Mostrando postagens com marcador Praia do Seixas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Praia do Seixas. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de janeiro de 2017

Estabelecimentos comerciais e casas na orla de JP serão autuados por poluírem praia

O secretário do Meio Ambiente informou que neste verão foi montada uma força tarefa para intensificar a fiscalização na orla da Capital.
Praias de Manaíra e Seixas estão impróprias para o banho


Os estabelecimentos comerciais ou casas na orla de João Pessoa, que forem flagrados despejando resíduos de forma clandestina serão notificados. De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Abelardo Jurema Neto, os responsáveis pela poluição na área poderão ser multados em até R$ 50 mil. Conforme relatório da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) duas praias em João Pessoa estão impróprias para o banho. Há  restrições nas Praias de Manaíra e Seixas.
 
O secretário do Meio Ambiente informou que neste verão foi montada uma força tarefa para intensificar a fiscalização na orla da Capital. Os técnicos das Secretarias de Infraestrutura (Seinfra) e Meio Ambiente (Semam) fiscalizaram os cerca de quase dez quilômetros de praia, do Cabo Branco ao Bessa – até a divisa com Intermares.

“Os donos de estabelecimentos ou casas que forem flagrados despejando resíduos de forma clandestina serão notificados. Aqueles que forem reincidentes poderão ser multados”, ressaltou Aberlado. Serão fiscalizadas eventuais ligações clandestinas de esgoto e o lixo que a população joga inadequadamente nas ruas. 

“Essas ações têm o objetivo de contribuir para manter as nossas praias livres de poluição. É uma ação que tem como foco a preservação do meio ambiente e a saúde da população. Estamos atuando num período que antecede o verão, considerando que as nossas praias são um dos maiores atrativos para o turismo da cidade”, afirmou o secretário de Meio Ambiente, Abelardo Jurema Neto.


 

sábado, 17 de setembro de 2016

Cinco praias da PB estão impróprias para banho, diz relatório da Sudema

17/09/2016 07h44 - Atualizado em 17/09/2016 07h44
 
Praias impróprias estão em João Pessoa, Conde e Pitimbu.
Outras 51 praias estão liberadas para banhistas.
 
Do G1 PB
 


Banhistas se divertiram na praia do Cabo Branco durante o feriado do Dia da República  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Techo da Praia do Cabo Branco está imprópria para banho (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Cinco praias do litoral paraibano foram classificadas como impróprias para banho pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), nesta semana. Segundo o relatório semanal de balneabilidade do órgão, as praias que devem ser evitadas pelos banhistas estão nos Municípios de João Pessoa, Conde e Pitimbu.

Em João Pessoa, os banhistas devem evitar a Praia de Manaíra em toda a sua extensão. Na praia do Cabo Branco, é recomendado evitar o banho nas proximidades da galeria de águas pluviais, de frente ao antigo Guaiamum Gigante. Na Praia do Seixas, por sua vez, está impróprio para banho o trecho que fica 100 metros à esquerda e 100 metros à direita da desembocadura do Rio do Cabelo.
No município do Conde, deve-se evitar a Praia de Jacumã, nas proximidades da desembocadura do Maceió de Jacumã. Em Pitimbu é recomendado não tomar banho na Praia do Maceió, no trecho que fica 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
 
Outras 51 praias estão próprias para o banho neste final de semana, com a qualidade da água variando entre excelente, muito boa e satisfatória. A Sudema ainda recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.


sábado, 29 de março de 2014

Oito praias da PB estão impróprias para banho, diz Sudema

29/03/2014 06h00 - Atualizado em 29/03/2014 06h00
 
Cinco das praias são em João Pessoa e duas em Cabedelo.
Toda a extensão da praia de Manaíra deve ser evitada por banhistas.
 
Do G1 PB
 

Praia de Manaíra, em João Pessoa (Foto: Alberi Pontes/Secom-PB)
Praia de Manaíra está imprópria para banho
(Foto: Alberi Pontes/Secom-PB)
Oito praias do litoral paraibano foram classificadas como impróprias para banho esta semana pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Devem ser evitadas por banhistas as praias do Jacaré e Miramar, em Cabedelo, Bessa I, Manaíra, Cabo Branco, do Seixas e da Penha, em João Pessoa, e do Maceió, em Pitimbu.
 
Segundo o relatório de balneabilidade, estão imprópros os trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas pluviais das praias do Jacaré e Miramar, o trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas pluviais no Bessa I, toda extensão da praia de Manaíra, o trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas pluviais do Cabo Branco, o trecho de 100 metros à direita e à esquerda das Palhoças do Seixas, o trecho de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Rio Cabelo na Penha e o trecho de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho, no Maceió.

Outras 48 praias estão apropriadas para o banho. A qualidade da água varia entre excelente, muito boa e satisfatória. Porém, a Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
 
 
Fonte
 
 

sábado, 22 de março de 2014

Oito praias da Paraíba estão impróprias para banho, diz Sudema

22/03/2014 06h00 - Atualizado em 22/03/2014 06h00 

Só na capital, cinco praias devem ser evitadas por banhistas.
Classificação é válida até o dia 28 de março.
 
Do G1 PB
 
Banhistas se divertiram na praia do Cabo Branco durante o feriado do Dia da República  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Praia do Cabo Branco deve ser evitada essa
semana (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Oito praias do litoral paraibano foram classificadas com impróprias para banho esta semana. Segundo o relatório semanal de balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), os banhistas devem evitar as praias do Bessa I, Manaíra, Cabo Branco, Seixas e Penha, em João Pessoa, Costinha, em Lucena, do Jacaré, em Cabedelo, e do Maceió, em Pitimbu. A classificação é válida até a emissão do próximo relatório, em 28 de março.

Toda a extensão da Praia de Manaíra deve ser evitada por banhistas. No Bessa I, o trecho que está impróprio para banho fica a 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Maceió do Bessa. No Cabo Branco, a área evitada deve ser a 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas pluviais.
 
Ainda em João Pessoa, na Praia do Seixas, a área não recomendada é a 100 metros à direita e à esquerda das Palhoças do Seixas. Enquanto isso, na Penha, deve-se evitar o trecho de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Rio Cabelo.

Na Praia do Jacaré, deve ser evitada a área localizada na margem direita do estuário do Rio Paraíba. Em Pitimbu, a recomendação para os banhistas é respeitar a área de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho. Na Praia de Costinha, deve ser evitado o trecho de 100 metros à direita do mangue.

Todas as outras praias são consideradas próprias para banho, sendo classificadas como satisfatória, muito boa ou excelente. Mesmo assim, a Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
 
Fonte
 
 

sábado, 15 de março de 2014

Seis praias estão impróprias para banho na Paraíba, diz Sudema



 
 
Assessoria 
 

Seis praias estão impróprias para banho na Paraíba, diz Sudema
Imagem da Internet.
A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), por meio da Coordenadoria de Medições Ambientais (CMA), divulgou o relatório semanal de balneabilidade das praias do Litoral paraibano, que classifica 49 próprias para banho. Conforme o relatório, elas estão consideradas adequadas para o banho e são classificadas nas categorias excelente, muito boa e satisfatória.

As praias impróprias para banho são a do Jacaré, localizada em Cabedelo (margem direita do Estuário do Rio Paraíba), Manaíra (toda extensão da praia), Seixas (trecho de 100 metros à direita e à esquerda das palhoças do Seixas), Penha (100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Rio Cabelo), Maceió em Pitimbu (100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho), Bessa I (trecho de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Maceió do Bessa) e Bessa II (trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas pluviais).

Apesar de classificadas como próprias à balneabilidade, a Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente. Essa classificação é válida até a próxima sexta-feira, 21 de março.

A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias do Estado, por meio de coleta de material para análise. O monitoramento é semanal nos municípios localizados em centros urbanos com grande fluxo de banhistas: João Pessoa, Lucena e Pitimbu. Nos demais municípios do litoral paraibano, a análise é realizada mensalmente.

Fonte

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Praias de JP terão sinalização vertical sobre balneabilidade

 

Assessoria
 
Praias de JP terão sinalização vertical sobre balneabilidadeImagem ( Da Internet)
A Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Social da Capital recebeu da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) o projeto de sinalização vertical e de divulgação na internet sobre as condições de balneabilidade das 12 praias de João Pessoa. O prazo definido em audiência com o Ministério Público para a instalação das placas indicativas se encerra no dia 8 de julho.
 
Segundo o promotor de Justiça João Geraldo Barbosa, o objetivo da promotoria é garantir ao cidadão paraibano e aos turistas o direito ao acesso à informação sobre a qualidade das águas das praias, através da classificação "próprias" ou "impróprias" para o banho e atividades esportivas aquáticas.
 
Atualmente, a divulgação das condições de balneabilidade das praias do litoral paraibano é realizada através de relatório semanal produzido pela Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema a partir de coletas realizadas em 56 praias do estado.
 
O projeto apresentado pela Sudema pretende reformular a divulgação e ampliar o acesso à informação divulgada a partir do relatório semanal com a instalação da sinalização vertical na orla da capital para facilitar o acesso a esses dados.
 
As placas indicativas deverão ser instaladas até o dia 8 de julho nas praias Bessa 1 e 2, Manaíra, Tambaú, Cabo Branco, Seixas, Penha, Jacarapé, Arraial, Sol, Camurupim e Barra de Gramame. As placas com o slogan "Se liga na balneabilidade" informará o nome da praia e a indicação "própria" ou "imprópria".
 
O projeto na íntegra encaminhado pela Sudema está à disposição para consulta na promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Capital para os promotores de Justiça que atuam em municípios do litoral e que queiram estender a iniciativa às demais praias paraibanas.



sábado, 17 de novembro de 2012

Falta dinheiro para começar obra da Falésia

Início das intervenções depende diretamente da liberação orçamentária da Caixa Econômica Federal.


 
 

A assessoria de imprensa da Seplan informou que o início das intervenções depende diretamente da liberação orçamentária da Caixa Econômica Federal. Após o final da análise e aprovação emitida pelo órgão, a Prefeitura de João Pessoa realizará o processo de licitação, para escolher a empresa que participará das obras. Só depois as intervenções serão iniciadas.

Segundo informações do secretário adjunto da Seplan, Glauco Oliveira, o projeto de contenção da erosão na falésia do Cabo Branco é dividido em duas etapas: a primeira é de R$ 8 milhões, em que será feito arrecife artificial a 150 metros da costa, em uma área nas proximidades da praça de Iemanjá e um enrocamento aderente no calçadão e no pé da barreira.

A segunda etapa consiste em arrecife artificial a 150 metros da costa e enrocamento aderente, só que desta vez na Praia do Seixas. A previsão é que a segunda etapa custe R$ 7 milhões, no entanto ainda não há dotação orçamentária para ela.


 

Falésia continua sem solução no Cabo Branco


Defesa Civil Municipal mantém o alerta para que os banhistas e pedestres fiquem atentos ao trafegar pelo perímetro que vai da Praça de Iemanjá.


 

Rizemberg Felipe

Após quase três meses desde apresentação do projeto de contenção da erosão na falésia do Cabo Branco, as obras ainda não foram iniciadas. Isso porque a Caixa Econômica Federal (CEF) ainda não expediu a liberação orçamentária para o início das intervenções. De acordo com a Secretaria de Planejamento de João Pessoa (Seplan), desde o mês passado, o órgão aguarda a conclusão da análise, para dar continuidade ao processo.

Por essa razão, a Defesa Civil Municipal mantém o alerta para que os banhistas e pedestres fiquem atentos ao trafegar pelo perímetro que vai da Praça de Iemanjá, que está parcialmente destruída devido aos efeitos da erosão e da força das ondas do mar, até a Praia do Seixas, visto que os riscos de deslizamento continuam.

O coordenador do órgão, Noé Estrela, disse que os riscos se mantêm sobretudo em dias de feriados e finais de semana. “A barreira tem vários pontos negativos, que vão continuar até a conclusão das obras. Há meses alertamos a população sobre os riscos de deslizamento, por conta dos fortes ventos da região.

Muita gente aproveita os dias livres para ir ao local e não toma os cuidados necessários”, comentou.

De acordo com Noé Estrela, apesar das placas de alerta presentes em toda a extensão da falésia, a falta de atenção de quem visita o local ainda é comum. “O problema é que muita gente aproveita os dias livres para ir àquela região, muitos aproveitam a sombra das barreiras para se proteger do sol, outros caminham no topo da barreira sem se preocupar. Nós alertamos que isso é perigoso, o local pode ter deslizamento e machucar quem está embaixo ou derrubar quem está em cima”, alertou.

Mesmo com as orientações da Defesa Civil expostas em placas de sinalização, que alertam sobre os riscos de desmoronamento na área, os banhistas ignoram o perigo, a exemplo do físico Gilberto Costa, 64 anos, que caminha frequentemente à beira-mar, passando por baixo da barreira.

“Aproveito a maré baixa para caminhar por aqui, apesar de saber do risco. No entanto, é lamentável esse estado, pois como a barreira não tem visibilidade política, a não ser no dia que realmente cair e sobrar para o atual gestor, a situação vai continuar a mesma. Com um visual desse, é uma pena”, lamentou.

Já o vigilante Carlos Antônio, 31 anos, que costuma visitar o local com a esposa e o filho pequeno, passa pela parte de cima da barreira para chegar à praia. “Nós passamos por cima porque é o único acesso que temos, mas mesmo assim tememos que algo aconteça durante nossa passagem. Por outro lado, evitamos passar por baixo da barreira ou nos acomodar lá, porque acredito que o risco é ainda maior, tendo em vista que já existem muitas pedras que caíram da barreira”, declarou. (Especial para o JP. Colaborou Jaine Alves)


 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Chuvas em junho agravaram a situação na Barreia do Cabo Branco

Defesa Civil de João Pessoa vai colocar uma faixa de segurança para evitar que as pessoas passem muito perto da barreira.

 




Durante as chuvas registradas em meados de junho, em João Pessoa, o problema de desmoronamento na barreira do Cabo Branco preocupou as autoridades da Defesa Civil de João Pessoa. Quando isso ocorre, passar pelo local pode terminar em uma tragédia. Como medida preventiva e emergencial, o coordenador da Defesa Civil, Noé Estrela, tomou algumas providências.

“Desde as chuvas do mês passado reforçamos o monitoramento nessa área e decidimos que é necessário colocar uma faixa de segurança para evitar que as pessoas passem muito perto da barreira. O perigo é maior quando a maré está alta, o que pode resultar em uma tragédia”, declara. O coordenador lembra que não será preciso, pelo menos por enquanto, interditar totalmente a área. O trabalho será executado nas próximas semanas em parceria com a Secretaria de Infraestrutura.

No ano passado, a Secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa realizou um estudo de contenção da erosão da barreira do Cabo Branco, Praça de Iemanjá e Praia do Seixas. O projeto de engenharia prevê soluções para a área, que tem os pontos mais críticos quando o assunto é erosão e avanço do mar. Os estudos tiveram início em 2008 e contaram com participação de professores de várias universidades do Nordeste.

O estudo feito pela Semam já foi entregue à Secretaria de Planejamento de João Pessoa, mas o secretário Aldo Prestes não atendeu à solicitação do JORNAL DA PARAÍBA para responder o andamento do processo licitatório. No início de junho, a previsão feita pelo secretário-adjunto da Seplan, Glauco Oliveira, foi de que o processo de licitação para contratação da empresa seria aberto este mês.

O projeto inclui obras de contenção da erosão da barreira do Cabo Branco, Praia do Seixas e Praça de Iemanjá. A obra está orçada em R$16 milhões, mas apenas R$6 milhões estão assegurados pela Caixa Econômica Federal. O restante do dinheiro, segundo a Seplan, deve ser obtido através de emendas parlamentares.
 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Especialistas projetaram ações na falésia do Cabo Branco

Pesquisadores de três universidades federais estudaram e planejaram intervenções para retardar erosão da falésia do Cabo Branco.

 
Segundo o analista ambiental da Semam, Williams Guimarães, o projeto prevê ações que vão reduzir a erosão na Praia do Seixas, Barreira do Cabo Branco e Praça de Iemanjá. Os estudos começaram a ser executados em 2007 e demoraram quase três anos para ficar prontos. Foram iniciados em 2007 e finalizados em dezembro de 2009.
 
Os trabalhos foram feitos por especialistas da Universidade Federal da Paraíba, que traçaram um diagnóstico do meio biótico e socioeconômico; da Universidade Federal de Pernambuco, que fizeram o diagnóstico do Meio Físico; e da Universidade Federal do Ceará, que se encarregaram de fazer a modelagem numérica, para sugestão das instalações dos quebra-mares, usando equipamentos oceanográficos necessários para a coleta dos dados.

Os estudos foram coordenados pela Fundação Apolônio Sales, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, com a coparticipação da Semam. Parte dos recursos que serão usados serão da Caixa Econômica Federal (CEF). Por isso, o banco também passou a analisar o caso.

Após receber os projetos, a Semam os apresentou aos órgãos ambientais para pleitear as licenças ambientais, que autorizam o início das obras. “Como se trata de obra que causa impactos locais e não regionais, a Sudema pediu permissão ao Ibama para conceder a licença”, conta o analista. Segundo o analista ambiental da Semam, Williams Guimarães, o projeto prevê ações que vão reduzir a erosão na Praia do Seixas, Barreira do Cabo Branco e Praça de Iemanjá. Os estudos começaram a ser executados em 2007 e demoraram quase três anos para ficar prontos. Foram iniciados em 2007 e finalizados em dezembro de 2009.

Os trabalhos foram feitos por especialistas da Universidade Federal da Paraíba, que traçaram um diagnóstico do meio biótico e socioeconômico; da Universidade Federal de Pernambuco, que fizeram o diagnóstico do Meio Físico; e da Universidade Federal do Ceará, que se encarregaram de fazer a modelagem numérica, para sugestão das instalações dos quebra-mares, usando equipamentos oceanográficos necessários para a coleta dos dados.

Os estudos foram coordenados pela Fundação Apolônio Sales, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, com a coparticipação da Semam. Parte dos recursos que serão usados serão da Caixa Econômica Federal (CEF). Por isso, o banco também passou a analisar o caso.

Após receber os projetos, a Semam os apresentou aos órgãos ambientais para pleitear as licenças ambientais, que autorizam o início das obras. “Como se trata de obra que causa impactos locais e não regionais, a Sudema pediu permissão ao Ibama para conceder a licença”, conta o analista. Segundo o analista ambiental da Semam, Williams Guimarães, o projeto prevê ações que vão reduzir a erosão na Praia do Seixas, Barreira do Cabo Branco e Praça de Iemanjá. Os estudos começaram a ser executados em 2007 e demoraram quase três anos para ficar prontos. Foram iniciados em 2007 e finalizados em dezembro de 2009.

Os trabalhos foram feitos por especialistas da Universidade Federal da Paraíba, que traçaram um diagnóstico do meio biótico e socioeconômico; da Universidade Federal de Pernambuco, que fizeram o diagnóstico do Meio Físico; e da Universidade Federal do Ceará, que se encarregaram de fazer a modelagem numérica, para sugestão das instalações dos quebra-mares, usando equipamentos oceanográficos necessários para a coleta dos dados.

Os estudos foram coordenados pela Fundação Apolônio Sales, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, com a coparticipação da Semam. Parte dos recursos que serão usados serão da Caixa Econômica Federal (CEF). Por isso, o banco também passou a analisar o caso.

Após receber os projetos, a Semam os apresentou aos órgãos ambientais para pleitear as licenças ambientais, que autorizam o início das obras. “Como se trata de obra que causa impactos locais e não regionais, a Sudema pediu permissão ao Ibama para conceder a licença”, conta o analista.