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domingo, 1 de outubro de 2017

Paraíba tem 6ª menor incidência de raios do Brasil, com 1,4 por km², diz INPE

Cinco cidades com maior ocorrência de raios da PB ficam no Sertão, diz ELAT, órgão ligado ao INPE.
Por G1 PB


Fenômeno raro foi registrado por aluno de meteorologia de Campina Grande em março deste ano (Foto: Reprodução/Bramon/Diego Rhamon/Arquivo)
Fenômeno raro foi registrado por aluno de meteorologia de Campina Grande
em março deste ano (Foto: Reprodução/Bramon/Diego Rhamon/Arquivo)

A Paraíba tem o 6º menor índice de raios por quilômetro quadrado (km²) do Brasil. De acordo com levantamento do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT), ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a cidade que mais tem incidência de raios no estado é Bom Jesus, no Sertão, com a média de 6,61 descargas por km² por ano. A média no país, nos últimos seis anos, são de 77,8 milhões por ano.

Na Paraíba, a densidade é de 1,4 raio por quilômetro quadrado, segundo o ELAT - 12,2 vezes menor que a densidade do Tocantins, estado com a maior incidência de raios do Brasil. Os segundo e terceiro lugar pertencem ao Amazonas e ao Acre, cada um com 15,8 raios por quilômetro quadrado, em média. 

Estudante de Campina Grande registra fenômeno raro da natureza
Estudante de Campina Grande registra fenômeno raro da natureza
Raios na Paraíba
As cinco cidades com mais raios por quilômetro quadrado no estado, além de Bom Jesus, são São Domingos de Pombal - 4,72 raios/km² -, Santa Helena - 4,64 raios/km² -, Carrapateira - 4,31 raios/km² -, São José da Lagoa Tapada - 4,15 raios/km² - e São Francisco - 3,84 raios/km². Todas as cidades que figuram entre as cinco mais da Paraíba ficam no Sertão do estado. 

94,3 milhões de raios no Brasil
O estudo apresentado pelo órgão do INPE contrariou um levantamento feito em 2002 que dizia que, no Brasil, a incidência era de 55 milhões de raios. Segundo o relatório, isso se deve à tecnologia na época que não era tão avançada como a de hoje, onde é possível monitorar 99% das tempestades do país e conta também os raios que não tocam o chão, diz o ELAT. 

Em 2012 foi o ano que mais apresentou incidências de raios, onde foram registrados 94,3 milhões no país. No ano 2013 foram 92 milhões, em 2014 foram 62,9 milhões e em 2015 foram 68,6 milhões de raios, ano em que um acréscimo é observado devido ao registro do evento climático El Niño - responsável pelo aumento acentuado dos raios nas regiões sul e parte das regiões sudeste e centro-oeste. 

Brasil registrou 94,3 milhões de raios em 2012, o maior número dos últimos seis anos (Foto: Reprodução/Fantástico/Arquivo)
Brasil registrou 94,3 milhões de raios em 2012, o maior número dos últimos
seis anos (Foto: Reprodução/Fantástico/Arquivo)

Mortes por raio
Segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica, são 300 pessoas atingidas por raios por ano no Brasil, matando cerca de 100 pessoas por período. O grupo ainda afirma que o número de mortes reduziu porque também os raios reduziram nos últimos anos. Mas ele alerta que as mortes por raio ainda são maiores que em países desenvolvidos. 

O monitoramento das tempestades elétricas permite elucidar casos onde pessoas morrem de repente no meio rural por infarto ou propriedades danificadas onde há a suspeita que sejam raios, conforme o ELAT. 


terça-feira, 27 de maio de 2014

Chuva alaga o Parque Sólon de Lucena em João Pessoa

27/05/2014 18h58 - Atualizado em 27/05/2014 18h58 

Bueiros jorravam água ao invés de escoá-la.
Local tem comércio e é parada de várias linhas de ônibus.
 
Do G1 PB
 
As chuvas registradas na terça-feira (27), causaram vários pontos de alagamento no anel externo do Parque Solon de Lucena, no centro de João Pessoa. Motoristas e pedestres enfentram dificuldades para se locomover.  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
As chuvas registradas na terça-feira (27), causaram vários
pontos de alagamento no Parque Solon de Lucena, no Centro de
João Pessoa. Motoristas e pedestres enfrentram dificuldades para
se locomover no local. (Foto: Wagner Lima/G1)

 
 
G1 (Foto: Wagner Lima/G1)
Além de calçadas alagadas, pelo menos três bueiros estavam
jorrando água ao invés de escoá-la num local onde há várias
paradas de ônibus. (Foto: Wagner Lima/G1)

 
Fonte
 
 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Chuvas causam alagamentos e água invade casas em Campina Grande

14/05/2014 10h56 - Atualizado em 14/05/2014 10h56 

Defesa Civil registrou 12 pontos de alagamento na cidade.
Aesa diz que já choveu cerca de 80% do esperado para o mês de maio.
 
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba
 
 

As chuvas registradas na terça-feira (13) causaram alagamentos e a água chegou a invadir residências em alguns bairros de Campina Grande. Segundo a Defesa Civil do município, na chuva de ontem foram registrados 12 pontos de alagamento na cidade, mas o órgão informou que nenhuma família precisou ser realocada de maneira urgente.

De acordo com os dados da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), entre a tarde da terça e a manhã desta quarta-feira (14), choveu 23,6 milímetros na cidade. O órgão aponta que desde o início do mês, já choveu cerca de 80% do esperado para o mês de maio e a previsão dos meteorologistas é de que pode voltar a chover nos próximos dias.
  
Segundo a dona de casa Edilza Alves Barros, moradora do bairro das Malvinas, a água invadiu as casas e parte da rua ficou interditada por conta do alagamento e da lama. Em entrevista à TV Paraíba, ela conta que o Corpo de Bombeiros foi chamado para resgatar as pessoas. “Estava tirando água da minha casa e ouvi a gritaria no quintal. Os bombeiros amarraram uma corda no poste e estavam tirando o pessoal com ela”, disse Edilza.

O eletricista Edmilson Alves Barros contou que o problema é recorrente e fez uma barreira na frente da casa para evitar maiores prejuízos. “Ano passado tive perda total. Perdi meus móveis, máquina de lavar. A geladeira conseguimos consertar, mas o resto foi perdido”, explicou.


 

Cidades do Cariri recebem o maior volume de chuvas na PB em maio

14/05/2014 09h30 - Atualizado em 14/05/2014 09h35 

Em Serra Branca já choveu três vezes o volume esperado para o mês.
Parari também teve destaque, mas Aesa diz que chuva é irregular na região.




 
Jocélio Oliveira  

Do G1 PB

As cidades de Serra Branca e Parari, ambas situadas na região do Cariri paraibano, foram as duas onde mais choveu nos primeiros 12 dias do mês de maio, segundo informações da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa). Ao todo foram registrados 127,7 milímetros de chuva em Parari e 126,3 mm em Serra Branca. Na região, a previsão para esta quarta-feira (14) é de nebulosidade variável com possibilidade de chuvas em áreas localizadas.
 
Segundo a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, a média para o mês de maio em Serra Branca é de 38,4 milímetros de chuva. O volume registrado até agora já é mais de três vezes superior à média. Contudo, Marle faz o alerta de que esse mês a chuva foi pontual na região e não implica numa mudança de perfil climático da cidade.
"O mês de maio é geralmente chuvoso no Cariri. No semi-árido paraibano como um todo é comum que haja pancadas de chuvas fortes e localizadas”, explicou Marle Bandeira. Mas, ainda de acordo com a meteorologista, as precipitações naquela região são irregulares. 
Uma demonstração desse comportamento irregular pode ser verificado com as chuvas do mês de maio. De acordo com as informações da Aesa, em Parari choveu quatro vezes nos doze primeiros dias do mês. Em apenas uma dessas chuvas caiu um volume de 89,8 milímetros no domingo (11). Já em Serra Branca, foram seis precipitações, sendo que a maior aconteceu também no dia 11, com um volume de 106,5 milímetros, que por si só ultrapassou em cerca de 64% a média mensal na cidade.

A agência ainda não tem dados sobre o comportamento das chuvas no município de Parari. Segundo Marle, para meteorologia "é preciso uma série histórica de 30 anos para que se possa estabelecer o perfil climatológico de uma região", disse. A meteorologista comentou ainda que esse quadro já havia sido previsto pela Aesa no mês de dezembro, durante um encontro nordestino de meteorologia.

Sem chuvas em Várzea
No outro extremo, as cidade de Várzea (0,0mm) e Sousa (1,5 mm), no sertão paraibano, foram as localidades que menos receberam água da chuva durante o mês de maio. Segundo a Aesa, a previsão é chuvas localizadas na região. As duas cidades estão na lista de municípios onde foi decretado estado de emergência por conta da estiagem.
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terça-feira, 13 de maio de 2014

Chuvas vão atingir Litoral, Brejo e Agreste da PB nas próximas 24 horas

13/05/2014 16h02 - Atualizado em 13/05/2014 17h00 

Intensidade das chuvas deve variar de moderada a forte, diz Aesa.
Temperaturas devem variar entre 20 ºC e 34 ºC em todo o estado.
 
Do G1 PB
 
 
Água se acumulou na Rua Walfredo Macedo Brandão, conhecida como Principal dos Bancários em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Água se acumulou na Rua Walfredo Macedo Brandão, conhecida como
Principal dos Bancários em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

As regiões do Litoral, Brejo e Agreste da Paraíba devem continuar sendo atingidas por chuvas que podem variar entre moderada e forte pelo menos nas próximas 24 horas. A previsão do setor de metereologia da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) foi divulgada na manhã desta terça-feira (13).
 
Para o Cariri, Curimataú, Sertão e Alto Sertão também há previsão de chuva, mas com menor intensidade, segundo a meteorologista Marle Bandeira. 
 
“A atuação e a proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) no Nordeste favorecem o aumento da nebulosidade em grande parte da Paraíba, principalmente no setor centro-leste. No decorrer do dia, o tempo deverá ficar instável e propício à ocorrência de chuvas tanto nas regiões do Litoral, Brejo e Agreste quanto em áreas das regiões localizadas do oeste do Estado”, relatou

Em todo o Estado, as temperaturas devem variar entre a mínima de 20 °C (no Brejo) e a máxima de 34 °C (no Sertão). No Litoral, as temperaturas devem variar entre 23 °C e 29 ºC.

 
Chuva também alagou Avenida João Machado, em Jaguaribe, na capital paraibana (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Chuva também alagou Avenida João Machado, em Jaguaribe,
na capital paraibana (Foto: Walter Paparazzo/G1)

 
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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Aesa prevê chuvas em todas as regiões da Paraíba nesta segunda


05/05/2014 11h35 - Atualizado em 05/05/2014 11h35

No Sertão, temperatura pode chegar até 35º C, com chuvas isoladas.
Maioria das regiões apresenta nebulosidade variável.
 
Do G1 PB
 
Até as 8h30 desta terça (19), a Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob) havia registrado dois pontos de alagamento em João Pessoa  (Foto: André Resende/G1)
Temperatura aumenta nas regiões do interior do
estado (Foto: André Resende/G1)
A previsão do tempo para esta segunda-feira (5), feita pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) aponta que pode chover em todas as regiões do estado. De acordo com o boletim divulgado pelo órgão, até as 9h da terça-feira (6), chuvas isoladas podem ocorrer em várias cidades. A maioria das regiões apresenta nebulosidade variável e no Sertão, a temperatura máxima pode chegar até 35º C.

Segundo Marle Bandeira, meteorologista da Aesa, as imagens de satélite indicam que nas regiões Agreste, Brejo e Litoral, a chuva pode ser registrada durante todo o dia, enquanto que nas outras regiões, podem ocorrer pancadas de chuvas isoladas. Segundo Marle, isto se deve a um deslocamento de umidade vinda do Oceano Atlântico em direção à costa leste do Nordeste.
No Litoral, a temperatura mínima é de 24º C e a máxima de 30º C, com nebulosidade variável e possibilidade de chuvas no decorrer do dia. Já no Brejo, as temperaturas variam entre 20º C e 29º C.

A região Agreste apresenta uma temperatura variando entre 21º C e 31º C e, segundo o boletim meteorológico da Aesa, a temperatura aumenta conforme o distanciamento das regiões em relação ao Litoral, chegando a variar de 22º C e 33º C no Cariri e no Sertão, onde podem ocorrer chuvas isoladas com sol entre nuvens, a previsão é de temperatura mínima de 23º C e máxima de 35º C.
 
 
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sábado, 1 de junho de 2013

Temperatura pode atingir 15ºC na PB

Chegada do inverno não representa aumento de chuvas, mas no Brejo e no Agreste o período coincide, deixando temperaturas amenas. 


 


O inverno está se aproximando e com ele dias mais frios. Em algumas regiões da Paraíba, como Agreste, Brejo e Litoral, as temperaturas tendem a cair cada vez mais. Segundo a meteorologista da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), Marle Bandeira, o inverno começa às 2h40 do dia 21 de junho, mas em agosto, algumas cidades podem registrar temperaturas de 15 ºC.
 
A meteorologista explicou que as temperaturas são ainda mais amenas nas regiões do Brejo e Agreste, porque o período de inverno coincide com a estação chuvosa. “O mês mais chuvoso nessas regiões acontece em julho e a temperatura tende a cair ainda mais, podendo chegar a 15 ºC no mês de agosto em alguns municípios do Brejo, como Areia. Já em Campina Grande, a temperatura pode chegar a 16 ºC”, contou.
 
A especialista também afirmou que nas demais regiões do Estado, o período de chuvas está se encerrando. “É importante destacar que o inverno oficial não representa altos índices pluviométricos em todas as regiões da Paraíba. Muita gente ainda confunde inverno com chuva. No Alto Sertão, Sertão, Cariri e Curimataú acontece o inverso: as precipitações vão diminuindo gradualmente”, explicou.
 
Ela disse que as chuvas deste ano serão esparsas. De acordo com Marle, as temperaturas já começaram a cair. No Agreste, o registro é de máxima de 29 ºC e mínima de 19 ºC. “Isso é um alívio considerando que a cidade chegou a atingir até 34 ºC em dias mais quentes”, disse. Já no Brejo, a máxima é de 26 ºC e mínima de 16 ºC. No Litoral, as temperaturas variam entre 23 ºC e 30 ºC.

sábado, 18 de maio de 2013

Chuvas destroem feira livre, avenidas e provocam alagamentos em Rio Tinto

Publicado em 18/05/2013 00h00

De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), a previsão é de tempo instável e abrange também as regiões do Agreste e Brejo.


Por Felipe França

As fortes chuvas que caíram nas primeiras horas da tarde desta sexta-feira em Rio Tinto, litoral norte paraibano, provocaram transtornos aos transeuntes e feirantes da feira de frutas e verduras do mercado público da cidade.
 
 
De forma surpreendente, um grande volume de água que desceu da parte alta da cidade em direção ao centro provocou estragos nos calçamentos nas imediações do mercado, e muito entulho misturado com barro e água invadiu o setor de frutas e verduras do comercio central, levando parte das frutas e danificando bancos dos vendedores da ‘feira livre’.
Outro ponto da cidade que ficou alagado foi a Avenida Santa Elizabeth, próximo a antiga cogerência. Por mais de 1 hora o trecho ficou submersos e o transito ficou lento, dificultando a passagem de alguns veículos.

Foto: Internet
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Rural da Prefeitura de Rio Tinto mobilizou de imediato cerca de 20 homens, uma retroescavadeira, uma catrepilha e duas caçambas para a retirada dos entulhos e da areia trazidas pelas chuvas no entorno do mercado público.
Segundo Aesa, chuvas vão continuar
"As frutas tiveram que ser recolhidas na calçada"
A chuva que começou na manhã desta sexta-feira e atinge o litoral paraibano deve continuar até a noite.
De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), a previsão é de tempo instável e abrange também as regiões do Agreste e Brejo.
“Para as próximas horas, o tempo deve permanecer favorável à ocorrência de chuva de intensidade moderada a forte no setor leste do Estado. Nas demais regiões, a previsão é de nebulosidade variável”, explicou a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira.
Temperatura
Em todo o Estado, a expectativa é de que os termômetros variem entre a máxima de 36°C e mínima de 20°C graus. Para quem pretende programar atividades ao ar livre neste final de semana, a dica é ficar de olho no site da Aesa (www.aesa.pb.gov.br). Diariamente são divulgados dois boletins com a previsão meteorológica, sempre no começo da manhã e no final da tarde.
Mais fotos:
"Máquinas tiveram que tirar as areias da rua ao lado do mercado"

 
"Bancos foram arrastados e ficaram danificados"

 

"Trecho de acesso Centro às ruas do Porto e da Linha também ficou submerso"
Fonte: PBVale
  Fonte
 
 

Aesa prevê chuvas para o fim de semana no litoral paraibano

17/05/2013 16h51 - Atualizado em 17/05/2013 16h51 

Chuvas fortes continuam até a manhã do sábado (18).
Temperatura deve variar entre 20 °C e 36 °C.
 
Do G1 PB
 
 
Água atrapalhou o trânsito, invadiu calçadas e dificultou a vida de quem precisou passar pelo Centro de João Pessoa  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Água atrapalhou o trânsito, invadiu calçadas e dificultou a vida de 
quem precisou passar pelo Centro de João Pessoa
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

A chuva que atingiu o litoral paraibano na manhã desta sexta-feira (17) deve se estender até a manhã do sábado (18), de acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Segundo a meteorologista Carmem Becker, há uma grande formação de chuvas desde a Paraíba até Alagoas, principalmente no litoral. “A circulação de vento favorece a formação de nuvens na região”, comentou.
A previsão de tempo instável abrange também as regiões do Agreste e Brejo. De acordo com Carmem, no fim de semana de modo geral a previsão é de chuvas, mas com menos intensidade. No Sertão, Cariri e Curimataú devem ocorrer apenas chucas isoladas.

“Para as próximas horas, o tempo deve permanecer favorável à ocorrência de chuva de intensidade moderada a forte no setor leste do estado. Nas demais regiões, a previsão é de nebulosidade variável”, explicou a meteorologista Marle Bandeira.

Temperatura
Em toda a Paraíba, a expectativa é de que os termômetros variem entre a mínima de 20 °C e a máxima de 36 °C. Para quem pretende programar atividades ao ar livre neste final de semana, a dica é ficar de olho no site da Aesa. Diariamente são divulgados dois boletins com a previsão meteorológica: sempre no começo da manhã e no final da tarde.
 
Fonte
 
 

Chuva se concentra no litoral da PB e Cabedelo apresenta maior índice

17/05/2013 11h57 - Atualizado em 17/05/2013 11h57

João Pessoa, Alhandra e Baía da Traição também apresentam fortes chuvas.
Açudes do estado não apresentaram mudanças durante a semana.
 
Do G1 PB
  
As chuvas que vêm sendo registradas no litoral paraibano não mostram a realidade de todo o estado da Paraíba. Durante a semana do dia 11 até 17 de maio, Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa, foi a cidade com o maior índice pluviométrico registrado, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa).
 
A cidade portuária de Cabedelo apresentou o índice de 64ml. João Pessoa (63,3), Baía da Traição (49,1) e Alhandra (24,1), todas no litoral, foram outras cidades com muita chuva registrada durante a semana. Já Araruna, Agreste paraibano, foi a que obteve menor índice, com 0,4ml, entre as cidades que registraram chuva. Não houve registro de chuvas em 177 cidades neste período.
 
A Aesa informou também que os grandes açudes do estado não sofreram alteração durante a semana. São mais de 40 açudes com menos de 20% de sua capacidade total, e apenas dois cheios, com toda sua quantidade ativa.
 
Fonte
 
 

sábado, 30 de março de 2013

Chove em cidades do Sertão

Sete municípios paraibanos registram precipitações acima de 100 milímetros, em Serra Grande o Açude Cafundó está sangrando. 







A previsão da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) para as chuvas no final do mês de março, na região do Sertão da Paraíba, já começou a surtir efeito. Em dez dias, sete cidades sertanejas registraram precipitações que ultrapassam os 100 milímetros (mm), o que provocou a primeira sangria nos 121 reservatórios monitorados pela Aesa.

O açude Cafundó, localizado na cidade de Serra Grande, e com capacidade para 33.680 mm, ultrapassou suas barreiras na última terça-feira, uma vez que o volume de reserva hídrica do estado aumentou 8% em comparação ao que foi medido pela Aesa em janeiro. No início do ano, a Paraíba estava com 27,28% de sua água acumulada. Com o início do período chuvoso no Sertão, essa quantidade passou para 35,92%, o que corresponde um crescimento de 1.075.000 metros cúbicos de água para 1.416.000.

Apesar do crescimento, a situação ainda é preocupante. De acordo com a Aesa, 15 reservatórios ainda estão em situação crítica em seu armazenamento, o que corresponde a uma capacidade menor que 5% do volume total. Já 36 açudes estão em observação, ou seja, com volume total menor que 20%, enquanto que 71 reservatórios estão acima de 20% de sua carga máxima. De acordo com Lucílio Santos, gerente executivo de Monitoramento da Aesa, é preciso esperar para que seja confirmadas as previsões, para que o reflexo da chuva no armazenamento dos açudes melhore.

“A recarga em nossos açudes foi significativa durante o mês de março, e confirmaram a previsão de nossos meteorologistas.

Além desta quantidade que ficou acumulada, temos que lembrar que muito já foi consumido durante o mês e também há uma porcentagem que naturalmente é perdida na evaporação. Como os açudes já estão conseguindo acumular água, nossa perspectiva é que o volume hídrico possa aumentar”, destacou o especialista.

Dentre as cidades que registraram as maiores chuvas estão: Cajazeiras, com 118,8 mm no açude localizado no município e 106,1 mm no que fica em Engenheiro Ávidos; Ibiara, com 118 mm; Monte Horebe, com 148 mm; Nova Olinda, com registro de 115,7 mm; Pedra Branca, com 139 mm; Santa Inês, com 118,8 mm; e São José de Caiana, que atingiu a marca de 108,2 mm. Para a Aesa, o mês de abril deverá manter a média de 8% no acúmulo de água nos reservatórios, melhorando as condições de recarga nos açudes e abastecimento nos municípios paraibanos.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Aesa contesta estudo do Inmet

Meteorologistas da Aesa afirmam que estudo do Inmet não retrata a realidade paraibana, e que o estado deve registrar chuvas acima da média.





Apesar de um estudo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indicar que as chuvas na região do semiárido nordestino devem ficar abaixo da média histórica este ano, meteorologistas da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) afirmam que o estudo não retrata a realidade paraibana e que o estado deve registrar chuvas acima da média, especialmente a partir de março, com a regularidade da ocorrência de chuvas em todas as regiões.

De acordo com o meteorologista Alexandre Magno, o estudo realizado pelo Inmet faz uma previsão geral, colocando nas mesmas condições Estados com períodos chuvosos diferenciados, o que leva a um equívoco sobre a previsão de chuvas em cada unidade da federação. “Cada Estado possui regiões com períodos chuvosos diferentes, então, a previsão falha porque coloca uma realidade para todos os estados como se fosse uma coisa só, mas não é”, disse.

Ele explicou que todos os estudos feitos pela Aesa mostram que a Paraíba vai ter melhoria na ocorrência de chuvas. “A perspectiva continua sendo de que, a partir de março, deve aumentar a regularidade das precipitações chuvosas e todas as regiões do estado vão ter seus totais chuvosos oscilando dentro da média histórica”, afirmou Alexandre Magno, acrescentando que, este ano, os índices de registro de chuvas em pontos estratégicos de cada região paraibana, mesmo com as chuvas ainda sendo irregulares, se mantém dentro da média.

Como exemplos, o meteorologista mencionou alguns dos índices alcançados do início do ano até agora nos principais pontos de verificação de cada região. “No Alto Sertão, tivemos 236,5 milímetros (mm) em Riacho dos Cavalos. Em Coremas, 148 mm; Alhandra, 194,1 mm; No Brejo, Bananeiras teve 122,2 mm; Matinhas, 118,9; Monteiro, 102,3 mm. Tudo dentro da média, e ressaltando que estamos apenas no primeiro mês do período chuvoso das regiões do Semiárido, Cariri e Sertão, e, no Litoral, o período chuvoso se inicia somente em abril”, salientou.

A meteorologista Marle Bandeira, que participou da divulgação do estudo do Inmetpor meio de vídeo-conferência, explicou que os resultados dos estudos são divulgados em forma de probabilidades. “As chances das chuvas ficarem abaixo do normal são de 40%. Já a perspectiva das precipitações permanecerem dentro do padrão normal, que é de 35%. Há ainda 25% de probabilidade de chover acima da média histórica”, informou.

O relatório foi elaborado para o setor Norte da região Nordeste que, no caso da Paraíba, abrange o Sertão, Cariri e Curimataú. “É importante destacar que não estamos falando da previsão para todo o nosso Estado. De modo geral, as outras regiões devem ter chuva dentro da média histórica, apenas no semiárido é que temos essa possibilidade de chover abaixo do normal”, destacou Marle Bandeira.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Aesa prevê continuidade das chuvas nas próximas 24 horas

18/02/2013 - 19:56 - Atualizado em 18/02/2013 - 19:58 

Na capital paraibana, foram registrados 24,5 mm em apenas quatro horas

Nesta terça-feira (19), a previsão é de variação de nuvens e possibilidade de pancadas de chuva nas regiões da Paraíba. Isto se deve ao deslocamento de nebulosidade proveniente da Zona de Convergência Intertropical. O Município de Alhandra, localizado a 48 quilômetros de João Pessoa, foi a cidade onde mais choveu nas últimas 24 horas. De acordo com as estações meteorológicas da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), o índice pluviométrico registrado foi 109,3 mm.

Na capital paraibana, foram registrados 24,5 mm em apenas quatro horas. “Este foi resultado do monitoramento entre as 6h e 10h desta manhã, que foi um período mais intenso. Mas os números estão dentro da normalidade. Até o momento não há motivo para preocupação”, explicou a meteorologista Carmem Becker.

Durante o final de semana, o líder no ranking das chuvas foi o município Riacho  dos Cavalos, com 105 mm de chuvas. Catolé do Rocha também esteve entre as cidades mais chuvosas, contabilizando 78,5 mm do sábado para o domingo.

“As condições meteorológicas continuam favoráveis à ocorrência de chuvas em virtude do deslocamento de nebulosidade proveniente da Zona de Convergência Intertropical. Poderão ser registradas chuvas de intensidade moderada a forte tanto no semiárido paraibano quanto em áreas do Agreste, Brejo e Litoral no decorrer das próximas 24 horas”, concluiu a meteorologista.

Da Redação (com Assessoria)

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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Chuvas devem ficar abaixo do esperado

Previsão climática para os meses de fevereiro, março e abril foram divulgados nesta segunda-feira (28) pelo Inmet.

 

O Instituto Nacional de Meterologia (Inmet) divulgou ontem a previsão climática para os meses de fevereiro, março e abril deste ano para todo país. Segundo o instituto, a tendência é de chuvas escassas e irregulares até o final do mês de fevereiro na Paraíba. Para os meses de março e abril, há maior probabilidade de chuvas, contudo, o prognóstico é que o volume de chuvas deve variar entre normal e abaixo do esperado.

De acordo com o Inmet, na faixa leste do Nordeste, que compreende o litoral, o volume de chuvas deve variar entre 200 e 700 milímetros. Nesta área, a média da temperatura máxima para o trimestre é de 26º a 32º C, e a mínima é de 18 ºC a 24 ºC, sendo que os menores valores (18 ºC) ocorrem na região central da Paraíba.

De acordo com a meterelogista da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), Marle Bandeira, a previsão do Inmet é semelhante à feita pela agência. “Com as atuais condições oceânicas e atmosféricas, neste trimestre, a tendência é de que deverão ocorrer chuvas irregulares com padrões dentro da normalidade, especialmente o Sertão, Cariri e Curimataú, na Paraíba”, destacou.

Acrescentando que “isto significa que algumas localidades poderão receber uma quantidade de chuvas menores do que outras, sendo fundamental o monitoramento contínuo das condições atmosféricas sobre a Região e das condições oceânicas".

Ela explicou ainda que não deverá haver o prologamento, em 2013, da estiagem ocorrida ano passado. “A evolução atual dos campos atmosféricos e oceânicos apresentam uma tendência favorável a melhoria da qualidade do período chuvoso a partir do final de fevereiro e início do mês de março”, concluiu.


 

domingo, 27 de janeiro de 2013

Cacimba de Areia e Desterro lideram ranking das chuvas na Paraíba, diz Aesa

26/01/2013 - 14:49

Cidades registraram precipitações acima da média para o mês de janeiro 


O município de Cacimba de Areia, no sertão paraibano, registrou o maior índice pluviométrico do Estado este ano. A cidade, que fica localizada a 300 quilômetros de João Pessoa, recebeu 179.4 milímetros e lidera o ranking das chuvas contabilizado pela Agencia Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa).

De acordo com o setor de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, também foram registradas chuvas significativas em Desterro (149,9 mm), Livramento (140,4 mm), Lastro (125 mm), Coremas (104,8 mm) e São Francisco (102,4 mm). “Os números estão um pouco acima da normalidade, uma vez que algumas cidades já ultrapassaram a média histórica para o mês de janeiro, que é de 100 mm”, observou a meteorologista Carmem Becker.

Apesar dos altos índices pluviométricos registrados nas duas últimas semanas, a expectativa dos meteorologistas do Governo do Estado é de que haja uma diminuição das precipitações nos próximos três dias. “Daqui até o inicio da próxima semana não deveremos ter grandes chuvas no Sertão. No Litoral, Brejo e Agreste podem ocorrer chuvas esparsas. Lembrando que o período mais chuvoso destas três últimas regiões só começa em abril”, ressaltou Becker.

Diariamente, a Aesa disponibiliza na internet a previsão do tempo para todas as regiões do Estado, sendo possível, inclusive, acompanhar as mudanças climáticas de algumas cidades em tempo real. As informações estão disponíveis no site www.aesa.pb.gov.br.

Da Redação com Assessoria
WSCOM Online