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terça-feira, 4 de julho de 2017

Catadores recolhem 25% mais lixo no São João de Campina Grande do que em 2016

Foram mais de 150 toneladas de lixo reciclável ou não, coletados durante os 31 dias de festa, segundo prefeitura. 
 
Por G1 Paraíba
 
Lixo foi coletado no Parque do Povo, mas também nos distritos de Campina Grande, onde a festa também acontece. (Foto: Demétrio Costa e Emanuel Tadeu/Top Midia Comunicação)
Lixo foi coletado no Parque do Povo, mas também nos distritos de
Campina Grande, onde a festa também acontece.
(Foto: Demétrio Costa e Emanuel Tadeu/Top Midia Comunicação)

Mais de 150 toneladas de lixo foram recolhidas durante o São João 2017 de Campina Grande, que se encerrou no domingo (2 ), de acordo com dados divulgados pela Secretaria de Serviços Urbanos nesta terça-feira (4). O número é 25% superior ao recolhido no mesmo período do ano passado, quando o órgão coletou 120 toneladas de lixo. 
 
Cerca de 200 pessoas trabalharam na limpeza do Parque do Povo durante os 31 dias de festejos juninos da cidade. “Estamos no quinto ano seguido do evento e este ano superou a nossa expectativa com um aumento considerável de retirada de lixo reciclável ou não do Parque do Povo”, afirmou o Secretário da pasta, Geraldo Nobre. 
 
Para cuidar da limpeza urbana da cidade durante o período junino, a Prefeitura de Campina Grande, por orientação do Tribunal de Contas do Estado (TCE), realizou um processo seletivo para contratação de 190 prestadores de serviços, entre homens e mulheres. Esse efetivo foi distribuído em até três turnos para atender toda demanda, tanto dentro do Parque do Povo como nas ruas da região. Os funcionários também atuaram nos distritos de Galante e São José da Mata. 


 

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Plantio de mudas em João Pessoa quer compensar poluição do São João

09/07/2014 08h49 - Atualizado em 09/07/2014 11h53 

Ação acontece na área de floresta da Bacia Hidrográfica do Rio Gramame.
Entre as espécies plantadas estão pau brasil, sibipiruna, ipês, sucupira.
 
Do G1 PB
 
O plantio de 3,7 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica começa em João Pessoa (Foto: Dayse Euzebio/Secom-JP)
O plantio de 3,7 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica
começa em João Pessoa (Foto: Dayse Euzebio/Secom-JP)

O plantio de 3,7 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica fazem parte de um ato promovido em João Pessoa na manhã desta quarta-feira (9). A ação acontece na área de remanescente florestal da Bacia Hidrográfica do Rio Gramame, próximo ao Parque Cowboy, no Valentina. A iniciativa faz parte da compensação ambiental pela realização do São João Pra Valer, na orla, pela prefeitura. Entre as espécies plantadas estão pau brasil, sibipiruna, ipês (amarelo e roxo), sucupira, cupiúba, jatobá e oitizeiro.

 
A iniciativa, segundo o secretário de Meio Ambiente, Edilton Rodrigues Nóbrega, vai permitir a captura de 695 toneladas de carbono, o equivalente a 8,87 vezes o volume de CO2 gerado em decorrência da festa. O cálculo para a medida de compensação ambiental levou em consideração a emissão de CO2 em todas as atividades relacionadas à festa.
 
O plantio temum custo de R$ 97.662.A área onde as mudas serão plantadas tem 2,2 hectares de extensão e fica nas proximidades do Loteamento Parque do Sol, que passou por uma limpeza e foi cercada. O local, apesar de figurar como área verde, vinha sofrendo com a degradação provocada pelo descarte ilegal de restos de material de construção e lixo.
 
A área fica próximo ao leito do Rio Gramame e, segundo o chefe da divisão de Arborização e Reflorestamento da Semam, Ânderson Fontes, poderia, no futuro, sofrer com erosões provocadas pelas chuvas.
 
Fontes explicou ainda que a área foi cercada pela prefeitura e, desde o início da semana, parte das mudas começou a ser plantada. As árvores são cultivadas no Viveiro Municipal, no Valentina. De lá, todos os anos, saem as cerca de 45 mil mudas destinadas às áreas de reflorestamento, praças, canteiros centrais da cidade e as que são distribuídas para a população. Todas de espécies são originárias da mata atlântica.


 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Sedurb já recolheu mais de 1.500 garrafas de vidro no ‘São João Pra Valer’

24/06/2014 - 17:09 

A medida é para garantir a segurança das pessoas que vão curtir a festa. 
 

 A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), através da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), já trocou mais de 1.500 garrafas de vidro com as de plástico durante os três dias de ‘São João Pra Valer’, realizado no Busto de Tamandaré. A medida é para garantir a segurança das pessoas que vão curtir uma das festas mais populares do Brasil.
 
Sessenta fiscais e agentes de controle urbano da Sedurb estão distribuídos em três pontos de trocas de garrafas de vidro por assemelhados de plástico, situados no entorno do Busto de Tamandaré, entre as praias de Tambaú e Cabo Branco. A intenção é evitar o uso potencialmente perigoso do vidro em brigas, crimes e acidentes.
 
“As pessoas podem curtir o São João Pra Valer em paz, porque a segurança no entorno do Busto de Tamandaré está garantida. A Prefeitura de João Pessoa pensou em tudo para garantir o bem-estar do forrozeiro, inclusive na troca das garrafas de vidro com assemelhados de plástico”, garantiu o secretário adjunto da Sedurb, José Gadelha Neto.
 
Segurança – Cerca de 400 homens das polícias Civil e Militar, Guarda Civil Municipal, Corpo de Bombeiros e efetivo particular participam do esquema de segurança integrada durante os dias de shows do São João Pra Valer no Busto de Tamandaré.
 
Programação – Nesta terça-feira (24), dia de São João, a banda Luan Estilizado sobe ao palco e promete um passeio por todos os clássicos do forró com arranjos diferentes, em que são introduzidos instrumentos elétricos, tais como a guitarra e o teclado. Antes, no entanto, as apresentações da noite serão abertas pelo Forró da Xeta.

Secom-JP



terça-feira, 24 de junho de 2014

Chuva esvazia shows de véspera de São João na orla de João Pessoa

24/06/2014 01h19 - Atualizado em 24/06/2014 01h26 

Pequeno público se abrigou com guarda-chuvas, capas e tendas.
Comerciantes reclamaram da queda nas vendas com o público reduzido. 

Do G1 PB
 
As poucas pessoas que compareceram levaram guarda-chuvas para assistir aos shows em João Pessoa (Foto: André Resende/G1)
As poucas pessoas que compareceram levaram guarda-chuvas para
assistir aos shows em João Pessoa (Foto: André Resende/G1)

A chuva que caia desde as primeiras horas persistiu durante a noite de segunda-feira (23) em João Pessoa e esvaziou o público dos shows musicais do “São João Pra Valer” no Busto de Tamandaré, nas praias do Cabo Branco e Tambaú. A comemoração da véspera de São João na orla da capital paraibana promovida pela Prefeitura de João Pessoa contou com poucos, mas resistentes forrozeiros.
  
Debaixo de guarda-chuvas, usando capas ou se abrigando em tendas, um pequeno público acompanhou ao show da banda paraibana Os Gonzagas na noite da véspera de São João, quando se celebra de fato o santo. Em meio aos que prestigiavam o evento sem se importar com a chuva estava o casal de namorados Júlio Rolim, de 33 anos, e Larissa Dolores, de 28. Dividindo um pequeno guarda-chuva, o casal contou que a programação da noite motivava a persistência.

Casal não desanimou com a chuva e aproveitou o forró na orla de João Pessoa (Foto: André Resende/G1)
Casal não desanimou com a chuva e aproveitou
o forró na orla  (Foto: André Resende/G1)
“Infelizmente choveu o dia inteiro. Acho que as pessoas preferiram ficar por onde estavam depois do jogo do Brasil. É uma pena, porque a programação desta noite está muito boa”, avaliou Júlio. Além de Os Gonzagas, estava previsto por volta da meia-noite a apresentação da banda Furacão do Forró.

O público reduzido também diminuiu a oportunidade dos comerciantes faturarem com festa. Depois de ver o evento quase ser suspenso, devido ao embate judicial entre Ministério Público da Paraíba e Prefeitura de João Pessoa acerca da degradação que a festa realizada na orla geraria ao meio ambiente, o vendedores ambulantes tiveram que lidar com o boato de que os shows da noite de segunda-feira não iriam acontecer.
 
É o que conta o vendedor de comidas típicas Vanderlei Correia. Segundo ele, muitos vendedores encostaram os carrinhos com bebidas e espetinhos de churrasco e voltaram para casa temendo a não realização. “Muitos não acreditaram que fosse acontecer, ainda mais depois da questão do Ministério Público. No final das contas, teve o show, mas a chuva espantou o pessoal. O ‘movimento’ foi fraco”, comentou.

Vanderlei Correia comentou que 'movimento' poderia ter sido melhor se não tivesse chovido  (Foto: André Resende/G1)
Vanderlei Correia comentou que 'movimento'
poderia ter sido melhor se não tivesse chovido

(Foto: André Resende/G1)
Ainda segundo com comerciante, a prefeitura precisa estudar a possibildade de construir um local apenas para realização de eventos de grande porte. “Um São João desse não pode acontecer dessa forma. É preciso ter uma estrutura para que dê apoio às pessoas que se sustentam trabalhando nestas festas porque, por exemplo, a redução dos dias de show prejudicou quem tinha se programado para trabalhar com o comércio no evento”, completou o vendedor.
 
A redução a que Vanderlei Correia se referia era o corte em parte da programação do “São João Pra Valer” de nove para quatro dias pela Prefeitura de João Pessoa. A medida havia sido uma tentativa de se adequar às recomendações da promotoria do Meio Ambiente do Ministério Público da Paraíba, contrária a realização da festa na orla da capital paraibano por questões de preservação ambiental e cumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pela prefeitura impendido qualquer festa na área.

Com ou sem chuva, os festejos juninos em João Pessoa devem continuar nesta terça-feira (24). As bandas Forró da Xêta e Luan e Forró Estilizado estão previstas para encerrar a programação musical do “São João Pra Valer” no Busto de Tamandaré.
 
Fonte
 
 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Famílias de Campina Grande mantêm tradições de véspera de São João

23/06/2014 22h46 - Atualizado em 23/06/2014 22h48 

Ritual de acender fogueiras e fazer comidas típicas permanecem na cidade.
Tradição de montar fogueiras é mantida por moradora há cerca de 45 anos.
 
Rafael Melo  
Do G1 PB 

Moradora de Campina Grande monta fogueira na frente de casa há 45 anos (Foto: Rafael Melo/G1)
Moradora de Campina Grande monta fogueira
na frente de casa há 45 anos (Foto: Rafael Melo/G1)
A tradição religiosa de fazer fogueiras na noite de véspera de São João Batista continua acesa em Campina Grande . Na cidade onde se comemora o "Maior São João do Mundo" são as famílias que mantêm a prática montando as fogueiras nas calçadas de casa. É momento de reunir os familiares, de brincar com fogos de artifício e consumir as comidas típicas preparadas para celebração da véspera de São João.

Em uma rua do bairro Catolé as crianças deram um jeito de espantar o frio que fez na noite desta segunda-feira (23) se enrolando em lençóis para assistir à queima da madeira. “Nem a fogueira está conseguindo esquentar”, disse o garoto João Victor Diniz. Com a temperatura de 20º C, muitos moradores da cidade fizeram fogueira, mas nem todos conseguiram ficar do lado de fora da casa.
  
Dona Neuma Pinto tem 67 anos e se agasalhou toda para ficar mais próximo ao fogo. “Há 45 anos eu monto porque gosto e acho bonito, além de ser típico da nossa região”, disse. No dia 28, véspera de São Pedro e São Paulo, novamente é dia de acender fogueiras. Na BR-230, moradores da área montararam uma fogueira de quase seis metros de comprimento e três de altura.

Os órgãos do meio ambiente recomendam a não instalação em ruas de calçamento e embaixo de árvores com distância de 10 metros dos postes, além de exigirem distância de pelo menos 200 metros de estabelecimentos públicos ou privados.

Família prepara pamonha que será consumida na véspera de São João na Paraíba (Foto: Rafael Melo/G1)
Família prepara pamonha que será
consumida na véspera de São João
(Foto: Rafael Melo/G1)
Em São José da Mata, distrito de Campina Grande, as várias gerações da família Agostinho se juntaram como fazem tradicionalmente todos os anos antes da noite em um mutirão para o preparo da pamonha e da canjica. Enquanto os bisnetos tiram a palha e limpam o milho, os netos moem os grãos e as filhas de Dona Honorina a ajudam no cozimento. “São mais de 60 anos fazendo isto com a família junta todo São João. O melhor é a fofoca”, afirmou.

O local é uma cozinha no quintal de casa de apenas 4 m², onde ficam até 15 pessoas trabalhando de uma só vez. Os pratos foram à mesa na hora do jantar, antes teve quem rapasse o tacho. “Eu só gosto de comer assim na panela”, disse Neto Agostinho.
 
Fonte
 
 

3,7 mil mudas de espécies da mata atlântica serão plantadas em João Pessoa

Iniciativa, segundo o secretário de Meio Ambiente, Edilton Rodrigues Nóbrega, vai permitir a captura de 695 toneladas de carbono


 
Cerca de 3,7 mil mudas de árvores de espécies da mata atlântica serão plantadas em João Pessoa. A ação, realizada pela Secretaria de Meio Ambiente (Semam), visa a compensar o desgaste ambiental ocasionado pela realização do São João Pra Valer na orla da Capital.

A iniciativa, segundo o secretário de Meio Ambiente, Edilton Rodrigues Nóbrega, vai permitir a captura de 695 toneladas de carbono, o equivalente a 8,87 vezes o volume de CO2 gerado em decorrência da festa. Em nota divulgada na última terça-feira, a prefeitura decidiu manter a festa no Busto de Tamandaré, porque o Centro da cidade não comportava a grandiosidade do evento, conforme o laudo emitido pelo Corpo de Bombeiros.

sábado, 21 de junho de 2014

TJPB nega recurso do MP e confirma São João na orla de João Pessoa


21/06/2014 09h29 - Atualizado em 21/06/2014 09h39 

Ministério Público afirmava que TAC impede realização da festa na praia.
Evento começa neste sábado (21) com show de Elba Ramalho.

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) negou nesta sexta-feira (20) recurso movido pelo Ministério Público da Paraíba, que tentava impedir a realização do São João de João Pessoa no Busto de Tamandaré, entre as praias de Cabo Branco e Tambaú. A decisão foi divulgada na manhã deste sábado (21) pela prefeitura da capital. A festa começa esta noite com shows de Elba Ramalho e Pinto do Acordeon.

Segundo a prefeitura, a negativa do recurso foi uma decisão do desembargador plantonista Sílvio Ramalho. O magistrado manteve o entendimento do juiz Manoel Abrantes, que havia negado, na quinta-feira (19), a antecipação de tutela em ação movida pelo MP.
 
A festa seria realizada inicialmente no Ponto de Cem Réis, no Centro, mas foi mudada para a orla depois que o Corpo de Bombeiros apresentou um laudo restringindo o público máximo no local a 10,8 mil pessoas. O Ministério Público, no entanto, discordou da decisão e recorreu à Justiça pedindo o cancelamento dos shows. O órgão argumentou que um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) de 2005 proibia a realização da festa na orla. A Justiça, no entanto, entendeu que o termo se referia à não realização da festa apenas no Parque Solon de Lucena. 

O promotor de Meio Ambiente e Patrimônio, João Geraldo Barbosa, autor da ação, foi procurado para falar sobre a decisão, mas não atendeu as ligações telefônicas do G1.

Com a transferência para a praia, a festa acabou tendo sua duração reduzida de nove para quatro dias, terminando na terça-feira (24).

Estrutura e segurança
A Funjope concluiu nesta sexta-feira a montagem do palco de 270 metros quadrados. Também foi montado um tablado de 900 metros quadrados, que deve funcionar como pista de dança.

Quatro telões de alta definição – dois ao lado do palco e dois a 80 metros dele – permitirão uma boa visibilidade para quem estiver mais afastado, mesma função das duas torres de redução de delay sonoro dispostas nas areias.

Cerca de 400 homens das polícias Civil e Militar, Guarda Civil Municipal, Corpo de Bombeiros e efetivo particular participarão do esquema de segurança integrada. A Secretaria de Segurança Pública disponibilizará 15 viaturas e 100 agentes por noite, divididos em patrulhas pela cavalaria, motocicletas (Rotam), policiamento ambiental, apoio ao turista (Ceatur) e rondas a pé.
 
Fonte
 
 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Justiça mantém São João da capital na orla marítima


 19.06.2014 - 13:36:39

O juiz Manoel Abrantes, plantonista no Tribunal de Justiça, negou hoje o pedido de liminar em ação civil pública ajuizada pelos promotores do Meio Ambiente e do Patrimônio Social de João Pessoa, João Geraldo e José Farias para impedir a realização da festa de São João da prefeitura na orla da capital do Estado. A informação foi dada no início da tarde pelo procurador geral do município, Rodrigo Farias. 
Os representantes do Ministério Público Estadual haviam dado entrada na ação no dia de ontem, alegando que o evento traria grandes danos ao Meio Ambiente e citando que a prefeitura havia se comprometido, em 2005, em realizar os festejos no Centro Histórico.
"A decisão buscou atender à cidade de João Pessoa e, do ponto de vista, é completamente legal. A gestão municipal respeita muito o Ministério Público, mas não vai abrir mão de exercer suas prerrogativas de defesa da cidade de João Pessoa. Quando virmos situações de intransigência e irracionalidade como essa, não abriremos mão de estar ao lado do povo de João Pessoa. O São João está mantido sem nenhum percalço", disse Rodrigo Farias, acrescentando que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2005 tinha como objetivo resolver outro problema que era o deslocamento da festa para a Lagoa. Segundo ele, atualmente, as festas juninas da cidade tomaram uma proporção muito maior que àquela época e não encontrariam mais espaço no Centro da capital.
A entrevista foi concedida ao programa Correio Debate da rádio 98 FM.
Quando virmos situações de intransigência e irracionalidade como essa, não abriremos mão de estar ao lado do povo de João Pessoa -- Rodrigo Farias, comemorando a decisão judicial de manter o são joão na orla

Fonte

 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

MP entra com ação para impedir São João na orla de João Pessoa

18/06/2014 20h15 - Atualizado em 18/06/2014 20h17 

Órgão argumenta que prefeitura está desrespeitando TAC de 2005.
Prefeitura diz que praia é o melhor lugar para a realização do evento.
 
Do G1 PB

O Ministério Público da Paraíba ingressou com uma ação civil pública com pedido de liminar na tarde desta quarta-feira (18) requerendo que a Prefeitura de João Pessoa não realize os festejos de São João na orla marítima. O processo foi movido pelas Promotorias de Justiça do Meio Ambiente  do Patrimônio Social da Capital. Conforme a ação, a festa deve ser promovida no Centro Histórico, como determina um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado em 2005.

O impasse em torno da festa teve início na semana passada quando o MP informou que a prefeitura desrespeitaria o TAC e também degradaria o meio ambiente e criaria uma série de implicações no campo da mobilidade urbana, com a festa na praia. O órgão se posicionou claramente contra o evento no local, mas apesar disso a administração municipal decidiu manter a festa, apenas reduzindo de nove para quatro dias.
Segundo o  MP,  ação requer a recuperação da área de praia já degradada, além de realizar medidas urgentes e efetivas para a mitigação dos impactos ambientais negativos sobre as Praia de Tambaú e Cabo Branco, com a consequente condenação dos promovidos por danos morais coletivos pelos danos ambientais já causados pela ação discricionário do Poder Público Municipal.

Procurada, a prefeitura de João Pessoa disse que vai esperar o posicionamento da Justiça, mas garantiu que a festa está mantida para a orla. Por meio da assessoria de imprensa, a administração municipal disse que entende a região do Busto de Tamandaré, entre as praias de Cabo Branco e Tambaú, é  a melhor para a realização do São João. Evento está programado para acontecer de 21 a 24 de junho.

Na ação, os promotores de Justiça João Geraldo Barbosa e José Farias destacam que a decisão unilateral do prefeito e dos seus auxiliares de manter a programação do São João na orla da Capital, além de descumprir o TAC, impõe que a orla de João Pessoa passe a ter em seu calendário permanente mais um evento que degrada o meio ambiente em foco, afrontando ainda mais o que dispõe a Lei 7.661 de 16.05.1988 que instituiu o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro e dá outras providências.

Os promotores ressaltam que o próprio Projeto de Compensação de Dano elaborado pela Secretaria de Meio Ambiente do Município, em face aos festejos juninos na orla de João Pessoa, apresentado na primeira audiência pública realizada na sede do MPPB na última sexta-feira (13), é a confissão da prática danosa ao meio ambiente a uma área de preservação permanente.

A ação requer a retirada imediata de todos os equipamentos instalados pelo município de João Pessoa, através dos órgãos da administração direta, indireta, autárquica ou fundacional, ou por empresas contratadas, para promoção de eventos, shows e quaisquer outras intervenções do município na orla marítima da capital.

Também requer que o município apresente o Plano de Recuperação de toda a Área Degradada (Prad), realizado por equipe multidisciplinar e com aprovação técnica, para não incorrer em maiores prejuízos ao meio ambiente, além da condenação ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, a ser determinada por esse juízo, e que os valores decorrentes da reparação, sejam revertidos ao Fundo Estadual de Proteção ao Meio Ambiente (Fepama).
 
Fonte
 
 

Ciclofaixa de Lazer será suspensa neste domingo devido aos festejos juninos

18/6/2014 - 16:48 - Atualizado em 18/6/2014 - 18:41

Efetivo de agentes da Semob será remanejado para atender aos diversos eventos juninos na cidade. 


A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) de João Pessoa vai suspender a operação da Ciclofaixa de Lazer excepcionalmente no próximo domingo (22) devido às festas juninas e aos jogos da Copa. O efetivo de agentes que estaria disponível na ciclofaixa vai ser remanejado para atender aos diversos eventos juninos que ocorrerão na cidade neste domingo.

Lançada em setembro do ano passado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), a Ciclofaixa de Lazer já é uma opção de esporte e diversão para famílias e amigos que se encontram aos domingos para aproveitar o benefício. O espaço exclusivo para ciclistas funciona todo domingo na avenida Epitácio Pessoa, das 7h às 16h, indo do Busto de Tamandaré até a Lagoa, retornando à orla.

Para garantir tranquilidade e segurança aos ciclistas, a Semob disponibiliza um efetivo de 25 agentes de mobilidade distribuídos em toda a extensão da Ciclofaixa de Lazer. Ainda colaboram com a operação, monitores que ficam nos cruzamentos sinalizando com bandeirolas quando o semáforo está verde para os carros, o que aumenta a segurança na faixa exclusiva.

Com 13 quilômetros de extensão, a faixa exclusiva para os ciclistas dominicais, proporciona aos adeptos das duas rodas uma via segura para a prática dessa salutar modalidade de atividade física e, ecologicamente correta, pois não polui o meio ambiente com a emissão de gases tóxicos.

Benefícios -  Para o professor de educação física e especialista em musculação, Fernando Barros, andar de bicicleta é um excelente exercício para o corpo e para a mente, porque além das melhorias nas condições cardíacas e respiratórias, também proporciona a liberação do estresse do dia a dia, sem falar do relaxamento dos músculos envolvidos logo após as pedaladas.

Depoimento - A estudante de economia Gabriela Barreto, 22 anos, decidiu levar uma vida mais saudável há cinco anos. Ela disse que pelada todos os domingos desde que a ciclofaixa foi implantada.

“Perdi muito peso pedalando e tenho uma vida equilibrada e mais saudável”, disse Gabriela Barreto que considera positiva a medida da Prefeitura em disponibilizar para os ciclistas um espaço seguro e livre para pedalar.

Morando na Torre, pertinho da avenida Epitácio Pessoa, Gabriela disse que costuma pedalar sozinha na ciclofaixa e isso possibilitou a integração com outras ciclistas. “Além de me sentir segura, já fiz amigos que também pedalam na ciclofaixa aos domingos”.
 
Secom JP


 

terça-feira, 17 de junho de 2014

PMJP mantém São João na orla, apesar de posição contrária do MPPB

17/06/2014 09h18 - Atualizado em 17/06/2014 09h18
 
Laudo proibindo realização no Ponto de Cem Réis influenciou na decisão.
Ministério Público alerta para poluição sonora e problemas de mobilidade.
 
Do G1 PB

Mesmo após a recomendação do Ministério Público da Paraíba (MPPB) contra a realização do São João na orla de João Pessoa, a Prefeitura da capital paraibana confirmou na segunda-feira (16) que os festejos juninos serão realizados realizados na praia de Cabo Branco. O palco principal começa a ser montado nesta terça-feira (17).
 
Segundo informação repassada pela Prefeitura, a manutenção do local, mesmo com a recomendação contrária do Ministério Público, ocorreu após a emissão de um laudo do Corpo de Bombeiros, que restringiu a 10,8 mil pessoas a capacidade de público do Ponto de Cem Réis, local para onde a festa estava programada inicialmente. O laudo previa riscos para a segurança, já que havia a previsão de que 70 mil pessoas compareceriam para assistir aos shows diariamente.
O promotor João Geraldo Barbosa, contrário ao evento na orla, comentou que a realização da festa na praia vai causar um sério comprometimento da mobilidade urbana e também pode gerar incômodo aos moradores da região, principalmente pela poluição sonora que pode ser gerada durante os shows do evento. Ele também ressaltou que o MP está preocupado com a preservação ambiental do local.
 
“Essa mudança também esvazia a tradição e a cultura dos festejos juninos, pois a praia não tem relação com o São João”, disse o promotor. João Geraldo ressaltou que o São João é diferente de outros eventos que a prefeitura realiza na praia, como o réveillon e o festival Extremo Cultural, que acontece no começo do ano, porque serão nove dias seguidos.
 
Para a prefeitura, ingredientes como facilidade de acesso e maior segurança foram considerados na hora de levar a festa para a orla. Além disso, todo o planejamento para garantir a mobilidade e a segurança do público foi providenciado tendo o Busto de Tamandaré como local da festa. Entre as atrações previstas para os shows estão Elba Ramalho, Flávio José, Pinto do Acordeon e Luan Estilizado. A festa terá início no sábado (21) e se estenderá até o dia 29 deste mês.
 
Fonte
 
 

Prefeitura reduz programação do São João de João Pessoa em quatro dias

17/06/2014 12h46 - Atualizado em 17/06/2014 12h46

Corte no número de dias ocorreu para tentar atender recomendações do MP.
Promotor do Meio Ambiente garante que degradação da orla continuará.
 
André Resende 
Do G1 PB  

Rm João Pessoa, no Busto de Tamandaré, que divide as praias do Cabo Branco e de Tambaú, o palco já está montado para a festa. Os Paralamas do Sucesso se apresentam após a queima de fogos. (Foto: G1/André Resende)
Festa de São João será no Busto de Tamandaré
(Foto: André Resende/G1)
A programação do São João de João Pessoa foi reduzida de nove para quatro dias. O anúncio no corte do número de datas de festejos juninos foi feito por meio de nota oficial emitida na manhã desta terça-feira (17) pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa. Os dias de festa continuam previstos para começar no dia 21 de junho, mas agora vão até o dia 24, e não mais até o último domingo de junho, 29.

Com a mudança, os artistas que se apresentariam entre os dias 25 e 29, dentre os quais Dorgival Dantas e Flávio José, não vão mais tocar no evento batizado neste ano de “São João Pra Valer”. Ainda de acordo com a nota da prefeitura da capital paraibana, a realização dos shows foi confirmada para o palco no Busto de Tamandaré, entre as praias de Tambaú e Cabo Branco.

Conforme a nota oficial, a decisão de reduzir a programação ocorreu para tentar se adequar a uma recomendação do Ministério Público da Paraíba contrária à realização de nove dias seguidos de festas na orla, por motivos de degradação do ambiente e de problemas para mobilidade urbana da área da orla. Conforme o anúncio, “a prefeitura buscando de forma incansável uma solução harmoniosa, realizou diversas reuniões com o órgão [MPPB], inclusive com várias concessões na busca de um acordo, culminando com a redução da programação”.
Os shows foram transferidos para orla de João Pessoa após um laudo do Corpo de Bombeiros estabelecer, por questões de segurança, um público máximo de 10.800 pessoas para o Ponto de Cem Réis, primeiro local previsto para a promoção do evento. A nota completa afirmando que “através da presente decisão, a Prefeitura de João Pessoa reafirma seu compromisso com a extrema legalidade em todos os seus atos, e com a responsabilidade de garantir a segurança do seu povo, bem como com a preservação do Patrimônio Artístico e Cultural da nossa cidade, postura que se espera de todo e qualquer agente ou órgão público”. O promotor João Geraldo Barbosa, da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Social, reforçou que a diminuição da programação não vai evitar a agressão ao meio ambiente. “Tanto faz degradar nove dias ou quatro. A degradação vai continuar garantida. Se houve a redução, é porque a prefeitura considerou o alerta feito pelo Ministério Público. O município precisa dispor de locais apropriados para realização de festas desse tipo. Ou fazem eventos que caibam dentro do Cem Réis ou construam espaços que abriguem shows dessa magnitude”, completou.
 
Ainda segundo o representante do Ministério Público, não está descartada a possibilidade da prefeitura ser responsabilizada criminal e administrativamente pela realização do “São João Pra Valer”. “Acredito que vamos ingressar com uma Ação Civil Pública para responsabilização da degradação. Meu trabalho nessa promotoria é recente, não tenho como responder por eventos semelhantes realizados no Natal, mas posso trabalhar para evitar degradações no São João”, finalizou.

Fonte


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Hospital lança campanha para evitar queimaduras em Campina Grande

16/06/2014 07h20 - Atualizado em 16/06/2014 07h20 

Ação visa a reduzir vítimas deste tipo de ferimento no período junino.
Trauma recebeu 97 queimados em junho de 2013.
 
Do G1 PB

Começa nesta segunda-feira (16) a 11ª Campanha de Prevenção de Queimaduras do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. De acordo com a unidade hospitalar, a ação tem o objetivo de reduzir o número de pessoas queimadas no período junino, além de sensibilizar a população sobre os cuidados para evitar acidentes. Em junho de 2013, o hospital atendeu 97 pacientes vítimas de queimaduras.
A campanha acontece até o dia 22 e será feita através da distribuição de material educativo em pontos estratégicos do município. O material terá um conteúdo que visa alertar as pessoas sobre o perigo de manusear fogos de artifício de forma inadequada. Dos 97 pacientes atendidos em junho do ano passado vítimas de queimaduras, 31 sofreram ferimentos causados por fogos e fogueiras, sendo 22 crianças e nove adultos.

Segundo a coordenação da campanha, a orientação é de que, em caso de queimaduras, os pais devem evitar utilizar medicamentos sem consulta médica, mas procurar um hospital imediatamente. Além disso, a unidade explica que produtos como creme dental, açúcar, vinagre e outros similares devem ser evitados, uma vez que podem agravar os ferimentos.
 
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terça-feira, 18 de junho de 2013

Bombeiros inspecionam barracas

Iniciativa faz parte das ações de prevenção de acidentes provocados por materiais pirotécnicos e ocorreu em dois turnos




Ontem, o Corpo de Bombeiros fez uma vistoria nas 21 barracas que comercializam fogos de artifícios nas proximidades do estádio Almeidão, no bairro do Cristo, em João Pessoa. A iniciativa faz parte das ações de prevenção de acidentes provocados por materiais pirotécnicos e ocorreu em dois turnos. Pela manhã, a inspeção constatou problemas em seis barracas, principalmente em relação ao armazenamento dos produtos, que deveriam ficar a 20 centímetros (cm) do piso. Os barraqueiros foram notificados e tiveram até o período da tarde para regularizar a situação. Durante a segunda visita, porém, foi verificado que os problemas persistiram.
 
Na manhã de hoje, os ambulantes que estiverem regulares vão receber um certificado, comprovando a adequação às normas estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros. Já as barracas que não se enquadrarem, serão interditadas. Não é a primeira vez que ocorre esse tipo de fiscalização. Uma inspeção anterior havia constatado irregularidades em sete barracas, e os comerciantes receberam um prazo de sete dias para se adequar e então receber o certificado.
 
Na inspeção, foram observados o armazenamento dos fogos, sinalização e localização dos extintores de incêndio, além das instalações elétricas e distribuição dos produtos à venda. As barracas que estavam fechadas foram notificadas pela equipe e os proprietários deverão comparecer ao Corpo de Bombeiros para regularizar a situação e receber certificado para funcionamento.
 
Jozanir Muniz, comercializa fogos de artifício há 20 anos e aprova o trabalho realizado pelo Corpo de Bombeiros. “É correto e necessário até para a segurança de quem trabalha com fogos”, disse o comerciante. A partir do próximo sábado, uma equipe dos Bombeiros irá montar um ponto base na área destinada à comercialização, no Bairro do Cristo, para orientar consumidores e comerciantes.
 
Quem perceber a comercialização ilegal deve denunciar o caso aos Bombeiros pelos telefones 193 e 3218-5733. (Michelle Farias)