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segunda-feira, 13 de março de 2017

Tartaruga sem nadadeiras traseiras tenta desovar em João Pessoa

13/03/2017 17h16 - Atualizado em 13/03/2017 17h16
 
Só este ano, 'Cotoca' já tentou desovar dez vezes, segundo ONG.
As nadadeiras da tartaruga foram cortadas, diz bióloga.

Do G1 PB

Uma tartaruga que teve as nadadeiras cortadas tentou desovar na praia de Manaíra, em João Pessoa, neste fim de semana. Segundo Rita Mascarenhas, bióloga da ONG Guajiru - responsável por monitorar a reprodução e a vida das tartarugas-marinhas no litoral da Paraíba -, a tartaruga deficiente já tentou desovar dez vezes na mesma praia só este ano.
 
A tartaruga-marinha recebeu até o nome de "Cotoca", por conta da sua condição física. A ONG Guajiru faz o monitoramento da Cotoca desde 2008. Por ter as nadadeiras cortadas, ela dificilmente consegue realizar a desova regularmente na areia da praia. Geralmente Cotoca cava o ninho, mas deixa os ovos no meio do caminho e eles voltam ao mar, não dando chance para que eles consigam ser chocados.

Rita Mascarenhas ainda revelou que não é tão comum a desova das tartarugas-marinhas na Praia de Manaíra, por se tratar de uma praia de grande movimentação em João Pessoa.

Fonte




terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Tartaruga-marinha é achada morta boiando em praia de João Pessoa

15/12/2014 12h06 - Atualizado em 15/12/2014 12h09 

Animal foi confundido com corpo humano por banhistas.
Bombeiros foram acionados para realizar o resgate do corpo.
 
Do G1 PB

Tartaruga foi resgatada por bombeiros na Praia do Sol, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Tartaruga foi resgatada por bombeiros na Praia do Sol, em João Pessoa
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Uma tartaruga-marinha foi encontrada morta na Praia do Sol, em João Pessoa, na tarde do domingo (14). Segundo o Corpo de Bombeiros, banhistas avistaram algo boiando na praia, confundiram com um corpo e decidiram acionar o resgate por telefone. O animal foi retirado da água pelos bombeiros e enterrado na areia da praia.

Segundo o soldado André Tavares Régis, do Corpo de Bombeiros, foi preciso utilizar um binóculo para identificar o corpo que boiava. “Não tínhamos certeza se era um corpo de uma pessoa, mas quando chegamos lá vimos que era uma tartaruga que já estava morta”, comentou.
De acordo com Rita Mascarenhas, bióloga e coordenadora da ONG e do projeto Tartarugas Urbanas na capital paraibana, mais de 120 tartarugas-marinhas já foram encontradas mortas no litoral da Paraíba somente neste ano. Ela explica que a maior causa da morte dos animais encontrados em praias urbanas é a ação humana.
 
“Na maioria dos casos esses animais morrem ou pela ingestão de material plástico, proveniente de lixo despejado nos rios que vão parar no mar, ou pela ação de pescadores. As ocorrências só vão diminuir quando houver um trabalho de conscientização para não jogarem lixo nos córregos e rios, assim como por meio de uma fiscalização maior da ação dos pescadores”, completou.
 
 
Animal foi enterrado na Praia do Sol, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Animal foi enterrado na Praia do Sol, em João Pessoa
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
 
 
 
 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Tartaruga 'cabeçuda' é encontrada morta em Cabedelo, na Paraíba

04/12/2014 18h28 - Atualizado em 04/12/2014 18h28 

Bióloga diz que presença do animal é rara no litoral da Paraíba.
Animal encontrado morto era um macho adulto. 

Do G1 PB
  
Tartaruga 'cabeçuda' não é comum no litoral de João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Tartaruga 'cabeçuda' não é comum nas praias
da Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Uma tartaruga da espécie 'cabeçuda' foi encontrada morta na manhã da quarta-feira (3), na Praia de Intermares, na Cidade de Cabedelo. De acordo com a coordenadora da ONG e do Projeto Tartarugas Urbanas, Rita Mascarenhas, o animal era um macho adulto. Segundo ela, a presença desta espécie aqui na Paraíba é rara.
 
“Normalmente as tartarugas 'cabeçudas' são vistas em outros litorais do Brasil. As fêmeas desovam na Bahia e no Espírito Santo. Na Paraíba só registramos seis ninhos desta espécie em 12 anos de trabalho e funcionamento da ONG”, afirmou.
 
Ainda de acordo com a coordenadora, até o momento não foi possível identificar quais foram as causas da morte, mas é comum que esses animais fiquem presos em redes de pesca. Outro fator que leva essa espécie à morte é a ingestão de lixo, como sacos e garrafas de plástico.


 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Tartaruga é encontrada morta na praia do Cabo Branco, em João Pessoa

17/11/2014 12h06 - Atualizado em 17/11/2014 12h06 

Animal surgiu boiando na praia do Cabo Branco, nesta segunda-feira.
Mais de 100 tartarugas foram achadas mortas no litoral da PB, diz biológa. 

Do G1 PB

 
Tartaruga foi encontrada deteriorada na praia do Cabo Branco, em João Pessoa (Foto: Diego Lima/Arquivo Pessoal)
Tartaruga foi encontrada deteriorada na praia do Cabo Branco,
em João Pessoa (Foto: Diego Lima/Arquivo Pessoal)

Uma tartaruga-marinha foi encontrada morta na Praia do Cabo Branco, em João Pessoa, na manhã desta segunda-feira (17). De acordo com Diego Lima, de 26 anos, que encontrou o animal enquanto fazia uma caminhada pela orla, a tartaruga tinha cerca de dois metros de comprimento e estava bastante deteriorada. O animal surgiu boiando no trecho de mar próximo à Estátua de Iemanjá.
 
No final de semana uma outra tartaruga e um golfinho foram encontrados mortos no litoral paraibano. Na Praia de Jacumã, no Município do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, uma tartaruga-marinha foi achada por banhistas no domingo (16). O golfinho, por sua vez, foi encontrado na noite de sexta-feira (14) na Praia de Manaíra, em João Pessoa, perto da área conhecida como Quadra de Manaíra. O animal apresentava marcas de redes de pesca, segundo os banhistas.

De acordo com Rita Mascarenhas, bióloga e coordenadora da ONG e do projeto Tartarugas Urbanas na capital paraibana, mais de 120 tartarugas-marinha já foram encontradas mortas no litoral da Paraíba somente neste ano. Ela explica que a maior causa da morte dos animais encontrados em praias urbanas é a ação humana.
 
“Na maioria dos casos esses animais morrem ou pela ingestão de material plástico, proveniente de lixo despejado nos rios que vão parar no mar, ou pela ação de pescadores. As ocorrências são vão diminuir quando houver um trabalho de conscientização para não jogarem lixo nos córregos e rios, assim como por meio de uma fiscalização maior da ação dos pescadores”, completou.

 
Uma outra tartaruga foi encontrada na praia de Jacumã, no Litoral Sul da Paraíba, no domingo (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Uma outra tartaruga foi encontrada na praia de Jacumã,
no Litoral Sul da Paraíba, no domingo (Foto: Walter Paparazzo/G1)
 Fonte

 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

210,000 Baby Turtles Just Hatched In Brazil

02/11/2014


Credit: C. Ferrara/Wildlife Conservation Society

Picture
Credit: C. Ferrara/Wildlife Conservation Society

Scientists and conservationists have just witnessed a mass hatching of baby Giant South American River Turtles in Brazil and they've estimated that there were approximately 210,000 of them! Turtle researchers managed to mark and release 15,000 of these baby turtles so they can hopefully provide valuable research and important data in the future with a method called "Mark & Recapture". This will allow researchers to estimate the size of the population, and also helps to calculate dispersal patterns and survival rates.

Fonte

 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Manchas de óleo e tartaruga morta são encontradas em João Pessoa

03/10/2014 12h12 - Atualizado em 03/10/2014 12h13 

Em quatro dias, esta é a quinta tartaruga encontrada morta.
Na mesma praia onde foi encontrado o animal havia manchas de óleo.

Quinta tartaruga encontrada morta no litoral paraibano em quatro dias (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Quinta tartaruga encontrada morta no litoral paraibano
em quatro dias (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Mais uma tartaruga marinha foi encontrada morta na manhã desta sexta-feira (3), próximo ao Iate Clube da Paraíba, na Praia do Bessa, em João Pessoa. Desta vez, outro crime ambiental foi registrado nas proximidades do local onde o animal foi encontrado: segundo David Montenegro, que tem um estabelecimento comercial na área, também foram encontradas manchas de óleo com cerca de 10 cm de circunferência próximas ao mar.

Em quatro dias, esta é a quinta tartaruga encontra morta na mesma região. No entanto, de acordo com Rita Mascarenhas, coordenadora da ONG e do projeto Tartarugas Urbanas, esta última foi a maior. Segundo ela, só de carapaça o animal tem aproximadamente um metro e se trata de uma tartaruga verde adulta.

Várias manchas de óleos foram encontradas próximo ao mar da Praia do Bessa (Foto: David Montenegro/Arquivo Pessoal)
Manchas de óleos foram encontradas próximo ao mar
(Foto: David Montenegro/Arquivo Pessoal)
No caso do óleo, segundo o que contou David Montenegro, outro banhista localizou as manchas que estavam espalhadas por vários trechos da praia. Em seguida, conferiu que havia realmente as manchas e fotografou. "Desde criança frequento essa parte do litoral e poucas vezes vi essas manchas. Na verdade, faz muito tempo que não vejo algo parecido", disse David.

O setor de fiscalização da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) explicou que não recebeu nenhuma denúncia sobre os dois fatos e que, em casos como estes, é difícil encontrar o infrator, uma vez que há poucas informações.

Ciente da situação das manchas de óleo, a Capitania dos Portos da Paraíba disse às 12 h que estava enviando uma equipe técnica até o local para avaliar a situação e identificar sua origem, uma vez que há a possibilidade de ser de alguma embarcação que esteja em alto mar. Após a análise, a Capintania irá tomar as providências cabíveis.
Fonte

Tartaruga de cerca de um metro é encontrada morta em João Pessoa

02/10/2014 17h11 - Atualizado em 02/10/2014 17h11 

Animal foi encontrado na praia do Bessa, em João Pessoa.
Segundo ONG, esta é a quarta encontra morta em três dias.
 
Do G1 PB
 
Em três dias quatro tartarugas marinhas foram encontradas mortas na praia do Bessa, em João Pessoa  (Foto: (Foto: Rita Mascarenhas/Arquivo pessoal))
Em três dias quatro tartarugas marinhas foram encontradas mortas
na Praia do Bessa, em João Pessoa (Foto: Rita Mascarenhas/Arquivo
pessoal)


Uma tartaruga de aproximadamente um metro de casco foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (2), na Praia do Bessa, em João Pessoa. Segundo Rita Mascarenhas, coordenadora da ONG e do projeto Tartarugas Urbanas, esta é a quarta tartaruga encontrada morta nas praias do litoral paraibano em apenas três dias. Os outros três animais tinham aproximadamente 50 centímetros de casco.
  
Ainda segundo ela, em três das tartarugas foi possível identificar sinais de redes de pesca, o que pode ter provocado a morte. No quarto animal, não houve como identificar as possíveis causas da morte, pois já se encontrava em estado de decomposição. 
 
Os quatro animais foram encontrados desde a última terça-feira (30), e estavam entre o Bessa, na capital paraibana, e a Praia de Intermares, em Cabedelo. "Conseguimos chegar até as tartarugas marinhas através de monitoramentos que realizamos nas praias, assim como de ligações de moradores, que nos informam sempre que há casos como estes", explicou Rita Mascarenhas.

"É necessária a criação de políticas públicas eficazes, principalmente em lugares onde há a pesca, pois casos como estes podem ser encontrados em todo litoral brasileiro, como em várias partes do mundo também",  ressaltou Rita Mascarenhas.
 
Fonte
 
 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Justiça mantém proibição de obras na Orla do Bessa em João Pessoa

Cidades | Em 12/08/2014 às 18h06, atualizado em 12/08/2014 às 18h10 | Por Redação

Apesar disso, TRF5 admitiu implantação de projeto, desde que sejam feitos estudos de impacto ambiental no local.

  Reprodução/Google Street View


Orla do Bessa não pode passar por obras, por enquanto
Orla do Bessa não pode passar por obras, por enquanto
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região - TRF5 declarou na terça-feira (5), a ilegalidade do Projeto Orla, na Praia do Bessa, na cidade de João Pessoa (PB). Apesar disso, a justiça deixou aberta a possibilidade de execução da ideia, desde que sejam feitos estudos sobre impactos ambientais no local.

Por unanimidade, a quarta turma do TRF5 aceitou a apelação da União, do Ministério Público Federal (MPF), do Município de João Pessoa para que não fosse feita uma proibição definitiva de execução das obras. Os poderes públicos concordaram em apresentar um futuro projeto urbanístico na área, desde que compatível com a legislação ambiental.

Com isso, a decisão não aceitou a apelação da Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Jardim Oceania (Amaoceania), que pedia o fim do projeto, em definitivo.

A Amaoceani ajuizou ação popular contra o Município de João Pessoa, com a finalidade de suspender a execução do Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima (Projeto Orla), para execução de projeto urbanístico na Praia do Bessa, no Loteamento Jardim Oceania, no trecho de 1,7 quilômetros, compreendidos entre o final da Avenida João Maurício e o Iate Clube da Paraíba.

O Projeto Orla previa, inicialmente, a implantação de uma via coletora naquela praia, um parqueamento, um calçadão e uma ciclovia. O projeto teve financiamento do Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Ministério do Planejamento.

A Amaoceania propôs na ação judicial a desistência de execução do Projeto Orla, sob a alegação de que a obra traria fortes impactos ambientais em área de flora oceânica e desova de tartaruga. A associação sugeriu, ainda, que fosse executado outro projeto urbanístico, que denominou de “Brisa Verde”, pois este teria viabilidade socioambiental.



sexta-feira, 4 de julho de 2014

Semam aguarda liberação da SPU para recolocar contêineres cedidos ao Projeto Tartarugas Marinhas

04 jul 2014
 
A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) aguarda apenas a liberação da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) para recolocar nas areias da praia do Bessa os dois contêineres e as duas tendas cedidas ao grupo de voluntários responsável pelo Projeto Tartarugas Urbanas. O trabalho deles, que recebe apoio da Secretaria de Meio Ambiente do Município (Semam), foi encerrado no último sábado (28), porque a SPU não autorizou a permanência dos equipamentos no local.
 
De acordo com o secretário de Meio Ambiente de João Pessoa, Edilton Nóbrega, a Semam está com tudo pronto para retomar o auxílio aos voluntários, cujo trabalho, ao longo de 11 anos, protegeu 12 mil ninhos de tartarugas, segundo estimativas da Ong Guajiru. “Tudo o que estava ao nosso alcance, foi feito. A Secretaria, inclusive, como órgão ambiental, concedeu a licença para a atividade, mas a Secretaria do Patrimônio da União não autorizou a permanência”, pontuou.
 
Ameaçadas de extinção, as tartarugas marinhas usam as praias urbanas no Brasil para a desova apenas nos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Nessas condições, apesar de possibilitar que as pessoas conheçam melhor a necessidade de preservação, o risco para os animais também é mais elevado. Tudo porque, após a eclosão dos ovos, há risco de as tartarugas, atraídas pela iluminação noturna, irem para o asfalto e não para o mar.
 
A sinalização dos ninhos, bem como o cuidado para que as tartaruguinhas sigam para o mar é feita por voluntários ligados à Guajiru. A Ong, para atuar, conseguiu autorização do Instituto Chico Mendes e do Comitê Gestor do Projeto Orla. Apesar disso, a Secretaria do Patrimônio da União não liberou a manutenção dos contêineres na praia. A estrutura cedida pela Prefeitura era mantida no local há seis meses.
 
Depois de encerrar as suas atividades, por causa da retirada dos equipamentos, a Ong Guajiru revelou que foram encontradas 99 tartarugas mortas na Praia do Bessa. Delas, 19 foram encontradas esmagadas no asfalto e outras 80 estavam na grama. Os ambientalistas explicam que elas usam a luz do dia para orientar o seu deslocamento em direção ao mar. Sem proteção, elas podem ser atraídas, à noite, pela luz dos postes.
 
Atualmente, segundo Edilton Nóbrega, existem dez ninhos de tartarugas na praia do Bessa, com riscos para os novos filhotes. “Estamos aguardando um posicionamento do Patrimônio da União. Retiramos a estrutura porque corríamos risco de ser acionados judicialmente. Na hora que eles liberarem, levaremos a estrutura de volta”, ressaltou, lembrando que a PMJP também tem disponibilizado educadores ambientais para orientar o trabalho na área, que conta com o apoio de um grande número de voluntários.



quinta-feira, 3 de julho de 2014

Pelo menos 99 tartarugas são encontradas mortas na PB, diz ONG

02/07/2014 16h09 - Atualizado em 02/07/2014 17h11 

Filhotes foram encontrados mortos no asfalto e dentro de área de vegetação.
Mortes aconteceram no mesmo dia que ONG de proteção parou atividades.
 
Do G1 PB
 
Filhotes de Tartargura Marinha mortos em estrada e vegetação da Praia do Bessa (Foto: Sammy Ferreira/Arquivo Pessoal)
Filhotes de Tartargura Marinha mortos em estrada
e vegetação da Praia do Bessa (Foto: Sammy Ferreira/
Arquivo Pessoal)
Pelo menos 99 tartarugas marinhas foram encontradas mortas na manhã da segunda-feira (30), na Praia do Bessa, em João Pessoa, mesmo dia em que foram encerradas oficialmente as atividades de proteção e preservação da Organização Não Governamental (ONG) Guajiru, que funcionava na mesma praia em dois contêineres cedidos pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam).

Filho de Tartaruga Marinha encontrado esmagado em asfalto de estrada da Praia do Bessa, em João Pessoa (Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)
Filhote esmagado em asfalto da estrada da
Praia do Bessa, em João Pessoa.
(Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)
Segundo a coordenadora da ONG e do projeto Tartarugas Urbanas, Rita Mascarenhas, 19 filhotes de tartarugas marinhas morreram no asfalto próximo à praia e pelo menos outras 80 estavam dentro da vegetação. "Quando nascem em praias urbanas, os filhotes ao invés de caminharem para o mar buscam ir para a luz chegando assim as calçadas e estradas. Por este motivo, é preciso que alguém as impeça de fazer esse caminho, e isto era uma das atividades que realizavamos, pois elas precisam de cuidado", disse Rita Mascarenhas.
 
Rita Mascarenhas disse também que a previsão é de que 12 a 14 mil mortes de filhotes de tartaruga sejam registradas por ano, caso a falta de cuidado com as desovas com os ninhos continue desta forma, sem acompanhamento.
 
"Hoje tornou-se impossível continuar com o trabalho voluntário que fazíamos, no entanto, vamos fazer denúncias ao Ministério Público para que as autoridades assumam a responsabilidade pela vida dessas tartarugas marinhas", ressaltou Rita Mascarenhas.
 
ONG
A Associação Guajiru: Ciência, Educação e Meio Ambiente foi criada em 2002 com o intuito de proteger os ninhos de tartarugas nas praias urbanas da orla paraibana. Os voluntários do projeto localizam e cercam os ninhos para que não sofram com interferência do ser humano ou animais, além de realizarem um processo de conscientização com os frequentadores da região.

A Guajiru realizava atividades de conscientização voltadas para a comunidade, escolas e turistas, tais como palestras, mutirões de limpeza e exposições.


 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Pelo menos 99 tartarugas são encontradas mortas na PB, diz ONG

02/07/2014 16h09 - Atualizado em 02/07/2014 17h11 

Filhotes foram encontrados mortos no asfalto e dentro de área de vegetação.
Mortes aconteceram no mesmo dia que ONG de proteção parou atividades.
 
Do G1 PB
 
Filhotes de Tartargura Marinha mortos em estrada e vegetação da Praia do Bessa (Foto: Sammy Ferreira/Arquivo Pessoal)
Filhotes de Tartargura Marinha mortos em estrada e vegetação
da Praia do Bessa (Foto: Sammy Ferreira/Arquivo Pessoal)
 
 
Pelo menos 99 tartarugas marinhas foram encontradas mortas na manhã da segunda-feira (30), na Praia do Bessa, em João Pessoa, mesmo dia em que foram encerradas oficialmente as atividades de proteção e preservação da Organização Não Governamental (ONG) Guajiru, que funcionava na mesma praia em dois contêineres cedidos pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam).

Filho de Tartaruga Marinha encontrado esmagado em asfalto de estrada da Praia do Bessa, em João Pessoa (Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)
Filhote esmagado em asfalto da estrada da
Praia do Bessa, em João Pessoa. (Foto: Rita
Mascarenhas/ONG Guajiru)
Segundo a coordenadora da ONG e do projeto Tartarugas Urbanas, Rita Mascarenhas, 19 filhotes de tartarugas marinhas morreram no asfalto próximo à praia e pelo menos outras 80 estavam dentro da vegetação. "Quando nascem em praias urbanas, os filhotes ao invés de caminharem para o mar buscam ir para a luz chegando assim as calçadas e estradas. Por este motivo, é preciso que alguém as impeça de fazer esse caminho, e isto era uma das atividades que realizavamos, pois elas precisam de cuidado", disse Rita Mascarenhas.
 
Rita Mascarenhas disse também que a previsão é de que 12 a 14 mil mortes de filhotes de tartaruga sejam registradas por ano, caso a falta de cuidado com as desovas com os ninhos continue desta forma, sem acompanhamento.
 
"Hoje tornou-se impossível continuar com o trabalho voluntário que fazíamos, no entanto, vamos fazer denúncias ao Ministério Público para que as autoridades assumam a responsabilidade pela vida dessas tartarugas marinhas", ressaltou Rita Mascarenhas.
 
ONG
A Associação Guajiru: Ciência, Educação e Meio Ambiente foi criada em 2002 com o intuito de proteger os ninhos de tartarugas nas praias urbanas da orla paraibana. Os voluntários do projeto localizam e cercam os ninhos para que não sofram com interferência do ser humano ou animais, além de realizarem um processo de conscientização com os frequentadores da região.
 
A Guajiru realizava atividades de conscientização voltadas para a comunidade, escolas e turistas, tais como palestras, mutirões de limpeza e exposições.


 

sábado, 28 de junho de 2014

ONG Guajiru para de funcionar

Sudema e SPU não concederam as licenças ambientais para que a Organização Não-Governamental pudesse continuar funcionando.


Kleide Teixeira
Associação Guajiru lutou pela proteção das as tartarugas marinhas que habitam a região por 12 anos
 
Após 12 anos de atuação no Litoral paraibano, a Associação Guajiru, que protege as tartarugas marinhas que habitam a região, parou de funcionar ontem. Segundo a responsável pela entidade, Rita Mascarenhas, as licenças ambientais para que a Organização Não-Governamental (ONG) continuasse funcionando na praia do Bessa, em João Pessoa, não foram concedidas pela Superintendência Estadual de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e pela Superintendência do Patrimônio da União (SPU).

Segundo a bióloga, os órgãos não deram justificativa para não liberar a documentação e permitir que os dois containers e duas tendas, instalados em uma área da praia cedida pela Secretaria do Meio Ambiente da capital, para que a ONG pudesse fazer os atendimentos e campanhas de preservação da orla e dos animais marinhos.
 
“A União e a Sudema não deram justificativa para proibir o funcionamento da ONG. Já retiramos o material e paramos de fazer o nosso trabalho voluntário porque é impossível você trabalhar nessas condições, principalmente com a parte de conscientização ambiental”, lamentou Rita Mascarenhas.
 
A responsável pela Guajiru adiantou ainda que a ONG formalizará uma denúncia nos ministérios públicos Estadual e Federal sobre a falta de ações para a preservação das tartarugas marinhas no Estado. “Vamos entrar na Justiça e atuar na parte das denúncias. Vamos expor ao país e ao mundo que a Paraíba não protege as suas tartarugas”, criticou a bióloga.
 
A assessoria de comunicação da SPU informou que o órgão não concede licenças ambientais na área da praia, pertencente à União, sem a prévia autorização do órgão estadual, no caso, a Sudema. A reportagem do JORNAL DA PARAÍBA tentou contato telefônico com a superintendente do órgão estadual, Laura Farias. Mas, até o fechamento desta edição, as ligações não foram atendidas. O secretário de comunicação institucional do Estado também foi procurado, mas não pode se pronunciar sobre o assunto.
 
Também procuramos o superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Bruno Eloy. Ele também adiantou que a concessão de licenças ambientais na orla do Estado também é de responsabilidade da Sudema.
 
Enquanto funcionou no Estado, segundo Rita Mascarenhas, a ONG Guajiru atendeu mais de 150 mil pessoas, realizou cerca de 11 mil palestras, protegeu 1200 ninhos de tartarugas e garantiu que 140 mil filhotes nascidos fossem encaminhados ao mar. Além disso, a ONG necropsiou 900 animais mortos e foi objeto de estudo para 19 monografias de graduação, quatro dissertações de mestrado e fonte de pesquisa para dois doutorados.
 
A Guajiru participou ainda do Conselho da Área de Preservação Ambiental da Barra de Mamanguape, da APA de Tambaba, Parque Marinho de Areia Vermelha, além dos Conselhos de Meio Ambiente e Orla de Cabedelo e redes de proteção ao meio ambiente e a tartarugas marinhas nos âmbitos regional, nacional e internacional.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

ONG Guajiru encerra atividades por falta de licença patrimonial e ambiental

Atualizado em 27/06/2014 19h43 
 

ONG Guajiru encerra atividades por falta de licença patrimonial e ambientalA Organização Não-Governamental (ONG) Guajiru, que cuidava da preservação ambiental de tartarugas marinhas na orla de João Pessoa encerrou as atividades na praia do Bessa nesta sexta-feira (27). Os motivos para o fim das tarefas seria a falta de licenças patrimoniais e ambientais, citadas numa nota oficial de esclarecimento.
 
Ainda segundo a nota, os membros estarão envolvidos em atividades de defesa dos recursos naturais e dos animais. Agradecimentos foram feitos aos colaboradores diretos e indiretos do projeto, como as pessoas que compravam produtos da ONG para ajudar nos custos das missões. Além de agradecer ao Secretário Municipal do Meio Ambiente, Edilton Nóbrega.
 
Confira a nota completa:
 
NOTA DE ESCLARECIMENTO
FIM DAS ATIVIDADES DO PROJETO TARTARUGAS URBANAS
 
Iniciamos esta agradecendo imensamente a pessoa do Secretário de Meio Ambiente de João Pessoa, o Sr. Edilton Nóbrega, de quem partiu o único e efetivo apoio público para a Associação Guajiru.
 
Passamos anos em sede improvisada nas praias de Cabedelo e finalmente em janeiro do presente ano, foram instalados na Praia do Bessa, equipamentos de apoio, onde pudemos abrigar todos os materiais usados na proteção de ninhos, na reabilitação de animais doentes e mais importante ainda, nas atividades de educação e conscientização da população. 
 
Nesses cinco meses foram atendidas mais de 10 mil pessoas de todos os estados brasileiros; nove escolas da Paraíba e Pernambuco, além da proteção de 100 ninhos de tartarugas marinhas dos quais nasceram 13 mil filhotes que puderam chegar ao mar graças à intervenção da ONG. 
 
Infelizmente hoje a ONG teve que se retirar do espaço compartilhado com a SEMAM, na praia do Bessa em João Pessoa, pois desafortunadamente as licenças patrimoniais e ambientais não foram concedidas.
 
Doravante, caso permaneça essa situação de ausência de estrutura de apoio, a Associação Guajiru, se torna incapaz de prosseguir na proteção às tartarugas marinhas que desovam em nosso litoral e na reabilitação dos animais enfermos.
 
É com profundo pesar e sentimento de impotência que vimos a público, agradecer a todos que participaram do corpo de voluntários, aqueles que adquiriram nossos produtos (única e exclusiva fonte de renda da ONG) e nos ajudaram com isso na aquisição de medicamentos, equipamentos e no transporte dos voluntários.
 
Agradecemos também a aqueles que nos avisaram de todas as ocorrências na praia. Em especial ao Corpo de Bombeiros de João Pessoa e Cabedelo e à Polícia Ambiental. 
 
Enfim nosso muito obrigada pelo carinho, respeito e admiração a cada cidadão que de alguma maneira contribuiu com nossas atividades, nos 12 anos de atuação da Guajiru, cujos resultados são: Mais de 150 mil pessoas atendidas, cerca de 11 mil palestras, 1200 ninhos protegidos, 140 mil filhotes nascidos e encaminhados ao mar, necropsia de 900 animais mortos, 19 monografias de graduação, 4 dissertações de mestrado e apoio a dois doutorados. Participação no Conselho da APA da Barra de Mamanguape, da APA de Tambabá, do Parque Marinho de Areia Vermelha, dos Conselhos de Meio Ambiente e Orla de Cabedelo, além de redes de proteção ao meio ambiente e a tartarugas marinhas nos âmbitos, regional, nacional e internacional. Destacando que todas essas atividades são desenvolvidas de forma voluntária por todos os membros da instituição. 
 
Deixamos claro, que seguiremos ativos em outras frentes, participando dos conselhos e fóruns ambientais, bem como na cobrança cível e judicial, na tentativa de contribuir para a conservação dos recursos naturais de nosso estado.
 
Atenciosamente

Dra. Rita Mascarenhas
Coordenadora do Projeto Tartarugas Urbanas
Associação Guajiru

(Foto: Facebook Tartarugas Urbanas – Guajiru)
Lucas Coelho com ONG Guajiru
Fonte

domingo, 25 de maio de 2014

Mais de 50 tartarugas de pente nascem em praia de João Pessoa

24/05/2014 17h51 - Atualizado em 24/05/2014 17h51
 
Nascimento foi registrado na tarde de sábado (24), na praia do Bessa.
Espécie é considerada a segunda menor entre as tartarugas marinhas.
 
Do G1 PB
 
Cerca de 50 tartarugas de pente nasceram na tarde deste sábado (24) na praia do Bessa, em João Pessoa. O nascimento ocorreu a partir de uma cesariana de areia, quando há uma intervenção humana na eclosão dos ovos (Foto: Krystine Carneiro/G1)
(Foto: Krystine Carneiro/G1)
Cerca de 50 tartarugas de pente nasceram na tarde deste sábado (24) na praia do Bessa, em João Pessoa. O nascimento ocorreu a partir de uma cesariana de areia, quando há uma intervenção humana na eclosão dos ovos.
 
 
O procedimento foi realizado à tarde porque normalmente as tartarugas recém-nascidas saem em direção ao mar à noite, e a luzes acabam atraindo-as para direções erradas, ocasionando eventualmente a morte de parte delas. A tartaruga de pente é considerada a (Foto: Krystine Carneiro/G1)
(Foto: Krystine Carneiro/G1)
 
O procedimento foi realizado à tarde porque normalmente as tartarugas recém-nascidas saem em direção ao mar à noite, e a luzes acabam atraindo-as para direções erradas, ocasionando eventualmente a morte de parte delas. A tartaruga de pente é considerada a segunda menor espécie entre as tartarugas marinhas.
 
Fonte
 
 

segunda-feira, 17 de março de 2014

Polícia ambiental encontra quatro tartarugas mortas no litoral da Paraíba

16/03/2014 18h50 - Atualizado em 16/03/2014 19h59 

Número poderia ter sido maior, já que uma quinta foi resgatada com vida.
Bióloga atribui fenômeno ao aumento de pescas no verão. 

 Do G1 PB
 
    Tartaruga encontrada morta na Praia do Bessa, em João Pessoa (Foto: Laerte Cerqueira / G1)
    Tartaruga encontrada morta na Praia do Bessa, em João Pessoa
    (Foto: Laerte Cerqueira / G1)
Quatro tartarugas marinhas foram encontradas mortas no litoral paraibano neste domingo. De acordo com o Batalhão da Polícia Ambiental, o número poderia ter sido maior, já que uma quinta ainda conseguiu ser resgatada com vida e foi entregue a ONG Guajiru, que trabalha com a preservação de tartarugas. Bióloga Rita Mascarenhas acredita que período de pescas contribui para o aumento de número de morte desses animais.
 
Segundo o sargento Max Martins, duas delas foram encontradas por banhistas na Praia do Bessa, em João Pessoa. David Montenegro, proprietário de uma operadora que oferece passeios ecoturísticos de caiaque na região, até fez o registro do fato. E, para ele, que costuma fazer um trabalho também de conscientização com turistas, é uma pena que problema como esse aconteça com tanta frequência. “Praticamente todo mês aparece uma morta. Lá é praticamente um cemitério de tartarugas. Hoje mesmo apareceram duas em um intervalo de menos de uma hora”, lamentou.
 
    Duas tartarugas encontradas na Praia do Bessa, em João Pessoa (Foto: David Montenegro / Arquivo Pessoal)
    Em menos de uma hora, outra tartaruga foi encontra no
    mesmo lugar (Foto: David Montenegro / Arquivo Pessoal)
Ainda de acordo com o sargento, outras duas apareceram em Cabedelo, região metropolitana de João Pessoa. Uma delas estava morta e foi enterrada, assim como aconteceu com uma outra encontrada no Conde, litoral sul da Paraíba. A outra segue sob os cuidados da bióloga Rita Mascarenhas, fundadora da ONG Guajiru.

Rita, inclusive, explica que mortes de tartarugas podem estar ligadas a três motivos: poluição, embarcações e pesca. No entanto, neste caso da Paraíba, ela atribui exclusivamente a pesca. “Não deveria ser, mas acaba sendo comum, infelizmente. Neste período, a atividade humana no mar aumenta e uma porcentagem dessas tartarugas vem parar ma praia. No verão, o vento diminui e acaba contribuindo para a pesca”, explicou.

Fonte

 

domingo, 16 de março de 2014

Polícia ambiental encontra quatro tartarugas mortas no litoral da Paraíba

16/03/2014 18h50 - Atualizado em 16/03/2014 19h59 

Número poderia ter sido maior, já que uma quinta foi resgatada com vida.
Bióloga atribui fenômeno ao aumento de pescas no verão.
 
Do G1 PB
 
    Tartaruga encontrada morta na Praia do Bessa, em João Pessoa (Foto: Laerte Cerqueira / G1)
    Tartaruga encontrada morta na Praia do Bessa, em João Pessoa
    (Foto: Laerte Cerqueira / G1)

Quatro tartarugas marinhas foram encontradas mortas no litoral paraibano neste domingo. De acordo com o Batalhão da Polícia Ambiental, o número poderia ter sido maior, já que uma quinta ainda conseguiu ser resgatada com vida e foi entregue a ONG Guajiru, que trabalha com a preservação de tartarugas. Bióloga Rita Mascarenhas acredita que período de pescas contribui para o aumento de número de morte desses animais.
 
Segundo o sargento Max Martins, duas delas foram encontradas por banhistas na Praia do Bessa, em João Pessoa. David Montenegro, proprietário de uma operadora que oferece passeios ecoturísticos de caiaque na região, até fez o registro do fato. E, para ele, que costuma fazer um trabalho também de conscientização com turistas, é uma pena que problema como esse aconteça com tanta frequência. “Praticamente todo mês aparece uma morta. Lá é praticamente um cemitério de tartarugas. Hoje mesmo apareceram duas em um intervalo de menos de uma hora”, lamentou.
 
    Duas tartarugas encontradas na Praia do Bessa, em João Pessoa (Foto: David Montenegro / Arquivo Pessoal)
    Em menos de uma hora, outra tartaruga foi encontra no mesmo lugar
    (Foto: David Montenegro / Arquivo Pessoal)

Ainda de acordo com o sargento, outras duas apareceram em Cabedelo, região metropolitana de João Pessoa. Uma delas estava morta e foi enterrada, assim como aconteceu com uma outra encontrada no Conde, litoral sul da Paraíba. A outra segue sob os cuidados da bióloga Rita Mascarenhas, fundadora da ONG Guajiru.

Rita, inclusive, explica que mortes de tartarugas podem estar ligadas a três motivos: poluição, embarcações e pesca. No entanto, neste caso da Paraíba, ela atribui exclusivamente a pesca. “Não deveria ser, mas acaba sendo comum, infelizmente. Neste período, a atividade humana no mar aumenta e uma porcentagem dessas tartarugas vem parar ma praia. No verão, o vento diminui e acaba contribuindo para a pesca”, explicou.



 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Tartaruga é encontrada morta em praia do litoral sul da Paraíba


24/01/2014 09h02 - Atualizado em 24/01/2014 09h02 

Animal chegou à areia no fim da tarde de quinta e exalava mau cheiro.
Ela estava sem os olhos e com as vísceras expostas.
 
Do G1 PB
 
 
Uma tartaruga foi encontrada morta nas areias da praia de Pitimbu, litoral sul da Paraíba, no fim da tarde de quinta-feira (23). O animal estava sem os olhos e com as vísceras expostas, o que gerava muito mau cheiro no local. De acordo com banhistas que e (Foto: Renata Vasconcellos / G1)

Uma tartaruga foi encontrada morta nas areias da Praia de Pitimbu, litoral sul da Paraíba, no fim da tarde de quinta-feira (23). O animal estava sem os olhos e com as vísceras expostas, o que gerava muito mau cheiro no local. De acordo com banhistas que estavam no local quando ela chegou à praia, o animal mede cerca de 1 m de largura. O caso chamou a atenção dos banhistas, que lotam a praia neste período, mas nenhum órgão ambiental foi acionado (Foto: Renata Vasconcellos / G1)
 

 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Semam instala contêineres na praia do Bessa para preservar tartaruga

18 de janeiro de 2014

Semam instala contêineres na praia do Bessa para preservar tartaruga A Secretaria de Meio Ambiente (Semam) de João Pessoa iniciou nesta sexta-feira (17) a instalação de dois contêineres na praia do Bessa. O equipamento será usado como posto avançado da Semam, em parceria com a Associação Guajiru, que trabalha na preservação da tartaruga marinha.

Um dos contêineres servirá como almoxarifado e escritório da ONG, enquanto o outro deve abrigar uma equipe técnica da Semam que irá fiscalizar a região. A área protegida é considerada de grande importância ambiental, pois costuma abrigar diversos ninhos de tartaruga.

“A estrutura criada pela Prefeitura da Capital trará mais condições de trabalho para sua equipe que poderá atender mais pessoas e de maneira mais cômoda”, afirmou Rita Mascarenhas, coordenadora do projeto Guajiru.

ONG – A Associação Guajiru: Ciência, Educação e Meio Ambiente foi criada em 2002 com o intuito de proteger os ninhos de tartarugas nas praias urbanas da orla paraibana. Os voluntários do projeto localizam e cercam os ninhos para que não sofram com interferência do ser humano ou animais, além de realizarem um processo de conscientização com os frequentadores da região.

A Guajiru realiza atividades de conscientização voltadas para a comunidade, escolas e turistas, tais como palestras, mutirões de limpeza e exposições.


Secom/JP


ONG Guajiru ganha base de apoio em praia de João Pessoa

18/01/2014 11h59 - Atualizado em 18/01/2014 11h59 

ONG ficou sem sede com a demolição do Bar do Surfista, em abril de 2013.
Voluntários trabalham pela preservação das tartarugas marinhas na Paraíba.
 
Do G1 PB
 
 

A ONG Guajiru, que trabalha na preservação das tartarugas marinhas na Paraíba, ganhou uma base de apoio nesta sexta-feira (17). A Secretaria de Meio Ambiente (Semam) de João Pessoa instalou dois contêineres na Praia do Bessa, em João Pessoa, e o equipamento será usado como posto avançado da Semam, em parceria com a Guajiru.

Desde abril de 2013, quando o Bar do Surfista foi demolido, a ONG está sem sede. O bar funcionava há 30 anos na Praia de Intermares, em Cabedelo, e abrigava, além da Guajiru, projetos sociais como a Escolinha da Alfabetização e a Escola de Surfe.

Um dos contêineres da Semam servirá como almoxarifado e escritório da ONG, enquanto o outro deve abrigar uma equipe técnica da Semam que irá fiscalizar a região. A área protegida é considerada de grande importância ambiental, pois costuma abrigar diversos ninhos de tartaruga.
A fundadora da ONG Guajiru, Rita Mascarenhas, considerou a parceria “muito boa”. “É fundamental para o meio ambiente e para dar mais dignidade à proteção de tartarugas na Paraíba”, declarou.

Segundo Rita, a base vai servir como uma sede para a ONG. “Nosso ou não, é para usarmos e seguirmos trabalhando. Estou satisfeita com isso. É um bom arranjo, pois seguiremos fazendo o que já fazemos e teremos um ponto de referência, apoio e teto”, afirmou.

ONG
A Associação Guajiru: Ciência, Educação e Meio Ambiente foi criada em 2002 com o intuito de proteger os ninhos de tartarugas nas praias urbanas da orla paraibana. Os voluntários do projeto localizam e cercam os ninhos para que não sofram com interferência do ser humano ou animais, além de realizarem um processo de conscientização com os frequentadores da região.

A Guajiru realiza atividades de conscientização voltadas para a comunidade, escolas e turistas, tais como palestras, mutirões de limpeza e exposições.

Fonte

 

domingo, 29 de dezembro de 2013

Oito meses após ser demolido, Bar do Surfista é reativado, mas está irregular novamente

Ideias que beneficiavam crianças carentes foram suspensas; somente ONG Guajiru que vai ganhar local fixo, fora de Cabedelo

Cidades | Em 28/12/2013 às 20h30, atualizado em 29/12/2013 às 00h10 | Por Alisson Correia

         Alisson Correia

Dono adaptou um trailer para reativar o Bar do Surfista
Dono adaptou um trailer para reativar o Bar do Surfista.
Há mais de oito meses que o Bar do Surfista foi removido da orla da cidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa, e o dono do estabelecimento ainda não conseguiu se fixar em um local seguro e apropriado, de forma que mantivesse todos os projetos sociais que existiam antes.
Waldi Silva Moreira readaptou a estrutura do estabelecimento com a instalação de um trailer, em um espaço próximo de onde o bar funcionava antes, mas fora da faixa de areia da praia de Intermares. Ainda assim, o local está em situação irregular e pode ser removido novamente pela prefeitura a qualquer momento.
O estabelecimento funcionava de forma irregular na praia de Intermares e foi derrubado em 12 de abril de 2013 pela prefeitura de Cabedelo que cumpriu uma determinação da Justiça, ordenada pela juíza da 3ª Vara Federal de Seção Judiciária da Paraíba, Cristina Maria Costa Garcez.
O bar ganhou muita popularidade porque foi o único que havia restado naquela praia e era responsável por colaborar com o turismo, bem como desenvolver atividades educacionais e esportivas com crianças carentes e abrigar a ONG Guajiru, que desenvolve projetos de pesquisa e preservação de tartarugas marinhas. A ONG ficou por todo esse tempo sem sede, mas vai ganhar um local apropriado na praia de Tambaú, em João Pessoa.
Demolição do Bar do Surfista
Foto: Demolição do Bar do Surfista, em abril de 2013.


Espaço onde funcionava o Bar do Surfista
Foto: Espaço onde funcionava o Bar do Surfista.
Créditos: Alisson Correia.



O responsável pelo Bar do Surfista, Waldi Silva Moreira, disse ao Portal Correio que aguarda a prefeitura de Cabedelo iniciar os processos de licitação que o permitirá disputar um espaço na cidade, mas houve alterações na administração municipal e agora ele não sabe mais quando isso será retomado.
 
Um dos locais cobiçados por Waldi é a Praça do Surfista, um projeto anunciado na época da demolição, mas que ainda não saiu do papel.
Ele revelou que reativou o bar através da instalação de um trailer no local perto de onde estava fixado antes, mas já foi notificado pela prefeitura de Cabedelo para retirar o equipamento das proximidades da praia. “Não sei mais como agir. Se me tirarem daqui vou reunir as pessoas e fazer um protesto; depois que o prefeito deixou o cargo e o outro assumiu não sabemos mais o que vai acontecer para que o projeto da Praça do Surfista seja viabilizado”, explicou Waldi.
O Portal Correio procurou a prefeitura de Cabedelo para falar sobre a Praça do Surfista, mas ninguém foi localizado para esclarecer detalhes do andamento do projeto.
Apenas a secretária de Obras do Município, Érica Gusmão, disse que não tem informações sobre quando ele deverá ser executado. Ela falou ainda que a prefeitura nunca teve nenhuma responsabilidade com o Bar do Surfista, porque se trata de um estabelecimento privado, que deve ter espaço próprio e regular para funcionar, sem provocar prejuízos ambientais.
Projeto da
Foto: Projeto da "Praça do Surfista" onde o bar disputa
um espaço. Créditos: Divulgação
Na época da demolição, em abril de 2013, o superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente na Paraíba, Bruno Faro Elói, havia dito que mesmo prestando apoio aos projetos do Bar do Surfista, o órgão não poderia concordar com a permanência do estabelecimento na praia porque estava em ambiente natural que deve ser protegido e preservado. Atualmente, não há nenhum ponto comercial instalado na praia de Intermares.
Projetos educacionais e ONG Guajiru
Pelo menos 20 crianças carentes eram beneficiadas com projetos sociais de educação e esporte desenvolvidos pela Federação Paraibana de Surf, em parceria com o Bar do Surfista. Todas essas ideias foram suspensas após a demolição.
Quem também teve prejuízos após a derrubada do estabelecimento foi a ONG Guajiru, que desenvolve trabalhos e pesquisas para preservação de tartarugas marinhas. Apesar disso, um novo local já é providenciado para instalação desse projeto.
ONG funciona de forma precária na praia, mas vai ganhar local fixo
Foto: ONG funciona de forma precária na Praia de Intermares,
mas vai ganhar local fixo. Créditos: Alisson Correia.
Segundo a bióloga Rita Mascarenhas, a Secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa informou que vai conceder um espaço fixo para a ONG na Capital, mas ainda há alguns entraves burocráticos que precisam ser resolvidos.
O secretário do meio ambiente da Capital, Edilton Rodrigues Nóbrega, confirmou que a ONG vai ganhar um quiosque na calçada da Praia de Tambaú.
Ele disse que serão desenvolvidos projetos que envolvem educação ambiental, tratamento de animais doentes para que eles voltem ao habitat natural e sinalização dos locais de desova em pontos específicos das praias da Grande João Pessoa.