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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

PMJP vai notificar proprietários de 537 imóveis por propaganda irregular







A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio das Secretarias de Planejamento (Seplan) e Desenvolvimento Urbano (Sedurb), vai notificar os proprietários de 537 imóveis, localizados no perímetro do Centro Histórico da Capital, que estão com propagandas em desacordo com as recomendações do Código de Postura do Município. A lista com os nomes dos donos dos prédios irregulares já foi publicada no Semanário Município.

De acordo com o diretor de Fiscalização da Seplan, Giovani Alencar, a partir desta quarta-feira (14) os proprietários dos imóveis com propaganda em desacordo com a legislação terão 30 dias para se adequarem ao Código de Posturas do Município. Ele destacou ainda que ação da PMJP é em conjunto com os Institutos do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Estadual (Iphaep) é mais uma iniciativa para a valorização do Centro Histórico da Capital.

“O Código de Posturas do Município prevê, entre outras coisas, que qualquer edificação localizada no perímetro do Centro Histórico só pode ter uma publicidade na fachada e com dimensões já estabelecidas para que não prejudique o prédio e cause poluição visual. Então, esse trabalho de regularização dos imóveis será uma ação importante para a valorização do Centro Histórico e preservação da área”, reforçou Giovani Alencar.

O trabalho da Seplan e Sedurb foi definido em conjunto com o Ministério Público Estadual (MPPB), além dos órgãos de proteção ao Patrimônio Histórico, durante uma reunião realizada na última terça-feira (6). Todas as recomendações do Código de Postura Municipal (Lei Complementar nº 07/1995) sobre como deve ser a instalação de publicidade nos imóveis localizados no Centro Histórico estão disponíveis no link: http://www.joaopessoa.pb.gov.br/portal/wp-content/uploads/1995/08/C_digo-de-Posturas-do-Munic_pio-de-JP.pdf.


 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Polícia apreende 76 aves silvestres, prende e multa dois homens no Cariri da PB

Aves foram apreendidas em Prata, Cariri da Paraíba.

Por G1 PB



Mais de 70 aves silvestres foram apreendidas em Prata, Cariri da Paraíba
Mais de 70 aves silvestres foram apreendidas em Prata, Cariri da Paraíba
Dois homens foram presos e 76 pássaros silvestres nativos foram apreendidos em Prata, Cariri da Paraíba, na quarta-feira (26). Na ação, a dupla também foi multada em R$ 13.500 e R$ 24.500, de acordo com o Decreto Federal nº 6.514/2008, que prevê multa de R$ 500 por animal apreendido e, se constar na lista oficial dos animais em extinção, o valor sobe para R$ 5 mil por exemplar.
 
A ação foi realizada pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPAmb), que apreendeu azulões, galos de campina, caboclinhos, sabiás e golados. Os animais foram levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Cabedelo, onde vão ser examinados e depois devolvidos à natureza.

Os dois homens vão responder processo criminal e podem ser condenados a penas de seis meses a um ano de reclusão. 


Dois homens que foram presos em Prata, PB, podem ser presos por até um ano (Foto: Major Lucas/BPAmb)
Dois homens que foram presos em Prata, PB, podem ser presos por até um ano
(Foto: Major Lucas/BPAmb)
Fonte

 

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Emlur faz 980 autuações por descarte de lixo em terrenos de João Pessoa

Multas por descarte de lixo irregular chegam a R$ 13,4 mil.

Por G1 PB

As multas por descarte irregular de lixo em João Pessoa variam de R$ 1.670 a R$ 13.400, que se referem à variação de 50 a 400 Unidades Fiscais de Referência (UFIR), segundo a Autarquia Especial de Limpeza Urbana (Emlur). Na capital foram 980 autuações por descarte irregular do lixo entre janeiro e setembro de 2017 e a responsabilidade pela sujeira é sempre do proprietário do terreno, seja público ou privado, disse a autarquia.

A Emlur disse que o procedimento padrão é, primeiro, uma vistoria técnica de um fiscal da autarquia. Se for constatada alguma irregularidade (falta de manutenção, conservação ou vegetação na calçada, por exemplo), o dono do terreno pode ser notificado e autuado. Pode chegar a até 30 dias para que a limpeza da área seja realizada.

A taxa de serviço público pode ser cobrada, como previsto nos Decretos nº 5.771/2006 e 6.149/1991 e da Lei nº 6.811/1991 do Regulamento de Limpeza Urbana e da Lei Complementar nº 07/1995.

As autuações também podem ter como base a Lei nº 11.176 de outubro de 2007, conforme resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), número 307, de 05 de julho de 2007, que trata de restos de resíduos sólidos da construção civil e seu destino final. 

A Emlur enumerou algumas dicas para os proprietários de terrenos notificados.
  • Após receber a notificação, o proprietário deve comparecer à sede da Emlur (Bairro dos Estados - Av. Minas Gerais, 177);
  • O passo seguinte é limpar a área. Nesse caso, o proprietário deve apresentar na Emlur o Controle de Transporte de Resíduos (CTR), que informa ao órgão a destinação dos resíduos;
  • Mantenha o cadastro atualizado na prefeitura/Secretaria de Planejamento (Seplan) para ter ciência de notificações e de todo o trâmite do processo;
  • Se a multa for publicada no Diário Oficial, a conta vai para a Dívida Ativa do Município.

 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

CLÃ CUNHA LIMA NA MIRA: Empresa de filho de Cássio é multada por poluição ambiental

Publicado por: Amara Alcântara em 07/07/2017 às 05:15
  


A empresa Interblock Artefato de Cimento S/A, que tem como um dos sócios Diogo Oliveira Cunha Lima, filho do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), foi multada pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), por funcionar “estabelecimento potencialmente poluidor, sem o devido licenciamento”.

A empresa de Diego Cunha Lima foi multada, pela Sudema, na última quarta-feira (5), e terá 20 dias para corrigir as irregularidades encontradas ou recorrer. Interblock Artefato de Cimento fica situada em Alhandra e está ativa desde oito de abril de 2010, é uma indústria de artefatos de cimento e fornece pré-fabricados como pisos intertravados, meio-fio e blocos estruturais e de vedação.


Empresa de filho de Cássio é multada por poluição ambiental
Empresa de filho de Cássio é multada por poluição ambiental

Fonte


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Homem com 39 aves silvestres dentro de casa é preso em Bayeux, na PB

16/02/2017 12h11 - Atualizado em 16/02/2017 12h11

Pássaros serão levados ao Ibama antes de ser devolvidos à natureza.
Suspeito de tráfico de animais foi encaminhado à Delegacia de Santa Rita.

Do G1 PB

 
Aves estavam na casa do suspeito, em Bayeux, na Grande João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Aves estavam na casa do suspeito, em Bayeux, na Grande
João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Um homem foi preso na manhã desta quinta-feira (16) suspeito de tráfico de animais silvestres no bairro de São Vicente, em Bayeux, na Grande João Pessoa. Foram apreendidas 39 aves, que serão levadas para o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) antes de ser devolvidas à natureza.

O comandante da Polícia Ambiental da Paraíba, major Cristóvão Lucas, disse que o rapaz foi detido na casa dele. "Recebemos uma denúncia anônima de que ele traficava animais silvestres e hoje [quinta-feira, 16 de fevereiro] foi realizada essa ação na casa dele. Ele não resistiu à prisão", informou.

Na residência, os policiais encontraram 31 pássaros conhecidos como 'caboclinhos', quatro azulões, dois trinca-ferro, um bigode e um tico-tico. As aves vão ser levadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres, do Ibama, onde devem por exames antes de voltar à natureza.

O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Santa Rita, na Grande João Pessoa, e terá de pagar uma multa de R$ 19.500. "A lei prevê R$ 500 por pássaro", explicou o comandante.




sexta-feira, 29 de abril de 2016

Empresas são multadas por crime ambiental em Cabedelo, na Paraíba

28/04/2016 11h05 - Atualizado em 28/04/2016 11h15
 
Somadas, as multas para a Cagepa e Tecop chegam a R$ 220 mil.
Ações são resultado de denúncias da população.
 
Do G1 PB
 
Duas empresas foram multadas em um total de R$ 220 mil por crimes ambientais na cidade de Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, Pesca e Aquicultura (Semapa) do município, as empresas foram autuadas na quarta-feira (27), e as ações são resultado de denúncias feitas pela população.

De acordo com a Semapa, o Terminal de Combustível da Paraíba Ltda (Tecop) foi multado por derramamento excessivo de coque verde de petróleo, produto que substitui os carvões vegetal e mineral em altos fornos, em um lago utilizado como receptor do sistema de afluentes da unidade. O vazamento teria acontecido por causa de uma falha no sistema de tratamento e também atingiu parte do mangue.
 
Ainda segundo o órgão, a equipe de fiscalização identificou que a empresa tentou esconder parte do dano cobrindo o coque com areia. Pelo crime, a empresa foi autuada e multada em R$ 140 mil, além de arcar com a recuperação da área atingida.
A segunda empresa multada foi a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), por vazamento de esgoto proveniente de um poço de visita na avenida Mar Vermelho, no bairro de Intermares. De acordo com a Semapa, um laudo de infração foi emitido e a multa aplicada foi no valor de R$ 80 mil.

“O principal papel da fiscalização ambiental não é multar, mas orientar cidadãos e empresas. Em casos mais leves, nossos agentes emitem notificações, mas em casos de crime ambiental de maior gravidade, eles têm que aplicar o que a lei preconiza”, destacou Walber Farias, titular da Semapa.

O G1 entrou em contato com a Tecop por telefone, nesta quinta-feira (28), e a atendente informou, às 10h40, que a pessoa responsável pela empresa estava em uma reunião, mas que retornaria o contato. Até as 11h15, o retorno não foi feito pela empresa.

Por email, a Cagepa informou, às 11h11, que a notificação chegou no órgão nesta quinta-feira e que a Cagepa vai recorrer, uma vez que o serviço de manutenção estava programado para ser executado durante esta quinta. Segundo a Cagepa, equipes técnicas estavam no local durante a manhã para fazer a desobstrução da rede de esgotos.

Fonte


 

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Polícia detém 36 pessoas e apreende mais de 200 animais em rinha na PB

18/05/2015 09h58 - Atualizado em 18/05/2015 09h58
   
Os suspeitos foram detidos em um espaço usado para briga de animais.
Ação policial aconteceu em Mari.  
 
Do G1 PB

Local tinha estrutura para arenas e espectadores (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)
Local tinha estrutura para arenas e espectadores (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)


A polícia deteve 36 pessoas e apreendeu 205 aves silvestres e três galos em uma rinha de canários no Sítio Várzea Grande, em Mari, Zona da Mata paraibana, neste domingo (17). De acordo com a Polícia Ambiental, a ação aconteceu após uma denúncia anônima.

Os detidos foram autuados por maus tratos e ainda oito deles também foram autuados por manter em cativeiro, sem autorização, animais de fauna silvestres. Entre as aves apreendidas, estão 199 eram canários que eram usados nas rinhas. No local ainda havia um caboclinho, um tiziu e um curió.
 
Conforme informações da polícia, o espaço onde houve a apreensão tinha estrutura para acomodar espectadores e realizar as brigas entre os animais. “Quem é encontrado nas rinhas apenas assistindo, também incorre nas mesmas penas de maus tratos e é imediatamente conduzido até a delegacia para se submeter às sanções administrativas [multa] e penais”, explicou o comandante do Batalhão Ambiental, major Tibério Leite.

Todos os detidos foram levados para a delegacia de Sapé. Os que foram autuados só por maus tratos, podem ser condenados a três meses a um ano de prisão e multa de R$ a R$ 3.000. As oito pessoas que também foram autuados por manter em cativeiro, sem autorização, animais de fauna silvestres correm o risco de serem condenados a seis meses ou até um ano de detenção, além de multa de R$ 500.


Na propriedade animais ficavam em cativeiro (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)
Na propriedade animais ficavam em cativeiro (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)

 

sábado, 2 de maio de 2015

Rinha de aves é flagrada e mais de 20 pessoas são detidas em João Pessoa

02/05/2015 15h42 - Atualizado em 02/05/2015 15h42
 
Polícia Ambiental realizou operação no bairro de Mangabeira.
Cerca de 50 aves foram apreendidas.

domingo, 5 de abril de 2015

PRF apreende pássaros que estavam em cativeiro no Sertão da Paraíba

05/04/2015 01h00 - Atualizado em 05/04/2015 10h44 

Entre os pássaros, havia espécies ameaçadas de extinção.
Animais foram levados para unidade do Ibama




 
Do G1 PB
 
Cem pássaros de diversas espécies, inclusive ameaçadas de extinção, a exemplo do galo de campina, foram apreendidas por uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no final da tarde deste sábado (4), em cinco residências no município de Santa Luzia, Sertão paraibano.

De acordo com informações da PRF, as aves eram mantidas em cativeiro e foram localizadas pelos policiais através de denúncias anônimas. Ao chegar aos locais indicados pelos denunciantes, próximo a um trecho da BR-230 que passa pelo município, os policiais encontraram diversas espécies, como galo de campina, concrizes, canários da terra e sabiás.

Os animais foram levados para uma unidade do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) localizada na cidade de Sousa, também no Sertão, onde devem receber cuidados para depois serem devolvidas à natureza.

Já as pessoas detidas em flagrante responsáveis pelo crime ambiental, estão sujeitas a multas no valor de R$ 500 por ave apreendida e podem ainda ser condenadas com penas que variam de seis meses até um ano de detenção.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Motorista será multado se usar carro na areia da praia na Grande João Pessoa

Quem desobedecer um agente de trânsito durante a abordagem também será passível do Auto, como consta no artigo 195 do CBT, sob pena de multa grave

Cidades | Em 09/01/2015 às 17h27, atualizado em 09/01/2015 às 17h40 | Por Redação

  Divulgação

Cabedelo vai multar quem desobedecer normasMotoristas que insistirem em trafegar pelas areias de Cabedelo, na Grande João Pessoa, serão multados pela Secretaria de Mobilidade Urbana da cidade a partir deste fim de semana. O órgão lembra que desde o dia 22 de dezembro vem realizando ações socioeducativas para coibir esse tipo de prática ilegal, que põe em risco a segurança de banhistas dos locais.

O Código de Trânsito Brasileiro é claro ao afirmar que o motorista que para carro na areiua da praia infringe os artigos 181 e o 170.

O artigo 181, inciso VII, proíbe que o veículo estacione “no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público”. A infração é considerada grave, com multa de R$ 127,00 e cinco pontos na carteira nacional de Habilitação (CNH)

Já o artigo 170 versa sobre “dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou os demais veículos”. A pena para quem for flagrado cometendo a infração, que e gravíssima, é multa de R$ 191,54, sete pontos da CNH e, ainda, recolhimento do documento de habilitação.
 
Quem desobedecer um agente de trânsito durante a abordagem também será passível do Auto, como consta no artigo 195 do CBT, sob pena de multa grave.




terça-feira, 10 de junho de 2014

Vereador quer punir com multa quem desperdiçar água em João Pessoa

 

Da Redação, com assessoria

Vereador quer punir com multa quem desperdiçar água em João Pessoa  O vereador Fuba (PT) defendeu da tribuna da Câmara Municipal a punição de até meio salário mínimo por dia, o desperdício  de água em João Pessoa.
 
De acordo com a proposta do petista, a primeira prerrogativa, constitui-se desperdício de água o consumo desnecessário ou a negligência no seu aproveitamento, que poderá ser especificado como lavar a calçada, fachada ou interior de imóvel, ou veículo, utilizando-se de mangueiras comuns; manter torneira desnecessariamente aberta e negligenciar sobre vazamento em tubulação hidráulica.
 
A prerrogativa estabelece que o desperdício de água configure infração para a qual fica estabelecida a multa diária de meio salário mínimo vigente, que será aplicada em dobro, no caso de reincidência.
 
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) fica autorizada para fiscalização e autuação dos infratores. A lei excluirá a lavação de veículos em lava jatos, porém esses estabelecimentos deverão possuir sistema visando à redução do consumo de água ou sua reutilização.


 

terça-feira, 18 de março de 2014

PM apreende 645 animais silvestres em dois meses em João Pessoa

18/03/2014 16h00 - Atualizado em 18/03/2014 16h04

Aves são a maioria dos animais apreendidos.
Casos incluem animais presos ou que fugiram do habitat natural.
 
Do G1 PB
 

Espécie sanhaço estava entre as apreendidas (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Espécies de aves estão, em geral, entre as mais apreendidas
pela BPAmb (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Um total de 645 animais silvestres foram apreendidos nos dois primeiros meses deste ano na região metropolitana de João Pessoa, de acordo com o Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb). Segundo a BPAmb, os animais estavam sendo mantidos irregularmente em cativeiro para comércio ilegal. As espécies de aves, de uma forma geral, estão entre as mais resgatadas.
 
De acordo com o tenente coronel Paulo Sérgio, os flagrantes são feitos muitas vezes nas feiras livres, local onde acontece a venda ilegal, e em residências próximas a reservas, onde há a criação doméstica irregular. Após a apreensão, os animais são levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres, em Cabedelo, onde passam por um tratamento para serem reintegrados à natureza.

Polícia resgata cobra e coruja feridas em área urbana de João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Polícia resgata coruja feridas em
área urbana (Foto: Walter Paparazzo/G1)
A multa para quem pratica esses crimes variar de R$ 500, por animal, até R$ 5 mil se ele estiver ameaçado de extinção. Ainda segundo informações do Tenente Coronel, dentro do montante de apreensões também aparecem os animais resgatados após fugirem de matas e invadirem ruas ou residências.

Maus tratos a qualquer tipo de bicho, mesmo aqueles que podem ser criados em domicílio, também geram penalidades, nesses casos, a população deve ligar para o 190 e esperar uma equipe especializada para realizar a captura do bicho e nunca tentar conter o animal.
 
 
Fonte
 
 

quarta-feira, 12 de março de 2014

João Pessoa tem apenas quatro fiscais para coibir poluição sonora

12/03/2014 06h00 - Atualizado em 12/03/2014 08h25

Grupo é responsável por fiscalizar todos os tipos de agressão ambiental.
PM atende até 230 chamados por poluição sonora nos fins de semana.

Wagner Lima
Do G1 PB

João Pessoa conta com apenas duas equipes, cada uma com dois fiscais, para fiscalizar casos de poluição sonora denunciados pela população. O mesmo grupo é responsável por atender a todas as demais denúncias de agressões ao meio ambiente diariamente nos 64 bairros da capital. A confirmação foi feita pelo chefe da Divisão de Fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) da Prefeitura de João Pessoa.
 
O problema se acentua a partir das 22h, quando as reclamações de poluição sonora feitas pela população passam a 'disputar' com as ocorrências policiais as atenções da Polícia Militar (PM), acionada pelo Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop). A cada final de semana, das 22h às 7h, a PM recebe entre 220 e 230 chamados desse tipo na capital.

O comandante do policiamento regional metropolitano da Polícia Militar (PM), coronel Jeferson Pereira, ressaltou que a PM só tem agido, das 22h às 7h de domingo a domingo, porque a Semam argumentou não ter pessoal suficiente para realizar as visitas às localidades com uso excessivo de som. “A obrigação inicial e principal é da Semam que argumentou não ter efetivo suficiente e como várias dessas ocorrências se configuram como perturbação da ordem pública a PM tem atuado", explica.

Jeferson também diz que, para a polícia, interessante seria se a cada ida aos locais das ocorrências, a equipe policial fosse acompanhada de um técnico da Prefeitura de João Pessoa para fazer as lavraturas das notificações. "Nós estamos indo a locais com reincidência que não foram notificados porque isso cabe ao órgão técnico”, enfatizou.

Os números, segundo o coronel Jeferson, são expressivos. De sexta a domingo, a Polícia Militar registra de 220 a 230 denúncias na capital por perturbação da ordem pública apenas das 22h às 7h. No carnaval, durante os quatro dias, a PM contabilizou 950 reclamações de perturbação da ordem pública, das quais 828 foram localizadas na Grande João Pessoa.

“Isso é uma demanda gigante para uma cidade que sofre com muitas ausências. O mais importante nisso tudo é reforçarmos que em todo encaminhamento que fizéssemos tivesse o acompanhamento de técnicos de um órgão público”, disse. A Semam não dispõe de dados de denúncias de poluição sonora, especificamente, nos finais de semana das 7h às 22h.

Fiscais com plantões sobrecarregados
A Semam mantém, atualmente, apenas duas equipes que trabalham em dois turnos: uma das 7h às 19h e o outro das 10h às 22h. Durante as doze horas de plantão, os quatro fiscais das duas equipes precisam dar conta não só das denúncias diárias de poluição sonora, mas das reclamações de mais outros três itens: denúncias de águas servidas (esgotos lançados na rua), construções sem licença ambiental e criação de animais em perímetro urbano.
O chefe da Divisão de Fiscalização da Semam, Waldir Farias, ressaltou que, embora as demandas resultem em grande volume de trabalho para as equipes, não há previsão de ampliação da equipe técnica. “A gente tem que trabalhar com o que tem. Não há previsão de ampliarmos as equipes de fiscais, mas o secretário está se mobilizando para aumentar as equipes", garante.
 
Segundo ele, seriam necessárias, no mínimo, nove equipes para garantir três por dia, cada uma com duas pessoas. Além das denúncias cotidianas, os fiscais atendem às solicitações feitas pelo Ministério Público, demandas da Ouvidoria Municipal e revisam os processos de licenciamento ambiental, segundo Waldir.
 
A restrição no número de equipes aliada à violência com que alguns denunciantes recebiam os agentes da Secretaria de Meio Ambiente, principalmente, após as 22h, foi o principal motivo, segundo Waldir Farias, para que o serviço ficasse indisponível entre 22h e 7h, inclusive o Disque Denúncia. “Após as 22h, em várias denúncias de poluição sonora também verificávamos a perturbação da ordem pública e, muitas vezes, com pessoas embriagadas que ameaçavam os agentes da Seman. Por isso, a Polícia Militar deve ser acionada nesse horário”, frisou.


 

Poluição sonora representa mais de 57% das queixas em João Pessoa

12/03/2014 06h00 - Atualizado em 12/03/2014 08h26

Em 2014, Semam registrou 850 reclamações, sendo 490 por barulho.
Zona Sul e Bessa lideram ranking na cidade.

Wagner Lima

Do G1 PB

As reclamações de excesso de som correspondem a 57,64% de todas as demais irregularidades contra o meio ambiente em João Pessoa, segundo dados da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam). De 1º de janeiro a até esta terça-feira (11), a Semam registrou 850 reclamações das quais 490 são por poluição sonora. No mesmo período de 2013, a Semam recebeu 860 denúncias relacionadas a barulho entre as 1.300 reclamações.
A queda de 370 reclamações no mesmo período, segundo o chefe da Divisão de Fiscalização da Semam, Waldir Farias, se deve provavelmente ao não funcionamento do Disque Denúncia e da atuação dos fiscais do órgão das 22h às 7h. “Como nós da Semam não funcionamos após as 22h, essas reclamações não são contabilizadas e por isso deve ter ocorrido queda nos números”, explicou.
A secretária Maria Albuquerque reclamou do excesso de som alto na noite da segunda-feira de carnaval, dia 4 de março. Por volta das 23h45 ela recorreu ao 190 da PM. Conseguiu ser atendida pelo telefone, mas não havia possibilidade do envio de uma viatura porque todas estavam em outras ocorrências. “Liguei duas vezes e o que me disseram é que tinha pouca gente na ativa naquele dia e todos em outras ocorrências. Irritada, não insisti mais”, disse.

Zona Sul e Bessa lideram denúncias
Uma das áreas que mais têm registrado denúncias de poluição sonora é a zona sul da capital, em especial os bairros de Mangabeira e Bancários, segundo Waldir Farias. “Nessa área tem aumentado muito as reclamações da população por conta de estabelecimentos e de sons automotivos”, afirmou.

O som alto vindo de estabelecimento comercial foi o principal problema vivido nos Bancários pela educadora Amélia Nóbrega durante cinco meses. Ao alugar um apartamento em 2012, os primeiros problemas surgiram com o barulho originário de um bar, de onde o som vazava e incomodava a vizinhança.
Amélia Nóbrega chegou a acionar diversos órgãos de fiscalização, mas sem que o problema fosse resolvido, ela teve que rescindir o contrato de locação porque a saúde já apresentava os primeiros sinais de consequência de noites mal dormidas. “Fiz tratamento de saúde e hoje consigo dormir com um leve despertar. Nos Bancários, infelizmente, a lei do silêncio não é respeitada como em Tambauzinho. Durante os cinco meses deixei de levar trabalhos para casa, dormia mal e até minha taxa de serotonina baixou. A sensação é de abandono”, explicou.
 
Há quem use o bom humor para driblar a irritação. A atendente de telemarketing Ana Figueiredo, moradora dos Funcionários II, vem enfrentando o problema com o som do vizinho há anos. Há dois anos resolveu denunciar e não conseguiu nem a ida dos fiscais ao local.
 
No mês passado, cansada de ouvir todo o repertório do cantor Roberto Carlos por conta do som alto do vizinho, ela tentou mais uma vez, mas nem foi atendida. “Só não ouvi Roberto Carlos quando meu vizinho adoeceu, mas todos os dias ele usa o som alto. Já conheço todo o repertório. Quando a gente vence o medo de arrumar confusão com o vizinho e liga para a Semam, não consegue. Quando tenta recorrer à PM não é atendido porque tem várias prioridades. O jeito é sair de casa e tentar esquecer do vizinho e de Roberto Carlos”, disse.
Os três bairros mais barulhentos
Os bairros mais “barulhentos” de João Pessoa, segundo a Secretaria de Meio Ambiente, são Mangabeira (59 queixas em 2014), Bessa (32) e Cruz das Armas (13). Sons automotivos, paredões, sons provenientes de igrejas, bares e casas de vizinhos lideram os tipos de infração mais comuns à legislação ambiental municipal. As multas para os que insistem em desrespeitar a legislação vão de R$ 200 a R$ 5 mil reais, com risco de apreensão do equipamento.
Nas operações realizadas pela Semam, estabelecimentos como igrejas e academias de musculação que não têm o licenciamento ambiental são notificadas para providenciarem o documento. Para os que persistem na infração, o órgão aplica a multa. Os autos de infração são baseados na medição por decibéis em taxas diferenciadas por áreas residenciais e comerciais e pelos horários.



quarta-feira, 5 de março de 2014

Paredões de som ainda são problema

Apesar das multas e fiscalizações, 'Paredões de Som' ainda lideram queixas registradas pela Polícia no período carnavalesco.


 

Alberi Pontes
Até a segunda-feira (3) já haviam sido registradas 432 ocorrências relacionadas à perturbação do sossego
Mesmo com a proibição judicial e sob pena de pagamento de multa em desobediência à uma resolução da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), a prática de instalar 'paredões de som' nos veículos automotivos ainda é comum no litoral paraibano, sendo também uma das principais queixas registradas pela polícia durante o período carnavalesco.

Desde a última sexta-feira, 28, até a manhã da última segunda-feira, foram registrados 432 ocorrências relacionadas à pertubação do sossego motivadas por ruídos de aparelhos de som, segundo informações do Batalhão de Polícia Ambiental da Polícia Militar (BPAmb).

Em Jacumã, bastam alguns minutos de passeio pela orla e parte da cidade para ver condutores de veículos com 'paredões de som' trafegando sem nenhum constrangimento.

Segundo um dos responsáveis pela ronda do BPAmb no Conde, Tiago Lima, o policiamento foi reforçado na cidade, assim como nos outros pontos do litoral paraibano, com duas viaturas exclusivas do Batalhão, além das motocicletas. No entanto, ele conta que a prática irregular é mais intensa no período noturno.

“O nosso policiamento tem atuado de forma estratégica, mas o pessoal continua infringindo a legislação, mesmo com a aplicação de multa, que pode ser de até R$ 5 mil e até mais.

Infelizmente, o pessoal não respeita e nós temos que autuar e apreender o veículo”, disse.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Polícia apreende aves e aplica mais de R$ 7 mil em multas na Paraíba

31/01/2014 16h38 - Atualizado em 31/01/2014 16h56 

Ação da Polícia Ambiental aconteceu em João Pessoa nesta sexta-feira (31).
Foram apreendidas mais de 30 aves, inclusive duas em risco de extinção.
 
Do G1 PB
 
 
Aves são apreendidas em João Pessoa  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Aves são apreendidas em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma ação da Polícia Ambiental apreendeu 32 aves silvestres na manhã desta sexta-feira (31) em João Pessoa. Os animais foram encontrados em três residências, no Bairro das Indústrias e no Ernesto Geisel, e os policiais chegaram até os locais através de denúncias anônimas. Além das apreensões foram aplicadas R$ 7,5 mil em multas aos proprietários das casas.

Papagaios estavam entre aves apreendidas (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Papagaios estavam entre aves apreendidas
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Segundo o comandante do Batalhão Ambiental, tenente-coronel Paulo Sérgio, entre as espécies encontradas estão duas espécies de papagaio que correm risco de extinção. “Eles estavam com uma mesma pessoa e sendo criadas em uma única gaiola”, disse. Ainda de acordo com o oficial,  em casos de animais em risco de extinção a multa é de R$ 5 mil por exemplar, mas ela não foi aplicada no caso porque houve a entrega espontânea. Nos outros casos  a multa é de R$ 500.
 
Além dos papagaios, também foram apreendidos azulão, graúna, sabia e outras espécies. Paulo Sérgio enfatizou que um galo de campina que estava debilitado morreu após chegar à sede da Polícia Ambiental, para onde as aves foram levadas.

“Ele foi vítima de maus tratos. Foi atendido pelo veterinário, mas não resistiu”, contou o comandante destacando que outros pássaros também não estão em seu estado de saúde perfeito.

Os pássaros serão encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em  Cabedelo, na Grande João Pessoa, onde passaram por um período de quarentena e depois serão soltos no habitat natural.
 
Fonte
 
 
 

domingo, 26 de janeiro de 2014

Ibama reduz em 42,8% o número de autos de infração

Diminuição no quantitativo de autos de infração demonstram que a população está mais consciente, diz superintendente do Ibama.


Rizemberg Felipe
Maiores infrações identificadas na Paraíba dizem respeito ao desmatamento, seguida do comércio de animais
Durante todo o ano de 2013, a quantidade de autos de infração aplicadas pelo Instituto Brasileiro de do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi de 400, o que representa uma diminuição de 42,8% em comparação com 2012, quando as notificações chegaram a 700. Quanto ao valor gerado com as multas, a queda chega a 50%, uma vez que no ano passado foram recolhidos R$ 4 milhões em multas e em 2012 foram R$ 8 milhões.
 

No entanto, de acordo com o superintendente do Ibama na Paraíba, Bruno Faro Eloy Dunda, a diminuição no quantitativo de autos de infração e consequentemente nas multas aplicadas são fatores a se comemorar, pois demonstram que a população está mais consciente e que as operações realizadas estão surtindo efeito.
“O Ibama continua fazendo as fiscalizações periódicas, bem como as operações programadas, no entanto conseguimos diminuir consideravelmente a caça ilegal, venda e comércio de animais silvestres e desmatamento, o que consideramos como extremamente positivos”, afirmou.

Ainda segundo Bruno Faro Eloy Dunda, as maiores infrações identificadas na Paraíba dizem respeito ao desmatamento, seguida do comércio de animais silvestres, sendo o problema recorrente em todas as regiões. A pessoa física ou empresa flagrada desmatando em Área de Proteção Permanente (APP), é multada em R$ 5 mil por hectare. Esse valor diminui para R$ 1 mil se o desmatamento ocorre em área não protegida, mas também o embrago da área para que ela se recupere.

Já os casos de flagrante de comércio ilegal de animais silvestres, a multa varia de R$500 por animal até R$ 5 mil, se ele constar na lista de ameaçados de extinção. Para 2014, segundo Bruno Faro Eloy Dunda, a meta é manter as operações e focar no Cadastro Técnico Federal, que consiste num instrumento que garante o controle e monitoramento ambiental das atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras dos recursos naturais, tais como a extração, produção, transporte e comercialização de produtos potencialmente perigosos ao meio ambiente ou que utilizem produtos e subprodutos da fauna e flora, explicou.

Este ano, estão previstas a realização de 34 operações. Para isso, o Ibama na Paraíba que conta com uma sede em João Pessoa e outra no município de Sousa, conta com 30 servidores com atribuições de fiscais e cinco para análise de sistemas declaratórios de empresas, na busca por aquelas que estão fora do Cadastro Técnico Federal.

ADOÇÃO LEGAL
O superintendente do Ibama na Paraíba, esclarece que é possível criar animais silvestres de forma legal, no entanto, a primeira ação a ser feita pelos interessados em criá-los deve ser sua aquisição por parte de criadores cadastrados no órgão.

“Orientamos para que as pessoas que desejam ter esses animais em casa os adquira através de criadores cadastrados no Ibama e que mantenham-se de posse sempre da nota fiscal.

Além disso, para garantir que esse animal foi reproduzido em cativeiro, ele precisa possuir uma anilha, que é um pequeno anel colocado na pata ou em alguma parte específica do animal, em seus primeiros dias e vida, com número de identificação e que não se adapta ao corpo do animal através da calcificação. Através deles, podemos comprovar sua origem e garantir a manutenção das espécies”, concluiu Bruno Faro Eloy Dunda.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Polícia Ambiental resgata preguiça e aves silvestres em João Pessoa

17/01/2014 19h07 - Atualizado em 17/01/2014 19h07 

Papagaio, espécie em risco de extinção, estava entre as aves.
Espécie típica do Pantanal também foi apreendida.
 
Krystine Carneiro 
 
Do G1 PB
 
Preguiça foi resgatada em residência próxima à Mata do Buraquinho (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Preguiça foi resgatada em residência próxima à Mata do
Buraquinho (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma preguiça e 22 aves silvestres foram resgatadas nesta sexta-feira (17) pela Polícia Ambiental nos bairros de Jaguaribe e Cristo Redentor, em João Pessoa. Segundo o comandante do batalhão, o tenente-coronel Paulo Sérgio de Oliveira, foram aplicados R$ 6,5 mil em multas para os infratores.

As aves estavam sendo criadas irregularmente. Entre elas, estava um papagaio, que está em risco de extinção. Apenas por esse exemplar da espécie, a multa é de R$ 5 mil. Também foi resgatada uma ave da espécie Pega, típica da região do Pantanal. “Com isso, a gente vê que existe tráfico de aves por aqui”, comentou o comandante.
 
O bicho-preguiça, por sua vez, foi encontrado em uma residência próxima à Mata do Buraquinho. “Esses animais muitas vezes saem da reserva e vão para as casas ou tentam atravessar a rodovia, desorientados. Fizemos o resgate dela e vamos soltá-la em seu habitat”, explicou.

As aves serão encaminhadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, onde serão avaliadas. Dependendo do resultado, elas vão ser devolvidas à natureza. No caso do Pega, ele deverá voltar para o Pantanal.

A ação faz parte da operação Resgate, da Polícia Ambiental e visa conscientizar a população de que criação de animais silvestres é crime. Em caso de entrega voluntária, a lei prevê o abono das penalidades. Para outras ocasiões, são cobradas multas de R$ 500 por espécie apreendida ou R$ 5 mil em caso de espécies em risco de extinção.
 

Aves silvestres estavam sendo criadas irregularmente (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Aves silvestres estavam sendo criadas irregularmente
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Aves silvestres são resgatadas durante operação da PM na Paraíba

09/01/2014 16h29 - Atualizado em 09/01/2014 16h29 

Ao todo, 38 aves foram resgatadas nesta quinta.
Desde domingo, R$ 32 mil em multas foram aplicados.
 
Do G1 PB

Azulão estava entre as espécies resgatadas (Foto: Tenente coronel Paulo Sérgio Oliveira/Polícia Ambiental)
Azulão estava entre as espécies resgatadas (Foto: Tenente coronel
Paulo Sérgio Oliveira/Polícia Ambiental)

Mais 38 resgates de aves silvestres foram realizados durante ações da operação Resgate, da Polícia Ambiental, nesta quinta-feira (9) em bairros de João Pessoa. Desde domingo (5), já foram resgatadas 253 aves, segundo o comandante da Polícia Ambiental, tenente coronel Paulo Sérgio Oliveira. Ao todo, oito pessoas já foram penalizadas, somando R$ 32 mil em multas.
 
Nesta quinta, as apreensões aconteceram no Bairro dos Novais e no Jardim Planalto. No Bairro dos Novais, um infrator foi multado. A multa para o infrator é de R$ 500 por espécie ou R$ 5 mil se a espécie estiver ameaçada de extinção. Não há penalidade quando a entrega é voluntária.

De acordo com o comandante, as espécies mais encontradas são o caboclinho, papa-capim, canário da terra, galo de campina, azulão, graúna, concris, papagaio e arara. Esta semana, ainda foram apreendidas aves em Cruz das Armas, Ilha do Bispo, Renascer I, Funcionários I e Tibiri, em Santa Rita.

 
Nesta quinta, foram apreendidas 38 aves (Foto: Tenente coronel Paulo Sérgio Oliveira/Polícia Ambiental)
Nesta quinta, foram apreendidas 38 aves (Foto: Tenente coronel
Paulo Sérgio Oliveira/Polícia Ambiental)
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Ibama multa 79 empresas por infrações ao Cadastro Técnico Federal na Paraíba

Quinta-Feira, 05 de setembro de 2013 09h51


A Superintendência do Ibama na Paraíba, somente neste ano, autuou 79 empresas no estado por infrações referentes ao Cadastro Técnico Federal (CTF), as multas aplicadas somaram R$ 598 mil.
 
O CTF é um instrumento de controle ambiental instituído pela Lei nº 6938/1981, e sujeita microempresas, empresas de porte pequeno, médio e grande que atuam com atividades potencialmente poluidoras ou utilizadoras de recursos naturais ao pagamento da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA).

O instituto vem realizando operações voltadas para o CTF, por categorias de atividade. Este ano, até o momento, foram trabalhadas as empresas que exercem atividades de comércio de combustível, e comércio de produtos químicos e perigosos (tintas, solventes, lubrificantes, etc), e de produtos farmacêuticos. Outras categorias de atividades devem ser fiscalizadas no Estado nos próximos meses.

Há três semanas, por exemplo, concessionárias de veículos de Campina Grande que lidam com comércio de produtos químicos como lubrificantes, foram autuadas pela fiscalização, seja por não estarem inscritas no CTF, seja por omitirem atividade de comércio de óleos lubrificantes.

Segundo o superintendente do Ibama na Paraíba, Bruno Dunda, "o Cadastro Técnico Federal é uma prioridade do Ibama, nosso objetivo é que todas as empresas que exercem atividades que ensejem a inscrição no CTF estejam devidamente cadastradas, a fim de exercer um melhor controle e monitoramento sobre os riscos potenciais ao meio ambiente no Estado".

Desde o dia 1º de julho, o Ibama realiza o recadastramento obrigatório das pessoas inscritas no CTF. A inscrição no CTF é feita nos serviços on-line, no site do ibama: http://servicos.ibama.gov.br/index.php/cadastro.

A coordenadora do Setor de Cadastro da Superintendência do Ibama na Paraíba, Ana Nogueira, faz um alerta: "É importante destacar que o prazo para o recadastramento de empresas de porte grande e de empresas usuárias do sistema DOF termina no dia 30 de setembro. No caso dos usuários do DOF, caso não se recadastrem, serão bloqueados no sistema, não podendo exercer suas atividades".

Empresas ou pessoas físicas que exerçam as atividades descritas no anexo da IN nº 06/2013 e que ainda não sejam cadastradas no CTF devem se inscrever o quanto antes, pois a multa por deixar de inscrever-se no CTF pode chegar a R$ 9 mil.

Além da situação no CTF, a fiscalização tem checado as licenças ambientais necessárias ao funcionamento dos empreendimentos.
 
Fonte: Da Redação com Ascom