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quinta-feira, 27 de março de 2014

Canal vai garantir segurança hídrica

Com extensão de 112,4 quilômetros e cortando 12 cidades, Canal Acauã-Araçagi irá beneficiar 38 municípios com águas da transposição.



 
Fotos: Kleide Teixeira
Serão cerca de 600 mil pessoas beneficiadas com a chegada do canal Acauã-Araçagi
A construção do canal Acauã-Araçagi representa desenvolvimento da região do Vale do Mamanguape e sustentabilidade hídrica para a população de 38 municípios. A obra, que tem investimento de R$ 1 bilhão, e está sendo construída através de parceria do governo do Estado com o Ministério da Integração, vai garantir a sobrevivência de famílias que hoje sofrem com a falta de água na região.
 
Serão cerca de 600 mil pessoas beneficiadas com a chegada do canal Acauã-Araçagi, que vai receber as águas da transposição do Rio São Francisco. Para os pequenos agricultores do município de Cruz do Espírito Santo, a obra representa esperança. Muitos desses trabalhadores colecionam lembranças tristes dos anos de seca.
 
A última delas, entre os anos de 2012/2013, deixou um saldo negativo de plantações perdidas e animais mortos. A seca é o maior tormento para o homem do campo, que precisa da terra e da água para garantir a sobrevivência da família. Sem isso, muitos deixam a mulher e os filhos em casa e vão para o Sudeste em busca de emprego.
 
O agricultor Flávio Vieira da Silva, 40 anos, soube da construção do canal Acauã-Araçagi pela televisão e desde então passou a ter uma nova perspectiva.
 
“Quando vi os homens trabalhando na obra, aquela obra gigante, eu chorei de emoção. Quando a água do canal passar por aqui, nós poderemos plantar para colocar o alimento na nossa mesa e vender o excedente para ter o dinheiro de sustentar a família”, declarou.
 
Na última seca, considerada a pior dos últimos 40 anos por especialistas, Flávio Vieira perdeu toda a plantação de cana-de-açúcar e não teve outra alternativa a não ser lamentar. Este ano ele vai arriscar plantar novamente, mas tem medo que não tenha chuva. A renda da família é proveniente unicamente da agricultura e do programa Bolsa Família, do governo federal.
 
O abastecimento de água na zona rural de Cruz do Espírito Santo é precário, segundo o agricultor.“Temos água dia sim, dia não”, afirmou. Por conta disso, a esposa do agricultor trata logo de encher baldes e a cisterna, no quintal da casa, para garantir água para beber, preparar as refeições, dar o banho das crianças e lavar roupas.
 
A falta de água incomoda a família, que deposita a esperança no Canal das Vertentes Litorâneas. A colocação de uma cisterna em casa minimizou o problema, mas está longe de garantir a sustentabilidade hídrica, o que só será alcançado com a construção do canal. Até um ano atrás, Flávio percorria 2 quilômetros de bicicleta para pegar água em baldes em um sítio próximo.
 
“Fazia pelo menos cinco viagens, indo e vindo.Muito cansativo, mas sei que tudo vai melhorar”, afirmou.
 
Na casa da aposentada Edith Cabral da Silva, 68, a situação é parecida. Falta água quase todos os dias. Uma rachadura na cisterna impede o armazenamento da água. Morando há 18 anos no sítio Dona Helena, em Cruz do Espírito Santo, ela já perdeu as vezes que ficou sem tomar banho por conta da falta de água. O problema interfere, também, nos afazeres domésticos.
 
“Não posso me dar ao luxo de lavar a casa, isso seria um gasto de água enorme, é até pecado”, comentou.
 
38 CIDADES BENEFICIADAS
O canal Acauã-Araçagi corta, fisicamente, 12 cidades, mas seu raio de alcance vai levar água para a população de 38 municípios. Com a água levada pelo canal, o sonho da irrigação se tornará realidade para os agricultores dessas localidades.
 
O canal tem extensão de 112,4 quilômetros e está dividido em três lotes. No primeiro lote, no município de Itatuba, as obras estão em ritmo acelerado. Os primeiros dez quilômetros devem ser entregues até o mês de junho.
 
O lote 2, que tem 41 quilômetros de extensão, foi instalado na comunidade Curimataú, em Caldas Brandão.
O canal vai passar pelos municípios de Sobrado, Mari, Sapé e Riachão do Poço. O maior trecho do canal ficará no município de Sapé, que terá 24,9 km de extensão. O canteiro de obras do lote 3 será instalado entre as cidades de Mamanguape e Araçagi, e tem extensão de 30,58 quilômetros.
 
O canal terá trechos com largura de 120 metros em aberto, que receberá revestimento impermeável. A água seguirá por gravidade média de três centímetros a cada quilômetro.
 
A obra está sendo realizada através de três consórcios: Marquise, Via Engenharia e Queiroz Galvão. O canal Acauã é tratado pela Marquise como “um dos mais relevantes programas de obras estruturantes em execução no Nordeste”.

A Marquise participa, em consórcio, da execução dos lotes 1 e 2 do programa, cujos contratos correspondem a aproximadamente R$ 700 milhões. A Via Engenharia também é responsável pela execução dos lotes 1 e 2.

VALE DO PARAÍBA VAI TER SUSTENTABILIDADE HÍDRICA
A ordem de serviço do lote 2 foi assinada em setembro do ano passado pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e o governador do Estado, Ricardo Coutinho.

A obra é considerada a segunda maior do Nordeste, ficando atrás apenas das obras da transposição do rio São Francisco. O canal é sinal de esperança para a população do Vale do Paraíba, que já foi uma terra próspera para a agricultura e pecuária.
 
A sustentabilidade hídrica vai possibilitar, além do abastecimento, a irrigação de aproximadamente 15 mil hectares de áreas agricultáveis. Isso representa que a região vai ter de volta a possibilidade de prosperidade. O canal complementa os investimentos realizados no eixo leste, responsável por receber as águas da transposição do Velho Chico.

Com o canal Acauã-Araçagi, a seca não vai deixar de existir, por ser um fenômeno climático, característico da região do semiárido, mas seus efeitos serão minimizados.

As famílias terão a segurança hídrica que vai garantir sustentar a plantação, a criação de gado, a água para beber, para preparar os alimentos e fazer a higiene pessoal, por pelo menos 30 anos, nas bacias dos rios Paraíba, Gurinhém, Miriri, São Salvador, Mamanguape, Araçagi e Camaratuba.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Queimadas provocam falta de luz na Paraíba


Energisa orienta para que não sejam realizadas queimadas próximo à rede elétrica.


Mais um desligamento devido a queimadas de canaviais ocorreu na tarde desta terça-feira, 30, das 13h06 às 13h09. Desta vez, a queimada provocou o desligamento de toda a subestação Sapé, que supre uma população de aproximadamente 100 mil pessoas dos municípios de Sapé, Mari, Cruz do Espírito Santo, Sobrado, Riachão do Poço, Cuité de Mamanguape e Capim. 
“O número de desligamentos, em 2012, causados pelas queimadas próximas as redes de distribuição tem nos surpreendIdo. A Polícia Ambiental foi acionada e nossa equipe está aguardando para fazer os devidos registros e autuações.”, afirmou o gerente de Manutenção da Transmissão da Energisa, Tércius Cassius Melo de Morais 
As queimadas nos canaviais foram as causas das sucessivas suspensões no fornecimento de energia para cerca de 87 mil pessoas no último sábado, 27. As ocorrências foram registradas pela manhã e afetaram a distribuição de energia para municípios do litoral sul e norte. As cidades atingidas foram Mataraca, Jacaraú, Lagoa de Dentro, Curral de Cima, Pedro Regis, ao norte, e Caaporã, Pitimbí, Acaú e Condado ao sul. 
Em todas as ocorrências, houve desrespeito à faixa de segurança determinada pela lei que proíbe o uso de fogo em áreas próximas à rede elétrica. “Para as linhas de transmissão, a faixa de segurança é de, no mínimo, 20 metros, e para a distribuição, 15 m. O problema é que, quando os limites não são respeitados, o calor afeta a composição do ar, provocando curtos-circuitos entre os condutores e até mesmo entre os condutores e os postes”, explica o gerente de Manutenção da Transmissão da Energisa, Tércius Cassius Melo de Morais.
A Energisa lamenta o desconforto e reforça a orientação para que não sejam realizadas queimadas próximo à rede elétrica.
Em setembro, a Energisa lançou, em parceria com a Sudema, a campanha “Evite queimadas” cujo principal objetivo é alertar a população dos perigos e prejuízos que as queimadas podem causar ao meio ambiente e à economia do Estado. Estavam presentes na reunião de lançamento da campanha representantes de prefeituras, dos usineiros, da Associação dos Plantadores de Cana-de-açucar, da Polícia Ambiental, do Ibama, entre outros. 
Segundo Tércius Cassius, do Departamento de Manutenção da Transmissão da Energisa, cerca de 430 mil pessoas estão sujeitas a sofrer com a interrupção do fornecimento de energia elétrica decorrente das queimadas. Desde 2010, ocorreram cerca de 25 interrupções no fornecimento de energia elétrica por ano.
O problema não atinge apenas os clientes residenciais, mas também indústrias de grande porte, chegando a média de quatro ocorrências por ano. Os números apontam que três usinas eólicas deixaram de gerar cerca de 60 megawatt de energia elétrica em conseqüência das queimadas. 
Entre outros impactos, estão as sobretensões que podem causar a queima de equipamentos e  o aumento de acidentes nas áreas atingidas, devido ao risco de rompimento de condutores.
A campanha “Evite as queimadas” está sendo veiculada diariamente nas rádios, além do trabalho educativo nas comunidades e usinas, por meio da distribuição de uma cartilha alertando sobre os perigos das queimadas. A Energisa vem realizando o monitoramento das queimadas por GPS e repassa as informações a Sudema, responsável por tomar as providências legais para punir os descumpridores da legislação.
Assessoria de Imprensa

sábado, 20 de outubro de 2012

Romaria realiza caminhada de 12 quilômetros em defesa dos rios da Paraíba

 
Assessoria
 
A noite de sábado, (20/21) para domingo será de muita movimentação entre os municípios de Salgado de São Félix e Itabaiana, com a realização da 24ª Romaria da Terra. A atividade terá um percurso de 12 quilômetros, com três paradas para reflexões sobre a degradação dos rios. Segundo o deputado estadual Frei Anastácio (PT), só do rio Paraíba já foram retiradas, nos últimos 20 anos, mais de 700 milhões de toneladas de areia, por 30 empresas que exploram o leito do rio.O tema da romaria é a "A Natureza Clama por Justiça; os rios choram suas mortes".
 
O deputado denuncia que as empresas exploram o Rio Paraíba, de forma indiscriminada, numa área de 300 quilômetros, nos municípios de Salgado de São Félix, Mogeiro, Itabaiana, São José dos Ramos, Pilar, São Miguel de Taipu, Cruz do Espírito Santo e Santa Rita. "A mesma situação acontece com o rio Mamanguape, onde várias empresas estão atuando de forma ilegal, até mesmo dentro de assentamentos da reforma agrária", disse.
 
A Romaria contará com participação de trabalhadores e trabalhadoras rurais, representantes de entidades Sindicais, Associações, estudantes, professores universitários, ONGs e religiosos.
 
A romaria é realizada pela Comissão Pastoral da Terra, com apoio da Arquidiocese da Paraíba e paróquias de Itabaiana, Salgado de São Félix e Fórum de Preservação do Rio Paraíba.
 
Para o deputado Frei Anastácio (PT), o tema escolhido é muito oportuno. "Este ano, houve muita luta em defesa, sobretudo, dos rios Paraíba e Mamanguape, que estão sofrendo muito com a ação devastadora do homem. Umas das boas ações foi a criação do Fórum de Preservação do Rio Paraíba, a partir de uma iniciativa do nosso mandato.
 
O tema defendido pela Romaria, representa mais um incentivo para a luta, em defesa da natureza", disse o deputado.
 
O parlamentar destaca que os agricultores que moram nas proximidades dos rios sabem o que significa a degradação dos mesmos. "Com a retirada de areia, os rios estão morrendo. As terras das famílias de agricultores familiares estão sendo reduzidas, já que as margens dos quais são enlarguecidas, por força da ação humana, que visa o lucro com a retirada indiscriminada de areia. Além disso, a fauna e flora estão sendo dizimados", disse o deputado.


 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Capital registra maior índice de chuvas na PB

Dados da AESA mostram que durante o mês de julho caíram 290,5 milímetros de chuvas sobre a capital; índice é 22,8% maior que a média histórica.
 

Walter Paparazzo
Percentual coloca João Pessoa no primeiro lugar do ranking de chuvas, na Paraíba

João Pessoa registrou no mês de julho, o maior índice pluviométrico dos últimos 30 anos. Segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa), caíram sobre a capital 290,5 mílimetros de chuvas - 22,8% a mais do que a média histórica.

O percentual também colocou João Pessoa no primeiro lugar do ranking de chuvas, na Paraíba, no último mês.

As cidades de Cabedelo (254,6 mm), Santa Rita (239,7 mm), Alhandra (218,5 mm) e Pedras de Fogo (207,8 mm) completaram a lista dos cinco municípios onde mais choveu. "Entre abril e julho, temos o período mais chuvoso do Litoral, Agreste e Brejo.

É exatamente nessas regiões onde se encontram as cidades com maiores índices pluviométricos”, explicou a meteorologista da Aesa, Carmem Becker.

De acordo com a tabela divulgada pelo setor de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Cruz do Espírito Santo e Sapé também tiveram alto índice de chuvas, sendo - respectivamente - 39,2% e 56,5% maior do que a média dos últimos 30 anos durante o mês de julho. As cidades apareceram na sexta e sétima colocação no ranking, com 207,5 mm e 207 mm.

Segundo a meteorologista da Aesa, a tendência é que haja uma diminuição nas chuvas em todo o Estado. "Este mês de agosto deve ser marcado pelo aumento dos ventos e redução dos índices pluviométricos no Litoral, Agreste e Brejo. Para o Cariri, Sertão e Alto Sertão, a maior probabilidade é de chuvas de baixa magnitude. Algumas cidades podem registrar números inferiores a 10 mm”, alertou Carmem Becker.


 

sábado, 30 de junho de 2012

DER interdita três rodovias estaduais após fortes chuvas na Paraíba

29/06/2012 09h10 - Atualizado em 29/06/2012 09h10

As rodovias PB-004, PB-054 e PB-090 foram interditadas pelo DRE.
Segundo DRE, previsão é de que desvios sejam refeitos até segunda (2). 


Do G1 PB
DER decidiu interditar a PB-054 após as fortes chuvas dos últimos dias (Foto: Divulgação/SecomPB)
DER decidiu interditar a PB-054 após as
fortes chuvas dos últimos dias
(Foto: Divulgação/SecomPB)

 O Departamento de Estradas e Rodagem (DER) da Paraíba interditou na tarde da quinta-feira (28) três rodovias estaduais após terem sido danificadas por conta da chuva. As rodovias interditadas pelo DER e que por isso devem ser evitadas pelos condutores são a PB-004, próximo a Ponte da Batalha entre municípios de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo, ambas na região metropolitana de João Pessoa, a PB-054, na cidade de Itabaiana, no Agreste e a PB-090, que passa pelo município de Ingá, a cerca de 95 km da capital. A previsão é de que até a próxima segunda-feira (2), todos os desvios necessários sejam refeitos e o tráfego no local possa ser retomado, segundo o DER.
A recomendação do DER é de que os condutores não utilizem de maneira alguma as rodovias interditadas, uma vez que o tráfego no local foi interrompido por motivos de segurança. Máquinas e equipes do órgão estão sendo deslocados para as áreas com problemas com o objetivo de amenizar os transtornos dos usuários e evitar acidentes. "Renovamos nosso apelo para usuários de transportes coletivos, de carros particulares, e a população em geral para que não tentem utilizar os trechos interditados porque a interdição é por absoluta falta de segurança”, alertou Carlos Pereira, superintendente do DER.

Os motoristas que pretendem dirigir até Cruz do Espírito Santo, a alternativa é pela PB-073, por Café do Vento e Sapé, ou pelo trecho de Mulungu. Na área de Itabaiana o acesso alternativo é seguir pela estrada de Juripiranga, na PB-048, ou Pedras de Fogo, pela PB-032. Já ter para ter acesso ao município de Ingá as pessoas devem trafegar via Riachão do Bacamarte, pela BR-230.

Em Itabaiana, as águas danificaram o desvio construído por conta das chuvas no ano passado. Na área da Ponte da Batalha, em Cruz do Espírito Santo, a enxurrada também destruiu boa parte do desvio existente. Nas obras da Ponte da Batalha o desvio provisório foi danificado, rompido pela enxurrada das águas do rio Paraíba, que também recebeu água do rio Gurinhém. Nesta obra os investimentos são da ordem de R$ 2 milhões.


Ponte da Batalha, que liga Santa Rita a Cruz do Espírito Santo, teve seu desvio danificado com as chuvas (Foto: Divulgação/SecomPB)
Ponte da Batalha, que liga Santa Rita a Cruz do Espírito Santo,
teve seu desvio danificado com as chuvas
(Foto: Divulgação/SecomPB)
 
Fonte


  

DER libera tráfego para veículos de pequeno e grande porte na PB-054

SecomPB
 
DER libera tráfego para veículos de pequeno e grande porte na PB-054Imagem (da Internet)
Com a redução das chuvas e ações rápidas do Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER), foi liberado no final da tarde desta sexta-feira (29) o tráfego para veículos de pequeno e grande porte na PB-054, rodovia que interliga a BR-230 a Itabaiana, interditada no dia anterior por causa do grande volume de água no desvio onde está sendo construída uma nova ponte, destruída nas chuvas do ano passado. Na rodovia que liga a BR-230 a Ingá, o tráfego poderá ser liberado na manhã deste sábado (30), nos desvios construídos nos trechos onde o DER executa obras de construção.

As chuvas que caíram esta seman provocaram danos nos desvios construídos nos trechos onde o DER executa obras de construção e recuperação de pontes nas referidas rodovias estaduais. Por causa disso, três estradas foram interditadas desde a tarde desta quinta-feira (28), após inspeção feita pelo DER: a PB-004, nas imediações da Ponte da Batalha, entre os municípios de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo, na região metropolitana de João Pessoa; e a PB-054, no trecho que interliga a BR-230 ao município de Itabaiana; e a rodovia que interliga a BR-230 ao município de Ingá.

Em Itabaiana, as águas danificaram o desvio construído por conta das chuvas no ano passado. Na área da Ponte da Batalha, em Cruz do Espírito Santo, a enxurrada também destruiu boa parte do desvio existente. A Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Estadual sinalizam os dois trechos com tráfego interrompido, e as equipes de fiscalização do DER também foram deslocadas para auxiliar neste serviço. A previsão é de que até esta segunda-feira (2) os desvios sejam refeitos, segundo avaliou o superintendente do DER, Carlos Pereira.

Máquinas e equipes do órgão estão sendo deslocados para as áreas com problemas com o objetivo de amenizar os transtornos dos usuários e evitar acidentes. "Renovamos nosso apelo para usuários de transportes coletivos, de carros particulares, e a população em geral para que não tentem utilizar os trechos interditados porque a interdição é por absoluta falta de segurança", alertou Carlos Pereira.

Nas obras da Ponte da Batalha, o desvio provisório foi danificado, rompido pela enxurrada das águas do rio Paraíba, que também recebeu água do rio Gurinhém. Nesta obra, os investimentos são da ordem de R$ 2 milhões.
 
Alternativas de tráfego - Para se dirigir a Cruz do Espírito Santo a alternativa é pela PB-073, via Café do Vento e Sapé, ou então por Mulungu. Na área de Itabaiana o acesso alternativo é seguir pela estrada de Juripiranga (PB-048) ou Pedras de Fogo (PB-032). Para acesso ao município de Ingá as pessoas devem trafegar via Riachão do Bacamarte, pela BR-230.

De acordo com o dirigente do DER, na noite de quarta-feira (27) e madrugada de quinta-feira (28), choveu o equivalente à média do que normalmente chove em 15 a 20 dias de inverno.

Fonte