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sábado, 14 de dezembro de 2013

Duas tartarugas são encontradas presas em rede de pesca na Paraíba

14/12/2013 15h19 - Atualizado em 14/12/2013 16h00 

Animas estavam enroscados em coral na praia do Bessa, em João Pessoa.
Banhistas ajudaram no resgate das tartarugas.
 
Do G1 PB
 
 
Animais foram resgatado com auxílio de prancha, na praia do Bessa, em João Pessoa  (Foto: Arquivo Pessoal/David Montenegro)
Animais foram resgatados com auxílio de prancha, na praia do Bessa,
em João Pessoa (Foto: Arquivo Pessoal/David Montenegro)

Duas tartarugas foram encontradas presas em uma rede de pesca na manhã deste sábado (14) na praia do Bessa, em João Pessoa. Segundo David Montenegro, um dos banhistas que ajudou no resgate, os animais estavam enroscados na rede que estava presa em uma barreira de corais em uma área conhecida como Caribessa, no litoral da capital paraibana. Uma das tartarugas estava morta e em estado de decomposição, segundo David Montenegro. A outra foi liberada da rede e reintegrada ao habitat natural.
 
Segundo David Montenegro, os animais foram encontrados pelo atleta Gustavo Tadeu, quando ele praticava Stand Up Paddle, modalidade de surfe que se pratica em pé com um remo. “Gustavo encontrou e foi me avisar, porque eu estou sempre na área porque trabalho com passeios ecoturísticos de caiaque na praia. Por conta disso, sou praticamente um voluntário do Ibama na proteção da vida no local. Já colaborei muitas vezes com resgates e flagrei muitos crimes ambientais na área”, explicou.
 
Ele conta que aciona os órgãos competentes quando presencia algum tipo de crime de degradação ambiental, mas nem sempre vê ação por parte de quem deveria fiscalizar o local. “Algumas vezes ouvimos deles que falta equipamento para fiscalização, em outros casos falta pessoal. No mês passado vi um homem roubando parte do coral, liguei para Polícia Ambiental e felizmente conseguiram detê-lo. É um trabalho de fiscalização diário”, comentou.
 
A intenção das pessoas que frequentam o trecho da praia do Bessa é transformar a barreira de corais em Área de Preservação Permanente (APP), como é o caso da faixa de terra de Areia Vermelha na praia do Poço, em Cabedelo na Grande João Pessoa, e os corais de Picãozinho, na praia de Tambaú, na capital.
 
O G1 entrou em contato com a Superintendência do Ibama na Paraíba, mas as ligações não foram atendidas.

A tartaruga que foi encontrada viva na praia do Bessa foi devolvido ao mar (Foto: Arquivo Pessoal/David Montenegro)
A tartaruga que foi encontrada viva na praia do Bessa foi
devolvida ao mar (Foto: Arquivo Pessoal/David Montenegro)

 
Fonte
 
 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Semam promove ação educativa para frequentadores de Picãozinho e Seixas



Secom/JP


Semam promove ação educativa para frequentadores de Picãozinho e Seixas  Imagem da Internet

Com o objetivo de estimular uma conduta de preservação e cuidado nos ambientes recifais, técnicos da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) vão promover, neste fim de semana, ações de educação ambiental com proprietários de embarcações e frequentadores de Picãozinho e Seixas. No sábado (23) a ação começa às 8h e no domingo (24), às 9h.

Numa parceria com a Polícia Ambiental, Corpo de Bombeiros, Capitania dos Portos e Secretaria de Turismo de João Pessoa (Setur), os fiscais vão orientar os banhistas para que tenham uma prática responsável durante as atividades recreativas.

O secretário de Meio Ambiente, Edilton Rodrigues, disse que o objetivo da Semam é disciplinar e acompanhar as visitas àquelas áreas que são recursos naturais protegidos por lei. "Em breve, a Prefeitura vai propor o reconhecimento das áreas de Picãozinho e Seixas como unidades de conservação. Queremos estimular o hábito do ecoturismo, para que as pessoas façam uso e se beneficiem do contato com a natureza de forma responsável, preservado a área", afirmou.

Orientações - Os técnicos da Semam vão orientar os frequentadores para que não pisem nos corais, que são frágeis e podem ser destruídos com facilidade. Alimentar os peixes também não é uma conduta adequada, já que prejudica a saúde dos animais marinhos. Restos de conchas, estrelas do mar e corais servem de abrigo e, por isso, não devem ser coletados. Os equipamentos de mergulho devem ser mantidos perto do corpo, para que não destruam os corais.

Corais - Os recifes de corais, assim como as florestas tropicais, são considerados sistemas com maior biodiversidade concentrada. São formações milenares, compostas de plantas e dos próprios corais, que podem ser considerados espécies de animais.

Nos recifes de corais ficam abrigadas uma parte fundamental da cadeia alimentar marinha. Eles se desenvolvem somente onde a temperatura chega perto dos 20 ºC, formado uma barreira natural, protegendo a terra da erosão marinha e diminuindo a força das ondas. São também uma importante fonte de alimento para o homem, já que funcionam como um viveiro natural de diversas espécies marinhas, onde se alimentam e se desenvolvem os peixes. Alguns cientistas chegaram a comprovar o valor medicinal dos corais encontrados no fundo dos oceanos.


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Embarcações desfazem alinhamento de preços, diz Procon da Paraíba


11/01/2013 09h48 - Atualizado em 11/01/2013 09h48

Desalinhamento de preços aconteceu após recomendações do órgão. 
Seis das sete embarcações cobravam preços semelhantes, diz Procon-PB.
 

Do G1 PB
 
 
Proprietários de embarcações que fazem passeios para Picãozinho, em João Pessoa, desfizeram o alinhamento de preços, segundo informou a assessoria do Procon Estadual na quinta-feira (10). O desalinhamento aconteceu depois que o órgão orientou os responsáveis pelas embarcações a oferecer preços diferenciados para os visitantes da ilha, de acordo com os serviços oferecidos.
 
 Ainda segundo a assessoria do órgão, após uma denúncia anônima, fiscais do Procon Estadual constataram que seis das sete embarcações que oferecem o passeio para as piscinas naturais estavam cobrando preços semelhantes, R$ 50, e apenas uma estava cobrando R$ 30, prejudicando os consumidores, que não tinham a opção de escolher os serviço de acordo com o preço e a qualidade oferecida.
 
“O mercado prevê a liberdade da prática de preços, mas o tabelamento dos valores constitui um desrespeito ao consumidor. Não podemos permitir que isso ocorra”, disse o fiscal do Procon-PB, Sérgio Duarte.


 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Procon investiga denúncia de excesso de visitantes em Picãozinho, na PB

09/01/2013 18h21 - Atualizado em 09/01/2013 18h21 

Objetivo é verificar condições dos passeios vendidos.
Ação vai continuar durante todo o verão.

Do G1 PB
 

Foi realizada na manhã desta quarta-feira (9) uma ação de ordenamento para verificar os serviços de venda e exploração turística de passeios para a ilha de Picãozinho depois que o Procon de João Pessoa recebeu denúncias de cartelização nos preços do passeio e também de excesso de visitantes na ilha.  A Secretaria de Meio Ambiente assume a possibilidade de interdição caso denúncias sejam comprovadas. A ação contínua durante todo o verão.
 
Sérgio Duarte, representante do Procon, explicou que “foi verificado que seis embarcações estavam cobrando o mesmo preço de R$ 50, e apenas uma cobrando R$ 30”. A Secretaria de Turismo (Setur) recebeu a denúncia de que até 700 passageiros estavam sendo levados para Picãozinho, quando, segundo a própria Setur, existe um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a prefeitura e as empresas que comercializam o atrativo, limitando o número de visitantes no local em 242 pessoas por dia.

O secretário de Meio Ambiente, Roberto Brunet, comentou que “há possibilidade da interdição da ilha. Os órgãos competentes farão um estudo para saber qual é a melhor saída, caso as denuncias sejam comprovadas. A partir de hoje queremos maior observância para que a gente consiga monitar o número de pessoas que são levadas nesses passeios”.

“O número de pessoas que a ilha consegue receber diariamente foi estabelecido após um estudo de capacidade da ilha. Por ser uma área de preservação ambiental a quantidade de pessoas no local deve ser limitada para evitar danos e degradação do meio ambiente, preservando o produto turístico e o bioma marinho, promovendo uma atividade turística mais sustentável”, explicou o secretário Roberto Brunet, da Secretaria de Meio Ambiente.

A Secretaria de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa informou que a Capitania dos Portos, verificou a segurança dos banhistas e o modo como as embarcações estavam fazendo o transporte, e constatou que tudo estava dentro dos padrões.

Passeios
Atualmente, sete embarcações do tipo catamarã e duas lanchas fazem o transporte de pessoas para as piscinas naturais de Picãozinho. Com o ordenamento, o número de pessoas por embarcação foi limitado a 33 e às lanchas cinco. Outro ponto verificado durante a ação foi a forma como os passeios estavam sendo vendidos. Um ponto único de vendas foi instalado na praia para que o número de visitas fosse controlado. Além dos vendedores deste ponto, na praia não é permitido a venda por pessoas que não sejam credenciadas a uma agência de receptivo. “O objetivo é coibir a venda irregular e assegurar a boa qualidade da prestação dos serviços turísticos da cidade de João Pessoa”, comenta Brunet.


Setur realiza fiscalização em passeios para Ilha de Picãozinho


 


Secom/JP
 
Setur realiza fiscalização em passeios para Ilha de Picãozinho

Imagem Eric Wagner
A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) por meio da Secretaria de Turismo (Setur) realizou durante a manhã desta quarta-feira (9) ação de ordenamento para verificar os serviços de venda e exploração turística de passeios para a ilha de Picãozinho. A ação coordenada pela Setur teve como objetivo verificar as condições em que os passeios estão sendo vendidos, como estão acontecendo as visitas e se a segurança do turista e dos banhistas está sendo resguardada. A ação contínua durante todo o verão.
        
Segundo o secretário de Turismo de João Pessoa, Roberto Brunet já existe um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a Prefeitura e as empresas que comercializam o atrativo, limitando o número de visitantes no local em 242 pessoas por dia. "O número foi estabelecido após um estudo de capacidade da ilha. Por ser uma área de preservação ambiental a quantidade de pessoas no local deve ser limitada para evitar danos e degradação do meio ambiente, preservando o produto turístico e o bioma marinho, promovendo uma atividade turística mais sustentável", explicou.

Ainda de acordo com o secretário de Turismo Roberto Brunet, a ação atende ao Plano de Gerenciamento Costeiro (PGC) determinado por meio de Decreto Federal. A Capitania dos Portos, que esteve in loco para verificar a segurança dos banhistas e o modo como as embarcações estavam fazendo o transporte, constatou que tudo estava dentro dos padrões.

Passeios - Atualmente, sete embarcações do tipo catamarã e duas lanchas fazem o transporte de pessoas para as piscinas naturais de Picãozinho. Com o ordenamento, o número de pessoas por embarcação foi limitado a 33 e às lanchas cinco. Outro ponto verificado durante a ação foi a forma como os passeios estavam sendo vendidos. Um ponto único de vendas foi instalado na praia para que o número de visitas fosse controlado. Além dos vendedores deste ponto, na praia não é permitido a venda por pessoas que não sejam credenciadas a uma agência de receptivo. "O objetivo é coibir a venda irregular e assegurar a boa qualidade da prestação dos serviços turísticos da cidade de João Pessoa", comenta Brunet.

Participaram da ação a Capitania dos Portos, a Companhia Especializada de Apoio ao Turista (Ceatur) da Polícia Militar (PM), Secretaria de Desenvolvimento Urbano, (Sedurb) e Secretaria de Meio Ambiente (Semam) e Polícia Ambiental.



segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Área de embarque para Picãozinho é delimita em 200 metros

 
 
Secom

A partir desta segunda-feira (17), os banhistas que frequentam a praia de Tambaú precisam ficar atentos à delimitação de 200 metros que agora compreende a área de embarque e desembarque para Picãozinho.  O local foi sinalizado no domingo (16), por meio de uma ação conjunta entre a Secretaria de Turismo de João Pessoa (Setur), a Associação dos Proprietários de Embarcações Turísticas da Paraíba (Apetep) e a Capitania dos Portos da Paraíba.  

Na ocasião, o secretário de Turismo, Roberto Brunet, entregou ao comandante da Capitania dos Portos na Paraíba, Victor Buarque, e ao representante da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), o Termo de Cessão de Uso do equipamento. Atualmente, segundo o comandante da Capitania, o número de visitantes no local está bem acima do permitido - e só pode receber 240 pessoas por dia.

Segundo Brunet, a ação atende o Plano de Gerenciamento Costeiro (PGC). "Com a sinalização instalada, será possível haver a fiscalização", disse. Estiveram presentes representantes da Polícia Ambiental, agentes de controle urbano e representantes da Apetep, que vão participar da ação de regulamentação de visitas a Picãozinho.

De acordo com Brunet, também será firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para disciplinar o uso de Picãozinho. "Vamos estudar uma forma de controlar a entrada de pessoas e embarcações. Queremos garantir a preservação do lugar e promover uma atividade turística mais sustentável", explicou.

Limite - Atualmente,  sete embarcações fazem o transporte de pessoas para as piscinas naturais de Picãozinho. Com o ordenamento, o número de pessoas por embarcação vai ser limitado a 33. Para Antônio Fernandes, presidente da Apetep, este limite vai beneficiar o trabalho, já que garantirá a preservação do local. "Trabalhando de forma ordenada e organizada, poderemos preservar o local e, ao mesmo tempo, garantir que nossos filhos e netos desfrutem dessa riqueza que João Pessoa tem", salientou.


 

domingo, 4 de novembro de 2012

PMJP retoma fiscalização de embarques para Picãozinho




Entre as ações previstas para acontecer durante os próximos meses, está a retomada da fiscalização do cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta


Cidades | Em 04/11/12 às 10h21, atualizado em 04/11/12 às 10h24 | Por Assessoria
 
 

A Prefeitura de João Pessoa (PMJP), por meio da Secretaria de Turismo (Setur), está preparando diversas ações para a chegada da alta estação, período em que a Capital recebe mais turistas. 
 
Entre as ações previstas para acontecer durante os próximos meses, está a retomada da fiscalização do cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que limita o número de embarques e desembarques para a ilha de Picãozinho, em Tambaú.
 
Além disso, estão previstas ações em parceria com outras secretarias, a exemplo da Autarquia Municipal de Limpeza Pública (Emlur), para manter a cidade limpa e preparada para receber os turistas. Segundo o secretário municipal de Turismo, Roberto Brunett, o anúncio feito pelo superintendente regional da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), dentro do projeto de modernização do Aeroporto Castro Pinto, bem como a operação três novos voos, se somarão às ações e contribuirão para o crescimento do fluxo nesta temporada. 
 
“Por isso, precisamos preparar a cidade para as boas vindas”, ressaltou.


Limpeza

O projeto em parceria com a Emlur tem o intuito de sensibilizar a população local e os turistas sobre a importância de jogar o lixo nas lixeiras e manter a cidade com aspecto agradável. “Com a chegada do verão, a população flutuante de João Pessoa cresce – consequentemente, o lixo também. A Setur, embora não seja responsável pela limpeza da cidade, tem essa preocupação, pois a imagem que o turista leva da cidade tem quer ser agradável”, disse a diretora de Marketing da Setur, Georgina Luna.

Fonte

 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

'Piscinas' entre corais são destaque de passeio em Picãozinho, na Paraíba

24/01/2012 06h15 - Atualizado em 24/01/2012 06h43

Local fica a 15 minutos de barco da Praia de Tambaú, em João Pessoa.
Pôr do sol na Praia do Jacaré é destaque no programa.

Krystine Carneiro  
Do G1 PB
 
 
Picãozinho (Foto: Bráulio Chacon)
De dezembro a março, os corais de Picãozinho ficam à mostra e a água
mais clara (Foto: Bráulio Chacon/Divulgação)

As praias são as mais importantes atrações turísticas da Paraíba. Mas, algumas das mais belas paisagens naturais só podem ser vistas dentro da água. Em Picãozinho, uma barreira de recifes localizada a aproximadamente 15 minutos da Praia de Tambaú, em João Pessoa, é possível mergulhar e registrar os momentos em fotos subaquáticas ao lado de diversas espécies de peixes.

Programação Turismo Paraíba (Foto: Arte/G1)

O apelido da barreira de recifes foi dado por pescadores locais. Eles viam um pequeno pico de pedra no mar que formava piscinas naturais e resolveram batizá-lo de Picãozinho. O período de dezembro a março, quando a água fica mais clara, é o mais indicado para a visitação. Porém, o passeio com mergulho, que dura cerca de duas horas, pode ser feito em qualquer época do ano. O importante mesmo é consultar a tábua de marés antes de fazer o passeio. Com a maré de até 0,4m, os corais ficam à mostra formando uma linda vista.

No barco, o visitante pode alugar máscaras de mergulho por R$ 10 para apreciar melhor a fauna do local, pegar boias emprestadas e encomendar fotos subaquáticas, cujo preço varia de R$ 25 a R$ 30. O fotógrafo garante a presença de peixes nas fotos usando comida para peixe envolta em um plástico. Mesmo sem comer a ração, os peixes se atraem pelo cheiro do alimento e tornam a foto ainda mais bonita.

Visitante pode tirar fotos subaquáticas com os peixes (Foto: Bráulio Chacon)
Visitante pode tirar foto subaquática com peixes
(Foto: Bráulio Chacon/Divulgação)
 
 
As principais proibições do local são não pisar nos recifes e não alimentar os peixes. As limitações foram definidas para preservar a fauna do local e os corais, que estavam sendo destruídos devido ao grande número de visitantes. Apesar das regras, é possível ver os peixinhos por todos os lados e fotografá-los.

As embarcações também são submetidas a algumas regras. Nenhum barco pode ficar a menos de cinco metros dos corais. Por isso, o visitante tem que ter disposição para nadar pelas piscinas naturais, além de tomar cuidado para não pisar nos corais.

Os barcos de passeio ainda têm serviço de bordo com restaurante, onde são servidos espetinhos (R$ 4 a unidade), porção de carne de sol com batata frita (R$ 15) e refrigerantes (R$ 2 a lata). A comida, no entanto, só pode ser consumida dentro do barco, já que é proibido ir para a água com qualquer tipo de alimento.

O casal de Brasília Lucas Riulena e Márcia Thuin foi pela primeira vez a Picãozinho e registrou fotos debaixo d'água. “Foi muito legal, nunca tinha tirado foto com os peixes”, disse Lucas. O casal passou oito dias de férias na Paraíba e conheceu outras praias como Jacaré, Bessa e Tambaú. “É lindo, maravilhoso”, disse Márcia.

Visitante pode assistir ao pôr-do-sol à bordo de um catamarã (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Visitante pode assistir ao pôr-do-sol à bordo de um
catamarã (Foto: Krystine Carneiro/G1)
 
Pôr-do-sol no Jacaré
Depois de passar a manhã e a tarde no mar, uma boa opção é assistir ao pôr do sol ao som do Bolero de Ravel à bordo de um catamarã sobre o Rio Paraíba. O passeio de barco na Praia do Jacaré, em Cabedelo, dura cerca de uma hora e meia com direito a explicações históricas e geográficas do local e um show de humor no lugar onde o sol se põe primeiro no país, aproximadamente às 17h15.

No fim do passeio, os visitantes assistem ao espetáculo da natureza ao som de Jurandy do Sax, que toca vinte minutos de bolero ao vivo em cima de uma canoa todos os dias. O artista já tocou a composição mais de 4 mil vezes e já é considerado uma atração turística da Paraíba.

O Rio Paraíba nasce na Serrá do Jabitacá, na cidade de Monteiro, a 303 km da capital João Pessoa, e desagua em Cabedelo. A área localizada na Praia do Jacaré, onde acontece o encontro do rio com o mar, tem 750 m de largura e 12 m de profundidade.
 
Para quem prefere ver o espetáculo em terra firme, a Praia do Jacaré tem diversos bares às margens do Rio Paraíba de onde o pôr do sol é acompanhado pelo som do saxofone de Jurandy. O local também tem lojinhas com produtos da terra, uma feira de artesanato e uma praça de alimentação que o visitante não pode deixar de conhecer quando não estiver a bordo do barco.

A Praia do Jacaré é um dos locais que mais concentram embarcações que atuam em esporte e recreio na Paraíba, incluindo catamarãs, jet skis e lanchas. Na Paraíba, estão inscritos na Capitania dos Portos aproximadamente 3 mil embarcações de esporte e recreio, sendo que 1,2 mil são apenas de jet skis.

A partir de janeiro, a Secretaria de Meio Ambiente e Pesca de Cabedelo vai iniciar um processo de “balizamento”, onde será formada uma área de exclusão durante o período de apresentação de Jurandy do Sax. “Vamos proteger o artista, porque alguns barcos estavam se aproximando muito e ele poderia cair”, explicou o secretário Walber Farias.

Praia do Jacaré também tem um grande volume de barcos (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Praia do Jacaré também tem uma grande concentração de
barcos (Foto: Krystine Carneiro/G1)