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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Poluição visual com cartazes vai gerar multa em Campina Grande

22/02/2017 10h28 - Atualizado em 22/02/2017 13h46

Prefeitura está fiscalizando ruas da cidade para evitar cartazes irregulares.
Projeto pretende substituir os espaços com murais e grafites urbanos.


As empresas ou pessoas que colocarem cartazes de shows ou eventos em locais públicos de forma irregular vão ser multadas em  Campina Grande . Segundo o secretário de Planejamento, André Agra, a prática fere o código de Postura do Município e a prefeitura vai começar uma fiscalização rigorosa dos casos.
 
O secretário diz que a Procuradoria já recebeu a determinação de convocar em 15 dias todas as pessoas envolvidas em eventos, produções e comercialização. A reunião vai comunicar que a pichação de eventos vai ser combatido com multas, ações criminais penais e possíveis cancelamentos de alvarás e shows.

Ainda de acordo com o secretário, a prefeitura está com um projeto chamado “Rainha das Cores” que pretende preencher os espaços deixados pelas pichações e cartazes com projetos de murais e grafite urbano. É o que já está acontecendo na avenida Argemiro de Figueredo, no bairro Catolé. “Vamos criar grandes telas na cidade, levando em conta, claro, sempre as questões culturais”, disse.

O crime por poluição visual pode ter uma pena de um a quatro anos de reclusão e multa, como está previsto na Lei Contra o Meio Ambiente 9.605/98.



sábado, 25 de abril de 2015

Prefeitura retira mais 17 outdoors irregulares das ruas de João Pessoa

25/04/2015 12h36 - Atualizado em 25/04/2015 12h36

Retiradas foram realizadas nos bairro do Bessa e Altiplano.
Sedurb vai continuar ações em áreas residenciais.
 
Do G1 PB
Operação retirou outdoors que estão irregulares em terrenos de João Pessoa (Foto: Rizemberg Felipe / Jornal da Paraíba)
Operação retirou outdoors irregulares em
terrenos (Foto: Rizemberg Felipe / Jornal da Paraíba)
Foram retirados 17 outdoors que estavam instalados irregularmente nos bairros do Altiplano e Bessa, em João Pessoa, pela Prefeitura Municipal de João Pessoa, nesta sexta-feira (24). Os outdoors não cumpriam o Código de Posturas do Município, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb). No dia 16 de abril, um total de onze placas publicitárias que estavam instaladas de forma irregular já haviam sido retiradas. Além deles, no dia 7 de abril, a Sedurb retirou 11 outdoors de áreas públicas na zona sul da capital paraibana.

O secretário responsável pelas retiradas, Hildevânio Macedo, disse que as ações devem continuar, pois em áreas residenciais se encontram cerca de 60% dos outdoors e também os painéis luminosos da capital paraibana.
 
O Código de Posturas prevê que esse tipo de publicidade só pode ser instalada em áreas não edificadas. Além disso, é necessário também possuir uma autorização de publicidade e estar em dia com o pagamento das taxas de propaganda emitidas pela Prefeitura Municipal de João Pessoa.
 
Segundo Hildevânio Macedo, durante todo o mês de abril, as equipes da Sedurb estiveram empenhadas na retirada de outdoors em áreas públicas nos bairros do Bessa, Altiplano e Bancários. Em maio, as equipes da Sedurb vão continuar as ações em áreas residenciais.

Denuncie
Quem desejar realizar denúncias em caso de poluição visual pode entrar em contato com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, pelo telefone: (83) 3218-9151. O atendimento funciona das 8h às 12h e das 14h às 18h, de segunda a sexta-feira.
Fonte

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Outdoors irregulares são retirados de ruas de João Pessoa pela prefeitura

16/04/2015 18h05 - Atualizado em 16/04/2015 18h05 

Material estava em terrenos no bairro do Bessa.
Secretário diz que 90% dos outdoors da cidade estão irregulares.




 
Do G1 PB
 

Operação retirou outdoors que estão irregulares em terrenos de João Pessoa (Foto: Cornélio Felipe/Secom-JP)
Operação retirou outdoors que estão irregulares em terrenos de João Pessoa
(Foto: Cornélio Felipe/Secom-JP)
Um total de onze outdoors que estavam instalados de forma irregular foram retirados de ruas do bairro do Bessa, em João Pessoa, nesta quinta-feira (16). A ação foi realizada por equipes da  Secretaria de Desenvolvimento Urbano do município (Sedurb) e os outdoors foram encaminhados ao depósito da prefeitura da cidade. De acordo com o secretário do órgão, Hildevânio Macedo, essa retirada faz parte de um projeto de limpeza visual da cidade que vai desde a retirada de pequenas propagandas até a remoção de painéis e outdoors.

O Código de Posturas do Município, prevê que esse tipo de publicidade só pode ser instalado em áreas não edificadas e em terrenos particulares. Além disso, é necessário também ter uma autorização de publicidade e estar em dia com o pagamento das taxas de propaganda.

Nos próximos dias, a Sedurb vai continuar a operação nas áreas residenciais onde, segundo levantamento do órgão, estão cerca de 60% dos outdoors da Capital. De acordo com Hildevânio Macedo, cerca de 90% dos outdoors instalados pelas ruas de João Pessoa apresentam alguma irregularidade. “Depois de constatar o tamanho do problema, nós notificamos as empresas e demos um prazo para que isso fosse resolvido. Vamos agora intensificar as ações para garantir a limpeza visual da cidade”, ressaltou ele.

No dia 7 de abril, a Sedurb retirou 11 outdoors localizados em áreas públicas na Zona Sul da Capital. No sábado (11), a equipe esteve nos bairros do Cabo Branco, Tambaú, Manaíra, Bessa e na Avenida Epitácio Pessoa recolhendo as propagandas que se encontravam nas calçadas.
 
Fonte

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Operação em João Pessoa retira outdoors instalados irregularmente

08/04/2015 08h05 - Atualizado em 08/04/2015 08h11

Cinco outdoors foram removidos por irregularidades na instalação.
'Praticamente 100% dos outdoors da cidade são irregulares', diz secretário.
 
Do G1 PB
  
Operação retirou outdoors que estão irregulares em terrenos de João Pessoa (Foto: Rizemberg Felipe / Jornal da Paraíba)
Operação retirou outdoors que estão irregulares (Foto: Rizemberg Felipe / Jornal da Paraíba)

Cinco outdoors instalados de forma irregular em ruas de João Pessoa foram retirados pela Prefeitura Municipal de João Pessoa nesta terça-feira (7). Os outdoors não cumpriam o Código de Posturas do Município, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb). Os outdoors foram removidos no bairro dos Bancários, Zona Sul da cidade.
 
A ação conjunta aconteceu entre a Sedurb, Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e uma equipe da Polícia Rodoviária Federal. Cerca de 15 funcionários participaram da retirada e um caminhão foi utilizado.

O secretário da Sedurb, Hildevânio Macedo, afirmou que outras publicidades serão retiradas. "Fizemos um mapeamento e observamos que praticamente 100% dos outdoors instalados na cidade apresentam alguma irregularidade", explicou. A estimativa é que 600 outdoors são irregulares.

Esse tipo de publicidade só pode ser instalado em áreas não edificadas, devem possuir autorização e estar em dia com as taxas de propaganda, segundo o Código de Posturas do Município. As dimensões permitidas são de 3,50m x 9,50m com moldura.


 

domingo, 1 de março de 2015

Sedurb notifica empresas de publicidade em João Pessoa

26/02/2015 11h25 - Atualizado em 26/02/2015 11h25 

Empresas devem apresentar autorizações e comprovantes de pagamento.
Análise da Sedurb deve durar cerca de vinte dias.




 
Do G1 PB



Painéis luminosos de João Pessoa não estão de acordo com o Código de Posturas da cidade (Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba)
Painéis luminosos de João Pessoa não estão de acordo com o Código de Posturas da cidade
(Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba)
Foram notificadas, até esta quarta-feira (25), 22 empresas de publicidade que atuam em João Pessoa com instalação de outdoors e painéis luminosos. O objetivo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) é que os empresários compareçam à secretaria no prazo de até 48 horas para apresentarem as autorizações de publicidade e os comprovantes de pagamento das taxas.

“Todas elas devem trazer os documentos de autorização até a próxima sexta-feira [27]. A partir daí, vamos analisar todos os casos separadamente para saber se é possível a permanência dos outdoors e dos painéis de LED nos locais afixados”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Urbano, Hildevânio Macedo.
 
Ainda segundo o secretário, esse processo de análise deve durar cerca de vinte dias. Durante esse período, terá início o processo de retirada dos outdoors e painéis luminosos. “Caso as propagandas estejam irregulares, vamos novamente notificar essas empresas. Dessa vez, para a retirada dos outdoors e painéis. Se elas não obedecerem, será a Sedurb quem irá retirá-los”, explicou.

No dia 9 de fevereiro deste ano, houve uma reunião entre representantes da PMJP e das empresas de publicidade, com o objetivo de esclarecer as normas do Código de Posturas do Município sobre o assunto. “Todos os responsáveis estão cientes da situação. Tivemos uma reunião com as empresas e explicamos que elas precisam dar entrada no pedido para se regularizarem”, disse Macedo.

Ao G1, Hildevânio já havia adiantado que quase todos os painéis luminosos instalados em João Pessoa estão em desacordo com o Código de Posturas do município, que proíbe que qualquer tipo de anúncio seja afixado em áreas edificadas. A lei ainda proíbe que sejam instaladas publicidades com dispositivo luminoso em período noturno que prejudiquem de qualquer maneira a vizinhança.

Além disso, alguns outdoors têm dimensões maiores do que a permitida pelo código, que é de 3,50m x 9,50m com moldura, sendo sua maior dimensão no sentido horizontal, e altura máxima de 6m acima do nível do solo.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano possui um número de telefone de contato caso a população queira denunciar algum tipo de poluição visual. O número é o (83) 3218-9151 e funciona das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Fonte


domingo, 22 de fevereiro de 2015

Painéis luminosos de João Pessoa devem ser retirados, diz secretário

22/02/2015 08h59 - Atualizado em 22/02/2015 08h59 

Anúncios publicitários não podem ser instalados em áreas edificadas.
Código de Posturas do município também limita as dimensões das placas.
Krystine Carneiro Do G1 PB


Painéis luminosos de João Pessoa não estão de acordo com o Código de Posturas da cidade (Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba)
Painéis luminosos de João Pessoa não estão de acordo com o Código de Posturas da cidade
(Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba)

Os painéis luminosos que estão instalados em alguns do principais corredores de João Pessoa vão ter que ser retirados. A informação foi confirmada pelo secretário de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), Hildevânio Macêdo. O motivo é que a maioria deles está em desacordo com diversos pontos do Código de Posturas do município.

“Tivemos uma reunião com as empresas e explicamos que elas precisam dar entrada no pedido para se regularizar na Sedurb. No entanto, de pronto, nós já verificamos que quase 100% dos painéis luminosos, também chamados de painéis de LED, estão instalados em áreas edificadas, onde já existe imóvel, e o Código de Posturas do município diz que só pode existir publicidade em terrenos não edificados”, explicou o secretário.
Além disso, alguns deles têm dimensões maiores do que a permitida pelo código, que é de 3,5m x 9,5m com moldura, sendo sua maior dimensão no sentido horizontal, e altura máxima de 6m cima do nível do solo. Os painéis estão localizados em grandes corredores de João Pessoa, como a Avenida Epitácio Pessoa, o Retão de Manaíra (Avenida Flávio Ribeiro Coutinho), a Rua Josefa Taveira, a Avenida Ruy Carneiro, Avenida Edson Ramalho e a Principal dos Bancários (Rua Sérgio Guerra).

O Código de Posturas de João Pessoa ainda proíbe que sejam instaladas publicidades com dispositivo luminoso em período noturno que prejudiquem de qualquer maneira a vizinhança. A estudante de moda Camila Oliveira é pessoense e estuda em Fortaleza, mas sempre passa as férias na casa da mãe, que mora em um prédio no Retão de Manaíra. Ela diz que chega a se assustar com a luz dos painéis.
“Incomoda mesmo não sendo exatamente na frente da minha janela. O meu prédio fica virado para a rua de trás, mas noto sempre à noite. Mesmo com a luz acesa, quando estou concentrada, dá alguns clarões nos prédios vizinhos, refletindo. Levo um susto porque penso que é relâmpago ou que aconteceu algo ao redor”, relatou, explicando que as luzes também atrapalham na hora de dirigir. “Pra mim, que tenho astigmatismo, é ruim. Acho que é quando os painéis mais incomodam mesmo”, concluiu.

Outdoors também não podem ser instalados em terrenos edificados (Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)
Outdoors também não podem ser instalados
em terrenos edificados (Foto: Rizemberg
Felipe/Jornal da Paraíba)
A reunião da Sedurb foi feita no dia 9 de fevereiro e, além de representantes das empresas donas dos painéis luminosos, teve a presença de agências de publicidade e de empresas proprietárias de outdoors na cidade. Todos foram informados das regras do Código de Posturas e se comprometeram a entregar um relatório à secretaria e se regularizar, segundo Hildevânio Macedo. Já a partir desta segunda-feira (23), os fiscais da Sedurb vão começar uma operação para notificar os donos de equipamentos de publicidade instalados em áreas irregulares.

Segundo levantamento feito pela Sedurb, o bairro onde mais são registrados casos de poluição visual em João Pessoa é Mangabeira, principalmente na Rua Josefa Taveira. Também existem muitas placas e outdoors irregulares em grandes corredores como a Avenida Beira Rio (Avenida José Américo de Almeida e Avenida Duarte da Silveira), a Avenida Cruz das Armas, a Avenida Ranieri Mazzilli, Avenida Pedro II, Avenida Ruy Carneiro, Avenida Tancredo Neves e Avenida Airton Senna.

Regularização
Tanto letreiros quanto anúncios devem ter autorização da Sedurb para serem instalados. Segundo Hildevânio, o interessado deve apresentar o projeto básico na prefeitura para ser avaliado pela Sedurb. Se o projeto estiver de acordo com as regras do Código de Posturas, a secretaria emite a autorização de no máximo 12 meses e o proprietário deve pagar as taxas devidas.
Fonte

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Emlur estima 50t de lixo nas ruas

Estimativa da Autarquia de Limpeza Urbana é que a quantidade seja deixada por dia durante as Festas das Neves.




Passava das nove horas da manhã de ontem e o lixo produzido no domingo pelos frequentadores da Festa das Neves ainda estava empilhado pelas ruas do Centro Histórico da capital. Em meio a inúmeras latinhas de bebidas, garrafas pets e papelão, restos de comida apodreciam ao sol, após terem sido revirados pelo catadores de materiais recicláveis. A estimativa da Autarquia de Limpeza Urbana (Emlur) é que estejam sendo deixadas 50 toneladas de lixo por dia de festa.
 
Insatisfeito com a poluição deixada pela festa profana da padroeira de João Pessoa, o arcebispo da Paraíba, dom Aldo Pagotto, afirmou que pretende se unir a comerciantes e moradores das adjacências da Praça Dom Adauto, um dos principais pontos de onde está ocorrendo os festejos, para cobrar providências do Ministério Público Estadual.
 
“É um absurdo a quantidade de sujeira e poluição que são produzidas. Não é possível que os órgãos responsáveis estejam fazendo vista grossa para a forma como os alimentos estão sendo comercializados, em meio a tanta sujeira, nem cuidando para que a cidade seja preservada. Eu vi maçãs do amor sendo preparadas junto com lixo acumulado e esgoto passando”, reclamou.
 
O diretor de planejamento da Emlur, Aldo Araújo, entretanto, negou que o lixo esteja se acumulando pelas ruas históricas da cidade, já que tem sido recolhido logo após a festa, conforme cronograma de limpeza elaborado para os dias do evento, que se encerra hoje.
 
No caso do lixo produzido no domingo, na Festa das Neves, Aldo Araújo justificou que o atraso se deu por um imprevisto provocado pela realização da Meia Maratona João Pessoa, no domingo, na praia de Cabo Branco. “Tivemos que dividir nossa equipe de coleta entre os dois eventos", argumentou. (Angélica Nunes)

ARCEBISPO CRITICA MODELO
Para dom Aldo Pagotto, não só o lixo incomoda, mas também a poluição sonora e visual produzida pela parte profana da festa da padroeira de João Pessoa. “Pretendo propor uma representação da Arquidiocese, juntamente com escritórios e moradores das adjacências no sentido de pensar para redesenhar o tipo de festa”, revelou.
 
Segundo dom Aldo, são inúmeros os inconvenientes de se realizar o evento no modelo atual - com a instalação de parques, barracas de bebidas alcoólicas e shows – nas ruas estreitas do Centro Histórico da capital. "Não sou contra a festa, mas o modo como estão realizando isto”, disse. Ele propõe a transferência para uma área descampada da BR-230.
 
Sobre as declarações do arcebispo a respeito da mudança de local da festa, a assessoria de comunicação da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) informou que o órgão não recebeu uma notificação formal sobre a reclamação e adiantou que só se pronunciará após esse procedimento.
 
A respeito da poluição sonora, o chefe da Divisão de Fiscalização da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam), Waldir Diniz, informou que é realizado o monitoramento do limite de som durante os shows. “Na praça Dom Adauto a poluição sonora é por conta dos brinquedos.
 
Como é uma coisa temporária, nós fazemos a medição do volume de som somente durante os shows”, disse.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Empresas notificadas por poluição visual

Ação da Sedurb visa a coibir o excesso de propagandas, outdoors, banners e cartazes expostos de forma irregular em toda a cidade.





Rizemberg Felipe
Operação começou em outubro do ano passado e já emitiu 108 notificações
 
O projeto de despoluição visual das principais avenidas, ruas e praças de João Pessoa já emitiu 108 notificações desde o início da operação, em outubro do ano passado. 
 

O objetivo da ação, realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP),é coibir o excesso de propagandas, outdoors, banners, placas e cartazes expostos de forma irregular em toda a cidade. Só esta semana o órgão notificou 16 empresas com outdoors situados em terreno público.

De acordo com o diretor de serviços urbanos da Sedurb, Flávio Monteiro, o início dos trabalhos aconteceu com diálogo e notificação administrativa de empresas que possuíam as publicidades irregulares. Para tanto, o órgão deu prazos de 10 dias para a retirada das propagandas.

“Foram 108 notificações desde o início do projeto, essas envolvem todo tipo de publicidade. Até agora 92 outdoors foram retirados, o que implica em dizer que o diálogo com as empresas tem sido bastante positivo”, afirmou.

Apesar da retirada estar sendo efetuada pelas empresas responsáveis, após o vencimento do prazo a Sedurb também inicia os trabalhos de remoção das propagandas. Atualmente, os trabalhos estão voltados para a remoção de placas de canto de calçada, conforme explicou Monteiro.

“Essas placas são inúmeras e apenas duas empresas responsáveis, então foram duas notificações apenas. Como sentimos que os trabalhos estavam lentos, enviamos equipes para também efetuarem a retirada dessas placas”, informou. Até agora o órgão já removeu 60 placas desse tipo.

Além da retirada de outdoors e placas, o diretor de serviços urbanos informou que diariamente a Sedurb apreende faixas colocadas em locais impróprios. “Nós vamos fiscalizando tudo.

Dividimos a cidade em oito regiões, das quais quatro já foram alvo de fiscalizações. Estamos com ações contínuas e já é inúmera a quantidade de propagandas que tiramos da cidade”, disse.

Segundo Monteiro, no início da operação foi feito um trabalho de conscientização com a própria população, para coibir a colagem de propagandas em postes e pontos de ônibus. “A gente não tem nem um número exato de propagandas que já foram retiradas. A cidade está ficando, aos poucos, despoluída.

É um processo gradativo, mas nossa intenção é chegar a 100% dos bairros da capital”, acrescentou.

De acordo com o diretor de serviços urbanos da Sedurb, os trabalhos tiveram início nas vias de maior movimentação, pois são os locais alvo das empresas de publicidade, porém as ações serão voltadas para toda a cidade.

Essa semana, os trabalhos realizados pela Sedurb estão voltados para o Centro Histórico, onde o órgão está detectando propagandas que coíbam a visibilidade da fachada dos prédios ali localizados.

Segundo Flávio Monteiro, o Centro Histórico possui regras específicas no Código de Posturas Municipal com relação à instalação de publicidades. Esta semana, as fiscalizações estão acontecendo no intuito de orientar donos de lojas daquela localidade a retirarem propagandas que estejam impedindo a visibilidade no local.

De acordo com Flávio Monteiro, a intenção maior do projeto é diminuir a quantidade de informes presentes em toda a cidade.

A população também pode fiscalizar a presença de publicidades irregulares pela cidade através do número 3218-9155.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

População reclama de acúmulo de lixo nas ruas de Jacumã, na Paraíba

01/02/2014 16h54 - Atualizado em 01/02/2014 16h54 

Moradores denunciam que coleta tem sido precária no distrito do Conde.
Empresa garante que três caminhões recolhem o lixo diariamente no local.
 
Do G1 PB com TV Cabo Branco
 
 

Moradores da Praia de Jacumã, Distrito da Cidade do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, afirmam que a coleta de lixo no local está sendo feita de maneira precária. Eles explicam que os sacos de lixo estão se acumulando nas ruas, atraindo insetos e ratos para as residências. O Distrito de Jacumã é tido como um dos destinos mais procurados por turistas que visitam o litoral paraibano.

Segundo os moradores de Jacumã, a coleta de lixo só é feita regularmente na rua principal do distrito e nas ruas próximas à praia. O gerente operacional da empresa responsável pela coleta de resíduos do Conde, Aílton Nunes, garantiu que existem três caminhões que fazem o recolhimento do lixo diariamente em todas as áreas do distrito de Jacumã.
 
A dona de casa Maria Lúcia, em entrevista a TV Cabo Branco, ressaltou os problemas causados pelo acúmulo do lixo próximo às casas. “É muriçoca, mosca, rato, barata. Tudo de ruim que o pobre tem que enfrentar”, desabafou. Para evitar o problema relatado por Maria Lúcia, alguns moradores ateiam fogo no lixo que se acumula, provocando a poluição do ambiente.

De acordo com a ambientalista Christiane Rothvoss, a fumaça provocada pela queima do lixo é altamente prejudicial à saúde. “O ar está sendo poluído pela queima de plástico. O plástico é tóxico quando está sendo queimado. Esse cheirinho é altamente venenoso. É um pavor para população, especialmente para as crianças, respirarem essa fumaça”, comentou.

Canos estourados e desperdício de água
Além do problema da coleta de resíduos, os moradores do Distrito do Conde relatam que os canos que abastacem as casas em Jacumã são constantemente quebrados, devido a falta de calçamento. O contador Marcos Pereira garante que o problema é comum em qualquer época do ano.

"É um problema constante, tanto no inverno, quanto no verão. Como a geografia do local é acidentada, os canos ficam descobertos, não há um trabalho de manutenção, e os carros passam e quebram. Às vezes, a solução vem dos próprios moradores, que para não ficar desperdiçando tanta água fazem um arranjo para consertar", denuncia o contador e morador de Jacumã.


 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Morador reclama que lixo toma conta das ruas e prefeitura não faz coleta há vários dias

02.01.2014 - 14:41

Rua Gustavo Maciel Monteiro
Rua Gustavo Maciel Monteiro
Na tarde desta quinta-feira (2), os moradores do Loteamento Nova Imaculada procuraram a equipe de reportagem do Portal Bayeux em Foco para reclamar do descaso na limpeza pública de Bayeux.
 
Segundo informações do senhor José Ribeiro, funcionários da prefeitura fizeram o trabalho de capinação há alguns dias na rua Gustavo Maciel Monteiro nas proximidades da estação ferroviária, mas passados vários dias o mato, lixo e entulhos ainda se encontram no local, dificultando o tráfego de carros, motos, ciclistas e pedestres.
 
“Isso é uma vergonha para a prefeitura de Bayeux deixar um entulho passar mais de um mês para ser coletado” afirmou José Ribeiro.
 












Fonte: Igor Araújo / Bayeux em Foco
Imagens: Leandro Soares



Bayeux amanhece tomada de lixo no primeiro dia do ano

02.01.2014 - 17:55

Foto: Ariofox/ Bayeux em Foco
Foto: Ariofox/ Bayeux em Foco
Herdando muito lixo da administração do prefeito Jota Júnior, o novo governante bayeuxense Expedito Pereira (PSB) utilizou a limpeza urbana como principal alvo de sua gestão no início do ano passado e propagou o famigerado "mutirão da limpeza" atribuindo a culpa pelo caos ao ex-prefeito e se colocando como o grande "salvador".

Em 21 de janeiro de 2013,de acordo com o prefeito Expedito Pereira, a grande quantidade de resíduos acumulada nas ruas do município foi ocasionada devido à paralisação da coleta durante os três últimos meses da gestão anterior.

“Já tínhamos em mente que seria um grande trabalho, mas, sinceramente, não esperávamos essa grande quantidade de lixo e metralhas nas ruas. A ordem é que todo o lixo acumulado seja retirado e os agentes da prefeitura vêm promovendo uma força tarefa para solucionar esse problema o mais rápido possível”, afirmou o prefeito.

Porém, não foi o que aconteceu. O mutirão da limpeza não durou muito tempo nem resolveu o problema aparentando ser mais uma ação midiática e de pirotecnia do novo prefeito.

No primeiro dia de 2014 a cidade de Bayeux amanheceu tomada por lixo. A equipe do Portal Bayeux em Foco percorreu ontem e hoje (2) vários bairros da cidade e registrou o abandono do poder público. 

 






A prefeitura dividiu a cidade ao meio para facilitar a coleta de lixo atribuindo a tarefa ao suplentes de vereador Zé Baixinho (PPS), considerado primeiro ministro da gestão tamanho prestígio, e Inaldo Andrade (PR), que ficou com a parte baixa do município.

Uma das áreas mais caóticas é a região que fica sob a responsabilidade de Zé Baixinho que tem dedicado sua atenção aos pleitos dos vereadores da base governista enquanto os reclames do povo ficam em segundo plano. Morador do bairro Rio do Meio, onde foi bem votado, Zé não tem correspondido aos anseios dos moradores e tem deixado a comunidade no meio da lama e lixo. Os bairros Mário Andreazza, Jardim Aeroporto, Alto da Boa Vista passam por momentos difíceis devido à falta de zelo da Secretaria de Infraestrutura com a limpeza urbana.

Segundo boatos dos corredores da Câmara e prefeitura, Zé Baixinho só estaria preocupado em atender os pedidos de aliados políticos usando a prefeitura para "cooptar" futuros apoios e com isso prejudicando a população e o governo Expedito Pereira que tem assistido o desgaste de sua gestão quase que inerte.

"Olha o prefeito tem que tomar uma providência. Zé Baixinho tá acabando com o governo e Expedito não faz nada. O lixo tá invadindo as casas do povo na área dele", disse um auxiliar do prefeito que pediu reserva de sua identidade.






































































Bayeux em Foco

Fonte

 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Sedurb retira das ruas propaganda irregular

Infratores serão punidos com a retirada da propaganda e pagamento de multa.


  


Nos últimos 6 meses, mais de 600 faixas, cartazes, letreiros, placas e outdoors com propagandas irregularidades instaladas em áreas públicas foram apreendidas pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano de João Pessoa (Sedurb) e levados para o depósito municipal, localizado no bairro do Varadouro.
 
Apesar do volume, o coordenador de Fiscalização de Poluição Visual da Sedurb, Zabdiel Gomes, assegura que o trabalho, atualmente realizado por apenas 12 agentes, deve ser intensificado nos primeiros dias do novo ano com uma grande operação com o objetivo de notificar os pontos que mais concentram propaganda irregular em ruas, avenidas e áreas de domínio de rodovias.
 
“As apreensões acontecem apenas após a notificação das empresas e responsáveis pela propaganda, que têm o prazo de 72 horas para retirada. Quando isso não acontece, nossa equipe vai ao local, retira o equipamento, leva para o depósito da prefeitura e aciona a Justiça e o Ministério Público, por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Social. A infração gera multas que podem ultrapassar os R$ 12 mil, dependendo da área e reincidência.
 
Na primeira grande operação do ano iremos em busca dos outdoors que margeiam irregularmente as rodovias, as propagadas em ônibus, que embora privados dependem de concessão pública para seu funcionamento, bem como de toda propaganda que obstrua os passeios públicos”, afirmou Zabdiel Gomes.
 
Um dos locais onde a ação de notificação surtiu efeito este ano e foram retiradas as placas irregulares foi no bairro Valentina de Figueiredo, na zona sul da capital, mas precisamente no entorno do 5º Batalhão da Polícia Militar. Lá, os agentes da Sedurb realizaram a notificação e de forma educativa solicitaram a retirada, que foi prontamente atendida pelas empresas e pessoas físicas responsáveis pelas placas.
 
O representante da Sedurb informou ainda que é de conhecimento público a poluição visual hoje existente em João Pessoa e que grandes ações serão periodicamente realizadas para limpar a cidade. “Não há como precisar um bairro da cidade onde a panfletagem se destaque, no entanto, a poluição visual se intensifica consideravelmente nos principais corredores da cidade, tais como a Josefa Taveira, em Mangabeira, avenida Cruz das Armas, no entorno nas Três Lagoas, e na avenida Ranieri Mazzile, no Cristo Redentor.
 
Quanto à área que concentra propagandas irregulares nos trechos das rodovias federais que passam pela capital, Zabdiel Gomes informou que a prefeitura entrou em contato com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) para ajudar na identificação e fiscalização. “Ao longo desses últimos seis meses realizamos um levantamento e demos início às ações de fiscalização e notificação. No entanto, nesses últimos dias do ano estamos empenhados na fiscalização dos comerciantes ambulantes que vão trabalhar no Réveillon. Para suprir esse tempo em que não estaremos tão empenhados na fiscalização da propaganda irregular é que realizaremos uma mega operação já nas primeiras semanas de 2014”, assegurou o coordenador de Fiscalização da Sedurb.

sábado, 19 de outubro de 2013

MP quer lista de empresas legais de outdoor

Órgão solicitou à Sedurb,  a relação de todas as empresas que estão regularizadas para a veiculação de propaganda e publicidade por outdoors.
 


Kleide Teixeira
Para que os materiais de propaganda circulem na capital é necessário autorização da prefeitura
 
A poluição visual em João Pessoa, provocada por cartazes colados em postes e pontos de ônibus, placas, além dos outdoors, chamou a atenção do Ministério Público da Paraíba (MPPB) sobre a legalização das propagandas nas ruas da cidade. O órgão solicitou à Secretaria de Desenvolvimento Urbano da capital (Sedurb) a relação de todas as empresas que estão regularizadas para a veiculação de propaganda e publicidade por outdoors. O prazo estabelecido pelo MPPB será de 15 dias, a contar da última quarta-feira.
 

De acordo com o Código de Posturas do Município, contido na Lei Complementar nº 07/1995, para que os materiais de propaganda circulem na capital é necessário autorização da prefeitura e obediência aos critérios contidos no documento, com relação a cores, iluminação, tamanhos de letras. Se a propaganda infringir as regras, a empresa ou responsável pela distribuição do material irregular poderá ser penalizado com multas e recolhimento do material.
 
A Promotoria do Meio Ambiente e Patrimônio Social determinou ainda que Sedurb e Secretaria de Planejamento (Seplan) informem as medidas que estão sendo tomadas para solucionar o problema da publicidade irregular, notificações sobre alvará de funcionamento, quantidade e locais onde estão instalados os meios de publicidade. As secretarias deverão encaminhar um relatório técnico, inclusive com fotografias, que comprovem o cumprimento das regras determinadas pelo Código de Postura do Município.

O diretor de serviços urbanos da Sedurb, Flávio Monteiro, informou que a determinação do MPPB será atendida e as vistorias técnicas para identificar as irregularidades nos materiais de propaganda distribuídos pela cidade já foram iniciadas.
 
Segundo ele, as empresas que não estavam cumprindo o que manda o Código de Posturas foram notificadas e algumas tiveram o material irregular recolhido. “Estamos verificando tudo que pede o Código de Posturas do Município e verificando a procedência da empresa, para saber se ela tem licença para funcionamento e se está em dia com os tributos municipais”, explicou.
 
As empresas ou responsáveis por propagandas e material publicitário implantado em área pública que não estiver licenciado ou com irregularidades no recolhimento de tributos ou taxas podem ser punidos, conforme o Código de Posturas do Município.
 
O documento alerta ainda que os materiais com defeito ou mau estado de conservação, não atendam à intimação do órgão competente quanto à remoção do meio, colocar materiais de propaganda e publicidade em locais proibidos também são consideradas infrações. Além das multas, as empresas ou responsáveis podem estar sujeitos à suspensão da licença.
 
Esta semana, o JORNAL DA PARAÍBA flagrou a colagem de cartazes em postes recém-instalados na orla do Altiplano, em João Pessoa.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

MPPB quer estudo sobre impacto ambiental em shopping a ser construído

João Pessoa, 31/07/2013 - 15h59

Empresa LTL estaria construindo numa encosta extremamente íngreme localizada entre Bananeiras e Solânea


Maquete da parte externa do Shopping
A Promotoria de Justiça do Meio Ambiente do Ministério Público da Paraíba (MPPB), em Bananeiras (município paraibano localizado na Região do Brejo, a 120 quilômetros da capital, João Pessoa), recorreu ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) da decisão que indeferia um pedido de liminar contra a construção de um shopping às margens da rodovia PB-105, que liga as cidades de Bananeiras e Solânea.

O agravo de instrumento foi interposto pela promotora de Justiça Miriam Pereira Vasconcelos contra a decisão do juiz Antônio Gomes, da Comarca de Bananeiras. Ele havia indeferido o pedido de liminar na ação cautelar preparatória de ação civil pública ajuizada pela promotora, contra a empresa LTL Construções e Incorporações Ltda., a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e a prefeitura de Bananeiras.

De acordo com a ação civil pública, a empresa LTL estaria construindo um empreendimento imobiliário composto de um centro comercial (shopping) e um condomínio residencial vertical numa encosta extremamente íngreme localizada entre Bananeiras e Solânea sem a realização do estudo prévio de impacto ambiental, conforme determina a Lei Complementar 140, de 2011, e das Leis Federais 12.305/10, 12.651/12 e 6938/81.

Segundo a promotora Miriam Vasconcelos, ela instaurou procedimento preparatório após receber reclamação vinda da Ouvidoria do Ministério Público, no dia 17 de maio deste ano. “Nosso objetivo foi o de apurar as irregularidades apontadas na construção”, diz a promotora, ressaltando que, depois de notificado, a empresa encaminhou ao MPPB um relatório ambiental simplificado e a licença prévia concedida pela Sudema, além do alvará de construção emitido pela prefeitura de Bananeiras. “O problema é que sequer foi aferido pela Sudema se a área era ou não era de preservação permanente”, explica a promotora, expedindo, no dia 27 de maio, recomendação à Sudema para que realizasse vistoria no local, determinando o embargo da obra, até a emissão da licença de instalação.

A promotora também apontou uma condicionante da licença prévia, exigindo um estudo de impacto ambiental, com análise geomorfológica do solo; identificação de fontes; cursos e corpos d’água; identificação de espécies da fauna; identificação das espécies vegetais constantes na área; identificação, quantificação e composição dos resíduos que serão produzidos antes, durante e depois da edificação do empreendimento, bem como o plano de gestão desses resíduos; e a quantificação e composição dos resíduos sanitários com plano de gestão.

Na recomendação, a promotora ressaltou que o estudo de impacto ambiental, conforme a legislação, tem que ser feita por uma equipe multidisciplinar, composta pelo menos por geógrafo, geólogo, engenheiro florestal com especialização em Botânica, engenheiro civil, com especialização em Engenharia Sanitária e Ambiental, e biólogo.

Ao prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena, foi expedida uma recomendação para que a prefeitura exija o estudo de impacto de vizinhança a ser realizado por equipe particular, conforme é previsto na Lei 10.257/01, apontando os impactos positivos e negativos que resultarão pelo adensamento populacional informado no empreendimento Serra Shopping; a sobrecarga de equipamentos urbanos e comunitários; a geração de tráfego na área; demanda de transporte público; modificação da paisagem e impactos ao patrimônio natural no local da obra, bem como geração de resíduos líquidos e sólidos e sua destinação final; além do impacto à valorização imobiliária da área.

“Para a nossa surpresa, a Sudema expediu a licença de instalação pelo prazo de 1.080 dias, no último dia 20 de julho”, afirma a promotira, informando que, mais uma vez recomendou à Sudema que suspendesse imediatamente a licença concedida à LTL Construções. “A Sudema tem que verificar se o local onde se pretende construir trata-se de área de preservação ambiental permanente, atentando para modificação de uma condicionante da licença prévia, exigindo o estudo de impacto ambiental”.

E completa a promotora: “Após o silêncio da Sudema, não nos restou nada mais além do ajuizamento da ação cautelar com pedido de liminar, sendo que o juiz monocrático de Bananeiras indeferiu, razão pela qual se interpôs o agravo de instrumento”.

Para a promotora Miriam Vasconcelos, o princípio da precaução que deve nortear o Direito Ambiental foi “contundentemente ferido” nesse caso. “O que se questiona na ação é exatamente a concessão de licença de instalação pela Sudema e alvará de construção pelo município de Bananeiras sem que tenha havido o estudo prévio de impacto ambiental, ou seja, sem as cautelas legais, omissão que o Ministério Público, em absoluto, não concorda”, aponta a promotora, acrescentando: “Então, seria racional e prudente que a construção da obra fosse suspensa até a realização de tal estudo, até porque, prevenir é sempre melhor do que tentar desfazer os nefastos efeitos da lesão ambiental”.

E a promotora faz um alerta: “Para saber se o Ministério Público tem razão basta se perguntar: se a obra em questão for suspensa até a realização do estudo prévio de impacto ambiental que dano terá o empreendedor? Agora, se a obra segue seu curso e após se verifica que a licença e o alvará estão eivados de vícios, como reparar o dano, se a barreira onde se constrói o condomínio e o shopping já se mostra quase completamente devastada com as obras em andamento?”.

MaisPB com Assessoria

domingo, 19 de agosto de 2012

Juiz indefere liminar que pedia reposição de placas do governo

Governo do Estado pedia reposição de placas com propaganda da administração estadual, retiradas pela PMJP, pedido foi indeferido.
 


O juiz Marcos Sales, da 1ª Vara da Fazenda Pública, indeferiu ontem liminar pedida pelo Governo do Estado, em Ação Cautelar, em que era solicitada a reposição das placas publicitárias da administração estadual que foram retiradas pela Prefeitura de João Pessoa por se encontrarem irregulares. As peças foram removidas das vias públicas na quarta-feira durante a 'Operação Visual Limpo'.

O Estado argumentava que a retirada das placas não poderia ter ocorrido sem que houvesse a devida notificação da administração. “Quem cabe zelar pela aparência e pelo patrimônio é o município. É o município que tem a prerrogativa da fiscalização”, disse o juiz Marcos Sales justificando a negativa da liminar. O próprio magistrado explicou que o governo pode entrar com um agravo contra a decisão a negativa de antecipação de tutela.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano do município, Inácio Machado, a remoção das placas está prevista no Artigo 188 do Código de Postura. “O que fizemos foi pautado na lei. O Governo do Estado não solicitou à prefeitura autorização para instalar placas publicitárias em logradouros públicos, como assim determina a legislação. Por isso, o material foi retirado”, informou.

Ainda de acordo com o secretário, a prefeitura tem autonomia para retirar qualquer placa irregular sem aviso prévio, mas a Sedurb divulgou a ação antes de executá-la. Inácio Machado garantiu inclusive que foi concedido um prazo para que os responsáveis regularizassem a situação.

A reportagem tentou ouvir o procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro, para saber se a administração estadual vai recorrer da decisão liminar ou esperar o julgamento da ação, mas até o fechamento desta edição as ligações não foram atendidas.


 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Justiça indefere medida contra PMJP e retirada de placas 'irregulares' prossegue

17/08/12 - 19:12 

Decisão é do juiz Marcos Sales, da 1ª Vara da Fazenda Pública

O juiz Marcos Sales, da 1ª Vara da Fazenda Pública, indeferiu a liminar solicitada pelo Governo do Estado em Ação Cautelar, solicitando a reposição das placas publicitárias da administração estadual, retiradas pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) por estarem supostamente irregulares.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano, Inácio Machado, a ação está prevista no Artigo 188 do Código de Posturas Municipal, de 17 de agosto de 1995 – no qual se ampara legalmente o Programa João Pessoa: Visual Limpo, lançado na última sexta-feira (10), com ações de conscientização e combate à poluição visual, conforme a Portaria nº. 33/2012, publicada no Semanário do Município. “O que fizemos foi pautado na lei. O Governo do Estado não solicitou à Prefeitura autorização para instalar placas publicitárias em logradouros públicos, como assim determina a legislação. Por isso, o material foi retirado”, ressaltou.

A PMJP tem autonomia para retirar qualquer placa irregular sem aviso prévio, mas a Sedurb divulgou a ação antes de executá-la, de forma transparente, e concedeu um prazo para que os responsáveis regularizassem a situação.

Sem danos – As placas retiradas pela PMJP estão em um galpão da Sedurb e não sofreram nenhum tipo de dano. Os proprietários podem retirá-las e, se quiserem manter a publicidade em locais públicos da cidade, devem providenciar a autorização na secretaria, com o pagamento de uma taxa específica. Apenas as placas dos governos federal e estadual são isentas de impostos, mas, mesmo assim, necessitam de autorização.

Da Redação (com Assessoria)
WSCOM Online

 Fonte

Agra manda derrubar placas do Governo de RC





Quem com ferro fere… Pois não é que a Prefeitura decidiu passar a foice nas placas do Governo do Estado, abundantes por toda a Capital? O próprio prefeito Luciano Agra confirmou a iniciativa que batizou de operação Visual Limpo, negando, porem, que fosse retaliação ao governador Ricardo Coutinho.

Toda a Paraíba recorda muito bem que, no início do Governo Maranhão III, o então prefeito RC mandou derrubar a golpes de serra elétrica todas as placas indicativas de obras. Ante a reclamação do então governador, o prefeito argumentou que não se tratava de perseguição, mas era apenas para limpar o visual da cidade.

Mesmíssimo argumento usado, agora, pelo prefeito Luciano Agra para deflagrar a operação. Se brincar, até a empresa que colocou as placas é a mesma do tempo de Maranhão. Ou seja, Ricardo ensinou a Agra o caminho das pedras, e Agra está usando, exatamente como um bom aluno aprende até às más lições do mestre.

E a cada dia, meu caro Paiakan, vai ficando mais claro como João Pessoa precisa realmente passar por uma operação limpeza, especialmente em relação a determinados costumes políticos, implantados por essas latitudes, de uns tempos para cá, sob o manto de uma falsa legalidade. Seria, digamos, uma limpeza republicana.

Do Blog com Hélder Moura


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Quem com ferro fere… Agra manda derrubar placas do Governo de RC

Publicado em 15/08/2012 às 11:36 h



Quem com ferro fere… Pois não é que a Prefeitura decidiu passar a foice nas placas do Governo do Estado, abundantes por toda a Capital? O próprio prefeito Luciano Agra confirmou a iniciativa que batizou de operação Visual Limpo, negando, porem, que fosse retaliação ao governador Ricardo Coutinho.

Toda a Paraíba recorda muito bem que, no início do Governo Maranhão III, o então prefeito RC mandou derrubar a golpes de serra elétrica todas as placas indicativas de obras. Ante a reclamação do então governador, o prefeito argumentou que não se tratava de perseguição, mas era apenas para limpar o visual da cidade.

Mesmíssimo argumento usado, agora, pelo prefeito Luciano Agra para deflagrar a operação. Se brincar, até a empresa que colocou as placas é a mesma do tempo de Maranhão. Ou seja, Ricardo ensinou a Agra o caminho das pedras, e Agra está usando, exatamente como um bom aluno aprende até às más lições do mestre.

E a cada dia, meu caro Paiakan, vai ficando mais claro como João Pessoa precisa realmente passar por uma operação limpeza, especialmente em relação a determinados costumes políticos, implantados por essas latitudes, de uns tempos para cá, sob o manto de uma falsa legalidade. Seria, digamos, uma limpeza republicana.