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sexta-feira, 21 de março de 2014

Alternativas de uso e captação da água são apresentadas em CG

Evento em alusão ao Dia Mundial da Água está sendo realizado na sede do Instituto Nacional do Semiárido em Campina Grande.





Metodologias alternativas de captação, uso e reutilização da água foram apresentadas ontem em Campina Grande, na sede do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), durante o seminário “Água e Energia”, realizado em parceria com a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

O evento, organizado em alusão ao Dia Mundial da Água, termina hoje com relatos de técnicos e dos próprios agricultores sobre as técnicas diferenciadas de uso da água e manejo da terra. Amanhã, ativistas plantarão 1.000 árvores no entorno do açude de Boqueirão.

Entre as experiências bem sucedidas estão as barragens subterrâneas. De acordo com o técnico José Afonso Bezerra, do Coletivo Regional do Cariri, são pelo menos 60 barragens construídas em 11 municípios do Cariri paraibano que funcionam como alternativa de captação de água para os produtores da região.

“Temos conseguido através de parcerias com vários órgãos os recursos para construir estas barragens, que têm custo relativamente baixo, em torno de R$ 4 mil a R$ 6 mil. A gente tem utilizado retroescavadeira para fazer a escavação do riacho, depois é colocada uma lona para fechar a passagem da água subterrânea. A experiência foi bem sucedida onde foi aplicada, para abastecimento humano, de animais e também para plantações”, explicou.

Outra alternativa de produção sustentável e de baixo custo apresentada é o “quintal produtivo”, que tem contribuído para aumentar a renda de pequenos agricultores no interior do Estado, como relatou a agricultora Sara Maria Constância, do assentamento São Domingos, no município de Cubati.

“Eu planto vários tipos de ervas e uso a água do poço que temos no sítio para esta pequena plantação. Teve mês que eu já tirei até R$ 2 mil com o que eu planto no meu quintal. É um investimento muito baixo, com R$ 80 é possível começar”, contou.

O diretor do Insa, Ignácio Salcedo, ressaltou a importância do o uso racional. “A água é um bem fundamental para a vida, sobretudo no Semiárido, então é preciso que se aplique o racionamento".

O Dia Mundial da Água é comemorado em 22 de março pela Organização das Nações Unidas (ONU). Durante os dois dias de seminário, serão realizadas palestras, mesas redondas e visitas técnicas de caráter educativo. O público-alvo são professores, agricultores, experimentadores, técnicos, estudantes, pesquisadores e representantes de organizações não governamentais.

O secretário de Estado de Recursos Hídricos e Meio Ambiente, João Azevedo, lembrou as obras do governo. “São mais de 730 quilômetros de adutoras que estão sendo construídas e 11 cidades que estão recebendo saneamento, entre elas Brejo do Cruz, Coremas, São José de Piranhas, Coxixola. Obras estruturantes e fundamentais para o povo paraibano”, frisou.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Cagepa se compromete em melhorar abastecimento de água na Paraíba

18/09/2012 10h39 - Atualizado em 18/09/2012 10h39

Reunião entre MP e Cagepa discutiu falta de água potável no Sertão.
Duas localidades receberão visitas de técnicos para estudar soluções.


Do G1 PB
 

Em reunião com o Ministério Público, Cagepa se comprometeu em resolver os problemas (Foto: Divulgação)
Em reunião com o MP, Cagepa se comprometeu
em resolver a situação (Foto: Divulgação)
Uma reportagem do Globo Rural na semana passada mostrou que milhares de famílias estão sofrendo com o problema da falta de água potável no Sertão da Paraíba. Uma reunião na segunda-feira (17) entre representantes do Ministério Público e da Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (Cagepa) discutiu o problema e ficou firmado que a companhia vai trabalhar na região para melhorar o abastecimento.

Nesta terça-feira (18), o diretor de operação e manutenção definirá datas para enviar técnicos às localidades afetadas para serem feitos estudos da situação e definir as soluções. A promotora de Justiça Sônia Maia também vai programar para as mesmas datas das inspeções audiências públicas com a participação da população atingida pela falta de água.
 
As duas localidades da região sertaneja são a comunidade de Riacho do Jardim, no município de Brejo do Cruz, com cerca de 50 famílias e a cidade de São José do Brejo do Cruz, que tem população de 1.707 habitantes, de acordo com dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

No caso de Riacho do Jardim, o diretor Marco Túlio explicou que na tubulação da adutora passa água bruta, sem tratamento, e que não pode ser servida à população. Mas o maior entrave é que a localidade é zona rural e a legislação não permite a atuação da Cagepa. “Nossas equipes especializadas vão fazer um estudo de sondagem e o caminho será a perfuração de poços artesianos, já que a Cagepa não pode atuar na zona rural”, explicou o diretor.

Já o problema em São José do Brejo do Cruz é menos complicado, já que é uma área urbana, de acordo com a Cagepa. A cidade possui um grande açude e o órgão pretende fazer com que as casas recebam água dele, mas estão faltando o tratamento da água e o abastecimento. A Cagepa infomou que será feita a interligação das tubulações.

Falta de água potável no Sertão


No mês de abril o Governo do Estado da Paraíba havia decretado estado de emergência por conta da seca em 195 municípios do estado. Com o início do inverno, as chuvas caíram no Sertão, mas não foram o suficiente para melhorar a situação dos sertanejos. A região vive um longo período de estiagem e os moradores sofrem com a falta de água potável.

Na zona rural de Sousa são poucos os açudes e os que existem estão com o volume de água baixo. Os moradores tem cisternas construídas, mas precisam recorrer a meios alternativos, como barreiros, poços, açudes. A agricultora Damiana Soares precisa beber a água do açude. "É só um carro para abastecer a região, aí quando falta a gente bebe daqui mesmo. Essa água não serve nem para ser filtrada de tão barrenta e pesada que é", disse.

A constatação ainda mais forte é que o calor e o mormaço da região fazem com que os animais entrem nos reservatórios das quais as pessoas utilizam a água. De acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), 880 mil pessoas convivem com a seca, pois não têm água potável em casa.

Fonte

 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Caçadores de animais silvestres são presos na Paraíba

Publicado em 20.08.2012, às 15h16


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Carcaça de animais foi apreendida e posteriormente incinerada pela equipe do Ibama
Foto: Lisarbson Messias/ Ibama/ Divulgação

Vanessa Silva

 Do NE10/ Paraíba

Um grupo de caçadores foi preso, neste final de semana, na Paraíba, por caça ilegal de animais silvestres no Sertão do Estado, divulgou nesta segunda-feira (20) a Superitendência do Ibama. Segundo o órgão, foram detidos três homens que realizavam o transporte dos bichos.

As prisões ocorreram durante a operação 'Voo Livre', realizada nos municípios de Brejo do Cruz, São Bento e Pombal. Uma equipe de agentes ambientais federais do Ibama realizava o monitoramento de áreas de postura de ovos das pombas da espécie Zenaida auriculata, a popular arribaçã, e também montava barreiras em rodovias quando se deparou com os suspeitos.

Na primeira abordagem, foi detido um motociclista que transportava 13 arribaçãs abatidas. Logo em seguida, a equipe parou uma caminhonete levava caçadores, cães de caça e 14 tatus-peba e um tamanduá mirim. O tatu-peba aparece nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção. Os dez animais que estavam vivos foram soltos pelos agentes do Ibama em seu habitat, enquanto os abatidos foram incinerados pela equipe.

As multas aplicadas somaram R$ 81,5 mil. A motocicleta e a caminhonete utilizados para a prática dos crimes também foram apreendidas e estão retidas no pátio do escritório do Ibama em Souza, no Sertão da Paraíba. Foram apreendidas ainda duas espingardas, bem como equipamentos utilizados para a caça, como lanternas e enxadotes. Os infratores foram conduzidos à delegacia de Brejo do Cruz, onde foram qualificados. Além das penalidades administrativas impostas pelo Ibama, os autuados devem responder por crime ambiental na justiça.

domingo, 19 de agosto de 2012

Operação da PRF e Ibama apreende 219 aves em Campina Grande

19/08/2012 10h29 - Atualizado em 19/08/2012 11h02

Aves ameaçadas de extinção estavam sendo comercializadas ilegalmente.
Operação aconteceu em outras duas cidades; 13 pessoas foram detidas.

 
Do G1 PB 

Aves vão ser levadas para João Pessoa (Foto: Divulgação/PRF)
Aves vão ser levadas para João Pessoa
(Foto: Divulgação/PRF)
Uma operação integrada entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Ibama, realizada na manhã deste domingo (19), apreendeu 219 aves silvestres, que estavam sendo comercializadas ilegalmente na feira da Prata, em Campina Grande. A informação é do inspetor da PRF Samuel Wesley, um dos responsáveis pela ação integrada. Entre as espécies apreendidas estavam galos de campina, sabiás, concriz e outras ameaçadas de extinção como a pinta-silgo e a maracanã.

"Além da apreensão das aves, foram detidas 13 pessoas que estão sendo ouvidas e qualificadas para a adoção de medidas penais e administrativas. Apenas com o desenrolar das investigações é que saberemos se o crime se trata de tráfico de animais ou apenas comércio ilegal", explicou o inspetor Samuel. Os suspeitos podem responder por crime ambiental, pagando multa de R$ 1 mil a R$ 10 mil por animal e detenção de seis meses a um ano.

Os animais eram levados do Sertão e do Cariri do estado para serem vendidos em feiras como a de Campina Grande. As instituições realizaram simultaneamente a ação nas cidades de Catolé do Rocha e Brejo do Cruz, além de Campina.

Ainda conforme o inspetor Samuel as aves serão levadas para a sede do Ibama em João Pessoa onde serão avaliadas. Aquelas que estiverem machucadas serão transferidas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), onde receberão cuidados veterinários, e as demais, que estiverem saudáveis, serão soltas em seu habitat natural.

Fonte

 

domingo, 13 de maio de 2012

Flagrante: IBAMA realiza Operação e apreende várias aves silvestres no Sertão da Paraíba. Fotos e Vídeo

11/05/2012 12:05 - Cidades 

Flagrante: IBAMA realiza Operação e apreende várias aves silvestres no Sertão da Paraíba. Fotos e VídeoCerca de 12 Agentes do IBAMA realizaram durante o dia desta quinta-feira (10) no alto Sertão da Paraíba, a Operação denominada de “Migratórios”.
 
As Cidades fiscalizadas foram: Brejo do Cruz, Belém do Brejo do Cruz, São Bento, Cajazeiras e nesta sexta-feira (11), o Município de São João do Rio do Peixe.

Na Operação, diversas aves silvestres foram apreendidas em cativeiros. As aves foram encaminhadas até o Escritório Regional do IBAMA na Cidade de Sousa.
 


Conforme, Jayme Pereira, Coordenador da Operação, foram utilizados, além de 12 Agentes vindos de João Pessoa, cinco Viaturas.


A reportagem conversou com Jayme Pereira, e explica detalhes da Operação “Migratórios”.



 
Redação
Folhadosertao 

Fonte
 
 

sábado, 12 de maio de 2012

Ibama faz operação no Sertão da PB contra caça de aves migratórias

12/05/2012 09h44 - Atualizado em 12/05/2012 10h05

Suspeitos são multados e podem responder a processo criminal.
Cerca de 120 animais foram apreendidos desde quinta-feira (10).
 
Do G1 PB
 
A superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) na Paraíba promove desde quinta-feira (10) uma operação em cidades do Sertão com o objetivo de coibir a caça de aves migratórias. De acordo com Jaime Pereira, chefe de fiscalização do órgão, pelo menos 120 animais foram apreendidos em situação irregular. Não havia espécies em extinção, mas algumas são silvestres e estão em passagem pela Paraíba, como a ave arribaçã, cuja captura é proibida.
A fiscalização da Operação Migratórios passou pelas cidades de Brejo do Cruz, São Bento, São João do Rio do Peixe, Cajazeiras, Sousa e Tavares. Segundo Jaime, a operação ainda não foi finalizada e as equipes do órgão continuam monitorando áreas onde há suspeita de caça.

As aves apreendidas estão sendo encaminhadas neste sábado (12) do escritório do Ibama no município de Sousa, no Sertão, para o Centro de Triagem de Animais Silvestres em Cabedelo, no Litoral paraibano. A expectativa é de que os animais vivam um período de adaptação e possam ser devolvidas à Natureza.

Segundo Jaime Pereira, as pessoas que foram flagradas caçando os animais foram autuadas e deverão pagar multa, cujo valor depende da espécie e da quantidade de animais que estavam na posse do suspeito. Após a apreensão, o suspeito pode responder a processo administrativo.

O Ibama também encaminha uma portaria comunicando o caso ao Ministério Público Estadual, que solicita à Polícia Civil a abertura de um inquérito para que o responsável pela caça e captura responda criminalmente.

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