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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Lei busca incentivar uso de bicicleta na cidade de João Pessoa

 
 
A proposta estabelece que o Poder Executivo pode firmar convênio com empresas, organizações não governamentais e financeiras, a fim de instituir campanha publicitária de educação para implementação da política cicloviária
 
Créditos: Reprodução / WEB
Ciclistas da cidade de João Pessoa poderão contar com a nova Lei Municipal 13.246, cuja política é o incentivo ao uso da bicicleta para promover sua utilização como meio de transporte. A norma visa proporcionar acesso democrático às vias e espaços públicos, ampliando a mobilidade urbana.

Segundo o documento, a implementação desta política garantirá: o desenvolvimento de atividades relacionadas com o sistema de mobilidade cicloviária e de pedestres; a promoção de ações e projetos em favor de ciclistas, pedestres e cadeirantes, a fim de melhorar as condições para o deslocamento; a melhoria da qualidade de vida na cidade, por intermédio de ações que favoreçam o caminhar e o pedalar; a eliminação de barreiras urbanísticas aos ciclistas e cadeirantes; a implementação de infraestrutura cicloviária urbana, como ciclovias, ciclofaixas, faixas compartilhadas, bicicletários e sinalização específica; a integração da bicicleta ao sistema de transporte público existente; a promoção de campanhas educativas voltadas para o uso da bicicleta.

“O uso eficiente da bicicleta como modalidade de transporte urbano é bastante viável no município de João Pessoa, pois é um equipamento acessível a quase toda a população, devido ao preço e ao baixo custo de manutenção. Logo, as ações de incentivo ao uso da bicicleta como modalidade de transporte atendem a uma parcela considerável da população, que precisa se deslocar diariamente para o trabalho, estudo ou mesmo lazer. Trata-se de uma alternativa importante e sustentável”, avaliou o vereador Marmuthe Cavalcanti (PSD), autor da lei.

A proposta estabelece que o Poder Executivo pode firmar convênio com empresas, organizações não governamentais e financeiras, a fim de instituir campanha publicitária de educação para implementação da política cicloviária, especialmente no que concerne à aplicação de normas de uso da bicicleta. Nesse contexto, o Executivo Municipal também poderá regulamentar a Lei, no que couber.

“Além de ambientalmente eficiente e saudável para o usuário, o uso da bicicleta como meio de transporte pode representar uma economia considerável para milhares de pessoas. O desafio principal da nova Lei é garantir mais oportunidades para utilização da bicicleta no espaço urbano, proporcionando segurança aos ciclistas, eliminando barreiras urbanísticas e implantando a infraestrutura cicloviária adequada e necessária para a popularização da bicicleta”, disse Marmuthe.



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Paraibano se desloca mais a pé e de bicicleta

Entre os paraibanos, as viagens realizadas a pé e em bicicleta são maioria, seguidas pelo transporte individual motorizado, diz relatório.


  

Francisco França
Números da Paraíba acompanha tendência nacional., aponta pesquisa
Entre os paraibanos, as viagens realizadas a pé e em bicicleta são maioria, seguidas pelo transporte individual motorizado (autos e motocicletas) e pelo transporte coletivo. É o que revela o Relatório 2012 – Sistema de Informações da Mobilidade Urbana da ANTP – julho 2014 da Associação Nacional de Transportes Públicos, realizado com dados de transporte público e tráfego urbano dos municípios brasileiros com população superior a 60 mil habitantes. A Paraíba acompanha a tendência nacional.

A coleta e tratamento dos dados começaram em 2003, e incluem os 438 municípios brasileiros que nesse ano possuíam 60 mil habitantes ou mais. Para efeito de diversas análises ao longo do relatório, os municípios em estudo foram agregados por faixa de população. Na relação de municípios que compõem o sistema de informação da ANTP na Região Nordeste, seis cidades paraibanas foram citadas, sendo elas João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Campina Grande, Patos e Sousa.
 
Conforme a pesquisa, a população do grupo de municípios com o número de habitantes entre 60 mil e 100 mil, como Bayeux, Patos e Sousa, teve uma mobilidade média de 1,06 viagem por habitante por dia, onde 0,56 foram realizadas em Transporte Não Motorizado (TNM) - a pé e em bicicleta. A quantidade de viagens feitas em Transporte Individual (TI) – automóvel e motocicleta, e em Transporte Coletivo (TC) – ônibus, trens e metrô foi a mesma, 0,25.
 
Quando essa mobilidade é estimada por municípios de maior porte, observa-se uma variação de 0,70 viagem por habitante por dia: elas caem de 1,90 nas cidades com população de 500 mil a 1 milhão de habitantes, grupo o qual João Pessoa está inserido, para 1,21 nas cidades entre 100 a 250 mil, como Santa Rita, na Região Metropolitana da capital.

Em João Pessoa, a pesquisa constatou que 0,74 das viagens são realizadas a pé ou por bicicleta; 0,64 em carro ou motocicleta e 0,51 em transporte coletivo. Já Campina Grande faz parte do conjunto de municípios que possuem de 250 mil a 500 mil habitantes, onde a maior parte das viagens foi realizada a pé e por bicicleta (0,59), seguida dos meios de transporte individual motorizado (0,41) e do transporte público (0,37).
 
A partir desses dados, a pesquisa mostrou que quando as viagens são classificadas pelo porte dos municípios, o transporte público reduz consistentemente sua participação em função do tamanho da cidade, passando de 27% para 24% entre os municípios com até 1 milhão de habitantes para os que possuem no máximo 100 mil. O fenômeno se repete quando analisada a participação do transporte individual (auto e moto), que passa de 34% para 24%. Entretanto, a participação do TNM (bicicletas e a pé) eleva-se com a redução do tamanho do município, passando de 39% para 52% entre os municípios maiores para os menores.
 
O estudo sugere que esses números indicam a necessidade de diferentes olhares em relação às políticas de mobilidade urbana em função do porte do município. Enquanto os municípios maiores possuem maior quantidade de viagens nos modos motorizados, os municípios menores possuem maior quantidade de viagens a pé e por bicicleta.

DESLOCAMENTOS
Em uma análise especial do Sistema de Informações da Mobilidade Urbana da Associação Nacional de Transportes Públicos, sobre os deslocamentos feitos pelas pessoas, o relatório revela que quando as viagens das pessoas classificadas por modo principal (TNM, TI e TC) são decompostas em trechos de modos diferentes, por exemplo, o trecho andado a pé para chegar ao ônibus, obtém-se o número de deslocamentos feitos por elas, que é evidentemente maior do que o número de viagens. Isso pode ser comprovado nas estatísticas apresentadas no relatório, que mostram que as pessoas fazem 99,1 bilhões de deslocamentos por ano, valor 58% maior do que o valor das viagens classificadas por modo principal (62,7 bilhões/ano), enquanto o número de viagens e deslocamentos feitos em TI (19,4 bilhões/ano) e TC (18,2 bilhões/ano) são os mesmos nas duas situações.
 
De acordo com o documento, o valor dos deslocamentos é muito útil para estudar com mais precisão, por exemplo, a exposição dos pedestres aos riscos do trânsito. (Colaborou Katiana Ramos)
 
POPULAÇÃO UTILIZADA NA PESQUISA

Segundo dados do Censo Demográfico 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), utilizados na pesquisa para dividir os grupos de municípios por quantidade populacional, João Pessoa possui 597.934 habitantes, e Campina Grande, 355.331. Já Santa Rita conta com 115.844 habitantes, Patos, 91.761, Bayeux, 87.561, e Sousa 62.635 habitantes. Depois desse período, o IBGE já divulgou o Censo 2010 com dados mais atualizados.

O QUE DIZEM AS PREFEITURAS
Em Bayeux, segundo informações da assessoria de Comunicação Social da prefeitura, ainda não há um projeto de mobilidade urbana voltada para quem utiliza a bicicleta como meio de transporte. Contudo, segundo a assessoria, as principais vias de diversos bairros da cidade estão sendo pavimentadas e até o final deste ano 66 logradouros serão beneficiados com melhorias na infraestrutura. Somente no bairro de Mário Andrezza serão 40 ruas que receberão os serviços.
 
Já em Santa Rita, está em execução um projeto orçado em R$35 milhões para asfaltar o anel viário em diversos pontos da cidade, principalmente no bairro de Tibiri II. Segundo o secretário de Comunicação do município, Sandro Nóbrega, outro projeto para a melhoria das vias públicas da cidade que terá espaço reservado aos ciclistas está em fase de planejamento e ainda não tem previsão para ser executado.
 
A reportagem do JORNAL DA PARAÍBA procurou por telefone os responsáveis pelos órgãos de trânsito dos municípios de Campina Grande, Patos e Sousa. Mas até o fechamento desta edição, nossas ligações não foram atendidas.
 
Também tentamos contato com o superintendente de Mobilidade Urbana da capital, Roberto Pinto, mas a assessoria de comunicação informou que o gestor estava em reunião e não poderia comentar o assunto.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Obstáculos: problemas nas ruas da capital

No Dia Internacional do Pedestre, especialista afirma que é impossível caminhar por João Pessoa sem encontrar obstáculo.


 


Francisco França
“Em João Pessoa não existe um quarteirão em que se consiga dar uma volta completa sem passar por um obstáculo”. A afirmação do especialista em mobilidade urbana e professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Nilton Pereira, no Dia Internacional do Pedestre, comemorado hoje, denuncia o problema constante de quem precisa andar a pé pelas ruas da capital. A falta de segurança para atravessar a rua e utilizar vias de acesso, como passarelas, também é apontada por alguns pedestres como problema.

De acordo com o Código Brasileiro de Trânsito (CBT), as calçadas são reservadas somente ao trânsito de pedestres e, se houver algum obstáculo que não possa ser retirado, este deverá ser sinalizado. No entanto, não é o que ocorre nas calçadas da capital. Desnivelamento no piso, largura inferior à mínima de 1,20 metro, degraus que dificultam a circulação, outros obstáculos – postes, telefones públicos, lixeiras, bancas de ambulantes, jornais e entulhos –, estão entre as principais irregularidades elencadas pelo pesquisador Nilton Pereira.
 
O grande problema, segundo ele, é que por muito tempo se achou que a questão do deslocamento se resumia a carros e ônibus, sem a preocupação com a melhoria na pavimentação.

“Em João Pessoa, como nas principais cidades brasileiras, ainda se tem uma visão de que as calçadas são de responsabilidade do proprietário da residência, como se não fosse responsabilidade da administração pública. Aí temos calçadas inapropriadas, que se tornam obstáculos para muitos pedestres. Quem não tem problemas com mobilidade não percebe a importância, mas obesos e cadeirantes, por exemplo, sentem”, disse.

Além da má qualidade das calçadas, o especialista também aponta a colocação de outros obstáculos, como rampas, gelos baianos, blocos de concreto, dentre outros artifícios para impedir a invasão de carros na calçada, que acabam atrapalhando a passagem de pedestres. “A calçada é um elemento fundamental para a mobilidade, principalmente se a gente quer investir numa cidade sustentável. Por isso sua melhoria precisa ser estimulada, para que possamos dar mais condições aos pedestres”, afirmou Pereira.

Sempre transitando a pé nas adjacências da Avenida Beira-Rio, a aposentada Carmelita Leandro dos Santos, 89 anos, disse que teme andar pela via pública. “Há muitos buracos que causam medo de andar sozinha e desrespeito, principalmente de carros, que não param para a gente atravessar, mesmo que estejamos na faixa de pedestres. Eu só passo quando não vem mais nenhum para não ter perigo”, lamentou. (Colaborou Katiana Ramos)

terça-feira, 24 de junho de 2014

Chuva esvazia shows de véspera de São João na orla de João Pessoa

24/06/2014 01h19 - Atualizado em 24/06/2014 01h26 

Pequeno público se abrigou com guarda-chuvas, capas e tendas.
Comerciantes reclamaram da queda nas vendas com o público reduzido. 

Do G1 PB
 
As poucas pessoas que compareceram levaram guarda-chuvas para assistir aos shows em João Pessoa (Foto: André Resende/G1)
As poucas pessoas que compareceram levaram guarda-chuvas para
assistir aos shows em João Pessoa (Foto: André Resende/G1)

A chuva que caia desde as primeiras horas persistiu durante a noite de segunda-feira (23) em João Pessoa e esvaziou o público dos shows musicais do “São João Pra Valer” no Busto de Tamandaré, nas praias do Cabo Branco e Tambaú. A comemoração da véspera de São João na orla da capital paraibana promovida pela Prefeitura de João Pessoa contou com poucos, mas resistentes forrozeiros.
  
Debaixo de guarda-chuvas, usando capas ou se abrigando em tendas, um pequeno público acompanhou ao show da banda paraibana Os Gonzagas na noite da véspera de São João, quando se celebra de fato o santo. Em meio aos que prestigiavam o evento sem se importar com a chuva estava o casal de namorados Júlio Rolim, de 33 anos, e Larissa Dolores, de 28. Dividindo um pequeno guarda-chuva, o casal contou que a programação da noite motivava a persistência.

Casal não desanimou com a chuva e aproveitou o forró na orla de João Pessoa (Foto: André Resende/G1)
Casal não desanimou com a chuva e aproveitou
o forró na orla  (Foto: André Resende/G1)
“Infelizmente choveu o dia inteiro. Acho que as pessoas preferiram ficar por onde estavam depois do jogo do Brasil. É uma pena, porque a programação desta noite está muito boa”, avaliou Júlio. Além de Os Gonzagas, estava previsto por volta da meia-noite a apresentação da banda Furacão do Forró.

O público reduzido também diminuiu a oportunidade dos comerciantes faturarem com festa. Depois de ver o evento quase ser suspenso, devido ao embate judicial entre Ministério Público da Paraíba e Prefeitura de João Pessoa acerca da degradação que a festa realizada na orla geraria ao meio ambiente, o vendedores ambulantes tiveram que lidar com o boato de que os shows da noite de segunda-feira não iriam acontecer.
 
É o que conta o vendedor de comidas típicas Vanderlei Correia. Segundo ele, muitos vendedores encostaram os carrinhos com bebidas e espetinhos de churrasco e voltaram para casa temendo a não realização. “Muitos não acreditaram que fosse acontecer, ainda mais depois da questão do Ministério Público. No final das contas, teve o show, mas a chuva espantou o pessoal. O ‘movimento’ foi fraco”, comentou.

Vanderlei Correia comentou que 'movimento' poderia ter sido melhor se não tivesse chovido  (Foto: André Resende/G1)
Vanderlei Correia comentou que 'movimento'
poderia ter sido melhor se não tivesse chovido

(Foto: André Resende/G1)
Ainda segundo com comerciante, a prefeitura precisa estudar a possibildade de construir um local apenas para realização de eventos de grande porte. “Um São João desse não pode acontecer dessa forma. É preciso ter uma estrutura para que dê apoio às pessoas que se sustentam trabalhando nestas festas porque, por exemplo, a redução dos dias de show prejudicou quem tinha se programado para trabalhar com o comércio no evento”, completou o vendedor.
 
A redução a que Vanderlei Correia se referia era o corte em parte da programação do “São João Pra Valer” de nove para quatro dias pela Prefeitura de João Pessoa. A medida havia sido uma tentativa de se adequar às recomendações da promotoria do Meio Ambiente do Ministério Público da Paraíba, contrária a realização da festa na orla da capital paraibano por questões de preservação ambiental e cumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pela prefeitura impendido qualquer festa na área.

Com ou sem chuva, os festejos juninos em João Pessoa devem continuar nesta terça-feira (24). As bandas Forró da Xêta e Luan e Forró Estilizado estão previstas para encerrar a programação musical do “São João Pra Valer” no Busto de Tamandaré.
 
Fonte
 
 

sábado, 21 de junho de 2014

TJPB nega recurso do MP e confirma São João na orla de João Pessoa


21/06/2014 09h29 - Atualizado em 21/06/2014 09h39 

Ministério Público afirmava que TAC impede realização da festa na praia.
Evento começa neste sábado (21) com show de Elba Ramalho.

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) negou nesta sexta-feira (20) recurso movido pelo Ministério Público da Paraíba, que tentava impedir a realização do São João de João Pessoa no Busto de Tamandaré, entre as praias de Cabo Branco e Tambaú. A decisão foi divulgada na manhã deste sábado (21) pela prefeitura da capital. A festa começa esta noite com shows de Elba Ramalho e Pinto do Acordeon.

Segundo a prefeitura, a negativa do recurso foi uma decisão do desembargador plantonista Sílvio Ramalho. O magistrado manteve o entendimento do juiz Manoel Abrantes, que havia negado, na quinta-feira (19), a antecipação de tutela em ação movida pelo MP.
 
A festa seria realizada inicialmente no Ponto de Cem Réis, no Centro, mas foi mudada para a orla depois que o Corpo de Bombeiros apresentou um laudo restringindo o público máximo no local a 10,8 mil pessoas. O Ministério Público, no entanto, discordou da decisão e recorreu à Justiça pedindo o cancelamento dos shows. O órgão argumentou que um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) de 2005 proibia a realização da festa na orla. A Justiça, no entanto, entendeu que o termo se referia à não realização da festa apenas no Parque Solon de Lucena. 

O promotor de Meio Ambiente e Patrimônio, João Geraldo Barbosa, autor da ação, foi procurado para falar sobre a decisão, mas não atendeu as ligações telefônicas do G1.

Com a transferência para a praia, a festa acabou tendo sua duração reduzida de nove para quatro dias, terminando na terça-feira (24).

Estrutura e segurança
A Funjope concluiu nesta sexta-feira a montagem do palco de 270 metros quadrados. Também foi montado um tablado de 900 metros quadrados, que deve funcionar como pista de dança.

Quatro telões de alta definição – dois ao lado do palco e dois a 80 metros dele – permitirão uma boa visibilidade para quem estiver mais afastado, mesma função das duas torres de redução de delay sonoro dispostas nas areias.

Cerca de 400 homens das polícias Civil e Militar, Guarda Civil Municipal, Corpo de Bombeiros e efetivo particular participarão do esquema de segurança integrada. A Secretaria de Segurança Pública disponibilizará 15 viaturas e 100 agentes por noite, divididos em patrulhas pela cavalaria, motocicletas (Rotam), policiamento ambiental, apoio ao turista (Ceatur) e rondas a pé.
 
Fonte
 
 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Justiça mantém São João da capital na orla marítima


 19.06.2014 - 13:36:39

O juiz Manoel Abrantes, plantonista no Tribunal de Justiça, negou hoje o pedido de liminar em ação civil pública ajuizada pelos promotores do Meio Ambiente e do Patrimônio Social de João Pessoa, João Geraldo e José Farias para impedir a realização da festa de São João da prefeitura na orla da capital do Estado. A informação foi dada no início da tarde pelo procurador geral do município, Rodrigo Farias. 
Os representantes do Ministério Público Estadual haviam dado entrada na ação no dia de ontem, alegando que o evento traria grandes danos ao Meio Ambiente e citando que a prefeitura havia se comprometido, em 2005, em realizar os festejos no Centro Histórico.
"A decisão buscou atender à cidade de João Pessoa e, do ponto de vista, é completamente legal. A gestão municipal respeita muito o Ministério Público, mas não vai abrir mão de exercer suas prerrogativas de defesa da cidade de João Pessoa. Quando virmos situações de intransigência e irracionalidade como essa, não abriremos mão de estar ao lado do povo de João Pessoa. O São João está mantido sem nenhum percalço", disse Rodrigo Farias, acrescentando que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2005 tinha como objetivo resolver outro problema que era o deslocamento da festa para a Lagoa. Segundo ele, atualmente, as festas juninas da cidade tomaram uma proporção muito maior que àquela época e não encontrariam mais espaço no Centro da capital.
A entrevista foi concedida ao programa Correio Debate da rádio 98 FM.
Quando virmos situações de intransigência e irracionalidade como essa, não abriremos mão de estar ao lado do povo de João Pessoa -- Rodrigo Farias, comemorando a decisão judicial de manter o são joão na orla

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quarta-feira, 18 de junho de 2014

MP entra com ação para impedir São João na orla de João Pessoa

18/06/2014 20h15 - Atualizado em 18/06/2014 20h17 

Órgão argumenta que prefeitura está desrespeitando TAC de 2005.
Prefeitura diz que praia é o melhor lugar para a realização do evento.
 
Do G1 PB

O Ministério Público da Paraíba ingressou com uma ação civil pública com pedido de liminar na tarde desta quarta-feira (18) requerendo que a Prefeitura de João Pessoa não realize os festejos de São João na orla marítima. O processo foi movido pelas Promotorias de Justiça do Meio Ambiente  do Patrimônio Social da Capital. Conforme a ação, a festa deve ser promovida no Centro Histórico, como determina um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado em 2005.

O impasse em torno da festa teve início na semana passada quando o MP informou que a prefeitura desrespeitaria o TAC e também degradaria o meio ambiente e criaria uma série de implicações no campo da mobilidade urbana, com a festa na praia. O órgão se posicionou claramente contra o evento no local, mas apesar disso a administração municipal decidiu manter a festa, apenas reduzindo de nove para quatro dias.
Segundo o  MP,  ação requer a recuperação da área de praia já degradada, além de realizar medidas urgentes e efetivas para a mitigação dos impactos ambientais negativos sobre as Praia de Tambaú e Cabo Branco, com a consequente condenação dos promovidos por danos morais coletivos pelos danos ambientais já causados pela ação discricionário do Poder Público Municipal.

Procurada, a prefeitura de João Pessoa disse que vai esperar o posicionamento da Justiça, mas garantiu que a festa está mantida para a orla. Por meio da assessoria de imprensa, a administração municipal disse que entende a região do Busto de Tamandaré, entre as praias de Cabo Branco e Tambaú, é  a melhor para a realização do São João. Evento está programado para acontecer de 21 a 24 de junho.

Na ação, os promotores de Justiça João Geraldo Barbosa e José Farias destacam que a decisão unilateral do prefeito e dos seus auxiliares de manter a programação do São João na orla da Capital, além de descumprir o TAC, impõe que a orla de João Pessoa passe a ter em seu calendário permanente mais um evento que degrada o meio ambiente em foco, afrontando ainda mais o que dispõe a Lei 7.661 de 16.05.1988 que instituiu o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro e dá outras providências.

Os promotores ressaltam que o próprio Projeto de Compensação de Dano elaborado pela Secretaria de Meio Ambiente do Município, em face aos festejos juninos na orla de João Pessoa, apresentado na primeira audiência pública realizada na sede do MPPB na última sexta-feira (13), é a confissão da prática danosa ao meio ambiente a uma área de preservação permanente.

A ação requer a retirada imediata de todos os equipamentos instalados pelo município de João Pessoa, através dos órgãos da administração direta, indireta, autárquica ou fundacional, ou por empresas contratadas, para promoção de eventos, shows e quaisquer outras intervenções do município na orla marítima da capital.

Também requer que o município apresente o Plano de Recuperação de toda a Área Degradada (Prad), realizado por equipe multidisciplinar e com aprovação técnica, para não incorrer em maiores prejuízos ao meio ambiente, além da condenação ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, a ser determinada por esse juízo, e que os valores decorrentes da reparação, sejam revertidos ao Fundo Estadual de Proteção ao Meio Ambiente (Fepama).
 
Fonte
 
 

Ciclofaixa de Lazer será suspensa neste domingo devido aos festejos juninos

18/6/2014 - 16:48 - Atualizado em 18/6/2014 - 18:41

Efetivo de agentes da Semob será remanejado para atender aos diversos eventos juninos na cidade. 


A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) de João Pessoa vai suspender a operação da Ciclofaixa de Lazer excepcionalmente no próximo domingo (22) devido às festas juninas e aos jogos da Copa. O efetivo de agentes que estaria disponível na ciclofaixa vai ser remanejado para atender aos diversos eventos juninos que ocorrerão na cidade neste domingo.

Lançada em setembro do ano passado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), a Ciclofaixa de Lazer já é uma opção de esporte e diversão para famílias e amigos que se encontram aos domingos para aproveitar o benefício. O espaço exclusivo para ciclistas funciona todo domingo na avenida Epitácio Pessoa, das 7h às 16h, indo do Busto de Tamandaré até a Lagoa, retornando à orla.

Para garantir tranquilidade e segurança aos ciclistas, a Semob disponibiliza um efetivo de 25 agentes de mobilidade distribuídos em toda a extensão da Ciclofaixa de Lazer. Ainda colaboram com a operação, monitores que ficam nos cruzamentos sinalizando com bandeirolas quando o semáforo está verde para os carros, o que aumenta a segurança na faixa exclusiva.

Com 13 quilômetros de extensão, a faixa exclusiva para os ciclistas dominicais, proporciona aos adeptos das duas rodas uma via segura para a prática dessa salutar modalidade de atividade física e, ecologicamente correta, pois não polui o meio ambiente com a emissão de gases tóxicos.

Benefícios -  Para o professor de educação física e especialista em musculação, Fernando Barros, andar de bicicleta é um excelente exercício para o corpo e para a mente, porque além das melhorias nas condições cardíacas e respiratórias, também proporciona a liberação do estresse do dia a dia, sem falar do relaxamento dos músculos envolvidos logo após as pedaladas.

Depoimento - A estudante de economia Gabriela Barreto, 22 anos, decidiu levar uma vida mais saudável há cinco anos. Ela disse que pelada todos os domingos desde que a ciclofaixa foi implantada.

“Perdi muito peso pedalando e tenho uma vida equilibrada e mais saudável”, disse Gabriela Barreto que considera positiva a medida da Prefeitura em disponibilizar para os ciclistas um espaço seguro e livre para pedalar.

Morando na Torre, pertinho da avenida Epitácio Pessoa, Gabriela disse que costuma pedalar sozinha na ciclofaixa e isso possibilitou a integração com outras ciclistas. “Além de me sentir segura, já fiz amigos que também pedalam na ciclofaixa aos domingos”.
 
Secom JP


 

terça-feira, 17 de junho de 2014

PMJP mantém São João na orla, apesar de posição contrária do MPPB

17/06/2014 09h18 - Atualizado em 17/06/2014 09h18
 
Laudo proibindo realização no Ponto de Cem Réis influenciou na decisão.
Ministério Público alerta para poluição sonora e problemas de mobilidade.
 
Do G1 PB

Mesmo após a recomendação do Ministério Público da Paraíba (MPPB) contra a realização do São João na orla de João Pessoa, a Prefeitura da capital paraibana confirmou na segunda-feira (16) que os festejos juninos serão realizados realizados na praia de Cabo Branco. O palco principal começa a ser montado nesta terça-feira (17).
 
Segundo informação repassada pela Prefeitura, a manutenção do local, mesmo com a recomendação contrária do Ministério Público, ocorreu após a emissão de um laudo do Corpo de Bombeiros, que restringiu a 10,8 mil pessoas a capacidade de público do Ponto de Cem Réis, local para onde a festa estava programada inicialmente. O laudo previa riscos para a segurança, já que havia a previsão de que 70 mil pessoas compareceriam para assistir aos shows diariamente.
O promotor João Geraldo Barbosa, contrário ao evento na orla, comentou que a realização da festa na praia vai causar um sério comprometimento da mobilidade urbana e também pode gerar incômodo aos moradores da região, principalmente pela poluição sonora que pode ser gerada durante os shows do evento. Ele também ressaltou que o MP está preocupado com a preservação ambiental do local.
 
“Essa mudança também esvazia a tradição e a cultura dos festejos juninos, pois a praia não tem relação com o São João”, disse o promotor. João Geraldo ressaltou que o São João é diferente de outros eventos que a prefeitura realiza na praia, como o réveillon e o festival Extremo Cultural, que acontece no começo do ano, porque serão nove dias seguidos.
 
Para a prefeitura, ingredientes como facilidade de acesso e maior segurança foram considerados na hora de levar a festa para a orla. Além disso, todo o planejamento para garantir a mobilidade e a segurança do público foi providenciado tendo o Busto de Tamandaré como local da festa. Entre as atrações previstas para os shows estão Elba Ramalho, Flávio José, Pinto do Acordeon e Luan Estilizado. A festa terá início no sábado (21) e se estenderá até o dia 29 deste mês.
 
Fonte
 
 

Prefeitura reduz programação do São João de João Pessoa em quatro dias

17/06/2014 12h46 - Atualizado em 17/06/2014 12h46

Corte no número de dias ocorreu para tentar atender recomendações do MP.
Promotor do Meio Ambiente garante que degradação da orla continuará.
 
André Resende 
Do G1 PB  

Rm João Pessoa, no Busto de Tamandaré, que divide as praias do Cabo Branco e de Tambaú, o palco já está montado para a festa. Os Paralamas do Sucesso se apresentam após a queima de fogos. (Foto: G1/André Resende)
Festa de São João será no Busto de Tamandaré
(Foto: André Resende/G1)
A programação do São João de João Pessoa foi reduzida de nove para quatro dias. O anúncio no corte do número de datas de festejos juninos foi feito por meio de nota oficial emitida na manhã desta terça-feira (17) pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa. Os dias de festa continuam previstos para começar no dia 21 de junho, mas agora vão até o dia 24, e não mais até o último domingo de junho, 29.

Com a mudança, os artistas que se apresentariam entre os dias 25 e 29, dentre os quais Dorgival Dantas e Flávio José, não vão mais tocar no evento batizado neste ano de “São João Pra Valer”. Ainda de acordo com a nota da prefeitura da capital paraibana, a realização dos shows foi confirmada para o palco no Busto de Tamandaré, entre as praias de Tambaú e Cabo Branco.

Conforme a nota oficial, a decisão de reduzir a programação ocorreu para tentar se adequar a uma recomendação do Ministério Público da Paraíba contrária à realização de nove dias seguidos de festas na orla, por motivos de degradação do ambiente e de problemas para mobilidade urbana da área da orla. Conforme o anúncio, “a prefeitura buscando de forma incansável uma solução harmoniosa, realizou diversas reuniões com o órgão [MPPB], inclusive com várias concessões na busca de um acordo, culminando com a redução da programação”.
Os shows foram transferidos para orla de João Pessoa após um laudo do Corpo de Bombeiros estabelecer, por questões de segurança, um público máximo de 10.800 pessoas para o Ponto de Cem Réis, primeiro local previsto para a promoção do evento. A nota completa afirmando que “através da presente decisão, a Prefeitura de João Pessoa reafirma seu compromisso com a extrema legalidade em todos os seus atos, e com a responsabilidade de garantir a segurança do seu povo, bem como com a preservação do Patrimônio Artístico e Cultural da nossa cidade, postura que se espera de todo e qualquer agente ou órgão público”. O promotor João Geraldo Barbosa, da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Social, reforçou que a diminuição da programação não vai evitar a agressão ao meio ambiente. “Tanto faz degradar nove dias ou quatro. A degradação vai continuar garantida. Se houve a redução, é porque a prefeitura considerou o alerta feito pelo Ministério Público. O município precisa dispor de locais apropriados para realização de festas desse tipo. Ou fazem eventos que caibam dentro do Cem Réis ou construam espaços que abriguem shows dessa magnitude”, completou.
 
Ainda segundo o representante do Ministério Público, não está descartada a possibilidade da prefeitura ser responsabilizada criminal e administrativamente pela realização do “São João Pra Valer”. “Acredito que vamos ingressar com uma Ação Civil Pública para responsabilização da degradação. Meu trabalho nessa promotoria é recente, não tenho como responder por eventos semelhantes realizados no Natal, mas posso trabalhar para evitar degradações no São João”, finalizou.

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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Inscrições para ‘1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade’ terminam nesta sexta

 
 
SECOM
 
As inscrições para a '1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade' serão realizadas até as 13h, desta sexta-feira (26), na sede da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana, localizada na Avenida Minas Gerais, Bairro dos Estados. Com premiação de até R$ 3.500 e sorteio de brindes, o evento já conta com a inscrição de 35 pessoas, integrando sete equipes.

Para participar da '1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade', os interessados devem entregar no ato da inscrição, no mínimo, 10 quilos de material reciclável (vidro, papel, alumínio e plástico). "Tivemos equipes que trouxeram bem mais do que o solicitado para inscrição", revelou o coordenador da Coleta Seletiva da Emlur, Ulysses Ximenes.

De acordo com o superintendente da Emlur, Anselmo Castilho, a sociedade está empenhada em participar do evento em prol da causa ambiental. "A cidade abraçou o evento, e com certeza, nosso objetivo será cumprido", afirmou o superintendente, referindo-se a disseminação da prática de esportes e mudança de hábitos em benefício do meio ambiente.

Premiação completa - O grupo primeiro colocado receberá uma bicicleta para cada participante e R$ 3.500 para o grupo; o segundo colocado receberá um smartphone para cada participante e R$ 2.500 para o grupo e a equipe que cumprir as atividades em terceiro lugar, ganhará um jantar e R$ 1.500, ambos para o grupo.

Provas - A '1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade' contará com provas que integram esporte e meio ambiente, como passeio ciclístico e limpeza de canteiros, caminhada e coleta de materiais recicláveis e ainda, produção de vídeos educativos relacionados à educação ambiental.

Confira o regulamento da '1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade'
 
I. Inscrição
- Para participar da '1ª Gincana Emlur pela Sustentabilidade', cada equipe deverá ser composta por quatro ou cinco pessoas;
- A inscrição será realizada, entre 22 e 26 de julho na sede da Emlur, localizada na Avenida Minas Gerais, 177, Bairro dos Estados;
- Para se inscrever, cada grupo deverá entregar no mínimo 10 quilos de material reciclável (vidro, plástico, papel ou alumínio), no setor de Coleta Seletiva da Emlur. (O material entregue será pesado no momento da inscrição).

II. Provas  
Prova 1: Passeio ciclístico
- Local de saída
O passeio ciclístico será promovido no dia 05 de agosto, com concentração às 06h e saída às 07h, na sede da Emlur (Avenida Minas Gerais, 177, Bairro dos Estados).
- Percurso
Durante o percurso, que deve ser cumprido pelos competidores em até 2 horas, os participantes de cada equipe vão realizar as seguintes provas e registrá-las em fotografias:
A. realizar cuidados de manutenção em um canteiro (trecho de até 15 metros definido pelos organizadores da competição);
B. tirar foto em pelo menos um ponto turístico, demonstrando através do registro, compromisso com o meio ambiente. Observação: Todos os integrantes da mesma equipe devem participar das duas provas e ser registrados nas fotografias.
O percurso se estenderá da Avenida Minas Gerais, passando pelas Avenidas Amazonas e Espírito Santo, seguindo pela Rua Gonzaga de Silva / Rua Deputado Tertuliano de Brito / Rua Eugênio Lucena Neiva / Rua Eugênio Lucena Neiva / Avenida Presidente Epitácio Pessoa / Avenida Juarez Távora / Avenida Maximiano de Figueiredo / Avenida Dom Pedro I / Rua Coralio Soares de Oliveira / Avenida Presidente Getúlio Vargas / anel interno da Lagoa (Parque Solón de Lucena) / Avenida Presidente Getúlio Vargas / Avenida Duarte de Silveira / Avenida Ministro José Américo de Almeida (Beira Rio) / (Contorno) Altiplano / Cabo Branco / Avenida João Cyrilo da Silva / Avenida Monsenhor Odilon Coutinho / Avenida Cabo Branco / (Contorno) Avenida Panorâmica (Estação Ciência Cabo Branco) / Avenida Cabo Branco / Avenida João Cyrilo / Contorno para a Rua Paulino Pinto / Avenida Epitácio Pessoa finalizando no Busto de Tamandaré.

- Local de chegada
O passeio ciclístico será finalizado em até duas horas de prova (às 9h), com a chegada dos competidores no Busto de Tamandaré. Para julgar o cumprimento das provas, três jurados estarão no local de chegada, analisando o registro das fotos tiradas pelos competidores, bem como a agilidade que tiveram para concluir o passeio ciclístico.

Prova 2: 'Eu reciclo e você?'
- Às 10h, no Busto de Tamandaré, os competidores vão estar concentrados para participar de mais uma atividade, denominada: 'Eu reciclo e você?'
- As equipes vão percorrer a orla de João Pessoa, (entre o Cabo Branco e o Bessa), a pé, em busca de material reciclável (papel, vidro ou alumínio). O grupo que arrecadar mais produto reciclável, em uma hora (ou seja, até às 11h), vencerá a prova.
- O material terá uma hora para ser pesado pela equipe de coleta seletiva da Emlur e o resultado será divulgado até às 12h.

Prova 3: 'Educação Ambiental. Compartilhe esta ideia'
A gincana será retomada às 14h (após o almoço), onde as equipes devem produzir e compartilhar um vídeo de até 90 segundos, na rede social Facebook. O link do material divulgado na rede social que obtiver mais compartilhamento até as 17h, vencerá a disputa da prova para a equipe.
 
Observação: Caso haja empate em qualquer das provas, uma equipe formada por três jurados decidirá o vencedor.

III. Encerramento da Gincana
A 1ª 'Gincana Emlur de Sustentabilidade' será encerrada logo após as atividades e o somatório dos pontos das equipes determinará na escolha da equipe vencedora.

IV. Premiação
Grupo 1º colocado: R$ 3.500 (para o grupo) e uma bicicleta (para cada participante);
Grupo 2º colocado: R$ 2.500 (para o grupo) e um smartphone (para cada participante);
Grupo 3º colocado: R$ 1.500 e um jantar completo (para o grupo).

VI. Responsabilidade do competidor
Fica sob a responsabilidade do competidor, bem como do grupo, seus equipamentos de competição para o cumprimento das provas, preservando a Emlur como isenta em caso de roubo, furto ou dano aos materiais utilizados. 



terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Antes da posse, Luciano Cartaxo anuncia R$ 30 milhões para recuperar a Lagoa

01/01/2013 - 19:10 - Atualizado em 01/01/13 - 19:33

Cartaxo disse ainda que a recuperação da Lagoa está dentro de um projeto maior, Cidade Jardim 


Antes de ser empossado como prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), anunciou durante entrevista a imprensa, que tem recursos na ordem de R$ 30 milhões para recuperação completa do Parque Solon de Lucena (Lagoa). Os recursos são provenientes do Ministério das Cidades e de acordo com o prefeito foram conseguidos graças as várias viagens e audiências em Brasília durante o período de transição.
 
Cartaxo disse ainda que a recuperação da Lagoa está dentro de um projeto maior que restabelecer o reconhecimento de João Pessoa como cidade verde. "Temos um projeto interessantíssimo que é o Cidade Jardim, onde vamos colocar muito verde nas principais avenidas e praças da cidade".
 
O novo prefeito revelou ainda que já na próxima semana tem uma audiência agendada como o ministro dos Esportes, Aldo Rabelo. "Enfim tem um calendário de ações já pronta para os cem dias de governo, inclusive com inaugurações de algumas casas e outras obras que nós vamos dar continuidade".
 
A solenidade de posse foi aberta pelo Coral Vozes da Infância, da escola municipal de artes. Em seguida, o presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, vereador Durval Ferreira (PP), abriu a sessão de posse. O primeiro secretário, vereador Benilton Lucena (PT), leu a ordem do dia e foi muito aplaudido quando saudou a militância do PT que se fez presente a posse.

da Redação
WSCOM Online


 

sábado, 15 de dezembro de 2012

Acessibilidade na orla

Projeto que começa neste sábado (15) na orla da praia do Cabo Branco, permitirá aos cadeirantes acessibilidade à praia e ao mar.

As pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida terão nova opção de lazer na cidade de João Pessoa. A partir de hoje, às 7h, serão iniciadas as atividades do projeto 'Acesso Cidadão ao Lazer, Esporte e Cultura', na praia do Cabo Branco, que permite aos cadeirantes acessibilidade à praia e ao mar.
O projeto é uma parceria da Prefeitura da capital (PMJP), por meio da Secretaria de Planejamento (Seplan); Fundação Casa José Américo; ONG Assessoria e Consultoria para Inclusão Social; e Governo do Estado da Paraíba, por meio da Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad).
A programação inicia-se às 7h, na calçadinha da praia, com café da manhã para os participantes. Em seguida, haverá a apresentação da Banda Acredite, pelo CAEHH (Helena Holanda), cadastro dos participantes, início da cerimônia de instalação do projeto, apresentação da banda de pagode e danças pela Funad, encerrando com práticas de modalidades esportivas: bocha no tablado, vôlei sentado, frescobol, badminton, banho de mar nas cadeiras anfíbias, surf, passeio de caiaque. A solenidade que marcará o início das atividades contará com a presença do prefeito Luciano Agra e com apresentações artísticas de grupos formados por pessoas com deficiência física.

PROJETO
Todos os sábados, das 7h ao meio-dia, será disponibilizado, em frente à Fundação Casa José Américo, material que garantirá o lazer e as atividades esportivas. Ao todo, são 13 cadeiras anfíbias (flutuam no mar), dois caiaques adaptados, duas pranchas de surf adaptadas, duas handbikes, dois kits de bocha, um kit de vôlei sentado e uma esteira que levará os cadeirantes da calçada até o mar.

Para auxiliar os usuários, estão envolvidos no projeto mais de 30 profissionais e estudantes voluntários, incluindo educadores físicos, fisioterapeutas e bombeiros civis. Todos passaram por capacitação para executar o trabalho com o público.

De acordo com a coordenadora de Controle Social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Patrícia Teotônio, o projeto de acessibilidade na praia é pioneiro no país. “Nenhuma cidade brasileira oferece um serviço como esse e acredito que atrairá muitos turistas com necessidades especiais”, disse.

Para a publicitária Carolina Vieira, que é cadeirante, o projeto é uma conquista para os deficientes físicos. “Até então, tínhamos muitas barreiras arquitetônicas que nos impediam ter acesso a um espaço tão maravilhoso como a praia”, disse.

Além das atividades na praia, o projeto Acesso Cidadão tem como objetivo assegurar que pessoas com deficiência tenham acesso a locais de eventos esportivos, recreativos, turísticos e culturais, além de conscientizar sobre a necessidade de facilitar a vida da pessoa com deficiência.

O secretário de Planejamento, Aldo Prestes, disse que é muito importante o envolvimento da Seplan com atividades voltadas à acessibilidade. “Por meio desse projeto, conseguimos doar cadeiras para a equipe de basquete e custear as suas passagens para uma competição. Tudo o que está ao alcance da PMJP fazemos para apoiar a acessibilidade do cidadão”, disse.

O projeto assegurará que crianças com deficiência possam, em igualdade de condições com as demais crianças, participar de jogos e atividades recreativas, esportivas, de lazer e culturais, na areia, no mar e na FCJA. Prevê a criação de oficinas de surf adaptado, de arte e esculturas na areia, de vôlei de praia, oficinas recreativas, como peteca e spiribol, bem como serão promovidas palestras e diversas atividades nas dependências da Fundação Casa de José Américo.



 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Barracas serão retiradas de calçadas

Decisão judicial determinou que a partir desta terça-feira (11) todas as barracas em calçadas e ruas de Sousa sejam removidas. 


 

 
Começa hoje a retirada de todas as barracas das calçadas e áreas de passeio público na cidade de Sousa. Mais de trezentas pessoas mantêm barracas em vários pontos da cidade com a venda de lanches, bebidas e até confecções.

A operação deverá começar logo cedo com a presença de vários funcionários da secretaria de infraestrutura da Prefeitura Municipal, munidos de caminhões, retroescavadeiras e outros veículos para a remoção dos pontos de comércio.

A determinação partiu do juiz da 5ª vara da Comarca de Sousa, Diego Fernandes Guimarães, que atendeu ao exposto em Ação Civil Pública impetrada pelo Ministério Público Estadual.

Para evitar a retirada dos comerciantes na reta final de ano e nas proximidades do natal, a Prefeitura de Sousa chegou a manejar embargos junto ao Tribunal de Justiça do Estado para evitar os efeitos da decisão de primeira instância, mas os recursos não foram julgados na capital.

Devem ser retirados todos os barracos do entorno do Mercado Central nas ruas Coronel José Vicente e Presidente João Pessoa.

Além das estruturas instaladas ao lado do estádio de futebol Antônio Mariz. Também perderão os seus pontos de venda os comerciantes que mantêm barracos nas proximidades do Centro Social Urbano, no Bairro José Lins do Rêgo. Barracos ao lado do prédio da Telemar, no centro, também serão alvo da operação. (Com informações de George Wagner)