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sábado, 11 de março de 2017

Arqueólogos escavam cemitério indígena em Pocinhos, na Paraíba

11/03/2017 16h57 - Atualizado em 11/03/2017 16h57
 
Sítio fica no Lajedo do Cruzeiro e faz parte de um estudo de doutorado.
Objetivo é entender um pouco mais sobre a vida dos índios Cariris.

Do G1 PB
 

Arqueólogos buscam achar vestígios ósseos que expliquem mais dos índios Cariris, em Pocinhos, na Paraíba (Foto: Thomas Bruno/Arquivo Pessoal)
Arqueólogos buscam achar vestígios ósseos que expliquem
mais dos índios Cariris, em Pocinhos, na Paraíba
(Foto: Thomas Bruno/Arquivo Pessoal)

Um sítio arqueológico na cidade de Pocinhos, no Agreste paraibano, teve escavações iniciadas por um grupo de pesquisadores. O local é conhecido como Lajedo do Cruzeiro e consiste em um cemitério dos índios Cariris. O o objetivo do trabalho é coletar materiais ósseos para uma tese de doutorado que será apresentada na Universidade de Coimbra, em Portugal.

O trabalho é desenvolvido pelo Laboratório de Arqueologia e Paleontologia da Universidade Estadual da Paraíba (Uepb) com o apoio da Sociedade Paraibana de Arqueologia e Museu de História Natural.

Outro resultado esperado após a escavação é compreender melhor como os índios Cariris viviam, se comportavam, seus hábitos alimentares e que tipos de doenças existiam naquela época.

Para um dos arqueólogos da expedição, o professor Juvandi Santos, explicou que o trabalho deve ir até segunda-feira, mas os primeiros resultados da escavação só devem ser conhecido nos meses seguintes. “Coletamos algumas coisas, os primeiros resultados devem sair em seis meses, pois levamos os materiais coletados para o laboratório” afirmou.

O professor destacou ainda que o trabalho desempenhado vai possibilitar um conhecimento mais profundo do povo paraibano. “Quando se faz um trabalho como esse nós estamos contando um pouco da história desse povo, dando a oportunidade de conhecer as nossas raízes” finalizou.

Judivan Santos revelou também que outros trabalhos de escavação devem ser realizados em outras cidades da Paraíba. Um dos locais escolhidos foi a cidade de Boqueirão, que também possui registros de povoados indígenas da tribo Cariri.


Fonte




quarta-feira, 23 de setembro de 2015

PRF encontra aves em ônibus e prende homem no Agreste da PB

23/09/2015 09h23 - Atualizado em 23/09/2015 15h29 

Aves estavam em gaiola e caixas no compartimento de bagagens.
Animais estavam sendo levados para Campina Grande




 
Do G1 PB



Filhotes de gangarra foram encontrados em uma gaiola e duas caixas (Foto: Divulgação/PRF)
Filhotes de gangarra foram encontrados em uma gaiola e duas caixas (Foto: Divulgação/PRF)

Um total de 44 filhotes de gangarra, uma espécie de pássaro, foram encontrados dentro de um compartimento de bagagens de um ônibus na manhã desta quarta-feira (23). A apreensão foi feita por policiais rodoviários federais em uma fiscalização no Posto Policial da Farinha, em Pocinhos, no Agreste da Paraíba. Um homem foi preso.
 
De acordo com a PRF, o ônibus seguia da cidade de Boa Vista para Campina Grande e foi parado em uma ação de rotina. Durante a revista, os patrulheiros encontraram uma gaiola e duas caixas onde estavam as aves. Pela identificação da bagagem, se chegou ao dono dos animais.
 
O homem foi detido e encaminhado para a Delegacia da Polícia Rodoviária Federal em Campina Grande. As aves foram recolhidas e serão entregues ao Batalhão da Polícia Ambiental ainda nesta quarta-feira.



domingo, 19 de janeiro de 2014

Municípios da PB ainda não regulamentaram Plano de Resíduos

18/01/2014 20h59 - Atualizado em 18/01/2014 21h41 

Lei Federal determina criação de Planos de Resíduos Sólidos.
Apenas 19 cidades já regulamentaram o plano, segundo o MP-PB.
 
Do G1 PB
 
 

Dados levantados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), mostram que 204 dos 223 municípios paraibanos continuam sem regulamentar seus Planos Municipais de Resíduos Sólidos.

O prazo para que todas as cidades fechem seus lixões e comecem a destinar o lixo para aterros sanitários acaba em agosto deste ano, mas apesar disso 91,4% dos gestores públicos ainda não têm os planos prontos.  As duas maiores cidades do Estado, João Pessoa e Campina Grande ainda não conseguiram regulamentar a lei, entre as cidades paraibanas que têm o plano estão Pocinhos, Soledade, Mari, Queimadas e Cuité.

Segundo informações do MPPB apenas 19 cidades do Estado já conseguiram regulamentar o plano através de lei municipal, outras 22 cidades estão elaborando o documento. A estimativa do Ministério Público é de que apenas 40 cidades consigam regulamentar os planos municipais até agosto deste ano.
 
"Hoje o plano de gestão de resíduos sólidos é uma exigência da Política Nacional de Resíduos Solídos, toda cidade hoje tem seu plano de gestão e isso Campina Grande está fazendo e com certeza entregaremos este plano pronto até o mês de maio. Nós convocamos todos os representantes de bairros, das sociedades de amigos de bairros, de associações e líderes comunitários para que a gente possa fazer um plano de gestão em consonância com as necessidades deles", informou Geraldo Nobre, secretário de Serviços Urbanos e Meio Ambiente da Prefeitura de Campina Grande. 

O prazo para extinção dos lixões foi estipulado pela lei federal 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos. A lei entrou em vigor em 2 de agosto de 2010 e fixou um prazo de dois anos, a partir de sua publicação, para que estados e municípios elaborem seus respectivos planos. A lei federal exige que as cidades adotem a coleta seletiva do lixo e façam reciclagem, além de autorizar a contratação de associações de catadores, sem licitação.

Fonte

 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Esgotos de 40 cidades chegam até Boqueirão

Ausência de sistema de tratamento de esgoto em 40 municípios da região próxima ao reservatório é preocupante.


Leonardo Silva
Esgotos são lançados nas bacias dos rios Paraíba e Taperoá que deságuam no açude de Boqueirão

O açude Epitácio Pessoa, localizado no município de Boqueirão, é responsável pelo abastecimento de Campina Grande e de 19 cidades da região, e a poluição é motivo de preocupação para mais de um milhão de pessoas que dependem da água do manancial.
 
Um dos aspectos mais preocupantes é a ausência de sistema de tratamento de esgoto em 40 municípios da região próxima ao reservatório, que fica no Cariri da Paraíba. Parte dos esgotos produzidos nessas cidades é lançada nas bacias hidrográficas dos rios Paraíba e Taperoá que deságuam no açude de Boqueirão. O alerta foi feito pelo pesquisador da Embrapa Algodão Ramiro Pinto, que constatou o problema durante a pesquisa para sua tese de doutorado em Recursos Naturais na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) concluída no ano passado.
 
Segundo o pesquisador, ao longo do curso do rio Paraíba são jogados esgotos de 17 municípios e no rio Taperoá esse número chega a 23. Ramiro destaca que o mais preocupante é o lançamento de chorume (mistura de água e resíduos da decomposição do lixo) nos rios e que pode levar à contaminação da água. “Além disso, os rios recebem materiais como baterias de celulares, lâmpadas e produtos eletrônicos, que são altamente poluidores”, afirmou.
 
Além da falta de aterros sanitários nos municípios, outro problema que contribui para o lançamento de lixo nos rios é a degradação da caatinga que já atinge 70% do território paraibano. “A degradação da vegetação contribui para que esse material vá para os rios com mais facilidade e chegue até o açude de Boqueirão”, ressaltou Ramiro.
 
O tratamento dos resíduos sólidos de forma adequada deverá se tornar realidade até agosto do próximo ano, quando se vence o prazo para que os municípios implantem os planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos.
 
CONSUMO
Construído na década de 50, o açude de Boqueirão vem sofrendo com constantes riscos de colapso. Na crise hídrica do período de 1997 a 1999 o açude abastecia apenas seis cidades (Campina Grande, Boqueirão, Queimadas, Pocinhos, Caturité, e Riacho de Santo Antônio) com aproximadamente 600 mil habitantes e hoje abastece mais cidades. “O habitante do semiárido necessita mudar seus hábitos e as cidades se adequarem ao fato de termos limitação de água para sobrevivência”, alertou Ramiro.


domingo, 18 de março de 2012

Urânio: Exploração da área é viável

Segundo levantamento a jazida de óxido de urânio em São José de Espinharas teria 12 toneladas de reserva,



Segundo levantamento feito pela Empresas Nucleares Brasileiras (Nuclan-Nuclebrás), na década de 1970, a jazida de óxido de urânio em São José de Espinharas teria 12 toneladas de reserva, mantendo a particularidade de conter um teor de 1.200 partes por milhão, considerado alto pelos pesquisadores que fizeram o estudo.

Na época, geólogos da extinta Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais, órgão do Governo do Estado, afirmaram que a jazida de São José do Espinharas seria estrategicamente viável de ser explorada.

A reserva era superior às descobertas em outros municípios paraibanos em que foram constatadas as presenças de urânio no solo, como na região de Pocinhos, no Compartimento da Borborema, Cajá-Caldas Brandão, no Agreste e a Barra de Santa Rosa, no Curimataú.