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domingo, 19 de janeiro de 2014

Semam instala contêineres na praia do Bessa para preservar tartaruga

18 de janeiro de 2014

Semam instala contêineres na praia do Bessa para preservar tartaruga A Secretaria de Meio Ambiente (Semam) de João Pessoa iniciou nesta sexta-feira (17) a instalação de dois contêineres na praia do Bessa. O equipamento será usado como posto avançado da Semam, em parceria com a Associação Guajiru, que trabalha na preservação da tartaruga marinha.

Um dos contêineres servirá como almoxarifado e escritório da ONG, enquanto o outro deve abrigar uma equipe técnica da Semam que irá fiscalizar a região. A área protegida é considerada de grande importância ambiental, pois costuma abrigar diversos ninhos de tartaruga.

“A estrutura criada pela Prefeitura da Capital trará mais condições de trabalho para sua equipe que poderá atender mais pessoas e de maneira mais cômoda”, afirmou Rita Mascarenhas, coordenadora do projeto Guajiru.

ONG – A Associação Guajiru: Ciência, Educação e Meio Ambiente foi criada em 2002 com o intuito de proteger os ninhos de tartarugas nas praias urbanas da orla paraibana. Os voluntários do projeto localizam e cercam os ninhos para que não sofram com interferência do ser humano ou animais, além de realizarem um processo de conscientização com os frequentadores da região.

A Guajiru realiza atividades de conscientização voltadas para a comunidade, escolas e turistas, tais como palestras, mutirões de limpeza e exposições.


Secom/JP


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

TRF determina criação de aterros sanitários no Cariri paraibano

12/12/2013 20h53 - Atualizado em 12/12/2013 20h53 

MPF e Ibama conseguiram condenação de quatro municípios.
Lixões devem ser substituídos em até 90 dias.
 
Do G1 PB
 

O Tribunal Regional Federal da 5ª determinou liminarmente que três municípios do Cariri paraibano devem instalar aterros sanitários. As ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) dizem respeito a São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Ouro Velho, que devem criar os aterros em até 90 dias. A decisão proferida no último dia 6 de dezembro foi divulgada nesta quinta-feira (12).
 
Os agravos foram interpostos em ações propostas pelo Ibama, na Justiça Federal da Paraíba, contra quatro municípios – os três já citados e o Congo (PB), sendo que ainda não houve decisão do TRF5 quanto ao recurso deste último município.
 
As prefeituras terão que apresentar cronograma indicando qual o destino que será dado ao lixo não aproveitável de sua população, seja através de construção de aterro sanitário próprio ou por consórcio com outros municípios. Também terão que apresentar projeto de recuperação da área degradada, onde existe o atual “lixão”.
 
Segundo o MPF, os municípios ainda devem implantar, até o dia 3 de agosto de 2014, medidas de “disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos”, bem como recuperar a área degradada, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. As decisões são da desembargadora relatora Joana Carolina Lins Pereira.
 
Nos recursos, o Ministério Público Federal destacou a urgência de afastar completamente os riscos imediatos decorrentes da colocação inadequada de resíduos, impondo-se a cessação de remessa de novos dejetos para os locais de “lixão”. No município de São Sebastião do Umbuzeiro, por exemplo, constatou-se o total descontrole dos resíduos remetidos para o local, verificando-se a disposição de dejetos hospitalares sem nenhum cuidado especial no acondicionamento e manipulação.
 
Nas quatro ações propostas pelo Ibama, em abril de 2013, pediu-se a condenação dos municípios referidos ao pagamento de indenização por dano ambiental extrapatrimonial, em razão de danos já causados pela inadequada destinação de resíduos no seu território.
 
Fonte
 
 

domingo, 21 de abril de 2013

Cooperativa da Paraíba aproveita água baixa e vende 8 toneladas de peixe


21/04/2013 06h00 - Atualizado em 21/04/2013 06h00 

1.200 pescadores de 17 cidades se unem para fornecer pescado.
Água baixa está facilitando a captura dos peixes e a pescaria artesanal.
 
Do G1 PB
 
 
Pescadores do Cariri paraibano estão unindo forças durante o período de estiagem. A Cooperativa de Agronegócios do Cariri, em Monteiro, vendeu oito toneladas de tilápias, traíras e curimatãs, durante a Semana Santa. A água baixa está facilitando a captura dos peixes e a pescaria artesanal acelerou muito. “Somente em Sumé chegamos a pescar quatro toneladas”, comemorou o presidente da Cooperativa, José de Deus Barbosa. Na cooperativa, existem pescadores de várias associações, somando 1.200 trabalhadores.
 
Dezessete cidades do Cariri produzem pescados e vendem grande parte da sua produção para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Até o final do ano, deverá ser inaugurada a Usina de Beneficiamento de Pescado, na cidade de Camalaú, o que poderá aumentar ainda mais as vendas.

De acordo com a presidência da Cooperativa, os pescadores querem vender seus produtos no Estado todo. “Por enquanto estamos vendendo em Monteiro, Camalaú e Sumé. Três açudes, de Camalaú, Sumé e Congo, estão ainda com boas produções de pescados, fora alguns açudes menores, que não deixam de ter peixes, como de Livramento, São Sebastião do Umbuzeiro e Coxixola”, afirma.
 
 
Fonte
 
 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Transposição do São Francisco está paralisada na PB

Das 16 áreas em todo o NE, sete estão paradas, inclusive as pertencentes ao eixo que inclui a Paraíba.



Leonardo Silva


Orçada em R$ 8,2 bilhões, a obra de transposição das águas do Rio São Francisco pretende em até 2025 beneficiar cerca de 2,5 milhões de paraibanos distribuídos em 127 municípios. Contudo, praticamente a metade dos lotes de execução de obras estão paralisados, inclusive os localizados no Estado, o que tem provocado o atraso na conclusão dos trechos.
Das 16 áreas em todo o Nordeste, sete estão em inatividade, inclusive os pertencentes ao eixo Norte, como a cidade de São José de Piranhas, que concentra os sistemas adutores de Coremas / Sabugi e Canal Coremas / Sousa. As obras em São José de Piranhas foram visitadas em dezembro de 2010 pelo então presidente Lula.
Quem denunciou a pausa nos trabalhos foi o deputado estadual Assis Quintans. Segundo ele, desde o último mês de junho, data de sua última visita aos canteiros de obras, não havia nenhum sinal de trabalho, o que apontaria um prejuízo para os moradores da região que contam com a conclusão do projeto para serem assistidos na região. “Aquela área tem 560 metros cúbicos de água por habitante/ ano, onde a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o mínimo seja 1.500 metros cúbicos. É uma região deficitária que sofre cada vez mais com o atraso dos trabalhos”, disse.
Quintans é um dos parlamentares indicados pela Assembleia Legislativa para acompanhar as obras e mostrou-se pessimista com os resultados dos investimentos que já foram feitos, uma vez que o andamento da obra em vários locais não tem sido positivo. “A obra começou com R$ 4,6 bilhões de previsão orçamentária. Hoje esse número subiu para R$ 8,2 bilhões, sendo gasto mais de R$ 3,2 bilhões até agora, mas com vários pontos que não avançaram, tanto no Eixo Norte como no Leste”, acrescentou.
No Estado da Paraíba, o Eixo Leste do projeto permitirá o aumento da garantia da oferta de água para os municípios atendidos pelas adutoras do Congo, Cariri, Boqueirão e Acauã.
De acordo com a assessoria de comunicação do Ministério da Integração Nacional, 40% das obras estão concluídas, e os trechos que estão parados não apresentam preocupação, uma vez que até 2015 serão finalizados 81 quilômetros entre os municípios de Brejo Santo (CE), até o reservatório Engenheiro Ávidos, em Cajazeiras.
Nova vistoria
Para o lote entre as cidades de São José de Piranhas (PB) e Cabrobó (PE), o Ministério apontou que está em fase de conclusão, uma vez que os contratos com as construtoras está em fase de encerramento. Contudo, o Quintans confirmou que até o mês de setembro será formada uma comissão contando, além da classe política, com técnicos do Ministério da Integração e o Tribunal de Contas da União para averiguar os motivos da morosidade nas áreas citadas pelo parlamentar.
“O que nós vimos foi um verdadeiro abandono nesses locais. O que precisamos fazer é a classe política assumir a responsabilidade e fazer pressão para o prosseguimento da obra.
Vamos reunir os representantes da Paraíba no Senado e fazer um relatório, porque o que eu fiz da última vez que visitei os locais mostra que a obra está andando a passos de tartaruga”, destacou Assis.


 

sábado, 16 de junho de 2012

Cariri une festa junina à feira de produtos orgânicos

São João Agroecológico será realizado no Cariri paraibano, a partir deste sábado (16) nas cidades de Congo, Sumé e Monteiro. 

Publicado em 16/06/2012 às 06h00 

Um projeto para unir a cultura junina com a feira, principal local de comércio para os produtos da agricultura. Assim é o São João Agroecológico, que será realizado no Cariri paraibano a partir deste sábado. O objetivo é conscientizar a população de três cidades - Congo, Sumé e Monteiro - sobre os benefícios do consumo de produtos orgânicos.

A primeira cidade a receber o evento será o Congo. A partir das 5h, os moradores poderão comprar cenoura, batatinha e muita verdura com a música regional ao vivo. Até o meio-dia, as pessoas poderão aproveitar as ofertas no município e nas outras duas cidades, no dia 18, em Sumé e no dia 20, em Monteiro.

“Pretendemos reunir o maior número de pessoas possível. A importância deste evento para o agricultor é a certeza que o Sebrae e as instituições parceiras estão apoiando estas ações de comercialização dos produtos orgânicos”, disse o gestor do projeto Agroecológico Integrado Sustentável (Pais) do Sebrae, o analista João Bosco da Silva.
 
Segundo ele, existem mais de 100 unidades desta metodologia nas cidades de Monteiro, Sumé, São João do Cariri, Serra Branca e Campina Grande.