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quinta-feira, 28 de maio de 2015

PF desarticula esquema de extração ilegal de pedras preciosas na Paraíba

27/05/2015 08h19 - Atualizado em 27/05/2015 12h16
Operação conjunta com o MPF acontece também em MG, RN e SP.
Grupo extraia ilegalmente a turmalina paraíba e vendia para o exterior.
 
Do G1 PB
 

Pedra turmalina paraíba pode chegar ao valor de R$ 3 milhões, segundo a Polícia Federal (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
Operação da PF e do MP desarticula esquema de extração ilegal de turmalina paraíba
(Foto: Divulgação/Polícia Federal)

Uma operação conjunta entre a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) é realizada nesta quarta-feira (27) para desarticular um esquema de extração ilegal da pedra preciosa turmalina paraíba. Segundo a PF, uma única pedra de turmalina azul pode chegar a valer R$ 3 milhões.

A operação ‘Sete Chaves’ ocorre nas Cidades Paraibanas de João Pessoa, Monteiro e Salgadinho e também nos Municípios de Parelhas e Natal, no Rio Grande do Norte, além de Governador Valadares (MG) e São Paulo (SP).
  
Operação da PF desarticula esquema de contrabando de turmalina' (Foto: Divulgação / PF)
Uma única pedra de turmalina azul pode chegar
a valer de R$ 3 milhões, diz PF
(Foto: Divulgação / PF)
130 policiais federais do Nordeste estão dando cumprimento simultâneo a 8 mandados de prisão preventiva, 19 de busca e apreensão e 8 de sequestro de bens. Os suspeitos serão indiciados pelos crimes de lavagem de dinheiro, usurpação de patrimônio da União, organização criminosa, contrabando e evasão de divisas.
 
Segundo a Polícia Federal, entre os integrantes suspeitos de participarem da organização criminosa estão diversos empresários e um deputado estadual, que utilizavam uma rede de empresas para realizar o suporte das operações bilionárias em negociações com pedras preciosas e lavagem de dinheiro.
 
A PF e o MPF ainda não divulgaram o nome do parlamentar envolvido, mas a assessoria do deputado estadual João Henrique (DEM), sócio de uma empresa de mineração na Paraíba, encaminhou nota se posicionando sobre a operação. "A empresa do deputado está completamente regular perante a Receita Federal e o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), sendo a única que dispõe de concessão de lavra para o minério turmalina", informa a nota.
 
A assessoria de imprensa informou ainda que "o deputado apoia e contribuirá incondicionalmente com as investigações, porque também é vítima desses criminosos que vêm praticando o crime de lavra clandestina na região, através de empresas com ramificações em Parelhas, no Rio Grande do Norte, Governador Valadares, em Minas Gerais, Bangkok, Tailândia, Hong Kong, China, Houston e Las Vegas".
 
Ainda segundo a PF, o esquema criminoso começava com a extração da pedra no distrito de São José da Batalha, em Salgadinho (PB). Em seguida, as pedras eram enviadas à cidade de Parelhas (RN), onde ganhavam certificados de licença de exploração. De lá, a turmalina paraíba seguia para Governador Valadares (MG), de onde era comercializada para o exterior, em mercados na cidade de Bangkok, na Tailândia, Hong Kong, na China e Houston e Las Vegas, nos Estados Unidos.
 
 A polícia suspeita que um grande volume destas pedras esteja nas mãos de joalheiros e de pessoas no exterior. O nome da operação faz referência aos negociadores no mercado restrito da turmalina azul, que guardavam à ‘sete chaves’ o segredo sobre a existência de uma pedra valorizada e pouco conhecida no mercado.

terça-feira, 18 de março de 2014

Barracas de praia são derrubadas por ordem judicial em Cabedelo, na PB

18/03/2014 08h47 - Atualizado em 18/03/2014 12h40

Trabalho começou às 6h desta terça-feira, na praia do Poço.
Previsão é de derrubar cinco barracas.
Wagner Lima 
 
Do G1 PB
 
Ao todo, cinco barracas estão sendo derrubadas nesta segunda-feira (18) na praia do Poço, em Cabedelo, por ordem judicial (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Ao todo, cinco barracas estão sendo derrubadas
nesta segunda-feira (18) na praia do Poço, em Cabedelo,
por ordem judicial (Foto: Walter Paparazzo/G1)
 
Funcionários da Prefeitura de Cabedelo começaram às 6h desta terça-feira (18) a demolição de barracas instaladas irregularmente na Praia do Poço, em Cabedelo, em área pertencente à União. A informação foi confirmada pelo chefe da Divisão de Patrimônio da Superintendência do Patrimônio da União, Eduardo Brindeiro. Até o final da tarde desta terça-feira cinco barracas serão retiradas por conta de decisão judicial.
 
Eduardo Brindeiro reforçou que a remoção dos estabelecimentos foi motivada por decisão judicial devido às ações impetradas pelo Ministério Público Federal. “Esse é o primeiro momento de cumprimento dessa decisão. Até o final do dia vamos concluir a retirada das cinco barracas, conforme determinação da Justiça Federal", explicou.
 
Comerciantes tiveram que desocupar barracas que estavam irregulares na praia do Poço, em Cabedelo, Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Comerciantes tiveram que desocupar barracas
que estavam irregulares em praia de Cabedelo
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Segundo ele, existem outras barracas para serem retiradas no litoral, no entanto, estão em grau de recurso e a Divisão está aguardando a decisão final. "Essas construções foram erguidas de forma irregular em áreas da União e não possuem nenhuma licença para funcionar”, reforçou.

Para cumprir a decisão, os servidores da Prefeitura de Cabedelo contaram com o acompanhamento da equipe da Superintendência do Patrimônio da União e o apoio das polícias Civil, Federal e Guarda Municipal de Cabedelo. Ação similar já havia sido realizada na praia do Bessa, em João Pessoa, envolvendo oito bares que foram demolidos, após anos de disputa na justiça.
 
Fonte
 
 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

PF prende homem com 390 pássaros no Aeroporto JK, em Brasília

29/01/2014 18h57 - Atualizado em 29/01/2014 18h57 

Ele tentava levar as aves para João Pessoa, na Paraíba, na noite de terça.
Depois de ser solto, suspeito voltou à PF para levar alpiste para os bichos.
 
Do G1 DF
 
 
Aves que foram apreendidas no Aeroporto JK, em Brasília (Foto: Ricardo Moreira/G1)
Aves que foram apreendidas no Aeroporto JK, em Brasília
(Foto: Ricardo Moreira/G1)

A Polícia Federal prendeu na noite desta terça-feira (28) um homem de 50 anos que tentava embarcar com 390 pássaros, no Aeroporto Juscelino Kubitscheck, em Brasília. O suspeito foi liberado depois de assinar um termo de compromisso, mas voltou à superintendência da corporação com alpiste para as aves, por temer que elas não fossem alimentadas, segundo a PF.
O homem tentava embarcar para João Pessoa, na Paraíba, com três malas grandes onde estavam as gaiolas com filhotes e aves adultas, aparentemente de canários da terra, de acordo com a corporação.

Um funcionário da companhia aérea, que ouviu o barulho dos pássaros, acionou a Polícia Federal depois que o suspeito se recusou a abrir a bagagem.
 
As aves estavam sem água, comida, ventilação e luz. O suspeito não tinha autorização dos órgãos de fiscalização para o transporte dos animais.
 
    Malas onde estavam as aves apreendidas pela PF no Aeroporto JK (Foto: Ricardo Moreira/G1)
    Malas onde estavam as aves apreendidas pela PF no Aeroporto JK
    (Foto: Ricardo Moreira/G1)

Levado à superintendência da PF, ele disse que os bichos deveriam ser alimentados até a manhã desta quarta-feira (29) para não morrer. De acordo com a corporação, todas as aves estavam vivas. Os animais foram levados para o Ibama.
 
Segundo a PF, o homem é morador de Ceilândia e disse que adquiriu os animais em uma cidade do Entorno do DF. O suspeito afirmou que receberia R$ 4 mil pela venda. A polícia informou que o suspeito já havia sido autuado pelo Ibama por comércio ilegal de canários da terra.
 
Fonte