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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Lâmpada incandescente de 60 watts deixa de ser vendida em 1º de julho

26/06/2015 06h00 - Atualizado em 26/06/2015 08h33 

Já as de 25 e 40 watts deixarão de ser vendidas em julho de 2016.
Opções são mais caras, mas gastam menos energia e duram mais.
 
Do G1, em São Paulo


Lâmpada incandescente (Foto: Reprodução/TV Globo)
Lâmpada incandescente (Foto: Reprodução/TV Globo)
O consumidor não encontrará mais as lâmpadas com filamento incandescente de 60 watts para comprar a partir de 1º de julho. Já as de 25 e 40 watts deixarão de ser produzidas em 30 de junho, mas poderão ser comercializadas apenas por mais um ano. As lâmpadas incandescentes acima de 75W e 100W deixaram de ser comercializadas em 30 de junho de 2014.

A mudança atende a cronograma estabelecido pela Portaria Interministerial 1007 dos Ministérios de Minas e Energia, da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, de dezembro de 2010, que fixou índices mínimos de eficiência luminosa para fabricação, importação e comercialização das lâmpadas incandescentes de uso geral em território brasileiro.
 
O consumidor tem três opções de lâmpadas domésticas: lâmpadas fluorescentes compactas, lâmpadas incandescentes halógenas e lâmpadas LED. Apesar de mais caras que a incandescente, gastam menos energia e duram mais.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), outra alternativa é substituir o soquete de rosca e instalar conjuntos (luminárias e fontes de luz) mais eficientes como, por exemplo, luminárias com lâmpadas fluorescentes tubulares ou compactas e luminárias com LEDs.

Tipos de lâmpadas (Foto: Reprodução/Site do Ipem-SP)
Tipos de lâmpadas (Foto: Reprodução/Site do Ipem-SP)
A mudança leva em conta a eficiência energética, principalmente no momento em que o Brasil atravessa uma escassez de chuvas que deixa os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis críticos. "O consumidor brasileiro se adaptou na crise energética de 2001 quando passou a consumir mais fluorescentes compactas do que incandescentes", diz Isac Roizenblatt, diretor técnico da Abilux.

De acordo com a Abilux, as fluorescentes compactas são quatro a cinco vezes mais eficientes do que as incandescentes, economizam cerca de 70 a 80% de energia para produzir o mesmo volume de luz e têm uma vida de 6 a 10 vezes maior. Já as lâmpadas LED têm uma eficiência de 80 a 90% superior às incandescentes e uma vida de 25 a 30 vezes maior. As incandescentes halógenas têm uma eficiência cerca de 20% maior e cerca do dobro de vida.

Lâmpadas fluorescentes compactas têm uma vida mediana superior a 6 mil horas, lâmpadas a vapor de sódio em alta pressão chegam a uma vida mediana de 32 mil horas e lâmpadas LED podem chegar a uma vida útil superior a 50 mil horas.

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domingo, 28 de dezembro de 2014

Uso intenso de termelétricas provocará aumento nas contas de luz em janeiro

27 de dezembro de 2014 às 10:04

“Acréscimos variam de acordo com a cor da bandeira. Aumento, já em janeiro, vai ser de R$ 3 a casa 100 kwh consumidos”.


Conforme a Aneel, por meio do sistema o consumidor poderá identificar a bandeira do mês e reagir à sinalização com o uso inteligente da energia elétrica, sem desperdício.
Conforme a Aneel, por meio do sistema o
consumidor poderá identificar a bandeira
do mês e reagir à sinalização com
o uso inteligente da energia elétrica,
sem desperdício.
Por causa do uso intenso de energia de termelétricas, a bandeira tarifária que será aplicada em janeiro será vermelha para os quatro subsistemas do Sistema Interligado Nacional. Isso significa um acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora consumidos, exceto para os estados do Amazonas, do Amapá e de Roraima. As bandeiras de janeiro foram divulgadas ontem (26) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
 
O sistema de bandeiras tarifárias começa a valer em 1º de janeiro e representará uma cobrança extra na conta de luz pelo uso de energia de termelétricas pelas distribuidoras. No primeiro mês, a cobrança será feita proporcionalmente ao dia do fechamento da fatura de cada cliente. Para as contas de luz com fechamento previsto para 10 de janeiro, será cobrada a bandeira tarifária apenas sobre os dez dias de janeiro. Os demais 20 dias referentes a dezembro virão com o valor normal.

As bandeiras funcionarão como semáforos de trânsito, com as cores verde, amarelo e vermelho para indicar as condições de geração de energia no país. Por exemplo, se for um mês com poucas chuvas, os reservatórios das hidrelétricas estarão mais baixos. Por isso, será necessário usar mais energia gerada por termelétricas, que têm preços mais altos.

Conta de luz com bandeira verde significa que os custos para gerar energia naquele mês foram baixos. Portanto, a tarifa de energia não terá acréscimo. Com a bandeira amarela, é sinal de atenção, pois os custos de geração estão aumentando. Nesse caso, a tarifa de energia terá acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A bandeira vermelha indica que o custo de geração naquele mês está mais alto, com maior acionamento de termelétricas, havendo necessidade de adicional de R$ 3 a cada 100 kWh.

Segundo a Aneel, por meio do sistema o consumidor poderá identificar a bandeira do mês e reagir à sinalização com o uso inteligente da energia elétrica, sem desperdício.

Da redação, com Agência Brasil 



sábado, 6 de dezembro de 2014

Paraíba deve ganhar três novos parques eólicos até 2019

05/12/2014 14h47 - Atualizado em 05/12/2014 14h47 

São José do Sabugi, Santa Luzia e Junco do Seridó vão receber os parques.
Novo conjunto de parques vai ter 90 megawatts de potência.
 
Do G1 PB
 
A Paraíba deve ganhar três parques eólicos, com potência de 30 megawatts cada, até 2019. Os parques Lagoa I e II e Canoas vão funcionar nas cidades de São José do Sabugi, Santa Luzia e Junco do Seridó.

A vencedora do Leilão A-5 foi a Força Eólica do Brasil, empreendimento conjunto formado pelo grupos Neoenergia e Iberdrola. Ainda não há previsão para o início das obras, mas, de acordo com a Neoenergia, os parques devem começar a operar em 2019.

As empresas vão investir 150 milhões de euros (US$ 186 milhões) no projeto, disse a Iberdrola em comunicado. Segundo a Neoenergia, com estes novos empreendimentos, a Força Eólica totalizará 16 parques de geração de energia a partir dos ventos no Nordeste, alcançando uma capacidade combinada de 462 megawatts, o equivalente ao consumo de 873 mil lares.
 
Fonte
 
 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Queimadas em canaviais deixam mais de 15 mil sem luz na Paraíba

17/11/2014 17h11 - Atualizado em 17/11/2014 17h11 

Suspensão na transmissão aconteceu na tarde do sábado (15).
Essa foi a 6ª ocorrência registrada desde o início da colheita, em agosto. 

Do G1 PB
 
As queimadas em canaviais deixaram mais de 15 mil pessoas sem energia por cerca de meia hora na tarde do sábado (15) em três localidades do Litoral Sul da Paraíba, segundo informou a assessoria da Energisa. O fogo danificou a linha de transmissão da subestação Goianinha/Caaporã e suspendeu o abastecimento em Caaporã, Acaú, Pitimbu e zona rural.

De acordo com a Energisa, essa foi a 6ª ocorrência registrada desde o início da colheita, em agosto. A concessionária de energia informou que, com a colheita em curso, o número de casos de danos na rede elétrica causados pelas chamas aumenta. A média de desligamentos nos últimos quatro anos chega a 20 vezes anuais. O número é considerado alto pelo gerente do Departamento de Manutenção da Transmissão da Energisa, Tércius Cassius Melo de Morais.
 
O maior problema, conforme explica a Energisa, é o descumprimento do decreto que proíbe o uso de fogo em áreas próximas à rede elétrica, numa faixa de segurança de 15 metros do sistema. “Para as linhas de transmissão, a faixa de segurança é de, no mínimo, 6 metros que, somados aos 15 metros do Decreto Estadual, totalizam 21 metros para ambos os lados do eixo da linha de transmissão. Quando esses limites não são respeitados, o calor afeta a composição do ar, provocando curtos circuitos entre os condutores e até mesmo entre os condutores e os postes”, explica Tércius.

Além do desconforto causado pela falta de energia em residências, escolas, lojas comerciais, hospitais e bancos, a falta de luz também afeta a linha de produção das indústrias de grande porte e podem causar queima de equipamentos. As linhas de transmissão e distribuição também são afetadas com a redução da vida útil dos componentes.

A Energisa mapeou toda plantação de cana de açúcar sob as linhas de transmissão que impõe risco de interrupção no fornecimento de energia elétrica e calcula que 450 mil pessoas estão sujeitas à suspensão no abastecimento por causa das queimadas nos canaviais.
 
Fonte
 
 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Termelétrica deve funcionar em 2013

Estudo e o Relatório de Impacto Ambiental para a implantação da usina em Santa Rita, foi apresentado nesta segunda (12) a Sudema.







Kleide Teixeira
Investimento previsto pela Multiner é de R$ 830 milhões para a construção localizada em uma área de 17 hectares


A terceira termelétrica da Paraíba deverá entrar em funcionamento em novembro de 2013. Na tarde de ontem, a companhia carioca Multiner apresentou, a pedido da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), o Estudo e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) para a implantação da usina em Santa Rita. A audiência pública aconteceu no ginásio do Centro Educacional Santa Terezinha (Cest) e, na ocasião, foram apresentados à sociedade os impactos positivos e negativos do empreendimento.
O investimento previsto pela Multiner é de R$ 830 milhões para a construção localizada em uma área de 17 hectares, às margens da BR-230. Segundo a gerente de meio ambiente da empresa, Adriana Di Puglia, a usina deverá produzir o equivalente em energia para abastecer dois milhões de habitantes (558 megawatts).
 
Conforme explicou a coordenadora da comissão da Sudema que avaliará o estudo, Maria Barros, este tipo de empreendimento pode causar forte impacto ambiental, por isto faz-se necessário o licenciamento ambiental realizado pela superintendência.
 
“A audiência pública é o primeiro passo. Se o estudo for aprovado, passará por mais duas análises, para só então a empresa iniciar a obra. Se tudo correr bem, o processo de liberação deverá durar dois meses”, acrescentou.
 
De acordo com Adriana, o impacto ambiental gerado pela termelétrica será, basicamente, a emissão de gases, a exemplo do Dióxido de Carbono (CO2) e do enxofre.
 
“Na área escolhida há uma plantação de cana-de-açúcar, portanto não há cobertura vegetal significativa, também não causará transtorno à fauna. Quanto à emissão dos gases, estamos trabalhando com o mínimo possível”, assegurou.
 
Toda energia que, por ventura, for produzida na termelétrica de Santa Rita será redirecionada para a central da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) que, por sua vez, fará a distribuição para a população.
 
“A construção começará tão logo as licenças forem dadas.
 
Nossa expectativa é entrar em funcionamento em novembro, no mais tardar dezembro, do próximo ano”, concluiu a gerente da Multiner.
 
A Paraíba conta com duas usinas termelétricas já instaladas. Uma localizada no Distrito Industrial de João Pessoa e a segunda em Campina Grande.
 
AUDIÊNCIA PÚBLICA
O governo do Estado adotou as audiências públicas como procedimento obrigatório para os processos de licenciamentos apoiados em Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiental (Rima), por meio de portaria da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), de nº 071/2011.
 
O EIA/Rima referente a este empreendimento já está disponível para quaisquer consultas na biblioteca da Sudema, em João Pessoa, e também no site do órgão.
 
Alguns empreendimentos industriais que contribuem para o crescimento econômico são potencialmente degradadores para o meio ambiente. Para esses empreendimentos se instalarem é necessário o licenciamento ambiental realizado pela Sudema, órgão que executa a Política Ambiental do Estado.


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Seca já afeta preço da energia

Explicação está nos atuais níveis dos reservatórios em todo o país

 


Leonardo Silva
Situação afeta o Sertão



Os efeitos da seca prolongada que castiga várias regiões do país, principalmente nos extremos do Brasil, como o Semiárido nordestino e a Região Sul, ainda pode chegar ao bolso do consumidor. O alerta não recai apenas sobre os preços de produtos afetados pela perda de culturas, como a de grãos, ou os impactos na produção animal. Especialistas temem agora os efeitos desse cenário no preço da energia consumida pelas indústrias e residências. A estiagem deste ano levou autoridades a decretar situação de emergência em mais de mil cidades brasileiras.

A explicação está nos atuais níveis dos reservatórios em todo o país, que alimentam as usinas hidrelétricas, geradoras das energias mais baratas. De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os reservatórios no Sudeste estão com apenas 37% da capacidade, enquanto no Nordeste, essa porcentagem chega a 34% e no Norte e Sul, 41%.

“Está chovendo pouco, as hidrelétricas estão com os reservatórios baixos e estamos sendo obrigados a gerar energia com térmicas caras”, explicou Paulo Pedrosa, presidente executivo da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace).

Como o volume não é suficiente para atender à demanda do mercado, o sistema busca energia oferecida por outras usinas, como as térmicas a gás, óleo e diesel, que podem custar mais de dez vezes o valor da energia gerada a partir dos reservatórios.

O resultado, segundo Pedrosa, já é sentido pelas indústrias que compram direto do mercado livre de energia, como as de aço, alumínio, cimento e produtos químicos. Pelas contas da Abrace, a fatura de novembro para o setor pode chegar a R$ 500 milhões.

“O último leilão de hidrelétrica, o de Teles-Pires, ofertou energia de R$ 58,00 o megawatt-hora. Hoje estamos gerando até com térmicas que custam R$ 1.060,00”, exemplificou. Segundo ele, quando o reajuste chegar nas distribuidoras de energia, como a Light e a Eletropaulo, o preço será cobrado dos consumidores.

Pedrosa destaca que o Brasil tem uma condição especial para produzir energia barata a partir de reservatórios, mas, segundo ele, a situação atual, somada à estiagem prolongada mostra que esse potencial não tem sido aproveitado. “Infelizmente temos usado menos do que poderíamos dessa vocação e temos diminuído a capacidade de reservatórios das hidrelétricas. As últimas [hidrelétricas] construídas têm menos reservatórios. Estamos perdendo a capacidade de armazenar energia quando tinha muita chuva e usar essa energia no período da seca”, afirmou.

O presidente da Abrace lembra que a situação deste ano se aproxima da do cenário de 2008 e de 2001, quando ocorreu o racionamento de energia que ficou conhecido como “apagão”.

Com a seca atípica deste ano, o volume de chuva, apenas no mês de outubro, no Nordeste atingiu 42% da média, no Norte e Sudeste do país, o nível de chuva não ultrapassou os 65% da média dos meses de outubro. Apesar do cenário ainda pessimista, Pedrosa acredita que a forte chuva que caiu nesta madrugada (1º), em Brasília, pode ser um bom sinal para os próximos dias. “Mas tem que chover um pouco abaixo de Brasília, na área de Minas Gerais. É aquela água que enche os principais reservatórios do Brasil, inclusive do Nordeste”, disse.

Apesar das perspectivas de reajustes nos preços de energia, Pedrosa afasta qualquer possibilidade de um novo racionamento.

“Temos mais recursos hoje. O problema não é um problema de apagão, mas de pagão”, garantiu. “Há problema de preço que afeta a competitividade muito em função desta baixa chuva. Mas não há problema estrutural e o sistema não está em risco nem por falha de razão elétrica nem por falhas de razões energéticas”, acrescentou.


 

sábado, 27 de outubro de 2012

Abastecimento de água na Paraíba é normalizado aos poucos após apagão

26/10/2012 20h30 - Atualizado em 26/10/2012 20h30

Cagepa confirmou 38 localidades de João Pessoa foram afetadas.
Apagão atingiu nove estados do Nordeste. 

Do G1 PB

A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba informou que a partir das 18h desta sexta-feira (26) o fornecimento de água começou a ser normalizado em todas as 38 localidades de João Pessoa e em todo município de Cabedelo, que tiveram o abastecimento interrompido pela manhã, devido ao apagão que durou três horas durante a madrugada.
 
Em João Pessoa, os bairros afetados foram os seguintes: Mangabeira, Miramar, conjunto Vieira Diniz, Tambaú, Manaíra, Cabo Branco, Bessa, São José, Bancários, Anatólia, Jardim Cidade Universitária, Jardim São Paulo, Timbó, Cristo, Rangel, Jardim Itabaiana, conjunto Homero Leal, Jardim Samaritano, comunidade Boa Esperança, Vale das Palmeiras, Distrito Industrial, Costa e Silva, Jardim Veneza, Bairro das Indústrias, Castelo Branco, Altiplano Cabo Branco, Funcionários II, III e IV, Esplanada, Jardim Sepol, Ernani Sátiro, José Américo, Colibris, Água Fria, Grotão, Praia da Penha e toda região do Valentina Figueiredo.

Fonte

 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Apagão também afeta abastecimento de água na Paraíba

26/10/2012 10h58 - Atualizado em 26/10/2012 14h52

Cagepa confirmou que bairros a capital e Campina Grande foram atingidos.
Apagão atingiu nove estados do Nordeste.

Do G1 PB 


O apagão que durou três horas deixou cidades sem energia e também sem água. Na Paraíba, a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) confirmou que o abastecimento de água foi interrompido em 38 bairros de João Pessoa e em todo município de Cabedelo. O fornecimento será normalizado, segundo a Cagepa, a partir das 18h (horário local).

Em João Pessoa, os bairros afetados foram os seguintes: Mangabeira, Miramar, conjunto Vieira Diniz, Tambaú, Manaíra, Cabo Branco, Bessa, São José, Bancários, Anatólia, Jardim Cidade Universitária, Jardim São Paulo, Timbó, Cristo, Rangel, Jardim Itabaiana, conjunto Homero Leal, Jardim Samaritano, comunidade Boa Esperança, Vale das Palmeiras, Distrito Industrial, Costa e Silva, Jardim Veneza, Bairro das Indústrias, Castelo Branco, Altiplano Cabo Branco, Funcionários II, III e IV, Esplanada, Jardim Sepol, Ernani Sátiro, José Américo, Colibris, Água Fria, Grotão, Praia da Penha e toda região do Valentina Figueiredo.

O apagão aconteceu na noite da quinta (25) até a madrugada desta sexta-feira (26) e atingiu nove estados do Nordeste e ainda partes do Pará,Tocantins e Distrito Federal.

A assessoria de imprensa da Cagepa explicou que a falta de energia, que aconteceu às 23h30 (horário local), as máquinas responsáveis pelo bombeamento de água foram automaticamente desligadas. Quando aconteceu o restabelecimento da energia elétrica, por volta das 2h, as máquinas também voltaram a funcionar.

Durante esse período, a população consumiu a água que estava já estava no reservatório. Com isso o índice do reservatório baixou, não teve como ser reabastecido e algumas cidades da Paraíba ficaram sem água. A previsão da Cagepa é que o abastecimento seja normalizado ainda na tarde desta sexta-feira na capital.

Alguns moradores de João Pessoa, assim como Adriana Rodrigues, só perceberam a falta de água na manhã desta sexta-feira. “Acordei às 5h e percebi que a torneira estava sem água”, contou a moradora do bairro Mangabeira. Adriana disse que ligou para sogra, que mora no bairro Torre, e lá também estava sem água.

Já em Campina Grande, segundo a Cagepa, houve interrupção no abastecimento de água em todos os bairros da cidade após o apagão. Conforme a assessoria de comunicação do órgão, até as 12h (horário local) de hoje haverá regularização completa do fornecimento na cidade. O problema foi identificado em uma estação de bombeamento localizada em Gravatá, Pernambuco, onde houve falta de energia elétrica. Até as 9h30 (horário local) a Cagepa ainda não tinha o balanço das regiões atingidas pela falta de água. 


Apagão
Todos os 223 municípios paraibanos foram atingidos pelo apagão da quinta-feira (25). De acordo com a assessoria de imprensa da concessionária de energia elétrica da Paraíba, Energisa, a falta de luz começou a partir das 23h30 da quinta-feira. A energia voltou a partir das 2h da sexta-feira (26). O apagão atingiu ainda mais oito estados do Nordeste.

A falta de energia pode ter sido causada por um incêndio em um equipamento entre duas subestações de energia, segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS), responsável por administrar o Sistema Interligado Nacional.

"Em princípio, sem identificação de causa com precisão ainda, houve um incêndio numa chave seccionadora de um equipamento, que é um capacitor-série do circuito 2 da linha de transmissão de 500 KV, entre as subestações de Colinas e Imperatriz, na interligação que liga os sistemas Norte e Nordeste ao sistema Sul e Sudeste", disse o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, em entrevista nesta sexta-feira ao "Bom Dia Brasil". Segundo o órgão, a falta de energia na região teve início à 0h14.

A origem e a causa do apagão só serão identificados com clareza depois que a ocorrência for analisada, o que deverá ocorrer ainda na manhã desta sexta, durante reunião convocada pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, conforme informou Chipp. De acordo com ele, o circuito atingido pelo incêndio é relativamente novo. "Não foi problema de idade, manutenção. Nada disso. As coisas estão todas em dia."

De acordo com informações da assessoria de imprensa da concessionária de energia elétrica do Estado, Energisa, a luz começou a ser restabelecida na Paraíba a partir das 2h (horário local) desta sexta-feira. Além da Paraíba, também foram atingidos os estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Alagoas, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Parte do Pará, Tocantins e Distrito Federal também foram afetadas.

Fonte

 

Paraíba fica sem energia elétrica após apagão na noite desta quinta

26/10/2012 01h15 - Atualizado em 26/10/2012 08h59 

Assessoria da Energisa informou que o problema não é de distribuição.
Falha não foi identificada e atingiu toda a Região Nordeste.

Do G1 PB 


A Paraíba ficou três horas sem energia elétrica durante um apagão que aconteceu no final da noite da quinta-feira (25) e durou até a madrugada desta sexta-feira (26). Todos os 223 municípios ficaram sem luz. O apagão atingiu ainda mais oito estados do Nordeste.

A falta de energia pode ter sido causada por um incêndio em um equipamento entre duas subestações de energia, segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS), responsável por administrar o Sistema Interligado Nacional.

"Em princípio, sem identificação de causa com precisão ainda, houve um incêndio numa chave seccionadora de um equipamento, que é um capacitor-série do circuito 2 da linha de transmissão de 500 KV, entre as subestações de Colinas e Imperatriz, na interligação que liga os sistemas Norte e Nordeste ao sistema Sul e Sudeste", disse o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, em entrevista nesta sexta-feira ao "Bom Dia Brasil". Segundo o órgão, a falta de energia na região teve início à 0h14.
 A origem e a causa do apagão só serão identificados com clareza depois que a ocorrência for analisada, o que deverá ocorrer ainda na manhã desta sexta, durante reunião convocada pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, conforme informou Chipp. De acordo com ele, o circuito atingido pelo incêndio é relativamente novo. "Não foi problema de idade, manutenção. Nada disso. As coisas estão todas em dia."

De acordo com informações da assessoria de imprensa da concessionária de energia elétrica do Estado, Energisa, a luz começou a ser restabelecida na Paraíba a partir das 2h (horário local) desta sexta-feira. Além da Paraíba, também foram atingidos os estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Alagoas, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Parte do Pará, Tocantins e Distrito Federal também foram afetadas.

É a segunda vez nos últimos 35 dias que ocorre um apagão na Região Nordeste. Em 22 de setembro, segundo o ONS, um problema nas interligações Sudeste/Norte e Sudeste/Nordeste, atingiu o fornecimento de energia elétrica em parte da região Nordeste do país.

Fonte

 

sábado, 22 de setembro de 2012

MPF ajuiza ação contra Cagepa e Energisa

MPF exige que a Cagepa volte a realizar o fornecimento de água e requer que a Energisa não realize corte de energia, em aldeias de Rio Tinto.


 


O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF) ajuizou ação civil pública contra a Cagepa para obrigá-la a fornecer água para duas aldeias indígenas situadas em Rio Tinto, no Litoral Norte paraibano. Atualmente, o serviço de fornecimento de água está sendo controlado pelos próprios índios e está ameaçado de corte de energia elétrica pela Energisa, também ré na ação.

O MPF exige que a Cagepa volte a realizar o fornecimento e requer ainda que a Energisa não realize o corte de energia em razão de débitos antigos, o que impossibilitaria o bombeamento da água. Para o caso de descumprimento, é solicitada a fixação de multa diária de R$ 10 mil para cada uma das rés. O procurador jurídico da Cagepa, Fábio Andrade, informou que a empresa não foi notificada da ação, mas que o abastecimento de água foi repassado para as aldeias a pedido dos índios, em 2009. A assessoria da Energisa foi procurada para comentar a ação, mas não enviou resposta.

Fonte

 

domingo, 5 de agosto de 2012

Cresce consumo de energia

No primeiro semestre deste ano a Paraíba Consumiu 10,4% a mais de energia do que no ano passado, em parte pela recuperação das indústrias.