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terça-feira, 25 de abril de 2017

Convênio com Universidad Nacional Autónoma de México beneficiará pós-graduandos e professores


Em meio à programação de trabalho no México, o professor Reinaldo Lucena obteve mais um importante resultado para a agenda de internacionalização da UFPB.

Nesta segunda-feira, 24 de abril, o docente reuniu-se, em Morelia, no Estado de Michoacán, com Alejandro Casas, diretor do Instituto de Investigação em Ecologia e Sustentabilidade (IIES) da Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), para tratar de convênio específico para pós-graduandos e professores.

O contato com a instituição se deu por iniciativa de Lucena, que realizou pós-doutorado na localidade de Morelia. A documentação do novo acordo está em trâmite e será enviada ao Brasil posteriormente.

Reinaldo Lucena é coordenador do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema) e está em missão no México, representando a UFPB, à convite daquele país, para assinatura de convênios de intercâmbio com instituições de ensino superior.
 
Fonte: ACS | Rita Ferreira
 
 
 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

UFPB convida comunidade universitária para discutir Política Ambiental

A Prefeitura Universitária (PU) vai realizar no dia 5 de maio, às 9h, no Auditório do Bloco Multimídia do Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (CT/UFPB), Campus de João Pessoa, audiência pública para a formulação da Política Ambiental da instituição. A Comissão de Gestão Ambiental está solicitando, da comunidade universitária, sugestões que serão elencadas e discutidas durante o debate. Os interessados podem enviar suas propostas até sexta-feira (28), para o endereço de e-mail: politica.ambiental@prefeitura.ufpb.br.

O prefeito universitário João Marcelo Alves Macêdo, em entrevista à Agência de Notícias (AgN), falou dos objetivos da Política Ambiental da Universidade. Ele revelou que durante os seus 60 anos de existência, a instituição nunca obteve regularização de licença para desenvolver esse plano.

O trabalho está sendo feito em parceria com a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA) e deve ser implementado após consulta feita aos estudantes, professores, técnico-administrativos e à comunidade extra universitária, depois da aprovação do Conselho Universitário (CONSUNI) no mês de maio.

Segundo João Marcelo, a política ambiental, com um prazo de 180 dias para ser implantada, abrangerá todos os quatro Campi da UFPB. O prefeito é da opinião que ainda falta à comunidade universitária uma consciência ambiental e a que instituição pode ser autossustentável.

AgN/UFPB: A Prefeitura Universitária (PU), em audiência pública, vai debater com os seus segmentos, órgãos públicos e outras organizações municipais, estaduais e federais, sua política ambiental para os próximos anos. Qual é o objetivo principal do Plano Ambiental da UFPB?
João Macedo (JM): A Universidade há muito tempo viveu à margem da legislação por decisões equivocadas, por achar que ela só se submetia as decisões e legislação de âmbito federal, porque tinha uma autonomia. A autonomia universitária foi confundida. Por exemplo, nós tivemos obras sem alvará e uma série de complicadores. Diante de tudo isso, quando assumimos, começamos a discutir justamente um trabalho de regularização. Então, o que nos fizemos? Primeiro nós buscamos a SUDEMA e fizemos a regularização da licença de operações. O Campus nunca foi licenciado. Em seus 60 anos, a Universidade nunca teve uma licença ambiental. Com a SUDEMA, acertamos 17 condicionantes, que são pontos que devemos cumprir ao longo de 180 dias. Temos prazo para cada uma dessas situações e estamos dando cumprimento. Um dos itens, por exemplo, é manter atualizado um contrato ou um convênio com as cooperativas e associações de catadores, porque devemos fazer a chamada reciclagem. Precisamos separar o nosso lixo.

AgN/UFPB: Quais seriam os demais pontos a serem cumpridos?
JM: Outro ponto que nós temos é a criação de uma política ambiental, ou seja, imagine que o Campus I está dentro de um resquício de Mata Atlântica. Nós temos uma reserva. Salvo engano, são aproximadamente 82 hectares. Os limites da Universidade vão até ao rio lá embaixo, ou seja, o rio que divide o Castelo Branco dos Bancários ou daquela parte lá que tem o Conjunto Paulo Miranda, que é a ponta dos Bancários, depois das três ruas. Então aquela divisão ali, aquela Mata pertence à Universidade e ela deve ser preservada. A gente tem uma cerca que delimita o Campus de João Pessoa e as pessoas acham que ali é do público, mas pertence à UFPB. Na Unidade de Mangabeira, são aproximadamente 40 hectares. Nós temos que dar conta de tudo isso. Dentro de toda essa política ambiental, nós lançamos uma chamada pública para discutir tudo isso.

AgN/UFPB: O que será repensado dentro dessa politica ambiental voltada à melhoria da UFPB? O que pretende contemplar?
JM: Nesse sentido, a política ambiental vai discutir tudo que é de responsabilidade da Universidade e daqueles que convivem com a Universidade, para preservação do meio ambiente. Vamos contemplar desde a A3P, que é a Agenda do Ministério do Meio Ambiente, até toda discussão ambiental. Ou seja, nós temos aqui um espaço riquíssimo e que precisa de cuidados. Então, hoje nós estamos convocando toda a comunidade universitária (estudantes, professores e técnico-administrativos), bem como os órgãos ambientais. Nós expedimos ofício convidando a SUDEMA; Secretaria do Municipal do Meio Ambiente (SEMAM); Polícia Florestal; o Ministério Público Estadual; Ministério Público Federal; Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) para discutirem essa politica ambiental da UFPB. Precisamos repensar toda essa estrutura ambiental dentro da universidade, que vai desde o estudo sobre a coleta de resíduos; ao tratamento dado aos resíduos químicos; à política de gestão de processos; ao uso de construções inteligentes e construções sustentáveis; e à regularização fundiária, ou seja, ao uso do solo. Tudo isso está contemplado dentro dessa política.

AgN/UFPB: Essa política vai contemplar todos os Campi da UFPB?
JM: Sim. Todos os quatros Campi. Campus I, no bairro Castelo Branco, Unidade de Mangabeira, Unidade de Santa Rita; Campus II, Areia; Campus III, Bananeiras; Campus IV, Rio Tinto e Mamanguape. Considere também que nós temos outros locais como o futuro Museu de Medicina, que vai funcionar no antigo Instituto de Medicina Legal, onde funcionou a Faculdade de Medicina, perto do Cemitério Boa Sentença; a antiga Fundação José Américo, onde hoje funciona a Clínica de Psicopedagogia; a antiga Faculdade de Direito, onde funciona a Prática Forense, no centro da Capital, entre outros espaços que são de propriedade da UFPB.

AgN/UFPB: No momento atual, a UFPB tem estrutura representativa para discutir essa política ambiental?
JM: Nesse sentido, nós temos toda uma estrutura que vai contemplar e ser afetada por essa política ambiental. Nós não pensamos coisas mirabolantes. Na verdade, por isso é que nós estamos convidando a comunidade universitária a contribuir com essa discussão e a debater, para que nós possamos colocá-la em prática. Não adiantaria que nós, aqui, no Gabinete da Prefeitura Universitária, discutíssemos uma política ambiental, fizéssemos uma redação belíssima com todo o cientificismo necessário para colocar no papel, mas que, quando chegasse à comunidade, não fosse implementada, não tivesse a adesão dos nossos estudantes, professores e servidores técnico-administrativos. Convidamos também as entidades representativas do segmento universitário como Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior da Paraíba (SINTESPB), Associação dos Docentes da UFPB (ADUFPB) e Diretório Central do Estudante (DCE), para que se façam presente a essa discussão, pois nós precisamos pensar tudo isso.

AgN/UFPB: Em sua opinião, falta, ainda, na comunidade universitária, uma consciência ambiental?
JM: Sim. Como instituição educacional, nós precisamos pensar nisso. De vez em quando, penso em nossos netos que não vão ter os recursos naturais abundantes. Hoje, o que mais assola a gente é um calor, que é fruto do uso desregrado de recursos ambientais, ou seja, devastação de matas ou uso de combustíveis fósseis, e uma série de outras coisas. Então, se nós não tivermos essa consciência ambiental, nós vamos ter sérios problemas. Digo isso, preocupado com esses dez 10 ou 15 anos que temos pela frente, não é coisa para 50 ou 100 anos. Vejamos o problema hídrico que nós passamos, estamos saindo, mas nós não podemos nos descuidar. E a Universidade tem um papel fundamental, porque aqui estamos formando novos recursos humanos. Aqui é onde temos cursos de engenharia, se tivermos construções inteligentes e sustentáveis que usem, por exemplo, luz solar, que recolham resíduos sólidos e reutilizem a água. Se tudo isso ocorrer, o que vai acontecer? Nós vamos formar melhor nossos engenheiros. Então, a Universidade tem que ser exemplo nas suas ações, mas não exemplos ruins como, infelizmente, em alguns momentos nós fomos.

AgN/UFPB: Como corrigir esse erro institucional de 60 anos?
JM: Reconhecendo esse erro institucional da Universidade, nós buscamos corrigir. Então a discussão dessa nova política é isso. Existe todo um simbolismo também. Daí levamos essa discussão para dentro do CT, que é um Centro de Tecnologia e que é responsável por isso, já que lá tem Curso de Engenharia Ambiental, de Engenharia Civil e de Arquitetura que podem impactar essa política. Vamos começar a discussão por lá. Agora é um momento ímpar. Essa discussão que nós vamos levar ao CONSUNI da UFPB, precisa passar por uma etapa antes. Estou muito feliz porque desde o dia 18 de abril deste ano, quando expedimos memorando solicitando sugestões para a melhoria da nossa política ambiental, recebemos diversas contribuições. As pessoas realmente estão vindo até a instituição se mostrando preocupadas e querendo discutir isso. Uma demonstração que nós podemos ter sucesso nessa nova política ambiental.

AgN/UFPB: Qual é o prazo para implantação desse Plano Ambiental?
JM: O prazo é de 180 dias. Nós assinamos no dia 20 de fevereiro deste ano. Então temos até 20 de agosto para entregar o Plano junto à SUDEMA. Vamos fazer a discussão no dia 5 de maio. Pretendemos fechar o mês de maio com esse processo chegando ao CONSUNI e tendo um relator designado.

AgN/UFPB: De fato, a UFPB tem condições de ser uma cidade autossustentável?
JM: Com certeza. Uma instituição educacional que não acredita na mudança, não pode ser educacional. A educação é capaz de mudar o mundo; ela muda as pessoas. Se você pegar uma pessoa antes de ser letrada e depois de letrada - como diriam os mais antigos – você vai ver a diferença. É um compromisso nosso, o de ensinar. Na medida que nos policiarmos para ter uma consciência da separação do lixo, uma consciência daqueles espaços de preservação e que pensemos na sustentabilidade de uma maneira geral, nós conseguiremos, sim, fazer diferente e transformar a sociedade. A Universidade se propõe a repensar seus hábitos e, ao repensar os hábitos, nós vamos ter um avanço. É uma série de ações que já existe e que vai ser concatenada e inclusa dentro de um grande plano, que é um plano de política ambiental, ou seja, pensar diferente. A política ambiental é pensar as ações de maneiras diferentes. Nós desenvolvemos e dispomos de diversas tecnologias, mas durante muito tempo não foram fomentadas. O problema é que muitas vezes não era visto isso. Nós hoje estamos tentando descobrir, dentro de tudo que a Universidade produz, as melhores soluções. Temos que separar o que é técnico do que é político, o que não contempla a instituição. Na Prefeitura Universitária, nos buscamos as decisões técnicas. Qual a decisão técnica? Nós precisamos ter uma politica ambiental. Qual a decisão técnica? Nós precisamos reutilizar a água. Qual a decisão técnica? Nós precisamos melhorar a eficiência iluminatória da nossa Instituição, a iluminação dela precisa mudar. Nesse sentido, a Universidade está pensando diferente, está pensando no futuro, numa mudança e numa transformação que está chegando. Primeiro passo: definição de uma política ambiental. Pensar diferente. Transformar. Isso é uma nova UFPB que tem refletido sobre o seu papel diante da sociedade. Quando concluirmos essa política ambiental, ela será exemplo para as demais instituições públicas do nosso Estado. As soluções aqui construídas poderão inspirar outros gestores públicos a pensarem diferente.

Fonte: Agência de Notícias da UFPB - Paulo César Cabral
 
 
 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

UFPB assina acordo com a Universidad Autónoma Chapingo


O professor Reinaldo Lucena (Prodema/UFPB), que encontra-se em viagem de trabalho ao México, acaba de fechar o terceiro convênio de intercâmbio de sua missão naquele país, agora com a Universidad Autónoma Chapingo (UACh).

O termo foi firmado com o reitor da UACh José Sergio Barrales Dominguez, na tarde desta quinta-feira, 20 de abril, em Texcoco. O acordo beneficiará estudantes de graduação, pós-graduação e professores de todas as áreas e cursos das duas universidades.

A UACh é uma conceituada instituição pública, com quase 170 anos de existência, e é a universidade agrária mais antiga da América.

Saiba mais sobre a instituição parceira em: https://chapingo.mx/web/.


Fonte:  ACS | Rita Ferreira
 
 
 
 

domingo, 9 de abril de 2017

UFPB fecha convênio com a mexicana UAGro

sab, 08/04/2017 - 22:03


Estudantes de graduação, pós-graduação e professores de todas as áreas e cursos da UFPB poderão contar com mais uma universidade de alto nível para intercâmbio internacional. Na tarde deste sábado, 8 de abril, foi assinado acordo com a Universidad Autónoma de Guerrero (UAGro).

O documento foi firmado pelo professor Reinaldo Lucena, representando a UFPB, com o reitor Javier Saldaña Almazán, no Centro de Doenças Tropicais da instituição, em Acapulco, México.

Lucena é coordenador do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema) e está naquele país em missão de trabalho para assinatura com mais três instituições locais de ensino superior.


“Fomos recebidos com muita atenção e carinho pela UAGro. Nosso trabalho aqui está começando de forma muito positiva”, relatou o professor em comunicado à assessoria de comunicação da UFPB. Ele também destacou o apoio do professor Oliverio Hernandez, que o acompanha, na concretização da parceria. Hernandez (à direita na foto) é docente do Colégio de Postgraduados do México, instituição já conveniada, e esteve recentemente ministrando um minicurso na UFPB à convite do Prodema.
 
A UAGro oferece grande variedade de cursos de graduação e pós-graduação, em diversas unidades localizadas ao sudoeste do país. Saiba mais em: https://www.uagro.mx .
Fonte:  ACS | Rita Ferreira

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Ambientalistas farão campanha para preservação do caranguejo

Paraíba
26.01.2017 - 17:08:06


Ambientalistas farão campanha para preservação do caranguejo

Secretários de Meio Ambiente de vários municípios, além de representantes da Sudema e da ONG SOS Caranguejo-Uçá estiveram reunidos na manhã desta quinta-feira, 26, com o Superintendente do Ibama, Thiago Diniz. O encontro teve como objetivo o planejamento da campanha educativa de preservação do caranguejo porque se aproximam as datas de "andada" do crustáceo, período em que fica proibida sua captura. 

A ação terá início nesta sexta-feira, 27, às 7h30 no Mercado Público de Cabedelo, e as 10h será lançada oficialmente a campanha no "Golfinho Bar". O trabalho educativo será realizado em toda extensão do litoral paraibano e nos mercados livres. 

Confira a programação da campanha:

Dia 27/01 - (Sexta-feira) 
7h30 - Mercado público de Cabedelo
8h30 - Mercado público de Bayeux
9h - Mercado público de Tambaú (João Pessoa)
10h - Bar Golfinhos (Bessa)- Lançamento oficial da campanha.

Dia 03/02 - (Sexta-feira)
9h30 - Barra de Camaratuba 
10h30 - Baia da Traição

Fonte



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

UFPB fecha acordo internacional para Mestrado e Doutorado em Meio Ambiente

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), e o Instituto de Pesquisa Botanical Garden (MBG), sediado no Missouri, EUA, fecharam um convênio e acordo geral de cooperação acadêmica (Mestrado e de Doutorado). Este convênio marca mais um passo da estratégia de internacionalização da UFPB através da cooperação e mobilidade internacional implantado pela atual gestão. O convênio foi articulado pelo prof. Reinaldo de Lucena, atual Coordenador do Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema).
   
Para o prof. Reinaldo de Lucena, que representou a Reitora Margareth Diniz no encontro, “o convênio será de grande importância para as duas instituições, permitindo intercâmbios de estudantes, professores e técnicos que estejam realizando pesquisas com enfoque no meio ambiente”. Durante a reunião para concretização do convênio, estiveram presentes dr. Rainer Bussmann, diretor do William L. Brown Center e Curador do Economic Botany do MBG, e o estudante do Prodema/UFPB, Hélder Formiga Fernandes.
 
O convênio foi elaborado pelo prof. José Antônio, Assessor Internacional da UFPB. Na ocasião, também foi assinado um convênio entre o MBG e o Prodema envolvendo sete universidades do Nordeste do Brasil: UFPB, UFRN, UFC, UFPE, UFPI, UFS e UESC.
 
Missouri Botanical Garden
 
O Missouri Botanical Garden foi fundado pelo filântropo e botânico norte-americano, o Henry Shaw, em meado do século XIX, sendo considerado um dos jardins botânicos mais antigos dos Estados Unidos. Os pesquisadores do MBG vêm realizando pesquisas em todos os continentes, nas diversas áreas relacionadas ao meio ambiente. A parceria com a UFPB se dará principalmente nas áreas da botânica, ecologia, etnobotânica, mudanças climáticas e educação ambiental.



 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Fórum Permanente de Proteção do Gramame lança concurso para escolha de selo de qualificação

15 de dezembro de 2016 às 15h29


Inscrições serão realizadas no período de 9 de janeiro a 9 de fevereiro de 2017


Fórum Permanente de Proteção do Gramame lança concurso para escolha de selo de qualificação
Imagem: Ascom MPF/PB

O Fórum Permanente de Proteção do Gramame lançou na quarta-feira, 14 de dezembro de 2016, um concurso para selecionar a melhor proposta que será adotada como marca do “Selo de Proteção do Gramame”. O concurso é direcionado a alunos e escolas dos municípios de Pedras de Fogo, Alhandra, Pitimbu, Caaporã, Conde, Santa Rita, Bayeux e João Pessoa, que integram as bacias dos rios Gramame e Abiaí, na Paraíba. As inscrições serão realizadas no período de 9 de janeiro a 9 de fevereiro de 2017.

O Selo de Proteção do Gramame é uma certificação que será concedida pelo Fórum Permanente de Proteção do Gramame a instituições públicas ou privadas, empresas, organismos e instituições do terceiro setor, que estejam ambientalmente adequadas, e que não tenham nenhum registro ou procedimento irregular em relação à Bacia do Gramame. Além de cumprirem todas as obrigações legais, as instituições candidatas ao selo deverão apresentar um projeto voltado para a revitalização do rio.

De acordo com o edital do concurso, a logomarca deverá abranger aspectos peculiares do projeto de revitalização da Bacia do Gramame e de sua preservação. As propostas serão avaliadas quanto à criatividade, originalidade, clareza de comunicação, aplicabilidade e análise da justificativa da logomarca.


Premiação – Serão premiados os três primeiros colocados de cada categoria, sendo R$ 3 mil para o primeiro colocado, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro.

Participantes – O concurso abrangerá as seguintes categorias de participantes: alunos/escolas do ensino fundamental; alunos/escolas do ensino médio; alunos/escolas do ensino técnico ou superior; e Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs) que desenvolvam atividades relativas à proteção do rio Gramame ou atuem em áreas que encontrem afinidade com as propostas do Fórum Permanente de Proteção do Gramame. A participação deve ser individual ou em grupos de até dez pessoas. Cada participante ou grupo poderá inscrever apenas uma proposta.

Inscrição – As inscrições serão gratuitas e poderão ser realizadas no período de 9 de janeiro a 9 de fevereiro de 2017. Os interessados deverão apresentar ficha de inscrição, disponível no site do MPF/PB, devidamente preenchida e assinada por cada um dos participantes; cópia autenticada da cédula de identidade (frente e verso) ou certidão de nascimento de cada um dos concorrentes; e o projeto de criação da logomarca em conformidade com os requisitos do edital.

Os documentos de inscrição poderão ser entregues na Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, na sede do Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB), das 12h às 17h, de segunda a quinta, e das 8h às 13h, na sexta-feira. O MPF fica localizado na Av. Getúlio Vargas, 255/277, Centro, João Pessoa (PB), CEP: 58013-240. As inscrições ainda poderão ser feitas via correio ou enviadas por e-mail (forumdogramame@gmail.com), com a identificação “Concurso para Logomarca do Selo de Proteção do Gramame”.

Diagnóstico da bacia - Na audiência também foram apresentados os resultados parciais de diagnóstico ambiental feito por pesquisadores da UFPB para identificar o uso e ocupação do solo às margens dos rios, identificar as áreas de preservação permanente que precisam de restauração, incluindo margens, riachos, nascentes e aguados, localizar fontes de contaminação além da presença de metais e agrotóxicos, entre outros fatores.

Fórum - Compõem o Fórum Permanente de Proteção do Gramame os seguintes órgãos e entidades: MPF/PB, MPPB, Ministério Público do Trabalho (MPT), Secretaria de Meio Ambiente do Município de João Pessoa (Semam), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Rumos Empreendimentos Ambientais, Fundação Parque Tecnológico, Agro Industrial, Coteminas e Cotel.

Fonte

 

sábado, 9 de agosto de 2014

Ornitólogos documentam a extinção de três aves endêmicas do Nordeste

Uma coruja e duas espécies da ordem dos Passeriformes não são mais encontradas no trecho de mata atlântica que vai de Alagoas ao Rio Grande do Norte 


MARCOS PIVETTA | Edição Online 23:21 8 de agosto de 2014

Limpa-folha-do-nordeste (Philydor novaesi): descoberto em 1979 e agora provavelmente extinto
© CIRO ALBANO
Limpa-folha-do-nordeste (Philydor novaesi): descoberto em 1979 e agora provavelmente extinto


Procuram-se exemplares de caburé-de-pernambuco, gritador-do-nordeste e de limpa-folha-do-nordeste. Encontradas apenas no chamado Centro Pernambuco de Endemismo (CPE), nome dado a uma estreita faixa de mata atlântica ao norte do rio São Francisco que corta os estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e o Rio Grande do Norte, essas aves raras sumiram das câmeras e gravadores dos ornitólogos faz um bom tempo. Não há notícias recentes delas.  Há 12 anos, ninguém avista ou grava o canto de um caburé-de-pernambuco (Glaucidium mooreorum), uma corujinha que mede 14 centímetros e exibe pintinhas no alto da cabeça e na nuca. Faz sete anos que houve o último registro conhecido de um gritador-do-nordeste (Cichlocolaptes mazarbarnetti) e três do limpa-folha-do-nordeste (Philydor novaesi), duas espécies muito parecidas da ordem dos Passeriformes, os populares passarinhos, com cerca de 20 centímetros de comprimento.

Diante dessa situação, um grupo de dez pesquisadores radicados no Brasil acaba de publicar um artigo na revista científica Papéis Avulsos de Zoologia em que defendem a ideia de que as três se extinguiram. Embora a rigor se deva esperar 50 anos após o último registro de uma ave para considerá-la oficialmente extinta, os especialistas acreditam que não há outra explicação para o sumiço das três espécies.  “Com os dados que temos, não há infelizmente outra conclusão possível” diz Luís Fábio Silveira, curador da seção de ornitologia do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZ-USP), um dos autores do trabalho. “Essas são as primeiras aves endêmicas brasileiras cuja extinção é registrada em tempos modernos, desde que a pesquisa nessa área se estabeleceu no país.”  Por tempos modernos, entende-se depois do século passado.  Antes dessas três aves do CPE, havia o registro da extinção de outras duas espécies nesse período, mas que não eram endêmicas do Brasil:  o maçarico-esquimó (Numenius borealis), ave migratória originária da América do Norte que passava pelo Brasil até os anos 1940, e a arara-azul-pequena (Anodorhynchus glaucus), que era encontrada na Argentina, Uruguai, Paraguai e Sul do Brasil até o final do século XIX.

No artigo, os pesquisadores analisaram o status de conservação de 16 espécies de aves do CPE, considerada a região nacional com maior número relativo de aves em perigo de extinção e uma das áreas com a maior concentração de espécies ameaçadas em todo o mundo. Quinze dessas espécies eram consideradas ameaçadas de extinção pela lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). O trabalho levou em conta os dados obtidos nos últimos 11 anos em coletas pontuais ou sistemáticas nos remanescentes de floresta na região.

O desmatamento histórico e progressivo da mata atlântica nesse trecho do Nordeste, em especial devido à presença secular do cultivo da cana-de-açúcar, é apontado com uma das principais causas do desaparecimento da corujinha e dos dois passarinhos. Hoje restam apenas 2% da área original de floresta, o hábitat por excelência dessas aves, em geral fragmentos de mata de pequeno porte. Metade dos fragmentos tem menos de 10 hectares e poucos tem mais de mil hectares. Dois desses oásis de verde são a Mata do Quengo, um trecho de 500 hectares de mata dentro de uma reserva privada no sul de Pernambuco, e a Estação Ecológica de Murici, no noroeste de Alagoas, com 6.116 hectares. Até uns poucos anos atrás, todas as espécies ameaçadas de extinção do CPE ainda eram achadas dentro desses dois grandes trechos de mata. Agora, como atesta o trabalho dos pesquisadores, ao menos três delas desapareceram inclusive desses locais.

Para piorar o problema, as florestas remanescentes nem sempre apresentam as mesmas características das matas originais. “Muitas vezes são hábitats degradados pelo uso do fogo e extração de madeira”, afirma o biólogo inglês Alexander C. Lees, do Museu Paraense Emílio Goeldi, que estuda o impacto das mudanças no uso da terra sobre as aves, outro autor do trabalho.  “É muito difícil encontrar uma mata madura, original, aqui nesta região”, diz o ornitólogo Glauco Alves Pereira, aluno de doutorado da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), que é o primeiro pesquisador a assinar o artigo na Papéis Avulsos de Zoologia. “É praticamente tudo vegetação secundária.” Há ainda a questão do desequilíbrio ecológico na cadeia alimentar que rege as relações entre as espécies animais da região. Com a diminuição no número de grandes predadores, os pequenos predadores passaram a ter um cenário mais tranquilo e, assim, passaram a atacar com maior constância os ninhos das aves, segundo Lees.
Um aspecto das extinções entristece ainda mais os pesquisadores:  aves que desapareceram tinham sido descobertas há pouco tempo. O limpa-folha-do-nordeste foi identificado em 1979 e o caburé-de-pernambuco, em 1980. O caso do gritador-do-nordeste é ainda mais dramático. Apenas neste ano, um estudo determinou que ele era uma espécie diferente do limpa-folha-do-nordeste. “Não tivemos nem tempo de estudar direito essas aves” afirma Silveira. A única saída para evitar mais extinções de aves é proteger os remanescentes de mata atlântica e, talvez, tentar reproduzir em cativeiro algumas das espécies em estado mais críticos para que elas possam retornar à natureza quando os seus hábitats estiverem restaurados, dizem os pesquisadores. Caso contrário, as outras 13 espécies ameaçadas de extinção do Centro Pernambuco de Endemismo, como o mutum-do-nordeste (Pauxi mitu) e choquinha-de-alagoas (Myrmotherula snowi), podem engrossar a lista negra dos desaparecidos, que agora inclui a corujinha e dois passarinhos.

Artigo científico:
PEREIRA, G. A. et alStatus of the globally threatened forest birds of northeast BrazilPapéis Avulsos de Zoologia. v. 54, n. 14, p. 177-194. 2014.
  

 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Semana do Meio Ambiente na PB tem exposição de cartuns ecológicos

05/06/2014 07h43 - Atualizado em 05/06/2014 07h43 

Obras ficam expostas até domingo em João Pessoa e Campina Grande.
Semana do Meio Ambiente é celebrada de 1º a 8 de junho.

Do G1 PB
 
Junião, de Bauru (SP), expõe obra na Semana do Meio Ambiente (Foto: Junião/Divulgação)
Junião, de Bauru (SP), expõe obra na
Semana do Meio Ambiente (Foto: Junião/Divulgação)

A Exposição Cartuns Ecológicos acontece a partir desta quinta-feira (5) até domingo (8) em João Pessoa e Campina Grande. A atividade faz parte da programação das TVs Cabo Branco e Paraíba na Semana do Meio Ambiente, comemorada de 1º a 8 de junho diante do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho.
Ao todo, 40 artistas de todo o Brasil expõem suas obras que abordam a temática Meio Ambiente. Os interessados podem conferir os cartoons no Tambiá Shopping, na capital, e no Shopping Partage, em Campina Grande, durante o horário de funcionamento dos estabelecimentos.

A programação da Semana do Meio Ambiente conta também com uma distribuição de ecobags ainda nesta quinta-feira (5) em semáforos de João Pessoa e Campina Grande. No sábado (7), uma feira de adoção de animais será realizada no Espaço Pet, na principal avenida dos Bancários, em João Pessoa, a partir das 10h. No mesmo dia, haverá uma coleta de lixo eletrônico no Parque da Criança, em Campina Grande, a partir das 9h.
 
Exposição também tem cartoon de Arionauro, do Rio de Janeiro (Foto: Arionauro/Divulgação)
Exposição também tem cartum de Arionauro,
do Rio de Janeiro (Foto: Arionauro/Divulgação)
 
 
 

domingo, 1 de junho de 2014

Rede Paraíba promove atividades na Semana do Meio Ambiente; confira


31/05/2014 10h14 - Atualizado em 31/05/2014 10h14 

Feira de adoção de animais acontece em João Pessoa e Campina Grande.
Exposição de cartoons ecológicos acontece de 5 a 8 de junho em shoppings.
 
Do G1 PB
 

Semana do Meio Ambiente é realizada de 1º a 8 de junho pelas TVs Cabo Branco e Paraíba (Foto: Arte/TV Cabo Branco)
Semana do Meio Ambiente é realizada de 1º a 8 de junho
pelas TVs Cabo Branco e Paraíba
(Foto: Arte/TV Cabo Branco)
As TVs Cabo Branco e Paraíba realizam uma série de atividades de 1º a 8 de junho em Campina Grande em comemoração à Semana do Meio Ambiente, diante do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho. Serão realizadas feiras de adoção, exposições, distribuição de ecobags e coleta de lixo eletrônico.

Além disso, vídeos educativos sobre o meio ambiente serão veiculados durante a programação das TVs até 8 de junho. A campanha vai abordar o tema água, além de tráfico, maus tratos e adoção de animais. Confira aqui os vídeos.

Confira abaixo a programação detalhada:

 1º de junho
Feira de adoção de animais
9h - Centro de Zoonoses em Campina Grande

5 a 8 de junho
Exposição Cartoons Ecológicos
Tambiá Shopping (João Pessoa) e Shopping Partage (Campina Grande)

5 de junho
Distribuição de Ecobags
Sinais de trânsito em João Pessoa e em Campina Grande

7 de junho
Feira de adoção de animais
10h - Espaço Pet, na principal dos Bancários, em João Pessoa

7 de junho
Coleta de Lixo Eletrônico
9h - Parque da Criança, em Campina Grande
 
 
Fonte
 
 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Prefeito convoca Conferência do Meio Ambiente e destaca preparação da cidade para o futuro

05/06/2013 - 16:07 - Atualizado em 05/06/2013 - 16:17

“João Pessoa precisa crescer e se desenvolver, mas preservando a sua qualidade de vida”

 

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, abriu, na manhã desta quarta-feira (5) a Semana do Meio Ambiente de 2013, que se estende até o próximo domingo (9) com atividades referentes ao tema “A Cidade e seus Resíduos – Uma Convivência Possível”. Durante o evento, que aconteceu no auditório do Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria, o prefeito ainda assinou o decreto de convocação para a Conferência Municipal do Meio Ambiente e carimbou o selo comemorativo pela água, lançado pelos Correios.

“João Pessoa precisa crescer e se desenvolver, mas preservando a sua qualidade de vida”, defendeu Luciano Cartaxo. “A Prefeitura tem feito um esforço gigantesco para preparar a cidade para o futuro. Não podemos achar que teremos uma vida saudável sem cuidar dos nossos recursos, por isso é preciso contar com a consciência de cada um e continuar este trabalho permanente em favor de uma cidade mais sustentável”, afirmou.

Para o secretário municipal do Meio Ambiente, Edilton Nóbrega, a Semana do Meio Ambiente coloca em pauta um tema fundamental na discussão atual sobre sustentabilidade. “Estamos trabalhando em parceria constante com a comunidade científica e outros segmentos para assegurar um gerenciamento adequado de resíduos e preparar uma cidade cada vez mais próspera e acolhedora para a população”, afirmou.

O superintendente da Autarquia Especial de Limpeza Urbana (Emlur), Anselmo Castilho, destacou o programa Limpinho 3R, que ganhou destaque em seu plano de coleta seletiva. “Este é um projeto de mudança do hábito da população e que, por isso, precisa de todo o apoio em seu desenvolvimento. Unidos podemos juntar todos nesse projeto e abraçar uma existência mais preocupada com a questão ambiental”, declarou.

Conferência – Durante o evento de abertura da Semana do Meio Ambiente, o prefeito Luciano Cartaxo assinou o decreto de convocação para a Conferência Municipal do Meio Ambiente. O evento acontecerá nos dias 30 e 31 de julho, na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, tendo como foco a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Selo – O prefeito ainda realizou a primeira obliteração (carimbo) do selo comemorativo alusivo ao Ano Internacional de Cooperação pela Água. A ação foi desenvolvida pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente para marcar o ano comemorativo instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU).

“O importante não é o lançamento do selo, mas o fato de que, por meio dele, que é um instrumento cultural, nós podemos disseminar conceitos e ideias tão importantes para a sociedade. Preservar o meio ambiente é preservar o nosso espaço e também a nossa vida”, declarou o diretor regional dos Correios, José Antônio Trajano.

Presentes - O evento também contou com a participação comandante do 1º Grupamento de Engenharia, o general de brigada Carlos Alberto Teixeira; do Capitão dos Portos na Paraíba, Vítor Buarque; o superintendente do Ibama, Bruno Elói; e o representante dos catadores de materiais recicláveis de Paratibe, Renildo dos Santos. Ainda compareceram os vereadores Bosquinho e Fernando Milanez e os deputados estaduais Anísio Maia e João Gonçalves.

PROGRAMAÇÃO

Quinta-feira (6)
09h - Educadores ambientais do Centro de Estudos e Práticas Ambientais – Cepam ministram uma oficina de garrafas PET para estudantes da Escola Municipal Luiz Augusto Crispim, no Bairro dos Ipês. Às 14h estudantes da Escola Municipal Seráfico da Nóbrega, em Tambaú, participam dos jogos ecopedagógicos.

Das 9h às 14h – No Espaço Jequitibá (Bica) será proferida a palestra ‘O Resíduo que Vira Arte’.

10h30 – Na Câmara Municipal haverá audiência pública sobre o tema da Semana do Meio Ambiente.

14h – Consulta Pública para Criação da Unidade de Conservação Picãozinho, no auditório do CAM.

Sexta-feira (7)
8h – Os educadores ambientais da Semam promoverão uma trilha no Parque Cuiá, no Valentina.

8h30 – No Espaço Jequitibá (na Bica), a bióloga Rita Mascarenhas, da ONG Guajiru, profere palestra sobre as ‘Consequências do Descarte de Resíduos para Animais de Vida Marinha’.

14h - No espaço do Cepam serão exibidos vídeos com temáticas ambientais e demonstrações das práticas desenvolvidas no Centro, para estudantes de diversas escolas de João Pessoa, que estão inscritos para participar das atividades da Semana do Meio Ambiente.

14h – Gincana de coleta de resíduos na Bica.

15h – Será inaugurado o Museu de História Natural, na Bica.

Sábado (8)

7h30 – Dia Mundial do Oceano tem a ação Praia Limpa, no Busto de Tamandaré;

14h – Operação Parque Limpo, na Bica, com grupos de escoteiros, funcionários, Bombeiros e equipe da Oficina Escola.

Domingo (9)
7h – III Passeio Ciclístico da Semana do Meio Ambiente. Local: Praça da Independência.


Secom-JP
WSCOM Online


 

sábado, 14 de janeiro de 2012

"Jacaré do Açude Velho" é encontrado morto

14 de janeiro de 2012

“Lendário Jacaré do Açude Velho” é encontrado morto na tarde deste sábado em CG


“Jacaré do Açude Velho” é encontrado morto Uma triste notícia foi postada na tarde deste sábado, (14), nas Redes Sociais, mais especificamente no FAcebook, dando conta de que o famoso Jacaré do Açude Velho morreu. Ainda não se sabe como aconteceu, mas conforme os internautas, Campina Grande está de luto e para quem nunca viu ou ouviu falar sobre o Jacaré, eis uma oportunidade para constatar sua existência.

Alguns internautas postaram informações de que ele supostamente se engasgou com alguma coisa, já que lixo é o que não falta no Açude Velho. No entanto, não se enganem, existem mais jacarés no manancial.

Veja abaixo fotos capturadas do perfil Jacaré do Açude Velho, no Facebook:











Simone Duarte

PB Agora 

Fonte


Lançada campanha para limpar a orla de João Pessoa durante o verão

14/01/2012 11h09 - Atualizado em 14/01/2012 11h09

Ação 'Cidade Limpeza, Verão Beleza' segue até o dia 12 de fevereiro.

Agentes da Emlur limparam a orla da capital na manhã deste sábado.
Do G1 PB
 
 
Operação Verão começa a partir deste sábado na Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Funcionários da Emlur trabalham limpando a orla
de João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Teve início neste sábado (14) a campanha 'Cidade Limpeza, Verão Beleza', da prefeitura Municipal de João Pessoa que conta com os profissionais da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur). O objetivo da ação é  sensibilizar banhistas e comerciantes a manterem as praias limpas e organizadas.

A solenidade de lançamento da campanha aconteceu às 9h (horário local), em frente ao Busto de Tamandaré, na praia de Tambaú. Participaram do evento, educadores ambientais, técnicos, fiscais, agentes de limpeza e funcionários do corpo administrativo da Autarquia.

Um estande da Emlur foi montado no Busto de Tamandaré e lá a população tem acesso às sacolas feitas com TNT (Tecido Não Tecido), que são laváveis e biodegradáveis, e ao sabão ecológico feito a partir do resto de óleo de cozinha. O material será entregue em toda extensão da orla e nas principais vias de acesso à praia. A ação segue até o dia 12 de fevereiro e segue sendo  desenvolvida diariamente pelos agentes de limpeza que atuarem na região litorânea de João Pessoa.

Fonte

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Meio Ambiente

Meio Ambiente

Completa 4 anos um grupo que discute na Internet a proteção do meio ambiente da Paraíba, desde 2008, liderado pelo biólogo Ronilson da Paz que possui membros de significativo histórico de contribuição ecológica, a exemplo do promotor Valério Bronzeado, advogado Talden Farias, promotor Eulâmpio Duarte, arquiteto Eugênio Carvalho, entre outros.

Abelardo Jurema, segunda-feira 09/11/2012

Fonte

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Emlur recolhe 350 toneladas de lixo da orla de João Pessoa após réveillon

02/01/2012 16h39 - Atualizado em 02/01/2012 16h39

Autarquia de Limpeza Urbana atuou em todo o litoral da capital paraibana.
Operação especial de limpeza irá até o dia 28 de janeiro.

Do G1 PB
 
Agentes da Emlur fazem limpeza na praia (Foto: Divulgação/Secom-JP)
Agentes da Emlur fazem limpeza na praia
(Foto: Divulgação/Secom-JP)
A Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana de João Pessoa (Emlur) recolheu cerca de 350 toneladas de lixo desde a noite do último sábado (31) até a manhã desta segunda-feira (2). O trabalho foi feito em todo o litoral da capital, da praia do Sol até a do Bessa, e continuará em execução durante os finais de semana de janeiro, nos eventos culturais da cidade no Busto de Tamandaré e no Ponto de Cem Réis.

De acordo com o diretor do Departamento de Remoção de Resíduos Sólidos, Varrição e Coleta (Devac), José Antônio de Araújo, foram mobilizados mais de 750 agentes na operação do réveillon, considerando os da própria Emlur e os das três empresas prestadoras de serviços.

Além da coleta de resíduos, a autarquia disponibilizou um veículo para tratar da higienização da areia. "O veículo é como um trator, que retira da areia resíduos muito pequenos, que não são retirados na coleta manual”, explica José Antônio de Araújo. Segundo ele, o veículo circulou pela parte de maior fluxo de pessoas, que vai do Busto de Tamandaré até o Hotel Tambaú.

José Antônio afirma que a quantidade de resíduos chega a triplicar nos locais onde há eventos, mas garante que isto não será problema. "A Emlur já elaborou um cronograma para atender todos os shows da Estação do Som neste verão. Intensificaremos a limpeza do Ponto de Cem Réis e do Busto de Tamandaré do dia 6 até o dia 28”, frisa ele.

ConscientizaçãoA Emlur também faz um trabalho de conscientização e educação nas praias da capital durante todo o verão. "Nós abordamos as pessoas nas praias, mostrando como deve ser feito o descarte dos resíduos e temos tido uma resposta muito positiva das pessoas”, diz o diretor do Devac.