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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Projeto planta mais de 8 mil árvores em seis bairros de Campina Grande

26/08/2015 20h24 - Atualizado em 26/08/2015 20h30 

Projeto 'Minha Árvore' começou em março de 2014.
Iniciativa começa pela educação nas escolas dos bairros atendidos.
 
Do G1 PB
 
 
Projeto "Minha Árvore" em Campina Grande (Foto: Divulgação/Codecom-CG)
Projeto planta árvores em Campina Grande
(Foto: Divulgação/Codecom-CG)
Um projeto em Campina Grande já plantou mais de oito mil árvores em seis bairros da cidade. O projeto 'Minha Árvore' é uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e uma empresa imobiliária e começou em março de 2014, com o objetivo de solucionar o déficit florestal da cidade.
 
A iniciativa começa pela educação nas escolas dos bairros onde irão ser plantadas as árvores, onde são realizadas palestras para orientar os jovens sobre a importância de revigorar meio ambiente.
 
A ação disponibiliza uma ficha de adesão, em que cada aluno preenche, descrevendo em qual parte da residência, quintal, jardim ou calçada, deseja plantar a espécie de muda. Em seguida, uma equipe da Secretaria de Serviços Urbanos e e Meio Ambiente (SESUMA) é destinada a respectiva casa para executar o plantio.
 
Seis bairros já foram contemplados com o 'Minha Árvore', dentre eles o Jardim Paulistano, Novo Horizonte e Três Irmãs. A ação está em andamento ainda no bairro do Cruzeiro. Diferente das outras comunidades citadas, segundo a Coordenadoria de Meio Ambiente a procura pelas mudas não foi satisfatória no bairro do Alto Branco.

A equipe do projeto 'Minha Árvore' é formada por 15 pessoas, divididas entre aquelas que confeccionam as grades que delimitam o local, onde a muda será colocada, os que executam o plantio e os que fazem o levantamento em cada bairro para despertar o interesse dos moradores sobre o projeto.

Projeto "Minha Árvore" em Campina Grande (Foto: Divulgação/Codecom-CG)
Mais de oito mil árvores já foram plantadas
(Foto: Divulgação/Codecom-CG)
“Como nossa iniciativa é mais direcionada as casas, essas pessoas cuidam das árvores com muito carinho, claro que nossa ação também é voltada para repartições como postos de saúde, entretanto, os cidadãos são o nosso maior foco”, disse Murilo Rodrigues, coordenador do plantio do projeto.
 
A meta é plantar 10 mil árvores por ano, levando em consideração a localização de cada muda. São destinadas as de pequeno porte para locais com fiação elétrica, como: mororó, ipesinho, jasmim laranja, jacarandá; já o ipê rosa e amarelo, e a palmeira imperial são de grande porte, nesse caso são plantadas em lugares estratégicos como praças e parques. Só no primeiro semestre deste ano foram transplantadas 214 árvores.
 
"O transplante é um processo cuidadoso, usamos uma retroescavadeira, um muque para o transporte, geralmente as árvores pesam três toneladas. Previamente estudamos o local para onde será destinada essa planta para que o transplante possa ser realizado tranquilamente, até agora não perdemos nenhuma árvore”, finalizou Luiz Nóbrega, paisagista da SESUMA.
 
Outras Informações sobre os projetos ambientais do 'Minha Árvore' e dos transplantes de árvores podem ser verificados na página oficial da SESUMA , ou pelo telefone 3310-6115.
Fonte

sexta-feira, 20 de março de 2015

MP proíbe poluição sonora perto de escolas em Campina Grande

20/03/2015 06h30 - Atualizado em 20/03/2015 06h30

Ambulantes e comércio de bebidas alcoólicas também foram proibidos.
TAC foi firmado entre Ministério Público e Prefeitura de Campina Grande.
 
 
Do G1 PB
 

Poluição sonora, venda não autorizado de bebidas alcoólicas e a presença de comércio ambulante estão proibidas próximo às escolas de Campina Grande. A medida deve-se a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Ministério Público e a Prefeitura Municipal, nesta quinta-feira (19).
 
Segundo a Promotoria de Defesa dos Direitos da Educação, o objetivo é garantir os direitos fundamentais assegurados pela Constituição Federal. A decisão vale para as imediações de todas instituições de ensino fundamental, médio e superior,  públicas ou privadas.

A audiência presidida pelo promotor Guilherme Costa Câmara teve a participação de representantes de órgãos de segurança, meio ambiente e educação. Foram definidas ações conjuntas e as competências de cada órgão envolvido.

Devem contribuir para a fiscalização a a 3º Gerência Regional de Educação, Polícia Militar da Paraíba, Guarda Municipal, Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP), Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e Companhia de Policiamento de Trânsito (CPTran).

Para o cumprimento da medida, a Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), fará a notificação dos comerciantes do setor. Em caso de desobediência, serão adotadas as medidas legais.

Segundo o promotor Guilherme Câmara, a proibição se deve à ocorrência de problemas gerados pela existência de inúmeros pontos de vendas não autorizados ou regularizados e a poluição provocada por sons de veículos, principalmente nos fins de semana, nas proximidades de instituições de ensino.
 
Fonte
 

quarta-feira, 26 de março de 2014

Sudema diz que poda irregular compromete árvores em CG

Entre 50% e 60% das 30 mil árvores adultas da zona urbana sofrem cortes desiguais que prejudicam o crescimento e põem em risco a vida delas.


 


Leonardo Silva
Prática pode causar acidentes com pessoas que residem em áreas próximas às árvores podadas incorretamente
 
 Além dos números que apontam um déficit de árvores em Campina Grande que chega a atingir a quantidade de 700 mil unidades, outro problema ambiental que a cidade vem enfrentando nos últimos anos são as podas irregulares que as plantas de grande porte sofrem.
 

De acordo com o acompanhamento que a Superintendência do Meio Ambiente (Sudema) do município vem fazendo desde o ano 2000, entre 50% e 60% das 30 mil árvores adultas da zona urbana sofrem cortes desiguais que prejudicam o crescimento e põem em risco a vida delas.

Segundo apontou Roberto Almeida, coordenador da Sudema em Campina Grande, a utilização de técnicas que não respeitam as normas ambientais acabam maltratando as árvores, uma vez que muitas delas são reparadas de um lado, principalmente quando os galhos estão próximos à rede elétrica de abastecimento. “O que estamos vendo são podas que deixam as árvores pensas. Elas são cortadas só de um lado, quando deveriam ser reparadas em forma de V. E isso ocorre entre 50% e 60% das plantas”, confirmou.

Esse tipo de prática alertada pode causar além de graves acidentes com pessoas que residem em áreas próximas às árvores podadas incorretamente, até mesmo levar à morte da planta. Como acrescentou Roberto Almeida, a época de chuvas e ventos fortes é mais propícia para que acidentes desse tipo aconteçam, como foi registrado durante o período chuvoso de 2012, quando foram registradas quedas de árvores no Açude Novo, área central da cidade. “Além de gerar esses problemas de quedas e até morte das árvores, como acontece na época do inverno, é preciso ter atenção para as podas das raízes, que também não vem sendo feita de forma correta”, acrescentou.

A Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente de Campina Grande, através de Denise de Sena, responsável pela área de projetos ambientais da pasta, afirmou que neste ano foi iniciado uma atividade de poda que respeitasse ainda mais as indicações ambientais para evitar danos às árvores. Segundo ela, a prefeitura tem feito um trabalho cuidadoso, contudo algumas empresas privadas que são autorizadas para também realizar esse tipo de corte, às vezes podem comprometer a estrutura da planta.

“Nós estamos fazendo um trabalho de verificação acerca das podas. Existe um técnico da secretaria que está exclusivamente voltado para um estudo minucioso sobre esse assunto. Iremos avançar para regularizar essa questão do corte irregular das árvores, assim como estamos fazendo sobre o que diz respeito ao plantio de mudas na cidade. Assim como a poda, o plantio de novas árvores faz parte do nosso projeto que pretende até o final do ano plantar até nove mil mudas no município. Tenho certeza que vamos avançar nesses dois aspectos para minimizar esse déficit ambiental que algumas pessoas apontam que Campina Grande tem”, completou Denise de Sena.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Prefeitura quer criar aterro sanitário

PMCG deve apresentar o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos em abril; aterro é uma das principais necessidades.
 

 


Leonardo Silva
Em média 500 toneladas de lixo são transportadas até o aterro em Puxinanã, por dia
 
O Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGRS) de Campina Grande será apresentado à Câmara Municipal no dia 1º de abril e prevê a implantação do aterro sanitário da cidade e a construção de quatro unidades de coleta, separação e tratamento de lixo, que serão distribuídas por região – Norte, Sul, Leste, Oeste. O plano também prevê a instituição da coleta seletiva no município, já a partir do início de 2015. Ontem pela manhã, o secretário municipal de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), Geraldo Nobre, apresentou os estudos que nortearão a elaboração do plano durante solenidade na sede do Instituto de Previdência do Servidor Municipal (Ipsem).

De acordo com o secretário Geraldo Nobre, o aterro sanitário é uma das principais necessidades traçadas pelo plano, mas só deve ser instalado a longo prazo. Segundo ele, o lixo de Campina continuará a ser encaminhado para o aterro de Puxinanã, no Agreste – que continua funcionando por força de liminar –, por tempo indeterminado.
 
“A construção do aterro requer um investimento da ordem de R$ 12 milhões e uma área de 100 hectares. Campina não tem estes recursos, teremos que buscá-los junto ao governo federal, mas somente após a elaboração de um projeto que precisa estar em consonância com as exigências de vários órgãos ambientais. Não é uma ação imediata, assim como o prognóstico não é conclusivo. A própria legislação preconiza que as prefeituras têm prazo de 20 anos para aplicação do plano, com revisão a cada 4 anos”, explicou.
 
Nobre acrescentou que a prefeitura gasta cerca de R$ 400 mil por mês para encaminhar o lixo coletado na cidade até o aterro de Puxinanã. Em média 500 toneladas são transportadas até o aterro, por dia, conforme o secretário.

“A coleta em Campina é feita em 25 roteiros, contamos com 14 caminhões coletores, 12 caminhões caçamba, duas retroescavadeiras, duas motos e duas pás mecânicas. Uma das coisas positivas que o diagnóstico traçou é que 95% do município está coberto pela coleta regular”, completou. O PGRS é elaborado de acordo com a Lei de Saneamento Básico 11.445/2007 e com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/2010, com objetivo de melhorar a coleta, o transporte, o manejo e a disposição final dos resíduos sólidos.

CG CONTA COM 962 TERRENOS BALDIOS
O secretário Geraldo Nobre informou que Campina tem 962 terrenos baldios e eles representam um dos principais problemas na coleta de resíduos sólidos da cidade, porque viram grandes depósitos de lixo a céu aberto. Segundo ele, a prefeitura realiza limpeza periódica destes locais, mas o lixo volta a se acumular e representa um custo extra para a prefeitura.

“Metade do lixo que segue para Puxinanã é coletada nestes terrenos, que são particulares. A prefeitura irá notificar os proprietários para que eles cerquem os terrenos com muros e façam a limpeza periódica do local. Daremos prazo de 90 dias a partir da notificação, sob pena de multa que pode variar entre 1 e 100 unidades fiscais”, esclareceu.

Para facilitar a coleta nos bairros, o PGRS prevê a construção de quatro unidades de coleta e tratamento, que poderão gerar até 100 postos de trabalho, cada uma. Os galpões deverão ter investimento médio de R$ 500 mil.
 

sábado, 27 de abril de 2013

Plantar árvores será requisito para licença

Para construir em Campina Grande, empresários terão que plantar uma cota determinada, que vai variar de acordo com o tamanho da construção.






Leonardo Silva
Projeto ainda está sendo estudado e deverá passar pela aprovação da Câmara dos Vereadores


Um projeto para transformar Campina Grande em uma cidade verde pretende aproveitar as grandes construções para o plantio de árvores. De acordo com o secretário municipal de Obras, André Agra, depois que o novo código for aprovado, um dos pré-requisitos para que o responsável por uma construção receba a licença é o cultivo de espécies nativas. Na próxima segunda-feira, será aberto um debate sobre o tema, no Portal da Transparência da Prefeitura de Campina Grande.

O secretário explicou que o projeto ainda está sendo estudado em diversos pontos e que deverá passar pela aprovação da Câmara dos Vereadores até o meio do ano. “A nossa intenção é reflorestar a cidade, é transformar Campina Grande em uma cidade verde. As mudas de árvores serão cultivadas em vários locais do município, como parques e praças, tudo seguindo critérios específicos”, informou.

Na prática, o novo código funcionará da seguinte forma: para construir na cidade, o empresário terá que plantar uma cota determinada, que vai variar de acordo com o tamanho da construção, para receber a licença. Para receber o alvará, deverá ser apresentada a comprovação do plantio, e caso isso não seja feito, a licença poderá ser até cassada.

“Ainda não definimos números, mas a expectativa é de que sejam construções com, no mínimo, entre 500 m² a mil metros quadrados. A prefeitura é quem escolherá os locais do cultivo e as árvores que deverão ser plantadas”, disse. O secretário também informou que um especialista deverá fazer um levantamento sobre as espécies nativas que poderão ser cultivadas na cidade. Hoje, em Campina Grande, existe um déficit de cerca de 600 mil árvores.

Para atrair a atenção da sociedade, a prefeitura municipal deverá abrir um espaço para debates e sugestões sobre o novo código, no Portal da Transparência de Campina Grande. “Nós precisamos da participação da população para terminar de elaborar o código, que sem dúvida trará inúmeros benefícios para a cidade, fazendo com que, no futuro, Campina Grande também seja reconhecida como um município verde”, contou.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Área de Mata Atlântica deve ser desapropriada para virar reserva

Prefeitura de Campina Grande que transformar áreas de Mata Atlântica em reservas ambientais e parques para a população campinense. 


 



Uma área de 60 hectares de Mata Atlântica deverá ser desapropriada pela Prefeitura de Campina Grande para a criação de reservas ambientais e parques com estrutura de lazer para a população. O projeto foi apresentado pelo prefeito Romero Rodrigues em reunião com o Ministério Público da Paraíba (MP-PB), que cobrou ações do Poder Público Municipal para evitar a degradação das áreas de mata nativa.
Para que este projeto seja concretizado, a proposta da gestão municipal é de dialogar com os proprietários dessas áreas para torná-las acessíveis à população e, gradativamente, criar parques de lazer que possibilitem melhoria na qualidade de vida dos campinenses. De acordo com o Eulâmpio Duarte, promotor de Defesa do Meio Ambiente, este é o primeiro passo dado para que, a partir da Mata Atlântica, novas localidades verdes possam ser criadas na cidade.
“O prefeito nos passou que a primeira conversa com um proprietário já está marcada e que há uma chance muito grande de ganharmos o primeiro espaço de resquício de Mata Atlântica. Esta não é uma proposta simples, nem rápida, já que o processo de desapropriação demanda tempo. Mas estamos entusiasmados por sabermos que, quando a área se tornar pública, poderemos desenvolver um projeto mais específico em cada local”, explicou Eulâmpio Duarte.
O secretário de Serviços Urbanos e Meio Ambiente de Campina Grande, Geraldo Nobre, trilhou o mesmo pensamento do promotor e acrescentou que, para construir um projeto dessa natureza, é preciso primeiro ter a posse da terra, respeitar as suas características, para só depois passar a pensar na execução. “Nós temos conhecimentos de algumas áreas de Mata Atlântica, como em São José da Mata, por exemplo, mas só podemos pensar na execução do projeto quando soubermos qual a área disponível”, atestou o secretário.
Além da área em São José da Mata, distrito de Campina Grande, a cidade ainda conta com localidades que podem ser criados parques de lazer como na Mata do Louzeiro e os Açudes Velho e de Bodocongó.

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sábado, 23 de junho de 2012

Fogueiras fazem parte das tradições juninas; veja restrições na Paraíba

22/06/2012 08h55 - Atualizado em 22/06/2012 08h55

Secretarias de Meio Ambiente proíbem que elas sejam feitas em asfalto.
Bombeiros recomendam limpeza no local antes de acender fogueira.

Krystine Carneiro  

Do G1 PB

Fogueiras fazem parte das tradições juninas (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)
Fogueiras fazem parte das tradições juninas
(Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba
Comidas de milho, fogos, forró, quadrilhas e bombas. Todos esses elementos são típicos dos festejos do período junino, mas um dos mais tradicionais é a fogueira. O costume de acender fogueiras vem desde o nascimento de São João Batista, precursor da vinda de Jesus Cristo, mas, nos dias de hoje, essa prática vem sendo limitada por órgão ambientais da Paraíba para dar mais segurança à população.

Segundo o folclorista Osvaldo Meira Trigueiro, a tradição de acender fogueiras representa dois aspectos. Um é a simbologia cristã, que representa o nascimento de São João Batista, filho de Isabel e Zacarias, que anunciou a chegada do messias. As chamas serviam para avisar à Virgem Maria, prima de Isabel, que estava tudo bem e que o menino já havia chegado ao mundo.
Por outro lado, de acordo com o folclorista, as fogueiras sempre fizeram parte das festas da humanidade, inclusive as pagãs, e foram, ao longo do tempo, incorporadas ao contexto das festas juninas. “Com isso, ela funciona para proporcionar sociabilidade. As pessoas fazem adivinhações, brincadeiras e executam crendices em torno da fogueira. É uma incorporação das festas pagãs no catolicismo popular”, explicou Osvaldo, que é membro da Comissão Paraibana de Folclore.

Apesar da tradição mantida pela população, as principais cidades da Paraíba têm regras bem específicas para o uso de fogueiras. Os órgãos ambientais de João Pessoa e Campina Grande fiscalizam a população em parceria com a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Os infratores serão advertidos e multados em caso de reincidência.

A Secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa (Semam) limita a altura das fogueiras feitas na capital paraibana a um metro. Elas também não podem ser feitas em cima de asfalto, para não danificar o pavimento, e não podem ficar embaixo de árvores ou fiação elétrica.

O gerente de fiscalização da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente de Campina Grande, José Cosme Neto, também explicou que na cidade que recebe o Maior São João do Mundo também há restrições. “É proibido fazer fogueiras a menos de 200m de locais onde há aglomeração de público, como igrejas, escolas e festas. Elas também não podem ser altas, para evitar que a fogueira caia em cima das pessoas”, disse. Na cidade, também há a probição de fazer fogueiras embaixo de árvore e fiação elétrica e em cima de asfalto.

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sexta-feira, 9 de março de 2012

Lixo reciclável está sendo desperdiçado em CG

Estudo mostra, que pelo menos 5,2 mil toneladas de lixo reciclável, estão deixando de ser aproveitados, gerando implicações econômicas.

 


Desde que o lixão da Alça Sudoeste, em Campina Grande, foi desativado em janeiro deste ano, todos os resíduos sólidos coletados na cidade, incluindo os recicláveis, estão seguindo para o aterro sanitário de Puxinanã. Levando em consideração as estimativas feitas através de uma pesquisa de doutorado que estudou as implicações sociais, econômicas e ambientais do lixo no município, é possível afirmar que pelo menos 5,2 mil toneladas de lixo reciclável estão sendo desperdiçadas mensalmente.

Nessa estimativa, estão contempladas apenas as cadeias produtivas dos principais produtos recicláveis: plástico, metal, papel e vidro. Entretanto, a professora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) responsável pelo estudo, Luíza Eugênia, diz que 55% do que é coletado pelo serviço de limpeza urbana no município é lixo orgânico. “Não podemos desprezar o lixo orgânico, que pode ser utilizado para compostagem, sobretudo no nosso Estado, que enfrenta graves problemas de desertificação”, explicou.

Segundo informações repassadas pela Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), são coletados mensalmente em Campina Grande 16 mil toneladas de resíduos sólidos, incluindo os entulhos. O material, que antes era despejado no lixão e coletado de maneira rudimentar pelos catadores, há dois meses, segue integralmente para o aterro, onde o acesso dos catadores é proibido.

O presidente da Cooperativa Cata Mais, José Wanderley, lamenta o fato de os resíduos que poderiam se transformar em renda para várias famílias de Campina Grande estarem sendo enterrados.

Lembra que a persistência dessa situação faz diminuir também a vida útil do aterro, que deveria receber apenas materiais não recicláveis.

“A prefeitura disse que resolveria o problema em três meses, mas não temos nenhuma garantia quanto ao cumprimento desse prazo.

Já que não se pensou em uma alternativa para se reciclar o lixo logo após o fechamento do lixão, esperamos que a coleta seletiva seja organizada o mais breve e possa mudar a realidade dos catadores que sobrevivem da coleta nas casas, ruas e terrenos baldios”, disse.

Ele falou que a Cata Mais pode contribuir para a efetivação da política de coleta seletiva na cidade, por já possuir um trabalho reconhecido na cidade e que, por falta de incentivos governamentais, a cooperativa vem se enfraquecendo. Das 23 pessoas cadastradas, apenas 12 participam do projeto de coleta seletiva em seis bairros de Campina, arrecadando de 12 a 15 toneladas de recicláveis por mês.

Fonte