As notícias reproduzidas pelo blog Meio Ambiente da Paraíba têm o objetivo de oferecer um panorama do que é publicado diariamente sobre o meio ambiente da Paraíba e não representam o posicionamento dos compiladores. Organizações e pessoas citadas nessas matérias que considerem seu conteúdo prejudicial podem enviar notas de correção ou contra-argumentação para serem publicadas em espaço similar e com o mesmo destaque das notícias anteriormente veiculadas.
O
secretário do Meio Ambiente informou que neste verão foi montada uma
força tarefa para intensificar a fiscalização na orla da Capital.
Praias de Manaíra e Seixas estão impróprias para o banho
Os estabelecimentos comerciais ou casas na orla de
João Pessoa, que forem flagrados despejando resíduos de forma
clandestina serão notificados. De acordo com o secretário de Meio
Ambiente, Abelardo Jurema Neto, os responsáveis pela poluição na área
poderão ser multados em até R$ 50 mil. Conforme relatório da
Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) duas praias
em João Pessoa estão impróprias para o banho. Há restrições nas Praias
de Manaíra e Seixas.
O secretário do Meio Ambiente informou que neste verão foi montada
uma força tarefa para intensificar a fiscalização na orla da Capital. Os
técnicos das Secretarias de Infraestrutura (Seinfra) e Meio Ambiente
(Semam) fiscalizaram os cerca de quase dez quilômetros de praia, do Cabo
Branco ao Bessa – até a divisa com Intermares.
“Os donos de estabelecimentos ou casas que forem flagrados despejando
resíduos de forma clandestina serão notificados. Aqueles que forem
reincidentes poderão ser multados”, ressaltou Aberlado. Serão
fiscalizadas eventuais ligações clandestinas de esgoto e o lixo que a
população joga inadequadamente nas ruas.
“Essas ações têm o objetivo de contribuir para manter as nossas
praias livres de poluição. É uma ação que tem como foco a preservação do
meio ambiente e a saúde da população. Estamos atuando num período que
antecede o verão, considerando que as nossas praias são um dos maiores
atrativos para o turismo da cidade”, afirmou o secretário de Meio
Ambiente, Abelardo Jurema Neto.
Praias impróprias estão em João Pessoa, Conde e Pitimbu.
Outras 51 praias estão liberadas para banhistas.
Do G1 PB
Techo da Praia do Cabo Branco está imprópria para banho (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Cinco praias do litoral paraibano foram classificadas como impróprias
para banho pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente
(Sudema), nesta semana. Segundo o relatório semanal de balneabilidade do
órgão, as praias que devem ser evitadas pelos banhistas estão nos Municípios de João Pessoa, Conde e Pitimbu.
Em João Pessoa,
os banhistas devem evitar a Praia de Manaíra em toda a sua extensão. Na
praia do Cabo Branco, é recomendado evitar o banho nas proximidades da
galeria de águas pluviais, de frente ao antigo Guaiamum Gigante. Na Praia do Seixas, por sua vez, está impróprio para banho o trecho que
fica 100 metros à esquerda e 100 metros à direita da desembocadura do Rio do Cabelo.
No município do Conde, deve-se evitar a Praia de Jacumã, nas proximidades da desembocadura do Maceió de Jacumã. Em Pitimbu
é recomendado não tomar banho na Praia do Maceió, no trecho que fica
100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho
Velho.
Outras 51 praias estão próprias para o banho neste final de semana, com
a qualidade da água variando entre excelente, muito boa e satisfatória.
A Sudema ainda recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias
localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas
pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
Cinco das praias são em João Pessoa e duas em Cabedelo.
Toda a extensão da praia de Manaíra deve ser evitada por banhistas.
Do G1 PB
Praia de Manaíra está imprópria para banho
(Foto: Alberi Pontes/Secom-PB)
Oito praias do litoral paraibano foram classificadas como impróprias
para banho esta semana pela Superintendência de Administração do Meio
Ambiente (Sudema). Devem ser evitadas por banhistas as praias do Jacaré e
Miramar, em Cabedelo, Bessa I, Manaíra, Cabo Branco, do Seixas e da Penha, em João Pessoa, e do Maceió, em Pitimbu.
Segundo o relatório de balneabilidade, estão imprópros os trecho de 100
metros à direita e à esquerda da galeria de águas pluviais das praias
do Jacaré e Miramar, o trecho de 100 metros à direita e à esquerda da
galeria de águas pluviais no Bessa I, toda extensão da praia de Manaíra,
o trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas
pluviais do Cabo Branco, o trecho de 100 metros à direita e à esquerda
das Palhoças do Seixas, o trecho de 100 metros à direita e à esquerda da
desembocadura do Rio Cabelo na Penha e o trecho de 100 metros à direita
e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho, no Maceió.
Outras 48 praias estão apropriadas para o banho. A qualidade da água
varia entre excelente, muito boa e satisfatória. Porém, a Sudema
recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em
áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais,
principalmente se houver indício de escoamento recente.
Só na capital, cinco praias devem ser evitadas por banhistas.
Classificação é válida até o dia 28 de março.
Do G1 PB
Praia do Cabo Branco deve ser evitada essa semana (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Oito praias do litoral paraibano foram classificadas com impróprias
para banho esta semana. Segundo o relatório semanal de balneabilidade da
Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), os
banhistas devem evitar as praias do Bessa I, Manaíra, Cabo Branco,
Seixas e Penha, em João Pessoa, Costinha, em Lucena, do Jacaré, em Cabedelo, e do Maceió, em Pitimbu. A classificação é válida até a emissão do próximo relatório, em 28 de março.
Toda a extensão da Praia de Manaíra deve ser evitada por banhistas. No
Bessa I, o trecho que está impróprio para banho fica a 100 metros à
direita e à esquerda da desembocadura do Maceió do Bessa. No Cabo
Branco, a área evitada deve ser a 100 metros à direita e à esquerda da
galeria de águas pluviais.
Ainda em João Pessoa,
na Praia do Seixas, a área não recomendada é a 100 metros à direita e à
esquerda das Palhoças do Seixas. Enquanto isso, na Penha, deve-se
evitar o trecho de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do
Rio Cabelo.
Na Praia do Jacaré, deve ser evitada a área localizada na margem
direita do estuário do Rio Paraíba. Em Pitimbu, a recomendação para os
banhistas é respeitar a área de 100 metros à direita e à esquerda da
desembocadura do Riacho do Engenho Velho. Na Praia de Costinha, deve ser
evitado o trecho de 100 metros à direita do mangue.
Todas as outras praias são consideradas próprias para banho, sendo
classificadas como satisfatória, muito boa ou excelente. Mesmo assim, a
Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias
localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas
pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.
A
Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), por meio
da Coordenadoria de Medições Ambientais (CMA), divulgou o relatório
semanal de balneabilidade das praias do Litoral paraibano, que
classifica 49 próprias para banho. Conforme o relatório, elas estão
consideradas adequadas para o banho e são classificadas nas categorias
excelente, muito boa e satisfatória.
As
praias impróprias para banho são a do Jacaré, localizada em Cabedelo
(margem direita do Estuário do Rio Paraíba), Manaíra (toda extensão da
praia), Seixas (trecho de 100 metros à direita e à esquerda das palhoças
do Seixas), Penha (100 metros à direita e à esquerda da desembocadura
do Rio Cabelo), Maceió em Pitimbu (100 metros à direita e à esquerda da
desembocadura do Riacho do Engenho Velho), Bessa I (trecho de 100 metros
à direita e à esquerda da desembocadura do Maceió do Bessa) e Bessa II
(trecho de 100 metros à direita e à esquerda da galeria de águas
pluviais).
Apesar
de classificadas como próprias à balneabilidade, a Sudema recomenda aos
banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais
a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se
houver indício de escoamento recente. Essa classificação é válida até a
próxima sexta-feira, 21 de março.
A
equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma
vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias do Estado,
por meio de coleta de material para análise. O monitoramento é semanal
nos municípios localizados em centros urbanos com grande fluxo de
banhistas: João Pessoa, Lucena e Pitimbu. Nos demais municípios do
litoral paraibano, a análise é realizada mensalmente.
A
Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Social
da Capital recebeu da Superintendência de Administração do Meio
Ambiente (Sudema) o projeto de sinalização vertical e de divulgação na
internet sobre as condições de balneabilidade das 12 praias de João
Pessoa. O prazo definido em audiência com o Ministério Público para a
instalação das placas indicativas se encerra no dia 8 de julho.
Segundo
o promotor de Justiça João Geraldo Barbosa, o objetivo da promotoria é
garantir ao cidadão paraibano e aos turistas o direito ao acesso à
informação sobre a qualidade das águas das praias, através da
classificação "próprias" ou "impróprias" para o banho e atividades
esportivas aquáticas.
Atualmente, a divulgação das condições de
balneabilidade das praias do litoral paraibano é realizada através de
relatório semanal produzido pela Coordenadoria de Medições Ambientais da
Sudema a partir de coletas realizadas em 56 praias do estado.
O
projeto apresentado pela Sudema pretende reformular a divulgação e
ampliar o acesso à informação divulgada a partir do relatório semanal
com a instalação da sinalização vertical na orla da capital para
facilitar o acesso a esses dados.
As placas indicativas deverão ser
instaladas até o dia 8 de julho nas praias Bessa 1 e 2, Manaíra, Tambaú,
Cabo Branco, Seixas, Penha, Jacarapé, Arraial, Sol, Camurupim e Barra
de Gramame. As placas com o slogan "Se liga na balneabilidade" informará
o nome da praia e a indicação "própria" ou "imprópria".
O projeto na
íntegra encaminhado pela Sudema está à disposição para consulta na
promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Capital para os promotores de
Justiça que atuam em municípios do litoral e que queiram estender a
iniciativa às demais praias paraibanas.
Início das intervenções depende diretamente da liberação orçamentária da Caixa Econômica Federal.
A assessoria de
imprensa da Seplan informou que o início das intervenções depende
diretamente da liberação orçamentária da Caixa Econômica Federal. Após o
final da análise e aprovação emitida pelo órgão, a Prefeitura de João
Pessoa realizará o processo de licitação, para escolher a empresa que
participará das obras. Só depois as intervenções serão iniciadas.
Segundo informações do secretário adjunto da Seplan, Glauco Oliveira,
o projeto de contenção da erosão na falésia do Cabo Branco é dividido
em duas etapas: a primeira é de R$ 8 milhões, em que será feito arrecife
artificial a 150 metros da costa, em uma área nas proximidades da praça
de Iemanjá e um enrocamento aderente no calçadão e no pé da barreira.
A segunda etapa consiste em arrecife artificial a 150 metros da costa
e enrocamento aderente, só que desta vez na Praia do Seixas. A previsão
é que a segunda etapa custe R$ 7 milhões, no entanto ainda não há
dotação orçamentária para ela.
Defesa Civil
Municipal mantém o alerta para que os banhistas e pedestres fiquem
atentos ao trafegar pelo perímetro que vai da Praça de Iemanjá.
Beto PessoaRizemberg Felipe
Após quase três meses
desde apresentação do projeto de contenção da erosão na falésia do Cabo
Branco, as obras ainda não foram iniciadas. Isso porque a Caixa
Econômica Federal (CEF) ainda não expediu a liberação orçamentária para o
início das intervenções. De acordo com a Secretaria de Planejamento de
João Pessoa (Seplan), desde o mês passado, o órgão aguarda a conclusão
da análise, para dar continuidade ao processo.
Por essa razão, a Defesa Civil Municipal mantém o alerta para que os
banhistas e pedestres fiquem atentos ao trafegar pelo perímetro que vai
da Praça de Iemanjá, que está parcialmente destruída devido aos efeitos
da erosão e da força das ondas do mar, até a Praia do Seixas, visto que
os riscos de deslizamento continuam.
O coordenador do órgão, Noé Estrela, disse que os riscos se mantêm
sobretudo em dias de feriados e finais de semana. “A barreira tem vários
pontos negativos, que vão continuar até a conclusão das obras. Há meses
alertamos a população sobre os riscos de deslizamento, por conta dos
fortes ventos da região.
Muita gente aproveita os dias livres para ir ao local e não toma os cuidados necessários”, comentou.
De acordo com Noé Estrela, apesar das placas de alerta presentes em
toda a extensão da falésia, a falta de atenção de quem visita o local
ainda é comum. “O problema é que muita gente aproveita os dias livres
para ir àquela região, muitos aproveitam a sombra das barreiras para se
proteger do sol, outros caminham no topo da barreira sem se preocupar.
Nós alertamos que isso é perigoso, o local pode ter deslizamento e
machucar quem está embaixo ou derrubar quem está em cima”, alertou.
Mesmo com as orientações da Defesa Civil expostas em placas de
sinalização, que alertam sobre os riscos de desmoronamento na área, os
banhistas ignoram o perigo, a exemplo do físico Gilberto Costa, 64 anos,
que caminha frequentemente à beira-mar, passando por baixo da barreira.
“Aproveito a maré baixa para caminhar por aqui, apesar de saber do
risco. No entanto, é lamentável esse estado, pois como a barreira não
tem visibilidade política, a não ser no dia que realmente cair e sobrar
para o atual gestor, a situação vai continuar a mesma. Com um visual
desse, é uma pena”, lamentou.
Já o vigilante Carlos Antônio, 31 anos, que costuma visitar o local
com a esposa e o filho pequeno, passa pela parte de cima da barreira
para chegar à praia. “Nós passamos por cima porque é o único acesso que
temos, mas mesmo assim tememos que algo aconteça durante nossa passagem.
Por outro lado, evitamos passar por baixo da barreira ou nos acomodar
lá, porque acredito que o risco é ainda maior, tendo em vista que já
existem muitas pedras que caíram da barreira”, declarou. (Especial para o
JP. Colaborou Jaine Alves)
Defesa Civil de João Pessoa vai colocar uma faixa de segurança para evitar que as pessoas passem muito perto da barreira.
Valéria Sinésio
Durante as chuvas
registradas em meados de junho, em João Pessoa, o problema de
desmoronamento na barreira do Cabo Branco preocupou as autoridades da
Defesa Civil de João Pessoa. Quando isso ocorre, passar pelo local pode
terminar em uma tragédia. Como medida preventiva e emergencial, o
coordenador da Defesa Civil, Noé Estrela, tomou algumas providências.
“Desde as chuvas do mês passado reforçamos o monitoramento nessa área
e decidimos que é necessário colocar uma faixa de segurança para evitar
que as pessoas passem muito perto da barreira. O perigo é maior quando a
maré está alta, o que pode resultar em uma tragédia”, declara. O
coordenador lembra que não será preciso, pelo menos por enquanto,
interditar totalmente a área. O trabalho será executado nas próximas
semanas em parceria com a Secretaria de Infraestrutura.
No ano passado, a Secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa realizou
um estudo de contenção da erosão da barreira do Cabo Branco, Praça de
Iemanjá e Praia do Seixas. O projeto de engenharia prevê soluções para a
área, que tem os pontos mais críticos quando o assunto é erosão e
avanço do mar. Os estudos tiveram início em 2008 e contaram com
participação de professores de várias universidades do Nordeste.
O estudo feito pela Semam já foi entregue à Secretaria de
Planejamento de João Pessoa, mas o secretário Aldo Prestes não atendeu à
solicitação do JORNAL DA PARAÍBA para responder o andamento do processo
licitatório. No início de junho, a previsão feita pelo
secretário-adjunto da Seplan, Glauco Oliveira, foi de que o processo de
licitação para contratação da empresa seria aberto este mês.
O projeto inclui obras de contenção da erosão da barreira do Cabo
Branco, Praia do Seixas e Praça de Iemanjá. A obra está orçada em R$16
milhões, mas apenas R$6 milhões estão assegurados pela Caixa Econômica
Federal. O restante do dinheiro, segundo a Seplan, deve ser obtido
através de emendas parlamentares.
Pesquisadores de três universidades federais estudaram e planejaram intervenções para retardar erosão da falésia do Cabo Branco.
Segundo o analista
ambiental da Semam, Williams Guimarães, o projeto prevê ações que vão
reduzir a erosão na Praia do Seixas, Barreira do Cabo Branco e Praça de
Iemanjá. Os estudos começaram a ser executados em 2007 e demoraram
quase três anos para ficar prontos. Foram iniciados em 2007 e
finalizados em dezembro de 2009.
Os trabalhos foram feitos por especialistas da Universidade Federal
da Paraíba, que traçaram um diagnóstico do meio biótico e
socioeconômico; da Universidade Federal de Pernambuco, que fizeram o
diagnóstico do Meio Físico; e da Universidade Federal do Ceará, que se
encarregaram de fazer a modelagem numérica, para sugestão das
instalações dos quebra-mares, usando equipamentos oceanográficos
necessários para a coleta dos dados.
Os estudos foram coordenados pela Fundação Apolônio Sales, da
Universidade Federal Rural de Pernambuco, com a coparticipação da Semam.
Parte dos recursos que serão usados serão da Caixa Econômica Federal
(CEF). Por isso, o banco também passou a analisar o caso.
Após receber os projetos, a Semam os apresentou aos órgãos ambientais
para pleitear as licenças ambientais, que autorizam o início das obras.
“Como se trata de obra que causa impactos locais e não regionais, a
Sudema pediu permissão ao Ibama para conceder a licença”, conta o
analista. Segundo o analista ambiental da Semam, Williams Guimarães, o
projeto prevê ações que vão reduzir a erosão na Praia do Seixas,
Barreira do Cabo Branco e Praça de Iemanjá. Os estudos começaram a ser
executados em 2007 e demoraram quase três anos para ficar prontos.
Foram iniciados em 2007 e finalizados em dezembro de 2009.
Os trabalhos foram feitos por especialistas da Universidade Federal
da Paraíba, que traçaram um diagnóstico do meio biótico e
socioeconômico; da Universidade Federal de Pernambuco, que fizeram o
diagnóstico do Meio Físico; e da Universidade Federal do Ceará, que se
encarregaram de fazer a modelagem numérica, para sugestão das
instalações dos quebra-mares, usando equipamentos oceanográficos
necessários para a coleta dos dados.
Os estudos foram coordenados pela Fundação Apolônio Sales, da
Universidade Federal Rural de Pernambuco, com a coparticipação da Semam.
Parte dos recursos que serão usados serão da Caixa Econômica Federal
(CEF). Por isso, o banco também passou a analisar o caso.
Após receber os projetos, a Semam os apresentou aos órgãos ambientais
para pleitear as licenças ambientais, que autorizam o início das obras.
“Como se trata de obra que causa impactos locais e não regionais, a
Sudema pediu permissão ao Ibama para conceder a licença”, conta o
analista. Segundo o analista ambiental da Semam, Williams Guimarães, o
projeto prevê ações que vão reduzir a erosão na Praia do Seixas,
Barreira do Cabo Branco e Praça de Iemanjá. Os estudos começaram a ser
executados em 2007 e demoraram quase três anos para ficar prontos.
Foram iniciados em 2007 e finalizados em dezembro de 2009.
Os trabalhos foram feitos por especialistas da Universidade Federal
da Paraíba, que traçaram um diagnóstico do meio biótico e
socioeconômico; da Universidade Federal de Pernambuco, que fizeram o
diagnóstico do Meio Físico; e da Universidade Federal do Ceará, que se
encarregaram de fazer a modelagem numérica, para sugestão das
instalações dos quebra-mares, usando equipamentos oceanográficos
necessários para a coleta dos dados.
Os estudos foram coordenados pela Fundação Apolônio Sales, da
Universidade Federal Rural de Pernambuco, com a coparticipação da Semam.
Parte dos recursos que serão usados serão da Caixa Econômica Federal
(CEF). Por isso, o banco também passou a analisar o caso.
Após receber os projetos, a Semam os apresentou aos órgãos ambientais
para pleitear as licenças ambientais, que autorizam o início das obras.
“Como se trata de obra que causa impactos locais e não regionais, a
Sudema pediu permissão ao Ibama para conceder a licença”, conta o
analista.