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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Empresa norte-americana investirá R$ 2,8 bilhões em estaleiro na Paraíba

Obra grandiosa deve ser iniciada no final de julho deste ano. Investimento é de quase R$ 3 bilhões

Por Turismo em Foco




Cidade de Cabedelo (Foto: Turismo em Foco)
 
O Município de Lucena, no litoral Norte da Paraíba, entrará no mapa mundial do mercado marítimo. A empresa norte-americana McQuilling Services recebeu a Licença Prévia para dar prosseguimento ao projeto de construção do primeiro estaleiro de reparos de navios de médio e grande porte do Atlântico Sul. O investimento gira em torno de R$ 2,8 bilhões e irá criar cerca de 6,5 mil vagas de trabalho diretos e indiretos, além de provocar uma verdadeira revolução na economia da região. 
 
A previsão de início das obras é no final de julho deste ano, com a conclusão do projeto em quatro anos. De acordo com o consultor Roberto Braga, da RB Consultores e Associados Limitada, o estaleiro de reparos terá um prazo de quatro anos para estar em pleno funcionamento, mas nos primeiros dois anos já terá condições de começar a operar com hidrolift (sistema de docagem de navios), em julho de 2019, e todo o conjunto estará funcionamento em julho de 2021.
 
O projeto de construção do estaleiro de reparos em Lucena começou a ser desenvolvido em 2010, quando a empresa norte-americana decidiu por realizar o investimento no Brasil. “Em todo o Atlântico Sul não existe nenhum estaleiro de reparos para médios e grandes navios. Existe para navios menores no Uruguai e um para pequenos no Rio de Janeiro”, apontou Roberto Braga.
 
De acordo com o consultor paraibano, atualmente o transporte transatlântico de mercadorias tem crescido muito, sobretudo, fazendo com que os grandes navios apareçam para transportarem cargas enormes, de 4, 5, 6 mil contêineres. “São navios de 500 a 600 metros de comprimento e que precisam passar por um estaleiro de reparos porque são como aviões: a cada tantas mil horas o avião tem que ir para um estaleiro também para fazer manutenção”.
 
“Os navios, por lei internacional, não podem trafegar sem ter seguro, e a companhia de seguros, para se proteger, só faz o seguro da empresa se ela periodicamente parar num estaleiro de reparos de navios”, apontou Roberto Braga. Seguindo a lei internacional, em média, para navios novos, o reparo é feito a cada cinco anos. Após os cinco anos, tem que ir a cada três anos e meio.
 
Roberto Braga enfatizou, que um estaleiro de reparos é completamente diferente de um estaleiro de construção naval, que tem muitos no Brasil, “mas todos falidos, porque o estaleiro de reparos é para a vida inteira”, pontuou.
 
A construção do estaleiro em Lucena representará uma revolução nesse mercado, porque irá alterar de forma significativa a logística que as empresas de navios fazem para providenciar os procedimentos de reparos. “As empresas saem com os seus navios daqui e, quando estão perto de vencer o prazo, vão para Singapura, China ou Portugal. Há nos Estados Unidos também, mas dedicado a navios de turismo, que são diferentes, pelo acabamento”, disse Braga.
 
Permanecendo no Atlântico Sul para os reparos, quando estiverem vazios, tem que viajar em busca de cargas e Singapura e a China ficam fora do eixo do grande foco dos transatlânticos. “Isso custa em torno de US$ 450 mil a US$ 500 de despesa ser for levado a Singapura e China”, revelou o consultor.

Agora, por que Lucena?
A opção pelo investimento do estaleiro de reparos de navios surgiu inicialmente pelo desinteresse do Governo de Pernambuco quando foi procurado pela diretoria da empresa McQuilling Services, revelou Roberto Braga, consultor da RB Consultores e Associados Limitada. Na Paraíba, em menos de duas horas, durante um encontro dos diretores da empresa com o governador Ricardo Coutinho (PSB), foi batido o martelo para o início dos estudos de implantação do projeto.

Uma semana após esse encontro, contou o consultor, uma equipe da empresa norte-americana estava desembarcando na Paraíba para escolher o local onde o estaleiro seria construído. A McQuilling Services já havia se associado à Promom Engenharia Ltda., de Portugal, que já havia feito um trabalho em Santa Rita para a instalação de um sistema de energia termelétrica e conhecia a área.
 
“Quando falamos da área da pesca da baleia, lembraram que navios já paravam ali. Aí falaram que era área espetacular, primeiro, porque uma pergunta que sempre se faz quando se fala no investimento desse estaleiro, é como um navio de maior porte, como uma plataforma submersa dessas de petróleo, entra num canal desses, que só tem 11 metros de profundidade? Vazio ele fica com no máximo sete metros”, enfatizou Braga.

Sem contrapartida
O investimento de R$ 2,8 bilhões na construção do estaleiro de reparos em Lucena, pela empresa McQuilling Services, não irá acarretar em nenhuma contrapartida financeira por parte do Governo do Estado, nem da prefeitura de Lucena.
 
“Não existe nenhuma contrapartida do governo, a não ser o que ele é obrigado a fazer, como estradas de acesso para que os caminhões cheguem com as mercadorias, água - apesar de que não vai ter e teremos de fazer poços, tratamento de esgoto também faremos -, garantir a energia na potência que se precisa. Tudo isso o governo tem que entrar, que é a infraestrutura mínima para captar investimentos”, disse.
 
Por outro lado, enfatizou Roberto Braga, o governo precisa conclamar urbanistas, arquitetos, com responsabilidade de fazer um trabalho para que o estaleiro, ao chegar, e ainda tem seis meses para obra começar, para que tivesse um novo desenho do uso do solo.
 
“Lucena precisa de um novo plano diretor. Aqui serão construídas casas para moradia. As empresas que virão estarão numa área misturada com residências, com hotéis, então, muita gente se prepara. Quando atravesso a barca, todo mundo fica procurando casa para alugar, para vender, hotel, mas o grande trabalho que a Paraíba precisa se dar de presente é planejar bem a chegada desse estaleiro”.
 
“O estaleiro chegou, mas Lucena e toda a área norte do estado saberão como aproveitar. Não é só Lucena não, isso vai tomar muito daquela área ali, em Santa Rita, Cabedelo...”.
 
Para se ter uma ideia da revolução econômica que a instalação do estaleiro de reparos de navios irá provocar na economia de Lucena e região, Roberto Braga revelou que a prefeitura arrecadou no ano passado cerca de R$ 1,4 milhão de ISS (Imposto Sobre Serviços). Com a atividade do estaleiro, essa quantia irá decuplicar para R$ 14 milhões. “85% do seu faturamento internacional (da empresa) e os outros 15% locais, tudo isso faturamento em dólar”.

Empregos
Para atender a demanda de empregos - serão criados cerca de 6,5 mil em uma cidade que conta com uma população de pouco mais de 11 mil pessoas -, já houve um contato com o presidente da Federação das Indústrias da Paraíba (Fiep), Francisco Buega Gadelha, e com o superintendente do Sebrae da Paraíba, Walter Aguiar, que já acenaram para a possibilidade de capacitar os profissionais para a maioria das atividades que as empresas precisarão contratar. “Eles estão dispostos a ajudar de forma total no treinamento dessas pessoas. 85% da mão de obra são fácil termos aqui na região e não vai ter tudo em Lucena”, disse o consultor Roberto Braga.
 
De acordo com consultor, a Promom Engenharia (de Portugal) vai se instalar na Paraíba por um período de um ano para iniciar o processo de treinamento dos brasileiros, se possível, todos de Lucena, “porque o americano quer que tudo aconteça dentro da cidade onde está instalado o empreendimento”. “Então, eles vão treinar esse pessoal durante um ano e certamente vão deixar a mão de obra brasileira tomando conta de tudo o que acontece”.
 
Roberto Braga afirmou que já existem pequenos investidores que se agregaram a empresa americana, como uma italiana, que tem sede em Nova York, que tem 160 navios próprios. “A Transpetro quando era grande tinha 60 navios e essa tem 160 e já é sócia do estaleiro”. 
 
O estaleiro será instalado em área de 83 mil metros quadrados de galpões e oficina. Já há expectativa da vinda de, pelo menos, 16 empresas satélites que darão suporte de peças e acessórios para a McQuilling Services. De acordo com Roberto Braga, haverá vagas de trabalho para uma série de atividades, entre seguranças, eletricistas, engenheiros.
 
São tantas as atividades que demandarão de mão de obra que é difícil enumerá-las, apontou o consultor paraibano. “São seguranças do estaleiro e da área, seguranças patrimonial, funcionários para restaurantes para alimentar todas essas pessoas, comércio, área de treinamento, centro médico, que inclusive vai ser aberto para a própria população, andaimes, por exemplo”, apontou.

Recursos libertados e homenagem
O nome do estaleiro é DPI. Eles homenagearam a Pedra do Ingá. A empresa já tem sede na Paraíba, em Lucena, num escritório com endereço e o nome é Empresa de Drocagem Pedra do Ingá, ou seja, DPI.
 
No último dia 12 de dezembro do ano passado, o Conselho Diretor do Fundo de Marinha Mercante aprovou para a construção do estaleiro recursos na ordem de R$ 2,15 bilhões. Todo mundo que trafega, paga frete quando importa e exporta, ou seja, se paga uma taxa à marinha mercante. “Esse dinheiro para o fundo de marinha mercante é um fundo bom, barato e que hoje tem tido arrepios por conta dos estaleiros de construção naval que tem financiado e não tem dado certo”, disse Roberto Braga.
 
Segundo o consultor paraibano, o fundo de marinha mercante estava ávido para financiar um estaleiro que dê certo e é esse. “Foi aprovado por unanimidade, publicado no Diário Oficial da União, ou seja, o investidor que chegar agora para assumir tudo isso já tem o dinheiro garantido para fazer. É um fundo dirigido a construção de portos, navios, estaleiros obtidos dos impostos sobre fretes marítimos que constituem fundo para que área se desenvolva no país. No mundo inteiro é assim”, disse.



 

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Litoral da Paraíba tem cinco trechos de praia impróprios para banho

28/02/2015 07h11 - Atualizado em 28/02/2015 07h11 

Praias estão em João Pessoa, Cabedelo e Pitimbu.
Outras 51 praias estão totalmente liberadas para banhistas.
 
Do G1 PB



Praia de Manaíra, em João Pessoa (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Praia de Manaíra, em João Pessoa, tem um trecho impróprio (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Cinco trechos de  praias do litoral paraibano foram classificadas como impróprias para o banho pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). O relatório semanal de balneabilidade, divulgado nesta sexta-feira (27), aponta que trechos das praias do Jacaré, em Cabedelo; Manaíra, Bessa e Arraial, em João Pessoa, e de Maceió em Pitimbu, devem ser evitadas pelos banhistas.
 
No município de Cabedelo, deve ser evitada a área localizada na margem direita do Estuário do Rio Paraíba. No município de João Pessoa, devem ser evitadas as áreas localizadas à direita e à esquerda da quadra de Manaíra, à direita e à esquerda da galeria próxima ao Mag Shopping e à direita e à esquerda do maceió da praia do Bessa. Em Pitimbu, a recomendação da Sudema para os banhistas é respeitar a área de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias do litoral paraibano, por meio de coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado. Em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.

Fonte

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Três trechos de praias paraibanas estão impróprios para banho


21/02/2015 09h20 - Atualizado em 21/02/2015 10h45 

Outras 53 estão liberadas para os banhistas aproveitarem.
Praias a serem evitadas estão em Cabedelo, João Pessoa e Pitimbu.

Do G1 PB


Praia de Manaíra, em João Pessoa (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Praia de Manaíra, em João Pessoa, tem um trecho impróprio (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Três trechos de  praias do litoral paraibano foram classificadas como impróprias para o banho pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). O relatório semanal de balneabilidade, divulgado nesta sexta-feira (20), aponta que trechos das Praias do Jacaré, em Cabedelo; Manaíra, em João Pessoa,  e de  Maceió em Pitimbu, devem ser evitadas pelos banhistas.
No Município de Cabedelo, deve ser evitada a área localizada na margem direita do Estuário do Rio Paraíba. Já em João Pessoa, a área localizada 100 metros à direita e à esquerda da quadra de Manaíra e da galeria próxima ao Mag Shopping foram considerados impróprios. Em Pitimbu, a recomendação para os banhistas é respeitar a área de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias do litoral paraibano, por meio de coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado. Em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.


sábado, 6 de dezembro de 2014

Paraíba tem quatro praias impróprias para banho neste fim de semana

06/12/2014 06h30 - Atualizado em 06/12/2014 06h30 

Outras 52 praias estão apropriadas para o banho.
Confira os trechos desaconselhados pela Sudema.
 
Do G1 PB

Prais do Litoral paraibano são opções para o fim de semana; máxima será de 30º C (Foto: Adgley Delgado/Secom-PB)
Banhistas devem ficar atentos à balnabilidade
da praia escolhida (Foto: Adgley Delgado/Secom-PB)
Quatro trechos de praias do litoral da Paraíba devem ser evitados pelos banhistas neste fim de semana, de acordo com relatório de balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Outras 52 praias estão apropriadas para o banho.
 
No município de Cabedelo, deve ser evitada a área localizada na margem direita do Estuário do Rio Paraíba. No município de João Pessoa, deve ser evitada a área localizada entre a Praia do Sol e a Praia de Jacarapé. Em Pitimbu a recomendação para os banhistas é respeitar a área de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
 
O monitoramento é feito mensalmente, exceto nas praias urbanas de João Pessoa, Lucena e Pitimbu, onde a análise é feita semanalmente.

Fonte


sábado, 22 de novembro de 2014

Sudema classifica quatro praias como impróprias para banho na PB

22/11/2014 07h00 - Atualizado em 22/11/2014 07h00

Outras 53 praias do litoral paraibano estão apropriadas para banhistas.
Banhistas devem ficar atentos aos trechos impróprios.

Praia do Jacaré está imprópria para banho (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Praia do Jacaré está imprópria para banho
(Foto: Krystine Carneiro/G1)
Trechos das praias do Jacaré, em Cabedelo, Arraial, em João Pessoa, e de Maceió e Acaú/Pontinha, em Pitimbu, devem ser evitados pelos banhistas no fim de semana por terem sido classificados como impróprios para banho. O dado é do relatório da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), divulgado na sexta-feira (21). O relatório ainda apresentou que outras 53 praias estão apropriadas para o banho, com a qualidade da água variando entre excelente, muito boa e satisfatória.
 
De acordo com a Sudema, devem ser evitadas: a área localizada na margem direita do Estuário do Rio Paraíba, em Cabedelo; em João Pessoa, está imprópria para banho a área localizada entre a praia do Sol e a praia de Jacarapé; já em Pitimbu, a recomendação para os banhistas é respeitar a área de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
 
O órgão informa que o monitoramento das praias de João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que estão localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas, é semanal. Nos demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.
 
Fonte
 
 

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Quatro praias paraibanas devem ser evitadas por banhistas, diz Sudema

14/11/2014 11h59 - Atualizado em 14/11/2014 11h59 

Praias em João Pessoa, Cabedelo e Pitimbu estão impróprias para banho.
Alerta começa neste sábado e vai até o próximo final de semana. 

Do G1 PB


Praia do Jacaré, na Paraíba (Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)
Praia do Jacaré é uma das que devem ser evitadas
(Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)
Quatro praias do litoral paraibano devem ser evitadas pelos banhistas a partir de sábado (15). Segundo relatório de balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), divulgado semanalmente, trechos das Praias do Jacaré, em Cabedelo, na Grande João Pessoa; Arraial, na capital paraibana, e de Maceió e Acaú/Pontinha, em Pitimbu, no Litoral Sul, devem ser evitadas.
 
No Município de Cabedelo, deve ser evitada a área localizada na margem direita do Estuário do Rio Paraíba. No Município de João Pessoa, deve ser evitada a área localizada entre a Praia do Sol e a Praia de Jacarapé. Em Pitimbu a recomendação para os banhistas é respeitar a área de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
 
As outras 52 praias do litoral da Paraíba estão próprias para banho, com a qualidade da água variando entre excelente, muito boa e satisfatória. A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de coleta de material para análise nos municípios costeiros.

Em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.
 
Fonte
 
 

sábado, 15 de março de 2014

Seis praias estão impróprias para banho na Paraíba, diz Sudema



 
 
Assessoria 
 

Seis praias estão impróprias para banho na Paraíba, diz Sudema
Imagem da Internet.
A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), por meio da Coordenadoria de Medições Ambientais (CMA), divulgou o relatório semanal de balneabilidade das praias do Litoral paraibano, que classifica 49 próprias para banho. Conforme o relatório, elas estão consideradas adequadas para o banho e são classificadas nas categorias excelente, muito boa e satisfatória.

As praias impróprias para banho são a do Jacaré, localizada em Cabedelo (margem direita do Estuário do Rio Paraíba), Manaíra (toda extensão da praia), Seixas (trecho de 100 metros à direita e à esquerda das palhoças do Seixas), Penha (100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Rio Cabelo), Maceió em Pitimbu (100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho), Bessa I (trecho de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Maceió do Bessa) e Bessa II (trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas pluviais).

Apesar de classificadas como próprias à balneabilidade, a Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente. Essa classificação é válida até a próxima sexta-feira, 21 de março.

A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias do Estado, por meio de coleta de material para análise. O monitoramento é semanal nos municípios localizados em centros urbanos com grande fluxo de banhistas: João Pessoa, Lucena e Pitimbu. Nos demais municípios do litoral paraibano, a análise é realizada mensalmente.

Fonte

sábado, 25 de janeiro de 2014

Três praias da PB estão impróprias para banho, diz relatório da Sudema

25/01/2014 06h00 - Atualizado em 25/01/2014 06h00

Classificação é válida até a próxima quinta-feira (30).
Devem ser evitadas as praias do Jacaré, Bessa e Manaíra.
 
Do G1 PB
 
 
Praia do Bessa I está imprópria para banho (Foto: Rammom Monte/Globoesporte.com)
Praia do Bessa está imprópria para banho
(Foto: Rammom Monte/Globoesporte.com)

Três praias da Paraíba foram consideradas como impróprias para banho esta semana pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e, por isso, devem ser evitadas pelos banhistas. O alerta da Sudema é para as Praias do Jacaré, Bessa e Manaíra.

Em Cabedelo, os banhistas devem evitar área localizada na margem direita do Estuário do Rio Paraíba, na Praia do Jacaré. Na capital, deve ser respeitada a distância de 100 metros à direita e à esquerda da galeria pluvial localizada próxima ao Hotel Costa do Atlântico e da desembocadura do maceió do Bessa, nas praias de Manaíra e Bessa I, respectivamente.

A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) considerou outras 53 praias do litoral paraibano próprias para o banho, sendo classificadas nas categorias excelente, muito boa e satisfatória, até a próxima quinta-feira (30).

Apesar de classificadas como próprias à balneabilidade, a Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
 
 
Fonte