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De acordo com Detran, considerando apenas as motos, a evolução da frota registra um crescimento de 371% em Campina Grande
Tatiana Brandão
Magnus MenezesAumento da frota atingiu índices muito altos em curto espaço de tempo, diz especialista
Relatório divulgado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) da
Paraíba revela que em Campina Grande, o crescimento da frota de veículos
foi de 185%, passando de 47.508 para 136.730 veículos, em 12 anos.
Para a mestre em engenharia de transportes Valéria Barros, com o
crescimento da frota, o tráfego campinense pode, em breve, enfrentar um
colapso. “As cidades paraibanas não estão preparadas para receber tantos
veículos. Esta é uma situação enfrentada em Campina Grande e em outras
cidades da Paraíba. Houve muito incentivo para a aquisição de veículos
sem ter um planejamento urbano adequado”, destacou.
De acordo com a especialista, “o aumento da frota atingiu índices
muito altos em curto espaço de tempo e isso acarretou uma espécie de
caos”. A proporção de veículos por habitante já chega ao índice de um
veículo para 2,85 habitantes. A estatística é maior do que a média
nacional, que é de um carro para cada cinco habitantes. Para Valéria,
os números preocupam, especialmente porque “os gestores públicos, ao
longo dos anos, não têm tido a preocupação de melhorar e incentivar o
transporte coletivo, fator que leva mais pessoas a buscarem adquirir um
carro ou uma moto para garantir mais agilidade”.
Entre as motocicletas, os dados impressionam ainda mais. De acordo
com o levantamento do Detran, considerando apenas as motos, a evolução
da frota registra um crescimento de 371% em Campina Grande, tendo
passado de 10.632 motocicletas no ano 2000 para 50.557 atualmente.
Segundo Valéria, diante de tamanho crescimento do número de veículos nas
ruas, se faz cada vez mais urgente tomar medidas, de modo que o tráfego
mantenha uma condição de fluxo aceitável. Ela enfatiza que três fatores
são essenciais para se alcançar êxito na proposta de um trânsito mais
organizado e equilibrado: educação no trânsito, engenharia de tráfego e
fiscalização.
Crescimento foi registrado do ano de 2000 até 2013.
João Pessoa apresentou aumento de 181% no número de carros.
Do G1 PB
A frota paraibana de carros cresceu 246% do ano 2000 até fevereiro de
2013, de acordo com o último relatório divulgado pelo Departamento
Estadual de Trânsito (Detran).
São 902.201 veículos registrados em toda a Paraíba, até este ano. Em
2000 a frota era de 257.279. O aumento no número de motos foi ainda
maior, de 638%. Eram 51.962 motocicletas e atualmente são 389.438, o que
representa 43% da frota total do estado.
João Pessoa tinha 100.427 carros no ano 2000 e hoje tem 285.121, um crescimento de 181%. Em Campina Grande,
estavam registrados 47.508 veículos de passeio em 2000, e hoje são
136.730, uma evolução de 185%. Só este ano, já foram registrados 12.546
carros na Paraíba, um aumento de 0,58% na frota em relação a dezembro de
2012.
O taxista Eronides da Silva, de 73 anos, comentou como foi trabalhar durante toda essa mudança no trânsito de João Pessoa.
“Estou rodando desde 1992, depois que me aposentei. O trânsito foi
crescendo devagar, mas nos últimos anos realmente aumentou mais do que o
normal. Não tenho problemas por onde trabalho, no Bairro dos Ipês, mas
nos horários de pico a gente sofre nos congestionamentos”.
Centro da capital tem grandes congestionamentos (Foto: Daniel Peixoto/G1)
Eronides trabalha das 5h às 17h e diz que “os piores horários são no
começo do expediente, por volta das 7h30, durante o horário de almoço e
no final do dia. Como eu paro de trabalhar às 17h, não pego o pico do
final do expediente, às 18h, mas já pego vários pontos congestionados”.
"Alem dos locais que já são conhecidos, como a Avenida Epitácio Pessoa,
acho que um dos principais congestionamentos é na entrada da cidade. A
capital tem poucas vias de acesso, o que complica bastante. A BR-230
para todos os dias de tanto carro", criticou o taxista.
Já em relação às motocicletas, no ano 2000 em João Pessoa estavam
registradas 10.438. Hoje, a frota da capital tem 77.207 motocicletas. Em
Campina Grande, eram 10.632 motocicletas no ano 2000 e hoje são 50.557,
uma evolução de 371%.
Fiscalização
O relatório também revelou a situação da frota em relação ao
licenciamento anual. Dos 902.201 veículos registrados no Detran da
Paraíba, 286.220 estão com o licenciamento em atraso, o que representa
uma inadimplência de 31%.
Só na capital, de 285.121 veículos, 72.221 são considerados
irregulares, uma inadimplência de 25%. Em Campina Grande, o percentual
chega a 28%.
Os números são referentes a atrasos no licenciamento até o ano passado.
Já que, de acordo com o calendário de licenciamento 2013, os veículos
com placas finais 1 e 2 podem ser licenciados até o dia 28 de março. Na
mesma data, vence o prazo para que os proprietários dos veículos com
placa final 5 paguem os IPVA, em cota única com desconto de 10% , ou
optem pelo parcelamento do imposto em 3 meses. Os veículos com placas
finais 3 e 4 podem ser licenciados até 30 de abril.
Segundo o superintendente Rodrigo Carvalho, a Divisão de Policiamento
de Trânsito do Detran irá intensificar as fiscalizações para tentar
identificar e recolher os veículos irregulares.
João Pessoa realiza cerca de 7,5 milhões de viagens por mês com transporte público, mas demora do ônibus chega a 40 minutos.
Jaine Alves
De acordo com o chefe da Divisão de Ônibus (Dion) da Superintendência de
Mobilidade Urbana (Semob), Francisco Alcântara, são feitas cerca de 7,5
milhões de viagens com transporte público por mês, em João Pessoa. Para
muitos, sair de casa para ir trabalhar acaba sendo uma saga que consome
boa parte do tempo, já que, dependendo do bairro, pode-se levar cerca
de uma hora e meia até o trabalho.
É o caso da costureira Lúcia da Silva, 45 anos, que mora no Rangel e
trabalha nos Bancários, que espera cerca de 40 minutos por um ônibus.
“Para pegar apenas um ônibus para ir para o trabalho, tenho que esperar a
linha 201, que faz a rota Ceasa e demora muito. Quando os ônibus não
quebram, espero por aproximadamente 40 minutos para ele passar no
ponto”, relata.
Lúcia diz, ainda, que nos finais de semana e nos feriados a demora é
muito maior, passando do dobro do tempo em relação aos dias da semana, o
que acaba desestimulando-a a sair de casa para passear com a família,
que depende exclusivamente do transporte público.
Há quem prefira pegar dois ônibus para chegar ao destino a ter que
esperar mais de meia-hora à espera de um. É o caso da aposentada Rosely
Valeriano, 55 anos. Ela disse que para ir ao Departamento de Trânsito da
Paraíba (Detran-PB), saindo da avenida Dois de Fevereiro, no Cristo,
teria que pegar a linha ‘Penha’, mas pela demora, prefere pagar duas
passagens para ganhar tempo. “Eu teria que pegar o ônibus da Penha, mas
ele demora muito, entre 40 minutos e uma hora. Então eu pego o 203, que
demora menos e depois pego outro. Pago duas vezes, mas chego mais
rápido”, declara.
Segundo Francisco Alcântara, a maioria das pessoas que utiliza o
transporte público em João Pessoa não sabe, ou não confia, na Integração
Temporal. Através da bilhetagem eletrônica, é possível descer de um
ônibus e pegar outro sem que a passagem seja novamente cobrada, dentro
de um limite de 30 minutos. “As pessoas têm que ter confiança na
Integração Temporal, pois ela realmente existe e funciona”, afirma.
De acordo com o Diretor de Planejamento da Semob, Adalberto Araújo, o
crescimento demográfico acelerado é a raiz da sobrecarga do transporte
coletivo. “Os bairros da zona sul estão crescendo muito rápido e estamos
buscando alternativas para acompanhar esse crescimento, mas toda
alteração leva um tempo para ser implementada”, avalia, acrescentado que
a Semob já dispõe de projetos que preveem a reestruturação dos
transportes públicos da capital.
O diretor da Associação das Empresas de Transportes Coletivos de João
Pessoa (AETC-JP), Mário Tourinho, afirma que faz reuniões semanais com
os donos das empresas de ônibus que circulam em João Pessoa para tomar
conhecimento da situação e analisar a prestação do serviço. “Os próprios
empresários relatam a demora que os ônibus levam para fazer o percurso.
Infelizmente, o drama vivido por todos é decorrente do trânsito”, lamenta.
Proposta foi
acatada de forma consensual por todas as coligações e em respeito à
mobilidade urbana grandes carreatas não serão realizadas na capital.
Jhonathan Oliveira
Em reunião realizada
ontem, entre a Justiça Eleitoral e os representantes dos partidos
políticos, ficou decidido que não serão realizadas grandes carreatas nas
eleições de João Pessoa. A proposta foi apresentada pelo juiz Eduardo
José de Carvalho, titular da 76ª Zona e responsável pela propaganda
eleitoral de rua, e acatada de forma consensual pelas coligações.
O encontro aconteceu no auditório do Ministério Público e além dos
partidos também participaram o Departamento Estadual de Trânsito
(Detran), o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) e a
Superintendência de Mobilidade Urbana (Semob). Das sete candidaturas que
disputam a Prefeitura da capital, apenas Lourdes Sarmento (PCO) não
mandou representante.
“Para nossa grata surpresa os partidos, em diálogo, decidiram
renunciar ao direito de fazer grandes carreatas, que são aquelas puxadas
por trio elétrico e envolvem um alto número de veículos”, disse Eduardo
José de Carvalho.
Segundo o juiz, a decisão dos partidos foi tomada em respeito à
mobilidade urbana, pois eles entenderam que a realização dos eventos
prejudicaria o tráfego na cidade. “Todos estavam emanados com o mesmo
pensamento, o de impedir que esses eventos ocorram prejudicando o
trânsito e a circulação no município de João Pessoa” , completou a
promotora da 76ª Zona Eleitoral , Cristiane Ferreira. “A exceção foi a
questão das pequenas carreatas , até porque os partidos já agendaram
para o mês de julho”, reforçou a promotora.
Na reunião de ontem foi lavrada uma ata que será assinada pelas
coligações amanhã, quando eles voltam a se reunir com a Justiça
Eleitoral, no Fórum Eleitoral. O encontro servirá para discutir também a
realização de comícios durante a campanha na capital.
Justiça Eleitoral promove encontro às 15h desta segunda-feira (16) com partidos.
Da Redação
A utilização de
carreatas e demais atos públicos durante as campanhas eleitorais na
Paraíba será definida em um reunião às 15h desta segunda-feira (16), na
sede do Ministério Público da Paraíba. O encontro, convocado pelo juiz
eleitoral da 76ª Zona Eleitoral, Eduardo José de Carvalho, contará
também com a presença de representantes de partidos políticos.
Segundo o juiz além dos partidos políticos, também vão participar da
reunião representantes da Superintendência de Mobilidade Urbana (Semob),
Departamento Estadual de Trânsito (Detran) Batalhão de Polícia de
Trânsito (Bptran) e Ministério Público estadual.
Eduardo informou que será feita uma conversa com as representações
partidárias sobre a realização de carreatas, mas que não vai haver
proibição. “É uma manifestação garantida por lei e nós não podemos impor
que não seja feita. A democracia tem que ser respeitada em todos os
sentidos”, destacou. Segundo ele, as carreatas só deixarão de acontecer
se os partidos concordarem com isso.
Apesar de não ser feita proibição expressa, o juiz confirmou que na
reunião de segunda os partidos que disputam a eleição da capital
paraibana serão orientados a não realizar eventos eleitorais nas grandes
vias da cidade para não prejudicar o tráfego. “Terá uma explicação e a
apresentação de um estudo técnico da Semob mostrando os pontos de
estrangulamento do trânsito”, reforçou Eduardo Carvalho.
Propaganda eleitoral gratuita
Uma outra reunião marcada para acontecer às 10h desta segunda, entre
os partidos e a Justiça Eleitoral, vai definir os detalhes da propaganda
eleitoral gratuita, que tem início em 21 de agosto. A convocação foi
feita pelo juiz eleitoral Inácio Jário, titular da 1ª Zona da capital,
responsável pela propaganda de mídia. No encontro serão escolhidos as
emissoras de rádio e de TV que farão a geração do horário eleitoral.
Reunião de Justiça Eleitoral e partidos definirá uso do ato público na capital.
Juiz afirma que uso de carreatas é direito garantido por lei.
Do G1 PB
A maior parte dos internautas que acessam o G1 se
mostraram contra o uso de carreatas durante as campanhas eleitorais na
Paraíba. Em enquete realizada entre a última quinta-feira (12) e esta
segunda (16), 75% do leitores assinalaram a opção contra o uso de
carreatas, afirmando ser irrelevante para o processo eleitoral. Em
opinião contrária a da maioria, 23% foram favoráveis à utilização de
carreatas, ressaltando que o ato público faz parte do processo
democrático no estado. Completando a enquente, 2% dos internautas
concluíram não ter opinião formada sobre a questão.
Uma reunião convocada pelo juiz eleitoral da 76ª zona, Eduardo José de
Carvalho, será realizada às 15h desta segunda-feira (15), para definir
parâmetros para os atos públicos durante a campanha eleitoral deste ano,
inclusive o uso de carreatas. Estarão presentes representantes de
partidos políticos, Ministério Público da Paraíba, Superintendência de
Mobilidade Urbana (Semob), Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e
Batalhão de Polícia de Trânsito (Bptran).
Em entrevista ao G1, o juiz afirmou que o uso de
carreatas é um direito garantido por lei e que, portanto, não se pode
impor que não seja feita. Apesar de não ser feita proibição expressa,
Eduardo José de Carvalho confirmou que na reunião desta segunda os
partidos que disputam a eleição da capital paraibana serão orientados a
não realizar eventos eleitorais nas grandes vias da cidade para não
prejudicar o tráfego.
Coligações se comprometeram e a decisão foi registrada em ata. Duas coligações querem fazer apenas pequenas carreatas.
Do G1 PB
Reunião
teve a presença de representantes dos órgãos públicos que vão
fiscalizar as campanhas nessas eleições municipais (Foto: Krystine
Carneiro/G1)
Em reunião com os órgãos que vão fiscalizar as campanhas eleitorais deste ano, os representantes das coligações em João Pessoa
decidiram, na tarde desta segunda-feira (16), não fazer grandes
carretas. A decisão foi unânime e registrada em ata, segundo o diretor
de operações da Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa,
Cristiano Nóbrega.
Apesar da decisão, duas coligações, as encabeçadas pelo PSB e PSDB,
querem fazer pequenas carreatas. A Semob, no entanto, questionou quem
vai controlar o tamanho da carreata, uma vez que é impossível fazer com
que a manifestação tenha no máximo 15 carros. “Chamamos a atenção das
coligações porque a Semob, o BPTran [Batalhão de Polícia de Trânsito] e o
Detran [Departamento Estadual de Trânsito] vão fazer cumprir o que o
Código Nacional de Trânsito determina”, garantiu.
Os partidos se comprometeram em não fazer as manifestações com carros,
apesar do direito assegurado pela legislação eleitoral. Para as
coligações, grandes carreatas são as que possuem trios elétricos e
carros de som. “O Código de Trânsito prevê que ninguém pode transportar
pessoas na carroceria de caminhonetes e caminhões, então isso já
atrapalha as pequenas carreatas”, alertou o diretor de operações.
Também foi discutida uma portaria que trata de carros de som. Segundo o
documento, que deve ser publicado ainda nesta semana, os carros de som
que circularem em vias onde passam ônibus coletivos devem respeitar a
velocidade mínima da via. Eles só vão poder diminuir a velocidade em
ruas paralelas, com menor fluxo de carros.
Ainda ficou marcada para a próxima quarta-feira (18), uma reunião às
15h com um representante de cada coligação para definir o calendário de
propaganda de rua para o mês de agosto.
Só este ano,
43.144 carros entraram em circulação nas vias do Estado, o que
significa cerca de 237 novos veículos 'chegando' ao trânsito por dia.
Camila Alves
Francisco FrançaSegundo o Detran, até o final de junho havia 270.336 (31,8% da frota total do Estado) carros transitando pelas ruas de JP
A facilidade de compra e de financiamento tem contribuído para que a frota de veículos na Paraíba aumente consideravelmente.
Só este ano, 43.144 carros entraram em circulação nas vias do Estado,
o que significa cerca de 237 novos veículos 'chegando' ao trânsito por
dia.
Os dados, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), apontaram
ainda que no comparativo de janeiro a junho de 2011 para o mesmo período
deste ano houve um aumento de 12,04% na frota do Estado, que atingiu a
marca de 848.199 veículos em junho último.
“É um número muito alto, mas que reflete uma tendência nacional. Nas
grandes capitais, como Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, já se tem
optado por rodízio de veículos para amenizar os problemas pelo aumento
da frota. Entre eles a questão dos congestionamentos e do estresse dos
condutores - uma das principais causas dos acidentes”, comentou o
diretor administrativo do Detran, Flávio Moreira.
Ele apontou, ainda, que o ideal seria que a cada novo carro que
entrasse em circulação um outro mais antigo saísse. No entanto, “o
mercado possibilita que o antigo continue circulando, já que o acesso à
compra de carros está facilitado”. Para Flávio, é preciso que cada
prefeitura desenvolva ações para devolver a mobilidade do trânsito.
No âmbito estadual, o diretor administrativo do Detran contou que as
fiscalizações têm se intensificado e a equipe de educação de trânsito
está nas ruas realizando as campanhas de conscientização.
Entre as cidades do Estado, a que mais registrou novos veículos em
circulação foi João Pessoa. Do primeiro semestre de 2011 para o mesmo
período deste ano o crescimento foi de 9,49%. Só em 2012 a capital
ganhou 10.569 veículos, cerca de 58 por dia.
Conforme os dados do Detran, até o final de junho havia 270.336
(31,8% da frota total do Estado) carros transitando pelas ruas de João
Pessoa.
Para o superintendente da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana
(Semob), Nilton Pereira, o aumento da frota por um lado é bom porque
significa que as pessoas estão realizando o sonho de ter um carro
próprio. Em contrapartida, as vias da cidade não têm condições de
'abrigar' todos os veículos ao mesmo tempo.
“Imagine todo mundo indo para escola ou para o trabalho no mesmo
horário, não cabe 270.336 veículos nas vias”, exemplificou Nilton, ao
destacar que nos últimos cinco anos a frota cresceu em torno de 10% -
uma taxa cinco vezes maior do que o número de nascidos. “Nenhuma cidade
tem como se moldar para esse crescimento”, completou.