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sábado, 17 de junho de 2017

30 anos: projeto ambiental visita segunda escola em Gramame

Iniciativa contará com aula de educação ambiental, distribuição e plantio de mudas 
 
Crianças das escolas municipais estão plantando e apadrinhando as mudas em João Pessoa (Foto: Daniel Sousa/TV Cabo Branco)
Crianças das escolas municipais estão plantando e apadrinhando as mudas
em João Pessoa (Foto: Daniel Sousa/TV Cabo Branco)
Mais uma escola do bairro Gramame receberá o programa ambiental que está mudando a paisagem de João Pessoa com o plantio de 30 mil árvores. A iniciativa acontece na próxima segunda-feira (19), na Escola Municipal de Ensino Fundamental Deputado Fernando Paulo Carrilho Milanez. 
 
A partir das 9h, os estudantes serão chamados para uma conversa em que discutirão os cuidados com o meio ambiente. A turma também vai ser convidada a participar de um plantio simbólico. Na ocasião, o apresentador do Globo Esporte, Kako Marques, marcará presença. 

A população que mora nos arredores da escola também poderá abraçar a campanha. É que, do lado de fora, 200 mudas estarão disponibilizadas aos moradores e pais dos alunos que queiram plantar em casa. 

Na última quarta-feira (14), a mesma atividade aconteceu na Escola Municipal de Ensino Fundamental Lúcia Giovanna de Melo, também no Gramame. Depois de um bate-papo com a criançada, a apresentadora do JPB 2ª Edição, Edilane Araújo, arregaçou as mangas e plantou uma árvore em frente à instituição. "Esse é um legado para as gerações futuras. A Rede Paraíba está transformando o ambiente em que os pessoenses moram, deixando o ar mais respirável. Essa consciência é muito importante", disse ela. 

A iniciativa é em comemoração ao aniversário de 30 anos das TVs Cabo Branco e Paraíba, por meio de uma parceria com a Prefeitura Municipal de João Pessoa. Desde o lançamento do programa, que aconteceu no dia 18 de março, cerca de 12 mil diferentes mudas já foram plantadas e distribuídas na cidade.
 
 
 
 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Ano letivo de escola em João Pessoa foi baseado em atividades para a implementação dos ODS

14/nov/2016
 
330 alunos e 30 professores do IPEI planejaram iniciativas para o alcance dos ODS no âmbito local. Foto: Mariana Paz/IPEI
330 alunos e 30 professores do IPEI planejaram iniciativas
para o alcance dos ODS no âmbito local. Foto: Mariana Paz/IPEI

Em 2016, o compromisso com a construção de uma sociedade mais justa orientou o ano letivo do Instituto Pessoense de Educação Integrada (IPEI). Com base nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 330 alunos e 30 professores do Instituto desenvolveram atividades para promover soluções, de modo colaborativo, para o alcance da Agenda 2030. Com o tema “Nosso Planeta, Nossa Casa”, desenvolveram-se projetos para fortalecer a tomada de decisão, o que resultou em documento que será entregue à Câmara Municipal de João Pessoa, propondo que a Casa inclua na pauta discussões sobre os ODS.

No documento, estudantes e professores elaboraram uma lista de ações para auxiliar no cumprimento das metas dos ODS, entre elas a instalação de lixeiras de coleta seletiva na cidade, criação de um plano municipal de habitação aos moradores de rua e garantir que o saneamento básico seja obrigatório em todas as áreas da cidade. O documento será levado à Câmara de Vereadores pelos vereadores eleitos Tibério Lima e Sandra Marrocos.

“A Agenda 2030 nos ajuda a ficarmos mais conscientes, a descobrirmos novas iniciativas e também debatermos com as pessoas as mudanças que queremos”, diz a aluna do sétimo ano, Mariana Gomes Bezerra.

No último sábado 12, durante uma mostra pedagógica, foram expostos, no Instituto, os trabalhos e materiais produzidos pelos estudantes, a partir das discussões e problemáticas sugeridas pelo tema “Nosso Planeta, Nossa Casa”, com base nos ODS. “O trabalho desperta nos alunos uma preocupação consigo, com os outros e com o planeta, e é desenvolvido com apoio da família que participa, e o envolvimento faz grande diferença nos resultados”, afirma a psicopedagoga do IPEI, Bianca Meireles.

Por meio do Projeto Brasil ODS 2030, o PNUD participou da Mostra Pedagógica para conhecer o trabalho desenvolvido pelo Instituto. O objetivo foi participar do processo de engajamento e das discussões para a implementação da Agenda 2030.

“Estarmos em 2016, primeiro ano de implementação desta agenda, e vendo um trabalho deste em desenvolvimento pela escola e pelos estudantes demonstra que existe o compromisso com a mudança aliado com a responsabilidade de colocar em prática novas iniciativas, de forma sustentável e inclusiva. Tudo isso nos leva a enxergar o alcance das metas e dos objetivos da Agenda 2030 como uma realidade nos próximos anos”, diz a analista de mobilização do Projeto Brasil ODS 2030, Inalda Béder.



 

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Palestra ensina método para uma correta destinação de pilhas e baterias

Foto: Daiane Sousa
A palestra foi ministrada na sexta-feira (26), pelo mestre em Biologia e Analista Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama-PB), Ronilson José da Paz, na sala Bessa da Expotec 2016 e trouxe um método simples para um rejeite correto de pilhas e baterias, já que o descarte incorreto desses materiais pode trazer prejuízos ambientais e à saúde humana.

As propostas da apresentação foram orientar as pessoas a agir da maneira correta diante dessa situação e tentar fazê-las entender o quanto é grave descartar materiais assim de forma inadequada. Algumas substâncias contidas neles, como o mercúrio, chumbo e lítio, podem poluir o meio ambiente por anos, além de também atingir a saúde dos seres humanos, segundo Ronilson.

Ele ainda comentou que “essas substâncias, ao serem despejadas em mares, por exemplo, podem ser absorvidas por vários animais que são de consumo humano, como os moluscos. Eles possuem a característica de serem bioacumuladores e tudo isso acaba sendo passado para a pessoa que o consome”.

Esses componentes podem causar doenças graves, como anemia, distúrbios respiratórios e prejuízos no desenvolvimento mental de crianças. Diante dessa situação o Biólogo ensinou um método prático e barato que pode ser feito através da utilização de garrafas pet: com um pequeno recorte ou a entrada da própria, é possível colocar as pilhas e baterias na mesma até encher. Feito isso, procura entregar a garrafa ao agente de limpeza, informando o material contido nela, para que ele não seja despejado em aterro sanitário e, sim, em local adequado.

O palestrante alertou para o fato das empresas que fabricam esses materiais. Elas são obrigadas por lei a fazer a logística reversa, ou seja, oferecer aos clientes local de despejo adequado após o uso dos produtos. A má destinação é um grande problema e pode ser encontrado em vários ambientes das cidades, porém pode ser reduzido com uma boa divulgação dos locais disponíveis para despejo e construção de projetos voltados para ele, como ressaltou o estudante do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), Diego Morais: “existem locais de destinação em João Pessoa, como o IFPB, no bairro de Jaguaribe”.

Ele ainda falou o quanto às colocações de Ronilson o incentivaram. “Sou aluno de Controle Ambiental e penso em desenvolver um projeto voltado para esse problema em conjunto com o Shopping Terceirão, pois é um local onde pode ser encontrado muito despejo inadequado”, afirmou. A palestra foi encerrada com a abertura de perguntas aos participantes da mesma.

Carolina Jurado (CPJ-UFPB)/Assessoria Expotec


 

sábado, 11 de janeiro de 2014

Comédia debate a questão do lixo

Com apresentações aos sábados e domingos, espetáculo 'A Batalha da Cidade contra o Rei do Lixo' estreia neste sábado (11) em JP. 


 


A cidade e o lixo são personagens antagonistas em A Batalha da Cidade contra o Rei do Lixo, espetáculo do Grupo de Teatro Jovem Zabala que faz temporada durante todo o mês de janeiro em João Pessoa. A peça do grupo estreia hoje, às 17h, no Teatro Ednaldo do Egypto. As apresentações são sempre aos sábados e domingos, no mesmo horário. Os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

Na peça, dirigida por Hércules Félix, uma trupe de atores mambembes apresenta a Cidade (Rafaela Ribeiro Amado), uma mulher bela que é assediada pelo Rei do Lixo (Ednilson Vieira Avelino). Quem defende a donzela é o Gari (Thiago Alves Gomes), herói que desafia o malfeitor em uma disputa.

Segundo o ator Magno França da Silva, que apresenta a peça, o Grupo Zabala surgiu em 2005 reunindo jovens educandos da Escola de Teatro Piollin. "A escola nos atendeu até os 18 anos. Depois, sentimos a necessidade de continuar esse trabalho de incutir cultura e arte na vida dos jovens."

Na montagem atuam oito intérpretes, mas o Zabala é formado por 15 integrantes, todos residentes nas imediações do bairro do Róger (zona norte da capital), onde há dez anos funcionava um lixão de 17 hectares, hoje desativado.

O ambiente do lixão inspirou a dramaturgia, que segundo Magno gerou respostas positivas da comunidade. A comédia tem caráter educativo e é voltada para o público infantojuvenil, com música executada ao vivo.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Oito meses após ser demolido, Bar do Surfista é reativado, mas está irregular novamente

Ideias que beneficiavam crianças carentes foram suspensas; somente ONG Guajiru que vai ganhar local fixo, fora de Cabedelo

Cidades | Em 28/12/2013 às 20h30, atualizado em 29/12/2013 às 00h10 | Por Alisson Correia

         Alisson Correia

Dono adaptou um trailer para reativar o Bar do Surfista
Dono adaptou um trailer para reativar o Bar do Surfista.
Há mais de oito meses que o Bar do Surfista foi removido da orla da cidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa, e o dono do estabelecimento ainda não conseguiu se fixar em um local seguro e apropriado, de forma que mantivesse todos os projetos sociais que existiam antes.
Waldi Silva Moreira readaptou a estrutura do estabelecimento com a instalação de um trailer, em um espaço próximo de onde o bar funcionava antes, mas fora da faixa de areia da praia de Intermares. Ainda assim, o local está em situação irregular e pode ser removido novamente pela prefeitura a qualquer momento.
O estabelecimento funcionava de forma irregular na praia de Intermares e foi derrubado em 12 de abril de 2013 pela prefeitura de Cabedelo que cumpriu uma determinação da Justiça, ordenada pela juíza da 3ª Vara Federal de Seção Judiciária da Paraíba, Cristina Maria Costa Garcez.
O bar ganhou muita popularidade porque foi o único que havia restado naquela praia e era responsável por colaborar com o turismo, bem como desenvolver atividades educacionais e esportivas com crianças carentes e abrigar a ONG Guajiru, que desenvolve projetos de pesquisa e preservação de tartarugas marinhas. A ONG ficou por todo esse tempo sem sede, mas vai ganhar um local apropriado na praia de Tambaú, em João Pessoa.
Demolição do Bar do Surfista
Foto: Demolição do Bar do Surfista, em abril de 2013.


Espaço onde funcionava o Bar do Surfista
Foto: Espaço onde funcionava o Bar do Surfista.
Créditos: Alisson Correia.



O responsável pelo Bar do Surfista, Waldi Silva Moreira, disse ao Portal Correio que aguarda a prefeitura de Cabedelo iniciar os processos de licitação que o permitirá disputar um espaço na cidade, mas houve alterações na administração municipal e agora ele não sabe mais quando isso será retomado.
 
Um dos locais cobiçados por Waldi é a Praça do Surfista, um projeto anunciado na época da demolição, mas que ainda não saiu do papel.
Ele revelou que reativou o bar através da instalação de um trailer no local perto de onde estava fixado antes, mas já foi notificado pela prefeitura de Cabedelo para retirar o equipamento das proximidades da praia. “Não sei mais como agir. Se me tirarem daqui vou reunir as pessoas e fazer um protesto; depois que o prefeito deixou o cargo e o outro assumiu não sabemos mais o que vai acontecer para que o projeto da Praça do Surfista seja viabilizado”, explicou Waldi.
O Portal Correio procurou a prefeitura de Cabedelo para falar sobre a Praça do Surfista, mas ninguém foi localizado para esclarecer detalhes do andamento do projeto.
Apenas a secretária de Obras do Município, Érica Gusmão, disse que não tem informações sobre quando ele deverá ser executado. Ela falou ainda que a prefeitura nunca teve nenhuma responsabilidade com o Bar do Surfista, porque se trata de um estabelecimento privado, que deve ter espaço próprio e regular para funcionar, sem provocar prejuízos ambientais.
Projeto da
Foto: Projeto da "Praça do Surfista" onde o bar disputa
um espaço. Créditos: Divulgação
Na época da demolição, em abril de 2013, o superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente na Paraíba, Bruno Faro Elói, havia dito que mesmo prestando apoio aos projetos do Bar do Surfista, o órgão não poderia concordar com a permanência do estabelecimento na praia porque estava em ambiente natural que deve ser protegido e preservado. Atualmente, não há nenhum ponto comercial instalado na praia de Intermares.
Projetos educacionais e ONG Guajiru
Pelo menos 20 crianças carentes eram beneficiadas com projetos sociais de educação e esporte desenvolvidos pela Federação Paraibana de Surf, em parceria com o Bar do Surfista. Todas essas ideias foram suspensas após a demolição.
Quem também teve prejuízos após a derrubada do estabelecimento foi a ONG Guajiru, que desenvolve trabalhos e pesquisas para preservação de tartarugas marinhas. Apesar disso, um novo local já é providenciado para instalação desse projeto.
ONG funciona de forma precária na praia, mas vai ganhar local fixo
Foto: ONG funciona de forma precária na Praia de Intermares,
mas vai ganhar local fixo. Créditos: Alisson Correia.
Segundo a bióloga Rita Mascarenhas, a Secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa informou que vai conceder um espaço fixo para a ONG na Capital, mas ainda há alguns entraves burocráticos que precisam ser resolvidos.
O secretário do meio ambiente da Capital, Edilton Rodrigues Nóbrega, confirmou que a ONG vai ganhar um quiosque na calçada da Praia de Tambaú.
Ele disse que serão desenvolvidos projetos que envolvem educação ambiental, tratamento de animais doentes para que eles voltem ao habitat natural e sinalização dos locais de desova em pontos específicos das praias da Grande João Pessoa.



terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Animais do Zoológico de João Pessoa recebem presentes de Natal

23/12/2013 18h29 - Atualizado em 23/12/2013 20h24 

Atividade foi realizada com felinos e primatas do Parque Arruda Câmara.
Objetivo foi tirar os animais da rotina e proporcionar atividade física.
 
Do G1 PB
 
 
Animais receberam a comida embrulhadas para presente (Foto: Patrícia Cantisani/Secom-JP)
Animais receberam a comida embrulhadas para presente
(Foto: Patrícia Cantisani/Secom-JP)

O público que foi ao Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa no domingo (22), pôde presenciar uma atividade diferente realizada com os felinos e os primatas. A comida dos animais foi oferecida dentro de caixas pintadas e enfeitadas, as frutas e carnes foram dadas aos macacos-pregos, à onça-pintada, ao leão e leoas do parque embrulhadas para presente.
 
Segundo a coordenadora do Setor de Educação Ambiental do parque, Ana Valéria Barbosa, a intenção era oferecer para os visitantes uma oportunidade de presenciar essa dinâmica de oferecer alimentação ao animal de uma maneira mais lúdica, diferente, para que o visitante não apenas olhe o animal, mas possa ver o comportamento dele.
 
“Quem foi ao Parque no domingo pôde notar que o animal não estava com fome, que o objetivo era brincar mesmo, incentivar essa movimentação dele, de ver como eles se comportam na brincadeira, no dia-a-dia e, talvez, uma imitação do que seria na natureza, se ele estivesse livre. O animal ganhou um presente, uma representação festiva do fim de ano, mas o objetivo é sensibilizar o visitante”, afirmou a coordenadora.

Animais receberam a comida embrulhadas para presente (Foto: Patrícia Cantisani/Secom-JP)
Veterinário diz que ação diverte os animais e os
visitantes têm a chance de ver os animais mais
animados (Foto: Patrícia Cantisani/Secom-JP)
O veterinário Roberto Citelli disse que a atividade também tem o objetivo de tirar o animal da rotina e incentivar o exercício físico, promovendo o bem-estar do animal e para que o público possa ver que está sendo realizado um trabalho diferente com os bichos, para que não fiquem no ócio, sem fazer esforço físico algum.
 
“O visitante pôde ver bem a questão do instinto do animal. No caso do leão e leoa, primeiro quem agiu foi a leoa, como se ela tivesse caçado e preparado a presa para o leão, que comeu primeiro e só depois ela, num comportamento idêntico ao que acontece na natureza. A fêmea caça, o macho escolhe a melhor parte, come primeiro, depois deixa o resto para a fêmea”, explicou Ana Valéria Barbosa.
 
Horário especial
A Bica funcionará em horário especial neste final de ano. Nesta terça e quarta-feira (24 e 25), véspera e dia de Natal, o parque funciona das 8h até 12h. Na terça e quarta-feira, dias 31 de dezembro e 1° de janeiro, a Bica abrirá os portões também das 8h até 12h. O funcionamento será normalizado, das 8h até 16h30, com permanência até 17h, no dia 2 de janeiro.

Os bilhetes de entrada para o Parque Arruda Câmara custam apenas R$ 1,00. Crianças abaixo de 7 anos de idade não pagam, assim como idosos acima de 60 anos. O diretor do Parque, Jair Azevedo, explicou que a Bica se encaixa nos serviços essenciais da Prefeitura de João Pessoa. “A Bica é um espaço de lazer procurado por muitas famílias, por isso fica aberta nos feriados, mas em horário especial”, disse.
 
O parque
De acordo com a prefeitura, o Parque Arruda Câmara tem 512 animais de 93 espécies. No total, 92,5% das espécies são da fauna nativa do Brasil, e apenas 7,5% são de outros países. A Bica tem uma página na internet, clique aqui para acessá-la.

O parque dispõe de equipes técnicas com profissionais especializados, como biólogos, veterinários e zootecnistas, além de tratadores treinados para desenvolver trabalhos de manejo, manutenção e ambientação de recintos.
 
Fonte
 
 

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Meio Ambiente é tema de feira cultural em escola de João Pessoa

25/10/2013 06h00 - Atualizado em 25/10/2013 06h00 

Atividade quer conscientizar jovens sobre a importância da preservação.
Estimativa é de que cerca de 400 estudantes participem da Feira.
 
Do G1 PB
  
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Lions Tambaú, no bairro dos Bancários, em João Pessoa, realiza, nesta sexta-feira (25), a XVI  Feira Cultural, com o tema ‘Meio Ambiente Numa Perspectiva de Humanização’. As atividades acontecem das 8h às 17h e cerca de 400 estudantes do 1º ao 9º ano e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) são esperados no evento.

A diretora da escola, Maria da Luz Figueiredo, afirma que o objetivo da feira é sensibilizar os estudantes sobre suas ações em relação ao meio ambiente, percebendo as consequências de cada ato ao longo do tempo e colocando-os como responsáveis pelo meio em que vivem.
 
“Anualmente nós escolhemos uma temática da atualidade e mobilizamos o alunado, educadores e pais para que desempenhem atividades para o evento cultural. Cada um deve executar seu papel meditando sobre o seu comportamento em relação a tal. O mais interessante é que a atividade acaba, mas as atitudes de mudança permanecem”, esclarece Maria da Luz Figueiredo.
 
A apresentações dos temas, divididos entre as turmas da escola, serão em forma de poesia, jogral, teatro, dança e cartazes. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Lions Tambaú fica localizada à Rua Francisco Timóteo Souza, nº 31, Bancários.
 
Fonte
 
 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Educadores do Litoral Norte da PB fazem oficina sobre meio ambiente


04/10/2013 09h29 - Atualizado em 04/10/2013 09h48 

Ao todo são 35 professores da rede pública de Rio Tinto.
Ação quer sensibilizar comunidades da Barro do Rio Mamanguape.
 
Do G1 PB
 
 
Educadores são sensibilizados para a importância de preservar a região. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Educadores são sensibilizados para a importância de preservar
a região. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Um grupo de 35 professores do ensino fundamental da rede pública de Rio Tinto, no Litoral Norte da Paraíba, está participando de oficinas de sensibilização em Educação Ambiental. A capacitação acontece até a sexta-feira (11) e é promovida pelo Projeto Viva o Peixe-Boi Marinho, que está sendo executado pela Fundação Mamíferos Aquáticos no litoral paraibano para evitar a extinção do peixe-boi marinho no Nordeste do Brasil.
 
O objetivo das oficinas é sensibilizar as comunidades que integram a Barra do Rio Mamanguape, considerada Área de Proteção Ambiental Federal, sobre a importância da conservação da biodiversidade e proteção ao habitat do peixe-boi marinho. Na oportunidade, os professores estão tendo acesso a informações sobre meio ambiente, desenvolvimento sustentável, educação ambiental e aspectos ecológicos dos peixes-bois marinhos.

Além disso, os participantes também estão se inteirando sobre a importância da APA da Barra do Rio Mamanguape para a população e para a manutenção da biodiversidade e aprender algumas técnicas de arte-educação ambiental e atividades criativas que poderão ser desenvolvidas com seus alunos.

Oficina ensina técnicas lúdicas para serem usadas em sala de aula. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Oficina ensina técnicas lúdicas para serem usadas em
sala de aula. (Foto: Genilson Geraldo/Acervo FMA)
Numa parceria com a Secretaria de Educação de Rio Tinto, os encontros acontecem sempre às sextas-feiras, na escolinha da Barra de Mamanguape, das 8h às 16h. Os professores contemplados são das comunidades da Barra de Mamanguape, Praia de Campina, Lagoa de Praia, Tanques, Tavares, Cravaçu, Aritingui, Pacaré e Peba.

Entre julho e setembro, o Projeto Viva o Peixe-Boi Marinho também promoveu, na Barra de Mamanguape, a Oficina de Agentes Ambientais, que capacitou 21 jovens das comunidades locais. Ao final da oficina, os alunos desenvolveram pequenos projetos ambientais para conservação do meio ambiente e melhoria da qualidade de vida da localidade. O Projeto Viva o Peixe-Boi Marinho vem atuando no litoral paraibano, desde fevereiro deste ano, com ações inovadoras que incluem desenvolvimento de pesquisa e tecnologia, educação ambiental, sustentabilidade, promoção da cidadania e inclusão social.
 
Fonte
 
 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Inscrições para ‘1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade’ terminam nesta sexta

 
 
SECOM
 
As inscrições para a '1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade' serão realizadas até as 13h, desta sexta-feira (26), na sede da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana, localizada na Avenida Minas Gerais, Bairro dos Estados. Com premiação de até R$ 3.500 e sorteio de brindes, o evento já conta com a inscrição de 35 pessoas, integrando sete equipes.

Para participar da '1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade', os interessados devem entregar no ato da inscrição, no mínimo, 10 quilos de material reciclável (vidro, papel, alumínio e plástico). "Tivemos equipes que trouxeram bem mais do que o solicitado para inscrição", revelou o coordenador da Coleta Seletiva da Emlur, Ulysses Ximenes.

De acordo com o superintendente da Emlur, Anselmo Castilho, a sociedade está empenhada em participar do evento em prol da causa ambiental. "A cidade abraçou o evento, e com certeza, nosso objetivo será cumprido", afirmou o superintendente, referindo-se a disseminação da prática de esportes e mudança de hábitos em benefício do meio ambiente.

Premiação completa - O grupo primeiro colocado receberá uma bicicleta para cada participante e R$ 3.500 para o grupo; o segundo colocado receberá um smartphone para cada participante e R$ 2.500 para o grupo e a equipe que cumprir as atividades em terceiro lugar, ganhará um jantar e R$ 1.500, ambos para o grupo.

Provas - A '1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade' contará com provas que integram esporte e meio ambiente, como passeio ciclístico e limpeza de canteiros, caminhada e coleta de materiais recicláveis e ainda, produção de vídeos educativos relacionados à educação ambiental.

Confira o regulamento da '1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade'
 
I. Inscrição
- Para participar da '1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade', cada equipe deverá ser composta por quatro ou cinco pessoas;
- A inscrição será realizada, entre 22 e 26 de julho na sede da Emlur, localizada na Avenida Minas Gerais, 177, Bairro dos Estados;
- Para se inscrever, cada grupo deverá entregar no mínimo 10 quilos de material reciclável (vidro, plástico, papel ou alumínio), no setor de Coleta Seletiva da Emlur. (O material entregue será pesado no momento da inscrição).

II. Provas  
Prova 1: Passeio ciclístico
- Local de saída
O passeio ciclístico será promovido no dia 05 de agosto, com concentração às 06h e saída às 07h, na sede da Emlur (Avenida Minas Gerais, 177, Bairro dos Estados).
- Percurso
Durante o percurso, que deve ser cumprido pelos competidores em até 2 horas, os participantes de cada equipe vão realizar as seguintes provas e registrá-las em fotografias:
A. realizar cuidados de manutenção em um canteiro (trecho de até 15 metros definido pelos organizadores da competição);
B. tirar foto em pelo menos um ponto turístico, demonstrando através do registro, compromisso com o meio ambiente. Observação: Todos os integrantes da mesma equipe devem participar das duas provas e ser registrados nas fotografias.
O percurso se estenderá da Avenida Minas Gerais, passando pelas Avenidas Amazonas e Espírito Santo, seguindo pela Rua Gonzaga de Silva / Rua Deputado Tertuliano de Brito / Rua Eugênio Lucena Neiva / Rua Eugênio Lucena Neiva / Avenida Presidente Epitácio Pessoa / Avenida Juarez Távora / Avenida Maximiano de Figueiredo / Avenida Dom Pedro I / Rua Coralio Soares de Oliveira / Avenida Presidente Getúlio Vargas / anel interno da Lagoa (Parque Solón de Lucena) / Avenida Presidente Getúlio Vargas / Avenida Duarte de Silveira / Avenida Ministro José Américo de Almeida (Beira Rio) / (Contorno) Altiplano / Cabo Branco / Avenida João Cyrilo da Silva / Avenida Monsenhor Odilon Coutinho / Avenida Cabo Branco / (Contorno) Avenida Panorâmica (Estação Ciência Cabo Branco) / Avenida Cabo Branco / Avenida João Cyrilo / Contorno para a Rua Paulino Pinto / Avenida Epitácio Pessoa finalizando no Busto de Tamandaré.

- Local de chegada
O passeio ciclístico será finalizado em até duas horas de prova (às 9h), com a chegada dos competidores no Busto de Tamandaré. Para julgar o cumprimento das provas, três jurados estarão no local de chegada, analisando o registro das fotos tiradas pelos competidores, bem como a agilidade que tiveram para concluir o passeio ciclístico.

Prova 2: 'Eu reciclo e você?'
- Às 10h, no Busto de Tamandaré, os competidores vão estar concentrados para participar de mais uma atividade, denominada: 'Eu reciclo e você?'
- As equipes vão percorrer a orla de João Pessoa, (entre o Cabo Branco e o Bessa), a pé, em busca de material reciclável (papel, vidro ou alumínio). O grupo que arrecadar mais produto reciclável, em uma hora (ou seja, até às 11h), vencerá a prova.
- O material terá uma hora para ser pesado pela equipe de coleta seletiva da Emlur e o resultado será divulgado até às 12h.

Prova 3: 'Educação Ambiental. Compartilhe esta ideia'
A gincana será retomada às 14h (após o almoço), onde as equipes devem produzir e compartilhar um vídeo de até 90 segundos, na rede social Facebook. O link do material divulgado na rede social que obtiver mais compartilhamento até as 17h, vencerá a disputa da prova para a equipe.
 
Observação: Caso haja empate em qualquer das provas, uma equipe formada por três jurados decidirá o vencedor.

III. Encerramento da Gincana
A 1ª 'Gincana Emlur de Sustentabilidade' será encerrada logo após as atividades e o somatório dos pontos das equipes determinará na escolha da equipe vencedora.

IV. Premiação
Grupo 1º colocado: R$ 3.500 (para o grupo) e uma bicicleta (para cada participante);
Grupo 2º colocado: R$ 2.500 (para o grupo) e um smartphone (para cada participante);
Grupo 3º colocado: R$ 1.500 e um jantar completo (para o grupo).

VI. Responsabilidade do competidor
Fica sob a responsabilidade do competidor, bem como do grupo, seus equipamentos de competição para o cumprimento das provas, preservando a Emlur como isenta em caso de roubo, furto ou dano aos materiais utilizados. 



domingo, 21 de abril de 2013

Bica serve de espaço de aprendizagem para estudantes de outros municípios

19/04/2013 - 17:41 

Todas as semanas duas escolas são selecionadas para visita

 

Além de abrigar várias espécies de animas, o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica) está servindo de espaço para aulas de campo com estudantes da rede municipal da cidade de Guarabira, que todas as terças e quintas-feiras, estão visitando o local. A medida tem o objetivo de incentivar a consciência sobre preservação, apresentando para os alunos a fauna e flora do Parque, em uma ação de Educação Ambiental.

Todas as semanas duas escolas são selecionadas para visita. Os alunos são acompanhados por professores e instrutores de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) e ao retornarem ao seu município trabalham em sala de aula o conteúdo vivenciado em campo.

Para o secretário de Meio Ambiente de João Pessoa, Edilton Nóbrega, “Educação Ambiental é um instrumento pelo qual os cidadãos constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente – um bem de uso comum do povo, essencial à qualidade de vida”.

O secretário de Educação de Guarabira, Raimundo Alves de Macedo Sobrinho, revela que a iniciativa partiu de contatos com a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) que disponibilizou o espaço para estudo e isentou as escolas de tarifa de entrada, possibilitando a participação dos alunos do 1° ao 9° ano do ensino fundamental na atividade.

Segundo informações do secretário de Educação de Guarabira, atualmente existem 6.500 alunos matriculados na rede municipal e desse total quatro mil devem participar do projeto. São 32 escolas e 45 alunos por visita, na faixa etária de 8 a 12 anos.

Nesta quinta-feira (18), alunos da Escola Antonio Florentino da Costa visitaram a Bica e se encantaram com os animais e plantas existentes. Willamys dos Santos Silva, de 10 anos, disse que já conhecia a Bica, mas que o local agora está mais bonito e limpo. Ele disse ainda que uma das lições mais importantes, aprendidas durante a visita, é sempre cuidar dos animais, sem precisar alimentá-los.


Da Redação


 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Orla de João Pessoa recebe projeto de conscientização ambiental

08/12/2012 20h12 - Atualizado em 08/12/2012 20h12

Objetivo é manter as praias limpas durante o verão.
Projeto "Cidade Limpeza, Verão Beleza" é realizado pela Emlur.
 
Do G1 PB


Objetivo é manter as praias limpas durante o verão (Foto: Divulgação/Secom-JP)
Objetivo é manter as praias limpas durante o
verão (Foto: Divulgação/Secom-JP)
Neste sábado (8) a orla de João Pessoa recebeu o projeto “Cidade Limpeza, Verão Beleza”, que estava munido de sacolas de lixo e cartilhas educativas de educação ambiental, tendo como objetivo a manutenção da limpeza da cidade. O projeto é realizado pela Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

A abertura contou com a presença de funcionários, diretores e do grupo de percussão Baticumlata, lembrando a importância da conservação das papeleiras e de sua utilização correta no descarte do lixo. “Todos temos que fazer a nossa parte para que a cidade fique limpa, não apenas no verão, mas em todo o ano”, destacou a diretora de Educação Ambiental, Carol Estrela.
 
Para o superintendente da Emlur, Lucius Fabiani, a intenção é fazer com que toda a população adquira o hábito de cuidar do próprio lixo, não apenas neste período. “O trabalho de agora é voltado para o verão por conta do aumento do fluxo de pessoas, mas queremos que as pessoas adquiram a responsabilidade com seu lixo o ano inteiro”.
 
De acordo com a Diretoria de Operações da Autarquia, para este período é esperado um aumento de 20% na quantidade de resíduos apenas na orla da capital paraibana. Por conta disso, entre as ações previstas está a ampliação da coleta domiciliar nos bairros onde se concentra o maior índice de população flutuante durante os meses de alta estação na cidade.

Fonte

domingo, 2 de dezembro de 2012

Projeto de grafitagem aborda temas ambientais em João Pessoa

02/12/2012 13h08 - Atualizado em 02/12/2012 13h08

Projeto é realizado pela Energisa em parceria com a Cufa.
Segundo coordenação, serão distribuídos R$ 25 mil reais em prêmios.
 
Do G1 PB 

Projeto aborda temas como sustentabilidade e reciclagem (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Projeto aborda temas como sustentabilidade
e reciclagem (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Quem passou pela Avenida Dom Pedro II, em João Pessoa, na manhã deste domingo (2) não deixou de observar a arte do graffiti posta em prática na subestação da Concessionária de Energia Elétrica da Paraíba (Energisa). Os grafiteiros participam do concurso “Arte e Energia na Subestação”, realizado em parceria com a Central Única das Favelas (Cufa).
 
O concurso tem o objetivo de levar conscientização à sociedade em torno de temas como uso consciente da energia, reciclagem e sustentabilidade, além de valorizar a grafitagem no estado, segundo a coordenação.

Projeto é realizado em parceria com a Central Única das Favelas (Cufa), segundo coordenação (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Projeto é realizado em parceria com Central Únicadas Favelas (Cufa), segundo coordenação (Foto: Walter Paparazzo/G1)
De acordo com Kalyne Lima, coordenadora do projeto, serão distribuídos R$ 25 mil reais em prêmios, sendo R$ 8 mil para o primeiro lugar, R$ 4 mil para o segundo e R$ 3 mil para o terceiro. “Ainda temos três prêmios técnicos no valor de R$ 1 mil cada um”, acrescentou a coordenadora. “O prêmio técnico corresponde ao domínio e qualidade da técnica do grafiti”, completou.
 
O concurso ainda prevê a distribuição de quatro prêmios no quesito originalidade no valor de R$ 500 cada um para as ideias mais criativas a respeito do tema escolhido pelos inscritos. De acordo com Kalyne Lima, ainda vão ser distribuídos dez kits de grafitagem e dez troféus que serão dados aos premiados em dinheiro.
 
O projeto, que começou a ser posto em prática no sábado (1), vai até fevereiro. “Nessa primeira etapa, tivemos 200 inscrições. É bom ressaltar que os trabalhos de grafitagem acontecem apenas nas subestações da Energisa. Na capital, nas subestações João Pessoa e Cruz do Peixe, além de Cabedelo, Campina Grande e na sede da Energisa em Guarabira”, detalhou a coordenadora do projeto.

As seleções de novos graffitis acontecem até janeiro. "Mas podem acontecer em outros meses também", salientou Kalyne Lima.


 

domingo, 14 de outubro de 2012

Dia das Crianças é comemorado na Bica

Parque Zoobotânico Arruda Câmara recebeu cerca de 30 mil visitantes; entrada para crianças até 12 anos era gratuita. 

 

 
Maurício Melo
De acordo com o diretor do parque, Jair Azevedo, 60 funcionários trabalharam orientando os visitantes

Cerca de 30 mil pessoas visitaram o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica) ontem, Dia das Crianças, em João Pessoa. Com entrada gratuita para pequeninos de até 12 anos, o feriado rendeu filas extensas, repletas de crianças e pais entusiasmados para dar início ao passeio.
 
De acordo com o diretor do parque, Jair Azevedo, 60 funcionários trabalharam orientando os visitantes e a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) garantiram a segurança da brincadeira. Em 2011, foram contabilizadas 23 mil entradas no mesmo dia.
 
A estagiária em Educação Ambiental Maria de Lourdes Teixeira conversou com as crianças sobre a importância dos animais. “A gente explica porque não pode alimentar os animais, porque eles são tão importantes. Não basta dizer não. É preciso explicar tudo isso para as crianças”, comentou.
 
O corretor de imóveis Edson Alves levou a filhinha Eleane, de 3 anos, para conhecer os passarinhos. “Ela é uma criança doce e está adorando. Nada melhor do que vê-la feliz, ter um dia bom. Nada mais justo, afinal, do que passar o Dia das Crianças ao lado dos filhos”, afirmou.
 
Para Adriana Lima, o dia na Bica foi a oportunidade de faturamento. “Estou juntando dinheiro para gravar um DVD de música gospel, então comecei a vender trufas de chocolate com recheio de todos os sabores. Para o feriado, trouxe 140 unidades com a expectativa de vender todas”, assegurou.
 
Ganhos também para Gabriel Costa, que vende brinquedos infantis. “Trouxe canecas e bichinhos coloridos. As crianças pedem e os pais acabam comprando, vale muito a pena passar o dia aqui”, explicou.
 
Os pais de Maria Betriz, de um mês, Vanessa Lima e Eduardo Soares, contam que, apesar de ser tão novinha, a bebê poderá ver as fotos do dia ao lado da família. “Ela vai adorar, com toda certeza”, disse.
 
Para quem optar por ir ao parque hoje, o expediente começará às 12h. A entrada será gratuita para crianças de até 7 anos. Para os maiores, o ingresso será R$ 1. No domingo, o funcionamento será normal, das 8h às 16h.


 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Preservação ambiental são temas de debate em João Pessoa

10 outubro de 2012 às 17h40


Técnicos da Secretaria de Estado dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, em parceria com os da Sudema, realizam na próxima segunda-feira (15), um debate sobre preservação e sustentabilidade. O evento está agendado para ocorrer no auditório do Jardim Botânico, em João Pessoa, a partir das 14h, sendo aberto ao público.

Este debate tem por objetivo ser um  marco para orientação das políticas a serem idealizadas pela Secretaria executiva dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente, bem como pretende marcar a retomada das discussões colegiadas e coletivas sobre as diversas ações em andamento em todo o Estado. Quem não puder estar presente, pode acessar o site www.paraiba.pb.gov.br/aovivo e assistir o debate via internet.

O gerente executivo de Meio Ambiente, Rogério Ferreira, juntamente com a técnica em Educação Ambiental, Wilma Araújo, visitaram diversas instituições, entre elas, os Campi do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) em oito cidades do agreste e sertão. Eles também estiveram em instituições do terceiro setor e escolas de ensino médio.

O objetivo do inventário, feito através das visitas, é tentar alinhar ações, projetos, eventos, cursos, capacitações e intervenções que vêm sendo executados por essas instituições na área ambiental para a obtenção de um resultado comum.  

De acordo com o Rogério Ferreira, até o fim da década de 80, existia, no Estado, um grupo de pesquisadores e ativistas que trabalhavam unidos a partir de uma Rede de Educação Ambiental. Esse grupo coordenava e orientava a política ambiental em todo o Estado. Por diversas questões, as discussões conjuntas deixaram de existir, e as ações isoladas em cada órgão ou instituição passaram a crescer de forma contínua e desordenada, muitas vezes sem obtenção de êxito nenhum.

Para congregar os atores multiplicadores e suas ações, realizando um reordenamento que vise atender, de forma conjunta, a demanda estadual de preservação e sustentabilidade, é que está sendo feito o inventário, que será apresentado na próxima segunda-feira, dia 15, durante um debate. 

Educação Ambiental – É um processo de orientação da sociedade para lidar com as novas necessidades de uso e preservação do meio ambiente, a partir da mudança de atitude em cada um.



sábado, 25 de agosto de 2012

Meio ambiente aprova segregação de resíduos recicláveis em escolas

23/08/2012 16:14
Márcio Macêdo
Márcio Macêdo: projeto
ajuda na conscientização
ecológica dos alunos.
Arquivo/ Diogo Xavier
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou, na quarta-feira (22), proposta que estabelece que os programas de educação ambiental na rede pública incluirão a segregação dos resíduos sólidos recicláveis produzidos nas escolas de ensino fundamental e médio. O objetivo é promover a coletiva seletiva desses materiais (como papel, papelão, plástico, alumínio e vidro) e a reciclagem, além de sensibilizar a comunidade sobre a redução e a reutilização de resíduos sólidos.

A proposta aprovada é o substitutivo do relator, deputado Márcio Macêdo (PT-SE), ao Projeto de Lei 2491/11, do deputado Manoel Junior (PMDB-PB). O texto altera a Lei 9.795/99, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental.

O projeto original cria o programa "Lixo Reciclado na Escola" - um sistema de coleta seletiva de resíduos recicláveis a ser implantado na rede pública de ensino. No entendimento do relator, porém, foi preciso corrigir a nomenclatura utilizada, pois a proposta pretende não a “coleta”, mas, sim, a “segregação” dos resíduos nas escolas para, depois, serem coletados e comercializados.

Macêdo citou definição da Lei de Resíduos Sólidos (2.305/10), segundo a qual coleta seletiva é a coleta de resíduos sólidos previamente segregados conforme sua constituição ou composição.“Sem dúvida, o desenvolvimento de atividade permanente e contínua de segregação do lixo para coleta seletiva e reciclagem de resíduos sólidos é da mais alta relevância para o bom funcionamento das escolas e a conscientização ecológica dos alunos”, argumentou.

Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada ainda pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Lara Haje
Edição – Marcelo Oliveira
 



sábado, 21 de julho de 2012

Plantas que viram pets

Segundo volume do livro 'Tem Planta Que Virou Bicho', do fotógrafo Cácio Murilo, será lançado neste sábado (21) na Estação Cabo Branco.






O fotógrafo Cácio Murilo lança amanhã, às 19h, em João Pessoa, o livro Tem Planta Que Virou Bicho! - Volume 2 (Escrituras, 36 páginas, R$ 18,00), segundo título da série que começou em 2009 com a publicitária Alda Miranda.

O lançamento será na Estação Cabo Branco, que abriga no segundo pavimento da Torre Mirante, até outubro, a exposição Fauna Vegetal, com 20 paineis dos animais que Murilo dá forma com itens de feira como pepinos, batatas e abóboras. De acordo com Murilo, já está prevista a produção de um terceiro livro só com seres marinhos.

Antes de ser autografado na Paraíba, Tem Planta Que Virou Bicho! foi assinado pela dupla em São Paulo, nas capital e em Campinas. "Tanto os pais quanto os filhos admiram o trabalho", contou Cácio Murilo à reportagem, na abertura de sua mostra individual. "É ótimo vê-lo reconhecido não só entre as crianças, mas também entre os adultos".

A relação do fotógrafo (formado em Biologia pela UFPB) com a publicitária que coassina a obra começou à distância, depois que ela viu as imagens da 'esculturas 'in natura' publicadas em uma revista de circulação nacional. "A partir daí firmanos parceria: só depois de trocarmos fotos e textos é que aprovamos o resultado".

Aproximar-se do imaginário infantil ajudou o profissional, também, a espairecer: "Dos 25 aos 30 anos eu ralava muito, trabalhando comercialmente. Agora, aos 40, quero que as coisas fluam naturalmente".



domingo, 17 de junho de 2012

Nascentes do Rio Gramame estão poluídas

Retirada da mata, prática de agricultura sem apoio técnico agravaram a situação.





A falta de educação ambiental e o desconhecimento técnico de parte da população colocam em risco as nascentes do Rio Gramame. A bacia é responsável por cerca de 70% do sistema de abastecimento de água doce da Grande João Pessoa (que compreende a capital, Bayeux, Cabedelo, parte de Santa Rita, e das cidades de Pedras de Fogo e Conde). Devido à falta de cuidados, as águas das nascentes estão poluídas e a consequência disso pode ser drástica.

O professor Hamílcar José Almeida Filgueira, responsável pelo projeto 'Restauração das Nascentes do Rio Gramame', conta que se verificou o desmatamento indiscriminado no campo, principalmente para o consumo de lenha e carvão em atividades domésticas e de pequenas indústrias de forma não sustentável. A retirada de matas ciliares, a prática da agricultura e da pecuária sem apoio técnico e a expansão da zona urbana sem planejamento são outros fatores que agravam a situação.

Na avaliação do professor, a falta de educação ambiental e a ausência de interesse político são os grandes entraves para a preservação das nascentes dos rios na Paraíba. “Durante a realização do projeto, notamos que uma das medidas para preservação é cercar o ambiente para evitar a retirada indevida de mata e a consequente degradação”, frisa. O estudo foi feito por pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Os agricultores das proximidades das nascentes precisariam ser compensados. Em outras palavras, seria uma espécie de troca: o agricultor ajuda na preservação e recebe uma compensação financeira. Sem isso, fica difícil tornar o projeto realidade. “Os agricultores precisam da área para garantir a sobrevivência da família, não é tão fácil quanto parece”, afirma Hamílcar. “Quando iniciamos os estudos, o primeiro questionamento dos agricultores foi sobre como iriam sustentar suas famílias”, reforça.

O levantamento feito pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) catalogou 72 nascentes ao longo do rio, mas por falta de verba suficiente, foram escolhidas as mais representativas. Com isso, o estudo dos pesquisadores da UFPB foi desenvolvido ao longo das nascentes Cabelão, Cacimba da Rosa, comunidade Nova Aurora e comunidade Fazendinha. O trabalho também se estendeu à nascente Bela Rosa, localizada no divisor de águas nas bacias hidrográficas dos rios Gramame e Paraíba. Todas as nascentes estão no município de Pedras de Fogo.


João Pessoa recebe mostra de filmes ecológicos durante a Rio+20

17/06/2012 08h10 - Atualizado em 17/06/2012 08h10

Quatro filmes com temas ecológicos vão ser exibidos no Sesc Centro.
Exibições são feitas às 9h, 15h e 19h, de 18 a 21 de junho.

Do G1 PB


Mostra exibe quatro filmes com temas ecológicos (Foto: Divulgação)
Mostra exibe quatro filmes com temas ecológicos
(Foto: Divulgação)
João Pessoa recebe uma mostra ecológica durante os dias da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, que acontece no Rio de Janeiro, a Rio+20. De 18 a 21 de junho, serão exibidos os filmes "Home - Nosso Planeta, Nossa Casa", "A Amazônia em Chamas", "Na Montanha dos Gorilas" e "Wall-E" no Sesc Centro. A Rio+20 começou na última quarta-feira (13) e reúne, até o dia 22, chefes de Estado, autoridades, especialistas e ativistas de mais de 130 países.

Os horários das exibições são 9h, 15h e 19h. Os filmes tratam do descarte de resíduos de espécies animais e o desmatamento das florestas. Através da discussão dos seus enredos serão revelados os temas que se destacam na Rio+20.

Antes e após as sessões serão debatidos os novos parâmetros políticos, econômicos e sociais, e a possibilidade das nações de realizar desenvolvimento sustentável e promover a vida em harmonia dos homens e das diferentes espécies animais e vegetais. O debate será aberto pela jornalista e ambientalista Thamara Duarte.

Segunda-feira, 18 de junho
Home - Nosso Planeta, Nossa Casa

Direção: Yann Arthus-Bertrand.
Sinopse: Este documentário, lança a ideia de que não há tempo para seremos pessimistas, e uma vez reconhecidas as mudanças que inevitavelmente e se transcorreram paralelamente ao avanço da nossa civilização, propõe uma reconstrução, que nós mesmos teremos que começar, através da inversão da tendência atual de auto destruição, tornando-nos mais conscientes e críticos da extensão da degradação da Terra.
Duração: 98 minutos

Terça-feira, dia 19 de junho
A Amazônia em Chamas

Direção: John Frankenheimer
Sinopse: Quando os empresários olharam para a Amazônia, eles viram dinheiro, oportunidade e o futuro. Nada poderia impedí-los de realizar seus objetivos. A não ser Chico Mendes. Desde sua infância, Chico Mendes (Raul Julia, de Acima de Qualquer Suspeita) foi testemunha das brutalidades cometidas contra os seringueiros, explorados por seus patrões. Ainda jovem, decidiu dedicar-se a uma luta em favor de justiça para o povo de sua região. De pequenas discussões com criadores de gado, passando pela liderança de seu sindicato, a uma campanha internacional contra a devastação da floresta amazônica, Chico Mendes acreditava no diálogo e em soluções sem violência. Acabou transformando-se em uma figura de importância nacional, um herói local, e um peso ainda maior para seus inimigos...até que uma emboscada marcou o fim de sua vida de dedicação e esperança.
Elenco: Raul Julia, Sônia Braga, Edward James Olmos, Luiz Gúsman.
Duração: 128 minutos

Quarta-feira, dia 20 de junho
Na Montanha dos Gorilas
Direção:
Michael Apted
Sinopse: A luta da antropóloga americana Dian Fossey (Sigourney Weaver), que em 1967 viajou para a África e durante vários anos em Ruanda se dedicou à preservação dos gorilas da montanha, ameaçados de extinção em razão da caça indiscriminada. Dian utilizou todos os meios possíveis para protegê-los, sendo que esta luta se tornou uma paixão obssessiva que nem mesmo Bob Campbell (Bryan Brown), um fotógrafo com quem se envolveu, consegue demovê-la do seu objetivo. Assim, para salvar sua "família" Dian, faz tudo que é possível para impedir que atrocidades contra os gorilas sejam cometidas.
Elenco: Sigourney Weaver, Julie Harris, Bryan Brown
Duração: 129 minutos

Quinta-feira, dia 21 de junho
Wall-E

Direção: Andrew Stanton
Sinopse: Após entulhar a Terra de lixo e poluir a atmosfera com gases tóxicos, a humanidade deixou o planeta e passou a viver em uma gigantesca nave. O plano era que o retiro durasse alguns poucos anos, com robôs sendo deixados para limpar o planeta. Wall-E é o último destes robôs, que se mantém em funcionamento graças ao auto-conserto de suas peças. Sua vida consiste em compactar o lixo existente no planeta, que forma torres maiores que arranha-céus, e colecionar objetos curiosos que encontra ao realizar seu trabalho. Até que um dia surge repentinamente uma nave, que traz um novo e moderno robô: Eva. A princípio curioso, Wall-E logo se apaixona pela recém-chegada.
Elenco: Jeff Garlin, Kathy Najimy, Sigourney Weaver
Duração: 97 minutos

Fonte


sábado, 9 de junho de 2012

Horta orgânica é usada como ferramenta escolar

Colégio Motiva em Campina Grande utiliza, desde sua fundação, um projeto para a produção de uma horta orgânica criada para acrescentar conhecimento aos alunos de forma mais fácil e rápida.


 
O aprendizado começa logo nos primeiros anos de vida. E foi pensando assim que o Colégio Motiva em Campina Grande utiliza, desde sua fundação, um projeto para a produção de uma horta orgânica criada para acrescentar conhecimento aos alunos de forma mais fácil e rápida. O projeto é uma extensão da sala de aula e utiliza o método agrícola que possibilita, além do entretenimento, uma consciência ambiental nos estudantes. A educação ambiental é uma prática que faz parte da grade curricular do colégio. Hoje, mil alunos participam do projeto.

A vice-diretora pedagógica do colégio, Patrícia Brasil, informou que vários legumes e hortaliças são produzidos no quintal, que possui 600 m² de área. “As crianças participam do projeto desde a adubação da terra à colheita dos produtos”, contou. E os produtos são dos mais variados, entre alface, cebola, coentro, pimentão, e outros, que acabam na mesa dos próprios estudantes. “Tudo o que é colhido é levado pelas crianças, que acabam consumindo o próprio alimento que plantam”, disse.

Os alimentos são produzidos sem nenhum tipo de agrotóxico, uma outra forma de mostrar para as crianças, do primeiro ano infantil ao sétimo ano do Ensino Fundamental, a importância de uma boa prática alimentar. “Essa horta foi criada como uma extensão da matéria de Ciências, mas o que percebemos é que as crianças se envolveram ainda mais. Muitas levam essa experiência para casa e, junto com sua própria família, acabam mudando seus costumes alimentares e melhorando os cuidados com o meio ambiente”, informou Patrícia.


 

terça-feira, 5 de junho de 2012

Estudantes da Paraíba são selecionados para apresentar projeto na Rio+20

05 de junho de 2012 - 10h32 
 
Secom
 
Os alunos Vítor Damasceno e Washington Silva, do 3º ano do ensino médio integrado de Manutenção e Suporte em Informática da Escola Estadual de Educação Profissional Presidente Médici, de João Pessoa, desenvolveram juntamente com o professor de Física, Jeimes Campos, um projeto que pretende alertar e reduzir o consumo de energia nas residências de João Pessoa. O projeto foi o único na Paraíba selecionado para participar da Feira de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia da Rio+20, que acontece de 12 a 14 de junho, no Rio de Janeiro.
 
Com o título "Desenvolvimento sustentável: diminuição da quantidade de energia consumida de residências da cidade de João Pessoa, através da construção de um software (simulador de consumo), consequentemente diminuição dos impactos ambientais gerados por uma usina hidrelétrica", o projeto objetiva controlar o consumo de energia por meio do software criado pelos alunos. Através dele, é possível simular o consumo de vários aparelhos elétricos, convertendo para reais os quilowatt-hora.
 
O software pode ser acessado por computador, celular ou tablet, por meio da plataforma android. "A partir do momento que a dona da casa observa que, além do quilowatt-hora que ela gasta, tem também um valor agregado a ele, ela tem a noção que economizar é bom para o meio ambiente e também para o bolso", explica o professor Jeimes Campos.
 
Para o aluno Vítor Damasceno, a importância do projeto se dá pelo fato de levar a racionalização para dentro de casa. "Se você se educa e leva a educação para a sua casa, todos economizarão e, a longo prazo, evitam a criação de novas usinas hidrelétricas no nosso país", pondera.
  
Além do curso de Manutenção e Suporte em Informática, que atualmente conta com 137 alunos, a Escola Estadual de Educação Profissional Presidente Médici possui também os cursos de Eventos, Serviço de Restaurante e Bar e Hospedagem com um total de 427 alunos.