 milhões de toneladas), que atualmente tem duas indústria, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria Cimenteira (Snic).
 
Com atuação nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, a indústria Lafarge fornece material para as obras como a transposição do Rio São Francisco (entre as cidades de Piranhas e Cajazeiras), e em Pernambuco, para as obras das barragens de Palmares e São João Benedito.
 
Segundo o diretor de comércio de cimento da Lafarge Brasil, Rogério Silva, o grupo possui nove fábricas no país e estações de moagem. “Em 2012, Caaporã representou cerca de 24% da nossa produção no país”, afirmou o diretor.
 
EM EXPANSÃO
Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiep), Francisco Buega Gadelha, a Cimpor e a Lafarge são as duas indústrias em atuação na Paraíba, mas o mercado está expandindo. Estão chegando à Paraíba mais quatro empresas: Cimpor 2 (Intercement), Votorantim, Elizabeth e a Brennand.
 
A Paraíba atualmente é o segundo maior produtor de cimento do Nordeste e deve liderar o mercado na Região nos próximos anos com a instalação das novas indústrias.
 
“O Brasil como um todo está consumindo muito cimento porque há mercado com obras como a da Hemobrás, Fiat e Transnordestina”, afirmou Buega Gadelha.
 
Já o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP), Fábio Sinval, a entrada de mais indústrias amplia o mercado, aumenta a concorrência e pode provocar queda de preços para a indústria da construção.

“Para o setor da construção é bom porque existe a concorrência e isso pode resultar em preços mais baixos. Mas acredito que o que é produzido na Paraíba não vai ficar restrito somente ao consumo interno, será exportado”, frisou.

Já o presidente do Sinduscon-PB, Lamir Motta, não acredita na queda de preços do cimento. “Existe um preço médio do produto e isso não tende a sofrer alteração. Mas a chegada de indústrias no Estado beneficia todos porque o maior consumidor do produto é o povo e não as construtoras. A Paraíba tem uma posição logística interessante, além de ser rica em calcário. Isso atrai os empresários”, frisou.

EMPREGOS
O diretor de comércio de cimento da Lafarge Brasil, Rogério Silva, afirmou que a indústria possui um recrutamento de pessoal permanente. Nas fábricas, a demanda maior é por profissionais qualificados, especialmente nas áreas técnicas, como manutenção (inspetores, programadores e planejadores). Há também vagas associadas  a setores como Saúde e Segurança.

Segundo ele, os interessados em ingressar na empresa devem cadastrar seu currículo no vagas.com.  De acordo com Rogério Silva, a localização geográfica da Paraíba é estratégica e facilita a distribuição do cimento para o Nordeste e outros pontos do país.

“A localização geográfica do Estado, no centro do Nordeste, e a proximidade com grandes centros consumidores, favorece a distribuição e venda não apenas de nosso cimento, mas também dos concretos Lafarge em toda a região. Diretamente a partir de Caaporã, abastecemos todo o Estado da Paraíba e também os estados de Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte. Pequenos volumes são direcionados ao Ceará”, frisou.
 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

PB ganha mais uma fábrica de cimento

Fábrica de cimentos do grupo Votorantim deverá ser instalada no município de Caaporã, com investimentos de R$ 700 milhões. 



 
O Litoral Sul paraibano deve concentrar o polo cimenteiro da Paraíba. O Grupo Votorantim deverá instalar uma fábrica de cimentos no município de Caaporã. A fábrica terá investimento de R$ 700 milhões, com capacidade de produção de 2 milhões de toneladas/ano e deverá entrar em operação em dois anos.
Em reunião com o governador Ricardo Coutinho, o Grupo Votorantim revelou que os entendimentos estão avançados do protocolo de intenções que garantirá a instalação do empreendimento. “Após a assinatura do protocolo de intenções, a previsão é que em dois anos a fábrica esteja iniciando a sua operação. Na construção da fábrica vamos gerar 1.200 empregos, principalmente na construção civil, e durante o seu funcionamento, previsto para 2015, de 700 empregos diretos e indiretos priorizando a mão de obra local”, adiantou o diretor técnico Edvaldo Rabelo.
Segundo a Votorantim, alguns fatores como a localização da Paraíba, os planos do grupo de aumentarem a produção no Nordeste, a reserva de calcário pertencente ao Grupo e a eficiência da Cinep, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Receita para viabilizar a implantação. “Já estivemos aqui com a antiga fábrica de cimentos Poty e queremos voltar em um bom momento vivenciado pelo setor na Paraíba”, comentou o diretor de Planejamento do grupo Votorantim, Luiz Alberto Castro.
O governador Ricardo Coutinho frisou os investimentos na infraestrutura na região como a duplicação e recuperação da estrada que liga Caaporã à BR-101 e os incentivos fiscais para garantir a instalação.
Atualmente, a Paraíba possui duas fábricas (Lafarge e Cimpor) e a segunda maior produção do Nordeste. Com a construção da Brennand (Pitimbu), Cimpor II (Conde) e Elizabeth (Alhandra) e com a Votorantim deve assumir em três anos a 2ª posição do país com 9,5 milhões de toneladas.



segunda-feira, 2 de abril de 2012

No CaririI: São José da Batalha é o berço da turmalina azul

Pedra chega a custar US$ 50 mil por grama

Localizado no Cariri paraibano, o Distrito de São José da Batalha é o berço da uma das pedras mais belas e cobiçadas do mundo – a Turmalina Paraíba. De um azul intenso, a pedra registra cotação superior a dos diamantes por sua raridade, chegando a custar US$ 50 mil por grama.

Grifes como Dior, Tiffany e H.Stern chegaram a vender jóias de até R$ 3,07 milhões com apenas uma turmalina. Embora a pedra seja tida como escassa em São José da Batalha, a possibilidade de encontrar novas jazidas alimenta o sonho de muitos garimpeiros na região e é confirmada pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).

A Turmalina Paraíba, também chamada de turmalina azul, foi encontrada pela primeira vez há cerca de 25 anos. Seu descobridor, o mineiro Heitor Barbosa, é um dos detentores da lavra de São José da Batalha, juntamente com familiares do deputado João Henrique. Após a descoberta, a intensidade do azul apresentado pelas Turmalina Paraíba conquistou o mercado internacional, virando modismo principalmente na Europa. A raridade, cor e brilho da pedra são os principais responsáveis por sua alta cotação, de acordo com a Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais da Paraíba (CRDM).

“A coloração incandescente e única deve-se a uma combinação de traços de cobre e manganês na estrutura cristalina deste mineral, tornando-se de um tipo de azul único encontrado por aqui”, afirma o diretor-presidente da CDRM, Geraldo Nobre. Hoje, no entanto, a mina de São José da Batalha está em fase de exaustão e a exploração está praticamente paralisada, conforme CRDM. Mas para o superintendente substituto do DNPM, José Toledo, há chances de haver jazidas inexploradas por conta da existência irregular de pegmatitos – rocha que é fonte da turmalina –, na região.

“A ocorrência de gemas preciosas em rochas pegmatíticas é errática e teoricamente não há como afirmar em ‘reservas esgotadas’. Se os pegmatitos existem, e ocupam uma grande região entre a Paraíba e o Rio Grande do Norte, existe sempre a possibilidade de se encontrar gemas preciosas. Esta é a eterna esperança que move o garimpeiro”, afirma José Toledo.

Enquanto as novas jazidas não são descobertas, os mineradores buscam alternativas na Paraíba. Segundo a CDRM, a exploração dos pegmatitos da meso região do Seridó paraibano, está voltada atualmente para a extração de quartzo, feldspato e mica (minérios industriais). “A extração de metais e de gemas (principalmente nióbio, tântalo, estanho, águas marinhas e turmalinas), fica como uma atividade secundária”, explica o diretor-presidente da Companhia.

Outras gemas preciosas, incluindo variedades de turmalinas são também encontradas na Paraíba como água marinha, ametista e quartzo róseo.

Das dunas de Mataraca, no litoral paraibano, sai a maior produção de rutilo e ilmenita – minerais aplicados na fabricação de tintas – do país. A multinacional Millennium Mineração Ltda é responsável pela extração do minério do grupo Cristal Global no Brasil. A mina, cuja produção de ilmenita foi iniciada em 1983, é explorada sem causar danos à natureza, segundo o diretor de operações da CRDM, José João Correia de Oliveira.

“Antes da descoberta desta mina, o Brasil importava este produto da Austrália. Agora, a multinacional manda estes minérios para a Bahia onde é processado junto às fábricas de tinta, abastecendo o mercado brasileiro”, informou o diretor de operações. Oliveira destaca ainda a produção de cimento paraibana, que é uma das maiores do Nordeste e está concentrada em João Pessoa, Bayeux e Caaporã. “Também produzimos a bentonita, que é utilizada na perfuração de poços de Petróleo, tendo a Petrobras como principal compradora”, destaca.

O diretor lembra que a existência de ouro em Princesa Isabel, onde uma tonelada e meia foi medida há 30 anos, ainda desperta interesses fora da Paraíba. “Este ouro era superficial, os garimpeiros foram tirando e chegaram a uma profundidade tal, que agora só é possível explorar através de sondagens. E existem várias empresas interessadas na área, uma delas é da Bahia”, revelou.

Outra grande variedade de minérios é destacada pelo superintendente substituto do DNPM, José Toledo. “A Paraíba produz argilas para a indústria cerâmica, bem como vermiculita e rochas ornamentais exóticas de grande aceitação no mercado. Além disso, pesquisas de minério de ferro vem sendo realizadas em diversos municípios paraibanos. Nos últimos cinco anos, com o aumento desta commodity no mercado internacional, o numero de áreas requeridas vem aumentado significativamente”, afirmou.

Diante de tantas potencialidades, Toledo lamenta a insuficiência de estudos que poderiam contribuir com o desenvolvimento do setor. “A economia mineral da Paraíba carece de maiores estudos para que possa apresentar dados atualizados, e acabar com a clandestinidade, bem como com as lavras ilegais o que somente beneficia os grandes consumidores, prejudicando o trabalhador”, afirma.
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sexta-feira, 30 de março de 2012

Ibama apreende couros de nove jacarés-do-papo-amarelo em Caaporã

Assessoria
 
Ibama apreende couros de nove jacarés-do-papo-amarelo em CaaporãNas ações de fiscalização da Operação Uçá, referentes ao último período da andada do caranguejo em 2012, que terminou anteontem, os agentes ambientais federais do Ibama apreenderam nove couros de jacaré-do-papo-amarelo em um dos locais fiscalizados em Caaporã, no litoral sul da Paraíba.

O réptil consta de lista de ameaçados de extinção, e a multa aplicada ao responsável pelas peles somou R$ 45 mil. O autuado foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil no município, onde foi feito Termo Circunstanciado de Ocorrência, e além das sanções administrativas aplicadas pelo Ibama, deve responder por crime contra a fauna na Justiça.

Além dos couros dos jacarés, foram apreendidas uma espingarda calibre 36 e sete munições. Na mesma residência foi encontrado um jabuti em cativeiro. Como o jabuti também consta de lista oficial de espécies ameaçadas, foi lavrado mais um auto de infração no valor de R$ 5 mil.

O jabuti foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama, onde passará por quarentena e avaliação veterinária, para verificar suas condições e a possibilidade de reintrodução na Natureza.



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Dez catadores de caranguejos são detidos no Litoral Sul da Paraíba

10/02/2012 18h33 - Atualizado em 10/02/2012 18h33

Mais de mil caranguejos já foram apreendidos neste defeso na Paraíba.
Catadores flagrados são multados e respondem por crime ambiental.

Do G1 PB
 
Dez catadores de caranguejos são detidos no Litoral Sul da Paraíba (Foto: Divulgação/Ibama)
Dez catadores de caranguejos são detidos no Litoral
Sul da Paraíba (Foto: Divulgação/Ibama)
Agentes ambientais detiveram dez catadores de caranguejo em flagrante no Litoral Sul paraibano. A ação, comandada pelo Ibama, ocorreu na tarde desta quinta-feira (9), com o objetivo de preservar o período reprodutivo do crustáceo, conhecido como “andada”, quando fica proibida sua captura, transporte, comercialização, beneficiamento e armazenamento. Os catadores, um deles menor de idade, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Caaporã, onde responderão pelo delito.
Segundo informações do Ibama, as pessoas flagradas com os animais durante o período da proibição são multadas, têm os caranguejos apreendidos e ainda devem responder a processo por crime ambiental na Justiça. No caso do flagrante realizado nesta quinta, os fiscais constataram que, além do desrespeito ao período da andada, os animais vem sendo capturados com a utilização de redinha - técnica predatória e de utilização proibida no estado há cerca de 15 anos.

Os períodos em que fica proibida a captura do caranguejo-uçá ocorrem entre os dias 8 e 13 e de 22 a 27 de fevereiro. No mês de março, o período de proteção à andada ocorre entre os dias 9 e 14 e também de 23 a 28. As andadas ocorrem em períodos diferentes a cada ano, uma vez que dependem de diversos fatores, como as fases da lua, com grande influência nas variações das marés.

Balanço das apreensões
Apenas nos primeiros dois dias da atual andada, mais de mil caranguejos apreendidos foram devolvidos aos mangues no litoral paraibano. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis ainda destacam que o respeito ao período da andada é essencial à reprodução dos animais, que são a fonte de sustento de muitas famílias da região litorânea.
 
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