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sábado, 17 de setembro de 2016

Cinco praias da PB estão impróprias para banho, diz relatório da Sudema

17/09/2016 07h44 - Atualizado em 17/09/2016 07h44
 
Praias impróprias estão em João Pessoa, Conde e Pitimbu.
Outras 51 praias estão liberadas para banhistas.
 
Do G1 PB
 


Banhistas se divertiram na praia do Cabo Branco durante o feriado do Dia da República  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Techo da Praia do Cabo Branco está imprópria para banho (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Cinco praias do litoral paraibano foram classificadas como impróprias para banho pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), nesta semana. Segundo o relatório semanal de balneabilidade do órgão, as praias que devem ser evitadas pelos banhistas estão nos Municípios de João Pessoa, Conde e Pitimbu.

Em João Pessoa, os banhistas devem evitar a Praia de Manaíra em toda a sua extensão. Na praia do Cabo Branco, é recomendado evitar o banho nas proximidades da galeria de águas pluviais, de frente ao antigo Guaiamum Gigante. Na Praia do Seixas, por sua vez, está impróprio para banho o trecho que fica 100 metros à esquerda e 100 metros à direita da desembocadura do Rio do Cabelo.
No município do Conde, deve-se evitar a Praia de Jacumã, nas proximidades da desembocadura do Maceió de Jacumã. Em Pitimbu é recomendado não tomar banho na Praia do Maceió, no trecho que fica 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
 
Outras 51 praias estão próprias para o banho neste final de semana, com a qualidade da água variando entre excelente, muito boa e satisfatória. A Sudema ainda recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Parte de falésia na praia de Jacumã desmorona no Litoral Sul da Paraíba

17/11/2014 13h16 - Atualizado em 17/11/2014 13h16 

Rochas se desprenderam no domingo (16), na cidade do Conde.
Prefeitura diz que solução depende de ajuda de governos estadual e federal. 

Do G1 PB



Trecho da barreira desmoronou na praia de Jacumã, no Conde, Litoral Sul da Paraíba  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Trecho da barreira desmoronou na praia de Jacumã, no Conde,
Litoral Sul da Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Parte de uma falésia na Praia de Jacumã, no município do Conde, Litoral Sul da Paraíba, desmoronou no domingo (16). Segundo banhistas que passavam pelo local, pedaços da barreira se desprenderam e caíram na areia da praia, mas ninguém ficou ferido. Algumas falésias de praias do Conde estão sofrendo com a erosão. Além de Jacumã, a Prefeitura do Conde tem registrado desmoronamentos nas Praias de Carapibus e Tabatinga.
 
O secretário do Meio Ambiente e Turismo da cidade, Alexandre Cunha, explica que o problema com a erosão se dá tanto por problemas com a infraestrutura das áreas próximas a barreiras quanto pela ação do mar. Segundo ele, a solução para a questão da degradação não pode ser apenas de responsabilidade do município, mas de um trabalho conjunto com os governos estadual e federal, e até com a UFPB.
 
“Conhecemos o problema, mas não temos profissionais capacitados para fazer um projeto voltado para área e começar a executá-lo. Sabemos que a falta de drenagem e saneamento nas proximidades encharcam o solo e facilitam o desprendimento de rochas. Tem também a ação do mar, que aí precisaríamos da construção de barreiras para evitar o avanço. É um problema complexo que precisa de uma ação conjunta”, comentou.
 
O problema no local é semelhante ao detectado na barreira do Cabo Branco, em João Pessoa. No dia 4 de novembro a prefeitura de João Pessoa interditou parte do trânsito em cima da barreira para evitar a degradação. O projeto da prefeitura da capital paraibana é desenvolver barreiras dentro do mar para diminuir o impacto do avanço sobre a área conhecida como Ponta do Seixas, considerado o ponto mais oriental das Américas.
 
Fonte
 
 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Tartaruga é encontrada morta na praia do Cabo Branco, em João Pessoa

17/11/2014 12h06 - Atualizado em 17/11/2014 12h06 

Animal surgiu boiando na praia do Cabo Branco, nesta segunda-feira.
Mais de 100 tartarugas foram achadas mortas no litoral da PB, diz biológa. 

Do G1 PB

 
Tartaruga foi encontrada deteriorada na praia do Cabo Branco, em João Pessoa (Foto: Diego Lima/Arquivo Pessoal)
Tartaruga foi encontrada deteriorada na praia do Cabo Branco,
em João Pessoa (Foto: Diego Lima/Arquivo Pessoal)

Uma tartaruga-marinha foi encontrada morta na Praia do Cabo Branco, em João Pessoa, na manhã desta segunda-feira (17). De acordo com Diego Lima, de 26 anos, que encontrou o animal enquanto fazia uma caminhada pela orla, a tartaruga tinha cerca de dois metros de comprimento e estava bastante deteriorada. O animal surgiu boiando no trecho de mar próximo à Estátua de Iemanjá.
 
No final de semana uma outra tartaruga e um golfinho foram encontrados mortos no litoral paraibano. Na Praia de Jacumã, no Município do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, uma tartaruga-marinha foi achada por banhistas no domingo (16). O golfinho, por sua vez, foi encontrado na noite de sexta-feira (14) na Praia de Manaíra, em João Pessoa, perto da área conhecida como Quadra de Manaíra. O animal apresentava marcas de redes de pesca, segundo os banhistas.

De acordo com Rita Mascarenhas, bióloga e coordenadora da ONG e do projeto Tartarugas Urbanas na capital paraibana, mais de 120 tartarugas-marinha já foram encontradas mortas no litoral da Paraíba somente neste ano. Ela explica que a maior causa da morte dos animais encontrados em praias urbanas é a ação humana.
 
“Na maioria dos casos esses animais morrem ou pela ingestão de material plástico, proveniente de lixo despejado nos rios que vão parar no mar, ou pela ação de pescadores. As ocorrências são vão diminuir quando houver um trabalho de conscientização para não jogarem lixo nos córregos e rios, assim como por meio de uma fiscalização maior da ação dos pescadores”, completou.

 
Uma outra tartaruga foi encontrada na praia de Jacumã, no Litoral Sul da Paraíba, no domingo (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Uma outra tartaruga foi encontrada na praia de Jacumã,
no Litoral Sul da Paraíba, no domingo (Foto: Walter Paparazzo/G1)
 Fonte

 

terça-feira, 18 de março de 2014

Justiça Federal tem 30 ações por ocupação irregular do litoral da PB

18/03/2014 10h12 - Atualizado em 18/03/2014 12h37 

Maior concentração de casos está em João Pessoa, Cabedelo e Conde.
Cinco barracas da Praia do Poço estão sendo derrubadas nesta terça-feira.
 
Wagner Lima  

Do G1 PB
  
Ao todo, cinco barracas estão sendo derrubadas nesta segunda-feira (18) na praia do Poço, em Cabedelo, por ordem judicial (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Ao todo, cinco barracas estão sendo derrubadas
nesta segunda-feira (18) na praia do Poço,
em Cabedelo (Foto: Walter Paparazzo/G1)
A ocupação irregular de casas e estabelecimentos comerciais no litoral da Paraíba resultou em 30 ações que estão tramitando na Justiça Federal, segundo a superintendente do Patrimônio da União, Daniella Bandeira. A maior concentração de ocupações irregulares está em João Pessoa, Cabedelo e Conde. Na manhã desta terça-feira (18), o órgão juntamente com as polícias Civil, Federal, além da Guarda Municipal e equipe de apoio da Prefeitura de Cabedelo iniciaram a demolição de cinco barracas na Praia do Poço.
Daniella Bandeira destacou que a Superintendência do Patrimônio da União está realizando o mapeamento do litoral de João Pessoa, Cabedelo e Conde para, em seguida, planejar as remoções.

“No Bessa, nós identificamos novas ocupações de estabelecimentos e a Sedurb está fazendo o levantamento. Não vamos esperar uma decisão judicial porque são ocupações recentes”, disse. No Conde, os principais alvos de fiscalização e monitoramento têm sido as praias de Jacumã, Tabatinga e Coqueirinho, segundo a Superintendência do Patrimônio da União (SPU).

Superintendente do Patrimônio da União na Paraíba, Daniella Bandeira (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Superintendente do Patrimônio da União,
Daniella Bandeira, diz que órgão está fazendo
levantamento (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Diferente das ocupações irregulares do Bessa, as praias do Cabo Branco e Tambaú tiveram a sessão de uso aprovada para as duas áreas pela SPU. Após a formalização, segundo Daniella Bandeira, será iniciado o processo licitatório que será realizado pela Prefeitura de João Pessoa para escolher quem ocupará essas áreas de quiosques de forma totalmente legalizada.

Residências
Em 2010, a Superintendência do Patrimônio da União determinou o recuo de várias residências que haviam invadido a área de Marinha, na praia do Bessa. Atualmente, segundo a superintendente do órgão, Daniella Bandeira, existem seis residências consideradas irregulares que resultaram em ações na Justiça para resolver o impasse.
 
Fonte
 
 

sábado, 1 de fevereiro de 2014

População reclama de acúmulo de lixo nas ruas de Jacumã, na Paraíba

01/02/2014 16h54 - Atualizado em 01/02/2014 16h54 

Moradores denunciam que coleta tem sido precária no distrito do Conde.
Empresa garante que três caminhões recolhem o lixo diariamente no local.
 
Do G1 PB com TV Cabo Branco
 
 

Moradores da Praia de Jacumã, Distrito da Cidade do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, afirmam que a coleta de lixo no local está sendo feita de maneira precária. Eles explicam que os sacos de lixo estão se acumulando nas ruas, atraindo insetos e ratos para as residências. O Distrito de Jacumã é tido como um dos destinos mais procurados por turistas que visitam o litoral paraibano.

Segundo os moradores de Jacumã, a coleta de lixo só é feita regularmente na rua principal do distrito e nas ruas próximas à praia. O gerente operacional da empresa responsável pela coleta de resíduos do Conde, Aílton Nunes, garantiu que existem três caminhões que fazem o recolhimento do lixo diariamente em todas as áreas do distrito de Jacumã.
 
A dona de casa Maria Lúcia, em entrevista a TV Cabo Branco, ressaltou os problemas causados pelo acúmulo do lixo próximo às casas. “É muriçoca, mosca, rato, barata. Tudo de ruim que o pobre tem que enfrentar”, desabafou. Para evitar o problema relatado por Maria Lúcia, alguns moradores ateiam fogo no lixo que se acumula, provocando a poluição do ambiente.

De acordo com a ambientalista Christiane Rothvoss, a fumaça provocada pela queima do lixo é altamente prejudicial à saúde. “O ar está sendo poluído pela queima de plástico. O plástico é tóxico quando está sendo queimado. Esse cheirinho é altamente venenoso. É um pavor para população, especialmente para as crianças, respirarem essa fumaça”, comentou.

Canos estourados e desperdício de água
Além do problema da coleta de resíduos, os moradores do Distrito do Conde relatam que os canos que abastacem as casas em Jacumã são constantemente quebrados, devido a falta de calçamento. O contador Marcos Pereira garante que o problema é comum em qualquer época do ano.

"É um problema constante, tanto no inverno, quanto no verão. Como a geografia do local é acidentada, os canos ficam descobertos, não há um trabalho de manutenção, e os carros passam e quebram. Às vezes, a solução vem dos próprios moradores, que para não ficar desperdiçando tanta água fazem um arranjo para consertar", denuncia o contador e morador de Jacumã.