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Ação ambiental da TV Cabo Branco com a Prefeitura de João Pessoa vai ser remarcada.
Por G1 PB
Projeto da TV Cabo Branco com a Prefeitura de João Pessoa distribui e
planta mudas na cidade (Foto: Daniel Sousa/TV Cabo Branco)
A distribuição de mudas de árvores que seria feita neste sábado (1º),
como parte do projeto ambiental da TV Cabo Branco em parceria com a
Prefeitura de João Pessoa, foi cancelada devido às chuvas. Uma nova data
para a ação será divulgada em breve.
Seriam distribuídas gratuitamente 500 mudas de diversas espécies. Na
ocasião, a Secretaria de Meio Ambiente ainda plantaria dez coqueiros
para contribuir com a beleza da orla da capital.
O projeto Junho Verde tem promovido ações de conscientização em escolas
municipais e praças públicas. Um dos eventos foi o “Dia V”, que
aconteceu no dia 5, no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica.
Segundo o chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento da
Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam), Anderson Fontes,
mais de 18 mil mudas já foram distribuídas ou plantadas em áreas
degradadas e urbanas. A meta da prefeitura, em conjunto com a Rede
Paraíba de Comunicação, é de chegar às 30 mil árvores até o fim do ano.
Com uma grave infecção, ele precisou de uma transfusão de sangue, que foi coletado em João Pessoa (PB). Animal passa bem.
Por G1 PE
Segundo a CPRH, a melhora no quadro de saúde do guaxinim foi perceptível (Foto: Jóice Brito/CPRH)
Há quase dois meses internado no Centro de Triagem de Animais
Silvestres (Cetas), localizado na Zona Norte do Recife, um guaxinim
doente ganhou a ajuda de voluntários para melhorar. Com uma grave
infecção, ele precisou de uma transfusão de sangue, que foi coletado em
João Pessoa (PB) e trazido para a capital pernambucana especialmente
para o animal.
Bastante debilitado, o animal foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros no
município de Goiana, na Zona da Mata Norte pernambucana. Ele foi levado
para Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) com uma grave infecção.
Nenhum medicamento fazia efeito. Foi então que veterinários e
voluntários tiveram a ideia de submeter o mamífero a uma transfusão de
sangue.
Transfusão ocorreu na quarta-feira (22) (Foto: Jóice Brito/CPRH)
Para isso, tiveram que viajar até o estado vizinho. O sangue foi
coletado de guaxinins que vivem no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, em
João Pessoa. A transfusão foi realizada na quarta-feira (22).
Segundo a CPRH, a melhora no quadro de saúde do guaxinim foi
perceptível. Ele reagiu bem ao procedimento. O órgão vai aguardar que
ele se recupere totalmente para devolvê-lo à natureza.
Macaco-prego tinha sido resgatado de incêndio em mata, diz criador.
Animal silvestre era criado em casa sem autorização do Ibama, diz PM.
Do G1 PB
Um homem foi encaminhado na segunda-feira (20) para Central de Polícia, no bairro do Geisel, em João Pessoa,
por criar um macaco-prego dentro de casa, no bairro de Mangabeira, na
capital paraibana. Segundo informações repassadas pela Polícia Militar
Ambiental, o flagrante foi feito durante uma operação de buscas para
localizar motocicletas roubadas. Segundo o criador do animal, ele
cuidava do macaco há 20 anos.
Durante a operação, policiais identificaram o macaco-prego sendo criado
na casa e preso por uma coleira. Por se tratar de um animal silvestre, o
criador do animal foi autuado e encaminhado até a delegacia. Milton
Pereira, encaminhado pela polícia por criar o animal silvestre sem
autorização, explicou que salvou o macaco durante um incêndio em uma
área de mata.
“Ele era pequenininho, estava nas costas de um macaco maior, não sei
era o pai ou mãe. Quando começou o fogo, ele caiu. Eu entrei dentro da
fumaça, resgatei ele e nesse tempo todo em cuidei dele”, explicou o
homem autuado pelo crime ambiental.
Ainda de conforme Milton Pereira, o macaco chegou a se soltar várias
vezes, mas sempre retornava para casa ao ouvir os chamados do dono. “Eu
pensei em doar para a Bica [o Parque Zoobotânico Arruda Câmara em João
Pessoa], mas minha mulher é muito apegada a ele. E além disso, eu achava
que os macacos da Bica podiam judiar dele, por ser novato, não fazer
parte do bando”, comentou Milton, que confidenciou que sua esposa ficou
chorando após a Polícia Ambiental apreender o animal.
Milton Pereira afirmou que criava animal há pelo menos 20 anos dentro de casa, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Conforme o comandante da Polícia Ambiental, major Cristovão Lucas,
Milton Pereira foi autuado por crime ambiental e multado em R$ 500. Após
prestar depoimento, o dono do macaco foi liberado e não precisou pagar
fiança. Ele deve responder ao processo em liberdade. O crime ambiental
de criar animal silvestre sem autorização prevê pena de seis meses a um
ano de prisão.
O macaco-prego foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais
Silvestres (Cetas) de Cabedelo, na Grande João Pessoa, onde vai passar
por exames e em seguida ser liberado na natureza. O macaco-prego são
muito comuns na América do Sul e podem viver até 40 anos.
Macaco-prego foi encaminhado para Centro de Triagem de Animais Silvestres na Grande João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Árvores passaram dois anos florando em um período atrasado. Revitalização do Parque da Lagoa ajudou a corrigir o atraso, diz Semam.
Do G1 PB
Após dois anos acontecendo em um período atrasado, a floração dos ipês
amarelos do Parque Solon de Lucena e do Parque Arruda Câmara, a Bica, em
João Pessoa,
voltou a acontecer na época certa. De acordo com o chefe da divisão de
arborização da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam), Anderson
Fontes, a floração começou no último dia 22, e durante 20 dias vai
permanecer colorindo de amarelo o centro da cidade.
Anderson Fontes explica que o clima e o trânsito de pessoas e veículos
no Parque Solon de Lucena antes da revitalização contribuíram para o
atraso na floração e acredita que o tratamento feito nas árvores do
local ajudou a voltar a floração para o período certo.
“Praticamente
não existia mais gramado aqui. Com a revitalização, a nova grama fez
com que o solo retivesse melhor a água e com que os ipês buscassem melhor
os nutrientes. Buscamos fazer novos tratos culturais e ter um cuidado
mais minucioso em relação as espécies. O ambiente onde os ipês estão
hoje é propício para que eles tenham melhores condições e venham a
florar no tempo certo”, explica o diretor.
Segundo os dados da secretaria, no total são 1600 ipês catalogados na
capital paraibana, entre amarelos, roxos e rosa. A floração dos ipês das
flores rosas e roxas foi no início de dezembro e agora o período é para
os amarelos, que concentram 144 unidades apenas no Parque Solon de
Lucena.
“Este é realmente um presente de fim de ano, os ipês voltarem a trazer
para o pessoense essa floração na época certa. Culturalmente, os ipês
amarelos estão para a paisagem de João Pessoa como as cerejeiras estão
para o Japão. Quem mora na cidade há muito tempo já sabe que quando está
chegando o Natal, além de Papai Noel, vem também as flores amarelas dos
ipês”, completa Fontes.
Ipê amarelo florescido no Parque Solon de Lucena, no Centro de João Pessoa, em dezembro de 2016 (Foto: Diogo Almeida/G1)
Espécie píton foi resgatada em Santa Rita e está no serpentário.
Entrada no Parque custa R$ 2, de terça-feira a domingo.
Do G1 PB
Cobra
foi resgatada em Santa Rita, na Paraíba, e leva para exibição na Bica,
em João Pessoa (Foto: Patrícia Cantisani/Divulgação)
Uma cobra píton albina foi resgatada pela Polícia Ambiental e foi
levada para o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), nesta
quarta-feira (14), em João Pessoa.
O animal foi encontrado em Santa Rita e, por ser exótico, não é
possível soltá-lo no meio ambiente. A entrada no serpentário é gratuita.
O espaço fica aberto de terça a domingo, das 8h às 17h, com bilheteria
até 16h (horário local). A entrada custa R$ 2 por pessoa e crianças até 7
anos e idosos não pagam.
A cobra encontrada é uma serpente não venenosa, que se alimenta de aves e pequenos mamíferos.
A píton está entre as cinco maiores do mundo, podendo atingir até seis
metros e pesar 90kg. Devido a sua coloração chamativa, branca e amarela,
é uma presa fácil para predadores e, por isso, é rara de ser encontrada
na natureza.
Segundo o médico veterinário da Bica, Thiago Nery, atualmente o
serpentário do Parque Arruda Câmara conta também com uma sucuri, duas
surucucu do pantanal, quatro corn snakes, duas king snakes, uma falsa
coral, uma suaçuboia, duas salamantas, uma jiboia, duas cascavéis e três
pítons, sendo uma delas a albina. O ambiente também possui luzes
ultravioletas, próprias para répteis.
“O serpentário é um dos locais mais procurados pelos visitantes do
parque. Toda a visita é acompanhada por nossa equipe, que orienta sobre
certos comportamentos, como, por exemplo, que os visitantes não toquem
nos vidros dos recintos para não estressar os animais, já que as
serpentes sentem vibração”, explicou.
Os animais do serpentário têm origens variadas. Alguns são doações de
criadouros conservacionistas legalizados, como o de Recife, em
Pernambuco, que é o caso das corn snakes e das king snakes. Já a sucuri e
a cascavel foram trazidas do zoológico do Piauí, e a outra cascavel
veio do aquário de Natal, no Rio Grande do Norte. As demais serpentes
foram apreensões de tráfico ou resgatadas pela Polícia Ambiental.
Unidade tem sete vezes mais macacos-prego do que a capacidade total.
Parque Arruda Câmara não tem mais condições de receber os animais.
Do G1 PB
O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Cabedelo,
na Região Metropolitana de João Pessoa, está enfrentando um problema de
superlotação. De acordo com o chefe do centro, Edilton Nóbrega, o
problema é que o número de animais resgatados é maior do que a
quantidade devolvida à natureza ou encaminhada para zoológicos.
No centro, que fica localizado na Mata do Amém, existem atualmente 20
macacos-prego, que chegaram no local após serem resgatados ou
apreendidos em operações de órgãos ambientais. Mas, segundo Nóbrega, o
Cetas só tem capacidade para três macacos, um em cada ambiente, e com a
permanência máxima de 40 dias para a triagem.
“Foram colocados alguns em algumas ilhas em açudes públicos, mas os
açudes secaram e perderam a condição de ilha, por isso não estamos
podendo levar os animais para lá. Aqui não é um centro de manutenção, é
um centro de triagem e eles devem ser destinados para algum lugar. Os
que não têm condições de serem soltos devem ser recebidos por
zoológicos, mas eles também estão lotados”, explicou Edilton.
Um dos locais que poderiam receber os macacos é o Parque Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa.
O parque tem uma ilha onde mora uma família de 12 macacos-prego, além
de um espaço onde vivem oito macacos-prego galegos, que estão em
extinção e não podem se misturar com os outros. O diretor do parque,
Jair Azevedo, explica que a Bica não tem mais como acomodar novos
animais e já mandou até alguns de volta para o Cetas.
“Infelizmente a gente não tem mais recintos para colocar os animais e a
gente não pode misturar as espécies pois causa um problema sério de
briga e desafio entre os machos alfa e acaba complicando a situação. O
parque não tem condição nenhuma de receber mais nenhum bicho”, disse
Azevedo.
Além dos macacos-prego, o Cetas também registra uma superlotação de
papagaios. Cerca de 25 aves estão no local sem previsão de sair. O chefe
do centro aguarda o resultado de estudos da Universidade Federal da
Paraíba (UFPB) sobre novas áreas que podem acomodar os animais. “Hoje
temos três escolas de veterinária e três de biologia, a esperança é esta
produção científica dar um rumo para nós”, completou.
Animal foi capturado na manhã deste sábado (8) no Bairro dos Novais.
Polícia Ambiental foi chamada para ajudar na captura do animal.
Do G1 PB
Uma capivara foi capturada na manhã deste sábado (8) no Bairro dos Novais, em João Pessoa.
De acordo com a Polícia Ambiental, o animal pode ter saído de uma mata
que fica próximo à região. A capivara foi capturada por moradores do
bairro.
Um dos moradores que ajudou na captura do animal revelou que o bicho
estava vagando pela rua quando foi pego. Ele disse ainda que a capivara
não deu muito trabalho para ser pega porque ficou encurralada.
Por conta dos ferimentos na hora da captura, o animal será encaminhado
para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) ou Parque
Zoobotânico Arruda Câmara aonde será tratado e em seguida será liberado
na natureza.
Capivara é capturada no Bairro dos Novais (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Animais foram apreendidos em uma feira de Campina Grande.
Bica vai fazer triagem e os que estão em boas condições devem ser soltos.
Do G1 PB
Várias espécies de animais foram apreendidas em Campina Grande e levadas para a Bica de João Pessoa (Foto: Divulgação/Secom-JP)
Um total de 345 aves de várias espécies que foram alvos do tráfico de
animais foram recebidas pelo Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), em
João Pessoa. As aves foram apreendidas em uma feira de Campina Grande, no domingo (26) e levadas para a Bica pela Polícia Ambiental.
Entre as espécies apreendidas estão canário-da-terra, sabiá, concrís,
galo-de-campina, sanhaçu, jandaia-da-caatinga, entre outras. De acordo
com o diretor do Parque, Jair Azevedo, algumas das espécies estão em
situação de vulnerabilidade com relação ao status populacional. “Os
filhotes de periquito-da-caatinga precisaram de cuidados imediatos,
sendo alimentados no bico pela equipe do parque,” disse Jair.
Após serem acolhidos, os médicos veterinários da Bica vão fazer uma
tiagem sanitária e uma avaliação do desempenho físico dos animais.
Segundo o diretor, os animais que estiverem em boas condições de saúde
serão direcionados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres
(Cetas), para provável soltura. Os que não estiverem nestas condições,
irão permanecer no zoológico para tratamento e abrigo.
Bica é opção de lazer para o feriado desta segunda-feira (8). Direção informou que o parque estará excepcionalmente aberto.
Do G1 PB
Parque
funcionará normalmente com visitação ao zoo e espaços para a realização
de atividades ao ar livre; Bica é opção de lazer para o feriado em João
Pessoa (Foto: Divulgação/Secom-JP)
A direção do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, em João Pessoa,
informou neste domingo (7) que o espaço funcionará normalmente com as
atividades de visitação nesta segunda-feira (8), feriado religioso de
Nossa Senhora da Imaculada Conceição. O parque abrirá excepcionalmente a
partir das 8h. Já na terça-feira (9) estará fechado para manutenção.
O Parque Zoobotânico Arruda Câmara funciona de terça a domingo, das 8h
às 17 horas, com bilheteria até às 16h e a entrada custa R$ 1,00 por
pessoa, e estão isentos da taxa crianças até 7 anos e idosos. Localizado
no bairro do Roger, Centro de João Pessoa, o parque oferece espaço
verde para a prática de atividades ao ar livre, visitação aos animais do
zoológico e é uma opção de lazer para o feriado.
Prefeitura só tem autorização para obras de infraestrutura, diz instituto.
Presidente defende concurso público para a escolha do projeto.
Do G1 PB
2ª
fase do projeto de revitalização conta com píer, mirante para exercício
e contemplação da natureza, área para apresentações artísticas, teatro
de arena e área infantil, entre outros (Foto: Divulgação/PMJP)
O departamento Paraíba do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-PB)
protocolou, no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado
da Paraíba (Iphaep), um pedido de embargo das obras de revitalização e
modernização do Parque Solon de Lucena, a Lagoa, em João Pessoa.
Segundo o presidente do instituto, Fabiano de Melo, a Prefeitura não
tem autorização do Iphaep para realizar reformas no local.
Segundo o presidente, existem duas obras, uma de infraestrutura, que é a
dragagem da Lagoa, em que estão dando mais profundidade e criando um
dreno para evitar que ela transborde com as chuvas, e a outra é a
reforma do Parque, que são as imagens que a Prefeitura tem divulgado.
"O que foi discutido e autorizado no Iphaep é a reforma de estrutura, a
subterrânea. A troca de piso, o píer, as quadras e os equipamentos, o
que eles estão chamando de ‘revitalização’ - que é um termo equivocado
porque lá já existe vida -, essa reforma em si não foi nem passada para o
Iphaep. O que a gente está questionando é como a Prefeitura anuncia uma
obra, divulga essas imagens, de um projeto que não chegou nem no órgão
que autoriza”, disparou.
Fabiano explicou que todo o Parque Solon de Lucena e o conjunto do
Lyceu são tombados e para serem reformados precisam seguir uma série de
regras. “Divulgar essas imagens é super leviano. Vamos dizer que eles
conversem com o Iphaep e o órgão proíba o deck de madeira. Como a
população vai ficar? Ela já recebeu a notícia que vai ter o deck. E não é
culpa do Iphaep, é de quem não cumpriu o trâmite necessário, mínimo”,
disse.
O que a gente está questionando é como a Prefeitura anuncia uma obra,
divulga essas imagens, de um projeto que não chegou nem no órgão que
autoriza"
Fabiano de Melo,
presidente do IAB-PB
O IAB também questiona a autoria do projeto da reforma do Parque Solon
de Lucena. Segundo Fabiano de Melo, é necessário que seja feito um
concurso público de projetos, com a participação da população. “O IAB no
Brasil todo defende que os projetos importantes, de grande escala para a
cidade, sejam feitos a partir de uma discussão com a população e não
entre quatro paredes por um arquiteto que ninguém conhece e que vai
fazer as coisas da cabeça dele”, ressaltou, lembrando da reforma do
Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, cujo projeto foi escolhido por
meio de um concurso.
“O caso da Lagoa é muito sério porque é o cartão postal da cidade. Por
mais que a Prefeitura faça projetos arbitrários, como foi caso da Avenida Beira Rio, o caso da Lagoa é mais grave porque é um símbolo”, comentou.
O G1 entrou em contato com a Secretaria de
Planejamento de João Pessoa (Seplan) e a assessoria de imprensa informou
que o órgão ainda não foi notificado e que só vai se pronunciar quando
tiver oficialmente conhecimento sobre o pedido de embargo.
Projeto da reforma ainda não foi autorizado pelo Iphaep, diz IAB (Foto: Divulgação/PMJP)
O projeto
As obras de infraestrutura do Parque Solon de Lucena tiveram início em
abril deste ano. A primeira fase do projeto compreende o trabalho de
desassoreamento, com a retirada de toneladas de areia e detritos da
Lagoa. O objetivo é solucionar os problemas de inundação no período de
chuva.
A segunda fase do projeto prevê a construção de um píer às margens da
lagoa, um mirante para exercício e contemplação da natureza, área para
apresentações artísticas, teatro de arena e área infantil. Ainda está
prevista a construção de uma área para o comércio de artesanato e
quiosques de alimentação, além de uma área com quadra poliesportiva,
vôlei de praia, pista de cooper, pista de skate, ciclovia, local para
aluguel de bicicletas e esporte náuticos, como pedalinho, caiaques e
canoagem.
A Prefeitura também pretende fazer o reflorestamento do Parque e
reforçar a iluminação e a segurança. O investimento total é de R$ 40
milhões, segundo informações da Seplan.
Filhote de macaco-prego-galego é fruto de reprodução assistida.
Espécie é considerada como 'criticamente em perigo' pela IUCN.
Do G1 PB
Filhote de macaco-prego-galego nasce no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, em João Pessoa
(Foto: Fabiana Verniani / Secom-JP)
Um macaco-prego-galego nasceu na tarde de quarta-feira (20), no Parque
Zoobotânico Arruda Câmara, co nhecido como Bica, em João Pessoa. O
nascimento do primata, que é da espécie Sapajus flavius, foi fruto da
reprodução natural assistida pelo grupo de biólogos da Bica. Segundo
explicou a bióloga Helze Lins, o animal é considerado pela União
Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) como “criticamente em
perigo".
Ela também disse que o animal é considerado raro e uma das espécies de
primatas mais ameaçadas e que o próximo passo é manter a mãe bem
alimentada para que a amamentação seja proveitosa e saudável. “Estamos
redobrando os cuidados, tendo em vista a importância e fragilidade do
animal. Por isso, reforçamos os cuidados e designamos uma dieta rica em
proteínas para a mãe do pequeno macaco-prego-galego”, explicou ela.
A importância da reprodução em cativeiro desse animal foi ressaltada
pelo veterinário e chefe do Setor de Zoológico do Parque, Thiago Nery.
"Foi formado um plano para reprodução desses animais. Isso passa por
estrutura física, científica, por educação do público visitante e de
todo o trabalho de uma equipe que compõe um zoológico para chegar ao
nascimento desse animal, que na natureza, por ação do homem, seja por
desmatamento ou por abate, tornou-se tão raro", disse ele.
Ainda segundo Thiago, o nascimento do filhote é uma prova de que o
zoológico está cumprindo a sua função, que é a conservação das espécies.
Os interessados em visitar o macaco-prego-galego poderão ir até o
Parque Arruda Câmara nos normais horários de funcionamento.
Elefanta fica exposta aos visitantes da Bica a partir desta terça-feira (15).
Recinto tem quase 2 mil m² e oferece privacidade ao animal.
Do G1 PB
Elefanta Lady se instala em seu espaço no Parque Arruda Câmara, em João Pessoa (Foto: Alessandro Potter/Secom-JP)
O novo ambiente que vai abrigar a elefanta Lady foi entregue
oficialmente na manhã desta terça-feira (15) no Parque Zoobotânico
Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa.
O animal foi transferido ainda na segunda-feira (14) para o recinto,
que foi projetado especialmente para Lady, levando em conta todos os
requisitos necessários para proporcionar maior tranquilidade, segurança e
bem-estar.
O recinto tem quase 2 mil m² e oferece área para banho de sol,
caminhadas, tanque, ambiente para cambiamento e, caso o animal não
queira se expor, uma área de escape, revestida em madeira para garantir
condições climáticas ideais e também privacidade e sossego. A nova casa
foi projetada de maneira que os visitantes da Bica possam apreciar Lady
sem interferir na qualidade de vida dela, preservando uma distância que
oferece segurança, tanto para o visitante, quanto para o animal.
Segundo Edilton Nóbrega, secretário de Meio Ambiente de João Pessoa, o
recinto foi construído dentro de um modelo que leva em conta o maior
conforto para o animal. “Ela não vai se sentir presa, dentro de uma
jaula, pois há um grande espaço para passear, protegida por troncos de
madeira, além de uma área coberta. O local é bonito aos olhos de quem
visita e, acima de tudo, confortável para o animal, pois é essa a nossa
intenção, oferecer bem-estar à elefanta”, afirmou.
Segundo a Prefeitura de João Pessoa, a construção do novo ambiente
seguiu orientações da ONG norte-americana Global Sanctuary for Elephants
e foi aprovado por especialistas, obedecendo às regras da legislação
ambiental.
A elefanta Lady
Antes de chegar na Bica, Lady passou quase 40 anos realizando
apresentações em circos e percorrendo o país em containeres. Ela nasceu
em cativeiro e era uma das principais atrações do Circo Europeu
Internacional até ser doada à Prefeitura de João Pessoa. Lady está
atualmente com 40 anos e a expectativa de vida de um elefante varia de
80 a 100 anos.
Ao chegar ao parque, o animal passou por um período de adaptação em um
recinto provisório até a conclusão da nova moradia e, para a segurança
dos visitantes e do próprio animal, a elefanta não ficou exposta à
visitação pública.
A elefanta cegou a engordar mais de 500 quilos com uma dieta balanceada
que é oferecida diariamente a ela. Com isso, o animal passou a pesar
quatro toneladas. Ao todo são 160 quilos diários de alimento
distribuídos em cinco refeições, sendo três a base de frutas e duas de
capim, além de uma ração concentrada de farelo de trigo e sal mineral,
dada três vezes por semana. A dieta também é composta por uma grande
ingestão de água.
Após
quase 40 anos realizando apresentações em circos e percorrendo o país
em containeres, a elefanta Lady passou a morar em um recinto projetado
especialmente para ela desde a manhã desta segunda-feira (14). O novo
ambiente, construído no Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), foi
projetado levando em conta todos os requisitos necessários para
proporcionar maior tranquilidade, segurança e bem-estar ao animal. O
evento para marcar a entrega do ambiente acontecerá nesta terça-feira
(15), às 9h.
A
Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) está proporcionando ao
animal um espaço com quase 2 mil metros quadrados. O local oferece área
para banho de sol, caminhadas, tanque, ambiente para cambiamento e, caso
o animal não queira se expor, uma área de escape, revestida em madeira
para garantir condições climáticas ideais e também privacidade e
sossego.
Segundo
Edilton Nóbrega, secretário de Meio Ambiente do município, o recinto
foi construído dentro de um modelo que leva em conta o maior conforto
para o animal. “Ela não vai se sentir presa, dentro de uma jaula, pois
há um grande espaço para passear, protegida por troncos de madeira, além
de uma área coberta. O local é bonito aos olhos de quem visita e, acima
de tudo, confortável para o animal, pois é essa a nossa intenção,
oferecer bem-estar à elefanta”, afirmou.
A construção do novo ambiente seguiu orientações da ONG norte-americana
Global Sanctuary for Elephants e foi aprovado por especialistas,
obedecendo às regras da legislação ambiental. A nova casa foi projetada
de maneira que os visitantes da Bica possam apreciar Lady sem interferir
na qualidade de vida dela, preservando uma distância que oferece
segurança, tanto para o visitante, quanto para o animal.
Ao
chegar ao parque, o animal passou por um período de adaptação em um
recinto provisório até a conclusão da nova moradia e, para a segurança
dos visitantes e do próprio animal, a elefanta não ficou exposta à
visitação pública. Enquanto o local era construído, Lady recebia todos
os cuidados de biólogos e veterinários. A elefanta também teve toda a
atenção do setor nutricional do parque e já engordou mais de 500 quilos
com a dieta balanceada que é oferecida diariamente a ela. Com isso, o
animal passou a pesar quatro toneladas.
Ao
todo são 160 quilos diários de alimento distribuídos em cinco
refeições, sendo três a base de frutas e duas de capim, além de uma
ração concentrada de farelo de trigo e sal mineral, dada três vezes por
semana. A dieta também é composta por uma grande ingestão de água.
Jair Azevedo, diretor do Parque Arruda Câmara, explicou que além da
estrutura física, Lady continuará tendo todo o acompanhamento
nutricional e médico veterinário. “Fazemos o possível para proporcionar
bem-estar, não só para ela, mas para todos os animais que vivem no
parque. Esse cuidado vai além da parte física, pois eles têm
acompanhamento médico- veterinário e nutricional, aspectos importantes
na manutenção do bem-estar do animal que está em cativeiro”, ressaltou.
Diversas cidades brasileiras demonstraram interesse em receber o animal, mas
Lady ficará definitivamente em João Pessoa, que foi escolhida pela
qualidade do clima e pelo compromisso assumido pela PMJP de oferecer ao
animal toda a infraestrutura que necessita para desfrutar de uma
‘aposentadoria’ com tranquilidade, segurança e bem-estar. “Esse é mais
um exemplo de trabalho e coragem da gestão do prefeito Luciano Cartaxo”,
enfatizou Edilton Nóbrega, ao falar do esforço para garantir a
estrutura necessária ao bem-estar do animal.
O tratador de Lady, Maércio Neves, também está se aposentando. Ele cuidou
do animal por quase 40 anos e se considera “pai” da elefanta. “Durante
vários anos acompanhei Lady, que tem temperamento dócil”, afirmou.
Origem –
Nascida em cativeiro, a elefanta Lady passou os últimos anos como uma
das principais atrações do Circo Europeu Internacional, até ser doada à
Prefeitura Municipal de João Pessoa. A Secretaria de Meio Ambiente, com
isso, preparou o Parque Zoobotânico Arruda Câmara – Bica para receber,
pela primeira vez, um animal deste porte. Lady está atualmente com 40
anos e a expectativa de vida de um elefante varia de 80 a 100 anos.
Quem
for neste sábado (7) e domingo (8) ao Parque Zoobotânico Arruda Câmara
(Bica) terá a oportunidade de conferir apresentações e demonstrações de
treinos com aves de rapina. A atividade, realizada por técnicos do
Centro de Reabilitações de Aves Silvestres (Ceras), faz parte do início
do treinamento com a presença de representantes da Falcontrol, empresa
que utiliza a falcoaria para controle de animais que causam transtornos
ambientais. A iniciativa também vai servir como troca de experiências e
informações entre as equipes dos dois locais.
Roberto
Citelli, veterinário da Bica, explicou que a falcoaria é utilizada com
vários propósitos, inclusive como ação preventiva. “Nesse fim de semana
iremos iniciar o treinamento da águia chilena, que vai ser utilizada nas
atividades de educação ambiental realizadas aqui na Bica. Como ela é
uma ave de grande porte, o público tem mais interesse”, comentou. A
equipe da Falcontrol faz parte da Associação Nordeste de Falcoaria e
realiza controle ambiental em hospitais, escolas e portos de Alagoas.
Método
- A falcoaria é a arte de criar, treinar e cuidar de aves de rapina
para caçar em conjunto com o homem. Recentemente, por sua tradição, foi
reconhecida pela Unesco como Patrimônio Imaterial da Humanidade.
No
Brasil, a caça não é permitida, mas a técnica tem sido utilizada como
uma forma simples e ambientalmente correta para controle de pragas
urbanas, sem agredir a natureza.
As
aves de rapina são treinadas para perseguição dos animais que causam
transtornos ambientais, econômicos e à saúde, como pardais, pombos e
outros, que ao se sentirem ameaçados, abandonam o local.
Animais são procurados devido ao canto harmônico e à beleza.
Raposas e saguis são criados como animais de estimação.
Do G1 PB
Sanhaço é uma das espécias canouras que são traficadas na Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)
As aves canoras, ou seja, as que possuem um canto harmonioso, são os
animais que mais são alvo de tráfico na Paraíba, segundo informou o
veterinário chefe do Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), Roberto
Citelli. De acordo com ele, esses animais são mais procurados devido ao
canto e à beleza deles ou para serem usados em rinhas, como é o caso dos
canários. Também são muito traficados raposas e saguis, que são criados
como animais de estimação.
As aves silvestres são um dos destaques na série de vídeos feitos pela Rede Paraíba
para a Semana do Meio Ambiente, comemorada de 1º a 8 de junho, diante
do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho. As TVs Cabo
Branco e Paraíba realizam atividades como feiras de adoção, exposições,
distribuição de ecobags e coleta de lixo eletrônico.
Com o tráfico, a população desses animais tende a diminuir. Conforme o
veterinário explicou, a maioria morre durante o transporte.
Roberto explicou que é difícil controlar esse tráfico porque aves são
animais pequenos e de fácil transporte. Por isso, a colaboração da
população é importante para recuperar esses animais. Quem souber onde
existem animais silvestres sendo criados ou comercializados ilegalmente
pode ligar para o 190 e a informação será encaminhada para a Polícia
Ambiental.
Roberto explica que a Bica tenta descontruir mitos como o de mau agouro da coruja (Foto: Braycon de Paula/TV Cabo Branco)
Recomendações
Roberto deu algumas recomendações para preservar a natureza no meio
urbano. “Pode existir harmonia entre homens e animais. Temos que evitar o
contato o máximo possível, não sujar os rios, não jogar lixo em
qualquer lugar, porque esse lixo acaba indo para os afluentes e cria um
processo maléfico para os animais”, disse.
Ele ainda explicou que a Bica trabalha com conscientização. “Existem
muitos mitos em relação a animais e aves e a gente tenta quebrar esses
mitos. A coruja, por exemplo, muitos acham que ela é um mau agouro e
matam. Em uma criação de galinha, o gavião ataca os pintinhos. Mas esse é
o papel dele. Existem formas de espantá-lo, como fazendo barulho ou
colocando uma proteção. O animal está apenas tentando sobreviver, se
adaptar ao meio urbano”, explicou Roberto.
Aves de rapina são o foco inicial do Ceras (Foto: Braycon de Paula/TV Cabo Branco)
Foi criado na Bica o Centro de Reabilitação de Aves Silvestres (Ceras).
O local recebe os animais que são apreendidos pela Polícia Ambiental ou
que passaram pelo Centro de Triagem de Animais Selvagens (Cetas) do
Ibama.
As aves que apresentam quadro de debilitação ou mutilação passam por um
tratamento, com exames clínicos, laboratoriais e testes de
condicionamento físico. Em seguida, o animal passa por uma avaliação
para verificar se existe a possibilidade de soltura, ou não, na
natureza.
“As que não têm chance de soltura, porque vieram de cativeiro muito
mansas ou com alguma deficiência que não permite a ave ser solta, elas
são utilizadas para a realização de educação ambiental com alunos de
escolas e universidades”, explicou Roberto Citelli.
Além de promover uma vida mais saudável aos animais, com a prática dos
exercícios de voos livres e de caça, são realizadas exibições com o
intuito de explicar o trabalho realizado pela equipe, proporcionando
para os visitantes noções de cuidados e respeito com o meio ambiente.
O foco inicial do Ceras é as aves de rapina. As aves de pequeno porte,
como colerinha, sanhaçu e sabiá, que geralmente são presas em gaiolas,
precisam ficar isoladas, afastadas da interação humana, sendo dado a
elas o alimento que elas teriam na natureza, para condicioná-las e, após
testes de avaliação, serem soltas em grupos.