Mostrando postagens com marcador Seminário. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Seminário. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Aesa prevê chuvas fracas no Litoral, Agreste, Brejo e Semiárido da PB

04/01/2013 14h00 - Atualizado em 04/01/2013 14h00 

Segundo meteorologia, chuvas serão isoladas e esparsas em todo o estado.
Litoral terá umidade e nuvens, enquanto no Semiárido deve chover à noite.

Do G1 PB
 

A Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) da Paraíba prevê chuvas eventuais em todo o estado durante o fim de semana, principalmente no período noturno. No Semiárido, estão previstas chuvas isoladas. No Agreste, Brejo e Litoral, umidade e clima nebuloso ao longo do dia.
 
De acordo com a equipe técnica do órgão, devem continuar a ser registradas precipitações pluviométricas eventuais. A meteorologista Carmen Becker informou que as chuvas serão curtas e sem abrangência.

"Vão ocorrer chuvas localizadas, eventuais. Serão isoladas no Sertão, Cariri e Curimataú, mais pontualmente no período da noite. No Agreste e Litoral, devido à umidade, teremos chuvas ocasionais, com nebulosidade variável. O sol aparece e há variação com chuvas esparsas", afirmou a meteorologista da Aesa.

"De modo geral, a maior parte dos municípios terá sol durante todo o fim de semana. As chuvas serão isoladas, nada abrangente nem duradouro. No Litoral, haverá tempo estável, com nebulosidade variável e chuvas ocasionais e passageiras", assegurou.

Em uma reunião de previsão climática para o ano de 2013, a Aesa informou que o período de seca na Paraíba deve se prolongar até o final de fevereiro deste ano, com a chegada das chuvas apenas no mês de março.


 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

PB vai monitorar desertificação

Especialistas de seis estados, irão formar uma rede integrada para o monitoramento; trabalho dos pesquisadores será articulado em CG. 


Pesquisadores de seis estados do Nordeste se reuniram em Campina Grande e formaram uma rede integrada de monitoramento sobre o avanço da desertificação no Semiárido.
 
Mais de 120 especialistas vão atuar na fase inicial do projeto, fazendo o monitoramento em núcleos regionais localizados nos estados da Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e Piauí. A meta é expandir o sistema para todo o Semiárido até agosto de 2013.

Todo o sistema será articulado a partir de Campina Grande pela equipe do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia que é sediado no município.

Durante três dias, os pesquisadores estiveram reunidos no Insa para definir as metas e metodologias de trabalho integrado. O encontro terminou ontem.

A previsão é que o monitoramento seja iniciado em até três meses, mas o trabalho de planejamento já começou. “O objetivo é agregar cientistas renomados neste tema e sair com propostas aplicáveis à realidade do Semiárido”, explicou Aldrin Pérez Marin, coordenador do sistema de monitoramento. O projeto envolve especialistas em diversas áreas, como biologia, geoprocessamento, meteorologia, recursos hídricos, pesquisa em solo, física e ciências sociais. “Definimos parâmetros para determinar quais fenômenos podem ser classificados como desertificação e estabelecemos uma metodologia de pesquisa que será aplicada no monitoramento”, informou Marin.

A expectativa do Insa é de que, com o monitoramento sistemático, dados exatos sobre a desertificação possam ser obtidos após quatro anos de pesquisa.

A desertificação afeta não apenas o solo e a vegetação, mas também a fauna e principalmente a qualidade de vida dos moradores da região, produzindo efeitos sociais e econômicos.

A Paraíba é o único estado com dois núcleos de monitoramento à desertificação, localizados nas regiões no Cariri e no Seridó.

Os outros núcleos estão situados em Iraucuça-CE, Cabrobó-PE e nas regiões do sertão do São Francisco na Bahia e no Seridó do Rio Grande do Norte. O Projeto de Monitoramento integrado é financiado pelos Ministérios do Meio Ambiente e da Ciência, Tecnologia e Inovação.

PARAÍBA
A Paraíba é o estado do Nordeste com mais risco de desertificação, de acordo com o Plano de Ação para a Prevenção e o Combate ao desmatamento da Caatinga produzido pelo Ministério da Ciência e tecnologia em 2010.

Segundo o levantamento, 63% do território do estado é suscetível ao risco de desertificação.

SECA
A estiagem que afeta o Semiárido nordestino também é um dos fatores que pode contribuir para o avanço da desertificação.


 

sábado, 5 de maio de 2012

Semiárido será debatido em evento paralelo ao Rio+20, na Paraíba


 

O Globo

 

Semiárido será debatido em evento paralelo ao Rio + 20, na Paraíba Imagem Internet

Os debates sobre sustentabilidade serão uma realidade dentro e fora da conferência Rio + 20. Paralelo ao evento internacional, a I Conferência Internacional em Gestão Ambiental Colaborativa (Cigac), que será realizada entre os dias 13 e 16 de junho na cidade de Sousa (Paraíba), reunirá artistas, ambientalistas, pesquisadores e hackers para discutir um problema que atinge principalmente o Nordeste: o semiárido. A ideia é propor soluções locais para os problemas ambientais.

De acordo com um dos idealizadores da conferência, Orlando da Silva, a Cigac vai reunir as discussões acadêmicas com outras realizadas pelas chamadas redes colaborativas. O evento será integrado com a Cúpula dos Povos, que acontece no Rio de Janeiro entre os dias 15 e 23 de junho, por meio de videoconferências. A organização é da Universidade Federal de Campina Grande e da rede Meta Reciclagem.

- Vamos fazer uma integração dos saberes, desenvolvidas principalmente fora do ambiente acadêmico, promovidas através do conhecimento popular. É o caso, por exemplo, dos egressos do movimento Biopunk, que envolve a cultura hacker e os softwares livres, por exemplo - explica Silva.
A transposição do São Francisco, um dos mais importantes mananciais hídricos do Nordeste, também será debatido durante a conferência. O responsável técnico pela transposição, Francisco Sarmento, confirmou presença no debate. Outros temas serão a qualidade da água, irrigação e tecnologias verdes serão abordados.

Entre os conferencistas internacionais, estão confirmados o pesquisador e artista finlandês Tapio Makela - cofundador do Media Art Research Interdiciplinary Network (MARIN), da articulação de laboratórios móveis de pesquisas em arte, ciência e ecologia - e a artista polonesa Kasia Molga - designer de interação e professora da Universidade de Bournemouth, Londres.

Mais informações sobre o evento no site: http://cigac.org

Fonte


quarta-feira, 7 de março de 2012

Seminário discute Políticas Ambientais na Capital

06/03/2012 às 11h52
 

Seminário discute Políticas Ambientais na CapitalCom o objetivo de mostrar o impacto das ações do homem na natureza e as alternativas para que o consumo de recursos naturais aconteça de forma consciente, o estudante do Curso de Rede de Computadores do Campus João Pessoa do IFPB, Artur Gouveia da Costa, convida os alunos do Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental e a comunidade, para participar do Seminário Cidades Sustentáveis: O desafio do novo milênio que acontece neste sábado, dia 10, às 9h, no auditório principal do Hotel Verde Green, no Bairro de Tambaú.

Na ocasião, serão proferidas as palestras: “Impactos Ambientais no Rio Paraíba”, pela mestranda, Glória Cristina Cornélio do Nascimento, e, “Cidades Sustentáveis”, pelo professor, José Paulo Toffano. Após as palestras, uma mesa redonda será formada.

Para Artur Gouveia, o evento é importante porque alerta a comunidade sobre a importância da utilização consciente dos recursos naturais. “Estudos mostram que nem sempre é necessário destruir a natureza para utilizar os seus recursos, um exemplo disso, são os lixões que mesmo depois de desativados podem servir como fonte de energia, aqui em João Pessoa uma fonte em potencial é o lixão do Roger”.

O evento está sendo organizado pelo Partido Verde (PV), em parceria com a Fundação Verde Herbet Daniel.

Saiba mais sobre os palestrantes

José Paulo Toffano – Professor, Jornalista, Educador Ambiental e Especialista em Arborização Urbana. Foi Secretário de Meio Ambiente de Jaú-SP (2003 a 2004), Deputado Federal PV-SP (2007 a 2010) e Presidente da Representação Brasileira no Mercosul (2009 a 2010). É Secretário Nacional de formação do Partido Verde e Diretor Técnico da Fundação Verde Herbert Daniel. 

Glória Cristina Cornélio do Nascimento, licenciada em Biologia Pela Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA PB (2009); Técnica Ambiental pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - IFPB - Campus Cabedelo (2012). Mestranda no Programa de Meio Ambiente e Desenvolvimento, PRODEMA - UFPB - (2012)

Texto - Iris Souto Maior – Jornalista da Reitoria/Ascom