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sábado, 23 de março de 2013

Três praias devem ser evitadas por banhistas na PB, diz Sudema


23/03/2013 06h00 - Atualizado em 23/03/2013 06h00 

Praias do Jacaré, Arraial e da Guarita devem ser evitadas.
Relatório da Sudema vale até a próxima quinta-feira (28).
 
Do G1 PB
 

Estuário do Rio Paraíba, na praia de Jacaré, deve ser evitado por banhistas (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Estuário do Rio Paraíba, na Praia de Jacaré, deve
ser evitado (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Das 56 praias do litoral paraibano monitoradas pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), três estão classificadas como impróprias para o banho até a próxima quinta-feira (28). As praias do Jacaré, em Cabedelo, na Grande João Pessoa, e do Arraial, na capital, devem ser evitadas pelos banhistas. No município de Pitimbu, a Praia da Guarita também está considerada imprópria.
 
Segundo relatório de balneabilidade da Sudema, na Praia do Jacaré, deve ser evitada a área localizada na margem direita do estuário do Rio Paraíba. Em Pitimbu, os banhistas devem respeitar a distância de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho. Já na Capital, os banhistas devem evitar o trecho próximo ao Rio Cuiá.

A Sudema também recomenda aos banhistas que, mesmo em áreas classificadas como própria para o banho, sejam evitados os trechos de praia localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
 
O monitoramento é realizado semanalmente pela equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais nos municípios localizados em centros urbanos com grande fluxo de banhistas: João Pessoa, Lucena e Pitimbu. Nos demais municípios do litoral paraibano, a análise é feita mensalmente.
 
 Fonte
 
 
 

domingo, 10 de março de 2013

Banhistas devem evitar três praias da PB no fim de semana, diz Sudema

09/03/2013 12h39 - Atualizado em 09/03/2013 12h39

Praias do Jacaré, do Arraial e de Maceió devem ser evitadas.
Relatório tem validade até o dia 14 de março.
 
Do G1 PB
 
 
Praia do Jacaré está imprópria para banho (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Praia do Jacaré está imprópria para banho
(Foto: Krystine Carneiro/G1)
A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) as praias do Jacaré, em Cabedelo; do Arraial, em João Pessoa, e de Maceió, em Pitimbu, como áreas a serem evitadas pelos banhistas. O relatório de balneabilidade foi divulgado nesta sexta-feira (8) e tem validade até o próximo dia 14 de março.

Na Praia do Jacaré, deve ser evitada a área localizada na margem direita do estuário do Rio Paraíba. Em Pitimbu, os banhistas devem respeitar a distância de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho. Já na Capital, os banhistas devem evitar o trecho próximo ao Rio Cuiá.
 
Conforme o relatório, 53 praias do litoral paraibano são consideradas adequadas para o banho, nas categorias excelente, muito boa e satisfatória. Mesmo assim, a Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias do Estado, por meio de coleta de material para análise nos municípios. O monitoramento é semanal nos municípios localizados em centros urbanos com grande fluxo de banhistas: João Pessoa, Lucena e Pitimbu. Nos demais municípios do litoral paraibano, a análise é realizada mensalmente.



sábado, 2 de março de 2013

Banhistas devem evitar três praias na Paraíba durante o fim de semana


02/03/2013 06h00 - Atualizado em 02/03/2013 06h00
 
Praias de Lucena, Arraial e Maceió devem ser evitadas.
Outras 53 praias da Paraíba foram liberadas pela Sudema.
 
Do G1 PB
 

Praia Bela é uma das praias do litoral paraibano que podem ser aproveitadas pelos banhistas (Foto: Edgley Delgado/Secom-PB)
Praia Bela é uma das praias do litoral paraibano que
podem ser aproveitadas pelos banhistas 

(Foto: Edgley Delgado/Secom-PB)
Os banhistas devem evitar três praias das 56 praias monitoradas pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) na Paraíba. De acordo com o relatório divulgado na sexta-feira (1º), a Praia de Lucena, no Município de Lucena, Praia do Arraial, em João Pessoa, e Praia de Maceió, localizada no Município de Pitimbu, foram classificadas como impróprias para o banho.

Na Praia de Lucena, deve ser evitada a área localizada 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura da galeria de águas pluviais. Em Pitimbu, a mesma distância deve ser respeitada em relação à desembocadura do Riacho do Engenho Velho. Já na capital, os banhistas devem evitar o trecho próximo ao Rio Cuiá. Esta classificação é válida até a emissão do próximo relatório, no dia 8 de março.
 
Conforme o relatório, as demais praias são consideradas adequadas para o banho e estão classificadas nas categorias excelente, muito boa e satisfatória. Mesmo assim, a Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
 
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias da Paraíba, por meio de coleta de material para análise. O monitoramento é semanal nos municípios localizados em centros urbanos com grande fluxo de banhistas: João Pessoa, Lucena e Pitimbu. Nos demais municípios do litoral paraibano, a análise é realizada mensalmente.
 
Fonte
 
 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Lixo e esgotos 'sufocam' rios

O Rio Jaguaribe está sufocado por causa de lixo e esgotos



As rachaduras expostas na parede da casa são testemunhas de um sofrimento que castiga Maria do Carmo da Conceição há muitos anos. Moradora da Comunidade Tito Silva, construída às margens do Rio Jaguaribe, no bairro de Castelo Branco, em João Pessoa, ela está entre as dezenas de famílias que têm as casas alagadas a cada período chuvoso.
“Quando chove, a água do rio sobe e inunda tudo. A água sobe quase um metro e meio dentro de casa. Até um jacaré aparece por aqui e fica assustando a gente. Minha casa está cheia de rachaduras. Eu só aguento isso porque não tenho para onde ir”, desabafa.
Da porta da cozinha, é possível ver as causas desse transtorno.
Tomado por vegetação, o rio também está 'sufocado' pela presença de lixo e esgoto sem tratamento que sai das casas e é jogado diretamente no Jaguaribe. Restos de mobília, podas de árvores e até de animais mortos também são encontrados dentro do manancial e se misturam com a água escura do local.
Apesar de preocupante, essa realidade não é encontrada apenas na Comunidade Tito Silva. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam-JP), todos as habitações construídas às margens dos nove rios que cortam a capital paraibana estão sendo atingidas também pela degradação ambiental dos mananciais.
Sanhauá, Jaguaribe, Cabelo, Cuiá, Timbó, Mumbaba, Gramame, Rio da Bomba e Riacho Mussuré são os nove rios que recebem diariamente poluição causada por despejo de lixo, entulhos, mobílias velhas e esgotos sem tratamento. Porém, os mais degradados são o Jaguaribe e o Cuiá, que cortam, juntos, toda a extensão de João Pessoa.
Para combater essas práticas, consideradas crimes por leis federais, a Semam criou equipes que fazem monitoramentos permanentes nas áreas atingidas, como explica o chefe da Divisão de Fiscalização do órgão, Alisson Cavalcanti.
“Dividimos a cidade em áreas verdes, que são cortadas pelos rios. Com isso, nosso trabalho de observação fica mais facilitado. Todos os dias, os fiscais visitam essas áreas e, ao final do mês, redigem um relatório. Em muitas delas, a situação é preocupante”, lamenta.
Segundo o ambientalista, a ocupação indevida das áreas próximas aos rios é a principal infração cometida. Por lei, todo terreno que fica no entorno de um manancial é considerado como Área Permanente de Proteção (APP). Por conta disso, nenhuma edificação poderá ser erguida a uma distância mínima de 30 metros da margem do rio.
Apesar disso, existem diversas comunidades ribeirinhas que crescem em direção à corrente das águas.
Como consequência, a presença do moradores aumenta o risco de ocorrer despejo de esgoto no rio. Isso acontece porque a maioria dos terrenos que ficam perto de rios possui água em áreas superficiais e não permite a construção de fossas. “Por causa disso, os esgotos saem das casas e são despejados diretamente nos mananciais”, explica Alisson Cavalcanti.
A Comunidade Tito Silva é um exemplo disso. No local, existem cerca de 300 casas, construídas em tijolo e cimento, que não respeitaram distância mínima estabelecida por lei. Como consequência, os moradores são os principais atingidos por enchentes e alagamentos a cada período chuvoso.
“Aqui, quando chove, ninguém dorme. A gente passa a noite toda acordado, olhando o rio, com medo dele subir e invadir a casa da gente. É um sofrimento sem fim”, lamenta o morador Antonio dos Santos.