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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Chuvas causam alagamentos e água invade casas em Campina Grande

14/05/2014 10h56 - Atualizado em 14/05/2014 10h56 

Defesa Civil registrou 12 pontos de alagamento na cidade.
Aesa diz que já choveu cerca de 80% do esperado para o mês de maio.
 
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba
 
 

As chuvas registradas na terça-feira (13) causaram alagamentos e a água chegou a invadir residências em alguns bairros de Campina Grande. Segundo a Defesa Civil do município, na chuva de ontem foram registrados 12 pontos de alagamento na cidade, mas o órgão informou que nenhuma família precisou ser realocada de maneira urgente.

De acordo com os dados da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), entre a tarde da terça e a manhã desta quarta-feira (14), choveu 23,6 milímetros na cidade. O órgão aponta que desde o início do mês, já choveu cerca de 80% do esperado para o mês de maio e a previsão dos meteorologistas é de que pode voltar a chover nos próximos dias.
  
Segundo a dona de casa Edilza Alves Barros, moradora do bairro das Malvinas, a água invadiu as casas e parte da rua ficou interditada por conta do alagamento e da lama. Em entrevista à TV Paraíba, ela conta que o Corpo de Bombeiros foi chamado para resgatar as pessoas. “Estava tirando água da minha casa e ouvi a gritaria no quintal. Os bombeiros amarraram uma corda no poste e estavam tirando o pessoal com ela”, disse Edilza.

O eletricista Edmilson Alves Barros contou que o problema é recorrente e fez uma barreira na frente da casa para evitar maiores prejuízos. “Ano passado tive perda total. Perdi meus móveis, máquina de lavar. A geladeira conseguimos consertar, mas o resto foi perdido”, explicou.


 

Cidades do Cariri recebem o maior volume de chuvas na PB em maio

14/05/2014 09h30 - Atualizado em 14/05/2014 09h35 

Em Serra Branca já choveu três vezes o volume esperado para o mês.
Parari também teve destaque, mas Aesa diz que chuva é irregular na região.




 
Jocélio Oliveira  

Do G1 PB

As cidades de Serra Branca e Parari, ambas situadas na região do Cariri paraibano, foram as duas onde mais choveu nos primeiros 12 dias do mês de maio, segundo informações da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa). Ao todo foram registrados 127,7 milímetros de chuva em Parari e 126,3 mm em Serra Branca. Na região, a previsão para esta quarta-feira (14) é de nebulosidade variável com possibilidade de chuvas em áreas localizadas.
 
Segundo a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, a média para o mês de maio em Serra Branca é de 38,4 milímetros de chuva. O volume registrado até agora já é mais de três vezes superior à média. Contudo, Marle faz o alerta de que esse mês a chuva foi pontual na região e não implica numa mudança de perfil climático da cidade.
"O mês de maio é geralmente chuvoso no Cariri. No semi-árido paraibano como um todo é comum que haja pancadas de chuvas fortes e localizadas”, explicou Marle Bandeira. Mas, ainda de acordo com a meteorologista, as precipitações naquela região são irregulares. 
Uma demonstração desse comportamento irregular pode ser verificado com as chuvas do mês de maio. De acordo com as informações da Aesa, em Parari choveu quatro vezes nos doze primeiros dias do mês. Em apenas uma dessas chuvas caiu um volume de 89,8 milímetros no domingo (11). Já em Serra Branca, foram seis precipitações, sendo que a maior aconteceu também no dia 11, com um volume de 106,5 milímetros, que por si só ultrapassou em cerca de 64% a média mensal na cidade.

A agência ainda não tem dados sobre o comportamento das chuvas no município de Parari. Segundo Marle, para meteorologia "é preciso uma série histórica de 30 anos para que se possa estabelecer o perfil climatológico de uma região", disse. A meteorologista comentou ainda que esse quadro já havia sido previsto pela Aesa no mês de dezembro, durante um encontro nordestino de meteorologia.

Sem chuvas em Várzea
No outro extremo, as cidade de Várzea (0,0mm) e Sousa (1,5 mm), no sertão paraibano, foram as localidades que menos receberam água da chuva durante o mês de maio. Segundo a Aesa, a previsão é chuvas localizadas na região. As duas cidades estão na lista de municípios onde foi decretado estado de emergência por conta da estiagem.
Fonte

terça-feira, 13 de maio de 2014

Chuvas vão atingir Litoral, Brejo e Agreste da PB nas próximas 24 horas

13/05/2014 16h02 - Atualizado em 13/05/2014 17h00 

Intensidade das chuvas deve variar de moderada a forte, diz Aesa.
Temperaturas devem variar entre 20 ºC e 34 ºC em todo o estado.
 
Do G1 PB
 
 
Água se acumulou na Rua Walfredo Macedo Brandão, conhecida como Principal dos Bancários em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Água se acumulou na Rua Walfredo Macedo Brandão, conhecida como
Principal dos Bancários em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

As regiões do Litoral, Brejo e Agreste da Paraíba devem continuar sendo atingidas por chuvas que podem variar entre moderada e forte pelo menos nas próximas 24 horas. A previsão do setor de metereologia da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) foi divulgada na manhã desta terça-feira (13).
 
Para o Cariri, Curimataú, Sertão e Alto Sertão também há previsão de chuva, mas com menor intensidade, segundo a meteorologista Marle Bandeira. 
 
“A atuação e a proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) no Nordeste favorecem o aumento da nebulosidade em grande parte da Paraíba, principalmente no setor centro-leste. No decorrer do dia, o tempo deverá ficar instável e propício à ocorrência de chuvas tanto nas regiões do Litoral, Brejo e Agreste quanto em áreas das regiões localizadas do oeste do Estado”, relatou

Em todo o Estado, as temperaturas devem variar entre a mínima de 20 °C (no Brejo) e a máxima de 34 °C (no Sertão). No Litoral, as temperaturas devem variar entre 23 °C e 29 ºC.

 
Chuva também alagou Avenida João Machado, em Jaguaribe, na capital paraibana (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Chuva também alagou Avenida João Machado, em Jaguaribe,
na capital paraibana (Foto: Walter Paparazzo/G1)

 
Fonte
 
 
 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Intensidade dos raios UV chega a nível extremo na PB, segundo CPTEC


09/01/2014 18h25 - Atualizado em 09/01/2014 18h25 

Secretaria de Saúde alerta para cuidados durante a exposição ao sol.
Foram registrados raios UV de intensidade 10 na capital e em Campina.
 
Do G1 PB
 
O índice de radiação UV (ultravioleta) atingiu nível extremo na Paraíba, nesta quinta-feira (9), de acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC). De acordo com os dados CPTEC, às 10h30 desta quinta-feira, foram registrados índices de raios ultravioleta de intensidade 8 em Sumé, considerado muito alto, além de 10 em João Pessoa e Campina Grande, 11 em Patos e 12 em Cajazeiras e Pombal, níveis considerados extremos.
 
Até o próximo domingo (12), ainda segundo o CPTEC, o índice deve chegar a 12 em outras regiões. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta que os raios UV podem causar sérios danos à saúde. Entre os malefícios, estão o envelhecimento precoce, câncer de pele, problemas oculares e até mesmo alterações no sistema imunológico.

A dermatologista do Complexo Hospitalar Clementino Fraga, Luciana Trindade, alerta que a população deve tomar alguns cuidados para evitar os efeitos nocivos dos raios UV. “São cuidados que temos que ter diariamente, como evitar a exposição ao sol no horário das 9h às 15h, e, neste período de alta estação, até as 16h. Caso a pessoa tenha que se submeter a essa exposição, deve sempre usar protetor solar com fator igual ou maior que 30, principalmente crianças, gestantes, idosos e pessoas com a pele e olhos mais claros. Tudo isso sem abrir mão de uma hidratação permanente”, explicou.
 
 
Fonte
 
 
 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Aesa registra chuva em mais de 70 cidades da Paraíba


19/12/2013 13h48 - Atualizado em 19/12/2013 13h48 

Maiores índices pluviométricos foram em cidades do Sertão e Cariri.
Chuvas foram registradas nas últimas 24 horas e devem continuar.
 
Do G1 PB
  
A Agência Executiva de Gestão das Águas do estado da Paraíba (Aesa) consolidou, na manhã desta quinta-feira (19), os dados sobre os íncides das chuvas registradas nas últimas 24 horas em mais de 70 cidades do estado. Os maiores índices pluviométricos foram registrados nas regiões do Cariri e Sertão, com destaque para as cidades de Sousa (159,8 milímetros), São José de Caiana (152 mm), Santa Inês (127,1 mm), Boa Ventura (113, mm) e Diamante (112 mm). Na início da manhã desta quinta, a Aesa havia divulgado um índice parcial das chuvas desta quarta-feira (18).
 
De acordo Marle Bandeira, meteorologista do órgão, as chuvas são provocadas por vórtices ciclônicos que atuaram na maior parte da região Nordeste. “Esta condição meteorológica é normal para esta época do ano”, destacou Marle. De acordo com o boletim da análise de previsão meteorológica da Aesa, pode voltar a chover nestas cidades ainda hoje à tarde e pelo menos até as próximas 24 horas.
 
O presidente da Aesa, João Vicente Machado Sobrinho, explica que o órgão está otimista com relação à previsão de chuvas para o próximo semestre e que ainda nesta quinta deve analisar e divulgar o impacto deste fenômeno no volume de água dos reservatórios estaduais. “Iremos verificar os dados para saber quais açudes foram recarregados e esperar o anúncio dos meteorologistas”, comentou o presidente.  
Previsão
Durante esta quinta-feira (19), a Aesa está realizando a II Reunião de Análise e Previsão Climática para o setor norte da Região Nordeste. Meteorologistas de todo a região e um convidado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em São Paulo, estão na sede do órgão, em Campina Grande, com o objetivo de discutir a previsão de chuvas para o primeiro trimestre de 2014. Os dados devem ser divulgados na tarde de hoje, a partir das 17h (horário local), em uma entrevista coletiva que será realizada no auditório do Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG.)
 
Fonte
 
 

Chuvas isoladas são registradas em várias regiões da Paraíba, diz Aesa


19/12/2013 10h50 - Atualizado em 19/12/2013 10h50 

Maior índice foi registrado na cidade de Sousa, com 63 milímetros de água.
Chuvas devem continuar nas próximas 24 horas.
 
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba
 
 

A Agência Executiva de Gestão das Águas do estado da Paraíba (Aesa) registrou entre a noite desta quarta-feira (18) e a manhã desta quinta-feira (19), chuvas isoladas em várias regiões do estado. De acordo com os meteorologistas do órgão, os maiores índices foram registrados no Sertão e no Cariri paraibano. A Aesa registrou pricipitação significativa nas cidades de Sousa (63 milímetros), Monteiro (31,6 mm), Cabaceiras (21 mm) e Patos (16,6 mm).

Segundo Marle Bandeira, meteorologista da Aesa, as chuvas são decorrentes de um sistema meteorológico que está atuando na região e a previsão do órgão é de que continue a chover nas próximas 24 horas. “Não existe relação entre estas chuvas de dezembro com as do período chuvoso no Sertão e Cariri, chuvas isoladas são comuns de acontecer nesta época do ano e essa condição deve começar a reduzir no fim de semana”, explicou Marle.
 
A meteorologista explica que, apesar dos índices registrados, ainda é cedo para avaliar se estas chuvas irão impactar no volume de água dos reservatórios estaduais. No estado, dos 121 mananciais monitorados pela Aesa, 28 estão em situação crítica, com menos de 5% do volume total. Em Taperoá, o açude que abastece o município está com apenas 1% da capacidade.
 
Durante esta quinta-feira (19), a Aesa está realizando a II Reunião de Análise e Previsão Climática para o setor norte da Região Nordeste. Meteorologistas de todo a região e um convidado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em São Paulo, estão na sede do órgão, em Campina Grande, com o objetivo de discutir a previsão de chuvas para 2014.
 
Segundo Marle Bandeira, haverá uma reunião para a análise climática, bem como uma avaliação dos campos atmosféricos e oceânicos de grande escala e uma videoconferência com os centros de meteorologia do Brasil, com o intuito de analisar uma previsão para o país. Hoje à tarde, a partir das 17h (horário local), será realizada uma coletiva de imprensa para divulgar as previsões para o ano que vem.


 

sábado, 1 de junho de 2013

Temperatura pode atingir 15ºC na PB

Chegada do inverno não representa aumento de chuvas, mas no Brejo e no Agreste o período coincide, deixando temperaturas amenas. 


 


O inverno está se aproximando e com ele dias mais frios. Em algumas regiões da Paraíba, como Agreste, Brejo e Litoral, as temperaturas tendem a cair cada vez mais. Segundo a meteorologista da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), Marle Bandeira, o inverno começa às 2h40 do dia 21 de junho, mas em agosto, algumas cidades podem registrar temperaturas de 15 ºC.
 
A meteorologista explicou que as temperaturas são ainda mais amenas nas regiões do Brejo e Agreste, porque o período de inverno coincide com a estação chuvosa. “O mês mais chuvoso nessas regiões acontece em julho e a temperatura tende a cair ainda mais, podendo chegar a 15 ºC no mês de agosto em alguns municípios do Brejo, como Areia. Já em Campina Grande, a temperatura pode chegar a 16 ºC”, contou.
 
A especialista também afirmou que nas demais regiões do Estado, o período de chuvas está se encerrando. “É importante destacar que o inverno oficial não representa altos índices pluviométricos em todas as regiões da Paraíba. Muita gente ainda confunde inverno com chuva. No Alto Sertão, Sertão, Cariri e Curimataú acontece o inverso: as precipitações vão diminuindo gradualmente”, explicou.
 
Ela disse que as chuvas deste ano serão esparsas. De acordo com Marle, as temperaturas já começaram a cair. No Agreste, o registro é de máxima de 29 ºC e mínima de 19 ºC. “Isso é um alívio considerando que a cidade chegou a atingir até 34 ºC em dias mais quentes”, disse. Já no Brejo, a máxima é de 26 ºC e mínima de 16 ºC. No Litoral, as temperaturas variam entre 23 ºC e 30 ºC.

sábado, 18 de maio de 2013

Chuvas destroem feira livre, avenidas e provocam alagamentos em Rio Tinto

Publicado em 18/05/2013 00h00

De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), a previsão é de tempo instável e abrange também as regiões do Agreste e Brejo.


Por Felipe França

As fortes chuvas que caíram nas primeiras horas da tarde desta sexta-feira em Rio Tinto, litoral norte paraibano, provocaram transtornos aos transeuntes e feirantes da feira de frutas e verduras do mercado público da cidade.
 
 
De forma surpreendente, um grande volume de água que desceu da parte alta da cidade em direção ao centro provocou estragos nos calçamentos nas imediações do mercado, e muito entulho misturado com barro e água invadiu o setor de frutas e verduras do comercio central, levando parte das frutas e danificando bancos dos vendedores da ‘feira livre’.
Outro ponto da cidade que ficou alagado foi a Avenida Santa Elizabeth, próximo a antiga cogerência. Por mais de 1 hora o trecho ficou submersos e o transito ficou lento, dificultando a passagem de alguns veículos.

Foto: Internet
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Rural da Prefeitura de Rio Tinto mobilizou de imediato cerca de 20 homens, uma retroescavadeira, uma catrepilha e duas caçambas para a retirada dos entulhos e da areia trazidas pelas chuvas no entorno do mercado público.
Segundo Aesa, chuvas vão continuar
"As frutas tiveram que ser recolhidas na calçada"
A chuva que começou na manhã desta sexta-feira e atinge o litoral paraibano deve continuar até a noite.
De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), a previsão é de tempo instável e abrange também as regiões do Agreste e Brejo.
“Para as próximas horas, o tempo deve permanecer favorável à ocorrência de chuva de intensidade moderada a forte no setor leste do Estado. Nas demais regiões, a previsão é de nebulosidade variável”, explicou a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira.
Temperatura
Em todo o Estado, a expectativa é de que os termômetros variem entre a máxima de 36°C e mínima de 20°C graus. Para quem pretende programar atividades ao ar livre neste final de semana, a dica é ficar de olho no site da Aesa (www.aesa.pb.gov.br). Diariamente são divulgados dois boletins com a previsão meteorológica, sempre no começo da manhã e no final da tarde.
Mais fotos:
"Máquinas tiveram que tirar as areias da rua ao lado do mercado"

 
"Bancos foram arrastados e ficaram danificados"

 

"Trecho de acesso Centro às ruas do Porto e da Linha também ficou submerso"
Fonte: PBVale
  Fonte
 
 

Aesa prevê chuvas para o fim de semana no litoral paraibano

17/05/2013 16h51 - Atualizado em 17/05/2013 16h51 

Chuvas fortes continuam até a manhã do sábado (18).
Temperatura deve variar entre 20 °C e 36 °C.
 
Do G1 PB
 
 
Água atrapalhou o trânsito, invadiu calçadas e dificultou a vida de quem precisou passar pelo Centro de João Pessoa  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Água atrapalhou o trânsito, invadiu calçadas e dificultou a vida de 
quem precisou passar pelo Centro de João Pessoa
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

A chuva que atingiu o litoral paraibano na manhã desta sexta-feira (17) deve se estender até a manhã do sábado (18), de acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Segundo a meteorologista Carmem Becker, há uma grande formação de chuvas desde a Paraíba até Alagoas, principalmente no litoral. “A circulação de vento favorece a formação de nuvens na região”, comentou.
A previsão de tempo instável abrange também as regiões do Agreste e Brejo. De acordo com Carmem, no fim de semana de modo geral a previsão é de chuvas, mas com menos intensidade. No Sertão, Cariri e Curimataú devem ocorrer apenas chucas isoladas.

“Para as próximas horas, o tempo deve permanecer favorável à ocorrência de chuva de intensidade moderada a forte no setor leste do estado. Nas demais regiões, a previsão é de nebulosidade variável”, explicou a meteorologista Marle Bandeira.

Temperatura
Em toda a Paraíba, a expectativa é de que os termômetros variem entre a mínima de 20 °C e a máxima de 36 °C. Para quem pretende programar atividades ao ar livre neste final de semana, a dica é ficar de olho no site da Aesa. Diariamente são divulgados dois boletins com a previsão meteorológica: sempre no começo da manhã e no final da tarde.
 
Fonte
 
 

Chuva se concentra no litoral da PB e Cabedelo apresenta maior índice

17/05/2013 11h57 - Atualizado em 17/05/2013 11h57

João Pessoa, Alhandra e Baía da Traição também apresentam fortes chuvas.
Açudes do estado não apresentaram mudanças durante a semana.
 
Do G1 PB
  
As chuvas que vêm sendo registradas no litoral paraibano não mostram a realidade de todo o estado da Paraíba. Durante a semana do dia 11 até 17 de maio, Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa, foi a cidade com o maior índice pluviométrico registrado, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa).
 
A cidade portuária de Cabedelo apresentou o índice de 64ml. João Pessoa (63,3), Baía da Traição (49,1) e Alhandra (24,1), todas no litoral, foram outras cidades com muita chuva registrada durante a semana. Já Araruna, Agreste paraibano, foi a que obteve menor índice, com 0,4ml, entre as cidades que registraram chuva. Não houve registro de chuvas em 177 cidades neste período.
 
A Aesa informou também que os grandes açudes do estado não sofreram alteração durante a semana. São mais de 40 açudes com menos de 20% de sua capacidade total, e apenas dois cheios, com toda sua quantidade ativa.
 
Fonte
 
 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Chuva causa transtorno em João Pessoa nesta segunda-feira

18/02/2013 09h06 - Atualizado em 18/02/2013 12h21 

Ruas estão alagadas e trânsito está lento na capital. 
Defesa Civil de João Pessoa não recebeu registro de ocorrências.
 
Do G1 PB
 
 
Chuva causou transtorno na Avenida Pedro II em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Chuva causou transtorno na Avenida Pedro II em João Pessoa
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

As chuvas que começaram a atingir o Litoral paraibano nas primeiras horas desta segunda-feira (18) são consideradas de fracas a moderadas, pela Agência Executiva de Gestão das Águas. Mesmo assim, pelas ruas de João Pessoa, já é possível perceber alguns transtornos causados à população. Na Avenida Dom Pedro II, próximo ao Jardim Botânico Benjamin Maranhão, motoristas precisaram ter paciência com a lentidão no trânsito.

Por volta das 12h, a assessoria da Superintendência de Mobilidade Urbana (Semob) informou logo no início da manhã, registrou lentidão em toda a extensão da avenida Sérgio Guerra, no bairro Bancários, nos dois sentidos, até a rotatória na entrada de Mangabeira. O tráfego também ficou lento na avenida Ministro José Américo de Almeida (Beira Rio), próximo à rotatória do Altiplano, e na avenida Pedro II.
 
De acordo com o coordenador da Defesa Civil da capital, até as 8h não havia sido registrado nenhum chamado de emergência. Noé Estrela informou que 10.500 famílias vivem em áreas de risco em João Pessoa, distribuídas em 31 comunidades. “O problema mais evidente que constatamos são os riscos de inundação , já que muitas residências ficam em toda a extensão do Rio Jaguaribe e também a questão do deslizamento de  barreiras”, acrescentou.

Homem se arrisca na AV. Pedro II, em João Pessoa, tentando desobstruir um bueiro (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Homem se arrisca na AV. Pedro II, em João Pessoa, tentando desobstruir
um bueiro (Foto: Walter Paparazzo/G1)

 
Noé Estrela disse ainda que equipes da Defesa Civil vão visitar, ainda nesta segunda-feira, o bairro São José por apresentar riscos de inundação. “A situação do bairro São José é bastante complicada, pois grande parte das casas fica próximo a desembocadura de um rio. Além disso, muitas casas invadiram as margens do rio”, explicou.

Outras comunidades que foram citadas como as que merecem uma maior atenção da Defesa Civil municipal são a Saturnino de Brito, localizada no bairro de Jaguaribe, e Timbó, no bairro dos Bancários. O risco de deslizamento de barreiras nessas comunidades, ainda de acordo com Noé Estrela, é alto. “Pedimos à população que, em caso de necessidade, ligue para o telefone 0800-285 9020 ou para o Corpo de Bombeiros [193]. A Defesa Civil, além de dar todo o apoio necessário às famílias, vai orientá-las quando houver situações de risco”, afirmou.

Chuva alagou trecho da Avenida João Machado, no bairro Jaguaribe em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Chuva alagou trecho da Avenida João Machado, no
bairro Jaguaribe (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Chuvas constantes
Segundo a meteorologista da Aesa, Carmem Becker, o período chuvoso contempla todas as regiões do estado, sobretudo o Sertão e o Litoral. “Com relação ao Litoral da Paraíba, sabemos que o período chuvoso é no mês de abril. No entanto, devido a um fenômeno da convergência intertropical, que são formações de nuvens que circulam a Terra e que nesse período se aproxima de toda a região Nordeste, as chuvas vão ser cada vez mais constantes”, explicou.

Ainda de acordo com Carmem Becker, as chuvas tendem a ser de moderadas a fortes. “Evidentemente que teremos chuvas fracas, mas não podemos descartar o fato de que chuvas de moderadas a fortes podem ocorrer, sobretudo no Litoral paraibano”, alertou.

Orientações da PRF
A assessoria da Polícia  Rodoviária Federal na Paraíba informou que a situação está tranquila nas rodovias federais que cortam o estado apesar da chuva. No entanto, a PRF dá orientações para se evitar acidentes, que aumenta no período chuvoso. Aquaplanagem e batidas traseiras são os principais acidentes causados pela chuva.

Anderson Poddis, assessor da PRF, alertou que antes de pegar a estrada, os motoristas devem realizar vistorias nos pneus dos veículos. "O pneu em bom estado de conservação é fundamental para se evitar acidentes durante o período chuvoso. Com o asfalto molhado, caso o pneu do veículo não esteja em boas condições, aumenta consideravelmente o risco de acidentes", acrescentou.

Poddis pontuou que mesmo o veículo estando em boas condições, atenção no período chuvoso é fundamental. "A chuva restringe a visibilidade do motorista. Por isso, mesmo em situações em que a ultrapassagem é permitida, em dias de chuvas essa atitude deve ser evitada".

Outra atitude que deve ser tomada para se evitar acidentes é que os carros durante a chuva trafeguem com os faróis baixos. "O farol tem como principal função dar visibilidade ao veículo, o que em dias de chuva é essencial garantir essa visibilidade. Caso o motorista trafegue com os faróis apagados, isso é uma infração média, o que implica multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito", finalizou.


 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Aesa registra chuva em 78 cidades no Litoral, Agreste e Sertão da PB

18/02/2013 12h23 - Atualizado em 18/02/2013 12h25 

Maior precipitação aconteceu em Alhandra, no litoral sul, com 109,3mm.
Açude de Coremas, maior do estado, aumentou lâmina em 20 centímetros.
 
Do G1 PB
 
Defesa Civi disse que até as 8h não havia sido registrado nenhum chamado de emergência em João Pessoa por conta da chuva (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Trecho da Av. Pedro II ficou alagado nesta segunda
na capital (Foto: Walter Paparazzo/G1)
As chuvas que atingiram a Paraíba durante o domingo (17) nesta segunda-feira (18) chegaram a 78 municípios no Litoral, Agreste e Sertão do estado. De acordo com registro pluviométrico da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), a maior precipitação aconteceu em Alhandra, no Litoral Sul, que recebeu 109,3 milímetros de chuva. A Paraíba tem 223 municípios.
 
A região mais atingida foi o Sertão paraibano, onde 23 municípios registraram chuvas. De acordo com o gerente de bacias e açudes da Aesa, Lucílio Vieira, em relação ao aumento nos volumes dos recursos hídricos dos 121 reservatórios do estado, a alteração mais significativa foi registrada em Coremas, maior manancial da Paraíba. O açude de Coremas voltou a atingir 40,8% de sua capacidade.
 
"O mais atingido no estado foi o açude de Coremas, no Sertão. O manancial aumentou 20 centímetros de sua lâmina de água", afirmou Lucílio Vieira. Segundo a Aesa, 27 reservatórios continuam sob observação, abaixo de 20% de sua capacidade, e 11 açudes estão em situação crítica com volume abaixo de 5% do total.

Vários estragos também foram registrados com a força das águas e a ação dos ventos. Em Catolé do Rocha, no Sertão paraibano, uma residência desabou. Na capital João Pessoa e no Município de Sousa, no Sertão, várias ruas ficaram alagadas, provocando caos no trânsito e outros transtornos.

A segunda e terceira maiores precipitações foram registradas no Agreste paraibano, no Município de Arara, com 65,6 milímetros de água, e em São Sebastião de Lagoa de Roça, que recebeu 54,3 milímetros de chuva.


 

Aesa prevê continuidade das chuvas nas próximas 24 horas

18/02/2013 - 19:56 - Atualizado em 18/02/2013 - 19:58 

Na capital paraibana, foram registrados 24,5 mm em apenas quatro horas

Nesta terça-feira (19), a previsão é de variação de nuvens e possibilidade de pancadas de chuva nas regiões da Paraíba. Isto se deve ao deslocamento de nebulosidade proveniente da Zona de Convergência Intertropical. O Município de Alhandra, localizado a 48 quilômetros de João Pessoa, foi a cidade onde mais choveu nas últimas 24 horas. De acordo com as estações meteorológicas da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), o índice pluviométrico registrado foi 109,3 mm.

Na capital paraibana, foram registrados 24,5 mm em apenas quatro horas. “Este foi resultado do monitoramento entre as 6h e 10h desta manhã, que foi um período mais intenso. Mas os números estão dentro da normalidade. Até o momento não há motivo para preocupação”, explicou a meteorologista Carmem Becker.

Durante o final de semana, o líder no ranking das chuvas foi o município Riacho  dos Cavalos, com 105 mm de chuvas. Catolé do Rocha também esteve entre as cidades mais chuvosas, contabilizando 78,5 mm do sábado para o domingo.

“As condições meteorológicas continuam favoráveis à ocorrência de chuvas em virtude do deslocamento de nebulosidade proveniente da Zona de Convergência Intertropical. Poderão ser registradas chuvas de intensidade moderada a forte tanto no semiárido paraibano quanto em áreas do Agreste, Brejo e Litoral no decorrer das próximas 24 horas”, concluiu a meteorologista.

Da Redação (com Assessoria)

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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Chuvas devem ficar abaixo do esperado

Previsão climática para os meses de fevereiro, março e abril foram divulgados nesta segunda-feira (28) pelo Inmet.

 

O Instituto Nacional de Meterologia (Inmet) divulgou ontem a previsão climática para os meses de fevereiro, março e abril deste ano para todo país. Segundo o instituto, a tendência é de chuvas escassas e irregulares até o final do mês de fevereiro na Paraíba. Para os meses de março e abril, há maior probabilidade de chuvas, contudo, o prognóstico é que o volume de chuvas deve variar entre normal e abaixo do esperado.

De acordo com o Inmet, na faixa leste do Nordeste, que compreende o litoral, o volume de chuvas deve variar entre 200 e 700 milímetros. Nesta área, a média da temperatura máxima para o trimestre é de 26º a 32º C, e a mínima é de 18 ºC a 24 ºC, sendo que os menores valores (18 ºC) ocorrem na região central da Paraíba.

De acordo com a meterelogista da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), Marle Bandeira, a previsão do Inmet é semelhante à feita pela agência. “Com as atuais condições oceânicas e atmosféricas, neste trimestre, a tendência é de que deverão ocorrer chuvas irregulares com padrões dentro da normalidade, especialmente o Sertão, Cariri e Curimataú, na Paraíba”, destacou.

Acrescentando que “isto significa que algumas localidades poderão receber uma quantidade de chuvas menores do que outras, sendo fundamental o monitoramento contínuo das condições atmosféricas sobre a Região e das condições oceânicas".

Ela explicou ainda que não deverá haver o prologamento, em 2013, da estiagem ocorrida ano passado. “A evolução atual dos campos atmosféricos e oceânicos apresentam uma tendência favorável a melhoria da qualidade do período chuvoso a partir do final de fevereiro e início do mês de março”, concluiu.


 

domingo, 27 de janeiro de 2013

Cacimba de Areia e Desterro lideram ranking das chuvas na Paraíba, diz Aesa

26/01/2013 - 14:49

Cidades registraram precipitações acima da média para o mês de janeiro 


O município de Cacimba de Areia, no sertão paraibano, registrou o maior índice pluviométrico do Estado este ano. A cidade, que fica localizada a 300 quilômetros de João Pessoa, recebeu 179.4 milímetros e lidera o ranking das chuvas contabilizado pela Agencia Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa).

De acordo com o setor de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, também foram registradas chuvas significativas em Desterro (149,9 mm), Livramento (140,4 mm), Lastro (125 mm), Coremas (104,8 mm) e São Francisco (102,4 mm). “Os números estão um pouco acima da normalidade, uma vez que algumas cidades já ultrapassaram a média histórica para o mês de janeiro, que é de 100 mm”, observou a meteorologista Carmem Becker.

Apesar dos altos índices pluviométricos registrados nas duas últimas semanas, a expectativa dos meteorologistas do Governo do Estado é de que haja uma diminuição das precipitações nos próximos três dias. “Daqui até o inicio da próxima semana não deveremos ter grandes chuvas no Sertão. No Litoral, Brejo e Agreste podem ocorrer chuvas esparsas. Lembrando que o período mais chuvoso destas três últimas regiões só começa em abril”, ressaltou Becker.

Diariamente, a Aesa disponibiliza na internet a previsão do tempo para todas as regiões do Estado, sendo possível, inclusive, acompanhar as mudanças climáticas de algumas cidades em tempo real. As informações estão disponíveis no site www.aesa.pb.gov.br.

Da Redação com Assessoria
WSCOM Online


 

sábado, 19 de janeiro de 2013

Vórtice Ciclônico continuará provocando chuvas no sertão da Paraíba no final de Janeiro

19 de janeiro de 2013, 20:51

 
De acordo com prognósticos realizados pelo fisico e meteorologista Rodrigo Cézar Limeira, chuvas isoladas deverão continuar atingindo o sertão e alto-sertão da Paraíba nos próximos dias, pois um novo Vórtice Ciclônico de Altos Níveis, que está atuando sobre o nordeste na altura da costa da Bahia deve contribuir para provocar chuvas no interior do estado. O fenômeno é comum esta época do ano, e está recebendo umidade de uma ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul), que é um canal de umidade que se estende da Amazonia até o interior da Bahia.

Dessa forma, deve ocorrer elevação da umidade do ar e chuvas isoladas entre os dias 21 e 25 de Janeiro, de acordo com as estimativas realizadas por Rodrigo Cézar Limeira.


CENÁRIO ATUAL DO OCEANO ATLÂNTICO SUL NA COSTA DO NORDESTE

O fisico Rodrigo Cézar Limeira disse que entre os dias 08 e 19 de Janeiro o cenário para a estação chuvosa do setor norte do nordeste melhorou um pouco, mas que a situação continua preocupante principalemente pelo fato do Oceano Atlântico Sul está aquecendo um pouco na costa da Paraíba, Pernambuco e R. Grande do Norte, antes de esquentar na costa do Pará e Amapá, ou seja, o correto é o aquecimento ocorrer de norte para sul no Atlântico, e está ocorrendo o contrário.

Rodrigo disse que o aquecimento é leve (entre 0,5 °C e 1 °C), e mostra a bagunça em que se encontra o Oceano Atlântico Sul neste momento. Rodrigo também afirmou que este aquecimento surgiu de repente, entre os dias 16 e 17 deste mês, e representa muito pouco em termos de melhora para as chuvas deste ano na região.

Rodrigo também informou que mantém a previsão que já fez para a estação chuvosa deste ano no semiárido da Paraíba, a qual foi divulgada no início deste mês.

  • Chuvas no cariri, sertão e alto-sertão do estado deverão oscilar entre 50% e 70% abaixo da média. Em Patos por exemplo chove em média 600 mm de Fevereiro a Maio, este ano deve chover entre 180 mm e 300 mm;
  • O semiárido do estado em 2013 não terá estação chuvosa, ou seja, terá apenas chuvadas principalmente em janeiro e fevereiro;
  • A prática da agricultura em 2013 está descartada para o semiárido do estado devido a irregularidade e ausência de chuvas na região;
  • 2013 também será ano muito ruim para armazenamento de água nos reservatórios, caso as chuvas não caíam num curto espaço de tempo;
  • 2013 também será ano ruim para pastagens dévido também em alguns momentos a ausência de chuvas.

Rodrigo Cézar Limeira é formado em Física e em Meteorologia e tem Mestrado em Meteorologia. Atualmente é o físico responsável pelo Espaço Energia (museu de eletricidade da Energisa na cidade de Sousa – PB).


 

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Sertanejos buscam alternativas para fugir do sol forte e calor

Quem mora no Sertão da Paraíba tem que procurar alternativas para tentar fugir do sol forte e calor intenso nesta época do ano.




Quem mora no Sertão da Paraíba tem que procurar alternativas para tentar fugir do sol forte e calor intenso nesta época do ano. Enfrentando uma média de temperatura de 39 ºC, os sertanejos buscam meios para aliviar a sensação de calor que, segundo os meteorologistas, vai além da temperatura registrada nos termômetros, devido a pequena quantidade de árvores, o asfaltamento de ruas e muitas construções que restringem o espaço de áreas frias nas cidades.
É justamente no mês de dezembro, quando as temperaturas sobem mais, que, para aliviar a sensação quente, populares ficam mais tempo fora de casa, sentados nas calçadas ou nas praças públicas à noite e durante o dia, com sombrinhas e protetores solares, artigos básicos que não podem faltar. Mas o clima quente também traz um lado positivo e quem ganha com isso são os vendedores e comerciantes que trabalham para consolar a população incomodada com as altas temperaturas.
Há cerca de um mês morando no município de Patos, a estudante de Odontologia Ana Mozzer contou que já perdeu seis quilos depois que saiu de Campina Grande. A estudante explicou que o calor intenso provocou a perda de peso e também já mexeu com o bolso de muitas colegas suas. “Elas dizem que a conta de energia está mais alta por causa do uso de eletrodomésticos como o ventilador”, disse. Em sua casa, as portas e janelas permanecem abertas durante todo o dia e, até na universidade, a preferência são pelas salas climatizadas.
“São dois aparelhos de ar-condicionado por sala e, mesmo com a temperatura dos equipamentos muito baixa, preferimos permanecer nas salas mesmo sem aula, porque o calor fora do ambiente é insuportável”, contou. Ruim para alguns, muito bom para outros, como o técnico em eletrônica, Francisco de Assis Araújo, que afirmou que a demanda para consertos de ventiladores aumentou em mais de 500% nas últimas semanas, resultado das altas jornadas a que são submetidos os aparelhos, além de suas capacidades de utilização.
“Os ventiladores chegam a ficar 24 horas acionados sem interrupção. Ninguém aguenta ficar em casa sem o auxilio deles”, constatou. O técnico está assoberbado de serviços, assim como os vendedores de coco Fernando da Silva e Francisco Vieira, que trabalham nos municípios de Patos e Sousa, respectivamente.
Francisco apostou no ramo há oito meses e agora aproveita os frutos de seu trabalho que aparecem em reais a mais. Enquanto que no início do novo trabalho ele conseguia vender diariamente 50 copos, cada um por R$ 1, nas últimas semanas, passou a vender 80 copos por dia.
No Centro de Patos, Fernando Silva é mais um entre dezenas de vendedores de água de coco que acabaram surgindo nas avenidas Solon de Lucena e Epitácio Pessoa, depois que o clima começou a esquentar. De acordo com ele, a comercialização do produto foi ampliada em mais de 300% e para atender a demanda está recebendo a mercadoria proveniente das Várzeas de Sousa.
A sensação de calor é tão grande na região que os consumidores estão preferindo ir às compras entre o final da tarde e início da noite, aproveitando que o comércio abre suas portas mais cedo por causa do final do ano.


 

sábado, 22 de dezembro de 2012

Sertão deve registrar temperatura máxima em torno de 37 ºC, diz Aesa

22/12/2012 06h00 - Atualizado em 22/12/2012 06h00 

Previsão é para o verão que começou nesta sexta-feira (21).
Meteorologista diz que temperatura está dentro da média.
 
Do G1 PB
 
Com a maré acima de 0.4m os corais ficam submersos em Picãozinho (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Temperatura no Litoral deve ficar em torno de 31 ºC
a máxima (Foto: Krystine Carneiro/G1)
O verão começou às 8h11 desta sexta-feira (21), segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). De acordo com a meteorologista Marle Bandeira, as temperaturas que devem ser registradas durante a estação ficarão dentro da média. A região do Sertão da Paraíba terá temperatura máxima em torno de 37 ºC. “Está dentro de uma média que vem se mantendo. Houve época em que as temperaturas já foram mais altas”, explicou. 
 
Para o Litoral, a Aesa prevê que a temperatura mínima deve ficar em torno de 23 ºC, enquanto que a máxima deve chegar aos 31 ºC. O Brejo deve ter uma temperatura mínima em torno de 21 ºC e a máxima em torno de 30 ºC.
 
No Sertão, a temperatura mínima  que deve ser registrada gira em torno de 24 ºC e a máxima deve chegar aos 37 ºC. No Cariri, a mínima deve ficar em 21 ºC e a máxima em torno de 35 ºC. 

O agreste terá uma temperatura mínima em torno de 21 ºC e a máxima deve chegar aos 31 ºC. A meteorologista Marle Bandeira ressalta ainda que, mesmo durante o verão, podem ocorrer chuvas isoladas em todo o estado.

Previsão para 2013
Na quarta-feira (19), a Aesa divulgou previsão em que diz que o período de seca deve se prolongar até fevereiro de 2013. Segundo a previsão, só em março é que a Paraíba voltará a ter um índice pluviométrico normal.

Os meteorologistas acreditam que o ano terá condições climáticas um pouco melhores que 2012 e preveem o início do plantio agrícola a partir de março.

O início do período chuvoso será retardado, mas deve se aproximar da média histórica principalmente no Semiárido, que abrange as regiões Cariri, Curimataú e Sertão da Paraíba. O somatório é de 1.880 milímetros nas três regiões entre os meses de março a maio.

A afirmação do gerente da Aesa, Lucílio Vieira, é de que até fevereiro também é necessário manter o racionamento e a preocupação com o volume dos açudes. “Não haverá recarga significativa nos açudes até fevereiro. Locais com perigo iminente de racionamento, cujo volume é abaixo dos 30%, necessitam de atenção maior. É importante a manutenção para evitar o colapso. Aconselhamos os agricultores a começarem o plantio em março de 2013”.


 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Aesa promove evento regional de meteorologia em Campina Grande

06/12/2012 - 10:32 


Durante o evento será anunciada a previsão climática para o primeiro trimestre de 2013.

 

A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) vai realizar nos dias 17, 18 e 19 deste mês a II Reunião de Análise e Previsão Climática para o Setor Norte da Região Nordeste. Durante o evento, que acontecerá na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) com meteorologistas, pesquisadores e técnicos de vários estados, será anunciada a previsão climática para o primeiro trimestre de 2013.
 
No primeiro dia do encontro será apresentada a exposição “Diagnóstico das chuvas e açudes no período de 1994 a 2012 no Estado da Paraíba”, pela meteorologista Marle Bandeira e o gerente executivo de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Lucílio Vieira. “Vai ser um palestra bastante reveladora. Vamos desmistificar esta história de estarmos passando pela pior seca dos últimos 30 anos”, anunciou Lucílio.

O segundo dia vai ser dedicado às discussões técnicas dos modelos de previsão climática, inclusive com áudio conferência com outros meteorologistas de todo país. O estudo será feito por meio de uma parceria entre técnicos da Aesa, do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos/Instituto de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe), do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e de membros de diversos centros estaduais de meteorologia do Nordeste. Ainda na terça-feira (18) será elaborado o documento final do encontro com a presença de representantes dos Centros Estaduais de Meteorologia.

Na quarta-feira (19) está programada uma entrevista coletiva para as 10h, quando serão anunciados os resultados das análises e o prognóstico climático para o trimestre janeiro-março de 2013. A programação completa da II Reunião de Análise e Previsão Climática para o Setor Norte da Região Nordeste está disponível no site www.aesa.pb.gov.br. Mais informações pelo telefone (83) 3310-6367.

Ascom


 

sábado, 1 de dezembro de 2012

Chuvas fracas aumentam a umidade relativa do ar no Sertão da Paraíba


30/11/2012 17h47 - Atualizado em 30/11/2012 17h51

Apenas duas cidades do Sertão registraram chuvas na quinta-feira (29).
Aesa explica que precipitação não significa aumento no volume de açudes.
 
Do G1 PB
 

Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, e Taperoá, na Borborema, registraram os maiores índices pluviométricos  na noite da quinta-feira (29), com 13,4mm e 10,2 mm respectivamente, de acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa).
   
A Aesa explica que as chuvas passageiras são comuns nessa época do ano e normalmente não significam aumento no volume dos açudes.  “O pequeno aumento da nebulosidade provoca estes fenômenos, mas não é suficiente para melhorar o déficit hídrico da região. Em Cajazeiras, por exemplo, os 13,4 mm foram registrados no pluviômetro instalado no açude Lagoa do Arroz, que permanece com menos de 30% de sua capacidade”, explicou a meteorologista Carmem Becker.
 
Mas, se não contribuíram para o aumento no nível dos açudes paraibanos, as chuvas isoladas ajudaram para a melhoria na qualidade da umidade relativa do ar no Sertão da Paraíba. Em Patos, localizado no Sertão da Paraíba, onde a umidade relativa do ar ficou em 11%, com as chuvas passageiras, passou a 30%. Em Sousa, também no Sertão paraibano, que já teve 21% de umidade relativa do ar, nesta quinta-feira (29) ficou em 35%, ainda segundo a Aesa.

Previsão do tempo
A previsão para as próximas 24 horas, segundo a Aesa, é de nebulosidade variável em todo o estado, podendo ocorrer chuvas fracas e isoladas. A expectativa é de que o calor diminua na região mais quente. As temperaturas devem ficar mais amenas, com a máxima atingindo os 34ºC.