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Aves foram apreendidas em Prata, Cariri da Paraíba.
Por G1 PB
Mais de 70 aves silvestres foram apreendidas em Prata, Cariri da Paraíba
Dois homens foram presos e 76 pássaros silvestres nativos foram
apreendidos em Prata, Cariri da Paraíba, na quarta-feira (26). Na ação, a
dupla também foi multada em R$ 13.500 e R$ 24.500, de acordo com o Decreto Federal nº 6.514/2008,
que prevê multa de R$ 500 por animal apreendido e, se constar na lista
oficial dos animais em extinção, o valor sobe para R$ 5 mil por
exemplar.
A ação foi realizada pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental
(BPAmb), que apreendeu azulões, galos de campina, caboclinhos, sabiás e
golados. Os animais foram levados para o Centro de Triagem de Animais
Silvestres (Cetas), em Cabedelo, onde vão ser examinados e depois
devolvidos à natureza.
Os dois homens vão responder processo criminal e podem ser condenados a penas de seis meses a um ano de reclusão.
Dois homens que foram presos em Prata, PB, podem ser presos por até um ano (Foto: Major Lucas/BPAmb)
Suspeito de tráfico de animais silvestres da Paraíba tem mais de R$ 9 milhões em multas.
Por G1 PB
Mais de 3 mil animais silvestres foram apreendidos na Paraíba até junho de 2017
Cerca de 3.400 animais silvestres foram apreendidos na Paraíba de
janeiro a junho de 2017, de acordo com o Batalhão de Polícia Ambiental. Em
2016 o Fantástico apresentou uma lista dos maiores traficantes de
animais do Brasil, onde o primeiro lugar é um paraibano de Patos, que
deve R$ 9.1 milhões em multa.
O superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) na
Paraíba, Thiago Maranhão, disse que “se existe o traficante é porque
existe o mercado final, o consumidor. O grande responsável pelo tráfico
animal não é aquele que vai buscar e vender, mas aquele que vai
adquirir”.
Mais de 70% das apreensões são de aves, mas jabutis, macacos-prego,
jacarés e cobras também estão no rol das apreensões, diz o
superintendente do Ibama.
Multas
Thiago informou que quem cria animais silvestres sem registro pode
responder por processo penal e pagar multa de R$ 500. Para quem
comercializa o animal, a multa sobe para R$ 5 mil por unidade do animal
e, se o animal estiver em extinção, o valor da multa dobra e fica em R$
10 mil.
As pessoas que criam animais silvestres sem registro podem devolver
voluntariamente ao Ibama ou à Polícia Ambiental que não vão ser
penalizados.
PRF apreendeu oito animais silvestres na casa de um fazendeiro em Patos, PB, em junho de 2017 (Foto: Divulgação/PRF/Arquivo)
Criação regular
Quem deseja criar um animal silvestre deve procurar o Ibama para se
regularizar. Os animais podem ser adquiridos em lojas já autorizadas,
onde o comprador recebe uma nota fiscal com a licença de criação.
No caso do animal aparecer em sua residência, ele deve ser
imediatamente levado ao Ibama ou a pessoa deve chamar a Polícia
Ambiental. Se desejar ficar com ele, deve dar entrada no processo de
regularização.
Animais que não têm origem comprovada não podem ser criados de forma doméstica.
“Um
animal que chegou até você de forma irregular é porque dois ou três
morreram no transporte ou na captura”, disse Thiago Maranhão.
Animais de outros biomas
De acordo com o mestre em Geografia, Alexandre de Brito, há no Brasil
sete biomas, a Amazônia, a Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado, Pampas
(também conhecido por Campos), Matas de Araucárias e o Pantanal, onde
cada um tem seu conjunto de animais e plantas específicos (fauna e
flora).
“O prejuízo de introduzir um animal do Pantanal na Caatinga, por
exemplo, é a competitividade - muitas vezes injusta - que vai ser
gerada, onde as espécies locais podem perder espaço para a espécie
invasora”, disse Alexandre.
Por isso, quando animais silvestres de outros biomas são apreendidos
aqui na Paraíba e passam pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres
(Cetas) em Cabedelo, eles não podem ser devolvidos imediatamente à
natureza.
Dois dos maiores traficantes de animais silvestres do Brasil estão na Paraíba (Foto: Rede Globo/Arquivo)
Publicado por: Amara Alcântara em 07/07/2017 às 05:15
A empresa Interblock Artefato de Cimento S/A, que tem como um dos
sócios Diogo Oliveira Cunha Lima, filho do senador Cássio Cunha Lima
(PSDB), foi multada pela Superintendência de Administração do Meio
Ambiente (Sudema), por funcionar “estabelecimento potencialmente
poluidor, sem o devido licenciamento”.
A empresa de Diego Cunha Lima foi multada, pela Sudema, na última
quarta-feira (5), e terá 20 dias para corrigir as irregularidades
encontradas ou recorrer. Interblock Artefato de Cimento fica situada em
Alhandra e está ativa desde oito de abril de 2010, é uma indústria de
artefatos de cimento e fornece pré-fabricados como pisos intertravados,
meio-fio e blocos estruturais e de vedação.
Polícia Ambiental suspeita que madeiras seriam vendidas para fogueiras juninas.
Por G1 PB
Madeiras já estavam em caminhão para serem transportadas em João Pessoa (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Três pessoas foram presas em flagrante por cortar madeira de maneira
ilegal na cidade de João Pessoa. O flagrante aconteceu nesta
quarta-feira (14), no bairro Vieira Diniz e os homens foram presos pelo
pelotão de Polícia Ambiental.
Segundo a Polícia Militar, eles foram presos por extrair madeira de
forma ilegal em uma área privada da cidade e sem autorização do órgão
competente. Quando os policiais chegaram ao local, as madeiras já
estavam em cima de um caminhão.
Os suspeitos assumiram que as madeiras estavam sendo extraídas para
fins comerciais e a Polícia Militar acredita que elas seriam vendidas
para uso em fogueiras juninas. Os três homens vão responder por crime
ambiental.
Três pessoas são presas por extração ilegal de madeira em João Pessoa
Eles foram levados para a Central de Polícia Civil no bairro do Geisel e autuados em flagrante
Polícia | Em 23/04/2017 às 11h50, atualizado em 23/04/2017 às 11h49 | Por Redação
Polícia resgatou 72 animais em operação em JP
Policiais
do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) prenderam, na manhã deste
domingo (23), dois homens que estavam praticando comércio ilegal de aves
em uma feira no bairro Oitizeiro, em João Pessoa.
Os
suspeitos foram levados para a Central de Polícia Civil no bairro do
Geisel e autuados em flagrante. Um deles estava com três animais e foi
multado em R$ 1.500. O outro, portava quatro, e terá que pagar R$ 2.000.Além
dessas aves, mais 65 foram resgatadas pelo BPAmb na mesma feira, mas os
responsáveis por elas não foram localizados. Segundo divulgado pelo
tenente Figueiredo, entre as espécies resgatadas estão: papa capim,
golado, concriz, canário da terra, sabiá e saíra-sete-cores, sendo esta
última rara na Paraíba.
Os animais resgatados foram levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) em Cabedelo.
Foto:Saíra-sete-cores é pássaro raro e foi achado na feira Créditos:Divulgação/Polícia Ambiental
Polícia Ambiental realiza ações de proteção do período de reprodução e da captura irregular do crustáceo.
Por G1 PB
Polícia Ambiental apreendeu mais de dois mil caranguejos-uçá na Paraíba em 2017 (Foto: Comunicação Social/BPAmb)
Mais de 2 mil unidades de caranguejo-uçá foram resgatadas pelo Batalhão
de Polícia Ambiental neste ano, em cidades do Litoral da Paraíba. Os
resgates são resultado de ações de proteção do período de reprodução e
da captura irregular do crustáceo. Por isso, os policiais intensificaram
as fiscalizações com o patrulhamento náutico e com as rondas nas feiras
e outros locais que comercializam o animal.
Ao todo, foram 2.655 unidades resgatadas. No último fim de semana, foi
realizada a maior apreensão de caranguejos já realizada na Paraíba, com o
resgate de 1.500 unidades que tinham sido capturados com “redinha”,
apetrecho de pesca proibido para a captura desse crustáceo em qualquer
época do ano.
Os animais foram encontrados durante patrulhamento aquático do pelotão
náutico do Batalhão Ambiental, na ilha Stuart, localizada às margens do
Rio da Paraíba, em Cabedelo. O pescador fugiu e, no local, foram
resgatados os animais, que em seguida foram soltos em mangues da ilha da
Restinga, na mesma cidade.
O comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, major Cristóvão Lucas,
disse que as fiscalizações serão intensificadas ainda mais. "É preciso
que as pessoas tenham a consciência de que esse nosso trabalho de
proteção ao caranguejo-uçá tem o objetivo de garantir a preservação da
espécie, pois no período da andada, quando os animais ficam mais
vulneráveis porque saem de suas tocas para acasalar e liberar suas
larvas, muitos cidadãos insistem em continuar a captura, transporte e
comercialização irregulares, práticas passivas de multas que começam com
o valor de R$ 700 podendo chegar até R$ 100 mil, além de ser um crime
ambiental porque contribui para o desequilíbrio ecológico dos
manguezais”, destacou.
Proibições de captura
É proibida a captura no período defeso (de 6 a 11 e de 21 a 26 de
janeiro; de 4 a 9 e de 19 a 24 de fevereiro; e de 6 a 11 e de 21 a 26 de
março); quando é feita com o uso de “redinha”, independente de ser
período defeso (de reprodução), já que maltrata o animal e captura
indiscriminadamente, inclusive com filhotes e fêmeas; e quando a espécie
tem menos de seis centímetros de carapaça, medida que vai de uma pinça a
outra, pois de acordo com os parâmetros técnicos estabelecidos pelo
Ibama, abaixo dessa dimensão se configura captura de filhote, o que
também é proibido.
Macaco-prego tinha sido resgatado de incêndio em mata, diz criador.
Animal silvestre era criado em casa sem autorização do Ibama, diz PM.
Do G1 PB
Um homem foi encaminhado na segunda-feira (20) para Central de Polícia, no bairro do Geisel, em João Pessoa,
por criar um macaco-prego dentro de casa, no bairro de Mangabeira, na
capital paraibana. Segundo informações repassadas pela Polícia Militar
Ambiental, o flagrante foi feito durante uma operação de buscas para
localizar motocicletas roubadas. Segundo o criador do animal, ele
cuidava do macaco há 20 anos.
Durante a operação, policiais identificaram o macaco-prego sendo criado
na casa e preso por uma coleira. Por se tratar de um animal silvestre, o
criador do animal foi autuado e encaminhado até a delegacia. Milton
Pereira, encaminhado pela polícia por criar o animal silvestre sem
autorização, explicou que salvou o macaco durante um incêndio em uma
área de mata.
“Ele era pequenininho, estava nas costas de um macaco maior, não sei
era o pai ou mãe. Quando começou o fogo, ele caiu. Eu entrei dentro da
fumaça, resgatei ele e nesse tempo todo em cuidei dele”, explicou o
homem autuado pelo crime ambiental.
Ainda de conforme Milton Pereira, o macaco chegou a se soltar várias
vezes, mas sempre retornava para casa ao ouvir os chamados do dono. “Eu
pensei em doar para a Bica [o Parque Zoobotânico Arruda Câmara em João
Pessoa], mas minha mulher é muito apegada a ele. E além disso, eu achava
que os macacos da Bica podiam judiar dele, por ser novato, não fazer
parte do bando”, comentou Milton, que confidenciou que sua esposa ficou
chorando após a Polícia Ambiental apreender o animal.
Milton Pereira afirmou que criava animal há pelo menos 20 anos dentro de casa, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Conforme o comandante da Polícia Ambiental, major Cristovão Lucas,
Milton Pereira foi autuado por crime ambiental e multado em R$ 500. Após
prestar depoimento, o dono do macaco foi liberado e não precisou pagar
fiança. Ele deve responder ao processo em liberdade. O crime ambiental
de criar animal silvestre sem autorização prevê pena de seis meses a um
ano de prisão.
O macaco-prego foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais
Silvestres (Cetas) de Cabedelo, na Grande João Pessoa, onde vai passar
por exames e em seguida ser liberado na natureza. O macaco-prego são
muito comuns na América do Sul e podem viver até 40 anos.
Macaco-prego foi encaminhado para Centro de Triagem de Animais Silvestres na Grande João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Caminhão estava transportando carga por estradas na zona rural.
Local era de difícil acesso e policiais usaram drone para encontrar carga.
Do G1 PB
Caminhão carregado de madeira foi encontrado com auxílio de drone (Foto: Polícia Militar / Divulgação)
Uma carga de madeira nativa foi apreendida quando estava sendo
transportada na zona rural de São Vicente do Seridó, na Paraíba. O
material foi localizado depois que o Batalhão de Polícia Ambiental da
Paraíba recebeu uma denúncia. O motorista do caminhão estava usando uma
estrada vicinal da zona rural, de difícil acesso, e os militares só
conseguiram localizar a carga com o auxílio de um drone.
Segundo o comandante do 1º Pelotão Ambiental da Polícia Militar, em Campina Grande,
tenente Rodrigo Rodrigues, no momento da abordagem, o motorista do
caminhão estava tentando desatolar o veículo. Na carga, havia madeira de
jurema e catingueira. A apreensão ocorreu nesta quinta-feira (16).
A carga de madeira foi apreendida e encaminhada para a Superintendência
de Administração do Meio Ambiente (Sudema). O procedimento também vai
ser encaminhado para o Ministério Público da Paraíba (MPPB), para
abertura de um processo judicial.
Ao procurar endereço de trote, policiais encontraram aves em outra casa.
Outros animais também foram apreendidos em uma praia do litoral sul.
Do G1 PB
Polícia encontrou casa com animais depois de receber um trote (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Um homem foi preso em flagrante com 12 aves silvestres no bairro Treze de Maio, em João Pessoa,
capital paraibana, na tarde deste sábado (4). O flagrante foi uma
surpresa para a Polícia Militar Ambiental do estado que havia ido ao
bairro atender outra ocorrência, que se tratava de um trote, mas
acabaram flagrando a criação irregular em uma casa próxima. Os animais
foram recolhidos e o suspeito autuado na delegacia de Polícia Civil.
Segundo o sargento Mangueira, da Polícia Militar Ambiental “a guarnição
estava procurando o endereço de outra ocorrência que era da questão [da
criação] de tartarugas, mas se tratava de um trote. Entretanto, a gente
identificou em outra residência a existência de aves”, explicou ele.
O suspeito foi preso e levado para a delegacia da Polícia Civil. Já as
12 aves foram encaminhadas para o Centro de Triagem de Animais
Silvestres do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama).
Litoral Sul
Já na Praia de Barra de Gramame, no Litoral Sul da Paraíba, a Polícia
Militar Ambiental apreendeu sete aves silvestres, dois jabutis e um
sagui, depois de receber uma denúncia anônima, neste sábado. Duas
pessoas foram presas no local e encaminhadas para a delegacia de Polícia
Civil.
Prefeitura está fiscalizando ruas da cidade para evitar cartazes irregulares.
Projeto pretende substituir os espaços com murais e grafites urbanos.
As empresas ou pessoas que colocarem cartazes de shows ou eventos em locais públicos de forma irregular vão ser multadas em Campina Grande .
Segundo o secretário de Planejamento, André Agra, a prática fere o
código de Postura do Município e a prefeitura vai começar uma
fiscalização rigorosa dos casos.
O secretário diz que a Procuradoria já recebeu a determinação de
convocar em 15 dias todas as pessoas envolvidas em eventos, produções e
comercialização. A reunião vai comunicar que a pichação de eventos vai
ser combatido com multas, ações criminais penais e possíveis
cancelamentos de alvarás e shows.
Ainda de acordo com o secretário, a prefeitura está com um projeto
chamado “Rainha das Cores” que pretende preencher os espaços deixados
pelas pichações e cartazes com projetos de murais e grafite urbano. É o
que já está acontecendo na avenida Argemiro de Figueredo, no bairro
Catolé. “Vamos criar grandes telas na cidade, levando em conta, claro,
sempre as questões culturais”, disse.
O crime por poluição visual pode ter uma pena de um a quatro anos de
reclusão e multa, como está previsto na Lei Contra o Meio Ambiente
9.605/98.
O projeto do patrulhamento aéreo ambiental vai entrar em vigor ainda neste mês de fevereiro, com ações em todo Estado
A utilização de drones para o policiamento, vai reforçar ações de fiscalização do meio ambiente
(Foto: Divulgação)
A extração ilegal de areia, caça ilegal, desmatamento e
outros crimes ambientais agora serão fiscalizados com mais rigor pelo
Batalhão de Polícia Ambiental, que passará a usar drones para
identificar suspeitos de cometer esses crimes. O projeto do
patrulhamento aéreo ambiental vai entrar em vigor ainda neste mês de
fevereiro, com ações em todo Estado.
O comandante do Batalhão de
Polícia Ambiental, major Cristóvão Lucas, explicou que a nova forma de
atuação, pelo alto, vai otimizar as ações do Batalhão. “Ao mesmo tempo
teremos uma economia de tempo e dinheiro, com uma atuação mais eficaz,
pois a averiguação das denúncias, como também os levantamentos por parte
da inteligência, serão monitorados por drones, evitando que o policial
fique muito tempo fazendo incursões em locais de difícil acesso para
encontrar os suspeitos, o que será apontado em tempo real pelas imagens
do drone, direcionando a viatura para a rota de fuga que os criminosos
pretendam usar”, explicou.
O primeiro drone do projeto já foi
adquirido, por meio de uma parceria público-privada com a empresa
Brennand Cimentos, que contemplou o Batalhão Ambiental com um
equipamento, por intermédio do programa de responsabilidade social da
empresa.
O gerente do Meio Ambiente e Responsabilidade Social da
Brennand Cimentos, Murilo César, que fez a entrega do equipamento, disse
que a preocupação com o meio ambiente e a atuação em defesa dos
recursos naturais que o Batalhão Ambiental vem demonstrando chamou a
atenção da empresa. “Esse projeto do qual a Polícia Militar solicitou a
parceria e não poderíamos deixar de atender é para o bem da sociedade,
que tem direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, então essa
atuação da Polícia Ambiental é um dos caminhos para a preservação dele”,
comentou.
O projeto - O major Lucas informou que
o comandante geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, lançou o
projeto Delta com a utilização de drones para o policiamento, o que vai
reforçar também as ações de fiscalização do meio ambiente. “Estaremos
expandido o patrulhamento, a partir do crescimento do projeto Delta e
vamos treinar os policiais para expandir também o patrulhamento aéreo
ambiental”, completou.
Pássaros serão levados ao Ibama antes de ser devolvidos à natureza.
Suspeito de tráfico de animais foi encaminhado à Delegacia de Santa Rita.
Do G1 PB
Aves estavam na casa do suspeito, em Bayeux, na Grande João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Um homem foi preso na manhã desta quinta-feira (16) suspeito de tráfico
de animais silvestres no bairro de São Vicente, em Bayeux, na Grande
João Pessoa. Foram apreendidas 39 aves, que serão levadas para o
Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama)
antes de ser devolvidas à natureza.
O comandante da Polícia Ambiental da Paraíba, major Cristóvão Lucas,
disse que o rapaz foi detido na casa dele. "Recebemos uma denúncia
anônima de que ele traficava animais silvestres e hoje [quinta-feira, 16
de fevereiro] foi realizada essa ação na casa dele. Ele não resistiu à
prisão", informou.
Na residência, os policiais encontraram 31 pássaros conhecidos como
'caboclinhos', quatro azulões, dois trinca-ferro, um bigode e um
tico-tico. As aves vão ser levadas ao Centro de Triagem de Animais
Silvestres, do Ibama, onde devem por exames antes de voltar à natureza.
O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Santa Rita, na Grande João
Pessoa, e terá de pagar uma multa de R$ 19.500. "A lei prevê R$ 500 por
pássaro", explicou o comandante.
Espécie píton foi resgatada em Santa Rita e está no serpentário.
Entrada no Parque custa R$ 2, de terça-feira a domingo.
Do G1 PB
Cobra
foi resgatada em Santa Rita, na Paraíba, e leva para exibição na Bica,
em João Pessoa (Foto: Patrícia Cantisani/Divulgação)
Uma cobra píton albina foi resgatada pela Polícia Ambiental e foi
levada para o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), nesta
quarta-feira (14), em João Pessoa.
O animal foi encontrado em Santa Rita e, por ser exótico, não é
possível soltá-lo no meio ambiente. A entrada no serpentário é gratuita.
O espaço fica aberto de terça a domingo, das 8h às 17h, com bilheteria
até 16h (horário local). A entrada custa R$ 2 por pessoa e crianças até 7
anos e idosos não pagam.
A cobra encontrada é uma serpente não venenosa, que se alimenta de aves e pequenos mamíferos.
A píton está entre as cinco maiores do mundo, podendo atingir até seis
metros e pesar 90kg. Devido a sua coloração chamativa, branca e amarela,
é uma presa fácil para predadores e, por isso, é rara de ser encontrada
na natureza.
Segundo o médico veterinário da Bica, Thiago Nery, atualmente o
serpentário do Parque Arruda Câmara conta também com uma sucuri, duas
surucucu do pantanal, quatro corn snakes, duas king snakes, uma falsa
coral, uma suaçuboia, duas salamantas, uma jiboia, duas cascavéis e três
pítons, sendo uma delas a albina. O ambiente também possui luzes
ultravioletas, próprias para répteis.
“O serpentário é um dos locais mais procurados pelos visitantes do
parque. Toda a visita é acompanhada por nossa equipe, que orienta sobre
certos comportamentos, como, por exemplo, que os visitantes não toquem
nos vidros dos recintos para não estressar os animais, já que as
serpentes sentem vibração”, explicou.
Os animais do serpentário têm origens variadas. Alguns são doações de
criadouros conservacionistas legalizados, como o de Recife, em
Pernambuco, que é o caso das corn snakes e das king snakes. Já a sucuri e
a cascavel foram trazidas do zoológico do Piauí, e a outra cascavel
veio do aquário de Natal, no Rio Grande do Norte. As demais serpentes
foram apreensões de tráfico ou resgatadas pela Polícia Ambiental.
Somadas, as multas para a Cagepa e Tecop chegam a R$ 220 mil.
Ações são resultado de denúncias da população.
Do G1 PB
Duas empresas foram multadas em um total de R$ 220 mil por crimes ambientais na cidade de Cabedelo,
na Região Metropolitana de João Pessoa. De acordo com a Secretaria de
Meio Ambiente, Pesca e Aquicultura (Semapa) do município, as empresas
foram autuadas na quarta-feira (27), e as ações são resultado de
denúncias feitas pela população.
De acordo com a Semapa, o Terminal de Combustível da Paraíba Ltda
(Tecop) foi multado por derramamento excessivo de coque verde de
petróleo, produto que substitui os carvões vegetal e mineral em altos
fornos, em um lago utilizado como receptor do sistema de afluentes da
unidade. O vazamento teria acontecido por causa de uma falha no sistema
de tratamento e também atingiu parte do mangue.
Ainda
segundo o órgão, a equipe de fiscalização identificou que a empresa
tentou esconder parte do dano cobrindo o coque com areia. Pelo crime, a
empresa foi autuada e multada em R$ 140 mil, além de arcar com a
recuperação da área atingida.
A segunda empresa multada foi a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba
(Cagepa), por vazamento de esgoto proveniente de um poço de visita na
avenida Mar Vermelho, no bairro de Intermares. De acordo com a Semapa,
um laudo de infração foi emitido e a multa aplicada foi no valor de R$
80 mil.
“O principal papel da fiscalização ambiental não é multar, mas orientar
cidadãos e empresas. Em casos mais leves, nossos agentes emitem
notificações, mas em casos de crime ambiental de maior gravidade, eles
têm que aplicar o que a lei preconiza”, destacou Walber Farias, titular
da Semapa.
O G1 entrou em contato com a Tecop por telefone, nesta
quinta-feira (28), e a atendente informou, às 10h40, que a pessoa
responsável pela empresa estava em uma reunião, mas que retornaria o
contato. Até as 11h15, o retorno não foi feito pela empresa.
Por email, a Cagepa informou, às 11h11, que a notificação chegou no
órgão nesta quinta-feira e que a Cagepa vai recorrer, uma vez que o
serviço de manutenção estava programado para ser executado durante esta
quinta. Segundo a Cagepa, equipes técnicas estavam no local durante a
manhã para fazer a desobstrução da rede de esgotos.
Animais estavam presos em gaiolas na Feira de Oitizeiro, segundo polícia.
Responsáveis pelos pássaros abandonaram o local com a chegada da PM.
Do G1 PB
Setenta e oito aves foram apreendidas na manhã de domingo (11) na feira de Oitizeiro, no bairro de mesmo nome, em João Pessoa.
Segundo informações da Polícia Militar Ambiental, quando a equipe
chegou ao local onde as aves estavam, os responsáveis haviam abandonado
as gaiolas e fugido.
As aves foram recolhidas pela equipe policial e encaminhadas para o
Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), localizado na Mata da
Amem, na cidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa. No Cetas, os bichos
recolhidos na feira vão passar por uma avaliação médica veterinária e os
liberados na avaliação serão devolvidos à natureza. Até a manhã desta
segunda-feira (12), os suspeitos não tinham sido localizados.
Apreensão no Sertão
Na Zona Rural de Piancó,
no Sertão paraibano, a polícia apreendeu seis pássaros e sete
espingardas no sábado (10). Os suspeitos foram autuados em flagrante por
posse ilegal de arma e por manter aves em cativeiro.
Operação aconteceu em uma feira livre no município de Guarabira.
Entre as espécies resgatadas estão canários, caboclinhos e periquitos.
Do G1 PB
Aves foram apreendidas durante operação
(Foto: Divulgação/Polícia Ambiental)
A Polícia Ambiental resgatou 171 aves silvestres no Brejo paraibano
neste sábado (22). A operação aconteceu em uma feira livre no município
de Guarabira, durante o início da manhã.
Segundo a polícia, cinco pessoas foram conduzidas para a Delegacia
Distrital de Guarabira e autuadas por exposição de aves silvestres, além
disto, uma das pessoas também foi autuada por maus tratos a animais.
Entre as espécies resgatadas estão canários, galos de campina, periquitos, concris, graúnas e caboclinhos.
Os suspeitos foram detidos em um espaço usado para briga de animais. Ação policial aconteceu em Mari.
Do G1 PB
Local tinha estrutura para arenas e espectadores (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)
A polícia deteve 36 pessoas e apreendeu 205 aves silvestres e três galos em uma rinha de canários no Sítio Várzea Grande, em Mari, Zona da Mata paraibana, neste domingo (17). De acordo com a Polícia Ambiental, a ação aconteceu após uma denúncia anônima.
Os detidos foram autuados por maus tratos e ainda oito deles também
foram autuados por manter em cativeiro, sem autorização, animais de
fauna silvestres. Entre as aves apreendidas, estão 199 eram canários que
eram usados nas rinhas. No local ainda havia um caboclinho, um tiziu e
um curió.
Conforme informações da polícia, o espaço onde houve a apreensão tinha
estrutura para acomodar espectadores e realizar as brigas entre os
animais. “Quem é encontrado nas rinhas apenas assistindo, também incorre
nas mesmas penas de maus tratos e é imediatamente conduzido até a
delegacia para se submeter às sanções administrativas [multa] e penais”,
explicou o comandante do Batalhão Ambiental, major Tibério Leite.
Todos os detidos foram levados para a delegacia de Sapé.
Os que foram autuados só por maus tratos, podem ser condenados a três
meses a um ano de prisão e multa de R$ a R$ 3.000. As oito pessoas que
também foram autuados por manter em cativeiro, sem autorização, animais
de fauna silvestres correm o risco de serem condenados a seis meses ou
até um ano de detenção, além de multa de R$ 500.
Na propriedade animais ficavam em cativeiro (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)
Ele também é suspeito de ameaçar pessoas de morte, diz polícia.
Caso aconteceu em Parari.
Do G1 PB
Um ex-vereador da cidade de Parari,
região da Borborema da Paraíba, foi preso nesta quarta-feira (6) com
armas e um pássaro silvestre. De acordo com a Polícia Civil, existia um
mandado de busca e apreensão contra ele, que é suspeito de ameaçar um
atual vereador da cidade e outras pessoas.
Ainda conforme a Polícia Civil, por volta das 3h30 policiais militares
interceptaram o suspeito no meio da rua com uma espingarda calibre 12 e
um revólver calibre 38. Ele foi detido e levado para a delegacia.
Já durante a manhã, policiais civis cumpriram o mandado de busca e
apreensão na casa do homem. Foram encontrados mais uma espingarda
calibre 12 e uma ave silvestre dentro de uma gaiola.
Segundo o delegado Rodrigo Monteiro, o suspeito foi autuado por dois
crimes. "Ele foi autuado por porte ilegal de arma e crime ambiental, o
que se torna inafiançável. Nós já o encaminhamos para a cadeia. Agora
vamos investigar sobre as denúncias de ameaças sofridas por diversas
pessoas", explicou o delegado.