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terça-feira, 11 de abril de 2017

Mais de dois mil caranguejos-uçá são resgatadas na Paraíba em 2017, diz polícia

Polícia Ambiental realiza ações de proteção do período de reprodução e da captura irregular do crustáceo.

Por G1 PB
Polícia Ambiental apreendeu mais de dois mil caranguejos-uçá na Paraíba em 2017 (Foto: Comunicação Social/BPAmb)
  Polícia Ambiental apreendeu mais de dois mil caranguejos-uçá na Paraíba
em 2017 (Foto: Comunicação Social/BPAmb)

Mais de 2 mil unidades de caranguejo-uçá foram resgatadas pelo Batalhão de Polícia Ambiental neste ano, em cidades do Litoral da Paraíba. Os resgates são resultado de ações de proteção do período de reprodução e da captura irregular do crustáceo. Por isso, os policiais intensificaram as fiscalizações com o patrulhamento náutico e com as rondas nas feiras e outros locais que comercializam o animal.
Ao todo, foram 2.655 unidades resgatadas. No último fim de semana, foi realizada a maior apreensão de caranguejos já realizada na Paraíba, com o resgate de 1.500 unidades que tinham sido capturados com “redinha”, apetrecho de pesca proibido para a captura desse crustáceo em qualquer época do ano.

Os animais foram encontrados durante patrulhamento aquático do pelotão náutico do Batalhão Ambiental, na ilha Stuart, localizada às margens do Rio da Paraíba, em Cabedelo. O pescador fugiu e, no local, foram resgatados os animais, que em seguida foram soltos em mangues da ilha da Restinga, na mesma cidade.

O comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, major Cristóvão Lucas, disse que as fiscalizações serão intensificadas ainda mais. "É preciso que as pessoas tenham a consciência de que esse nosso trabalho de proteção ao caranguejo-uçá tem o objetivo de garantir a preservação da espécie, pois no período da andada, quando os animais ficam mais vulneráveis porque saem de suas tocas para acasalar e liberar suas larvas, muitos cidadãos insistem em continuar a captura, transporte e comercialização irregulares, práticas passivas de multas que começam com o valor de R$ 700 podendo chegar até R$ 100 mil, além de ser um crime ambiental porque contribui para o desequilíbrio ecológico dos manguezais”, destacou.

Proibições de captura
É proibida a captura no período defeso (de 6 a 11 e de 21 a 26 de janeiro; de 4 a 9 e de 19 a 24 de fevereiro; e de 6 a 11 e de 21 a 26 de março); quando é feita com o uso de “redinha”, independente de ser período defeso (de reprodução), já que maltrata o animal e captura indiscriminadamente, inclusive com filhotes e fêmeas; e quando a espécie tem menos de seis centímetros de carapaça, medida que vai de uma pinça a outra, pois de acordo com os parâmetros técnicos estabelecidos pelo Ibama, abaixo dessa dimensão se configura captura de filhote, o que também é proibido.

Fonte


 

terça-feira, 4 de abril de 2017

Prato tradicional da culinária nordestina vai sumir dos cardápios

03/04/2017 09h18 - Atualizado em 03/04/2017 09h18
 
É o guaiamum, parente dos caranguejos ameaçado de extinção e que terá a captura e comercialização proibidas a partir do próximo dia 30.
 
 
Um dos pratos mais tradicionais da culinária nordestina vai sumir dos cardápios dos restaurantes. É um tipo de caranguejo que está ameaçado de extinção.

Os guaiamuns são parentes dos caranguejos e chamam a atenção pela cor azulada.

No Nordeste eles fazem muito sucesso na culinária. O problema é que os guaiamuns estão ameaçados de extinção. Com a destruição dos manguezais e a captura sem controle, eles quase desapareceram da natureza.  Para complicar, a reprodução é muito lenta. Só acontece a partir dos 4 anos de vida e nunca em cativeiro.

É para evitar que eles sumam de vez que o Ministério do Meio Ambiente determinou a proibição da captura e comercialização a partir do dia 30 deste mês.

Fonte


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Polícia da PB apreende caranguejo e lagosta vendidos em tempo de defeso


26/01/2015 15h53 - Atualizado em 26/01/2015 15h54 

Ao todo foram 819 caranguejos-uçá e mais de 25 kg de lagosta.
Apreensão aconteceu em Cabedelo e João Pessoa.
 
Do G1 PB


Um total de 819 caranguejos-uçá e mais de 25 kg de lagosta foram apreendidos durante operações de fiscalização no fim de semana (24 e 25) no litoral da Paraíba. Segundo informações do Batalhão de Polícia Ambiental, as apreensões foram feitas porque as duas espécies estão no período de defeso.

No caso dos caranguejos-uçá, apreendidos na Praia do Jacaré, em Cabedelo, os catadores abandonaram os bichos e fugiram ao perceber a presença dos policiais. Os animais foram pegos vivos e foram devolvidos à natureza, na Ilha da Restinga, na mesma cidade.
 
Já as lagostas, das espécies ‘vermelha’ e ‘cabo verde’, foram apreendidas mortas e estavam com um pescador na Praia da Penha, em João Pessoa. Os animais estavam sendo vendidos em uma barraca de pescados e o proprietário foi multado. Elas foram doadas ao asilo Lar da Providência, em João Pessoa.

O chefe da seção de planejamento do Batalhão Ambiental, tenente Wellington Aragão, explicou o período de defeso foi dividido entre os dias 6 e 11 de janeiro, 21 e 26, 4 a 9 de fevereiro, 6 a 11 e 21 a 26 de março. Nesses dias fica proibida a captura, transporte, comercialização e industrialização dos caranguejos, disse. Em relação à lagosta, o período começou no dia 1º de dezembro e vai até 31 de maio.

A multa para quem não observa o período de pesca proibida é de R$ 700 a R$ 100 mil reais, com acréscimo de R$ 20 por quilo ou fração do produto da pescaria.


 

Mais de 800 caranguejos-uçá foram apreendidos durante o final de semana

 
 
Animais apreendidos estão no período de defeso e, como foram pegos vivos, foram devolvidos à Natureza, na Ilha da Restinga. 
 

Mais de 800 caranguejos-uçá foram apreendidos na Praia do Jacaré, em Cabedelo, neste final de semana. Os animais apreendidos estão no período de defeso e, como foram pegos vivos, foram devolvidos à Natureza, na Ilha da Restinga, no mesmo município. Durante a abordagem, os catadores perceberam a presença dos agentes do Batalhão de Polícia Ambiental, abandonaram os bichos e fugiram. Também foram apreendidos mais de 25 kg de lagosta

O chefe da seção de planejamento do Batalhão Ambiental, tenente Wellington Aragão, destacou que as ações têm o objetivo de proteger a reprodução da espécie, que começou este mês e vai até março. “O período foi dividido entre os dias 6 e 11 de janeiro, 21 e 26, 4 a 9 de fevereiro, 6 a 11 e 21 a 26 de março. Nesses dias fica proibida a captura, transporte, comercialização e industrialização”, disse.

O oficial explicou ainda que as ações do Batalhão são intensificadas para garantir a reprodução dos animais. “É um período que coincide com a época do fenômeno conhecido como ‘andada’, que é quando os machos e fêmeas da espécie saem das tocas e andam pelo manguezal, momento em que ocorre o acasalamento e liberação dos ovos”, detalhou.

Já as lagostas, das espécies ‘vermelha’ e ‘cabo verde’, foram apreendidas mortas com um pescador, na Praia da Penha, em João Pessoa. Os animais estavam sendo vendidos em uma barraca de pescados e o proprietário foi multado. Os animais foram doados para o asilo Lar da Providência, localizado na capital.

O período defeso da lagosta começou no dia 1º de dezembro e vai até 31 de maio. Até lá, o Batalhão Ambiental intensificará as fiscalizações em bares, peixarias, distribuidoras de pescados e empresas. Os estabelecimentos devem apresentar declaração de estoque dos crustáceos.

A multa para quem não observa o período de pesca proibida é de R$ 700 a R$ 100 mil reais, com acréscimo de R$ 20 por quilo ou fração do produto da pescaria.
 
 
 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Ibama apreende redes de pesca na PB e aplica R$ 110 mil em multas

28/02/2014 16h47 - Atualizado em 28/02/2014 16h47 

Agentes apreenderam 14 km de redes no Sertão em período proibido.
Foram encontrados ainda 41kg de pescado e 170 aves em cativeiro.
 
Do G1 PB

Açude de Coremas é o maior reservatório hídrico da Paraíba (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Açude de Coremas foi um dos fiscalizados
(Foto: Taiguara Rangel/G1)
Mais de 14,2 km de redes foram apreendidas durante um período ilegal para pesca, em açudes no Sertão paraibano, divulgou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) nesta sexta-feira (28). As fiscalizações durante o 'defeso da piracema' também apreenderam 41 kg de pescado, uma espingarda de mergulho, uma embarcação e um motor de rabeta. Ainda foram encontradas 170 aves em cativeiros ilegais. Foram aplicados mais de R$ 110 mil em multas.
 
O período de proteção objetiva manter a ocorrência de peixes nos açudes, lagos e cursos d´água da região. Foram realizadas buscas na área dos açudes de São Gonçalo, em Sousa, Engenheiro Ávidos, em São José de Piranhas, Lagoa do Arroz, em Cajazeiras, Estevam Marinho e Mãe d'Água, em Coremas, Engenheiro Arcoverde, em Condado, e Açude dos Cegos, em Catingueira.

Os pescados apreendidos foram doados a instituições filantrópicas nos respectivos municípios. As aves foram encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama na Paraíba. As redes de pesca foram destruídas pelos agentes ambientais federais.
Foram aplicados três autos de infração, somando R$ 2.380 reais em multas. Os agentes também aplicaram nove autos de infração por ilícitos contra a fauna, totalizando R$ 98 mil em multas aos infratores. Também foi flagrado e embargado um desmatamento ilegal de 12,3 hectares de caatinga, resultando em multa de R$ 13 mil ao responsável.

As equipes do Ibama realizaram patrulhamento nos açudes, retirando as redes de pesca encontradas, entre os dias 12 e 21 de fevereiro. O defeso da piracema na Paraíba é definido pelas Instruções Normativas 210/2008 e 3/2005, proibindo a pesca anualmente, de 1º de dezembro a 28 de fevereiro. A operação teve apoio do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs).

As espécies protegidas são Curimatã (Prochilodus spp.), Piau (Schizodon sp), Sardinha (Triportheus angulatus) e Branquinha (Curimatidae). Além da pesca, também são proibidos no período o transporte, industrialização, armazenamento e comercialização das espécies e de suas ovas.

As pessoas autuadas por cometerem crimes ambientais, além de receber as sanções administrativas de multa e de apreensão, entre outras aplicadas pelo Ibama e outros integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), ainda respondem criminalmente no judiciário.
 
Fonte
 
 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Defeso do caranguejo exige que estoques sejam declarados na PB


15/01/2014 14h23 - Atualizado em 15/01/2014 14h23 

Pessoas e empresas devem apresentar declaração ao Ibama.
Quem não declarar o estoque pode ser punido com multa.
 
Do G1 PB
 
 
As pessoas e empresas que atuam na captura, beneficiamento e comercialização do caranguejo-uçá têm até a quinta-feira (16) para fornecer ao Ibama a relação detalhada dos estoques de animais vivos, congelados, inteiros ou em partes. Segundo a superintendência do órgão na Paraíba, a obrigação acontece em função do período de defeso do caranguejo. Quem não apresentar a declaração e  for surpreendido pela fiscalização pode  pagar multas que variam de R$ 700 a R$ 100 mil.

Os formulários  de declaração estão sendo entregues na Superintendência do IBAMA na Paraíba, localizada na Avenida Dom Pedro II, 3284, bairro da Torre. Depois, devidamente preenchidos eles devem ser entregues no Setor de Protocolo do órgão.
 
De acordo com o Superintendente do Ibama na Paraíba, Bruno Dunda, "a declaração de estoque é um importante instrumento de auxílio ao defeso do caranguejo-uçá, tendo em vista que permite que a fiscalização ambiental comprove a origem dos animais que serão comercializados".

Ainda conforme o Ibama, por ser uma espécie bastante consumida na região Nordeste, o caranguejo-uçá vem sofrendo redução de seus estoques naturais. “A proibição da captura desse crustáceo durante a andada constitui-se um importante instrumento para garantir a sobrevivência e comercialização dessa espécie", ressaltou Bruno Dunda.

Segundo a Instrução Normativa nº 8/2013, de 2014, o defeso do caranguejo-uçá (que é o período de reprodução da espécie) acontecerá em quatro períodos:o primeiro acontece de 2 a 7 de janeiro e de 17 a 22 de janeiro; o segundo vai de 31 de janeiro a 5 de fevereiro e de 15 a 20 de fevereiro; o terceiro de 2 a 7 de março e de 17 a 22 de março; e o último de 31 de março a 5 de abril.

Em todos os períodos de defeso do caranguejo novas declarações de estoques deverão ser apresentadas ao Ibama.
 
 

domingo, 5 de janeiro de 2014

Polícia solta 400 caranguejos capturados ilegalmente na PB


04/01/2014 20h17 - Atualizado em 04/01/2014 20h17

Animais estão em período de reprodução e pesca é proibida.
Apreensão foi realizada nas cidades de Jacumã e Conde.
 
Do G1 PB
 
 
Caranguejos foram soltos no mangue do Cetas, em Cabedelo (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Caranguejos foram soltos no mangue do Cetas, em Cabedelo
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Cerca de 400 caranguejos foram devolvidos ao meio ambiente pela Polícia Militar Ambiental da Paraíba no final da tarde deste sábado (4), em Cabedelo. De acordo com o Tenente Aragão, os animais foram capturados em operação realizada entre as cidades de Jacumã e Conde, nas proximidades da PB 008.
Policiais mostram a diferença de tamanho entre um caranguejo adulto e um filhote (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Policiais mostram a diferença de tamanho
entre um caranguejo adulto e um filhote
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Ele explicou que o caranguejo está em período de reprodução nos três primeiros meses do ano e que a captura é estritamente proibida durante esse tempo, por isso a operação. “O caranguejo faz uma caminhada pela margem do mangue para se reproduzir, aí o cidadão se aproveita dessa desvantagem para capturá-lo, para fazer a pesca, para venda ou para se alimentar. Mas nesse período a pesca é completamente proibida”, afirma o tenente.
 
Dentre os caranguejos apreendidos, muitos ainda eram filhotes, que também tem a pesca proibida.  A Polícia Ambiental afirma realizar rondas e patrulhas para evitar a captura desses animais durante todo o período de reprodução. Eles foram soltos no mangue do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Cabedelo, na Grande João Pessoa.

Fonte

 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Ação do Ibama devolve mais de 3 mil caranguejos aos mangues da Paraíba

21/01/2013 18h02 - Atualizado em 21/01/2013 18h02 

Animais haviam sido capturados no período da proibição da captura.
Fiscalizações foram feitas em comércios, feiras e margens de rodovias.
 
Do G1 PB

Caranguejos foram devolvidos para o mangue (Foto: Divulgação/Ibama)
Ao todo, 3.540 caranguejos foram devolvidos para
o mangue (Foto: Divulgação/Ibama)
Após operações de proteção ao período reprodutivo do caranguejo-uçá, 3.540 caranguejos foram soltos nos mangues após serem coletados ilegalmente no período da proibição da captura, entre os dias 12 e 17 de janeiro, que garante que os animais possam se reproduzir e manter as populações da espécie. A ação foi feita pelo Ibama, o Batalhão Ambiental da Polícia Militar da Paraíba e a Polícia Rodoviária Federal.

As fiscalizações foram feitas em locais de comércio de caranguejos, feiras livres e margens de rodovias litorâneas e próximas de manguezais nos municípios de João Pessoa, Bayeux, Santa Rita e Conde, e também incursões nos mangues, tanto na Região Metropolitana de João Pessoa, como no Litoral Sul do estado. Foi feito ainda uma barreira na BR-101, para coibir o transporte do caranguejo, e fiscalização no Litoral Norte paraibano.
 
No comércio, foram encontradas pouquíssimas irregularidades. Centenas de comerciantes de caranguejo procuraram o Ibama na véspera deste primeiro período de andada para declarar os estoques, conforme determina a lei, que define o período de proteção à reprodução do caranguejo-uçá. A declaração de estoque é necessária para que os caranguejos capturados antes do início da andada possam ser comercializados.
 
A proteção à andada do caranguejo-uçá é essencial para a manutenção do equilíbrio ecológico nos mangues, que funcionam como berçários da vida marinha e constituem Área de Preservação Permanente. Durante os períodos de andada, que ocorrem nos dias de marés mais extremas, durante a lua nova e a lua cheia, os caranguejos-uçá abandonam suas tocas e andam pelo mangue para acasalar e liberar as larvas, ficando muito vulneráveis à captura predatória.

Os próximos períodos de proibição da captura do caranguejo-uçá são:
-de 28 de janeiro a 02 de fevereiro;
-de 11 a 16 de fevereiro;
-de 26 de fevereiro a 03 de março;
-de 12 a 17 de março;
-de 28 de março a 02 de abril.

Quem captura, comercializa, transporta ou beneficia caranguejo-uçá durante os períodos de andada é sujeito a pena de um a três anos de detenção e multa que pode variar de R$ 700 a R$ 100 mil, acrescido de R$ 20 por quilo do crustáceo. As pessoas que estiverem transportando caranguejo-uçá durante os períodos da proibição podem ter os seus veículos apreendidos.


 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Criança morre afogada quando catava caranguejos em João Pessoa


15/01/2013 15h48 - Atualizado em 15/01/2013 15h48

Bombeiros e Samu fizeram os primeiros socorros mas menino não resistiu.
Garoto foi levado por correnteza e acabou se afogando no mangue.
 
Do G1 PB

Bombeiros retirou a criança do mangue (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Bombeiros retiraram a criança do mangue
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
No início da tarde desta terça-feira (15), uma criança de 8 anos morreu afogada em um mangue no Porto do Capim, no Bairro do Varadouro, em João Pessoa. A criança estava catando caranguejo na região e foi levada por uma correnteza.

O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Médico de Urgência encontraram o corpo da criança, fizeram o atendimento de primeiros socorros no local, mas quando estavam levando a vítima para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa ela morreu.

O Samu confirmou a morte da criança ainda na ambulância e que ela não chegou sequer a ser internada no Trauma.


 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Período de defeso da lagosta tem início no litoral da Paraíba

05/12/2012 10h23 - Atualizado em 05/12/2012 10h23 

Quem desrespeitar, pode pagar multa que varia de R$ 700 a R$ 100 mil.
Proibição para a captura da lagosta vai até 31 de maio, segundo Ibama.
 
Do G1 PB
  
Desde sábado (1) entrou em vigor em todo o litoral brasileiro o período de defeso das lagostas vermelha e cabo verde. De acordo com a assessoria de comunicação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) na Paraíba, equipes do órgão já estão em campo para cumprir a legislação. A proibição termina em 31 de maio.
 
O superintendente do Ibama no estado, Bruno Eloy Faro Dunda, disse que quem desrespeitar o período de defeso pagará multa que varia de R$ 700 a R$ 100 mil e acréscimo de R$ 20 por quilo ou fração do produto da pescaria. As mesmas penalidades podem ser aplicadas a quem deixar de apresentar declaração de estoque até sexta-feira (7).

Os pescadores profissionais obrigados ao cumprimento do defeso e  cadastrados no Ministério da Pesca e Aquicultura têm direito a receber seguro-desemprego no valor de um salário mínimo por mês.

Segundo o Ibama, os demais pescadores também deverão observar a legislação ambiental e o cumprimento do defeso da lagosta, cujo objetivo é preservar os estoques pesqueiros. A assessoria do órgão ressalta que o respeito ao período de proibição da pesca é essencial para que as lagostas possam se reproduzir, mantendo sua população, que representa um importante recurso natural e econômico na região nordeste.

O Ibama também apela aos consumidores, para que adquiram ou consumam o crustáceo somente em estabelecimentos que fizeram a declaração de estoque, exigindo a emissão de nota fiscal, procedimento que auxilia o órgão ambiental a controlar os estoques declarados.


 

segunda-feira, 12 de março de 2012

Ibama doa caranguejos apreendidos para casa de repouso na Paraíba

12/03/2012 16h31 - Atualizado em 12/03/2012 16h31

Durante andada, ficam proibidos captura e comercialização do crustáceo.
Animais congelados foram apreendidos em fiscalizações na Paraíba.

Do G1 PB
 
Ibama doa caranguejos apreendidos para casa de repouso na Paraíba (Foto: Divulgação/Ibama)
Ibama doa caranguejos apreendidos para casa de
repouso na Paraíba (Foto: Divulgação/Ibama)
Doação de 49 kg de caranguejo-uçá foi feita por agentes ambientais federais do Ibama na Paraíba, no último sábado (10). Os agentes que trabalham na fiscalização do penúltimo período de andada do animal, que é o período de reprodução da espécie, doaram à Vila Vicentina Júlia Freire 13,2 kg de carne de caranguejo congelada e 25,8 kg de caranguejo pré-cozido congelado, que foram apreendidos no comércio no município de Cabedelo e na orla de João Pessoa.
 
A falta de declaração de estoque em Cabedelo, foi o motivo das apreensões. Já na capital paraibana, a situação flagrada foi a de comercialização de fêmeas do caranguejo-uçá, que é proibida no período que vai de 1º dezembro até o fim de maio. A fiscalização continua ocorrendo em todos os estabelecimentos que comercializam caranguejos.

Durante os períodos de andada, ficam proibidos a captura, transporte, beneficiamento e comercialização do crustáceo, devido à medidas de proteção dos momentos reprodutivos do animal. Para que ocorra a manutenção das populações da espécie nos mangues do estado e para a fonte de renda e alimento das milhares de pessoas que sobrevivem da pesca do caranguejo, é essencial que se respeite esses períodos.

Além disso, a proibição da pesca de exemplares com menos de seis centímetros de largura da carapaça, e a proibição do uso de redinha para a captura, são medidas contínuas de proteção da espécie.

Pessoas físicas ou jurídicas que estão envolvidos e trabalham na cadeia produtiva do caranguejo, que tenham o animal ou partes armazenadas antes da andada, devem protocolar declarações de estoque na Superintendência do Ibama na véspera do período da andada. O último período de andada do caranguejo-uçá em 2012 vai do dia 23 ao dia 28 de março.
 
 
 

terça-feira, 6 de março de 2012

Ibama apreende caranguejos comercializados irregularmente na Paraíba

Publicado em 01.03.2012, às 14h34

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Animais apreendidos foram devolvidos ao habitat natural.
Foto: Ibama/ Divulgação

Vanessa Silva
Do NE10/ Paraíba
 

A operação de combate ao comércio ilegal de caranguejos deflagrada pelo Ibama na Paraíba já soma mais de R$ 4,5 mil em multas aplicadas. O valor corresponde apenas ao período entre 22 e 27 de fevereiro, ou quando os ambientalistas consideram que ocorre a segunda andada da espécie Ucides cordatus, ou caranguejo-uçá.

Durante esses seis dias, foram inspecionados diversos pontos de comércio do crustáceo e cerca de 1020 animais foram apreendidos e devolvidos aos seus habitats naturais. Foram 350 da espécie caranguejo uçá e cerca de 670 da espécie guaiamum. Eles estavam com medidas inferiores às estabelecidas pela legilação (6 cm de largura da carapaça) ou eram fêmeas, cuja captura está proibida.

No mês de março - entre os dias 9 e 14, e do dia 23 ao dia 28 - ocorrem os dois últimos períodos da andada, quando ficam proibidos a coleta, armazenamento, beneficiamento, comercialização e transporte do caranguejo-uçá. As pessoas físicas ou jurídicas que possuírem caranguejos-uçá ou partes do animal estocados devem apresentar declaração do estoque ao Ibama nas vésperas dos períodos de proibição, para evitarem as penalidades previstas na legislação ambiental.

Apesar das multas, ninguém foi preso durante as fiscalizações. De acordo com o órgão, os comerciantes em situação irregular teriam abandonado os animais ao perceberem a chegada da fiscalização. Além dos caranguejos, também houve apreensão de 2,5 kg de lagostas sem declaração de estoque em um restaurante na orla de João Pessoa. O defeso da lagosta segue até o dia 31 de maio.

Nos quatro períodos de andada já ocorridos este ano, os agentes ambientais federais do Ibama na Paraíba devolveram aos mangues do estado mais de cinco mil caranguejos, e detiveram 10 pessoas que catavam caranguejo durante o período da proibição da pesca.

Fonte



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Ibama apreende 10 mil metros de redes no defeso da piracema em açudes federais da PB


Em operação de fiscalização da piracema, realizada entre os dias 11 e 16 de fevereiro, nos Açudes Federais de Cajazeiras (Eng. Ávidos e Lagoa do Arroz), Patos (Jatobá I), Sousa-Pb (São Gonçalo) e complexo Curema/Mãe D'Água, no sertão da Paraíba, agentes ambientais federais do Ibama retiraram das águas dos reservatórios e incineraram 10 mil metros de redes de pesca (caçoeira), que não deveriam estar em uso durante o período de defeso da piracema, quando a pesca fica proibida.

O atual período da proibição da pesca começou no dia 01.12.2011 e vai até 28.02.2012. O respeito ao período do defeso da piracema é fundamental para que os peixes possam se reproduzir, mantendo a população das espécies da região, o que é essencial para o sustento dos pescadores e de suas famílias.

Durante o período em que a pesca fica proibida, os pescadores profissionais recebem, por intermédio do Ministério da Pesca e Aquicultura, o Seguro Defeso, que corresponde a um salário mínimo mensal, para garantir-lhes a renda durante a piracema, quando não podem pescar.

Para o coordenador da operação, o analista ambiental Jaime Pereira, "os pescadores que insistem em desrespeitar o defeso estão destruindo o próprio meio de sustento, pois com certeza, isso acarretará a diminuição da quantidade de pescado em suas redes num futuro próximo. Caso sejam flagrados, serão multados e terão que responder na justiça pelo crime ambiental, além de perderem o direito de receber o Seguro Defeso, no caso dos pescadores profissionais".

Durante a operação, também foram apreendidos pelos fiscais mais de 50 pássaros silvestres mantidos em cativeiros ilegalmente. Os animais foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama na Paraíba, onde recebem avaliação e cuidados veterinários, tendo em vista verificar a possibilidade do seu retorno à vida livre.

A Operação Piracema nos Açudes Federais da Paraíba faz parte do Planejamento Nacional Anual de Proteção Ambiental do Ibama (PNAPA).

  
 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Dez catadores de caranguejos são detidos no Litoral Sul da Paraíba

10/02/2012 18h33 - Atualizado em 10/02/2012 18h33

Mais de mil caranguejos já foram apreendidos neste defeso na Paraíba.
Catadores flagrados são multados e respondem por crime ambiental.

Do G1 PB
 
Dez catadores de caranguejos são detidos no Litoral Sul da Paraíba (Foto: Divulgação/Ibama)
Dez catadores de caranguejos são detidos no Litoral
Sul da Paraíba (Foto: Divulgação/Ibama)
Agentes ambientais detiveram dez catadores de caranguejo em flagrante no Litoral Sul paraibano. A ação, comandada pelo Ibama, ocorreu na tarde desta quinta-feira (9), com o objetivo de preservar o período reprodutivo do crustáceo, conhecido como “andada”, quando fica proibida sua captura, transporte, comercialização, beneficiamento e armazenamento. Os catadores, um deles menor de idade, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Caaporã, onde responderão pelo delito.
Segundo informações do Ibama, as pessoas flagradas com os animais durante o período da proibição são multadas, têm os caranguejos apreendidos e ainda devem responder a processo por crime ambiental na Justiça. No caso do flagrante realizado nesta quinta, os fiscais constataram que, além do desrespeito ao período da andada, os animais vem sendo capturados com a utilização de redinha - técnica predatória e de utilização proibida no estado há cerca de 15 anos.

Os períodos em que fica proibida a captura do caranguejo-uçá ocorrem entre os dias 8 e 13 e de 22 a 27 de fevereiro. No mês de março, o período de proteção à andada ocorre entre os dias 9 e 14 e também de 23 a 28. As andadas ocorrem em períodos diferentes a cada ano, uma vez que dependem de diversos fatores, como as fases da lua, com grande influência nas variações das marés.

Balanço das apreensões
Apenas nos primeiros dois dias da atual andada, mais de mil caranguejos apreendidos foram devolvidos aos mangues no litoral paraibano. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis ainda destacam que o respeito ao período da andada é essencial à reprodução dos animais, que são a fonte de sustento de muitas famílias da região litorânea.
 
Fonte
 
 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Ibama apreende 200 caranguejos prontos para serem vendidos na PB

11/01/2012 15h08 - Atualizado em 11/01/2012 15h08

Desde a terça-feira (10) está proibida a captura e a venda do animal.
Segundo Ibama, animais vão ser soltos ainda nesta quarta-feira (11) .

Do G1 PB

Ibama apreende caranguejos em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Caranguejos apreendidos vão ser soltos ainda
nesta quarta-feira (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Uma equipe do Ibama apreendeu, durante uma fiscalização, na manhã desta quarta-feira (11), no bairro do Varadouro em João Pessoa, 200 caranguejos que estavam sendo comercializados de forma irregular. De acordo com a superintendência do Ibama na Paraíba na terça-feira (10) teve início o período de defeso do caranguejo-uçá, espécie dos animais que foram apreendidos, e por isso a captura e a comercialização está proibida. Ainda segundo o órgão, o primeiro período de defeso vai até o dia 15 de janeiro.

Segundo o Ibama, os caranguejos foram pegos prontos para serem vendidos em um estabelecimento nas proximidades do terminal rodoviário. Ainda de acordo com o órgão, durante todo o período de defeso está sendo feito um trabalho de fiscalização intensificado para proteger os animais.

O Ibama disse que o homem que estava comercializando os caranguejos foi multado em R$ 1.600. E também que os caranguejos que foram apreendidos serão soltos em uma área de mangue ainda na tarde desta quarta-feira.

O objetivo do defeso é garantir a sobrevivência da espécie que nesta época do ano sai de suas tocas para se reproduzir e ficam mais vulneráveis à ação humana. Na época ficam proibidos a captura, a comercialização, o transporte, o armazenamento, a industrialização e o beneficiamento do crustáceo. A determinação vigora em todos os estados do Nordeste e no Pará. O segundo período do defeso acontece entre os dias 24 a 29 de janeiro.

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