Mostrando postagens com marcador Jacumã. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jacumã. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Carnaval tem 7 prisões por poluição sonora com 'paredão' no litoral da PB

28/02/2017 18h01 - Atualizado em 28/02/2017 18h01
 
Equipamentos foram apreendidos pela Polícia Militar.
Donos dos 'paredões' foram detidos e vão pagar multa de R$ 5 mil.

Do G1 PB


'Paredão de som' foi apreendido em Lucena, no Litoral Norte da Paraíba (Foto: Comunicação Social do BPAmb)
'Paredão de som' foi apreendido em Lucena, no Litoral Norte da Paraíba
(Foto: Comunicação Social do BPAmb)
Sete pessoas foram detidas e tiveram seus “paredões de som” apreendidos durante o Carnaval 2017, no litoral da Paraíba. No fim da manhã desta terça-feira (28), três pessoas foram presas e autuadas por poluição sonora em Lucena, no Litoral Norte do estado. Todos foram multados em R$ 5 mil e tiveram o equipamento apreendido.

O número se soma a outra prisão feita na segunda-feira (27), em Baía da Traição, também no Litoral Norte, e mais três realizadas em Jacumã, no Litoral Sul, no domingo (26). O balanço é do comandante do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb), major Cristóvão Lucas. 

O batalhão realizou ações para combater a perturbação do sossego durante o feriadão. Para diminuir o número de ocorrências, o BPAmb apostou na conscientização dos foliões e tem feito várias blitzen educativas nas cidades que realizam eventos de carnaval, com a distribuição de panfletos orientando as pessoas.

O crime de poluição sonora tem pena prevista de 1 a 4 anos de prisão e o infrator ainda tem que pagar uma multa que pode variar de R$ 5 mil a R$ 50 milhões, conforme prevê o artigo 61 do Decreto 6.514/2008.



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Polícia apreende 'paredões de som' no Carnaval em Jacumã, na Paraíba

27/02/2017 12h39 - Atualizado em 27/02/2017 14h26
 
Três pessoas foram detidas e levadas para delegacia por poluição sonora.
Presos foram autuados e pagaram fiança de um salário mínimo.

Do G1 PB

  
'Paredão' foi apreendido por poluição sonora em Jacumça, no Conde, no domingo (26) (Foto: Major Lucas/Polícia Militar da Paraíba)
'Paredão' foi apreendido por poluição sonora em Jacumça, no Conde, no domingo (26)
(Foto: Major Lucas/Polícia Militar da Paraíba)

Três “paredões” de som foram apreendidos no domingo (26) na praia de Jacumã, na cidade do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, pela prática de poluição sonora. De acordo com o Batalhão de Polícia Militar Ambiental, três homens foram presos em flagrante como proprietários dos equipamentos. Ainda de acordo com a polícia, o primeiro foi preso em flagrante, com "equipamento de som com volume bastante elevado, equipamento conhecido como paredão", segundo o Major Lucas, comandante da PMAmb.

O homem foi autuado pelo crime de poluição sonora, que tem pena prevista de 1 a 4 anos de prisão, recebeu multa de R$ 5 mil e teve o equipamento apreendido. Ele foi liberado após pagamento de fiança no valor de R$ 937 (um salário mínimo), além de aceitar a condição de passar por um curso de boas práticas ambientais.

Outros dois homens também foram autuados por poluição sonora na mesma região, ambos pagaram fianças de um salário mínimo para serem soltos. Os equipamentos de som deles também foram apreendidos e ambos sofreram multas pela prática delituosa.

Todos foram autuados na Delegacia de Jacumã, que, segundo Major Lucas, está ativa excepcionalmente durante este período de Carnaval para atender os chamados da região. As ações da Polícia Militar Ambiental (PMAmb) acontece nos principais locais de carnaval, com foco em Baía da Traição, Lucena e Jacumã, e só terminam após o carnaval nas regiões.

Balanço parcial
A Polícia Militar recebeu 614 chamados para atender ocorrências de perturbação do sossego das 18h da última sexta-feira (24) até as 7h30 desta segunda-feira (27), sendo 521 casos somente na Região Metropolitana e nos Litorais Norte e Sul do estado.

Para diminuir o número de ocorrências, o Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) vem apostando na conscientização dos foliões e tem feito várias blitzen educativas nas cidades que realizam eventos de carnaval, com a distribuição de panfletos orientando as pessoas.

No ano passado, em todo o carnaval (5 a 9/2) foram recebidos 1.015 chamados, número que superava em mais de 5% os do carnaval de 2015 (13 a 17/2), quando foram registradas 958 solicitações para este tipo de ocorrência.

A poluição sonora é combatida com multa que começa com R$ 5 mil e pode chegar até a R$ 50 milhões, conforme prevê o artigo 61 do Decreto 6.514/2008.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Paredões de som ainda são problema

Apesar das multas e fiscalizações, 'Paredões de Som' ainda lideram queixas registradas pela Polícia no período carnavalesco.


 

Alberi Pontes
Até a segunda-feira (3) já haviam sido registradas 432 ocorrências relacionadas à perturbação do sossego
Mesmo com a proibição judicial e sob pena de pagamento de multa em desobediência à uma resolução da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), a prática de instalar 'paredões de som' nos veículos automotivos ainda é comum no litoral paraibano, sendo também uma das principais queixas registradas pela polícia durante o período carnavalesco.

Desde a última sexta-feira, 28, até a manhã da última segunda-feira, foram registrados 432 ocorrências relacionadas à pertubação do sossego motivadas por ruídos de aparelhos de som, segundo informações do Batalhão de Polícia Ambiental da Polícia Militar (BPAmb).

Em Jacumã, bastam alguns minutos de passeio pela orla e parte da cidade para ver condutores de veículos com 'paredões de som' trafegando sem nenhum constrangimento.

Segundo um dos responsáveis pela ronda do BPAmb no Conde, Tiago Lima, o policiamento foi reforçado na cidade, assim como nos outros pontos do litoral paraibano, com duas viaturas exclusivas do Batalhão, além das motocicletas. No entanto, ele conta que a prática irregular é mais intensa no período noturno.

“O nosso policiamento tem atuado de forma estratégica, mas o pessoal continua infringindo a legislação, mesmo com a aplicação de multa, que pode ser de até R$ 5 mil e até mais.

Infelizmente, o pessoal não respeita e nós temos que autuar e apreender o veículo”, disse.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

População reclama de acúmulo de lixo nas ruas de Jacumã, na Paraíba

01/02/2014 16h54 - Atualizado em 01/02/2014 16h54 

Moradores denunciam que coleta tem sido precária no distrito do Conde.
Empresa garante que três caminhões recolhem o lixo diariamente no local.
 
Do G1 PB com TV Cabo Branco
 
 

Moradores da Praia de Jacumã, Distrito da Cidade do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, afirmam que a coleta de lixo no local está sendo feita de maneira precária. Eles explicam que os sacos de lixo estão se acumulando nas ruas, atraindo insetos e ratos para as residências. O Distrito de Jacumã é tido como um dos destinos mais procurados por turistas que visitam o litoral paraibano.

Segundo os moradores de Jacumã, a coleta de lixo só é feita regularmente na rua principal do distrito e nas ruas próximas à praia. O gerente operacional da empresa responsável pela coleta de resíduos do Conde, Aílton Nunes, garantiu que existem três caminhões que fazem o recolhimento do lixo diariamente em todas as áreas do distrito de Jacumã.
 
A dona de casa Maria Lúcia, em entrevista a TV Cabo Branco, ressaltou os problemas causados pelo acúmulo do lixo próximo às casas. “É muriçoca, mosca, rato, barata. Tudo de ruim que o pobre tem que enfrentar”, desabafou. Para evitar o problema relatado por Maria Lúcia, alguns moradores ateiam fogo no lixo que se acumula, provocando a poluição do ambiente.

De acordo com a ambientalista Christiane Rothvoss, a fumaça provocada pela queima do lixo é altamente prejudicial à saúde. “O ar está sendo poluído pela queima de plástico. O plástico é tóxico quando está sendo queimado. Esse cheirinho é altamente venenoso. É um pavor para população, especialmente para as crianças, respirarem essa fumaça”, comentou.

Canos estourados e desperdício de água
Além do problema da coleta de resíduos, os moradores do Distrito do Conde relatam que os canos que abastacem as casas em Jacumã são constantemente quebrados, devido a falta de calçamento. O contador Marcos Pereira garante que o problema é comum em qualquer época do ano.

"É um problema constante, tanto no inverno, quanto no verão. Como a geografia do local é acidentada, os canos ficam descobertos, não há um trabalho de manutenção, e os carros passam e quebram. Às vezes, a solução vem dos próprios moradores, que para não ficar desperdiçando tanta água fazem um arranjo para consertar", denuncia o contador e morador de Jacumã.


 

domingo, 5 de janeiro de 2014

Polícia solta 400 caranguejos capturados ilegalmente na PB


04/01/2014 20h17 - Atualizado em 04/01/2014 20h17

Animais estão em período de reprodução e pesca é proibida.
Apreensão foi realizada nas cidades de Jacumã e Conde.
 
Do G1 PB
 
 
Caranguejos foram soltos no mangue do Cetas, em Cabedelo (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Caranguejos foram soltos no mangue do Cetas, em Cabedelo
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Cerca de 400 caranguejos foram devolvidos ao meio ambiente pela Polícia Militar Ambiental da Paraíba no final da tarde deste sábado (4), em Cabedelo. De acordo com o Tenente Aragão, os animais foram capturados em operação realizada entre as cidades de Jacumã e Conde, nas proximidades da PB 008.
Policiais mostram a diferença de tamanho entre um caranguejo adulto e um filhote (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Policiais mostram a diferença de tamanho
entre um caranguejo adulto e um filhote
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Ele explicou que o caranguejo está em período de reprodução nos três primeiros meses do ano e que a captura é estritamente proibida durante esse tempo, por isso a operação. “O caranguejo faz uma caminhada pela margem do mangue para se reproduzir, aí o cidadão se aproveita dessa desvantagem para capturá-lo, para fazer a pesca, para venda ou para se alimentar. Mas nesse período a pesca é completamente proibida”, afirma o tenente.
 
Dentre os caranguejos apreendidos, muitos ainda eram filhotes, que também tem a pesca proibida.  A Polícia Ambiental afirma realizar rondas e patrulhas para evitar a captura desses animais durante todo o período de reprodução. Eles foram soltos no mangue do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Cabedelo, na Grande João Pessoa.

Fonte

 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Internauta denuncia falta de coleta de lixo nas praias do Litoral Sul do Estado

 

Da Redação


Internauta denuncia falta de coleta de lixo nas praias do Litoral Sul do Estado Imagem Internauta
Em pleno verão aonde o fluxo de pessoas tende a aumentar nas praias, um internauta denunciou na tarde de hoje (29), a falta de coleta de lixo nas proximidades das praias de Carapibus, Tabatinga, Village e Jacumã, localizadas no litoral Sul do Estado.

De acordo com o internauta, o estado é de calamidade pública. "A prefeitura abandonou a coleta de lixo", desabafou.

Ele ainda solicitou a atuação do Ministério Público, Vigilância Sanitária, Sudema e Ibama para solucionar o problema.






Fonte

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Primeira Travessia do Projeto Natação em Jacumã acontece neste sábado

 
 
Assessoria
 
Primeira Travessia do Projeto Natação em Jacumã acontece neste sábadoNeste sábado (7) acontece a 1ª Travessia do Projeto Natação no Mar na Praia de Jacumã a partir das 8h30.  O objetivo da atividade é popularizar e incentivar o esporte na região.  As inscrições serão gratuitas e poderão ser feitas até o dia do evento. 
 
Serão três provas distintas:  200m (de incentivo para a turma iniciante), 400m (para quem não se sente ainda preparado para uma prova oficial ou para quem quer aumentar os próprios limites) e 2km (prova principal). 
 
Nadadores da Grande João Pessoa e de regiões como PE, RN e CE foram convidados para participarem da competição. Cerca de 20 atletas do Projeto Natação no Mar do Rio de Janeiro confirmaram presença na prova principal.
 
Inscrições através do e-mail do projeto: natacaonomarpb@gmail.com

PROJETO NATAÇÃO NO MAR
O Projeto Natação no Mar, pioneiro no Brasil, iniciou-se em 2005 na cidade de Rio das Ostras/RJ, desenvolvido pela professora Izabel Thomas que, vendo a necessidade de uma maior interação da comunidade com o mar, decidiu dar aulas na praia.  Através dessa atividade, Izabel percebeu o potencial de desenvolver um trabalho muito mais amplo e de caráter social com  a oferta de aulas de natação no mar gratuitas. Pessoas de diferentes níveis socioculturais e com diferentes aspirações encontram nessas aulas uma ferramenta de conhecimento e interação com a própria sociedade utilizando o mar como meio.  Hoje o Projeto Natação no Mar atende a mais de 800 alunos por mês, tendo uma lista de espera com mais de 2.000 pretendentes.
 
Em 2009, com a parceria do atleta olímpico Luiz Lima, o Projeto Natação no Mar chegou nas águas de Copacabana, no ilustre Posto 6, local da largada da Maratona Aquática nos Jogos Olímpicos Rio 2016, além da Travessia dos Fortes, entre outras. Todas as 200 vagas disponibilizadas foram preenchidas no primeiro dia e a lista de espera hoje chega a 3.000 pessoas.

Em julho de 2013, esse maravilhoso projeto chegou às águas paraibanas por meio de outro atleta olímpico, o nadador Leonardo Costa, tendo o paraibano recordista mundial dos 200m nado borboleta Kaio Márcio como padrinho, a parceria da Prefeitura Municipal de Conde, através da Secretaria  de Turismo e Esporte, consolidou a Natação no Mar na Praia de Jacumã.  Hoje atendemos todas terças e quintas das 6h às 8h e 15h às 17h.  Alunos de todas as idades já frequentam e o projeto foi muito bem aceito nas águas quentes do Nordeste. 



sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Caminhão com madeira ilegal é apreendido na Grande João Pessoa

15/08/2013 07h51 - Atualizado em 15/08/2013 10h01 

Carga não apresentava documento de origem florestal, segundo polícia.
Motorista se recusou a assinar auto de infração e foi multado em R$ 12.592.
 
Do G1 PB
 
Madeira apreendida é de uma reserva legal, em Jacumã  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Madeira apreendida é de uma reserva legal,
em Jacumã (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Um caminhão com pelo menos 8 metros cúbicos de madeira foi apreendido por volta da 0h desta quinta-feira (15) na BR-230, em Cabedelo, Grande João Pessoa. De acordo com informações do Batalhão de Policiamento Ambiental, o motorista do veículo foi autuado por transporte ilegal de madeira de espécies nativas por não ter apresentado documento de origem florestal (DOF).
 
As informações iniciais da PM Ambiental dão conta de que a madeira foi retirada de uma reserva legal localizada em Jacumã, Litoral Sul da Paraíba. O motorista do caminhão foi multado em R$ 12.592, sendo R$ 2.592 pelo transporte ilegal de madeira e R$ 10 mil pelo caminhão por ter sido enquadrado como fiel depositário. De acordo com a PM Ambiental, o motorista se recusou a assinar o auto de infração, o que pode agravar ainda mais a situação dele.
 
Com o suspeito, havia mais cinco pessoas que fugiram ao perceber a presença da polícia, mas logo em seguida foram detidas. Como não havia nada contra elas, foram liberadas.
 
Caso seja condenado por crime ambiental, o motorista pode pegar pelo menos dois anos de reclusão, segundo a polícia. O suspeito foi ouvido e liberado. Já o caminhão até as 7h desta quinta-feira se encontrava na sede do Batalhão de Policiamento Ambiental, em João Pessoa. A PM Ambiental não soube especificar de quais espécies era a madeira.
 
Fonte
 
 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Especialistas garantem que pescadores que capturaram tubarão em Jacumã não cometeram crime

No entanto, eles alertam que as espécies correm o risco de entrar em extinção, mas a captura e venda do animal ainda é legal

Cidades | Em 04/06/2013 às 12h39, atualizado em 05/06/2013 às 11h38 | Por Redação

Reprodução Lucilene Araújo
 
Tubarão Martelo
Tubarão Martelo
 

Três dos maiores especialistas do país em estudos relacionados a tubarões revelaram que a pesca da espécie tubarão-martelo, como a encontrada no Litoral Sul da Paraíba nesta terça-feira (4), não é considerada ilegal. No Dia Mundial do Meio Ambiente, eles aproveitaram para fazer um alerta de que esse tipo de pesca pode desequilibrar o ecossistema, mesmo não sendo intencional.
De acordo com a presidente do Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit) e oceanóloga da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Rosângela Lessa, os tubarões dessa família, estão diminuindo nos oceanos e correm o risco de entrarem em extinção, mas a captura e venda deste animal ainda não é considerada como um crime ambiental.
“Uma nova lista com animais em extinção deverá sair ainda este ano e, provavelmente, esses animais estarão inseridos, mas, até lá, ainda é legal a captura e venda do tubarão no Brasil. Não caracterizamos como crime ambiental”, disse Lessa.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o processo de extinção está relacionado ao desaparecimento de espécies em um determinado ambiente ou ecossistema. Normalmente a extinção de espécies são eventos extremamente lentos. Ao longo do tempo, porém, o homem vem acelerando muito a taxa de extinção de espécies, a ponto de ter-se tornado, atualmente, o principal agente do processo de extinção.
- Mesmo que não ocorra à pesca industrial, o impacto da pesca artesanal e costeira, causa um grande impacto no oceano, por isso não devemos ignorar está prática. Rosângela Lessa, presidente do Cemit.
De acordo com biólogo José Carlos Pacheco, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, a espécie martelo não é um tubarão tão agressivo quanto um Cabeça Chata ou um Tigre. Contudo, como é um animal de grande porte pode ocasionar um acidente, caso ele se depare com um banhista.
 
Já o especialista em tubarões e engenheiro de pesca, Fábio Azin, os tubarões encontram-se entre os animais mais temidos do planeta e as chances de ser atacado por um tubarão são relativamente raras. O objetivo do animal no primeiro contato com a presa é desferir uma mordida de reconhecimento, para verificar se é alimento ou não.
 
“A carne humana não faz parte do "cardápio" dos tubarões. "Ele morde, percebe que não é uma presa regular e solta a carne. É o que acontece na maioria dos casos". Os tubarões se alimentam principalmente de raias, polvos e peixes menores.
 
O tubarão encontrado na praia de Jacumã (Litoral Sul) media 2,65 metros e pesava 600 kg. O animal era do sexo feminino e estava esperando cerca de 20 filhotes. Os pescadores comemoram a captura do animal e lucraram, só com a venda da carne, R$ 1,5 mil. A carne foi vendida no Mercado do Peixe, localizado na praia de Tambaú em João Pessoa.
Tubarão-martelo
Estima-se que existam cerca de 400 espécies diferentes de tubarão no mundo. Só no Brasil, uma média de 100 tipos foram identificados, mas apenas quatro são considerados agressivos e potencialmente perigosos: o tigre, o cabeça-chata, o galha-preta e o tubarão-martelo de grande porte.
 
É uma espécie de tubarão corpulento. Cabeça larga e achatada. Focinho curto e razoavelmente arredondado ou truncado em vista dorso ventral.
 
Habitat e hábitos
É um tubarão comum em águas tropicais e temperadas - costeiros e pelágicos. No Brasil, é mais comum no Nordeste. Aparentemente com hábitos noturnos. É uma espécie considerada perigosa.
 
Alimenta-se do que puder abocanhar, desde caranguejos até grandes peixes, tartarugas etc. É conhecido como "lixeira de nadadeiras". É responsável por mais de 30 casos comprovados. É considerado o mais perigoso depois do tubarão branco. Foram registrados casos de ataques contra embarcações. Em Praia do Forte, na Bahia, um exemplar do tubarão foi capturado com parte da bacia e fêmur de um ser humano.
 
Geralmente as fêmeas produzem de 30 a 50 filhotes. Os casos extremos conhecidos são 10 e 82, que nascem com cerca de 45 a 80 cm de comprimento.
 
O maior exemplar já medido foi capturado em Cuba com 5,5 m. O peso de uma espécie de 4 m varia de 450 kg a 600 kg.
 
Sua carne é utilizada fresca, seca-salgada ou defumada para consumo humano. Sua pele é usada como couro para confecção de vários produtos. Suas nadadeiras são utilizadas em sopas. E ocorre a extração do óleo de fígado.


 

Tubarão Martelo de 600 kg é capturado em Jacumã

A carne será vendida no Mercado do Peixe, localizado na praia de Tambaú em João Pessoa

Cidades | Em 04/06/2013 às 12h39, atualizado em 04/06/2013 às 23h25 | Por Redação

Reprodução Lucilene Araújo


Tubarão Martelo
Tubarão Martelo
Tubarão Martelo
Tubarão Martelo



 

Um tubarão da espécie Martelo, com cerca de 600 kg, foi capturado por pescadores, na praia de Jacumã (Litoral Sul), na madrugada desta terça-feira (4). O animal era do sexo feminino e estava esperando cerca de 20 filhotes.
 
Os pescadores comemoram a captura do animal e afirmaram que podem lucrar, só com a venda da carne, até R$ 1,5 mil. A carne será vendida no Mercado do Peixe, localizado na praia de Tambaú em João Pessoa. 
 
De acordo com biólogo José Carlos Pacheco, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, a espécie martelo não é um tubarão tão agressivo quanto um Cabeça Chata ou um Tigre. Contudo, como é um animal de grande porte pode ocasionar um acidente, caso ele se depare com um banhista.

Tubarão-martelo
Estima-se que existam cerca de 400 espécies diferentes de tubarão no mundo. Só no Brasil, uma média de 100 tipos foram identificados, mas apenas quatro são considerados agressivos e potencialmente perigosos: o tigre, o cabeça-chata, o galha-preta e o tubarão-martelo de grande porte.

É uma espécie de tubarão corpulento. Cabeça larga e achatada. Focinho curto e razoavelmente arredondado ou truncado em vista dorso ventral.

Habitat e hábitos
É um tubarão comum em águas tropicais e temperadas - costeiros e pelágicos. No Brasil, é mais comum no Nordeste. Aparentemente com hábitos noturnos. É uma espécie considerada perigosa
 
Alimenta-se do que puder abocanhar, desde caranguejos até grandes peixes, tartarugas etc. É conhecido como "lixeira de nadadeiras". É responsável por mais de 30 casos comprovados. É considerado o mais perigoso depois do tubarão branco. Foram registrados casos de ataques contra embarcações. Em Praia do Forte, na Bahia, um exemplar do tubarão foi capturado com parte da bacia e fêmur de um ser humano.

Geralmente as fêmeas produzem de 30 a 50 filhotes. Os casos extremos conhecidos são 10 e 82, que nascem com cerca de 45 a 80 cm de comprimento.

O maior exemplar já medido foi capturado em Cuba com 5,5 m. O peso de uma espécie de 4 m varia de 450kg a 600 kg.
 
Sua carne é utilizada fresca, seca-salgada ou defumada para consumo humano. Sua pele é usada como couro para confecção de vários produtos. Suas nadadeiras são utilizadas em sopas. E ocorre a extração do óleo de fígado.




terça-feira, 4 de junho de 2013

Pescadores capturam tubarão no litoral sul da Paraíba


04/06/2013 11h55 - Atualizado em 04/06/2013 16h49

Tubarão é da espécie martelo e pesa cerca de 600 kg.
Espécie foi capturada na área da Praia de Jacumã, Litoral Sul da Paraíba.
 
Do G1 PB

Tubarão martelo é pescado no Litoral Sul da Paraíba. (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Tubarão martelo é pescado no Litoral Sul da Paraíba.
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Pescadores capturaram um tubarão na madrugada desta terça-feira (4) nas águas do Litoral Sul da Paraíba. De acordo com os pescadores, o tubarão, uma fêmea de cerca de 600 kg, é da espécie martelo e estava grávida. A carne do animal será vendida no mercado de peixe de Tambaú, orla de João Pessoa.
 
João Alcides Tavares pesca há 15 anos e contou que foi a segunda vez que capturou um tubarão. A captura do animal animou ainda mais a pescaria. “A pescaria estava muito fraca e capturar um peixe desses é uma dádiva que qualquer pescador tem a obrigação de agradecer a Deus”, disse.
  
Segundo o pescador, cada quilo do tubarão vai ser vendido por cerca de R$ 8, o que vai render a eles cerca de R$ 1,5 mil. “Creio que ele entrou na nossa rede em busca dos peixes que também capturamos”, acrescentou.
 
De acordo com a bióloga Rita Mascarenhas, o tubarão-martelo já foi uma espécie mais comum no litoral da Paraíba.
 
“No entanto, com a caça predatória, com a sobre-exploração, a espécie deixou de ser numerosa. Aqui no nosso litoral, temos pelo menos umas 20 espécies de tubarão, como o lixa, que não é agressivo, e o flamingo”, completou.
 


Para Rita Mascarenhas, a população não precisa se assustar e evitar tomar banho de mar. “O nosso litoral é privilegiado. Nós temos alimentação em abundância para peixes desse porte e águas limpas, o que faz com que os tubarões não ataquem os seres humanos. Além disso, são espécies que vivem em alto-mar”, afirmou.
 
Porém, a bióloga ressalta que os banhistas evitem locais próximos a rios. “Esses locais apresentam água turva e alimentos, o que acaba atraindo esses animais. Com relação à água turva, é um perigo porque os tubarões não enxergam e acabam atacando as pessoas”, disse.
 
Ainda segundo a bióloga, a possibilidade de ataques de tubarão no litoral paraibano é remota por conta das características naturais. “Temos águas bastante profundas e isso faz com que esses animais se mantenham distantes da costa. Além do mais, temos uma natureza em equilíbrio, com condições adequadas para que esses animais permaneçam no hábitat deles, que é o alto-mar”, enfatizou.


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Som alto é a principal ocorrência registrada pela PM da PB no carnaval

10/02/2013 15h40 - Atualizado em 10/02/2013 16h37 

Foram registrados 137 casos das 7h de sábado às 7h de domingo.
Carnaval tem sido considerado tranquilo pela Polícia Militar da Paraíba.
 
Do G1 PB
 
 
Ocorrências relativas a som alto têm sido o destaque dos registros feitos pela polícia (Foto: Divulgação/Secom-PB)
Ocorrências relativas a som alto têm sido o
destaque dos registros feitos pela polícia
(Foto: Divulgação/Secom-PB)
Um balanço parcial divulgado pela Polícia Militar da Paraíba neste domingo (10) revela que já foram registradas 137 ocorrências relacionadas a som alto. O número refere-se a casos registrados entre as 7h de sábado (9) e as 7h de domingo (8h no horário de Brasília).

As ocorrências foram registradas nas praias de Jacumã, com 57, Lucena, com 50, e Baía da Traição, com 30 ocorrências. Segundo a assessoria da PM, foram aplicadas quatro multas em Jacumã, sendo três delas no valor de R$ 5 mil e uma no valor de R$ 20 mil. Neste caso, houve apreensão do veículo por se tratar de reincidência e por ser flagrado com o volume acima do permitido.

No sábado (9), turistas de Jacumã, na cidade de Conde, Litoral Sul do estado,  procuraram a reportagem do G1 para denunciar o som alto em veículos na praia. Um grupo de turistas afirmou que não conseguiu dormir porque alguns moradores estavam com o som em alto volume durante todo o dia de ontem.

Em Lucena, um carro foi multado no valor de R$ 5 mil reais, mesmo valor da multa aplicada a outro carro com som alto na praia da Baía da Traição. As ocorrências foram registradas pelo Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb). Antes de multar, o BPAmb conscientiza os motoristas para não colocar o som muito alto. Multa, alerta a PM, só em caso de reincidência.
 
Acidentes
Foram registrados pelo Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) no primeiro dia de carnaval 12 acidentes nas estradas estaduais da Paraíba. Em nenhum deles houve mortes, ainda de acordo com a assessoria da PM. O número de acidentes é 52% menor do que no primeiro dia de carnaval do ano passado, quando foram registrados 25 acidentes.
 
Lei Seca
Duas grandes blitze da Lei Seca foram realizadas pela Polícia Militar, através do BPTran. Uma em Jacumã e outra em Lucena, o que resultou em 27 veículos apreendidos por apresentarem algum tipo de irregularidade, 194 multados e 10 motoristas flagrados dirigindo após terem ingerido bebida alcoólica. Sete deles tiveram a Carteira Nacional de Habilitação recolhida e três foram encaminhados até uma delegacia por apresentarem um nível de embriaguez  elevado.
 
Carnaval tranquilo
Segundo a assessoria da Polícia Militar, um esquema de policiamento que envolve mais de sete mil policiais militares é um dos motivos apontados pelo qual o carnaval tem sido considerado tranquilo. Em um balanço feito das 7h do sábado (9) às 7h deste domingo (10) não foi registrada, ainda de acordo com a PM, nenhuma ocorrência de destaque.
 
Público no carnaval
O maior número de público contabilizado até agora pela PM no carnaval foi em Cajazeiras, no Sertão do estado, onde na noite do sábado (9) participaram 20 mil pessoas da festa, no antigo aeroporto, no bairro Agrovila.
 
Um forte esquema de segurança montado pela Polícia Militar integrada à Polícia Civil, polícia rodoviária federal e ministério público garantiu a tranquilidade nos festejos.
 
Já na praia de Jacumã, no Litoral Sul da Paraíba, dez mil pessoas participaram, no sábado dos festejos na quadra principal da praia, onde foi montado um esquema de segurança para garantir a tranquilidade dos foliões.
 
O local está sendo todo monitorado por um sistema de vídeo monitoramento móvel, além da presença de 12 pontos de observação e dez veículos para auxiliarem no policiamento.
 
Em Lucena, segundo a PM, o policiamento também foi intensificado com rondas na entrada da cidade, nas ruas e na área dos shows. Na Baía da Traição, Litoral Norte da PB, a praça ficou lotada no primeiro dia de festa e 70 policiais auxiliados por três viaturas e um trio de moto proporcionaram a segurança às pessoas que participaram do evento.
 
Em João Pessoa, o carnaval tradição reuniu cerca de 2 mil pessoas na Avenida Duarte da Silveira, ainda de acordo com informações da PM. Setenta policiais, além de cinco veículos fizeram a segurança do evento. O comandante geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, esteve presente acompanhando de perto a aplicação do policiamento no local, de onde seguiu até a praia de Jacumã para fazer a mesma verificação.
 
“Estamos preparados para garantir que esse momento de diversão seja realizado com muita segurança, disponibilizamos o que temos de melhor para no final podermos celebrar a paz e o resultado de um carnaval tranquilo”, afirmou  Euller.


 

Turistas reclamam de som alto na Praia de Jacumã, Litoral Sul da PB


09/02/2013 19h48 - Atualizado em 10/02/2013 08h18 

Comerciante disse que vizinhos estão fazendo disputa com aparelhos de som.
Polícia Militar disse que já registrou mais de 50 ocorrências.
 
Do G1 PB
 

Paulo disse que as pessoas em sua casa não conseguiram dormir por causa do som alto (Foto: Inaê Teles/G1)
Paulo disse que as pessoas em sua casa não
conseguiram dormir por causa do som alto
(Foto: Inaê Teles/G1)
Os turistas que escolheram a Praia de Jacumã, no município do Conde, para passar o carnaval estão sofrendo com o som alto de algumas casas que usam grandes sons automotivos. Neste sábado (9), um grupo de moradores de Campina Grande que está em Jacumã, Litoral Sul da Paraíba, afirmaram que não conseguiram dormir porque os vizinhos, em duas casas, estão com o som ligado desde às 6h, “fazendo uma disputa, para ver quem coloca o som mais alto, afirmou o comerciante Paulo Araújo”.

O comerciante  está em uma casa com 15 pessoas, sendo seis crianças e cinco idosos. Paulo conta que veio de Campina Grande com o intuito de se divertir e descansar na praia, mas que ninguém conseguiu dormir por causa da música alta desde o início da manhã desde sábado. “Se eles querem brincar, basta colocar o som alto na quadra da cidade onde estão acontecendo os shows, e não nessa área que é residencial”, explica.
 
O sargento Adriano Amaral, da Polícia Militar Ambiental, disse que as equipes estão trabalhando em Baía da Traíção, Lucena, Jacumã e Pitimbu. “Durante o dia, o som automotivo não é permitido. Mas, mesmo assim, já fizemos mais de 50 ocorrências só em Jacumã”. O sargento explicou que a primeira abordagem é educativa, e que é feito um registro dos veículos que possuem grandes sons, popularmente conhecidos como 'paredões'.

“Se houver um novo chamado, a multa para esse tipo de infração varia de R$ 5 mil até R$ 50 milhões. Só neste sábado, em Jacumã, minha equipe já aplicou quatro multas no valor de R$ 5 mil”, detalhou o sargento, que conta com a ajuda dos soldados Cristiano Amaral e Jader Carvalho na fiscalização.

O policial enfatizou ainda que em áreas mistas, com casas residenciais, o limite de barulho é de 55 decibéis nos turnos da manhã e tarde, e 50 no turno da noite. Adriano disse que caso a população precise entrar em contato com a PM para fazer alguma denúncia, basta ligar para o telefone 32187222 e fazer a solicitação.


 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Duas cobras são capturadas na Grande João Pessoa

23/01/2013 17h38 - Atualizado em 23/01/2013 22h45

Animais foram capturados pela Polícia Ambiental.
Jiboia apresentava ferimentos e foi levada para atendimento no Ibama.
 
Do G1 PB
 
 
Jiboia foi capturada dentro de residência na praia de Jacumã, no município do Conde (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Jiboia foi capturada dentro de casa na praia de Jacumã, no Município
de Conde (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Duas cobras foram capturadas pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar no início da tarde desta quarta-feira (23), em João Pessoa e na Praia de Jacumã, no Município de Conde, na Região Metropolitana da capital paraibana.


O cabo Marcos, da Polícia Ambiental, explicou que “em jacumã encontramos uma jiboia de dois metros de comprimento. Ela tinha machucados, e acreditamos que ela fugiu de uma queimada próxima da região”. O policial disse que a cobra receberá atendimento no Ibama para depois ser solta em seu habitat natural.

Já no bairro do Alto do Mateus, em João Pessoa, uma salamanta de 1,5m foi capturada por volta das 14h, após a Polícia Ambiental receber a denúncia de moradores do bairro. Ela foi solta em uma mata próxima da região, pois não apresentava ferimentos.

Salamanta foi capturada após moradores ligarem para a Polícia Ambiental (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Salamanta foi capturada após moradores ligarem para a
Polícia Ambiental (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Fonte

 

quinta-feira, 15 de março de 2012

Polícia Ambiental resgata capivara de aproximadamente 40kg na Paraíba

15/03/2012 19h31 - Atualizado em 15/03/2012 19h31

Capivara foi resgatada na piscina de um condomínio de Jacumã.
Segundo a polícia, o animal não conseguiu sair devido ao piso escorregadio.

Do G1 PB


Capivara foi encontrada dentro de uma piscina em Jacumã (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Capivara foi encontrada dentro de uma piscina em Jacumã (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma capivara foi resgatada no bairro de Jacumã, no Conde, cidade da Região Metropolitana de João Pessoa, por volta das 18 h desta quinta-feira (15). Segundo o cabo Marcos, da Polícia Ambiental, o animal, que pesa aproximadamente 40 kg, foi encontrado dentro da piscina de um condomínio, uma vez que essa espécie busca locais úmidos para tomar banho e procurar alimento.

A capivara não conseguiu sair devido ao piso escorregadio da piscina e teve que receber auxílio dos policiais. De acordo com o cabo Marcos, o animal está aparentemente bem, mas deve ser encaminhado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama para avaliação antes de ser liberado em seu habitat.

Fonte